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JNcQUOI Avenida
Manuel Manso

23 novas esplanadas em Lisboa para desconfinar e arejar

O tempo quente já pede a prática do verbo "esplanadar". Saiba onde estão as novas esplanadas para desconfinar em segurança

Escrito por
Francisca Dias Real
e
Inês Garcia
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É uma tradição bem portuguesa, esta de rumar à esplanada assim que os casacos começam a ficar para trás. Talvez até antes disso, porque neste jardim à beira-mar plantado tudo serve de desculpa para fazer fotossíntese. Com isto em mente, quisemos trazer-lhe a papinha toda, dizer-lhe onde é que a pode fazer sem passar fome e sede. A lista que se segue é um apanhado das últimas novidades e de outras que ainda não perderam o cheiro a novo. Tudo o que tem de fazer é sair, com todos os cuidados que os novos tempos impõem, consultar este guia e aproveitar estas 23 novas esplanadas em Lisboa.

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As novas esplanadas em Lisboa

  • Restaurantes
  • Global
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O restaurante de carnes de Olivier da Costa mantém-se discreto na Rua do Salitre mas ganhou agora uma esplanada, com um deck elevado no exterior e uma espécie de pequeno bosque que tapa a vista a mirones e abriga do vento. As cadeiras são almofadadas e há lugar para 16 comensais. Aqui comem-se carnes boas, algumas maturadas, oriundas da Austrália, Irlanda, EUA ou Japão. Assim que chegar, pergunte os cortes do dia e mostram-lhe a peça na mesa. Comece a refeição com um dos carpaccios, assinatura de Olivier, e siga depois para o ataque, de faca de serrilha em riste. O linguini de trufa ou o puré trufado são ambos boas opções para acompanhar as peças de carne. Entre as novidades há alguns pratos best seller do restaurante irmão Olivier Avenida, fechado agora para remodelações. A ementa está disponível por QR Code.

  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado

Depois da parceria com a plataforma de entrega de comida ao domicílio Uber Eats para o lançamento do restaurante virtual do Bairro, a segunda grande novidade pós-confinamento de Avillez é uma nova esplanada em plena Rua Nova da Trindade. É resultado da requalificação da rua, ao abrigo do programa “A Rua é Sua” da Câmara Municipal de Lisboa, cujo alcatrão agora está revestido a um azul forte. Na esplanada, aberta todos os dias das 12.00 às 23.00, pode pedir pratos da Taberna, do Páteo e da Pizzaria Lisboa. É possível reservar lugar na esplanada até às 19.00 (a partir dessa hora, a ocupação é feita por ordem de chegada).

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  • Restaurantes
  • Alfama
  • preço 3 de 4

Marlene Vieira, a chef com presença no Time Out Market e com um restaurante no Tagus Park, em Oeiras, está agora à beira-rio com um projecto grandioso no novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Do lado mais próximo da ciclovia, fica o Zunzum gastrobar, onde há espaço para a alta-cozinha a preço acessível, com uma carta com cerca de 20 propostas, todas para partilhar. As técnicas "são do mundo", diz a chef, mas os ingredientes e os sabores são bem portugueses. Das chips de peixe ao brioche com pasta de chouriço para começar, a feijoada de carabineiro ou a filhós de berbigão à Bulhão Pato, espetadas de porco preto ou mini-sanduíches de rosbife ou beterraba. Em breve haverá também um bar de sobremesas para os gulosos. E tudo isto pode ser comido sentado no interior do restaurante ou na grande esplanada vermelhinha que o espaço ganhou cá fora, envolta de um espaço verde e plantas e, claro, com vista rio, o melhor de tudo. 

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Chiado

Na mesma rua renovada e azulinha está a nova esplanada da Mercantina, aberta apenas para jantares al fresco. A carta está inteiramente disponível na esplanada e por lá continuam a destacar-se a premiada pizza Margherita D.O.P. Há também saladas, pastas frescas e risotos. À sobremesa pode escolher o clássico tiramisú ou pizza de Nutella, mas preste atenção a opções mais frescas e com frutinha da boa, como o abacaxi com limoncello.

