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Rita Chantre | TACT
Rita Chantre

Os 25 cafés imperdíveis em Lisboa

De espaços históricos a modernas coffee shops de especialidade, estes são os cafés em Lisboa que merecem uma visita (e que vai querer passar a frequentar).

Beatriz Magalhães
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Ir ao café é um hábito bem português, ainda que ao longo dos anos os cafés se tenham transformado: acompanharam os tempos, vestiram outras modas e até ritmos de além-fronteiras. Seja para tomar o pequeno-almoço – e não falta em muitos deles uma boa amostra de pastelaria –, lanchar com a família, trabalhar, encontrar amigos ou mostrar tudo isto nas redes sociais, encontrámos 25 cafés em Lisboa onde gostará de se sentar. Há clássicos que nos acompanham desde sempre, mas também novos que abraçam as tendências e o café de especialidade.

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25 cafés imperdíveis em Lisboa

  • Cafés
  • Avenidas Novas

Já ouviu falar em café com compota de alperce? Ou com sumo de pepino? Se a resposta é não, deixe-se estar que nós explicamos tudo. A filosofia de Sia Fung, a jovem por trás do MAS, é que o café não tem de ser sempre a mesma coisa. E é no seu café, no Arco do Cego, que nos convida a provar combinações irreverentes, pensadas ao detalhe e que vão variando consoante as épocas. Duas das criações que lá vai encontrar agora são de compota de alperce, chá preto, infusão de osmanthus (planta nativa da Ásia e da América do Norte) e cold brew feito com café da Etiópia, e de sumo de pepino, chá verde de jasmim e cold brew de Burundi. Estas bebidas são servidas por si só ou num dos combinados da carta, com mais um espresso ou americano e um flat white. O café de eleição é da Olisipo, ainda que haja outras marcas, como a neerlandesa DAK. Para comer, recomenda-se a tosta de pão brioche com porco desfiado e ovos benedict e a tosta de pão massa-mãe de fiambre, queijo brie, maçã e nozes. Nos doces, a verdadeira perdição é a tosta de lava, uma “french toast” recheada de leite condensado, de Biscoff.

  • Lisboa

Inspirado na gastronomia asiática, o Casa Casa serve Miso caramel latte, que existe desde o início e é um dos mais pedidos. Pode ser frio ou quente, com café ou matcha. Os clássicos, como o Cappuccino ou o Americano também estão disponíveis, mas outro dos incontornáveis é o Coffee Cloud, um café forte típico do Vietname com leite condensado de côco. Na sala da entrada, estão proibidos os computadores, para que o ritmo seja mais fluido e as conversas possam acontecer sem medos. Para provar, também sem medos, há a tosta kimchi, que leva couve fermentada, uma mistura de queijos, mel e salada, e bowls: de frango, com vegetais, húmus, quinoa, guacamole e pickles; ou vegetariana, com base de quinoa, vegetais, húmus, abacate, ovo cozido e pickles. 

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  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

O Café Joyeux é um projecto solidário vindo de França. Em Portugal, começou por se apresentar neste café em frente à Assembleia – entretanto, conta já com cinco moradas. O objectivo? Provar que é possível empregar pessoas com dificuldades intelectuais e de desenvolvimento e ter um negócio de sucesso. Aqui, são garantidos o pequeno-almoço, almoço e lanche, com opções típicas de cafetaria, saladas, quiches e também pratos do dia. Também está à venda merchandising do projecto, que acaba por reverter para a missão.

  • Lisboa

É em Campo de Ourique que encontramos o café de Júlia Faustino, Rico Capucho e Thiago di Fonzo. Dois deles já tinham trabalhado juntos e o terceiro tinha experiência em cozinha, tendo trabalhado no canal de televisão 24Kitchen. E os três gostavam muito de comer, e comer bem. Foi então que começaram a fazer pop-ups para dar a conhecer alguns dos seus pratos. O café de especialidade veio depois, com a abertura do Double Trouble. Para o espresso, utilizam um blend com 70% de café do Brasil e 30% de outro país que vai variando (tanto pode ser da Etiópia como do Ruanda), da RoastBerry. Para o café de filtro, o blend muda com mais frequência – pode vir directamente do Brasil, de torrefacções de São Paulo, ou do Porto. Nos especiais da casa, há três opções: o Mont Blanc, americano com gelo, natas e raspa de laranja; o Mount Fuji, matcha gelado com natas; e o batido, que leva banana congelada, leite, manteiga de amendoim, um shot de espresso e gelo. Na carta de “comes”, há claras influências brasileiras e portuguesas (mas não vai encontrar pão de queijo). Destaque para a tosta de banana, as sanduíches, as broas de milho e o bolo de coco, fofo e húmido, que é regado com uma calda de leite de coco e leite condensado e servido frio.

