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A Quack Shack tem novidades na carta – nas batatas, nas sandes e até no pão. A escolha aumentou. Em destaque, o novo hambúrguer e um inesperado hot dog.

A Quack Shack renovou a carta no final de Março. Com seis meses contados desde a abertura, em Setembro, a heterodoxa hamburgueria de Alvalade – a única casa em Lisboa de Rodrigo Castelo, chef com uma estrela Michelin no Ó Balcão, em Santarém – alargou o leque de opções. Os três hambúrgueres do menu original têm agora a companhia de um quarto hambúrguer, o Quack Savage, e de um cachorro-quente, o Hot Duck.
Patinho-quente, se optássemos por uma tradução do nome mais à letra. Tal como todas as sandes que aqui se servem, a carne usada é de pato – e não a habitual proteína bovina ou suína. “Eu sou tendencioso para dizer que é muito bom, mas é de facto muito bom. Quem não gosta de pato gosta deste hambúrguer. Já aconteceu com muitas pessoas”, disse o chef à Time Out, aquando da abertura. Portanto, o conceito mantém-se e alarga-se.
O Hot Duck (8,90€) é “uma salsicha de pato em hot dog brioche bun de miolo fofo e textura delicada”, informa a marca em comunicado. A receita combina choucroute, dijonnaise, pickles de pepino e togarashi. Já o Quack Savage (11,90€, 14,90€ em combo) é servido no mesmo “NY style croissant roll tostado” que o Quack Signature (12,90€/ 15,90€) e leva hambúrguer de pato, alho-francês laminado e pickles de pepino envolvidos em dijonnaise de kimchi, além de um “molho luxuoso e indulgente” desenvolvido por Rodrigo Castelo.
As batatas fritas doces (3€) são a outra novidade. Mas há uma mudança de fundo que pode passar despercebida aos mais desatentos: o pão. Agora, é toda da Gleba. Ou seja, também o Quack Burger – nas suas duas versões, normal (9,90€/ 12,90€) e double (11,90€/ 14,90€) – evoluiu, passando a ser servido “em brioche bun tostado, um pão fofo e leve, sem aditivos, conservantes ou açúcares refinados, produzido em fermentação natural com massa mãe durante cerca de 24 horas”, explica a mesma nota.
“Queremos continuar a surpreender tanto pela criatividade do menu como pela qualidade e pela técnica dos ingredientes que utilizamos. A parceria com a Gleba vai ao encontro desse princípio, porque trabalhamos com um produtor que partilha a mesma preocupação com a autenticidade e respeito pelo produto”, diz Rodrigo Castelo, citado no comunicado. Diogo Amorim, fundador da Gleba, acrescenta que os pães foram “pensados especificamente para o Quack Shack, ajustados ao sabor, à textura e à experiência” que o chef pretendia. “E não podíamos estar mais entusiasmados com esta novidade”, remata.
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