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  • Restaurantes
  • Grande Lisboa

O sotaque é francês, a banda sonora não se fica por uma só geografia e o que chega à mesa tem tanto de tradicional como de experiência. O Palma Cantina, no Intendente, tem a alma de um "old day café, tal como o Café Janis", mas há também "influências da América do Sul", explica Melissa Domingues, responsável pela comunicação. A carta de cocktails é jeitosa e inclui a hibiscus infused margarita, o smash verde, com gin, manjericão, sumo de limão, menta e Midori, ou o spicy cilantro mezcal. Mas os pratos, com opções para todas as horas do dia, também são a prata da casa. Para já, a carta aposta forte em pratos leves como os tacos de gambas e chipotle ou o spicy feta shakshuka. Todas estas opções fazem parte do menu disponível todo o dia. Nas opções para o final de dia, disponíveis entre as 16.30 e as 22.30, está o manchego português marinado ou as empanadas caseiras. Também existe um menu matinal, para quem gosta de tomar o pequeno-almoço fora.

  • Bares
  • Cervejaria artesanal
  • Cais do Sodré

Os petiscos de Leonor Godinho fazem render qualquer um que vá à Musa da Bica só para se refrescar com cerveja artesanal – é mais que provável que acabe sentado à mesa e a lamber os dedos. Da katsu sando à sandes de pastrami com aquela batatinha frita caseira, dos pães de queijo ao falafel de tremoço, está convencido? A melhor das notícias é que alargaram o espaço de esplanada para o outro lado da estrada, para grandes finais de tarde com distanciamento e cabelos ao vento.

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  • Restaurantes
  • Cascais

O que era antes uma zona de solário, é agora o novo espaço de esplanada da Fortaleza do Guincho. É aqui, no Spot, com vista-mar privilegiada, que Gil Fernandes, chef do icónico restaurante desde 2018, quer servir uma cozinha menos formal, mas sem nunca prescindir da qualidade do produto. A carta é eclética, com comida de partilha, e ideal para um longo dia a contemplar as vistas do mar revolto do Guincho. Da antiga carta de bar, ficou a salada de polvo com batata doce, mas de resto é tudo novo: o gaspacho alentejano, o ceviche de peixe da lota, berbigão à Bulhão Pato ou o bacalhau à Guincho. Com a abertura do espaço de esplanada, o foco, tal como antes, está nos locais, que estão convidados a subirem à esplanada apenas para um copo ou cocktail, para petiscar ou para fazer uma refeição. Além dos petiscos, há pratos principais como o clássico esparguete de lavagante ou um prego no pão.

  • Restaurantes
  • Princípe Real
  • preço 2 de 4

Não é mesmo à porta do estaminé, até porque a inclinação complicaria a operação, mas não deixa de ter vista para o restaurante. O Crispy Mafya aproveitou as grades do lado oposto da estrada e improvisou uma mesa corrida com bancos altos para quem quer comer ao ar livre e sujar as mãos com o já conhecido frango frito. Para almoços, jantaradas ou petiscadas de final de tarde com hip hop como cenário de fundo, há sempre asinhas de frango à sua espera, hambúrgueres generosos (com opção veggie sempre), batatas fritas caseiras e cerveja fresca sempre a sair – esteja atento às redes sociais que há sempre happy hours a serem anunciadas. 

