Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Todas as cidades têm o seu culto de bares de jazz. Estes são os melhores sítios para o ouvir em Lisboa.

Hot Clube de Portugal
©DR/Facebook
Por Miguel Branco e Tiago Neto |
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Encaremos isto como uma espécie de jukebox, mas em vez de chegarmos a um bar e metermos uma moeda no disco que queremos, pomos antes uma moeda no bar que queremos, pedimos uma bebida e esperamos que a nossa aposta corra bem ao nível da escolha musical. Isto partindo do pressuposto que não vamos às cegas, que sabemos o que queremos a invadir-nos os tímpanos e que, por muito que não seja a música que queríamos naquela altura, não andará longe. Os bares de jazz ocupam esse lugar, querer Chet Baker e levar com Miles Davis, querer Duke Ellington e levar com Coltrane. Nada mau. Assim se espera nestes que são os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa.

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Os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

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Hot Club Portugal - Banda
©DR
Noite

Hot Clube de Portugal

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É o clube de jazz mais antigo da Europa, a funcionar na Praça da Alegria desde 1948. A escola, fundada pelo contrabaixista Zé Eduardo, abriu anos mais tarde, em 1979. O clube está aberto ao público e tem concertos todas as semanas, sendo o sítio de excelência de qualquer jazzhead que quer ver como são jam sessions a sério.

2
Fox Trot
©DR
Bares

Foxtrot

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

No que à música diz respeito, o nome não engana. É um bar antigo ao estilo inglês com valet parking, o que ajuda naquela zona, e uma sala com lareira, o que ajuda no Inverno. Fica em São Bento, perto da Assembleia da República. Serve lambretas, cervejas de 15 cl, mas não tem chaimites. É um dos clássicos lisboetas, criado por Luís Pinto Coelho, empresário que morreu em 2012 e também nos deu o Procópio, A Paródia ou o Pavilhão Chinês. 

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3
red frog
©Francisco Santos
Noite, Bares abertos de madrugada

Red Frog

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Situado na Rua do Salitre, o Red Frog recria o ambiente secreto dos speakeasies, os bares clandestinos surgidos em inícios do século XX durante a Lei Seca, nos EUA. Abriu em Maio de 2015 com o ambicioso objectivo de pôr os lisboetas a beber cocktails e cumpriu irremediavelmente a missão. Aos ouvidos, para condizer com a atmosfera, chega-nos o swing e o jazz em fartura.

4
paginas tantas
©Páginas Tantas
Noite

Páginas Tantas

icon-location-pin Bairro Alto

O Páginas Tantas é um bar de jazz a valer. Prevalece na Rua Diário de Notícias, no Bairro Alto, e sempre com o mesmo intuito: proporcionar bons momentos e boa música. Nas paredes que envolvem o mini-palco é ver as grandes estrelas do jazz mundiais. Há música ao vivo, quase sempre em formato trio, de terça a domingo. 

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5
Café Dias
©DR/FacebookCaféDias
Bares, Cafés/bares

Café Dias

icon-location-pin Alcântara

É um dos epicentros do jazz da cidade, com jams que fazem a casa mexer. Grande parte da programação é dada a conhecer através da página de Facebook. Mas no Café Dias, homónimo do fundador, Pedro de nome, os argumentos vão muito além da música. O melhor mesmo é rumar até Alcântara, pedir um dos muitos petiscos – como as tostas, as quiches ou as empanadas – e preparar-se para boa música de barriga cheia. Mas atenção: os cafés só saem quando a música pára (porque a música é o que interessa). 

6
©DR
Restaurantes, Português

Duetos da Sé

icon-location-pin Santa Maria Maior

Este Duetos da Sé é uma espécie de tudo em um onde a comida, a música e os copos se encontram. Aos ouvidos, o foco principal é o fado, com guitarras a soar todas as semanas numa programação preenchida, mas é eclético o suficiente para acolher paragens como o mambo e o jazz. A ementa musical é servida frequentemente na página de Facebook, só tem de ir espreitando.

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7
Social B
Noite

Social B

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Mikas, fundador de espaços míticos da noite alfacinha como o Bicaense ou o Clube Ferroviário, trouxe este Social B em 2018 e plantou-o entre Santos e o Cais do Sodré. Aberto a partir das cinco da tarde, tem um ambiente caseiro e é perfeito para ir com os amigos depois do trabalho beber um copo e ouvir música (é só confiar porque a selecção não falha). Para aconchegar, há petiscos, preparados por Zola, cozinheira de São Tomé.

8
má língua bar restaurante
©Manuel Manso
Bares, Cafés/bares

Má Língua

icon-location-pin São Vicente 

Liliana Escalhão mudou-se de Castelo Branco para a Graça quando veio estudar para Lisboa e depois de ter sido obrigada a fechar o Primeiro Andar, no Ateneu Comercial de Lisboa, pensou em abrir outro bar/restaurante/associação cultural no bairro. Juntamente com Vítor Augusto, abriu este Má Língua, um sítio para petiscar e sair à noite na Graça. Volta e meia o palco, lá em baixo, é do jazz. Por isso tome atenção.

