O melhor do ano

Best of 2017. Os novos restaurantes e o que mudou na cidade. Os melhores filmes, peças, séries, livros, discos e exposições que o ano nos deu.

Fotografia: Arlindo Camacho

Todas as semanas damos-lhe o melhor da cidade. Aqui, condensamos o melhor de todas elas. Em 2017, Lisboa lavou a cara e ficou ainda mais na moda. E nós lavámos a alma com grandes exposições e bom cinema, emocionámo-nos com novas canções e livros inéditos, reconfortámo-nos com boa comida em novos restaurantes, vibrámos com espectáculos e eventos. 

A equipa Time Out faz um resumo possível do ano e elege o melhor que ele nos deixa. Para memória futura.

Best of 2017: Cidade

Bairro do ano: Marvila
Coisas para fazer

Bairro do ano: Marvila

Até há pouco tempo, era o ponto cardeal mais desprezado de Lisboa, mas em 2017 foi o bairro mais mexido da cidade. Eis cinco desculpas para rumar ao bairro da moda e descobrir Marvila.  Recomendado: Os bairros que visitámos em 2017

Os bairros que visitámos em 2017
Coisas para fazer

Os bairros que visitámos em 2017

Folheámos cada página das revistas de 2017 e revisitámos seis bairros obrigatórios na cidade.  Recomendado: As melhores lojas tradicionais em lisboa, bairro a bairro. 

Os melhores eventos do ano
Coisas para fazer

Os melhores eventos do ano

A vida na cidade corre e nós corremos atrás dela. Passámos em revista o que aconteceu ao longo do ano de 2017 em Lisboa e dizemos-lhe quais foram os eventos que deram que falar e que fizeram mexer a nossa gente.  

As melhores exposições do ano
Arte

As melhores exposições do ano

Artistas há muitos, bem sabemos. 2017 mal tinha começado e já estávamos a prever um ano em cheio. A escolha não foi fácil, mas revelamos-lhe o melhor da arte que vimos este ano.

As lojas do ano
Compras

As lojas do ano

Vieram para animar os nossos armários, darem uma lufada de ar fresco às nossas casas e potenciarem a beleza até dos mais feios. São as lojas do ano de 2017.   

Almanaque LGBT+: o melhor de 2017
Gay

Almanaque LGBT+: o melhor de 2017

Se em 2017 tivéssemos criado um Borda d’Água, as previsões teriam sido de arco-íris para todos os dias do ano. Escolhemos sete momentos que marcaram a cidade este ano.

Lisboa 2017: adeus obras, olá praças e quiosques
Coisas para fazer

Lisboa 2017: adeus obras, olá praças e quiosques

“Uma praça em cada bairro”. Não é que em muitos casos não as houvesse já, mas era como imaginar uma Lisboa meio desmazelada, com restos de maquilhagem na cara e aspecto duvidoso para apresentar às visitas, essas hordas de forasteiros que não param de chegar, para logo se enamorarem por esta senhora. São 30 os largos da cidade abrangidos por aquele desafio lançado em 2014 pela Câmara Municipal e pelas Juntas de Freguesia, e que deveria ser cumprido até 2017. De Santos à Graça, de Campolide ao Cais do Sodré, o objectivo era renovar as principais áreas nobres dos diferentes bairros lisboetas. Pois bem, muita obra se arrastou para lá do prazo estimado, mas nada como o aproximar das eleições autárquicas para agilizar processos e respectivas inaugurações (não é por acaso que só em 2016 se começou a assistir à intensificação dos trabalhos ). Mas vamos ao resultado final, e ao impacto directo na vida de quem cá mora e trabalha, volvido o incómodo natural provocado pelo pó, pelo barulho, pelos necessários desvios e por uma série de outros compreensíveis motivos de queixume por parte dos fregueses . Chegados ao final do ano, temos mais espaço para os peões, mais ciclovias para os utilizadores das duas rodas, e muitos mais quiosques de portas (ou janelinhas, neste caso) abertas, em perfeita sintonia com um Verão que se estendeu para lá do tempo expectável. Note-se até o saudável efeito contagioso de uma cidade um bocadinho mais virada para quem a deve usufruir – que bom foi receber o

Best of 2017: Comer & Beber

Os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa
Restaurantes

Os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa

Foi um ano em que Lisboa ganhou muita comida do mundo e em que a cozinha de autor continuou a crescer na cidade. Não se perca no arquivo da Time Out nem em pesquisas na internet: lembramos-lhe so essencial dos melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa e ainda recuperamos o que os críticos Alfredo Lacerda e Marta Brown disseram sobre alguns deles.

