petra, jordania
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De Paris a Petra: os 24 edifícios mais bonitos do mundo

Desde construções inovadoras até algumas das estruturas mais antigas do planeta, eis onde encontrar os edifícios mais incríveis do mundo.

Liv Kelly
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O nosso planeta está repleto de espectáculos naturais deslumbrantes: cascatas imponentes, cordilheiras intermináveis e praias reluzentes, só para citar alguns. Mas também podemos gabar-nos um pouco já que, ao longo da história, têm sido mãos humanas a desenhar e a construir edifícios verdadeiramente magníficos.

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Do projecto centenário para construir e embelezar a Sagrada Família até à impressionante engenharia contemporânea na Austrália e na Noruega, há beleza por todo o lado e sem esquecer as histórias comoventes que inspiraram estas estruturas. Eis uma lista abrangente (ainda que não exaustiva) dos edifícios mais bonitos, fascinantes e impressionantes do mundo.

Os 24 edifícios mais bonitos do mundo

1. Taj Mahal, Índia

Quando foi construído? 1632–1653

Pode achar que já fez muitos gestos românticos na vida, mas poucos se poderão comparar aos de Shah Jahan. Após a morte da mulher, Mumtaz Mahal, o imperador mogol encomendou a construção de um mausoléu digno dela. O resultado, 22 anos depois, foi o Taj Mahal. Diz-se que a beleza do edifício foi inspirada na dela, e o poeta inglês Sir Edwin Arnold terá dito que o palácio “não é uma peça de arquitectura, como outros edifícios são, mas a paixão orgulhosa do amor de um imperador talhada em pedra viva”.

2. Hallgrímskirkja, Islândia

Quando foi construído? 1945–1986

A Hallgrímskirkja de Reiquiavique pode parecer um foguete, mas é na verdade uma impressionante igreja evangélica-luterana, e o maior local de culto na Islândia. A fachada combina estilos modernistas e expressionistas, mas o arquitecto Guðjón Samúelsson inspirou-se na paisagem islandesa. As laterais inclinadas da fachada evocam lava arrefecida, e o betão branco permite que se integre com as montanhas ao fundo.

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3. Pirâmides de Gizé, Egipto

Quando foram construídas? 2550–2490 a.C.

Nenhuma lista credível de edifícios bonitos estaria completa sem as estruturas mais antigas e imponentes de sempre. Construídas (presumivelmente) com recurso a rampas, trenós, cordas, alavancas e rolos, as Pirâmides de Gizé serviam de túmulo aos faraós do Antigo Império Egípcio, preparando-os para a vida como deuses após a morte. E, tendo em conta que a construção da Grande Pirâmide começou há mais de quatro milénios, é seguro dizer que resistiram ao teste do tempo.

4. Fallingwater, EUA

Quando foi construída? 1936–1939

Estar rodeado de natureza faz bem, mas a Fallingwater leva isso a outro nível. O arquitecto Frank Lloyd Wright idealizou o edifício como refúgio de fim-de-semana para a família Kaufman. Com terraços em consola que se projectam sobre a vegetação luxuriante, a Fallingwater entrelaça-se com a paisagem deslumbrante da reserva natural Bear Run, construída de forma engenhosa sobre uma cascata (daí o nome). O interior, concebido em torno de uma lareira, incorpora rochas que invadem o espaço a partir do exterior. Toda a casa está consantemente envolta no som da água em queda.

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5. Ad-Dayr, Petra, Jordânia

Quando foi construída? Século I d.C.

Também conhecida como a “Cidade Rosa”, devido ao tom rosado do arenito que a rodeia, Petra destaca-se pela sua beleza impressionante e arquitectura singular – os edifícios estão parcialmente construídos e esculpidos na rocha, com um sistema inovador de gestão de água que permitiu o estabelecimento de uma população – que lhe valerem o título de uma das oito maravilhas do mundo. Ad-Dayr, o Mosteiro, é um dos monumentos mais visitados e emblemáticos da antiga cidade. Com 48 metros de altura, é a mais imponente fachada em pedra de Petra.

