Hua Ta Li
Mariana Valle Lima | Hua Ta Li
Mariana Valle Lima

Os melhores restaurantes para jantares de grupo em Lisboa

Se está à procura de sítios para jantares de grupo em Lisboa, veio parar à lista certa. Mais do que perfeitas, estas são as opções de que precisa.

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Todas as razões são boas para reencontros, festas e jantares de grupo, seja com a família, amigos ou colegas de trabalho. Não há plano melhor do que juntar toda a gente à mesa – mesmo que seja difícil agradar a todos. Além dos restaurantes tradicionais ou dos novos que têm aparecido na cidade com espaço para muitos comensais, apontamos-lhe vários restaurantes para a ocasião (alguns com menus especiais que facilitam a vida na hora da escolha). Se está à procura de restaurantes para jantares de grupo em Lisboa, não vá mais longe.

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Os melhores sítios para jantares de grupo em Lisboa

  • Lisboa

A poucos minutos a pé da Praça Duque de Saldanha, na Avenida Defensores de Chaves, o À Parte, de Henrique Chance Pinheiro e Lina Santos, não dá muito nas vistas. O restaurante, que ocupa uma antiga casa, respeita a planta da habitação e divide-se pelas suas diferentes áreas – da cozinha ao terraço. A comida é inspirada na gastronomia portuguesa e brasileira e grupos até 20 pessoas são bem-vindos. Por 28€ por pessoa, tem direito a entrada – pão, azeitonas, cenoura temperada e queijo saloio –, um prato principal à escolha entre filete de robalo com risotto de camarão e espargos verdes, picanha fatiada com arroz, feijão e banana frita, fettuccine com gambas, bróculos e tomate cherry, ou risotto de alheira com espargos, uma sobremesa (doce da casa ou fruta da época) e café ou chá. As bebidas não estão incluídas.    

  • Português
  • Avenida da Liberdade

Nesta Floresta, quando o relógio se aproxima das 13.00, as mesas já estão cheias, e da cozinha vão saindo bons pratos típicos portugueses. O serviço é simpático, à antiga, as sopas são caseiras, os pratos bem cheios. Nos pratos do dia, tanto pode apanhar um bacalhau com grão (sempre em postas generosas), como um arroz de bacalhau, umas lulas recheadas ou uns carapauzinhos fritos. Para grupos que não querem gastar muito, mas querem comer bem, aqui está a resposta. 

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  • Português
  • Carnide/Colégio Militar
  • Recomendado

É um clássico dos jantares do grupo, também por ser aquele restaurante que raramente falha no que diz respeito a alimentar várias bocas ao mesmo tempo. Na Adega das Gravatas, em Carnide, há três menus de grupo (dois a 35€ por pessoa e ambos com direito a prato de peixe e carne e um a 45€ – é neste que encontra o elogiado polvo à lagareiro e o naco de novilho na pedra). Independentemente da escolha, os três menus incluem pão, manteiga, queijo de ovelha e presunto, sobremesas à escolha e bebidas. Se o motivo de encontro é de festa, o espumante fica por conta da casa.

  • Princípe Real
  • Recomendado

O Atalho Real é uma espécie de alfaiate de carnes. Tem várias peças, vários tamanhos e sempre duas formas de as vestir – dentro do pão ou no prato, bem acompanhados. A escolha nem sempre é fácil, mas recomendamos que se atire à entrecôte maturada ou à maminha Black Angus e que peça a salada coleslaw. Em dias e noites mais amenas, reserve mesa na esplanada/jardim exterior, com vista para o Jardim Botânico ou então, tem sempre salas privadas. Os menus de grupo vão dos 30€ aos 60€ e incluem entradas, como o queijo Provolone e croquetes de carne, e como prato principal tábuas de carne para partilhar, com batatas wedge e salada mista. A sobremesa do dia e café estão também incluídos, à excepção das bebidas. 

