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As dez melhores salas de concertos de Lisboa

Há muita música para ouvir em Lisboa e muitos sítios onde ouvi-la. Eis as dez melhores salas de concertos em Lisboa

© DR

Rock, jazz, metal, hip-hop, música indie, electrónica... Há muita música para ouvir na capital e muitos sítios onde ouvi-la. Eis as dez melhores salas de concertos em Lisboa, com música para todos os gostos e públicos. Desde pequenas salas com concertos gratuitos, como o Lounge ou as Damas, a grandes palcos como o Coliseu dos Recreios ou a MEO Arena. É só escolher.

As dez melhores salas de concertos de Lisboa

Casa Independente

A abertura desta casa que mais parece um pequeno palácio, em 2012, coincidiu com a transformação do Largo do Intendente num destino nocturno de eleição. Todas as semanas há DJ sets, workshops e muitas outras acções culturais, além dos obrigatórios concertos. Um dos destaques da programação continua a ser a mensalidade da formação indie-folk They’re Heading West, que todos os meses convida um cantor ou músico diferente para se juntar a eles.

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Intendente

Coliseu dos Recreios

É um dos palcos verdadeiramente emblemáticos da capital. Inaugurado em 1890, o Coliseu dos Recreios sempre foi uma sala de matriz popular e há muitos anos que é o lugar de eleição para a consagração de sucessivos artistas portugueses e a apresentação dos novos trabalhos de músicos internacionais consagrados.

Damas

Poucas salas lisboetas, nos últimos anos, se conseguiram afirmar tão depressa e decisivamente como as Damas. Há sempre qualquer coisa para ver ou ouvir neste misto de bar, restaurante e sala de concertos inaugurado há quase dois anos na Rua da Voz do Operário, na Graça. Desde música africana a electrónica, do hip-hop ou indie rock. Ouve-se de tudo, dependendo da noite e de quem está a programar a sala.

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São Vicente 

Hot Clube de Portugal

Fundado em 1948, o Hot Clube de Portugal é um dos clubes de jazz mais antigos do continente europeu. Inicialmente localizado no nº 39 da Praça da Alegria, foi forçado a mudar de instalações depois de um incêndio, em 2009, contudo a sua identidade e programação mantiveram-se inalteradas. Recebe regularmente jovens (e menos jovens) músicos portugueses, bem como jazzmen internacionais em digressão pela Europa.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Lounge

Não há muitos espaços como o Lounge na cidade. Um bar com as portas abertas todos os dias, onde a música é quem mais ordena. Todas as noites há DJs diferentes na cabine, bem como uma aposta constante e criteriosa nas actuações ao vivo, que podem ir do garage rock a electrónica experimental. Sempre com entrada livre.

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Cais do Sodré

MEO Arena

A MEO Arena (ou será o MEO Arena? Fica ao critério de cada um) não é a melhor sala para ver concertos. Ainda assim, é difícil deixá-la de fora de uma lista destas. A acústica pode ser um problema sério e antigo, e não é propriamente o sítio mais acolhedor, no entanto é lá que todos os meses tocam alguns dos maiores músicos do mundo. E é por isso que, quem gosta de grandes concertos, regressa ao Parque das Nações uma e outra vez.

MusicBox

Escolha dos críticos

Poucas salas da cidade têm uma programação tão forte e consistente como o MusicBox Lisboa. Desde que abriu as portas, em 2006, que todas as semanas tem concertos e DJ sets de qualidade, com nomes nacionais e artistas internacionais que vale muito a pena ouvir. Bandas como os nova-iorquinos Woods, os garageiros Meatbodies ou Silver Apples, um nome seminal da electrónica, vão passar por lá nos próximos tempos.

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Cais do Sodré

RCA

É actualmente a principal sala de concertos de metal e rock pesado de Lisboa. Fica na zona industrial de Alvalade e tem música ao vivo todos os fins-de-semana (e até nalguns dia da semana, quando as agendas dos artistas internacionais a tanto obrigam). Quer sejam de bandas de versões ou de originais, portuguesas ou estrangeiras. Todos os meses há pelo menos um ou dois grandes concertos.

Sabotage

Rock, rock e mais rock. É, basicamente, isto que se ouve no Sabotage. A sala do Cais do Sodré costuma ter actuações ao vivo entre quinta-feira e sábado, sempre com bandas de originais. Desde concertos indie, programados por editoras independentes nacionais, até stoner, garage e psych-rock. Aqui a guitarra eléctrica é rainha e senhora.

ZdB-Galeria Zé dos Bois

Lisboa não seria a mesma sem a incontornável Galeria Zé dos Bois. Não é um exagero retórico, é um facto. O trabalho de programação e curadoria ali desenvolvido ao longo de mais de uma década por sucessivos programadores foi decisivo para abrir a cidade a outras músicas, e o espaço do Bairro Alto continua a ser absolutamente essencial. É a principal sala de música alternativa e exploratória da cidade.

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Bairro Alto

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