Num dos cantos da cozinha aberta do 550º está o forno. É italiano, alimentado a lenha e gás, e uma das estrelas desta casa onde quem manda é o fogo. As temperaturas atingem os 550 graus Celsius – e explicam o nome do restaurante do Príncipe Real que tem o chef David Casaca aos comandos. A carta divide-se em três grandes apostas: o fogo (com carnes maturadas), as pizzas e os arrozes, que não são nada tradicionais. Abre às 12.30.
Procurar uma agulha num palheiro. É muito provável, quase de certezinha, que a expressão não tenha sido dita pela primeira vez para descrever a situação de madrugadores esfomeados no primeiro dia do ano – mas assenta-lhe que nem uma luva. É que, quando está meio mundo a ressacar das festas de passagem de ano, encontrar mesa é toda uma aventura. Para evitar aquele desespero de última hora, aqui tem duas – três! quatro! – mãos-cheias de restaurantes abertos a 1 de Janeiro de 2026 em Lisboa, de brunches a mariscadas. Convém é fazer reserva, para evitar dissabores.
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