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  • Oeiras

É o irmão mais novo do Praia no Parque. Ao contrário dos restantes do grupo, conhecidos pelas noites longas e animadas, este restaurante em Oeiras é pensado mais para famílias, desafiando a tirar partido da belíssima vista para o Tejo e para o Atlântico – afinal, tem um amplo terraço, com capacidade para 40 pessoas. O espaço convida à partilha – há uma mesa oval com capacidade para 10 a 14 pessoas a pedir refeições em grupo – e para partilhar há uma parte da carta chamada Big Plates, onde estão a cataplana de marisco (2-3 pessoas), as lulas recheadas (3-4 pessoas), o peixe ao sal com batatas a murro (sob consulta) e a bistecca alla fiorentina (t-bone para 3/4 pessoas). O menu, assinado por Lúcio Bastos, é uma viagem ao Mediterrâneo, com inspiração nas cozinhas do sul de Itália, da Grécia, de Ibiza e do Algarve.

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  • Grande Lisboa
  • Recomendado

O Cobaia tornou-se um daqueles sítios onde se vai comer e se acaba por ficar a beber um copo e a dar um passo de dança, não é de estranhar por isso que seja muitas vezes a escolha de quem quer fazer um jantar de grupo animado. Tem três menus, um de 30€ por pessoa, outro de 35€ e mais um de 40€, todos eles com opções distintas entre si, numa carta caracterizada pelos sabores mediterrâneos. Ora há camarão grelhado com puré de alho confitado e batata e broa crocante, ora há uns pastéis de massa tenra de cozido à portuguesa, ora há risotto de polvo com grelos, tomate seco e salsa verde. Depois, é possível acrescentar bebidas durante a refeição – por mais 10€, 17,50€ ou 25€ por pessoa.

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  • São Sebastião

O restaurante da família La Ancha chegou a Portugal e instalou-se no hotel Me Lisboa by Meliá. A carta do espaço – que não é de tapas nem é de fine dining, fica algures no meio – não é exactamente igual à de Espanha. Não é sequer igual todos os dias: varia consoante a estação e o produto disponível. É por isso que também os menus de grupo podem ir variando. Ainda assim, damos-lhe uma ideia do que neles poderá encontrar. O primeiro (75€ por pessoa) inclui dois snacks (pão massa-mãe e cogolho marinado e ponzu), três entradas (folha de shiso crocante e língua de bacalhau, dourada com amêndoa e uva, e burrata com bimis assados), dois pratos principais (corvina com couve assada e kimchi e escalope san román) e uma sobremesa (tarte de queijo). O segundo (90€) tem os mesmos pratos principais e sobremesa, mas tem três snacks, entre os quais bocata de orelha brava e um prato de pato e gamba, e uma das entradas diferente – sai a língua de bacalhau para entrar as cenouras do algarve braseadas com caril massaman e toranja. As bebidas estão incluídas.

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  • Chinês
  • Martim Moniz

Ousamos dizer sem medo: dificilmente terá jantar de grupo mais divertido do que este. No restaurante chinês Hua Ta Li, no topo do centro comercial do Martim Moniz, há salas privadas para grupos com direito a karaoke e tudo. O menu não é fechado, é tudo pedido à carta, havendo um consumo mínimo obrigatório. Ou seja, para ter acesso a uma sala para 12 pessoas é preciso gastar 300€ (25€ por pessoa). Para 18 pessoas o consumo é de 500€ e para um grupo de 25 é de 600€ (24€ por pessoa). A carta inclui todos os clássicos de um restaurante chinês – não falta o pato à Pequim ou o porco agridoce, tudo a preços convidativos. 

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  • Oeiras

No Madrasta, instalado no Jardim de Paço de Arcos, mesmo em frente ao mar, não falta espaço para abrigar grupos. Há dois menus de partilha à escolha. O primeiro custa 30€ por pessoa e inclui couvert, entradas, pratos principais – polvo assado com batatas a murro e acelgas salteadas e vitela com puré aipo-bola, gremolata e cenouras –, as pizzas diavola e funghi e, como sobremesa, tiramisù. O segundo é quase igual, mas custa 45€, sendo que alguns dos pratos mudam e outros são acrescentados. Neste caso, os principais são arroz de limão com peixe do dia e amêijoa e lasanha de costela mendinha, as pizzas incluem a de cinco queijos e a de trufa, e nas entradas há gambas asiáticas e ovos rotos trufados. Por mais 12€ por pessoa, podem incluir-se bebidas à discrição durante duas horas.

