Restaurantes na Comporta e em Tróia

Para começar bem o dia, para petiscar depois da praia ou para uma experiência mais sofisticada. Conheça os melhores restaurantes na Comporta e em Tróia
comporta café
Fotografia: Arlindo Camacho
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Independentemente do tempo, Comporta e Tróia são sempre boas opções, seja para umas férias, uma escapadinha de fim-de-semana ou apenas para um passeio – claro está que com sol tudo fica melhor. Mas nem só de mergulhos se vive por aqueles lados. Do peixe fresco grelhado às amêijoas à Bulhão Pato, passando pelo arroz de lingueirão ou pelas piadinas, não parta à descoberta da Comporta sem este saboroso guia de restaurantes. Para o petisco ou uma experiência prolongada à mesa, para começar ou terminar o dia em beleza. Eis os melhores restaurantes na Comporta e em Tróia.

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Restaurantes na Comporta

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ribamar troia
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Ribamar Tróia

icon-location-pin Grande Lisboa

Fica na Marina de Tróia e trouxe da casa-mãe, em frente à praia do Ouro, em Sesimbra, vários clássicos: da sopa rica de peixe e marisco ao tamboril com molho de lavagante e arroz de marisco. Não desdenhe a grelha, de onde sai peixe fresco cozinhado na perfeição, e o aquário, sempre bem recheado de crustáceos. A esplanada, abrigada do vento, torna-o um bom sítio para almoçar.

2
Street food em Tróia

Street food no Tróia Resort

Hambúrgueres em pão de brioche da Burguesa, croissants e waffles da Babosa, crepes e sumos da Maria Limão. O centro de Tróia tem durante todo o Verão um mercado de street food, com estas e outras carrinhas, além de mesas de esplanada para comer ao longo de todo o dia.

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3
Gomes - Casa de Vinhos e Petiscos
Restaurantes

Gomes - Casa de Vinhos e Petiscos

O mini mercado gourmet mais conhecido e antigo da zona (e das redondezas, tal é a quantidade e a qualidade da oferta espalhada pelas prateleiras minuciosamente arrumadas) ganhou este ano um irmão mais novo: o restaurante Gomes - Casa de Vinhos e Petiscos. O nome diz quase tudo: há queijos, enchidos, conservas e presuntos para picar e bons vinhos e cokctails para beber. Mas muito mais – a lista inclui mariscos, arrozes e pratos demasiado pesados para se manterem no campeonato dos petiscos, como favas com chouriço, ervilhas com ovos ou feijoada de feijão preto. O ambiente interior é acolhedor, mas as noites mais quentes pedem para ficar na esplanada. Só não se esqueça do repelente.

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comporta café
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Comporta Café

No princípio eram as caipirinhas. Servidas nesta mesma Praia da Comporta, muito antes de a zona entrar na moda. Há uma zona lounge, onde acontecem sunsets com DJs todos os dias das 16.30 às 20.30. A cozinha é feita com produtos da região, “principalmente arrozes e peixe”, adaptados a todo o tipo de pratos, desde petiscos, a saladas, peixes grelhados ou em receitas de tacho. Entre as especialidades há arroz de choco com tinta – “com a tinta dos próprios chocos” –, camarão com molho Comporta Café ou misto de cogumelos salteado com fumeiro. Guarde espaço para as sobremesas.

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museu do arroz
©DR
Restaurantes

Museu do Arroz

É um dos clássicos restaurantes da Comporta, aberto há 20 anos (com alguns intervalos pelo meio) num antigo armazém de descasque de arroz. Serve comida de base tradicional, mas apresentação mais caprichada, em pratos como os pastéis de bacalhau, os linguadinhos e, a homenagear o espaço, alguns pratos de arroz. É famoso também pelas caipiroskas e mojtos e por ser um bom sítio para copos pós-jantar.

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Eucalyptus
Ana Luzia
Restaurantes

Eucalyptus

Lembra-se de quando o pequeno- -almoço era só o pequeno-almoço, com direito a torradas, sandes ou tostas, sumos, copos de leite ou cafés – e quem sabe, na loucura, um bolinho? O Eucalyptus é o lugar ideal para quem não acredita em panquecas, papas de aveia, tapiocas e bowls para começar o dia. Pão alentejano, sumos naturais (incluindo o clássico de laranja) e bolos tradicionais, como os fidalgos e as delícias, vão parar à mesa sob o comando de Susélia Gonçalves (e não Célia!). Os mais moderninhos são bem-vindos. Para eles há, por exemplo, açaí com granola.