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  • Coisas para fazer
  • Cais do Sodré

A Taberna da Rua das Flores está firme mas expandiu o seu negócio taberneiro ao Cais do Sodré, através de um convite de Catarina Portas e João Regal, proprietários do único quiosque privado em Lisboa, o Quiosque São Paulo. Com 30 lugares de esplanada, o quiosque ganha agora nova vida numa empreitada feita por André Magalhães e os seus sócios, Bárbara Cameira e Tiago Alves. Fazem toda a produção e confecção n’A Taberna e servem depois no quiosque petiscos portugueses, bem conhecidos dos lisboetas mas muitos caídos em desuso. Começam logo às 09.00 a servir pequenos-almoços com galões e garotos, caldinhos, ou seja, café com cheirinho de aguardente (para começar bem o dia), bolos de arroz, rochas e pão de leite com marmelada. A ementa muda às 11.30 e mantém-se até às 23.00 com várias sanduíches, como a de torresmos da Casa Cid. Os petiscos prosseguem com ovos verdes, pastéis de massa tenra e bolinhos de bacalhau e há saladinhas para ir picando.  Na parte das bebidas, André Magalhães também decidiu recuperar para este quiosque a receita do refresco de salsaparrilha, do século XIX, utilizando ingredientes de ervanárias portuguesas.Para adoçar, conte com mousse de chocolate ou o clássico pudim Mandarim.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

É no filho mais velho dos restaurantes do grupo Amorim Luxury que está a novidade: o JNcQUOI Avenida ganha uma esplanada com 36 lugares em plena Avenida da Liberdade – há um estrado onde dantes estavam os lugares de estacionamento. A carta é assinada pelo chef António Bóia e traz um cold bar de onde saem ostras do Algarve, carpaccio de novilho, ceviche de garoupa ou um royal de marisco. No hot bar há ovos rotos trufados, pica-pau de novilho, bacalhau gratinado e plumas de porco ibérico. Não falham as saladas e as sanduíches, para refeições mais leves, e as tábuas de queijo para as horas de partilhar. Está aberta todos os dias do 12.00 às 23.00, mas é sempre melhor reservar (21 936 9900).

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  • Restaurantes
  • Português
  • Castelo de São Jorge
  • preço 2 de 4

A tasca da Mouraria, renovada por José Paulo Rocha e Fábio Algarvio, reabriu com a sua cozinha tradicional portuguesa, à qual acrescentaram pratos do dia – por lá vão passando rancho à minhota ou chocos grelhados – e um menu de petiscos onde brilham caracóis e moelas, que com este tempo caem sempre muito bem. Têm uma agradável esplanada para poder comer sem preocupações se quiser voltar aos hábitos de pré-confinamento, mas convém reservar, não vá o diabo tecê-las e roubar-lhe o lugar.

  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Alvalade
  • preço 3 de 4

Dias de calor pedem esplanada e o Soão fez o favor de alargar a experiência asiática ao exterior com meia dúzia de cadeiras e mesas mesmo encostadas ao restaurante, todas a cumprir a chamada distância de segurança. Mantém o serviço de take-away e entregas mas já está aberto para a viagem pelo Japão, Índia, China, Vietname, Coreia e Tailândia, há paragens na Indonésia e no Laos e os cocktails de autor de Vasco Martins para brindar sem medos, mas com cuidados.

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  • Restaurantes
  • Grelhados
  • Castelo de São Jorge

O ex-libris que é o panorâmico do Chapitô não deixa de o ser, mas em tempos como estes em que meio mundo procura uma esplanada para passar um bom bocado é aqui que entra o renovadíssimo terraço lá do sítio. Serve almoços e jantares com umas belas vistas para a nossa Lisboa, e ao leme da cozinha está agora o chef Pedro Bandeira Abril, que já passou pela Casa da Comida e pela Taberna Sal Grosso. Nas mesas caem coisas como salada de polvo ou de salmão, escabeche de coelho, bacalhau, polvo e atum grelhados, pregos ou abanicos de porco preto. É possível que haja menus especiais de quando a quando, por isso vá deitando o olho ao Instagram do Chapitô à Mesa. Durante Julho, todas as segundas-feiras há jantares especiais, com cozinheiros convidados. 

