Em forma de coroa e feito de massa lêveda, o bolo-rei popularizou-se em Portugal no século XIX, seguindo uma receita originária do sul de Loire, França. Reza a história que a primeira casa a vendê-lo no país foi a lisboeta Confeitaria Nacional, facto que a coloca em destaque na lista dos melhores sítios para comprar o bolo-rei em Lisboa. Mas há-os de vários níveis de requinte, com ou sem corantes, mais para os frutos secos do que cristalizados ou ainda de fermentação natural. Quem é fiel às tradições, não pode tirá-lo da mesa de Natal, pelo que o melhor é seguir estes exemplares, premiados por um júri ou pelo povo, ainda que já sem fava e sem brinde.
O Natal já acabou e o novo ano ainda agora começou. Se ainda não desmontou a árvore nem tratou da lista de resoluções, aproveite o Dia de Reis, a 6 de Janeiro, para o fazer. Ou, se preferir, faça outra coisa qualquer. Para além de se empanturrar com fatias de bolo-rei e outros excessos, claro está. A suposta chegada dos magos ao Oriente pode ser celebrada de muitas maneiras. Desde concertos até peças de teatro, reunimos um conjunto de propostas, que não, não incluem cantar as Janeiras (só mesmo se quiser).
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