Os melhores pastéis de nata em Lisboa

Simples ou com canela e açúcar em pó. Crocantes mas também cremosos, estes são os melhores pastéis de nata em Lisboa

©DR

O pastel de nata é um ex-líbris português que deixa lisboetas e turistas de água na boca – por esse mundo fora não é difícil encontrar tentativas de reproduzir uma portuguese custard tart, mas nunca é bem a mesma coisa. O recheio não pode ser demasiado doce e tem de ter sabores equilibrados, a massa tem de ser estaladiça e pouco gordurosa, e têm de ser tão bons mornos como frios. Parece simples mas requer técnica pasteleira à séria. Embarque numa viagem pelas pastelarias com os melhores pastéis de nata em Lisboa e comece assim o périplo para chegar ao seu eleito.

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Os melhores pastéis de nata em Lisboa

Manteigaria

Quando toca o sino na Manteigaria, ali às portas do Bairro Alto, é ver lisboetas e turistas a olhar em volta e uma fila a formar-se rapidamente. A campainha serve para avisar que uma nova fornada de pastéis de nata acabou de sair e não interessa muito se acabou de comer uma refeição completa: arranja-se sempre espaço para (mais) um.

Preço: 1€

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Bairro Alto

Mercado do Peixe

5 /5 estrelas

É sítio para se comer bom peixe na Ajuda e para comer também os pastéis de nata premiados com o primeiro lugar na prova do melhor pastel de nata de Lisboa no Peixe em Lisboa de 2018. Do peixe ao marisco, há um pouco de tudo por aqui, dos grelhados às ameijoas à Bulhão Pato. Só as opções de sobremesa são mais limitadas, mas há sempre o pastel de nata caseiro.

Preço: 1,90€

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Ajuda
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O Pãozinho das Marias

A história do pão de Mafra corre na família de Ilda, que está à frente da pastelaria O Pãozinho das Marias, na Ericeira. Já têm duas lojas nesta vila piscatória e por enquanto é o filho que toma conta da área da pastelaria. Especialmente no que toca aos pastéis de nata, vencedores do primeiro lugar no prémio do Peixe em Lisboa, em 2017.

Preço: 1,40€

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Mafra/Ericeira

Pastelaria Alcôa

Sim, a Alcôa é aquela dos tesouros conventuais que todos os dias vêm direitinhos de Alcobaça. São cornucópias, mimos de freira, pudins de São Bernardo, torrões reais, queijinhos do céu, coroas de abadessa, castanhas de ovos e, claro, pastéis de nata. Estes são, aliás, os únicos bolos que se fazem diariamente na bonita pastelaria de Lisboa. Diariamente e quase de hora a hora. Quando saem do forno, toca o sino. 

Preço: 1,10€

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Chiado
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Pastelaria Aloma

A Aloma já tem as portas abertas em Campo de Ourique há mais de 70 anos (embora com mudança de proprietários pelo meio) e sempre recebeu elogios à sua oferta pasteleira. Mas os pastéis de nata ganharam aquela fama da boa – e que até chegou ao jornal norte-americano The New York Times ou à CNN – quando ganharam o concurso de melhor pastel de nata do festival Peixe em Lisboa em 2012, 2013 e novamente em 2015. 

Preço: 1€

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Campo de Ourique

Fundação Calouste Gulbenkian

O chef Miguel Castro e Silva renovou completamente a Cafetaria do Museu Calouste Gulbenkian em 2017. Tem agora uma cozinha aberta e a bancada de self-service tem doces e salgados. Mas, melhor ainda, foi aqui que deu a provar pela primeira vez a sua linha de pastéis de assinatura. Estão lá as natas, claro, mas são seis no total: há também de bacalhau, de pescada com espinafres, de frango e cogumelos, frango e alho francês ou um de legumes. 

Preço: 1,50€

+ Miguel Castro e Silva: o chef está imparável

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São Sebastião
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Confeitaria Nacional

Foi a confeitaria que trouxe o bolo-rei para Portugal, uma receita que se mantém inalterada desde 1875 e continua a ser motivo de romaria por altura do Natal. Mas os pastéis de nata são o bolo mais vendido diariamente. 

Preço: 1,40€

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Baixa Pombalina

Nata Lisboa

O nome não deixa grande margem para dúvidas: Nata Lisboa é uma marca cujo core business é a venda de pastéis de nata, mas que tem outros produtos tradicionais associados, e que já criou um império em Portugal e no mundo. Uma bica e uma nata custam 1,70€. 

Preço: 1,10€

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Baixa Pombalina
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Fim de Século

É uma pastelaria tradicional com tantos bolos e miniaturas quantos consiga imaginar, mas a grande especialidade da casa são os pastéis de nata estaladiços. Para comer até ao fim dos séculos. 

Preço: 0,90€

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Benfica/Monsanto

Casinha do Pão

A Casinha do Pão tem sempre uma vitrine que deixa qualquer um confuso e indeciso: há bolos de tudo e mais alguma coisa, bolachas com coberturas divertidas, empadas... E pastéis de nata, mornos e estaladiços, sempre em destaque. 

Preço: 1€ (se comprar 6 ou mais unidades, a gulodice já fica nos 0,80€ cada)

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Balcão do Marquês

O Balcão fica mesmo ali ao pé desse centro nevrálgico de empresas e empresários que é o Marquês de Pombal, por isso não é de estranhar que esteja sempre cheio, tanto aos pequenos-almoços como aos almoços. E se de manhã a especialidade são os pastéis de nata, aos almoços pode sempre escolher sopa de cozido. A sobremesa? Um pastel de nata, obviamente.

Preço: 1€

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Fábrica da Nata

Na Praça dos Restauradores (há também uma outra casa na Rua Augusta) a fábrica fica logo à entrada da pastelaria e é envidraçada, por isso pode até ficar do lado de fora e assistir a todo o processo de confecção dos brilhantes pastéis de nata da Fábrica da Nata – mesmo a pedir para ceder à gula.

Preço: 1€

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Santa Maria Maior
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Especial gulosos

Onde comprar bolos de aniversário de última hora em Lisboa

Cenário: ficou de comprar o bolo de anos de filho/marido/mulher/sogro/padrinho (riscar o que não interessa) e tem meia hora para resolver o problema. Nestas oito lojas e pastelarias em Lisboa a montra está sempre composta com algumas especialidades para pegar e levar portanto é altamente provável que desencante um bolo de última hora e ainda faça um brilharete quando começarem a circular as primeiras fatias. Dos pesos pesados de Lisboa às lojas de bolos mais recentes, aqui está a nossa selecção.  

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Por Mariana Correia de Barros

Três sítios para comer churros

Com a dose certa de açúcar a envolvê-los, sem gordura e crocantes q.b. Churros é comida rápida em feiras populares mas também sobremesa requintada nestes três restaurantes, para comer simples ou mergulhados em chocolate quente ou doce de leite.

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Por Inês Garcia
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Três sítios para comer pudim Abade de Priscos

Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

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Por Catarina Moura

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