  • Restaurantes
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

O pequeno restaurante no Bairro Alto onde tudo passa pelo carvão (mas nada sai queimado) precisou de se reinventar neste pós-confinamento. Fechou em Março e só abriu para três pop-ups especiais, com serviços de entrega próprio, com outros restaurantes e bares da cidade, o East Mambo, o Crispy Mafya e o Machimbombo. O regresso faz-se agora com um novo conceito, o Bun It. Tem um novo menu baseado em sandes em brioche para pegar e levar ou voltar a sentar-se à mesa. O espaço do interior foi reorganizado e a rua ganhou umas mesas e bancos em estilo esplanada para comer e beber ao ar livre. O restaurante não vai perder a sua famosa happy hour, que agora será entre as 17.00 e as 19.00, nem a música ao vivo – mantém os DJs residentes durante as refeições. Pode reservar mesa para três horários diferentes (18.00, 20.00 e 21.30) ou passar para pegar e levar.

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  • Restaurantes
  • Grande Lisboa

O grupo Capricciosa tem já 12 restaurantes no seu portefólio mas faltava-lhe um conceito mais saudável. O Selllva – os três "L" não são erro, precisa de os imaginar como uma garra –, na rua Mouzinho da Silveira, perto do Marquês de Pombal, junta-se ao clã como um restaurante saudável sem ser fundamentalistas, com opções vegetarianas e veganas mas também boas propostas para quem não quer abdicar da proteína animal. Agora, de volta à nova normalidade, o restaurante criou uma zona de esplanada ampla, à entrada, para fazer face às necessidades. Ficam assim 48 lugares no interior e 16 no exterior, tudo com as devidas distâncias. 

  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

Quem quer entrar pelas portas do Ajitama tem agora uma nova zona de refeições sem tecto – é isso mesmo, há agora uma zona de esplanada construída sobre o passeio num deck elevado para não haver riscos de ter o caldo entornado. Para o tempo quente há novidades na carta como o chashu don, carne de barriga de porco com base de arroz japonês, e o ramen de Verão hiyashi chuka, com noodles e caldo frios com toppings também eles frescos. Para refrescar ainda mais há uma bebida com chá de matcha e leite de amêndoa bio e hortelã, o shochu margarita, uma interpretação da margarita que em vez de tequila leva o destilado japonês shochu, ou pode optar pela sangria de sake com frutos vermelhos. 

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  • Restaurantes
  • Português
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Ainda antes de saber datas e normas, Miguel Gonçalves aproveitou a quarentena para fazer uma limpeza profunda ao seu Sítio, para voltar a receber Gente Feliz. Foi pintado e remodelado, criadas pequenas ilhas mais protegidas e a esplanada espaçada. A comida é caseira e bem portuguesa e, como sempre, não há menu mas com uma nota de 20€ come e bebe bem, com acepipes, entradas, prato principal repetido, sobremesa e bebidas. Não há multibanco, vá precavido. 

  • Coisas para fazer
  • Lisboa

Não é uma novidade total, até porque o número 70 do Regueirão dos Anjos sempre teve terraço com meia dúzia de cadeiras. Os tempos que se vivem obrigaram a mudanças no espaço e agora já pode passar a tarde no Anjos70 refastelado na esplanada. Está aberta de segunda a sexta entre as 17.00 e as 23.00, e aos fins-de-semana o horário varia consoante os eventos que recebem – quando há mercado fica aberta das 11.00 às 23.00. Há comes e bebes a toda a hora, mas sem uma carta fixa, tanto tem prato do dia como apenas petiscos, mas garantimos é que há sempre opção vegetariana. No mês de Junho apostam forte nas bifanas e nas seitanas para celebrar os Santos. 

