"VÉNUS – Valentino Garavani pelo olhar de Joana Vasconcelos"
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Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Dos grandes museus às pequenas galerias, não faltam exposições para ocupar este fim-de-semana.

Mauro Gonçalves
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Chegámos a Outubro, o fim-de-semana é abençoado com um feriado e as atenções vão estar quase todas no MAAT – afinal, o museu celebra o seu 10.º aniversário (com dois dias de entrada livre, domingo e segunda-feira) e ainda abre uma das exposições desta rentrée, que junta peças de grande escala de Joana Vasconcelos e a alta-costura de Valentino Garavani. Aproveite a borla e espreite também a exposição "Mais Alto", sobre um grupo de enfermeiras pára-quedistas que serviram durante Guerra Colonial Portuguesa. Termina já na segunda-feira.

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Exposições para ver no fim-de-semana

  • Arte
  • Desenho e ilustração
  • Lisboa

Não é a exposição mais aguardada da temporada, mas a premissa é inusitada e isso tem o seu valor. O nome diz tudo sobre este projecto que tem vivido essencialmente no Instagram – Teresa e Matilde têm desafiado dezenas de pessoas de diferentes backgrounds a desenharem um cavalo, com marcador numa folha A4. Algumas das obras de arte resultantes vão ser expostas durante três dias em Arroios.

  • Arte
  • Belém

Para assinalar o seu 10.º aniversário, o MAAT recebe a exposição "VÉNUS – Valentino Garavani pelo olhar de Joana Vasconcelos". Num percurso desenhado pela própria artista, os visitantes encontram mais de 40 criações de Valentino Garavani, entre alta-costura e pronto-a-vestir. Joana Vasconcelos, por sua vez, desenvolveu uma das suas Valquírias, trabalhada a partir de elementos de algumas das criações mais emblemáticas do designer – a Valquíria Venus. A par de algumas criações inéditas, Vasconcelos expõe também trabalhos marcantes do seu corpo de trabalho – como Marilyn, Jardim do Éden e Coração Independente #3.

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  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Alvalade

É a última exposição na Galeria Vera Cortês, uma "instituição" no panorama da arte contemporânea em Lisboa e no país. Durante os três últimos meses do espaço, é Béatrice Balcou quem ocupa a casa, artista "conhecida pelas suas performances, esculturas e instalações que transformam o manuseamento e o cuidado das obras de arte num ritual". Com obras em colecções como a do Centre Georges Pompidou (Paris, França), da Fundação CAB (Bruxelas, Bélgica) ou da Kunsthalle (Recklinghausen, Alemanha), a artista traz a Alvalade perto de dez pinturas semelhantes a monocromias, junto a títulos que remetem para a história da pintura. O desejo e o trabalho da autora têm sido precisamente cuidar (e centrar a atenção) no que já existe. "Balcou, em cada quadro, tenta reproduzir à perfeição as preparações históricas, tal como Caravaggio, Monet ou Agnes Martin as realizavam eles próprios no atelier ou confiavam a sua execução a outros. Isto implica uma verdadeira investigação sobre os processos preparatórios, os pigmentos e os gestos que, precisamente, não se destinam a ser apreciados por si próprios, mas que, no entanto, permitem ainda hoje admirar tantas obras-primas", pode ler-se na nota enviada pela galeria.

  • Arte
  • Belém

A partir das vivências e registos de um grupo de mulheres que serviram na Guerra Colonial Portuguesa como enfermeiras pára-quedistas, Margarida Correia monta uma exposição de fotobiografias. A história destas mulheres num contexto de ditadura e opressão, mas também o que experienciaram durante o tempo de serviço em África e como as suas vidas se desenrolaram depois da queda do regime compõem uma exposição fotográfica e documental, dividida em pequenas salas.

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  • Arte
  • Fotografia
  • Cascais

A Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais apresentam a exposição "O Último Carnaval da Coreia", com fotografias de Bruno Figueroa, diplomata e actual embaixador do México em Portugal. Patente na Capela do Centro Cultural de Cascais de 23 de Julho a 11 de Outubro de 2026, a mostra reúne registos captados no bairro de Itaewon, em Seul, na véspera da tragédia de Outubro de 2022. As imagens eternizam os momentos de celebração, liberdade e expressão individual de 159 jovens que perderam a vida horas mais tarde.

