Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

Abrem à velocidade a que nascem cogumelos. Damos-lhe um guia dos melhores novos restaurantes em Lisboa, do barbecue americano ao recheado de abacates

JNcQUOI Asia
©Inês Félix
Publicidade

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos com caldinhos, muito peixe, japoneses a ensinarem-nos que esta gastronomia não é só peixe cru e sushi, boa comida portuguesa. Ou até comida que nos trata da alma e traz bom astral. Queremos ficar sentados no restaurante a conversar e apreciar as vistas ou pegar e levar para casa. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa abertos nos últimos meses, entre os quais o badalado JNcQUOI Ásia, o americano The Garage, o Avocado House com abacate em tudo e mais alguma coisa ou o irmão mais novo do Pistola y Corazón. Não se sinta desactualizado e marque já mesa – é só escolher a gastronomia que mais lhe apetece hoje.

Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

1
JNcQUOI Asia
©Inês Félix
Restaurantes, Asiático contemporâneo

JNcQUOI Asia

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. O projecto é assinado por Lázaro Rosa Violán, o nome responsável pelo primeira aventura do grupo, o JNcQUOI Avenida, e destaca-se pelos interiores sofisticados e ambientes casuais de funcionalidade eclética. Ao todo são quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. Na carta, há especialidades das quatro regiões: do sushi à robata, passando pelo tandoori e terminando com criações de chef para a sobremesa como o cheesecake de queijo de cabra com bolachas de canela e gengibre (9€) ou o pão de ló chinês (9€). À noite, o plano é outro. A luz do espaço muda e o ambiente transforma-se, dando vida à mesa de DJ que complementa a zona do bar, estendendo a vida até às 02.00.

2
Essencial
©Duarte Drago
Restaurantes

Essencial

icon-location-pin Grande Lisboa

Na cozinha de André Lança Cordeiro impera um minimalismo delicado que nos ensina uma máxima incontornável: menos é mais. Depois da aventura no Local, o chef português regressou ao activo com um novo desafio, o restaurante Essencial, e mostra-nos, pelo caminho, que é mesmo na simplicidade que podemos encontrar as melhores coisas da vida. Na carta, os pratos são uma ode ao minimalismo, sem que a parte gustativa e visual seja descurada. Lavagante e daikon (11€), pâté en croûte e pickles (9€), flor de curgete recheada (7€), linguado com couve coração (19€) e bochechas de porco, cantarelos e batata (17€) são algumas das referências. À sobremesa, não há como escapar ao incrível mil-folhas com caramelo salgado (5€).  

Publicidade
3
The Garage Smokehouse & BBQ
@Manuel Manso
Restaurantes

The Garage-Smokehouse & BBQ

icon-location-pin Alcântara

Nasceram em Albuquerque, no Novo México, mas o amor por Lisboa havia de dar-lhes uma morada permanente do lado de cá do Atlântico. Depois da passagem por Frankfurt, os irmãos Ikelman fizeram-se à estrada para trazer o melhor da tradição caseira do barbecue. No espaço de uma antiga tasca em Alcântara, abriram o The Garage – Smokehouse & BBQ, onde carne é rainha e a banda sonora um acompanhamento. Há clássicos como o brisket, a carne do peito de boi, os secretos de porco preto servidos com molho bbq caseiro ou a pulled pork sandwich (8€), servida com batatas fritas, coleslaw e pickle caseiro. Aos domingos, o brunch é o forte com um menu abreviado com preços entre os 9€ e os 13€. Tudo isto é servido num imaginário recortado das road trip americanas. 

