Os melhores sítios para tomar café em Lisboa

Expresso, latte ou cappuccino? Foram dias de insónias para lhe trazer os melhores sítios para tomar café em Lisboa
The Mill
Fotografia: Manuel Manso
Por Mariana Morais Pinheiro e Catarina Moura |
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O que era simples tornou-se complexo. Antes bastava um simples "beba isto com açúcar", à café Nicola, que deu origem à bica lisboeta que está em todo o lado. A nova vaga, inspirada sobretudo pelas casas do norte da Europa complexificou o assunto — as novas cafetarias moem o café na hora e filtram-no através de processos delicados, dão-lhe a escolher entre diversos estilos e origens. Foram dias de insónias, mas aqui está a lista dos melhores sítios para tomar café em Lisboa.


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Os melhores sítios para tomar café em Lisboa

Fabrica Coffe Roasters
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafeteria

Fábrica Coffee Roasters

icon-location-pin Lisboa

A história desta fábrica (que já abriu um segundo espaço na Rua das Flores e tem um pequeno carro no Parque das Nações) começa na Alemanha, país onde Stanislav, o dono, viveu antes de vir para Portugal, e de onde veio a Probat, a máquina de torrefacção que torra cinco quilos de café em 15 minutos. Todos os dias por ela passam grãos de café do Brasil, da Etiópia e da Colômbia, que são transformados em expressos, americanos, lattes e cappuccinos (1,50€ a 3€), ou então embalados em sacos de 200 g e 500 g para serem levados para casa.

O que pedir: O flat white, um expresso com espuma de leite por cima (3€). O blend da casa é com café da Etiópia e do Brasil.
Para comer: Há saladas, sandes e muffins.

Copenhagen Coffee Lab
© Viktor Holm
Restaurantes, Cafés

Copenhagen Coffee Lab

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Habituaram os alfacinhas a beber bom café muito antes de assentarem arraiais junto à Praça das Flores. As três dinamarquesas, donas desta cafetaria de linhas minimalistas e paredes muito brancas, já circulavam pela cidade a bordo de uma carrinha itinerante oferecendo aos passantes um café bem diferente do que se bebia por cá. “A grande diferença entre o café português e o café na Dinamarca é que este último não é tão torrado”, diz Ida, a única com ascendência portuguesa. Os cafés de filtro são o forte desta casa.

O que pedir: O aeropress, que é um café mais leve e aguado, com cor de caramelo (4€).
Para comer: Peça papas de aveia e pães e bolos dinamarqueses do dia.

A Time Out diz
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Hello, Kristof
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Hello, Kristof

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré
Para ter a certeza que fazia a coisa certa, Ricardo Galésio tirou um curso de barista na Academia do Café, nas Laranjeiras, lugar onde torra o seu café que vem ainda verde da Costa Rica. “Em Portugal bebe-se muito café robusta, que é mais amargo e de qualidade um pouco inferior, por isso, aqui só servimos café da espécie arábica”, explicou o também designer gráfico aquando da inauguração do espaço. O café é a estrela da casa e é servido sob a forma de expressos, lattes, macchiatos, americanos e cappuccinos
 
O que pedir: O café expresso, segundo o dono, sem leite e sem misturas (1,20€).
Para comer: Prove o açaí, as tostas com abacate ou os bolos caseiros à fatia.
 
The Mill
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

The Mill

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré
Tem um moinho de café mesmo à entrada que começa a trabalhar sempre que alguém pede um café. Madeline Oliveira e Paul Miller, ela portuguesa e ele australiano, abriram recentemente esta cafetaria onde afirmam servir “bom café, comida saudável e bolos caseiros”, e que à noite se transforma ainda num wine bar. Os pequenos-almoços são o ponto alto do dia, com taças de granola com iogurte natural, mel e doce de frutos vermelhos e batidos de café com cacau, banana, tâmaras, amêndoa e aveia. 
 
