Os melhores restaurantes na Baixa

No meio de restaurantes very typical e turistas levados ao engano, eis uma lista dos melhores restaurantes na Baixa de Lisboa.

Fotografia: Ana LuziaBastardo

Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos.

Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa. 

 

Os melhores restaurantes da Baixa

Bastardo
Fotografia: Arlindo Camacho
1/7

Bastardo

4 /5 estrelas

Tem sido difícil acompanhar as mudanças de chefia no Bastardo e com elas as alterações na ementa. O restaurante está agora nas mãos de Duarte Madeira, até aqui subchef, que continua o trabalho de romper com todas as ideias pré-concebidas de uma cozinha de hotel. Aqui fazem-se pratos de conforto, que vão das massas aos risotos, além de outros tradicionais, caso da caldeirada de corvina, camarão e amêijoa. O bar de entrada foi renovado e dedica-se agora à cockteleria de forma mais séria.

Perfeito para: instagramar os populares individuais com a frase “on this magic place calories don’t count”.

Obrigatório provar: os gnocchis com caranguejo, tomate e salicórnia.

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Baixa Pombalina
Caxemira
Fotografia: Arlindo Camacho
2/7

Caxemira

O aroma das especiarias começa a sentir-se ainda nas escadas que levam ao primeiro andar deste restaurante na Praça da Figueira. E se lá chegar depois de o relógio ter batido as 13.00, é provável que tenha de continuar a senti-lo do lado de fora da porta, enquanto espera por mesa. Porque a comida indiana do Caxemira, que não se compadece com estômagos sensíveis ao picante, é tão famosa que o sítio está sempre à cunha. O caril de camarão é excelente, o de borrego idem e deve ser acompanhado de nan.

Perfeito para: pôr à prova aquele amigo que se diz super tolerante ao picante.

Obrigatório provar: as chamuças de carne.

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Santa Maria Maior
Gambrinus
Fotografia: Ana Luzia
3/7

Gambrinus

4 /5 estrelas

Manual de conduta para comer na barra do Gambrinus: 1) comer sempre um croquete com mostarda da casa; 2) pedir a tulipa Gambrinus, uma cerveja mista muito boa; 3) não ignorar as amêndoas torradas; 4) esperar pacientemente pelas torradas de pão de centeio; 5) trincar um prego ou uma sandes de rosbife com tártaro; 6) assistir à preparação do café de balão - e bebê-lo, claro. Convém também decorar que às segundas é dia de empadão de perdiz, às quartas de empadão de lagosta e às quintas de eisbein com chucrute.

Perfeito para: almoçar sozinho. Com tantos empregados, nunca está mesmo sozinho, percebe?

Obrigatório provar: Os croquetes? O prego? Ou serão os crepes suzette?

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Santa Maria Maior
Pinóquio
Fotografia: Arlindo Camacho
4/7

Pinóquio

4 /5 estrelas

Tempos houve em que os lisboetas torciam o nariz à quantidade de turistas que frequentavam o Pinóquio e evitavam misturar-se. Agora que foram obrigados a uma convivência mais pacífica, é tempo de 1) admtitr que eles é que estavam certos; 2) redimir-se de todos os anos em que esteve sem provar as amêijoas feitas na cafeteira, as gambas à la placha ou o segredo da casa, o bife no pão (a.k.a. o prego do lombo); 3) reservar mesa na esplanada e mostrar aos forasteiros com orgulho a sua travessa de seafood.

Perfeito para: um jantar antes de um espectáculo nas Rua das Portas de Santo Antão.

Obrigatório provar: o pica-pau do lombo com batatas fritas às rodelas e picante caseiro.

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Santa Maria Maior
RIB Beef & Wine
Fotografia: Manuel Manso
5/7

RIB Beef & Wine

4 /5 estrelas

Foi a segunda aposta de restauração da Pousada de Lisboa (o Lisboeta deixou poucas memórias) e veio com um conceito que o grupo Pestana já tinha no Porto. Chama-se RIB Beef & Wine, tem à cabeça o chef Rui Martins, mas na execução de Lisboa, o chef Luís Rodrigues. Respeitando o nome, o core da ementa são os cortes de carne, como o exímio tomohawk ribeye steak ou o chateaubriand, há vários molhos e guarnições à escolha, mas deixe espaço para as entradas e sobremesas. Só é pena ter tantos turistas.

Perfeito para: admirar/invejar a vida dos estrangeiros que visitam Lisboa.

Obrigatório provar: a sopa de tomate escalfado à Alentejana com ovo escalfado e bacalhau.

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Santa Maria Maior
Taberna Moderna
Fotografia: Ana Luzia
6/7

Taberna Moderna

4 /5 estrelas

Estreou-se em 2017 nos almoços (finalmente) com a uma imensidão de minipratos que podem ser comidos individualmente ou partilhados com o resto do grupo. Há alguns clássicos da casa, como as croquetas de presunto e choco ou os ovos rotos com gulas e camarão, além de pratos ditos mais substanciais. Quanto ao resto, tudo se mantém intacto nesta animada taberna de alma espanhola. As dezenas de gins do Lisbonita Gin Bar, os pratos postos no centro da mesa para dividir e a qualidade da comida.

Perfeito para: jantar e aquecer para uma noitada no Lux.

Obrigatório provar: o polvo à galega, por supuesto.

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Santa Maria Maior
Tasca Kome
Fotografia: Arlindo Camacho
7/7

Tasca Kome

4 /5 estrelas

No meio de tantos restaurantes para inglês da Baixa, está instalada a Tasca Kome para português ver. O trabalho de Yuko Yamamoto, japonesa radicada em Portugal há mais de uma década, vai muito para além do sushi e estende-se a pratos tradicionais do Japão, feitos com os produtos de mercado da época. São já famosas as takoyaki (bolas de polvo fritas), o zukedon de salmão (salmão marinado sobre arroz de sushi) ou o ika somen (sashimi de lula). Além dos imbatíveis menus de almoço a 9,50€

Perfeito para: almoçar na Baixa sem lhe assaltarem a carteira.

Obrigatório provar: o zukedon de salmão (foi capa da Time Out e tudo).

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Baixa Pombalina
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