António Variações
Teresa Couto Pinto | António Variações
Teresa Couto Pinto

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Dos grandes museus às pequenas galerias, não faltam exposição para ocupar este fim-de-semana.

Mauro Gonçalves
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Em Dezembro, a agenda de exposições não se deixa melindrar pelo arranque, em força, dos festejos natalícios. No MUDE, acaba de inaugurar uma exposição com 85 fotografias de António Variações, algumas delas inéditas, acompanhadas por alguns acessórios e modelitos usados pelo músico. Ali para os lados da Alameda, dão-se as boas-vindas a uma nova galeria. Chama-se Lumina, é focada em fotografia documental e de autor e inaugurou com "Route 66", de Luís Vasconcelos. Em suma, é mais um reforço de peso num campo artístico que continua a ganhar expressão em Lisboa: a fotografia.

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Exposições para ver no fim-de-semana

  • Arte
  • Baixa Pombalina

Teresa Couto Pinto foi fotógrafa, agente e amiga de António Variações. Com a sua máquina fotográfica, captou a essência e a espontaneidade do músico como nenhuma outra pessoa. Até final de Abril, o MUDE, em colaboração com a Terra Esplêndida, recebe a exposição "Meu nome António", com 85 destas imagens e ainda uma selecção de vestuário e acessórios usados pelo artista, que nasceu em Dezembro de 1944.

Rua Augusta, 24 (Baixa). Ter-Qui e Dom 10.00-18.00, Sex-Sáb 10.00-20.00. Até 26 Abr. 11€

  • Arte
  • Fotografia
  • Beato

Na nova galeria de fotografia documental e de autor em Lisboa, na zona da Alameda, "Route 66" mostra-se como uma aventura de Luís Vasconcelos (quando era editor de fotografia do jornal Público) pela famosa estrada americana. "Inspirado em On the Road, de Jack Kerouac, e embalado pela banda sonora de Bagdad Café, Vasconcelos partiu de Chicago ao volante de um Pontiac Catalina, acompanhado por três amigos, rumo ao horizonte inesgotável da 'Mother Road'", escreve a Lumina. Nessa viagem, encontram-se os típicos cafés americanos, uma rockabilly girl, um Elvis de beira de estrada ou uma parada gay em Los Angeles." No mesmo espaço está, ainda, "We’re on the Road to Nowhere", um conjunto de pinturas de António Faria que prolonga a reflexão sobre a viagem.

Rua Actor Vale, 53A (Alameda). Qua-Sex 15.00-19.00, Sáb 15.00-20.00. Até 17 Jan. Entrada livre

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  • Arte
  • Fotografia
  • Oeiras

As crises bélicas, migratórias e ambientais serão três temas em destaque na maior mostra internacional de fotojornalismo, o World Press Photo, no Parque dos Poetas. Mas entre as histórias registadas por 42 fotógrafos de diferentes países também há episódios de esperança e resistência, viragens e momentos marcantes (indo ao mesmo país), como a tentativa de assassinato de Donald Trump, durante um comício, a 13 de Julho do ano passado. A exposição apresenta "o melhor das 59.320 fotografias submetidas ao concurso de 2025 por 3778 fotógrafos de 141 países".

Alameda Almeida Garrett (Oeiras). Seg-Dom 10.00-20.00. Até 11 Dez. Entrada livre

  • Arte
  • Lisboa

Na última leva de exposições de 2025, a Rialto6 dá espaço a Gabriel Abrantes, nome consolidado no campo da videoarte. Rattrap, obra de 2024, é apresentada ao público pela primeira vez. Nela, o artista dá a conhecer Ratzo, personagem virtual que está pronta a ter uma conversa com o público. Ao mesmo tempo, a galeria recebe "Standard Deviation", mostra colectiva com curadoria de Gabriel Abrantes e obras de Ana Jotta, Carla Dias, Conner O'Malley, Inês Raposo, Max & Dave Fleischer, Meriem Bennani & Orian Barki, Paula Rego e Walt Disney.