4
Avocado House
©Manuel Manso
Restaurantes

Avocado House

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Na Avocado House, um restaurante onde todos os pratos levam abacate, das panquecas ao hambúrguer, dá para actualizar as suas redes sociais. E se no início o mais difícil foi criar um menu completo, depois o problema foi tornar a carta mais concisa. As cascas do abacate são utilizadas como taças para os “abacatados”, com bacon caramelizado, ovos mexidos, cebolinho, endro e salada de gaspacho (6,80€), uma minissalada caprese, com abacate, pesto, mozarela, tomate cherry e manjericão (6,90€) ou uma versão vegan com grão de bico, lentilhas, tomate, cebola, coentros e salada de gaspacho (6,60€). A escolha continua com saladas com influência internacional, servidas a partir das 12.00, como a sok yacha salad, da Turquia, feita com arroz preto integral, za’atar, requeijão, abacate, espinafres, alface, romã e molho de mostarda dijon (10,80€). Há opções com mais substância, como os hambúrgueres servidos no meio de um abacate ou entre pão de espinafres e caril (entre os 9,90€ e os 11,90€) e tártaros e ceviches, como o salmon tartare, com abacate e arroz preto (12,60€) ou o de filet mignon, com gema de ovo, abacate, pickles e chips de batata doce (15,50€). A partir das 19.00, há tacos. À sobremesa, prove o avo tuga, com abacate, vinho do Porto, açúcar amarelo, canela e chocolate (4,60€), o cheesecake (4,90€) ou a mousse de chocolate, feita com tâmaras, cacau, banana e abacate (4,80€).  

Publicidade
5
Memoria
©Inês Félix
Restaurantes, Italiano

Memoria

icon-location-pin Grande Lisboa

O grupo Non Basta abriu o italiano Memoria para apelar às recordações de almoços em família na infância, um restaurante com mais produtos italianos, uma série de novos pratos e a valorização do aperitivo Spritz. O espaço não podia ser mais diferente dos outros restaurantes do grupo: o interior é mais estreito, em tons rosados, com mesas com tampos de mármore. Mas o ex-líbris são os dois logradouros que foram transformados numa enorme esplanada. Quando espreitar a carta vai reconhecer alguns dos pratos mais icónicos do Pasta Non Basta, mas há muito mais. A ementa tem uma selecção de queijos e enchidos italianos, para começar a petiscar, entradas como a burrata cremosa e fresca com pesto e prosciutto, bruschettas e uma categoria nova – pratos para dividir, servidos em travessas como nos almoços de família. Uma dose serve para três pessoas.

6
Queimado
©Inês Félix
Restaurantes

Queimado

icon-location-pin Bairro Alto

Neste restaurante é tudo cozinhado ou terminado no carvão, mas não vale a pena levar o nome à letra – nada vai sair queimado. Aos almoços há um menu a 14€, com entrada, prato e bebida, sempre a rodar. Já o menu de jantar é de partilha, tem nove opções, só usa produtos locais e regionais e vai mudando consoante as estações do ano – tudo a preços acessíveis e com a recomendação de três a quatro pratos para duas pessoas. Ao domingo há “uma espécie de brunch”, com comida composta.

Publicidade
7
Chutnify
©Inês Félix
Restaurantes, Indiano

Chutnify Bairro Azul

icon-location-pin Grande Lisboa

Não tem as especialidades do forno tandoor, não tem o naan caseiro, mas tem uma esplanada e todos os bestsellers do primeiro Chutnify, o restaurante indiano moderno que Aparna Aurora trouxe de Berlim para Lisboa em 2017. O conceito é exactamente o mesmo: comer com as mãos (não negam talheres a ninguém, mas esta é a forma mais autêntica) sem vergonhas e partilhar todas as especialidades.

