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As melhores marcas de jóias de Lisboa

Lisboa é uma pedra preciosa em bruto que estas oito senhoras trataram de lapidar. Eis as melhores marcas de jóias da cidade e os sítios onde encontrá-las

Fotografia: Manuel Manso
O ateliê de Inês Telles

As melhores marcas de jóias de Lisboa estão mesmo ao virar da esquina. Dos ateliês onde se põem as mãos na massa, às lojas onde abrilhantam as montras, dizemos-lhe quais as grandes joalheiras da cidade.

As melhores marcas de jóias de Lisboa

Carolina Curado

Carolina Curado

Ninguém nesta cidade cruza melhor biologia e joalharia do que Carolina Curado. A aventura começou com as folhas de ginkgo biloba e zircões, mas hoje o trabalho da designer é uma autêntica dissecação da vida selvagem, só que banhada a ouro. Insectos, crânios de animais e caveiras humanas são aplicados a brincos, fios, anéis e pulseiras. O resultado é irresistível e está à venda na 39A Concept Store.

Inês Telles

Inês Telles

Visitar o ateliê de Inês Telles é perceber como é que uma joalheira consegue levar tanta coisa para casa. E falamos de pedras, conchas, folhas e ramos. Basicamente, tudo pode ser convertido numa peça de joalharia e, se é possível fazê-lo em peças mais simples, Inês também sabe aumentar a escala e fazer as jóias de festa que toda a gente gosta. À venda na SAL Concept Store.

Juliana Bezerra

Podem não ser as jóias que mais dão nas vistas, mas que Juliana Bezerra soube agarrar-se bem ao conceito que ela própria definiu para as suas peças, isso até os adeptos do bling bling conseguem reconhecer. A inspiração vem directamente da botânica. Sementes, folhas, cascas – a natureza está por todo o lado, mesmo em referências quase microscópicas, apenas visíveis aos olhos dos mais atentos. Para ver as peças ao vivo e, com sorte, ver Juliana em acção, basta fazer-lhe uma visita, no Pateo Bagatela.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Tânia Gil

São jóias, mas algumas mais parecem fragmentos de natureza encontrados por aí. E não é por acaso. Tânia Gil é outra das tais joalheiras recolectoras, por isso, é pau, é pedra, é buzio, é concha, é o que aparecer pelo caminho. Esta artesã é pouco dada ao ouro. Fica-se pela prata e pelo bronze, uma combinação sombria, mas que resulta na perfeição nas mãos de Tânia.

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Chiado/Cais do Sodré
Joana Mota Capitão

Joana Mota Capitão

Ora geométrica, ora com um toque tribal, o estilo de Joana Mota Capitão é assim, versátil. Dos brincos que quase tocam nos ombros e dos anéis que pedem mais do que um dedo às pequenas peças para trazer bem junto à orelha, Aurora, a última colecção, adapta-se a todas as ocasiões. Pelo meio, a joalheira também produz peças personalizadas e nem os homens ficam de fora. As peças estão à venda na SAL Concept Store.

Ana Sales

Depois das conchas e corais que acompanharam o Verão, Ana Sales recebeu a estação fria com alguma sobriedade, ainda que não se tenha afastado da natureza. As folhas continuam lá, aos molhos, para fazerem um brilharete, ou em pequenas doses, para poderem ser combinadas com outras peças.

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Baixa Pombalina
Vanglória

Vanglória

A Vanglória é a prova de que a joalharia pode ir buscar inspiração a qualquer área. Aqui, a matemática entra em acção. Quando Fibonacci faz parte das leituras obrigatórias da criadora, Vanessa Pires, o resultado só podia ser à base de triângulos e espirais, valores acrescentados em peças de pequena escala, mas com detalhes suficientemente ricos para darem nas vistas onde quer que vão. À venda na Ourivesaria do Combro.

HLC

Sempre de antenas ligadas às tendências do momento, a HLC acompanha a moda a par e passo. São, sobretudo, peças para o dia-a-dia e, a cada colecção, há um significado que se junta ao portfólio da designer Helena Lopes Cardoso. A última, Draco, vai buscar um dos maiores símbolos da cultura chinesa, o dragão, uma espécie de novo nascimento para a marca.

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Princípe Real

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