6. Fundação Louis Vuitton, França

Quando foi construída? 2007–2014

À primeira vista, talvez não pareça, mas a obra-prima de Frank Gehry de 2014 inspira-se nas clássicas estufas do final do século XIX – do tipo que também aparece noutros pontos desta lista. A forma do edifício faz lembrar um navio futurista adornado com doze “velas” de vidro, numa estrutura que Gehry imaginou como um “magnífico navio que simboliza a vocação cultural da França”. Entre as velas, surgem blocos brancos apelidados de “icebergues” e o seu aspecto fragmentado é um aceno ao estilo arquitectónico desconstrutivista que caracteriza a obra do arquitecto.

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7. Biblioteca do Trinity College, Irlanda

Quando foi construída? 1712–1732

A maior biblioteca da Irlanda é muito mais do que uma imensa colecção de livros (ainda que aqui estejam guardados cerca de seis milhões de volumes impressos). A sua nave principal, com 65 metros de comprimento e conhecida como Long Room, é uma construção imponente que foi sendo ampliada ao longo das décadas para acolher cada vez mais livros. Começou por ser um espaço térreo com tecto em estuque, mas foi sendo erguido até apresentar agora tectos em abóbada de berço e uma galeria superior, dando origem a esta sala de leitura de atmosfera gótica e melancólica, hoje famosa em todo o mundo.

8. Grande Mesquita de Djenné, Mali

Quando foi construída? Século XIII, reconstruída em 1907

Se nunca viu um edifício construído em tijolo de adobe, comece em grande com esta mesquita, o maior exemplo deste tipo de arquitectura em todo o planeta (e classificado como Património Mundial pela UNESCO). É feita com tijolos de terra seca ao sol, revestidos com areia, argamassa à base de terra e uma camada de estuque. No entanto, o clima em Mali não é amigo deste tipo de material, por isso, todos os anos tem lugar o Crépissage de la Grand Mosquée, um evento anual em que toda a comunidade local se junta para reestucar o edifício – geralmente as mulheres recolhem água do rio e os homens recolhem o barro e preparam o estuque.

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9. Mesquita Nasir Ol Molk, Irão

Quando foi construída? 1876–1888

Se procura beleza nos detalhes mais minuciosos, vá à procura de uma mesquita. A Mesquita Nasir Ol Molk, em Shiraz, apelidada de “Mesquita Rosa”, é um excelente exemplo. A sua jóia da coroa é a sala de oração, que ao nascer do sol se enche de cor caleidoscópica, iluminando suavemente os inúmeros e intrincados mosaicos nas paredes. Mas o exterior da mesquita é igualmente impressionante, com azulejos em tons pastel a decorar todo o edifício de forma deslumbrante.

10. The Twist, Noruega

Quando foi construída? 2016–2019

Já visitou uma galeria de arte que também funciona como ponte? Pois bem, no Parque de Esculturas Kistefos, na Noruega, é possível fazê-lo. Esta impressionante proeza de engenharia e arquitectura chama-se apropriadamente The Twist e consiste numa viga que roda 90 graus para ligar as margens do rio Ranselva. No interior, a utilização inovadora da luz dá origem a três galerias distintas: os visitantes são recebidos com janelas panorâmicas do chão ao tecto no lado norte; ao centro há uma secção escultórica banhada por uma faixa de luz no tecto; e, a sul, um espaço alto e de atmosfera mais densa.

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11. Sagrada Família, Espanha

Quando foi construída? 1882 até hoje (prevista conclusão em 2026)

Diz-se que as melhores coisas levam tempo – e mais de 140 anos depois do início da sua construção, a obra-prima de Antoni Gaudí está quase (mesmo quase) concluída. A Sagrada Família tem conclusão prevista para a Primavera de 2026, o que coincidirá com os 100 anos da morte do arquitecto, e parece que toda a espera valerá a pena. Desde o estilo arquitectónico peculiar, entre o gótico e o art nouveau, aos intensos vitrais coloridos, passando pelas colunas que lembram árvores e o enigmático “quadrado mágico”, este é um edifício verdadeiramente único na sua combinação de texturas, cores, luz e pormenores.