8
Crack Kids, Taco Shop #1
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

Taco Shop #1

icon-location-pin Cais do Sodré

Não foi longe, mas fez diferente. Na Crack Kids Lisboa, a antiga Montana que surgiu de cara lavada, não só mudou a arte como mudou quem serve à mesa: o Pistola y Corazón abriu aqui um irmão mais novo, a Taco Shop #1. A taqueria resume-se a dois balcões – um para a comida, outro para as bebidas – onde poucas são as mãos a medir, e quem manda na cozinha é Paulina Loya, que veio da cidade de León, no estado mexicano de Guanajuato para liderar as tropas.  Os tacos são a prata da casa neste filme mexicano e vêm sempre em dose tripla. Há os de Camarones a La Diabla (10€) com camarões salteados e chile Arból e alho, servidos com pickles de cebola roxa ou os de Carnitas Bañadas (9,50€) com carnitas de porco, queijo derretido, e banhados com salsa verde e guacamole – ambos servidos no Pistola mas com receitas diferentes. Pode atirar-se ainda aos tacos de Sweet Papas (7€), de batata doce com tomilho, milho frito, queijo seco, servido com salsa de chile Habanero e amêndoa. No balcão das bebidas, serve-se café de filtro vindo do Café de Finca, e se há coisa que sai que nem pãezinhos frescos são os slushies, os granizados coloridos com álcool feitos com ingredientes frescos, sem qualquer tipo de aditivos. Para ajudar a empurrar, ainda há vinhos naturais da Rebel Rebel, livres de químicos desde a uva até à garrafa, a tradicional horchata ou o Jarrito de Toranja, uma soda mexicana de Toranja.

Publicidade
9
Taberna do Calhau
©Duarte Drago
Restaurantes, Português

Taberna do Calhau

icon-location-pin Grande Lisboa

O chef Leopoldo Garcia Calhau andou um ano em busca dos melhores produtos e produtores, mas também da decoração mais adequada para recriar o ambiente de uma taberna tipicamente alentejana no coração da Mouraria. Eis a Taberna do Calhau. Sopa de beldroegas, gaspacho, cabeça de xara, borrego no pão. Estes clássicos da nossa gastronomia estão todos nesta Taberna, onde a cozinha alentejana é quem mais ordena, ainda que nem todos os pratos sejam Alentejo à primeira vista. Leopoldo Garcia Calhau, chef orgulhoso das suas raízes (e agora do seu nome forte, sentimento mais difícil em criança, confessa), quer que os clientes mergulhem o pão no molho sem vergonhas, se sintam em casa, bebam bom vinho e, no fim, comprem quer as garrafas de vinho, quer os azeites do couvert. A Taberna do Calhau, num largo da Mouraria, é um projecto pequeno, mas com um lado pedagógico. E além de restaurante é garrafeira e loja de azeites.

10
Qura
©Manuel Manso
Restaurantes

Qura

icon-location-pin Grande Lisboa

Manel Perestrelo pensou este restaurante como uma taberna portuguesa modernizada, onde a refeição, de partilha, gira em torno de uma garrafa de vinho, a Qura, um  rosé produzido em parceria com Diogo Reis, da Quinta do Sanguinhal, no Bombarral, sem muito álcool, nem muito seco nem muito doce, e numa cor que contrasta bem com rosés mais pálidos. É servido bem fresco e a primeira rodada neste restaurante em Campo de Ourique, para o qual foi feito de propósito, é por conta da casa. Há um balcão com oito lugares, que o chef quer usar também para ter mais contacto com os clientes, e mais de duas dezenas de lugares em mesas montadas com loiças em azul e branco, uma de cada nação, à antiga.

Publicidade
11
Grenache
©Duarte Drago
Restaurantes

Grenache

icon-location-pin Castelo de São Jorge

No Pátio de Dom Fradique há um recanto de existência minimalista. E é aí, no coração do renovado Palácio Belmonte, vizinho do Castelo de São Jorge, que Philippe Gelfi mostra a sua cozinha, uma mescla onde a escola francesa e a liberdade criativa se encontram. A carta passa obrigatoriamente pelo respeito à sazonalidade. Pode optar pelos menus de degustação, de seis ou oito pratos (64€ ou 82€).

12
Sá Morais II
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Sushi dos Sá Morais - Latino Coelho

icon-location-pin São Sebastião

A aventura começou na Rua Castilho em 2016. Três anos depois, a cozinha japonesa dos Sá Morais viaja até São Sebastião com novidades na carta, mas a premissa mantém-se: fazer do sushi bandeira sem esquecer o twist português. Peça o menu à Grande e à Japonesa (26€), um combinado de degustação que inclui uma selecção de pequenos pratos como o ceviche, o tártaro – alguns dos elementos mais premium da carta –, além de sushi e sashimi. 