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  • Global
  • Chiado

Pode não ser o jantar de grupo mais em conta, mas também há jantares de grupo que pedem celebrações à altura e no Mini Bar uma coisa é garantida: não há outra refeição igual. A comida é o que se espera de um restaurante de José Avillez, embora com um twist. Há três menus pensados para grupos: de 95€ (por pessoa), 108€ (por pessoa) e 149€ (por pessoa). Todos incluem couvert – pão de fermentação lenta, manteiga fumada e gema trufada –, depois as diferenças estão na quantidade de entradas à escolha e nas opções tanto de entradas, como de prato principal e sobremesa. As propostas vão do corneto de tártaro de novilho trufado e da tostada com gamba da costa e aguachille ao lombo maturado na brasa com mostarda trufada e batata frita com trufa e parmesão e ao camarão tigre com arroz branco e limão. Nos doces, há cone de chocolate em três texturas com flor de sal e pimenta rosa ou "maracujá" com sorvete de coco. E, prepare-se, o ambiente é festivo (há DJ e animação ao vivo). 

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  • Cervejaria artesanal
  • Marvila

Desde que se mudou para esta nova morada que a Musa de Marvila tem vindo a ganhar cada vez mais espaço e adeptos. Das noites temáticas e fora da caixa à cozinha sem regras de Pedro Abril, tudo é passível de acontecer por aqui. Os menus de grupo são vários, à medida de todos, como já é assinatura da casa. O mais simples é para se comer à mão e por 14€ por pessoa inclui dois acepipes (amendoim picante e tremoços) e dois petiscos à escolha entre nuggets vegetais, batata frita com queijo, bacon, cebola frita e molho “McVirtudes”, asas de frango picantes ou croquetes de porco com molho bbq e cebola frita. Por mais 3€, é possível acrescentar uma cerveja ou uma sidra e por 20€ acaba-se com sobremesa também (tarte de queijo ou rabanada de caramelo salgado). Há um menu para quem gosta de hambúrguer (15€ por pessoa com direito a prato e cerveja ou 18€ com sobremesa também), outro mais composto que inclui dois acepipes, dois petiscos e um hambúrguer (22€ por pessoa, 25€ com cerveja e 28€ com sobremesa) e há o completo, digamos assim, em tudo igual ao anterior, mas com dois pratos, do arroz de pato e laranja à lagarada de bacalhau com broa, à lasanha vegetariana ou à moqueca de legumes (28€ por pessoa, 30€ com bebida ou 32€ com a adição da sobremesa).

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  • Restaurantes
  • São Sebastião

Foi o primeiro restaurante de Kiko Martins e ao fim de mais de dez anos continua a ser um dos restaurantes de carne de destaque em Lisboa. Para grupos (de preferência até 10 pessoas), o chef tem dois menus especiais, que se prolongam por cinco momentos (seguidos do couvert e do aperitivo, um croquete de cozido à portuguesa). Se escolher o menu A (60€ por pessoa), conte com o tártaro d'O Talho, um carpaccio de entrecôte “dry aged” com gamba do Algarve, carré e jarret de borrego "tandoori", um chateaubriand com mil folhas de batata com gruyère e tomilho e uma tarte de queijo manchengo trufado com gelado de goiaba. O menu B (90€) inclui também o tártaro d'O Talho e o borrego, mas por outro lado tem ceviche de carabineiro, vazia de kobe com mil folhas de batata com gruyère e tomilho e um mil folhas de doce de leite com gelado de amendoim salgado. As bebidas podem ser acrescentadas à parte a partir de 15€ por pessoa.