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  • São Vicente 

Maria Clara Lima e Pedro Lima são duas partes de um todo. São um casal, sim, mas não é apenas o afecto que os une. Há uma outra coisa, palpável, conhecida pelo seu cheiro e sabor intensos, pela sua cor escura, que junta os dois jovens brasileiros – o café. Foi, por isso, que decidiram abrir as portas do Vezo Coffee, na Graça. Decorado com arte feita por artistas do Lisbon Art Collective e mobilado com mesas, cadeiras e peças em segunda mão ou feitas pelo casal e amigos, o espaço é pequeno e tranquilo. O café é de filtro, da torrefação da von&vonnie, no Porto. As variedades, que mudam frequentemente, podem vir do México, da Etiópia ou do Ruanda – está tudo explicado no cartão que é servido com a chávena de café. Há, claro, matcha, da espanhola Tranquilo, chá, sumo de laranja e batidos. Pedro encarrega-se de fazer o café, Maria cozinha. Os pratos, simples e saborosos, incluem escabeche de carapau, azeite de ervas e labneh em pão brioche, pulled pork e chutney de maracujá, bolo de tapioca e queijo. Ao final da tarde, há vinhos naturais portugueses.

  • Cafés
  • Cais do Sodré

Não vivemos sem café, mas uma bica às vezes já não nos chega. É com alegria que vemos o café de especialidade ganhar terreno – há cada vez mais espaços em Lisboa para se estar e para se apreciar café. E a Baobá é um dos melhores exemplos. Deve o nome à Fazenda Baobá, no Brasil, em São Sebastião da Grama, no estado de São Paulo, de onde chegam os grãos verdes. A torra é feita neste espaço em Lisboa e tudo é explicado aos clientes com uma simpatia desarmante.

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  • Estrela/Lapa/Santos

Neste morning bar, a carta é composta pelos clássicos americano, cappuccino ou flat white, todos feitos com café de especialidade; e por bebidas frias, como iced coffee, iced latte ou iced salted caramel latte. Além disso, há bebidas sem cafeína (chá ou chocolate quente), opções com álcool (espresso martini e Ūmmi Hard Kombucha) e matcha (chá verde japonês), a rainha de todas as bebidas. Apesar de o foco serem as bebidas – sempre com as alternativas de leite de aveia ou de coco para substituir o leite com lactose –, há duas opções de comida: uma bolacha de Nutella e um bolo que vai variando todos os dias. Vem da Motsi e pode ser de laranja, limão ou banana bread.

  • Cafés
  • Lisboa

Abriu em vésperas da quarentena, em Março de 2020, e pensaram desistir. Mas a pandemia não abalou o ânimo destes três amigos, Maria Eduarda, Isabel Castro e Tomas Hencel. Começaram a fazer take-away e a coisa rolou. O nome não engana: este é um pequeno café e bistrô para pequenos-almoços e almoços, ou apenas um simpático café, com uma cozinha marcadamente vegetariana e vegan. Há opções para comer a qualquer hora e as crianças têm direito a tratamento vip, com tudo o que precisam para serem felizes fora de casa.

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  • Cafés
  • Estrela/Lapa/Santos

TACT é um nome curto, mas carrega um significado importante. TACT vem da expressão em inglês “sense of tact”, ou seja, ter tacto. Neste caso, ter respeito pelos outros, pelos produtos e pela cidade. Assim o definem Viktoria Parfinskaia e Kirill Ivanov, o casal que abriu este exíguo café. Desde que se mudaram para Lisboa queriam abrir um café e, quando visitaram esta antiga lavandaria, sabiam que tinha de ser aqui. A essência do espaço mantém-se, garantem, não mexeram nas paredes de mármore nem no chão. E também não fizeram uma cozinha, daí que a oferta seja limitada e se prenda sobretudo com o café, que é, na verdade, uma das paixões de Kirill. Transparece no cuidado com que o prepara e na forma como fala sobre o que é para si beber uma boa chávena de café. Para espresso ou para filtro usam a DAK, a A.M.O.K. e a Bonanza. O chá e o chocolate quente também fazem parte do menu. Os pratos de pequeno-almoço não podiam ser mais simples, procurando realçar a qualidade dos produtos locais. Entre eles, temos iogurte com granola, bolo de requeijão assado, croissant e pastelaria que varia de dia para dia.

  • Cafés
  • Lisboa

É o cheiro a café e chocolate que sobressai. No centro, há uma ilha de madeira com bancos altos, atrás estão o lavatório e a loiça e à frente, junto à janela, umas mesas que convidam a ficar para mais uma chávena. Neste espaço informal, mas bonito, que contempla ainda uma sala para artistas exporem os seus trabalhos e para workshops relacionados com a transformação dos grãos de café e cacau, todos são bem-vindos, incluindo amigos de quatro patas. A estrela é o café, claro, mas há bagels e babka para acompanhar.