  • Arte
  • Belém

O Centro de Arquitectura do MAC/CCB apresenta "Terra Crua", exposição que se debruça sobre a "complexidade física e mineral do solo" e sobre o "saber acumulado" e "práticas que reclamam a terra como material de construção viável, ético e poético". Uma viagem que convida a redescobrir a terra crua "como matéria, arquivo e agente de arquitectura em Portugal". A curadoria é de Madalena Vidigal.

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  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Marvila

Na Underdogs, o cenário é o de um atelier aberto ao público. A artista portuguesa Ana Malta ocupa a galeria lisboeta durante cerca de dois meses. Nas primeiras semanas, estará a trabalhar nas peças que, mais tarde (a partir de 9 de Outubro) irá expor no mesmo espaço. A dinâmica será, por isso, a de um atelier visitável, onde o público poderá assistir in loco ao trabalho da artista. Com cores fortes e padrões, o trabalho de Ana Malta cruza pintura, desenho e instalação. Depois da residência, as obras ficaram expostas na Underdogs até 24 de Outubro.

  • Arte
  • Belém

Três gerações de artistas, provenientes de três geografias diferentes. Lubaina Himid, Ines Doujak e Patricia Domínguez fazem do MAC/CCB um território comum, cada uma com uma prática artística própria. "Propõem narrar o mundo a partir do subterrâneo para refletir sobre as urgências do presente", pode ler-se no comunicado. Com curadoria de Nuria Enguita e Rafael Barber Cortell, "Olhos Múltiplos" explora temas como o carnaval, o bestiário e a botânica "como formas de conhecer o mundo.

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  • Arte
  • Alcântara

O MACAM acolhe, desde final de Maio, uma nova exposição temporária, desta vez inteiramente dedicada à fotografia. A partir da colecção de Américo Marques, "uma das mais relevantes colecções privadas portuguesas", o museu apresenta obras de nomes proeminentes da fotografia contemporânea, como é o caso de Cindy Sherman, Helena Almeida, Helmut Newton, Jorge Molder, Martin Parr, Nan Goldin, Richard Prince, Wolfgang Tillmans, entre muitos outros. Este conjunto de obras, produzidas desde os anos 1950 até à actualidade, é apenas a primeira parte da exposição. A segunda leva de imagens tem inauguração prevista para Novembro de 2026.

  • Arte
  • Belém

Frida Orupabo expõe pela primeira vez em Portugal a título individual. Em "Cloud of Confusion", a artista norueguesa revisita um conjunto de imagens que tem vindo a reunir na sua conta de Instagram – "material composto por tensões entre intimidade e violência". A exposição dialoga com a arquitectura do próprio museu, ao desenhar um percurso linear de oito momentos.

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  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Beato

A exposição da Lumina centra-se num longo período de trabalho de Luísa Ferreira. Entre 1991 e 2025, a autora manipulou diversas polaroids durante o próprio processo de revelação, momento em que ainda é possível "deslocar cores, dissolver contornos e alterar a imagem original". Cada fotografia torna-se, assim, testemunha de uma experimentação plástica que a aproxima mais do gesto da pintura. A par do seu trabalho como fotojornalista e fotógrafa documental, Luísa Ferreira desde cedo começou a explorar as possibilidades expressivas da manipulação de polaroids, um processo que ficou associado ao seu nome desde 1993, depois de uma exposição em que apresentou 110 polaroids intervencionadas e ampliadas distribuídas por 33 contentores marítimos no Jardim do Tabaco, em Lisboa. A par do seu trabalho, no espaço Le Mur, da mesma galeria, tem uma instalação de Paulo Robalo, intitulada Le Mur des Mémoires.

  • Arte
  • Fotografia
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

A primeira fotografia de passaporte do pai de Keisha Scarville foi o arranque, em 2012, de uma série de mais de 300 reinterpretações da mesma imagem. O trabalho de 14 anos (e inesgotável) foi distinguido como Livro do Ano nos Encontros de Arles 2026 e explora os mecanismos através dos quais o Estado fixa a identidade de um indivíduo, jogando com a sua manipulação. Em cada nova versão do retrato, há novas combinações e a sobreposição manual de fotografias encontradas, documentos vários ou recortes de imprensa. "Passports" abre, assim, horizontes ao questionar a forma como a identidade pode ser reduzida a uma fotografia. As peças são apresentadas em pequenas dimensões, o que exige uma aproximação física e uma observação demorada da parte dos visitantes. No dia 19 de Setembro (seguinte à inauguração), às 16.00, a também professora no Departamento de Arte, Cinema e Estudos Visuais da Universidade de Harvard conversa sobre o projecto, num momento aberto ao público.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Grande Lisboa