Rua Conde Redondo, 6 (Estefânia). Sex 15.00-19.30. Até 19 Dez. Entrada livre

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  • Arte
  • Fotografia
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Foi à noite que os Palenque, comunidade afrodescente da Colômbia que se viu forçada a abandonar as suas raízes por força da escravatura, conseguiram iniciar o seu processo de libertação. E é por essa noite que, séculos depois, nos conduzem as imagens de Jorge Panchoaga, fotógrafo residente em Bogotá que passou quatro anos a tentar descobrir na natureza e nos indivíduos daquela comunidade formas de falar da violência, da resistência e da liberdade. Na cave da Narrativa, a luz vermelha ambiente faz-nos ver fotografias sem cor, como numa câmara escura. De lanterna na mão, o espectador consegue então aproximar-se de uma certa verdade e de um caminho, vendo o que esconde em cada frame. Tal como fizeram os Palenque ao longo de anos. Kalabongó, o nome da exposição, significa "pirilampo", evocando essa existência única na noite. Já o livro de fotografia, nomeado para livro do ano no Paris Photo, está disponível para venda na Narrativa no sábado, 8 de Novembro, dia em que o autor protagoniza uma conversa intimista com os visitantes (às 16.00).

Rua Dr. Gama Barros, 60 (Roma). Qua-Sex 14.00-19.00, Sáb 14.00-17.00. Até 20 Dez. Entrada livre

  • Arte
  • Marvila

Pedro Campiche, mais conhecido como AkaCorleone, volta à Underdogs para expor a solo as suas obras mais recentes. Um regresso também ao "registo manual e introspectivo" do trabalho em estúdio. A exposição reúne 53 obras em papel e ainda uma exposição com mais de dois metros, que desafia o público a entrar dentro da mente do artista.

Rua Fernando Palha, 56 (Braço de Prata). Ter-Sáb 14.00-19.00. Até 31 Dez. Entrada livre

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  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Um século depois do nascimento de um dos pais da democracia portuguesa, esta exposição evoca a figura de Mários Soares, através de um espólio fotográfico que abrange mais de 40 anos, no espaço Atmosfera M. Quanto às imagens, são da autoria de dois nomes maiores da fotografia portuguesa: Alfredo Cunha e Rui Ochoa.

Rua Castilho, 5 (Avenida). Seg-Sex 09.00-18.00. Até 31 Dez. Entrada livre

  • Arte
  • Lisboa

"331 Amoreiras em Metamorfose" é o nome da exposição de longa duração que vai ocupar o Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva até Dezembro de 2025, em celebração dos seus 30 anos, com um programa sob o signo da metamorfose. A exposição em si estará em metamorfose e terá cinco momentos, ou seja, serão cinco exposições, com 80 artistas, mas uns entram, outros saem, outros ficam permanentemente. Até 31 de Dezembro, vai encontrar o quinto e último capítulo desta nova história contada nas Amoreiras: "Ascensão: Vers la Lumière".

Praça das Amoreiras, 56-58 (Rato). Ter-Dom 10.00-18.00. Até 31 Dez. 7,50€ (entrada livre para residentes em Lisboa e ao domingo para restantes visitantes)

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  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos

Nesta exposição temporária, o Museu do Oriente dá a conhecer o trabalho dos Velar, um grupo de artesãos do estado de Tamil Nadu, na Índia. Enraizado na tradição religiosa da região, este trabalho materializa-se-se, há séculos, em imponentes esculturas em terracota, dedicadas ao deus Ayyanar. Na exposição, o destaque vai para a mestria destes artesãos, que dominam as técnicas tradicionais. A exposição resulta de um projecto de investigação, conduzido por João Rolaça, comissário da exposição, e da sua colaboração com três mestres Velar das aldeias de Thuvaradimanai e Malayiur, numa residência artística nas Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo.

Até 12 de Outubro, pode ainda visitar a exposição "Foto Arte Ganesh: Goa, Fotografia e Memória".

Doca de Alcântara Norte, Avenida de Brasília (Alcântara). Ter-Dom 10.00-18.00 (Sex 10.00-20.00). Até 4 Jan. 10€

  • Arte
  • Parque das Nações

Em ano de centenário do nascimento de um dos heróis da Revolução, e ainda à boleia dos 50 anos do 25 de Abril e das quatro décadas volvidas desde a assinatura do Tratado de Adesão de Portugal à CEE, Mário Soares é o rosto em destaque nesta exposição de fotografia no Pavilhão de Portugal. Ao todo, são 50 as imagens captadas ao longo de 30 anos por Luís Vasconcelos – durante o período revolucionário, na consolidação da democracia e, já mais tarde, como Presidente da República. Aos sábados, há visitas guiadas gratuitas, em quatro horários diferentes e que requerem inscrição prévia.

