Global icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right As novas esplanadas em Lisboa para aproveitar o sol

As novas esplanadas em Lisboa para aproveitar o sol

Estas são as novas esplanadas em Lisboa para as tardes e noites que aí vêm.
Choupana Caffé no Terminal de Cruzeiros
Duarte Drago
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Esplanadas frescas no duplo sentido do adjectivo, percebe? São estes nomes que circulam pelos grupos de WhatsApp quando o sol aparece. Como bom “esplanador”, comece já a dinamizar esses chats e a marcar um copo ao final do dia numa destas novas esplanadas em Lisboa. A ideia é aproveitar o sol, mas há uma outra esplanada coberta por onde os raios passam, sem deixar de estar abrigado por eventuais brisas. Da reabertura do Clube Ferroviário, com uma esplanada tropical, ao novo Choupana Caffe, em Santa Apolónia, com uma esplanada com vista para o rio, há novidades fresquinhas e muitas razões para pôr protector e reclamar o seu lugar ao sol.

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As novas esplanadas em Lisboa

Choupana Caffe
© Ana Luzia
Coisas para fazer

Choupana Caffe

icon-location-pin Alfama

A pastelaria das Avenidas Novas Choupana Caffe estende-se à beira-Tejo com uma nova casa no Terminal de Cruzeiros no cais de Santa Apolónia. Com uma esplanada grande com vista para o rio, Ponte 25 de Abril e Cristo Rei, as muitas novidades na carta começam no brunch, que é servido diariamente, das 10.00 às 17.00. Em termos de pastelaria a oferta é mais reduzida, mas todas as estrelas da primeira casa estão aqui, como os croissants grandes, simples ou bem recheados, e os scones. O ambiente interior é semelhante ao do Choupana República, mas mais pequeno. 

Duarte Drago
Restaurantes, Libanês

Lebanese Corner

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A fórmula é simples, os produtos são quase todos caseiros e o sabor diferente quer mesmo ser um ex-líbris da cozinha. O Lebanese Corner nasceu no número 3 do Largo do Rato, com uma esplanada pequena, mas sempre cheia. Por lá, Mohamed traz um bocadinho da cozinha do país de origem à Lisboa multicultural e, com a ajuda da mulher, vai transformando cada ingrediente numa experiência.

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© Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Ruvida

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

No Ruvida — "áspero" na tradução para português — o dia começa com um pedaço de massa de tamanho considerável e tudo é feito à mão. Valentina, uma das figuras do negócio define o conceito como uma cozinha atípica que procura trazer receitas ultra tradicionais só possíveis de encontrar em determinadas zonas de Itália, numa viagem que quer, aos poucos, dar a provar todo o país. A carta abriu a jogar em casa, com apostas na gastronomia do Norte, mas a sazonalidade é um factor que o Ruvida vai levar a sério. No menu há clássicos como o tortellini em caldo ou em creme de parmesão (18€), e o tagliatelle com ragu (10€). Segue-se o tortelloni com manteiga à moda de Bolonha (12€) — cujo recheio leva parmesão, salsa e noz moscada — ou bigoli com ragu branco de pato (16€). O espaço, de decoração suave onde o vermelho impera, vai ecoando uma banda sonora italiana. 

praia no parque
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Praia no Parque

icon-location-pin São Sebastião

Após anos de abandono, há nova vida naquele que foi outrora o restaurante Botequim do Rei – o espaço junto ao mítico lago do Parque Eduardo VII está de cara lavada e trouxe a praia para o centro da cidade. Os pórticos em betão, que faziam parte da esplanada dos anos 50, mantiveram-se intactos e estão integrados na decoração do restaurante – agora há grandes vidraças que lhes dão continuidade e que deixam uma vista desafogada para o lago, mesmo ao lado. O Praia no Parque replica em Lisboa o mesmo conceito do projecto sazonal Praia na Villa, em Vilamoura, e faz a ponte entre o jantar e a noite sem ter de sair do restaurante. De quinta a sábado, a noite começa mais cedo e quem vai ali jantar sabe que vai acabar a dançar e de copo na mão. O conceito de partilha também reina para estes lados, a carta equilibra-se entre os pratos de peixe e os de carne (há 13 cortes no total), portanto é o melhor dos dois mundos. 