Publicidade
13
Vegan Junkies
©Manuel Manso
Restaurantes, Vegano

Vegan Junkies

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

"Salad Days Are Gone" não é só parte de uma letra de Mac DeMarco, é também o lema deste Vegan Junkies. O restaurante vegano que Mariana Cordeiro, Vinicius Alkmim e Samuel Carvalho abriram no número 28 da Luciano Cordeiro chega para nos comprovar que fast food e animal não precisam de fazer parte da mesma frase. Nos hambúrgueres, o mathematics (7,50€) faz-se de pão de batata doce, hambúrguer VJ, pico de gallo e pimentos vermelhos salteados. O nuthing but a J thang (7,50€), de pão de figo, jaca desfiada, molho bbq, salada de couve e maionese, ou o the notorious BIG, juicy (8,99€), com pão de cebola roxa, hambúrguer VJ XL, cebola caramelizada, frita e maionese de siracha é também hipótese.  Nos cocktails, Samuel Carvalho assume as rédeas. O reposado (7€) com tequila olmeca gold, cointreau, polpa de maracujá, espuma de baunilha e aquafaba, o sour (8€) com bourbon amargo e aquafaba ou o the dude's (7€) inspirado em The Big Lebowski, fazem a carta. Para terminar, a death by chocolate (4€) e a tarte de manteiga de amendoim this is peanuts (3,50€).

14
Manifest
©Inês Félix
Restaurantes

Manifest

icon-location-pin Grande Lisboa

Oksana Romaniuk e Anton Kriat vieram de Kiev para Lisboa, sem ideias de ficar – inevitavelmente, apaixonaram-se pelo país e criaram poiso fixo na cidade. Por lá, têm um restaurante de hummus, o Hum:Hum; por cá decidiram abrir o Manifest.Lisbon, um café-restaurante perto do Marquês de Pombal. Até às 16.00 há opções de brunch, em menu ou à la carte, com influências de alguns países por onde os donos passaram. O primeiro capítulo é dedicado aos ovos, depois vêm os brunches “volta ao mundo”, com um mexicano (12€), um continental (11€) ou um oriental (12€). Entre as 16.00 e as 18.00, chega o menu hotdogs, com happy hour de cocktails a 5€. A partir das 18.00, a história volta a ser outra, com DJ a animar o espaço e uma carta completa.

Publicidade
15
Bicho Mau
©Duarte Drago
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Bistro Bicho Mau

icon-location-pin Campo de Ourique

Rita Gama e Tomás Rocha trouxeram a Campo de Ourique uma cozinha que de mau tem pouco, ainda que os bichos sejam o que melhor faz o prato. Neste Bistrô Bicho Mau é a sazonalidade que manda na carta, numa liberdade que há muito era sonho dos dois. A carta é pequena mas criativa. O couvert, com pão da Terrapão, manteiga e rillettes de pato (4€) é a porta de entrada. Segue-se o João-pé-de-ervilha (4€) o creme de ervilhas e pato wasabi. A neblina (7€) é feita de espuma de batata, espargos, presunto e ovo. E ainda o porco que queria ser ovelha (15€), onde o porco mangalitsa – uma raça de porco oriundo da Hungria – se faz acompanhar de couve em pão brioche. Nas sobremesas há creme de banana com queijo e crumble de canela (5€), avelã, chocolate e cereais (6€) ou farófias com fruta e manjericão (5€). Tudo isto pode ser acompanhado pelo cocktail Bichomau (10€), por espumantes, uma selecção de vinhos – como o Casa de Mouraz branco (19€) ou o Beyra Reserva Quartz (4,5€) o copo – ou pelo vinho da casa, o Casa da Carvalha tinto, que chega da vinha da família de Tomás.