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  • Restaurantes
  • Chiado

O restaurante vegan expandiu o negócio para o Chiado no final de 2019, um ano e meio depois de abrir o primeiro espaço no Saldanha. O primeiro da família Green Affair tem esplanada na Duque d’Ávila, mas é no do Chiado que chegam as novidades com um pequeno jardim interior que permite que coma ao ar livre, seja o brunch vegan, que aqui é servido todos os dias da semana, seja os habituais pratos e petiscos da casa. Obrigatórios são os croquetes de espinafres com mostarda, as coxas de couve flor, as gyozas com hummus de beterraba, o hambúrguer de grão de bico e para adoçar o bico experimente a tarte crua de chocolate 

  • Restaurantes
  • Parque das Nações

O Honest Greens reabriu o seu restaurante enorme no Parque das Nações e tem a esplanada pronta para o receber – não é a maior novidade da cidade, mas é daquelas incontornáveis que não deu espaço nem tempo para ser aproveitada em todo o seu esplendor. As propostas são todas sazonais, saudáveis e sustentáveis e a escolha é feita entre pratos com proteína como base (os market plates), e outros com salada na base (garden bowls). As mesas cá fora estão distantes e há espaço para todos poderem encher a barriga junto ao rio.

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  • Restaurantes
  • Baixa Pombalina

A vista do último piso da icónica Pollux para as ruínas do Convento do Carmo e telhados lisboetas, continua a ser um segredo, ainda que mal guardado, da cidade. Este 8.º piso já teve muitas vidas – de snack-bar passou a restaurante com dedo de Miguel Castro e Silva, voltou a café e agora é Terraço Editorial, um restaurante-bar e biblioteca de vinhos. A carta de comida divide-se em petiscos, tábuas e sandes, pratos principais e sobremesas, e a acompanhar tudo isto, 190 vinhos – mas não se assuste, terá alguém para o ajudar na hora de escolher o vinho. 

  • Restaurantes
  • Cascais

O ponto de encontro é no farol, seja para comer, beber ou para ver uma emissão de rádio a acontecer. O Lusophonica abriu dentro do Farol de Santa Marta, em Cascais, mesmo à beira-mar, um espaço musicado pelo estúdio de rádio online que tem no seu interior a pescar sons da lusofonia. O acesso ao farol serve de terraço e é onde está instalada a esplanada extensa do Lusophonica, que tem sido o local de eleição para muita gente que começa a desconfinar. Serve brunch todo o dia, petiscos ao final da tarde, há gelados artesanais e café de especialidade para acompanhar. 

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  • Coisas para fazer
  • Cascais

Dez restaurantes, três ruas, várias esplanadas e muitos pratos à prova. O Todos Para a Rua! agora é Rua Amarela, precisamente porque todo o chão está pintado de amarelo, e já se instalou no de Cascais. Até Setembro, restaurantes como Moules & Gin, La Contessa – Carpaccio House, Taberna Clandestina, Polvo Vadio, Souk, Confraria Pop Up (ex-Waka) e Hamburgueria do Bairro juntam-se no eixo que compreende as ruas Nova da Alfarrobeira, Alexandre Herculano e Afonso Sanches. Todos os dias entre as 12.00 e as 23.00 a rua fecha-se ao trânsito e dá lugar às esplanadas para comes e bebes. É importante que faça reserva para evitar ajuntamentos.

Mais para comer

  • Coisas para fazer

E quando achávamos que já estava bom, eis que nascem novos quiosques, com refeições saudáveis, cadeiras para praticar o bronze e um cartaz de festas diversas. Na dúvida, são estes os melhores quiosques em Lisboa para começar bem o dia ou para o terminar com um brinde à cidade. Estão preparados para o receber com as devidas distâncias e medidas de higiene, é só escolher o poiso. 

  • Restaurantes
  • Geladarias

Basta o sol brilhar e a temperatura subir um pouco que um gelado torna-se logo no melhor aliado – ainda para mais agora, depois de um confinamento obrigatório, estamos todos desejosos de um raio de sol e uma brisa na cara. Dos sabores de fruta, pêra, limão ou framboesa, aos clássicos, como pistáchio, chocolate negro ou avelã, o céu é o limite no mundo dos gelados (ou gelatos, que as perdições italianas são cada vez mais na cidade). 

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