Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores pregos de Lisboa

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Prego do Prego da Peixaria
Fotografia: Arlindo Camacho Prego do Prego da Peixaria

Os melhores pregos de Lisboa

Não há quem resista a este clássico que apetece devorar a qualquer hora. Saiba quais são os melhores pregos de Lisboa

Por Luís Filipe Rodrigues
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Reza a lenda que o prego foi inventado na Praia das Maçãs por um tal de Manuel Dias Prego, que em 1800 e troca o passo teve a ideia peregrina de enfiar um bife de vaca entre duas fatias de pão. E a tradição mantém-se viva até aos dias de hoje.

Seja nas melhores cervejarias, em tascos pacatos e sem pretensões ou até em restaurantes com a assinatura de grandes chefes, há muitos e bons pregos onde enfiar o dente em Lisboa. Estes são os melhores, sejam eles clássicos ou interpretações modernas do pitéu.

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Os melhores pregos de Lisboa

Prego do Bairro do Avillez
Prego do Bairro do Avillez
Manuel Manso

Bairro do Avillez

Restaurantes Português Chiado

O chef José Avillez serve há muitos anos um belíssimo prego tradicional (11€), cozinhado com alho e flor de sal, no seu Cantinho – aliás, nos seus Cantinhos (Chiado, Cascais e Parque das Nações). Assim como um prego MX-LX (12,50€), de influência mexicana, e um prego no pão com ovo a cavalo (11,50€). Mas, para quem quer só comer um prego e beber uma cerveja ou um gin tónico, a melhor opção é mesmo o prego do lombo à casa (12€) da Taberna, o espaço mais informal do Bairro do Avillez. É servido num bolo do caco, com manteiga de mostarda e creme de alho assado, e acompanhado por batatas fritas.

Prego Cervejaria Boa Esperança
Prego Cervejaria Boa Esperança
Joana Freitas

Boa Esperança

Restaurantes Frutos do mar Benfica/Monsanto

A cervejaria Boa Esperança, a poucos metros do conhecido Edmundo, é uma das melhores de Benfica. No carta, entre mariscos (amêijoas, gambas, percebes) e outros petiscos (os caracóis, ai os caracóis) encontram-se o prego Sonhé (3,80€) e um prego especial (5,30€), mais tenrinho. São ambos do pojadouro e contam-se entre os melhores que se comem em Lisboa, com muito alho, o sal no ponto certo e enfiados em papo-secos fresquinhos.

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Prego Café de São Bento
Prego Café de São Bento
Duarte Drago

Café de São Bento

Restaurantes Chiado/Cais do Sodré

O bife à Café de São Bento, já aqui o escrevemos muitas vezes, é o melhor de Lisboa. No entanto, para quem não tem fome (ou finanças) para comer o bife inteiro, o restaurante da rua de São Bento também serve um senhor prego do lombo em pão alentejano (12,50€). A carne é a mesma, só que em ponto pequeno, e vem acompanhada por batata frita às rodelas e salada.

Galeto

Restaurantes Hambúrgueres Avenidas Novas

De portas abertas há mais de 50 anos, o Galeto é um clássico de Lisboa. Um espaço democrático, onde todo o tipo de gente é bem-vinda e se reúne a qualquer hora – só fecha entre as três e meia e as sete e meia da manhã. No seu longo menu, entre dezenas de opções, encontram-se um par de bons pregos, servidos em papo-seco e prontos para serem inundados em mostarda. O normal custa 4,60€ até às 22.00, e depois dessa hora passa para os 5,05€. O prego com martelo, aliás, com queijo e presunto, custa 5,85€ ou 6,45€.

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Gambrinus

Restaurantes Português Santa Maria Maior

O prego do Gambrinus (8€) é capaz de ser o melhor de Lisboa. Um bife de lombo alto e macio, temperado com alho e louro, aconchegado por um pão de mistura e idealmente acompanhado pela mostarda da casa, que chega à mesa ao mesmo tempo que o prego. Quer dizer, chega ao mesmo tempo se se cometer o erro de não comer um ou dois croquetes, sempre quentes e acompanhados pela dita mostarda, antes de chegar a sanduíche. Para regar o petisco, recomenda-se a imperial à Gambrinus.

Prego Marisqueira Azul
Prego Marisqueira Azul
Manuel Manso

Marisqueira Azul

Restaurantes Cais do Sodré

O marisco – e outros animais marinhos como as puntillitas, pequenas lulas fritas e posteriormente regadas com limão – é a especialidade do espaço concebido por Manuel Aguiar e Nuno Bergonse para o Time Out Market. Mas, como boa marisqueira que é, a Azul também serve um bom prego (7,50€). Neste caso, uma fatia de lombo tenra num pão quentinho, para acompanhar com mostarda.

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Nune's Real Marisqueira

Restaurantes Frutos do mar Belém

Além dos pratos de peixe e marisco, neste restaurante de Belém há chicha da boa, incluindo bifes, meios bifes, costeletões de boi. E, claro, um prego lombo no pão (6,50€), cozinhado com muito alho e uma gordura boa, que é daquelas coisas que nunca podem faltar em qualquer marisqueira digna do nome.

O Palácio

Restaurantes Frutos do mar Estrela/Lapa/Santos

Nesta instituição de Alcântara, o marisco é rei. E o bife com molho glutão é outra das especialidades da casa – é princípe, vá. Contudo, o que nos traz aqui uma e outra vez é um óptimo prego, carregado de alho, e amparado por uma carcaça honesta. Na carta, encontram-se o prego especial no pão (3€) e o prego especial do lombo (5€). A única diferença é o corte da vaca.

