Global icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Restaurantes com mesas comunitárias em Lisboa

Restaurantes com mesas comunitárias em Lisboa

Nestes restaurantes com mesas comunitárias dá para fazer amigos novos ou juntar a malta toda.
Cultura do Hambúrguer, Bairro Alto
©Inês Félix
Por Inês Garcia e Luís Leal Miranda |
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Ninguém tem dúvidas: é à mesa que se fazem os melhores amigos. Uma boa maneira de começar a adicionar amigos na vida é real é sentar-se num destes restaurantes, que seguem as tendências de aposta em mesas comunitárias  ainda que os portugueses continuem a sofrer constrangimentos e fiquem com medo de falar alto no meio de desconhecidos. Ora, um desconhecido é apenas um amigo em estado larvar. Para os fazer sair do casulo nada melhor do que partilhar um cesto de pão, uma garrafa de azeite ou um pratinho de azeitonas. Ou um espaço apertadinho. Não se ponha com conversas delicadas e faça antes novos amigos num destes restaurantes com mesas comunitárias em Lisboa.

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Restaurantes com mesas comunitárias em Lisboa

Peixaria Centenária
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer, Mercados e feiras

Peixaria Centenária

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

À sexta-feira à noite o gelo e o peixe fresco da banca da Peixaria Centenária são substituídos por uma mesa de madeira onde se serve comida caseira de tacho. Joana Mateus e Rui Quinta, os donos disto tudo, chamaram o chef Pedro Marques para fazer os jantares, sempre com peixe fresco. A mesa tem capacidade para oito a dez pessoas.

+ Peixaria Centenária agora serve jantares: abanca aí, freguês

Pizza Primavera, Casanova
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Casanova

icon-location-pin São Vicente 

É o grande clássico das mesas corridas (e das filas intermináveis a qualquer hora). A pizzaria de Maria Paola Porru chegou à maioridade mas não muda a receita e mantém as pizzas de massa fina estaladiças feitas em forno de lenha.

 

A Time Out diz
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Sexy Beach da Cultura do Hamburguer
©Duarte Drago
Restaurantes

A Cultura do Hambúrguer

icon-location-pin Bairro Alto

Na Cultura do Hambúrguer, o segundo espaço desta marca no Bairro Alto, além de comer bons hambúrgueres numa mesa comprida e bem iluminada, pode sempre começar a conversa com o colega do lado com um pouco de História: aqui viveu o restaurante Pap’Açorda, vaivém de políticos, intelectuais e figuras das várias artes. 

Local
©Francisco Santos
Restaurantes, Português

Local

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O restaurante de 18 metros quadrados do Príncipe Real, com Manuel Lino à frente, tem mesa para dez no interior e agora tem outra ao ar livre para mais seis pessoas. Chamam-lhe “pop-up lunch alfresco” e os menus de almoço podem ter pratos como a cavala com salada de citrinos ou a vitela cozinhada a baixa temperatura com ragu de vegetais.

A Time Out diz
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fauna e flora
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Fauna & Flora

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

O sítio da moda tem uma mesa alta comprida. É salvação de muita gente quando a fila está grande ou para quando quiser ir com um grupo de amigos. Peça a tosta de abacate com picadinho de vaca.

pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Pistola y Corazon

icon-location-pin Cais do Sodré

Na taqueria mais famosa da cidade tem barulho e bons tacos. Mas, mais do que isso, uma diversidade de margueritas que parece funcionar como o mais eficaz dos lubrificantes sociais para fazer amigos à mesa.

A Time Out diz
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Restaurante Zé da Mouraria
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Zé da Mouraria

icon-location-pin Martim Moniz

Igualmente eficaz no enturmanço fortuito são lugares movimentados e pequenos (ou, como se diz agora, “espacialmente desafiantes”), como o Zé da Mouraria. Deve ser qualquer coisa com o nome próprio “Zé”: nestes restaurantes de comida portuguesa há dois momentos para meter conversa – na fila de espera para sentar e depois de botar cotovelos em cima da toalha de papel. Ideia para tema de conversa: não se põe cotovelos na mesa, é má educação. Há sítios mais tranquilos e civilizados, sem toalhas de papel, onde pode empernar sem querer com um desconhecido. 

A Time Out diz
loco, i+d
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

I+D Loco

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

No laboratório criativo de Alexandre Silva há uma mesa em madeira que, uma vez por mês, recebe jantares para grupos de pelo menos cinco pessoas (a mesa leva uns dez). O menu, composto em grande parte por pratos em testes, antes de passarem para o menu principal do LOCO, tem o preço fixo de 150€ por pessoa e inclui pairing de vinhos.

+ No I+D do LOCO há tempo para inventar, testar, errar e fazer tudo outra vez

A Time Out diz
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Restaurantes, Italiano

A Mesa

icon-location-pin Alcântara

Todo o conceito deste restaurante na Lx Factory está assente na mesa comprida que ocupa todo o restaurante. É uma única mesa corrida onde cabem 50 pessoas, toalhas aos quadradinhos como convém num verdadeiro italiano e pizzas finas e estaladiças. 

Restaurantes, Português

Casa da Índia

icon-location-pin Chiado

Aprenda a dizer “passe o picante” em várias línguas, porque na Casa da Índia a quantidade de idiomas é inversamente proporcional ao número de frasquinhos de piripíri. O mítico restaurante resvés Bairro Alto junta uma mistura ecléctica de lisboetas e turistas que se vêem obrigados a partilhar as mesmas mesas compridas. O resultado é uma série de encontros de speed dating acidentais de onde podem resultar amizades para a vida – ou para a noite. 

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Prado
Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Prado

icon-location-pin Castelo de São Jorge

António Galapito faz aqui uma cozinha simples, farm to table, com produtos portugueses e privilegiando a sazonalidade dos produtos, e isso valeu-lhe cinco estrelas do nosso crítico Alfredo Lacerda. Ao fundo do restaurante com plantas a pender do tecto, há uma mesa comprida. Coma o tártaro de Minhota com couve galega e no fim não se esqueça de pedir a nova sobremesa de gelado de broa de milho com batata doce.

A Time Out diz
Restaurantes

Atelier Henrique Sá Pessoa

icon-location-pin Marvila

O atelier de Henrique Sá Pessoa é uma incubadora de ideias para o estrelado Alma e para o Tapisco. O chef quer encher a mesa comprida com 12 pessoas, em não mais do que grupos de quatro, para criar sinergias e haver networking, ao mesmo tempo que apresenta os pratos de teste para os seus restaurantes. Aceita marcações.  

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mezze, restaurante sírio, arroios
©Francisco Santos
Restaurantes, Sírio

Mezze

icon-location-pin Lisboa

O Mezze, restaurante sírio de Arroios, está entre as melhores mesas corridas da cidade – pela comida, pelo ambiente e pela maneira discreta com que as pessoas se entreolham, à espreita para ver o que a mesa ao lado pediu. Ora se isto não é um bom ponto de partida para meter conversa, não sabemos o que é. 

A Time Out diz

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2018
©Miguel Manso
Restaurantes

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Ingri, um dos pratos do Tantura
© Arlindo Camacho
Restaurantes

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eight the health lounge
Fotografia: Arlindo Camacho
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