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  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Melissa Domingues e Meguy Pereira são como irmãs. Filhas de pais portugueses, cresceram em França e acabaram por seguir o seu caminho, até que se reencontraram em Lisboa e abriram o Comadre – um sonho de infância. Mas como boas “irmãs” que são, sabem o quão sozinho um filho único se pode sentir, por isso quiseram dar ao seu primogénito o Soeurs (irmãs em francês). É um café tanto para pequeno-almoço e brunch como para almoço. A decoração vira-se para o vintage, o ambiente é acolhedor e os pratos procuram fugir do habitual. A tamago sando, sanduíche de ovo, é de inspiração japonesa, já o assiette Soeurs, com ovos à la coque, queijo, manteiga e pão, lembra os pequenos-almoços parisienses. Também há croffle (waffle e croissant num só) de salmão e labneh, gnocchis, nuggets de bacalhau e rabanada de doce de leite com gelado. Nas bebidas, destaca-se o azuki latte, com leite e pasta de feijão vermelho, e o latte de sementes de sésamo pretas, mas não falta café e matcha. E não podemos esquecer os vinhos de baixa intervenção e os cocktails.

  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

Com esplanada virada para a Praça das Flores e para um pequeno parque infantil, preserva o ambiente de café de bairro e é um ponto de encontro da comunidade local, dando também alguns ares de sala de chá. A pastelaria é boa e recomenda-se, com destaque para os croissants, os scones e os brioches, bem como os bolos do dia que dão cor ao balcão. Se é fã de tostas mistas ao lanche, saiba que a do Pão de Canela, feita em pão de aldeia, é obrigatória.

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  • Cascais

Os grãos de café 100% arábica, colhidos no Brasil, na Etiópia, no Quénia e na Colômbia, são torrados na casa e moídos no momento. O desafio é gustativo e o difícil é escolher: um espresso com blend da casa (70% Brasil e 30% Etiópia), ou um café de filtro, tomado sem pressas, para saborear? Além das diferentes lojas em Lisboa e Porto, a Fábrica Coffee Roasters tem um espaço junto da estação de comboios de Cascais.

  • Cafeteria
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Simpli, já com várias casas, o café é servido a preceito: a gramagem é feita à chávena e o café tem de ser tirado entre 20 e 26 segundos. Nos primeiros 20 segundos sai para a chávena todo o sabor do café, e a partir daí é só cafeína, explicam, desmistificando a ideia de que quanto mais cheio é o espresso, menos cafeína tem.

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  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

Antes de ser W You Coffee, este café na Rua do Poço dos Negros tivera outro nome e outra imagem. A questão é que a proprietária, Di Su, não se revia no projecto. Então, este ano, decidiu dar uma volta ao negócio. O nome passou a ser uma mensagem de boas-vindas (já que o ‘W’ significa “welcome”) ao universo do café de especialidade e do brunch saudável – e entretanto já abriu um segundo espaço perto da Avenida de Roma. Para o espresso, utilizam uma moagem do Brasil, da Olisipo, e para o café de filtro, a escolha varia – nos últimos tempos, têm trabalhado com a April Coffee Roasters, de Copenhaga. O flat white é um dos bestsellers, seguido do matcha com leite cremoso e água de coco, ou com sumo de limão, água tónica e redução de gengibre; e do latte de caramelo salgado. Os verdadeiros apreciadores costumam ir para o café preparado na V60. Mas, aqui, não é só o café que é especial. Atrás do balcão, está Rebeca Yang, vencedora do Campeonato Nacional de Baristas da SCA (Specialty Coffee Association) de 2025.

  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

Nascido em Copenhaga em 2013, o Copenhagen Coffee Lab já dispensa apresentações em Lisboa, ou não tivesse já 13 cafés, do Príncipe Real a Campo de Ourique ou Alcântara. Tem como especialidade o café artesanal. É torrado em Copenhaga, 100% arábica, traz selo de origem e nos espressos o blend é do Brasil e Guatemala, nos de filtro vem do Burundi, do Quénia e da Etiópia. É também padaria e pastelaria, com fabrico próprio.

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  • Cafés
  • Princípe Real

A meio caminho entre a Avenida da Liberdade e o Príncipe Real, o Dramático é um pouso seguro para quem aprecia um bom café. Aberto em 2022 pelas mãos de Ricardo Galésio, depois de vender o conhecido Hello, Kristof, no espaço reina a velha máxima de que menos é mais. Com uma decoração minimalista, os grandes janelões permitem acompanhar a vida lá fora enquanto aprecia um café de especialidade com uma revista na mão. No entanto, terá de lá ir no próximo ano, já que o café está fechado até Dezembro. 