12. Jatiya Sangsad Bhaban, Bangladesh

Quando foi construída? 1961–1982

O Parlamento Nacional do Bangladesh pode não ser belo no sentido clássico, romântico ou delicado, mas é impossível negar o seu impacto. Foi desenhado pelo mundialmente conhecido arquitecto Louis Kahn, originalmente para albergar os órgãos governamentais do Paquistão Oriental, até que o Bangladesh conquistou a sua independência em 1971, quando o edifício ainda estava em construção. Hoje, é um símbolo da democracia. Uma das marcas de assinatura de Kahn era a forma como manipulava a luz – acreditava que a luz natural podia transformar o interior de um edifício de forma incomparável – e por isso a fachada modernista apresenta grandes aberturas geométricas.

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13. Panteão, Itália

Quando foi construído? 118–128 d.C.

Quer pense ocasionalmente ou todos os dias no Império Romano, o Panteão – que em grego significa “honrar todos os deuses” – é um exemplo monumental do engenho e da mestria arquitectónica dessa civilização antiga. A sua cúpula de betão não armado continua a ser a maior do género em todo o mundo e é também perfeitamente proporcionada: o diâmetro de 43,3 metros é exactamente igual à distância entre o chão e o tecto. Ah, e o buraco no topo – o “óculo” ou “olho do Panteão” – cria um impressionante efeito de luz todos os anos, a 21 de Abril, quando o sol do meio-dia atravessa uma grelha metálica sobre a porta e ilumina por completo o pátio exterior. Deslumbrante, não concorda?

14. Palmenhaus do Palácio de Schönbrunn, Áustria

Quando foi construída? 1880–1882

Uma grande estrutura feita de aço e vidro pode não soar, à partida, como uma combinação particularmente elegante de materiais, mas em Viena resultou nesta estufa requintada, que remonta ao século XIX. A Palmenhaus ergue-se nos Jardins Botânicos Holandeses do Palácio de Schonbrunn e, apesar do seu aspecto delicado, alberga três climas distintos e cerca de 4500 espécies de plantas. O pavilhão central recria um clima mediterrânico, o lado norte é dedicado a espécies de climas frios e o lado sul é tropical, todos interligados por túneis subterrâneos.

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15. Centro Comunitário de Cerâmica de Bát Tràng, Vietname

Quando foi construído? 2021

Bát Tràng, uma vila ancestral situada no distrito de Gia Lâm, em Hanói, é famosa pela sua cerâmica – o nome significa, literalmente, “oficina de tigelas”. No entanto, apesar da sua longa história (remonta ao século XI), é um dos edifícios mais recentes que mais impressiona: o Bát Tràng Ceramic Community House. O design deste espaço arrojado e em forma de camadas, inspirado na forma das rodas de oleiro, foi desenvolvido com o contributo de habitantes locais, artesãos e especialistas em cerâmica.

16. Museu da Eldridge Street, EUA

Quando foi construído? 1887

Este edifício não é apenas belo pelas suas influências mouriscas, góticas e românicas, pelas janelas imponentes ou pela fachada grandiosa, mas também pela sua história. Originalmente construído em 1887, numa altura em que os Estados Unidos atravessavam uma vaga de imigração em massa e o Lower East Side de Nova Iorque se tornava a comunidade judaica mais densamente povoada do mundo, a Sinagoga da Eldridge Street foi a primeira nos EUA a ser construída de raiz por imigrantes judeus da Europa de Leste. Representava, com orgulho, a sua recém-conquistada liberdade religiosa. Com o tempo, a comunidade foi diminuindo, mas um generoso projecto de restauro, que deu origem ao Museum at Eldridge Street, devolveu ao edifício o seu esplendor original.

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17. Santuário de Las Lajas, Colômbia

Quando foi construído? 1916–1949

Muitos edifícios nascem da necessidade, mas outros são erguidos para honrar ou recordar. Foi exactamente esse segundo motivo que levou à construção desta imponente basílica colombiana. Assente sobre uma ponte a 40 metros de altura sobre o rio Guáitara, o local é destino de peregrinação desde o século XVIII, quando se acredita que uma mulher e a sua filha ali testemunharam uma aparição da Virgem Maria. Entre 1916 e 1949, contrafortes, arcos ogivais e abóbadas nervuradas foram construídos para substituir o antigo santuário mais modesto, conferindo ao local uma nova grandiosidade de estilo neogótico.