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9
pensão amor
©Inês Calado Rosa
Noite

Pensão Amor

icon-location-pin Cais do Sodré

É uma casa multifacetada esta Pensão Amor. Outrora pouso de marinheiros e prostitutas, nos últimos anos o bar acabou por se tornar uma referência pelos copos e pelo ambiente e é uma das paragens mais preenchidas no Cais do Sodré. Concertos de jazz, espectáculos de burlesco, passando por peças de teatro, DJ sets e lançamentos de livros, há sempre alguma coisa a aparecer.

10
Botequim da Graça
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Botequim

icon-location-pin São Vicente 

A memória continua a pesar no 79 do Largo da Graça. O espaço esteve 15 anos fechado, mas a presença da poetisa Natália Correia, que primeiro o inaugurou, em 1968, não está só nas fotografias. Modernizado, o Botequim mantém o antigo balcão de madeira escura e também algum do espírito da sua génese de boémia intelectual. Aos petiscos junta-se o jazz nas colunas, para passar o serão da melhor forma. 

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Procópio
©Arlindo Camacho
Bares

Procópio

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Foi este o primeiro bar do coleccionador e gestor hoteleiro Luís Pinto Coelho, a funcionar desde 1972. Mário Soares, Sá Carneiro e Raul Solnado eram habitués do espaço que conserva muitas memórias do pré-revolução lá dentro, e já na altura era um bar de estilo retro, quanto mais agora. O atendimento continua a ser muito familiar, personalizado para os clientes habituais que continuam a aparecer, e a banda sonora nunca se afasta muito do jazz.

12
Alface Hall
©DR/Facebook Alface Hall
Bares

Alface Hall

icon-location-pin Bairro Alto

O Bairro Alto é dos poucos lugares onde ainda sobram bares com música ao vivo. O Alface Hall é um pequeno bar onde este conceito ainda resiste, tem aquele espírito gente-à-porta tão presente na zona, mas é ao entrar que se descobre o jazz tocado ali, a meio metro. Ao mesmo tempo é um boutique hostel com quartos duplos e dormitórios. 

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13
O Bom, O Mau e O Vilão
©Ana Luzia
Noite

O Bom O Mau e O Vilão

icon-location-pin Cais do Sodré

Indie sessions, good vibe sessions, jam sessions. É escolher as sessões que mais lhe agradam e instalar-se numa das salas de O Bom, O Mau e O Vilão como se estivesse numa das divisões da sua casa. O bar do Cais do Sodré abriu no fim de Novembro de 2013 com uma programação que vai desde sessões de cinema a concertos de jazz a dias de semana — tudo com entrada gratuita e com espaço para toda a gente.

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Bacchanal
©Manuel Manso
Bares

Bacchanal

icon-location-pin Cais do Sodré

A avaliar pelos expositores do bar de Victor Cordeiro (que também é o proprietário do Loucos de Lisboa, no Príncipe Real), é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. Está no Cais do Sodré e a sua banda sonora varia entre o jazz e os blues, a calma que se pretende para beber vinho.  

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15
Fábrica braço de prata
©Ana Luzia
Noite

Fábrica de Braço de Prata

icon-location-pin Marvila

Este centro cultural instalou-se na antiga Fábrica de Material de Guerra em 2007. Mas a cantiga é uma arma e a luta por dar lugar a variadas expressões artísticas continua numa das fábricas culturais mais dinâmicas de Lisboa. Aqui há mais de uma dezena de salas, que num dia recebem concertos e noutro transformam-se em espaço de debate ou de exposições. É estar atento à programação, não são poucas as jams e os concertos de jazz no Braço de Prata. 

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Titanic Sur Mer
©Ana Luzia
Noite

Titanic Sur Mer

icon-location-pin Cais do Sodré

É um dos rostos de um Cais do Sodré inundado de gente a cada fim-de-semana. Manuel João Vieira sabe o que faz: agarrou num edifício que servia a lota do peixe e transformou-o num bar/sala de concertos que não podia estar mais perto do mar. O Titanic Sur Mer é o sucessor espiritual do saudoso Maxime, mas com uma programação musicalmente mais ecléctica. À segunda-feira é sempre noite de Titanic Jazz Jam, com entrada livre, das 23.00 às 02.00. 

Bares em Lisboa

Pavilhão Chinês
©Inês Félix
Noite, Cafés/bares

Os melhores bares históricos em Lisboa

Luzes a meio gás, madeiras e veludos a forrar o espaço, sala de jogos, cocktails trabalhados e cartas com selecções vastas, que vão dos chás aos pratos. Os bares históricos de Lisboa carregam um misticismo que serve de cápsula do tempo, e há neles uma vertente quase-secreta que continua a entusiasmar quem os escolhe. É por isso que deve uma visita aos melhores bares históricos em Lisboa.

Le Consulat
©Stefan von Laue
Noite

Os 50 melhores bares em Lisboa

Este é o nosso guia para explorar as melhores casas nocturnas lisboetas. Dito isto, sabemos que Lisboa está cada vez mais diversa, com espaços para todas as manias e gostos. Há esplanadas e terraços, há bares que requerem que toque à campainha, bares históricos, há o boom da cerveja artesanal, que chegou a Lisboa em boa hora. No fundo é pensar isto como um pijaminha de bares e provar de tudo. Estes são os 50 melhores bares em Lisboa. 

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