Objectos, fotografias e outros documentos ajudam a atravessar quase um século de actividade do antigo Albergue da Mitra (fundado em 1933), um dos equipamentos sociais mais marcantes da história de Lisboa, onde viveram (muitas vezes até morrerem) cidadãos que não eram considerados aptos para a sociedade estabelecida, como mendigos, pessoas com deficiência ou problemas de saúde mental. O projecto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, resulta da colaboração com a associação Ephemera, a Câmara Municipal de Lisboa, a Polícia de Segurança Pública e a Santa Casa da Misericórdia de Cascais. Para os três meses de exposição estão também programadas sessões de teatro documental, exibição de documentários, workshops de construção de brinquedos de época, tertúlias e uma aula aberta promovida pela Universidade Lusíada.

  • Arte
  • Belém

Instalada no Padrão dos Descobrimentos, a exposição debruça-se sobre as formas de representação visual do monumento desde 1940, reunindo um conjunto de objectos e materiais que o utilizam como imagem de referência. A mostra conta com a consultoria científica de Ellen W. Sapega, professora emérita do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

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  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

A mais recente exposição do Centro de Arte Manuel de Brito revela a presença da pintora Menez na colecção da casa. "Menez começou a pintar aos 26 anos, sem nunca ter tido mestres ou frequentado escolas. Aprendeu pintando", lê-se no descritivo. Ao longo da vida, percorreu diferentes linguagens e temas – o abstraccionismo, o figurativismo, cenas bíblicas, figuras femininas, livros e jardins.

  • Arte
  • Cascais

Cristóbal Toral passou a infância a trabalhar na terra com o pai, carvoeiro, em Antequeta, Andaluzia. Um grupo de caçadores da região descobriu por acaso os desenhos que fazia nos tempos livres – episódio que mudou a sua vida e o levou a estudar Artes. Hoje é considerado um nome de referência do realismo espanhol contemporâneo – e a sua obra pode ser vista no Centro Cultural de Cascais até 17 de Janeiro de 2027. Com curadoria de Marisa Oropesa, mulher do artista, a exposição “Cartografia do Tempo – Uma Eterna Viagem” (a primeira em Portugal dedicada à obra de Toral), reúne 44 obras, essencialmente pintura e escultura. 

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  • Arte
  • Pintura
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Uma exposição exclusivamente dedicada a Arpad Szenes e à sua obra singular. Casado com Maria Helena Vieira da Silva, o pintor húngaro é descrito como um "experimentalista, permanentemente apaixonado pelos outros e pelas coisas do mundo". Depois de uma exposição inteiramente dedicada a Szenes em 2007, o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva volta a reunir o espólio artístico, com peças de pequena e média escala, desenho, gravura, pintura e obras inéditas.

  • Arte
  • Belém

É o MAAT a olhar para a própria colecção de arte contemporânea. "Turn around" é uma exposição debruçada sobre as mais de 2460 obras reunidas durante os últimos 25 anos. Num primeiro momento, o museu começou por expor obras seleccionadas de cariz escultórico e de instalação, de maior escala. A segunda parte da exposição, inaugurada no final de Abril, apresenta dezenas de obras de artistas nacionais, nomes proeminentes da arte contemporânea em Portugal, em formatos mais convencionais – como a pinturas e a fotografia.

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  • Arte
  • Cascais

As Meninas Exemplares foi escrito pela Condessa de Ségur em 1858. O livro infantil da autora russa – que escreveu esta e muitas outras aventuras de meninas bem-nascidas que se comportam terrivelmente –, dá agora nome à nova exposição da Casa das Histórias Paula Rego. Com curadoria de Catarina Alfaro, tem a figura feminina, em criança e na idade adulta, como a protagonista e apresenta, por exemplo, as litografias coloridas à mão O vestido cor de salmão e Comunhão, inspiradas em poemas de Adília Lopes. A exposição, patente até ao final de Janeiro de 2027, inclui ainda obras das séries “Jane Eyre” (2001-2002) e “Bruxas de Pendle” (1996) influenciadas, respectivamente, pelo trabalho de Charlotte Brontë e de Blake Morrison, e as seis gravuras de “Mutilação Genital Feminina”, série de 2009 que denuncia práticas de violência de género que afectam meninas em várias partes do mundo. Ao mesmo tempo, pode espreitar uma outra exposição: "O Exilado: da criação à conservação".