18. Museu de Arte Antiga e Contemporânea (MONA), Austrália

Quando foi construído? 2011

Se procura um edifício que não só o receba, mas que o leve numa verdadeira viagem, o MONA é o sítio certo. Escavado em falésias de arenito do período Triássico, a cerca de 40 minutos de ferry de Hobart, ao longo do rio Derwent, na Austrália, este museu tem um design invulgar mas absolutamente genial. A ideia por trás do projecto era não interferir com as propriedades já existentes na zona, por isso muitas das salas de exposição encontram-se em espaços subterrâneos pouco iluminados. Além disso, há uma área de conservação de arte e um teatro no local. A secção mais recente do edifício, chamada Pharos, foi inaugurada em 2017 e é acessível através de dois túneis distintos.

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19. Maggie’s Centre, Hospital St James, Reino Unido

Quando foi construído? 2020

Os hospitais tendem a ser locais desconfortáveis, com luzes fluorescentes demasiado fortes e superfícies que rangem de forma inquietante. Não é o caso deste Maggie’s Centre. A instituição de solidariedade tem-se esforçado por criar ambientes acolhedores para apoiar doentes oncológicos e as suas famílias, e este espaço é tanto reconfortante como deslumbrante. Estruturas gigantes em forma de cogumelo erguem-se do chão para formar telhados em diferentes níveis, e os “caules” são suficientemente largos para albergar casas de banho e elevadores. O espaço é decorado sobretudo com materiais naturais, como mesas com tampo de cortiça, pavimentos em resina e vasos suspensos que caem em cascata.

20. Templo Bahá’í da América do Sul, Chile

Quando foi construído? 2007–2016

Esqueça tudo o que sabe sobre templos – este deslumbrante local de culto no Chile é uma impressionante ruptura com a tradição. A Comunidade Baháʼí é uma religião que promove a unidade entre todos os povos, e este templo, com os seus nove véus de vidro reluzente, forma um espaço aberto e acolhedor que pode receber até 600 pessoas. No interior, o topo da cúpula deixa entrar a luz, que é filtrada entre o vidro e o mármore português translúcido que reveste a estrutura. Ao pôr-do-sol, a luz transforma-se gradualmente de branca para prateada, depois ocre e, por fim, púrpura.

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21. Capela Futuna, Nova Zelândia

Quando foi construída? 1959–1961

Escondida no bairro de Karori, em Wellington, está aquela que é amplamente considerada pela comunidade da arquitectura como a obra mais significativa da Nova Zelândia no século XX. A Capela de Futuna é um pequeno espaço encantador, originalmente encomendado pela Sociedade de Maria, uma congregação católica. No interior, encontra-se um maravilhoso jogo de luzes que se projecta no chão e nas paredes através dos vitrais, acompanhados por madeira, sobreposições, texturas marcantes e muitas linhas angulosas.

22. Centro de Liderança Komera, Ruanda

Quando foi construído? 2022

Este centro comunitário e educativo junto ao Lago Ihema, no leste do Ruanda, é uma construção recente que incorpora de forma inteligente o ambiente envolvente, numa prática conhecida como arquitectura vernacular. O nome significa “manter-se firme e ter coragem” e, por todo o edifício, há painéis de eucalipto entrançados e padrões de tijolos inspirados na arte tradicional ‘Imigongo’, um estilo que terá tido origem naquele país há vários séculos.

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23. Monumento Nacional do Holocausto, Canadá

Quando foi construído? 2017

É nosso dever colectivo aprender com o passado. E homenagear capítulos sombrios da história através de monumentos marcantes é uma forma poderosa de estimular essa introspecção. Oficialmente intitulado “Paisagem de Perda, Memória e Sobrevivência”, o Monumento Nacional do Holocausto do Canadá foi pensado até ao mais pequeno detalhe para estar à altura do seu nome. A estrutura é composta por seis volumes triangulares que formam a Estrela de David, organizados em torno de dois planos: um ascendente, que aponta para o futuro, e outro descendente, que conduz a um espaço com murais e fotografias do Holocausto, para garantir que o passado nunca será esquecido.