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7
Piadinas Zanotta
Manuel Manso
Restaurantes

Piadinas Zanotta

Um novo lugar de estacionamento para a fotogénica food truck amarela. Uma esplanada com mais lugares sentados. Muitas luzinhas, uma horta vertical e outros verdes pensados pelo projecto Horta do Zé, um bar com mojitos e caipirinhas para beber até às 02.00 às sextas e sábados, e uma nova piadina, especialmente pensada para este Verão na Comporta, com peito de peru fumado, rabanete, cornichons, rúcula, mozzarella e mostarda. A marca Piadinas Zanotta pode não ser nova nestas andanças, mas com tantas novidades, Joana Leitão Zanotta e a sócia Susana Matias, bem merecem figurar nesta lista

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Dona Bia
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Dona Bia

Quem manda na Dona Bia é a Dona Paula – e a Dona Paula só aceita reservas das 12.00 às 13.00 e das 19.00 às 20.00. Depois disso é esperar. Porque desistir está fora de questão: é mandatório ir a este restaurante de beira de estrada com de cozinha típica comer linguadinhos fritos, pataniscas ou filetes com arroz de tomate, de coentros ou de berbigão. Há outros pratos e petiscos muito dignos, como a massinha ou o arroz de marisco, mas na dúvida, não hesite em escolher peixe frito com arroz.

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9
Jardin Minerva
Manuel Manso
Restaurantes

Jardin Minerva

Mesas de madeira corridas, bancos e baloiços ocupam um jardim calminho e discreto, até aqui completamente inexplorado, em plena aldeia da Comporta. Dois belgas baptizaram-no de Jardin Minerva e ali servem desde Junho pequenos-almoços e hambúrgueres, sumos, cocktails e cervejas. O lema está escrito numa ardósia, mesmo a pedir o ritmo desacelerado das férias: “Tudo é feito aqui, com produtos de agricultores locais e o mais organico possível. Slow food tão rápida quanto possível.”

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O Dinis - Restaurante dos Pescadores
Manuel Manso
Restaurantes

O Dinis - Restaurante Bar dos Pescadores

A Comporta está na moda – este ano voltou a protagonizar dezenas de artigos de revistas e jornais internacionais, como a Vanity Fair espanhola, a Coté Sud francesa, o italiano La Stampa ou a Vogue International –, mas O Dinis – Restaurante dos Pescadores parece ser imune a modas. Vive na praia do Carvalhal (do lado esquerdo de quem olha para o mar) desde o tempo em que ainda ninguém escrevia artigos sobre a região e pouco mudou desde que tudo mudou: continua a servir peixe fresquíssimo grelhado com excelência, nem sempre com simpatia, mas ainda com preços que não ofendem. Durante a época alta não vale a pena aparecer sem mesa marcada, principalmente se prefere ficar na esplanada ou, ainda que no interior, com vista para o mar. Conte também com bons petiscos com sabor a Verão, como amêijoas e salada de polvo.

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retiro do pescador
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Retiro do Pescador

O restaurante da Carrasqueira feito por pescadores há 30 anos, ainda na mesma família e ainda com gente a sair para o mar todos os dias, é conhecido pelos choquinhos de coentrada, pelo arroz de marisco, o arroz de lingueirão, o choco frito, as amêijoas à casa, a massa de peixe, a caldeirada de enguias. Escusado será dizer que é tudo matéria-prima do estuário ali ao lado.

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restaurante sal
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Sal

Dizer que é o restaurante de praia mais famoso da zona não está longe da verdade. E em parte graças ao prémio de melhor bar de praia do mundo, eleito pelos leitores da Condé Nast Traveler, em 2015. A outra parte deve-se à qualidade do que é servido: os anéis de lulinhas e aioli, o arroz de nero, o camarão ao alhinho, a sopa de peixes frescos, as amêijoas à Bulhão Pato e, claro, o peixe fresco, apresentado na montra todos os dias. Os preços são puxados e convém reservar, sobretudo neste concorrido mês de Agosto.

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colmo bar
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Colmo Bar

Para quem não dispensa a vida saudável nem mesmo nas férias, o Colmo Bar, no largo mais movimentado da Comporta, é uma óptima escolha. Serve taças de granola e smoothie bowls ao pequeno-almoço, taças de cuscuz e wraps light aos almoços e ainda sumos e smoothies (podem levar leites não animais) durante todo o dia.