  • Arte
  • Joalharia
  • Baixa Pombalina

Em parceria com a PIN – Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea, o MUDE volta a receber a exposição principal da Bienal de Joalharia de Lisboa. Em "Coexistências – A Joalharia e a Beleza do Mundo" surgem "questões ecológicas que interpelam o design do século XXI". As respostas chegam sob a forma de obras do território da joalharia contemporêna, assinadas por artistas e designers e que tocam em aspectos do presente, como a inteligência artificial, e reflectem influências dos mundos que os rodeiam – seja mineral, vegetal, animal ou digital.

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  • Arte
  • Belém

Entre instalação, fotografia, vídeo, desenho, escultura e performance, Vasco Araújo chega ao Pavilhão Julião Sarmento com um conjunto de obras realizadas entre 2005 e a actualidade, a maioria nunca mostradas em Portugal. "Num percurso que combina diferentes linguagens e referências, a exposição aborda as formas de comunicação e a contínua tentativa de chegar ao Outro", pode ler-se no comunicado. Paralelamente, decorre um programa público associado à exposição, que tem curadoria de Isabel Carlos. As performances marcadas para os dias 7 de Outubro e 11 de Novembro e uma sessão de conversas com o artista a 16 de Dezembro.

  • Arte
  • São Sebastião

Depois da primeira exposição individual institucional, a artista portuguesa ocupa a Sala Projecto com uma exposição imersiva, que conta com trabalhos em pintura, escultura e instalação, com curadoria de João Mourão e Luís Silva. "Recorrendo a materiais como adobe, cerâmica e água, Zenha convida o público a uma viagem por corpos e seres híbridos, reservatórios, sistemas de drenagem e escoamento tanto urbanos como corporais", pode ler-se no descritivo.

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  • Arte
  • Belém

Pedro Cabrita Reis é um dos mais internacionalizados artistas portugueses e foi o nome escolhido pelo MAAT para ocupar a Galeria Oval, ainda em contexto das comemorações dos dez anos do museu. Com curadoria de João Pinharanda, a exposição apresenta quase 200 obras, quase todas inéditas. A pintura tem especial destaque, com o artista a voltar-se para a História da Arte e a abordar temas litúrgicos, mas também referências de grandes mestres como Monet, Rodin e El Greco.

  • Arte
  • São Sebastião

A partir de textos de memórias e fragmentos de recordações escritos por Gabriel Abrantes, Robert Barry, Genesis Breyer P-Orridge, FM Einheit, Alexandre Estrela, Tim Etchells, Susie Green, Karl Holmqvist, David Link, Pierre Paulin, Emilie Pitoiset, Lee Ranaldo, Susan Stenger e Apichatpong Weerasethakul, o músico, compositor e performer alemão FM Einheit foi convidado a compor 16 obras, que surgem na exposição como sonhos interpretados sob a forma de canções. A exposição ocupa o Espaço Engawa do CAM e tem curadoria de Mathieu Copeland.

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  • Arte
  • Alcântara

A tridimensionalidade está sob o foco na mais recente exposição do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins. Em "Peso-Contra-Peso", as curadoras Adelaide Ginga e Carolina Quintela exploraram as três dimensões dentro da colecção do MACAM e organizaram as obras em núcleos temáticos – natureza, abstracção, escala, resistência e urbanismo. Entre os artistas que encontramos expostos, destaque para Alberto Carneiro, Ângela Ferreira, Daniel Buren, José Damasceno, Seung Yul Oh, Pedro Calapez, Alexandre Farto, Carlos Garaicoa, entre muitos outros.

Esta semana em Lisboa

  • Música
  • Música ao vivo

Todas as semanas, quase todos os dias, há música para ouvir nos bares e salas de espectáculos da cidade, da pop-rock mais orelhuda ao jazz mais livre, de pequenas bandas locais a grandes nomes internacionais, passando por tudo o que se encontra no meio.

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver esta semana. Aqui, damos-lhe muitas e boas sugestões. Não precisa de ir a todas, mas cuidado – é que algumas produções têm temporadas curtas e esgotam rápido, quer sejam reposições há muito aguardadas ou estreias, obras de companhias nacionais ou digressões estrangeiras.

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