Alameda dos Oceanos (Parque das Nações). Ter-Dom 10.00-18.00. Até 15 Jan. Entrada livre

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  • Arte
  • Arte contemporânea

Organizada pela Fundação D. Luís I com o apoio da autarquia, esta mostra dá a conhecer um recorte inédito da Coleção de Arte Contemporânea Américo Marques, reunindo cerca de três dezenas de obras de mais de 20 artistas portugueses ou com forte ligação ao país. Entre os nomes representados encontram-se Julião Sarmento, Lourdes Castro, Pedro Cabrita Reis, Maria Helena Vieira da Silva, João Louro, Susana Mendes Silva, Pedro Calapez, Michael Biberstein, Ângelo de Sousa e Fernando Calhau. Com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues, "A Deslocação do Olhar" destaca núcleos de pintura e vídeo para propor uma reflexão em torno do olhar e da sua relação com a imagem.

Avenida Rei Humberto II de Itália (Cascais). Ter-Dom 10.00-18.00. Até 18 Jan. 5€

  • Arte
  • Arquitectura
  • Lisboa

Durante as próximas semanas, Lisboa é o ponto de encontro para mais de uma centena de participantes internacionais. Com curadoria da dupla Territorial Agency, Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, a programação – que se realiza em seis espaços diferentes da cidade – inclui três exposições, três conversas, duas oficinas para famílias, duas visitas comentadas e a apresentação de 17 projectos independentes. No MAAT, pode visitar "Fluxes", na antiga central. No MAC/CCB, conte com a exposição "Lighter". No MUDE, a trienal destaca a mostra "Spectres".

Vários locais e horários. Até 19 Jan. Vários preços

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  • Arte
  • Santa Maria Maior

Depois de "Ato (DES)colonial", a mesma sala recebe a exposição "Antes de ser independência foi luta de libertação", em jeito de celebração dos 50 anos das independências dos territórios das ex-colónias portuguesas em África. A exposição resulta de um trabalho que tem sido levado a cabo desde 2021 – a descrição, digitalização e disponibilização de fundos documentais doados ao centro de documentação do Museu do Aljube. Materiais explorados no âmbito de uma exposição que quer reflectir sobre estes processos históricos e que pretende gerar "mais pensamento e acção anticolonial e antirracista, abolicionista de todas as formas de violência", nas palavras de Rita Rato, directora do museu.

Rua Augusto Rosa, 42 (Sé). Ter-Dom 10.00-18.00. Até 31 Jan. 3€

  • Arte
  • Grande Lisboa

Depois de mais de 20 mil visitantes no Porto, a exposição “Francisco Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa” chega a Lisboa, no Lisboa Social Mitra. Com textos e curadoria de José Duarte Pacheco, a exposição aborda a vida pública de Francisco Sá Carneiro, desde a sua origem até à sua morte, organizando-se em três núcleos temporais: antes do 25 de Abril, do período revolucionário até à consolidação do regime democrático e o legado político do fundador do PPD. Para isso, reúne um conjunto de documentos inéditos do Arquivo Ephemero – com manuscritos, correspondência, notas de reuniões, agendas pessoais, policopiados, livros, materiais iconográficos originais, cartazes, desenhos, autocolantes, objetos e bandeiras.

Rua do Açúcar, 56 (Marvila). Ter-Sex 14.00-18.00, Sáb-Dom 10.00-18.00. Até 31 Jan. Entrada livre

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  • Arte
  • Avenidas Novas

O trabalho da alemã Alexandra Bircken é exercício constante de justaposição entre corpo humano e máquina. Na Culturgest, apresenta um conjunto de obras, criadas durante as últimas duas décadas, incluindo algumas criadas especificamente para esta exposição. "As suas esculturas surgem como presenças híbridas cuja verticalidade, forma, escala e volume sugerem corpos (ou partes deles) análogos aos nossos, estabelecendo connosco ora relações de identificação, ora de diferença", esclarece o descritivo da exposição. Também através da colagem, a sua técnica de eleição, levanta questões relacionadas com a identidade, a fragilidade e as limitações do indivíduo. A curadoria é de Bruno Marchand e Selma Meuli.

Também até 1 de Fevereiro, pode visitar a exposição "pensamentos. em papel", em torno da obra de Carlos Nogueira. Até o de Novembro, biarritzzz apresenta KaOuS. Ambas são de entrada gratuita. Até 22 de Fevereiro pode também visitar "Boa Good Sorte Luck", de Sara Graça.