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  • Chiado

Almoçar ou jantar num palácio é sempre um privilégio, até porque são poucos os exemplares do género onde é possível fazê-lo. Calha que o Palácio Chiado nasceu com esse mesmo propósito, ou seja, com a vontade de se abrir para a rua. Para grupos, esconde algumas salas privadas que obrigam ao seu aluguer (e inclui serviço de sala exclusivo e serviço de bar). A esse preço soma-se depois o menu escolhido. Há três à escolha, com bebidas incluídas, em que cada um inclui mais do que uma opção dependendo dos pratos (e há sempre uma opção vegetariana e vegana): o Junot (57€), o Farrobodó (65€) e o Monteiro dos Milhões (75€).

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  • Petiscos
  • Campo de Ourique
  • Recomendado

Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas no país que respeita o princípio nose to tail sem vacilar. Quer isto dizer que o animal é sacrificado, mas todo aproveitado. Uma nobre e difícil missão, que não se fica por aqui. Há uma atenção redobrada na escolha de produtores e procura-se sempre trabalhar com uma agricultura regenerativa. Ao mesmo tempo, enobrecem-se partes do animal habitualmente menosprezadas. Seja no pé de porco e feijoca (12€), nos croquetes do Pigmeu (8€ quatro unidades) ou no coração de coentrada (11€). Com uma carta feita de petiscos e sandes pensados para partilhar, é o lugar ideal para juntar a malta. 

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  • São Sebastião

Junto ao lago do Parque Eduardo VII, o Praia no Parque é conhecido por fazer a ponte entre o jantar e a noite sem ter de sair do restaurante. De quinta a sábado, o restaurante fecha mais tarde e quem vai ali jantar sabe que vai acabar a dançar e de copo na mão. É sempre um bom destino para grupos e o conceito de partilha reina na carta. Conte com bao de porco estufado durante sete horas, bife wellington com salada verde  ou vieiras grelhadas com togarashi e lima. As carnes grelhadas, os pratos de arroz e de peixe são outras das opções. 

  • Xabregas
  • Recomendado

No Refeitório da Praça, há uma carta que não abdica nunca da qualidade do produto, vindo sempre dos produtores com quem trabalham. Os menus foram pensados para grupos entre 15 e 30 pessoas, sendo que dependendo da dimensão do grupo é possível escolher os pratos à carta ou então ter buffet. O menu Praça (35€) inclui croquetes de novilho e peixinhos da horta para entrada; costela com arroz de forno de enchidos, lombo de bacalhau com broa, batata a murro e grelos ou arroz cremoso de cogumelos para principal; e brownie com gelado, bolo de bolacha ou fruta para sobremesa. No Beato (40€) mudam duas das opções de prato principal – há bife da casa e batata frita e polvo do Algarve com batata a murro e grelos (além de arroz de cogumelos) – e as sobremesas incluem um pudim abade de Priscos (além do brownie e da fruta). Finalmente, o Sabor (90€) tem três entradas – tábua de queijos e enchidos, conservas e salada de batata doce, iogurte, cominhos e hortelã –, apenas um prato principal que é um tacho de arroz de camarão e garoupa, e as sobremesas são as mesmas do menu anterior.

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  • Bairro Alto
  • Recomendado
Sea Me
Sea Me

Chama-se peixaria moderna, mas é já um clássico da cidade. Ao fundo, perto das mesas, fica a montra de peixe fresco, de apanha diária – e dali pode ir para a grelha ou para peças de sushi. Nas propostas para grupos (69€ ou 99€), com bebidas incluídas, vai encontrar pratos como niguiris de sardinha, choco frito em tempura negra, polvo à lagareiro ou sopa de peixe e brioche de toro com chocolate branco e lima. Se não quiser escolher, pode sempre optar por um menu personalizado preparado pelo chef Elísio Bernardes, que também se sentará à mesa. O valor é de 160€ por pessoa e está disponível apenas para grupos até dez pessoas.