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Cavalariça
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Cavalariça

Não é comida tradicional portuguesa, mas também não é fine dinnig. O que é então? Um restaurante alentejano com influência do mundo, de ambiente mais cosmopolita do que castiço numa estância balnear descontraída mas onde nem sempre deve aparecer de chinelo no pé. À frente da Cavalariça estão os chefs Bruno Caseiro e Filipa Gonçalves, que fazem questão de usar matéria- -prima da zona – e de lhe dar a volta.

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o folha
©DR
Restaurantes

O Folha

Fica mesmo no centro da Comporta, perto da zona das compras, é um daqueles sítios onde a palavra “tradicional” encaixa que nem uma luva – isto foi só um aviso para não ir à espera de grandes modernices – e é um bom spot para comer percebes, saladas de polvo, camarão frito, amêijoas à Bulhão Pato, e tudo aquilo que sabe bem depois de um dia de praia.

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Sublime comporta
©Nelson Garrido
Hotéis

Sublime Comporta - Sem Porta, Food Circle e Com Brasa

O hotel de luxo Sublime Comporta já tinha dois restaurantes e este Verão ganhou o terceiro. Chama-se Com Brasa, continua a ser liderado pelo chef Tiago Santos, e o que chega às mesas partilhadas vem da grelha, a estrela da companhia. 

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o gervásio
©DR
Restaurantes

O Gervásio

Pode parecer que para pertencer a esta curta lista é preciso ter um nome que comece com um artigo definido masculino singular, mas não. O Gervásio está aqui porque é um dos poisos de maior afluência da Comporta, a servir amêijoas, caracóis e choco frito a preços bem em conta.

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pica peixe
©DR
Restaurantes

Pica Peixe

As obrigatórias chamuças? “Não dão azia”, começa por avisar Augusto, o dono do Pica Peixe, um ponto de paragem para caracóis e outros petiscos, na rua principal do Carvalhal. “Temos de vegetais, de peixe e de carne”, acrescenta, enquanto alinha várias num prato para serem fotografadas. “Estão sempre a sair. Quando não há, é só esperar um bocadinho, que nós fazemos”, conclui, aproveitando também para informar que tem o melhor caril de caranguejo do mundo – com fama na Comporta e arredores.

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o granhão
©DR
Restaurantes

O Granhão

Leva vantagem sobre muitos outros restaurantes da zona por ter uma esplanada protegida por uma rede mosquiteira. Vale a pena lá ir para comer uma das especialidades da casa: o choco frito. Cai sempre bem com uma imperial fresquinha ao fim do dia.

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Be Comporta
Restaurantes

Be Comporta

Mesmo ao lado da discreta e exclusiva Cotê Sud, um clássico da aldeia, abriu no início deste Verão o Be Comporta, com tudo o que os pequenos-almoços e lanches dos tempos modernos devem ter: bowls de papas de aveia ou smoothies detox; panquecas de aveia e alfarroba; ovos benedict e tostas de abacate: não falta nada numa lista que é um paraíso para o estômago – e para as redes sociais dos foodies. O brunch (também o há, claro) custa 15,50€ e é bem completo: sente-se numa das cadeiras coloridas para ver aterrar na mesa uma taça de iogurte grego com granola caseira, ovos mexidos com espargos, tosta de abacate, sumo natural do dia e panquecas ou scones. A casa tem opções saudáveis, mas não é fundamentalista. No dia de dar uma facadinha na dieta, pode atirar-se ao hambúrguer e rematar com panquecas com Nutella.

Escapadinhas aqui à beira

sublime comporta
©Nelson Garrido
Viagens

Sublime Comporta: a perfeição pode ser isto

Dissemos a um amigo que íamos dormir ao Sublime Comporta. A resposta dele, que terá sido qualquer coisa como “mais um que o comum dos mortais não conhecerá”, deixou-nos a pensar. E tudo porque o comum dos mortais devia, pelo menos uma vez na vida, aqui ficar. Seja numa data especial ou apenas para fugir à rotina de sempre. Se é para cometer uma extravagância, que seja aqui.

Viagens

Herdade da Matinha: lição de vida no gerúndio

Na melhor parte do dia, só se ouvem os pássaros. Quando se calarem os pássaros, hão-de ficar as cigarras. E se acaso também elas se calarem, o mais certo é que comece a ouvir o som da própria barba a crescer. Na Herdade da Matinha há uma promessa de sossego que nos recebe à chegada e se cumpre à medida que o vagar se instala em nós. Estamos um pouco além do Cercal do Alentejo, três quilómetros de terra batida campo adentro, num refúgio acoitado entre montes. Só se chega aqui de propósito, só se sai daqui contrariado.

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