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Prego do Prego da Peixaria
Prego do Prego da Peixaria
Fotografia: Arlindo Camacho

O Prego da Peixaria

Restaurantes Hambúrgueres Princípe Real

Pregos da Peixaria há muitos. Só restaurantes são quatro (um deles no Time Out Market) e as variedades do dito são ainda mais. Mas vamos ficar-nos pelo clássico (9€), um naco de lombo macio, servido num bolo do caco barrado com manteiga de ervas. Foi por causa deste prato, servido originalmente no Sea Me (continua no menu do restaurante do Chiado, porém lá o preço sobe para os 10€), que os donos da peixaria decidiram dedicar-se a enfiar fatias de carne no pão. E em boa hora o fizeram.

Peixaria da Esquina

Restaurantes Frutos do mar Campo de Ourique

Uma das especialidades do restaurante de peixe do chef Vítor Sobral é o prego de atum (19.50€), um naco de peixe mal passado e bem salgado, abraçado por um pão leve e servido com maionese de tomate, pickles e batatas fritas. Para os carnívoros inveterados, há uma opção com bife do lombo (os mesmos 19,50€).

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Pesqueiro 25

Restaurantes Frutos do mar Cais do Sodré

O marisco é quem mais ordena, ou pelo menos quem mais espaço ocupa na carta deste restaurante aberto há uns anos na rua cor-de-rosa do Cais do Sodré. É um sítio moderno, mas fiel à boa tradição marisqueira de servir um prego do lombo no pão (12,25€). Sem truques, carregado de sal, salsa e alho. Há ainda um prego de atum em bolo de caco (12,25€).

Ramiro

Restaurantes Frutos do mar Intendente

É marisqueira mais badalada e concorrida de Lisboa há muitos anos. E compreende-se porquê. A qualidade é alta, o serviço é bonacheirão, os preços são baixos para o que se come – marisco, claro. E depois há o prego de lombo no pão (4,17€), espécie de sobremesa de inúmeras mariscadas. Um bife tenro e mal passado, temperado com sal e alho e enfiado numa bola de pão. Um clássico.

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Rui dos Pregos

Restaurantes Belém

De portas abertas desde o início da década passada e com vários restaurantes espalhados pela grande Lisboa (incluindo dois relativamente centrais, localizados entre Belém e Docas), o Rui dos Pregos já é uma referência da arte de pregar. Os pregos que dão o nome à casa são finos e bem martelados, temperados com sal, alho e manteiga. Podem ser servidos no prato (5,50€) ou numa bolinha de mafra (2,70€) que muitas vezes não tapa nem metade do bicho.

Sem Palavras

Restaurantes Alvalade

Come-se bem nesta cervejaria do Mercado de Alvalade onde, além de marisco e comida de tacho, se encontra um prego irrepreensível. Um bife fino e bem temperado a transbordar para fora da carcaça quentinha que o cobre (3,60€). E quem não se importar de pagar praticamente o dobro, pode fazer o upgrade para o prego do lombo.

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Tico Tico

Restaurantes Alvalade

Neste restaurante típico de Alvalade não se serve apenas um bom prego. Servem-se três, de acordo com o gosto e as possibilidades de cada um. Há um prego no pão (4,70€), um prego especial no pão (6,60€) e um prego do lombo no pão (9,20). Muda o corte e a qualidade da corte da carne, mas mantém-se o sabor a alho e sal. É o que se quer.

Outros petiscos

Paredão do estoril
Fotografia: Manuel Manso

Ponha-se à fresca: experimente treinar ao ar livre em Lisboa

Coisas para fazer

O treino ao ar livre e em grupo deixou ser uma moda para passar a ser parte do cenário lisboeta. Depois de ler as nossas propostas, se vir uma grupeta à beira-rio ou gente a subir e descer bancos de jardim, já sabe de onde vêm. Praticar exercício físico fora de quatro paredes pode ser a solução perfeita para tempos estranhos como estes que vivemos. À beira-mar ou tirando partido dos altos e baixos de Lisboa (e de outras geografias da Área Metropolitana), conheça estes grupos para treinar ao ar livre em Lisboa, para suar sozinho ou em grupo (grupos controlados, atenção).

jardim da estrela
David Clifford

Os melhores sítios para fazer piqueniques em Lisboa

Coisas para fazer Eventos alimentares

Sabe onde piquenicar em Lisboa? É a forma ideal de fugir da cidade sem chegar a sair dela. É pegar, meter na cesta e estender a toalha nesses hectares relvados jardins fora. Há verdadeiros tesourinhos que vai querer conhecer, sobretudo agora que está oficialmente aberta a época do bom tempo, os raios de sol já queimam e a vontade de sair de casa é mais que muita, ainda que cada saída deva ser feita com a devida prudência. Se não é adepto de esplanadas cheias de gente, pode optar pelos espaços verdes e atirar-se a um lanchinho com a família ou entre amigos.

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Man wearing a mask
Photograph: Shutterstock

Dez mandamentos da nova "normalidade"

Coisas para fazer

O chamado desconfinamento foi o grito do Ipiranga para muitos portugueses. Por outro lado, há quem ainda hesite em voltar ao normal, à rua, às lojas, às praias e a tudo o que implique não poder encomendar para casa. Seja qual for o caso, é ainda preciso alguma cautela na sua nova apresentação à sociedade. O pior parece já ter passado e agora não vamos estragar tudo. Por isso, pelo menos nos próximos tempos, é preciso abraçar uma nova forma de estar. Metemos a mão na consciência e redigimos os 10 mandamentos para a nova “normalidade”. Quem não cumprir é um ovo podre. 

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