Rua do Arco do Cego, 50 (Campo Pequeno). Ter-Dom 11.00-18.00. Até 1 Fev. 4€

  • Arte
  • Oeiras

Já se sabia que o World Press Cartoon iria regressar, depois de dois anos de pausa forçada por falta de patrocínio. Agora, há data marcada. O evento que reúne as melhores caricaturas do ano apresenta, no Palácio dos Anjos, quase três centenas de trabalhos de cartoonistas de 41 países, compondo um retrato mordaz e bem-humorado do mundo entre 1 de Janeiro de 2024 e 31 de Maio de 2025. Os visitantes poderão conhecer as obras premiadas nas três categorias a concurso – Cartoon Editorial, Desenho de Humor e Caricatura.

Alameda Hermano Patrone (Algés). Ter-Dom 11.00-18.00. Até 8 Fev. 6€-12€

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  • Arte
  • Belém

A mais recente exposição do Pavilhão Julião Sarmento conta com Sofía Hernández Chong Cuy como comissária. "Art is a Matter of Consciousness" não inclui apenas obras da colecção do artista e apresenta trabalhos de Alejandro Cesarco, Alighiero Boetti, Célice Condorelli, Fernanda Fragateiro, Filipa César, Gabriel Kuri, Joana Bastos, Juan Araujo, Julião Sarmento, Komar & Melamid e Yonamine.

Avenida da Índia, 172 (Belém). Ter-Dom 11.00-19.00. Até 15 Fev. 5€

  • Arte
  • Belém

"Cerith Wyn Evans – Formas no Espaço… através da Luz (no Tempo)" ocupa a Galeria Oval e outros dois espaços do MAAT Gallery e é a primeira exposição do artista galês em Portugal. A luz e o som são os principais veículos da expressão artística de Evans. Um trabalho que "responde ao espaço de exposição e à arquitectura", segundo Sérgio Mah, curador da exposição. No MAAT, são expostas 30 peças do artista – as mais antigas datam de 1994, a mais recente foi executada a uma semana da inauguração. É na Galeria Oval que encontramos o cartão de visita da exposição. Forms in Space… by Light (in Time) é a obra monumental criada em 2017 para a Tate Britain, a maior escultura alguma vez feita por Cerith Wyn Evans. Suspensa, mede aproximadamente 35 metros de comprimento e é composta por quase dois quilómetros de néon.

Até 2 de Março, pode ainda visitar a exposição "Notre Feu", a primeira exposição a solo da artista francesa Isabelle Ferreira em Portugal. Até 6 de Abril, tem ainda a retrospectiva de Pedro Casqueiro, "Detour".

Avenida de Brasília (Belém). Qua-Seg 10.00-19.00. Até 16 Fev. 11€ (entrada gratuita no primeiro domingo de cada mês, até às 13.00)

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  • Arte
  • São Sebastião

Não é fácil acompanhar a agenda da Gulbenkian, mas saiba desde já que Novembro vai trazer mais do que uma nova grande exposição. Enquanto no CAM se dão as boas-vindas à instalação de Carlos Bunga, no Edifício Sede inaugura “Complexo Brasil”, uma viagem pela “diversidade e contrastes da cultura brasileira”. A partir do questionamento das relações entre Brasil e Portugal, a exposição aborda o passado colonial, os estereótipos e as novas pontes entre os dois países. Para isso, a exposição conta com obras Anita Ekman, Sandra Nanayna, Sérgio de Souza, Augusto de Campos, Denilson Baniwa, Jonathas de Andrade e Tiago Sant’Ana, entre outros.

Avenida de Berna, 45A (Praça de Espanha). Qua-Seg 10.00-18.00 (Sáb 10.00-21.00). Até 17 Fev. 8€-14€

  • Arte
  • Fotografia
  • Intendente

Desde 1999 que Pedro Medeiros tem vindo a desenvolver uma investigação artística profunda sobre os temas da justiça e do universo prisional. Em "Estrela de Seis Pontas", no Arquivo Municipal de Lisboa, olhou para o Estabelecimento Prisional de Lisboa e para a sua arquitectura radial, entre 2020 e 2025, apresentando agora imagens sobre "um espaço que é simultaneamente físico e imaginado", até porque "mesmo num contexto de privação de liberdade, o espaço não anula o desejo de transcendência".

Rua da Palma, 246 (Martim Moniz). Seg-Sáb 10:00-18:00. Até 21 Fev. Entrada livre

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  • Arte
  • Grande Lisboa

Através de objectos, documentos, fotografias, material audiovisual e, claro, cereais, esta exposição na Casa da Cidade propõe-se a contar a história do pão em Almada. Do cultivo dos cereais à colheita e ao seu transporte e armazenamento, da panificação à comercialização daquela que é a base da alimentação, a história do pão é aqui também uma história social, económica, cultural e de múltiplos avanços tecnológicos.