  • Chiado

Ao lado da casa-mãe, no Sea Me Next Door, a proposta para grupos segue o lema da casa: petiscos para partilhar. O primeiro menu (35€) inclui o clássico niguiri de sardinha assada, o burger de choco e camarão, a bifana de porco preto, o arroz de limão e o hot dog de polvo. O segundo, por mais 10€, troca o hot dog de polvo pelo ceviche do dia e acrescenta um pica-pau de robalo, acompanhado de arroz de limão. O mais caro (60€) é igual ao anterior, mas inclui ainda o croquete de berbigão e uma "live pastry" para a sobremesa. Em todos as bebidas estão incluídas. Mas atenção, por grupos o restaurante entende o mínimo de 30 pessoas e serve a refeição apenas a partir das 21.45.

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  • Asiático contemporâneo
  • Alvalade
  • preço 3 de 4
  • Recomendado

Antes de mais, um aviso: no Soão os grupos não podem ser muito grandes (o máximo permitido são 14 pessoas), o que se consegue perceber pela disposição do espaço. Quanto aos menus, há duas opções (40€ ou 50€), ambas com bebidas incluídas. No menu de 40€, estão incluídas três entradas (asas de frango com molho coreano e sementes de sésamo, dim sum frito de frango e castanha de água, e barriga de porco com molho hoisin, coentros, courato e pepino) e um prato à escolha entre três opções (um pad thai de frango, um caril de frango com leite de coco e uma selecção de sushi e sashimi com 16 peças). O menu inclui ainda uma sobremesa. Já o menu mais caro, tem mais uma entrada e nos pratos o pad thai pode ser de camarão e o caril de peixe. A sobremesa, um cheesecake com gelado de matcha, também é diferente.

  • Lisboa

No bastião da comida tradicional portuguesa, o menu de grupo é feito à medida, respeitando a individualidade e partindo, ainda assim, de uma base. Confuso? É simples. O menu tem uma base obrigatória (custa 38€ por pessoa) que inclui pão, manteigas caseiras, queijo da ilha, presunto de pata negra, chouriço, pastéis de bacalhau e croquetes – no fundo, os habituais petiscos que nos esperam na mesa do Solar dos Presuntos. Estão também incluídos nessa base as mini pataniscas de bacalhau de entrada e um pijaminha de doces na sobremesa, além das bebidas. A isso, é obrigatório juntar um prato de uma lista de nove sugestões: o bacalhau assado no forno à portuguesa, por exemplo, acrescenta 34,50€ à conta, enquanto o cabrito assado soma 29€. É ainda possível adicionar entradas e uma welcome drink para o grupo. Se o grupo for reservado e estiver disposto a gastar mais, Pedro Cardoso disponibiliza as suas salas especiais: o cofre tem capacidade para 11 pessoas e obriga a um consumo mínimo de 1000€, enquanto na Academia, no piso térreo, escondida ao lado da cozinha, a capacidade sobe para 16 e o consumo é de 2000€ (à carta) – nesta última, é possível pedir um live cooking com o chef.

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  • Campo de Ourique
  • Recomendado

Na cervejaria moderna de Campo de Ourique, os grupos (a partir de oito pessoas) ficam no terraço interior (abrigado mesmo em dias frios) e tem um menu disponível, que inclui o prato estrela. Falamos do arroz meloso de carabineiro, feito no lume e acabado no Josper. No menu em questão (37€/pessoa), é servida ainda uma trinchadinha do lombo com batata frita e salada de alface. Antes disso, há croquetes de camarão, tacos de corvina e "ceviche" de espadarte, além do pão, manteiga e azeitonas. Para sobremesa, estão incluídas no menu a tarte basca de chocolate e o pudim de leite condensado. As bebidas são pagas à parte. 

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  • Chinês
  • Parque das Nações
  • Recomendado

Neste restaurante chinês cabem até 180 pessoas, mas pode também reservar uma sala privada (há mais do que uma com capacidade, por exemplo, até 40 ou 66 pessoas). Isto porque a arquitectura do espaço permite abrir e fechar salas, criando vários ambientes. Na comida, conte com wonton, sopa picante, gyozas, frango picante, noodles, pato à pequim – todos os clássicos. 

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