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brunch do Local Your Healthy Kitchen
©Luís Ferraz
Restaurantes, Orgânico

Local Your Healthy Kitchen Santos

icon-location-pin Santos

A cozinha saudável do Local já era uma marca bem montada em Cascais, no Mercado da Vila, e no Palácio Chiado, em Lisboa, onde começaram a explorar um conceito com pokés e ostras da Ria Formosa. Em Santos têm uma esplanada maior mas o mesmo conceito. A carta é igual: ao pequeno-almoço servem-se papas de aveia com leite vegetal e frutos silvestres e amêndoa (6,10€) ou maçã, nozes e canela (5,80€), panquecas de limão e ricota com creme (8,50€); há tostas, as famosas bowls com açaí, chia ou iogurte grego com fruta. A carta de almoço tem opções vegetarianas e vegan, onde estão os hambúrgueres de feijão preto, guacamole, milho, tomate e cebola roxa (10,20€), o caril vermelho tailandês de tofu e arroz integral (10,80€) ou a beringela assada com pinhões, tomate cherry e arroz integral (10,80€). Numa sala ao lado, a funcionar de forma praticamente independente, está o Sea by Local, o conceito que estrearam no Palácio Chiado.

Zazah good view
©Arlindo Camacho
Bares

Zazah Good View

icon-location-pin Grande Lisboa

Na ponta oposta ao Okah, o restaurante asiático no topo do LACS, está o Zazah Good View, este sim a extensão do restaurante Zazah do Príncipe Real mas com uma vertente mais de bar. Os petiscos de partilha que deram a conhecer no restaurante, como as bolinhas de alheira (6€), os cogumelos-ostra de Sintra gratinados com parmesão ou os cones de sapateira (8,50€), estão aqui para acompanhar a carta de 12 cocktails criada em parceria com a Liquid Consulting. Prove um Smash the Pumpkin, com gin, puré de abóbora caseiro e xarope de canela (9,50€) ou o fresco Summer Berry, com rum, morango e baunilha (9€). Este espaço mantém a mesma ideia dos contentores mas deste lado estão a céu aberto, há mesas altas, uma zona de dança e outra que conta como miradouro.

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Soul Garden
Manuel Manso
Restaurantes

Soul Garden

icon-location-pin Campolide

O Corinthia Lisboa Hotel, em Campolide, criou uma espécie de jardim interior: basta atravessar a entrada do hotel e chega a um oásis onde se serve comida leve de sabores equilibrados, casada com cocktails de assinatura. Há três ilhas dedicadas a três estilos de cocktails: a ilha old fashion, a sour e a negroni e para cada um destes espaços mais recatados há uma pequena carta de bebidas criada por Nelson Antunes – o white negroni traz gin e vermute (12,50€) e o Don Julio sour tem tequilla e sumo de lima (17€). A cozinha é de Carlos Gonçalves, que passou boa parte da sua carreira na equipa do hotel Ritz Four Seasons.

Mais para comer

Mamasan
Duarte Drago
Restaurantes

Os melhores novos restaurantes em Lisboa

A restauração floresce a grande velocidade na capital. Aliás, a nossa cidade tem uma diversidade cada vez maior no que à restauração diz respeito. E é mesmo caso para dizer: venham eles. Queremos toda a comida do mundo, chefs a abrir restaurantes de fine dining ou conceitos mais democráticos, restaurantes asiáticos ou boa comida portuguesa com o bacalhau como estrela. Queremos ficar sentados no restaurante a apreciar as vistas, ou pegar e levar para casa. 

Nivà
©Manuel Manso
Restaurantes

Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

O Verão ainda está longe, mas basta o sol brilhar e a temperatura subir um pouco que um gelado torna-se logo no melhor aliado. Desde os de fruta, de pêra, limão ou framboesa, aos clássicos, como pistáchio, straciatella ou bolacha maria, o céu é o limite no mundo dos gelados (ou gelatos, que as perdições italianas são cada vez mais na cidade). E a verdade é que a lista das melhores gelatarias não pára de engordar de ano para ano. Nesta selecção, tem das mais antigas às mais recentes, incluindo o lugar perfeito (talvez o único) para apreciar um gelado alcoólico servido em cocktail ou como shot. Coma (ou beba) rápido, antes que derreta.

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