16
Couscousserie
©Inês Félix
Restaurantes, Marroquino

La Couscousserie

icon-location-pin São Sebastião

É um prato pequenino com bolinhas amarelas, muitas vezes desvalorizado como sensaborão, mas Artur Desbre, francês, aprendeu a fazê-lo à boa maneira marroquina e serve-o agora num pequeno restaurante no Saldanha dedicado ao cuscuz. Chama-se, claro, La Couscousserie. Uma das primeira vezes que Artur cozinhou cuscuz à séria foi no aniversário do Transept, o seu bar-restaurante em São Bento. “É um prato para partilhar, muito familiar”, explica – e rende bem, tão bem que a quantidade gigante que fizeram dessa vez deu para distribuir pela rua toda. Aí começou o gosto pelo prato e pela maneira tradicional de o fazer, na couscoussier, uma panela com dois andares para cozer a vapor. E apesar de parecer muito simples de fazer, Artur demora cerca de uma hora a tratar do cuscuz, entre várias cozeduras e temperos, como a curcuma, que confere o tom amarelo mais forte a este cuscuz.

Publicidade
17
Restaurante Ferroviário
©Duarte Drago
Noite

Ferroviário

icon-location-pin São Vicente 

Um ano depois de reabrir de cara lavada, o Ferroviário, o terraço mais badalado do último Verão, abriu um restaurante. A decoração mantém-se e as plantas, que já conferiam o ar tropical ao espaço, foram usadas como uma espécie de biombo, a dividir a parte do restaurante do lounge e bar. Para comer, a mesma lógica. “Tinha de ser uma coisa que se integrasse no espaço, coisas frescas, mas ao mesmo tempo ter mais do que refeições leves”, reforça o chef, Victor Hugo. A carta, curta, tem entradas como o gaspacho de morango com uva preta (7€), camarões salteados com gengibre e lúcia-lima (14,50€), vieiras coradas com creme de acelga e crocante de arroz (18,50€) ou ostras ao natural (3,50€ a unidade). Há opções de carne, de peixe e vegetarianas e boas sobremesas.

18
El Taco Chingón
©Inês Félix
Restaurantes, Mexicano

El Taco Chingón

icon-location-pin Grande Lisboa

Se o el taco chingón não vier até nós, vamos nós até ao El Taco Chingón. Foi em 2017 que Pedro Leitão começou um projecto de chef ao domicílio, inteiramente dedicado à comida mexicana – o nome, em calão, poderia traduzir-se por “o taco fixe”. Continua a levar guacamole, triângulos de tortilhas fritas, tacos, margaritas e até sombreros e máscaras de luchadores até sua casa, mas agora, além de uma cozinha de produção no centro de Lisboa, tem umas quantas mesas num restaurante na Alameda, que também terá uma forte componente de entregas. Nos tacos, as estrelas deste Taco Chingón, há 11 variedades: prove o camarón al fisher’s, com miolo de camarão em molho de chipotle e queijo derretido, servido com guacamole, abacate e feijão preto (três unidades, 10€) ou o gringa, com carne al pastor com queijo derretido, cebola e coentros e uma apresentação a fazer lembrar as quesadillas tradicionais (três unidades, 8,50€).   

Comer o mundo em Lisboa

Ararate
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Os 80 melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. O mundo é redondo como um prato e cabe inteirinho em Lisboa. Se dúvidas houvesse, demos a volta ao mundo em Lisboa com uma visita a 80 restaurantes que nos pôs a barriga a dar horas em todos os fusos horários. Dizemos-lhe onde comer em Lisboa a comida internacional. Aperte o cinto e atire-se aos melhores restaurantes do mundo em Lisboa.

Muito Bey - Tapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

Esqueça as mil e uma noites e coloque o mindset mais nos mil e um pratos. Temos Turquia, Líbano, Síria e o estilo do Médio Oriente inteiro: muitos pratos para partilhar e o pão como estrela da mesa. Nem precisa de pegar na bússola para rumar a Oriente, basta pegar nesta lista e orientar-se por estes restaurantes do Médio Oriente em Lisboa.

Publicidade
pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas.  

Publicidade