Praça João Raimundo (Almada). Ter-Sáb 10.00-13.00, 14.00-18.00. Até 28 Mar. 1,80€-2,80€

  • Arte
  • São Sebastião

Com curadoria de Rui Mateus Amaral, director artístico do Museu de Arte Contemporânea de Toronto, a exposição "Habitar a Contradição", de Carlos Bunga, ocupa a Nave do CAM com a maior e mais complexa instalação realizada até hoje pelo artista português – "uma monumental floresta de formas cilíndricas de diferentes escalas, que evocam colunas arquitectónicas e troncos de árvores". Esta instalação, por sua vez, estará em diálogo com obras da colecção do CAM, seleccionadas pelo próprio artista.

Esta é apenas uma das várias exposições da agenda 2025/26 do CAM. Até 12 de Janeiro, pode ver de perto o trabalho de Francisco Trêpa em "Baile dos Bugalhos". Até 19 desse mesmo mês, pode visitar "Standing Here Wondering Which Way to Go". Até Setembro de 2027, há uma nova mostra do acervo da casa em "Xerazade, a Colecção Interminável do CAM".

Rua Marquês de Fronteira, 2 (São Sebastião). Qua-Seg 10.00-18.00 (Sáb 10.00-21.00). Até 30 Mar. 10€

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  • Arte
  • Belém

Entre 2006 e 2014, um edifício da Avenida da Liberdade esteve ocupado por dezenas de artistas, músicos e diversos projectos curatoriais. Mais de uma década depois da desocupação do número 211 da Avenida da Liberdade, o MAC/CCB exibe, na forma de uma exposição, vários testemunhos e materiais dos artistas residentes, resultantes da investigação levada a cabo por Giorgia Casara e Sara de Chiara, aqui sob a lente curatorial de Nuria Enguita e Marta Mestre. Ao todo, a exposição junta mais de meia centena de projectos e autores.

Até 5 de Abril, pode também visitar a exposição "Lugar de Estar: o legado Burle Marx".

Praça do Império (Belém). Ter-Dom 10.00-18.30. Até 5 Abr. 15€ (Dom até 14.00 gratuito para residentes)

  • Arte
  • Chiado/Cais do Sodré

Partindo das obras Húmus, de Raul Brandão e de Herberto Helder, a mais recente exposição do Atelier-Museu Júlio Pomar coloca matéria e espírito, memória e transformação em diálogo, através, não só de obras de Pomar, mas também de Graça Morais, Daniel Moreira e Rita Castro Neves.

Rua do Vale, 7 (Bairro Alto). Ter-Dom 10.00-13.00. 14.00-18.00. Até 5 Abr. 2€

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  • Arte
  • Alcântara

O Museu de Arte Contemporânea Armando Martins inaugura, não uma, mas duas exposições temporárias em Novembro. A primeira parte da colecção do próprio museu para explorar as noções de corpo, identidade e percepção. Conta com obras de Ana Vieira, Helena Almeida, Horácio Frutuoso, John Baldessari, José Pedro Croft, Juan Muñoz, Júlia Ventura, Vik Muniz e Yu Nishimura, entre outros.

A segunda, “Entre e Palavra e o Silêncio”, apresenta obras da Colecção José Carlos Santana Pinto, inaugurando um capítulo em que o museu convidará outros coleccionadores a exporem os seus acervos. Pode ser visitada até 1 de Junho.

Rua da Junqueira, 66 (Alcântara). Qua-Seg 10.00-19.00. Até 4 Mai. 6€-15€

Mais que fazer em Lisboa

As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Entre os espaços que ainda cheiram a novo há lugar para a alta-cozinha, para aproximações às culinárias asiáticas, a Marrocos, a Espanha, e até à Palestina, estéticas inspiradoras e, claro, para a moda das sandes e dos smash burgers, sem esquecer a comida portuguesa de autor.

Não precisa de procurar mais por peças de teatro e dança para ver esta semana. Aqui, damos-lhe muitas e boas sugestões. Não precisa de ir a todas, mas cuidado – é que algumas produções têm temporadas curtas e esgotam rápido, quer sejam reposições há muito aguardadas ou estreias, obras de companhias nacionais ou digressões estrangeiras. Espreite a nossa lista e planeie a agenda dos próximos dias.

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