  • Cafés
  • Avenidas Novas

Lisboeta que é lisboeta tem pelo menos uma memória de vida na Versailles. São válidas as do tempo em que ainda não chegava ao balcão e ficava a mirar de baixo os deliciosos inquilinos – indianos, éclaires, guardanapos, croquetes, croissants; as dos saborosos almoços à portuguesa – aquelas pataniscas com salada russa nunca falham; ou as dos lanches barulhentos ao domingo com a família. A história da cidade já não se escreve sem os 16 metros de comprimento deste balcão, presença obrigatória em qualquer lista de cafés de Lisboa.

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  • Cafés
  • Santa Maria Maior

Jadwiga e Ricardo abriram o Malabarista ainda em 2020, com a vontade de servir café de especialidade no bairro dos Anjos, feito com grão da casa, torrado pela Olisipo, ou com os grãos da torrefacção espanhola Right Side. Para acompanhar, há sempre um outro docinho e os bagels também entram no menu.

  • Baixa Pombalina

Entre a Rua da Prata e a Rua Áurea, na Baixa, há um pequeno espaço dedicado a café pensado para oferecer momentos de prazer. Fica no número 111 da Rua dos Sapateiros e combina o café de especialidade com opções de brunch. Além do café vindo de várias partes da Europa – como Amesterdão, Berlim, Barcelona, Noruega ou Copenhaga –, aqui é possível provar ovos, panquecas, saladas ou tostas que estão sempre prontas a sair até às 17.00. Quem ficar rendido a este tipo de cafeína, pode levar para casa os diferentes cafés disponíveis em grão ou moído.

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  • Castelo de São Jorge

Escondido no Teatro Taborda, na íngreme Costa do Castelo, o Café da Garagem é o sítio certo para levar alguém a quem deve um pedido de desculpas sobre algo indesculpável. A vista para a Senhora do Monte amolece qualquer coração, a decoração de onda vintage, com portas a fazer de mesas e cadeiras estrategicamente viradas para as janelas, idem. Depois é pedir um chá e uma torrada em estilo bruschetta, apreciar o cenário e a quantidade de pessoas que o imortalizam em fotografia.

  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

Nascido no final de 2023, na Mouraria, é uma tentativa de recriar o clássico café de Melbourne – onde os australianos Matt Downey e Sam Bowman viveram a dada altura, antes de decidirem mudar-se para a Europa. “É uma coisa realmente importante. É o lugar onde vais aos sábados para o brunch. As pessoas conhecem-se todas, quase como se fossem amigas”, conta Sam. Estão num dos bairros mais típicos da cidade, a milhares de quilómetros da sua antiga casa, mas ainda assim conseguiram encontrar o seu ritmo. Lá – e também no novo Kossie’s, que abriu no Príncipe Real – conte com ovos mexidos, tosta de pão massa-mãe com abacate, pesto e mozzarella ou cebola caramelizada e bacon, saladas, bowls de açaí e de iogurte e granola. O café, da Rum Baba, vem de Amesterdão.

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  • Cafés
  • Lisboa

Em 2018, Tiago e Maíra Silva mudaram-se para Lisboa com a ideia de abrir um café. Os planos materializaram-se no ano seguinte, quando o casal brasileiro deu a conhecer o How About Coffee. Este ano, foi distinguido pelos European Coffee Trip Awards, através de uma votação do público, como melhor sítio de café de especialidade em Portugal. Tiago é quem se encarrega do café de especialidade, torrado no local, que é acompanhado por uma carta de brunch, recheada de opções doces, como muffins, brownies e cruffins.

  • Cafés
  • Parque das Nações

No Sense of Coffee, no Parque das Nações, a especialidade, tal como indica o nome, é o café. Conte com café de filtro, cappuccinos, lattes, espressos, cold brews, flat whites – basicamente tudo o que leve cafeína. Há também saladas e snacks, opções de pequeno-almoço e brunch, claro. Ovos mexidos com caviar, tostas de abacate, panquecas de queijo fresco e tarte de cereja são alguns dos pratos que vai encontrar por lá. O Sense of Coffee prepara-se ainda para abrir, em breve, um segundo espaço no Rossio, com vinhos.

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  • Cafés
  • São Sebastião

Além de ter lugar para sentar e comer ou beber um café, o SOLO Brewing Coffee é também uma torrefactora de café. Quem está por trás do projecto é o brasileiro Adroaldo Henrique Carneiro e o café vem um pouco de todo o mundo – da Colômbia, do Quénia ou do México – e está à venda no local ou através do site do SOLO. Também há brunch, pratos para a hora de almoço e outro tipo de bebidas, como cocktails.

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