São estes os chefs do ano Time Out
Restaurantes

São estes os chefs do ano Time Out

Um restaurante para dez com técnica francesa no coração de Lisboa, outro para 18, em Sintra, com técnica japonesa sob o olhar português e um último que está a apostar tudo em trazer toda a informação sobre o produto e o produtor para a mesa, sem medo de ter um menu de degustação exclusivamente vegetariano num restaurante de Estrela Michelin. André Lança Cordeiro, Pedro Almeida e João Rodrigues são os chefs do ano para a Time Out graças aos seus projectos diferenciadores e com atenção ao detalhe. Conheça-os melhor e saiba para onde caminham. Recomendado: O melhor que comemos em Lisboa em 2017 Os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa

O melhor que comemos em Lisboa em 2017
Restaurantes

O melhor que comemos em Lisboa em 2017

Um ano de refeições por novos (e não só) restaurantes lisboetas é muito e são muitas boas refeições. Revisitámos as críticas de Alfredo Lacerda e Marta Brown para a Time Out Lisboa e chegámos a um top 10 que não desilude. É este o menu de degustação deste ano que passou.

Um roteiro pelos novos bares da cidade
Noite

Um roteiro pelos novos bares da cidade

Bares com cerveja do mundo inteiro, que resultam lindamente na hora de rogar pragas ao chefe e antes de levar com pragas caseiras. Bares sem cerveja artesanal, com cocktails diversos, que são a melhor desculpa para abandonar o barco da discussão com o seu companheiro, "tenho só que ir ali beber um cocktail com o Pedro". Bares para tudo e para todos, para a hora que bem lhe apetecer. 

Best of 2017: Música, filmes e livros

Os melhores discos internacionais de 2017
Música

Os melhores discos internacionais de 2017

Mais um ano, mais uma remessa de grandes discos e músicas, para todos os gostos e feitios. Da frescura rock lo-fi de Mac DeMarco ao indie rock de Thurston Moore, passando pela pop vanguardista de Benjamin Clementine ou o hip-hop de Vince Staples, Young Thug ou Kendrick Lamar.

Os melhores filmes de 2017
Cinemas

Os melhores filmes de 2017

Cada final de ano, na altura dos habituais balanços, e no que ao cinema diz respeito, chegamos sempre à mesma conclusão. Começámos pouco optimistas em relação à qualidade dos filmes que íamos ver; e acabámos com a satisfação de que vimos suficientes bons filmes para elaborar uma lista com os dez melhores, e ainda ficam de fora uns quantos que também lá cabiam perfeitamente. E na lista dos dez melhores filmes de 2017 da Time Out, não só há qualidade, como também variedade, de géneros e proveniências: títulos europeus como Toni Erdmann, de Maren Ade, O Quadrado, de Ruben Ostlund, ou A Festa, de Sally Potter; asiáticos, como A Criada, do coreano Park Chan-Wook; animações, como Coco, de Lee Unkrich e Adrian Molina; documentários, como Não Sou o Teu Negro, de Raoul Peck, e filmes americanos independentes e de estúdio, portáteis ou imponentes, como Paterson, de Jim Jarmusch, Manchester by the Sea, de Kenneth Lonergan, Silêncio, de Martin Scorsese, e Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve. E agora, que venha a safra de 2018.

Melhores Discos de 2017: Música clássica
Música

Melhores Discos de 2017: Música clássica

A ovina sujeição do nosso mundo hiper-mediatizado ao ritual das “efemérides” tem, no caso da música clássica, a vantagem de, por vezes, permitir chamar a atenção para compositores que não fazem parte da rotina das salas de concertos nem dos hábitos de escuta. Em 2017 assinalaram-se três efemérides que tiveram algum impacto nas edições de discos e que ajudaram a reavaliar o papel decisivo de três nomes fulcrais: Heinrich Isaac (c.1540-1517), Claudio Monteverdi (1567-1643) e Georg Philipp Telemann (1681-1767).

Da ficção à BD. Os melhores livros de 2017
Arte

Da ficção à BD. Os melhores livros de 2017

João Morales atira-se aos livros de autores portugueses e aos lançamentos em Banda Desenhada. José Carlos Fernandes resume o melhor da ficção e não-ficção internacional. Contas feitas, leia e releia o melhor que lemos em 2017. 

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