24. Enryaku-ji, Japão

Quando foi construído? 788

O que não falta em Quioto são templos, mas o Enryaku-ji é um dos mais bonitos. Está situado no topo do Monte Hieizan, na cordilheira oriental de Quioto, e o complexo mais amplo chegou a contar com cerca de 3000 subtemplos. Foi fundado por Saicho, o monge que introduziu o budismo Tendai na região, no ano de 778. No entanto, após um ataque do daimyō japonês Oda Nobunaga em 1571, que procurava unificar o Japão, a maioria dos edifícios originais foi destruída. Actualmente, os que restam datam maioritariamente do período Edo e estão agrupados em três zonas principais: Todo, Saito e Tokawa.

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"Desenvolvimentos positivos" numa reunião com o Ministério das Infra-estruturas fizeram com que o Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) cancelasse a greve prevista para esta sexta-feira, dia 30 de Outubro, noticiou a agência Lusa. A paralisação teria, de acordo com o previsto, também impacto na véspera e no dia seguinte. A greve era justificada com reivindicações financeiras, como resposta à "contínua perda do poder de compra e uma degradação das condições de vida das famílias ferroviárias", situação para a qual o Governo se terá mostrado sensível e disponível para dialogar.Também para esta semana, esteve prevista uma greve no Metro de Lisboa, nos dias 28 e 30 de Outubro, que foi igualmente desconvocada. 🏃 Mais coisas para fazer: fique a par do melhor da agenda de Lisboa 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
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As greves parciais convocadas para os dias 28 e 30 de Outubro e que iriam afectar a circulação de metro entre as 05.00 e as 10.00 foram desconvocadas. O aviso foi feito na noite da última segunda-feira, horas depois de o tribunal ter decretado serviços mínimos – obrigado assim a empresa a garantir a circulação de alguns comboios e a abertura de certas estação, mesmo durante o período da greve. "Assim, a exploração da rede do Metro de Lisboa terá início às 06.30, nos moldes habituais, estando assegurada a circulação de comboios e o funcionamento de todas as estações em condições de normalidade", pode ler-se no comunicado emitido esta segunda-feira à noite. O que se mantém é a greve da CP marcada para a próxima sexta-feira, 30 de Outubro. Estão previstas “perturbações na circulação de comboios, com possíveis impactos também no dia anterior e seguinte”, segundo o comunicado publicado no site da empresa de transportes. 🗞️ Mais notícias: fique a par das novidades com a Time Out 📲 Siga-nos nas redes sociais: Whatsapp, Instagram, Facebook e LinkedIn
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A presidente da empresa Metropolitano de Lisboa (ML), Cristina Vaz Tomé, garantiu, na terça-feira, 20 de Outubro, no Parlamento, que a obra da Linha Circular terminará até Março de 2027, mantendo-se assim o prazo anunciado em Abril e já depois de a empreitada ter descarrilado mais de três anos (a inauguração foi inicialmente apontada para 2023). O custo também está longe do previsto. Primeiramente orçada em 210 milhões de euros, a obra passou para os 240 milhões, depois para 270 milhões e a seguir para 331 milhões, chegando aos 380 milhões de euros.  O projecto de unir as linhas amarela e verde do metropolitano de Lisboa, ligando as estações do Rato e do Cais do Sodré, começou há 17 anos, altura em que foi emitido o primeiro despacho do Governo a apresentar o plano de expansão da rede (eram José Sócrates primeiro-ministro e António Costa presidente da Câmara de Lisboa).  Alcântara ainda a ver navios A presidente da ML também se debruçou sobre as obras de expansão da Linha Vermelha, até Alcântara, afirmando que a empresa está à espera há dois anos do visto do Tribunal de Contas (TdC) para poder avançar. O TdC não demorou a reagir, explicando que, em Agosto de 2025, pediu esclarecimentos à ML sobre o contrato de fiscalização das obras mas que a empresa de transportes respondeu, no passado mês de Setembro, que está dependente de uma nova resolução do Conselho de Ministros para poder reprogramar os encargos financeiros até 2028, quando, neste momento, a autorização para...
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