Paragem obrigatória para carnívoros de aquém e além-bairro: há carne de novilho no carvão, mirandesa, wagyu e maturada, tudo no ponto. O preço depende do corte e do peso, claro está. Os acompanhamentos são à parte. Deixe as aves, o porco e o peixe para outra altura. Criado em 1953, o restaurante foi inteiramente remodelado (e até o nome original, Carvoaria Jacto, foi encurtado), razão pela qual ninguém lhe dá a idade que realmente tem. Se apanhar fila à porta, tenha paciência – a cerveja ajuda sempre a esperar.
Já sabemos como é que funciona: se houver onde comer bem, tudo o resto vai atrás. Foi o que aconteceu com os Anjos, que de bairro maioritariamente residencial se transformou num roteiro gastronómico dentro da própria cidade (entre outros atributos, claro). E com novos espaços a surgir. Há opções para todas as horas do dia, incluindo cafés cheios de pinta. Das ementas tradicionais aos sabores do mundo, das refeições que demoram e demoram aos balcões para comer e andar, prove e conclua: que bem que se come nos Anjos.
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