O que pedir: O cappuccino, com leite e café pouco torrado, é bem doce, mesmo sem açúcar (2,50€). 
Para comer: Prove o brownie de alfarroba ou o bolo de agrião.
 
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Wish Slow Coffee House
© Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Wish Slow Coffee House

icon-location-pin Alcântara
Começou por ser uma loja com cadernos, prints e caixas de design minimalista, bem ao jeito nórdico. Mas a vontade de Margarida Eusébio, a dona, de lhe juntar uma cafetaria não esmoreceu. E ainda bem. Na Lx Factory há uma cafetaria onde o café é torrado todas as semanas e preparado com calma. Além dos lattes, cappuccinos e americanos, apostam também nos cafés de filtro, como o french press, o chemex ou o iced coffee. Todos feitos com grãos 100% arábica e para serem partilhados com amigos e poffertjes
 
O que pedir: O chemex, feito com um balão de vidro, um filtro e água quente (9€/4 pessoas). 
Para comer: Poffertjes, minipanquecas com açúcar em pó por cima.
 
A Time Out diz
simpli, coffee shop
Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Simpli

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Esta coffee shop perto do Marquês tem os melhores cafés da cidade, garante o dono, Mário Cajada. São servidos com todos os preceitos a que um café obriga: uma gramagem específica por chávena e ser tirado entre 20 e 26 segundos. Nos primeiros 20 segundos sai para a chávena todo o sabor do café, e a partir daí é só cafeína, explica, desmistificando a ideia de que quanto mais cheio é o expresso, menos cafeína tem. Aqui, além de um bom expresso ou daquilo a que Mário chama cocktails – um latte ou um capuccino, por exemplo –, ainda come pastelaria feita na casa, de tarteletes a croissants, de caracóis sem frutas cristalizadas a arrufadas, não esquecendo uma boa oferta de pães.

O que pedir: O expresso da semana (1,25€), uma variedade de café e de origem que muda todas as semanas.

Para comer: os croissants e tratelletes, feitos na casa.

 

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 Bettina & Niccolò Corallo
Fotografia: Manuel Manso
Compras, Chocolates e doces

Bettina & Niccòlo Corallo

icon-location-pin Princípe Real

É Bettina, a matriarca da família Corallo, que recebe os clientes na loja/fábrica no Príncipe Real. E é ela também a responsável pelos bombons artesanais da casa, feitos com chocolate 75% de cacau e pelo blend de café especial da casa. Laranja cristalizada, gengibre laminado e cristalizado, avelãs, Gianduia e passas de uva. Bettina e o filho, Niccolò, fazem cerca de 10 quilos de chocolates todos os dias para assegurar a frescura da obra-prima.

O que pedir: O café de São Tomé (1€) acompanhado de um pedacinho de chocolate.

Para comer: Para uma experiência harcore vá directo no chocolate 100% cacau.

 

Há café para levar, em grão ou moído, e chás também com a marca Café de Finca
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cafés

Café de Finca

icon-location-pin Alcântara

Em Barcelona, o Café de Finca é uma coffee shop de referência onde se bebe e explica o que é o café de especialidade, com grãos 100% arábica. Miguel Negretti, o DJ Glue, que já servia o café desta torrefacção no seu outro espaço na zona ribeirinha, o Montana, fez uma parceria com os responsáveis da cafetaria espanhola e abriu um Café de Finca em Alcântara. Têm café de nove origens diferentes, da Colômbia, Honduras, Etiópia ao México. Apesar de o café ser o forte da casa, há toda uma parte de bolos e refeições ligeiras.

Restaurantes em Lisboa

Rabo d'Pexe - Tartaro de Novilho
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes nas Avenidas Novas

Italianos, nepaleses, japoneses e, como não podia deixar de ser, portugueses, numa linha muito tradicional. As Avenidas Novas têm oferta para todos os gostos e carteiras. Esta é a nossa escolha dos melhores restaurantes nas Avenidas Novas para comer bem quando andar de passeio pela zona.

Chutnify
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes

Onde comer bem no Príncipe Real

É o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real.  

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