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Comadre
Gabriell Vieira

Nove restaurantes escondidos em Lisboa para uma refeição discreta

Para almoços e jantares longe de olhares indiscretos, espreite esta lista de restaurantes escondidos em Lisboa

Escrito por
Inês Garcia
e
Teresa David
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Escondidos por detrás de um espelho, no primeiro piso de um edifício banal, dentro de um centro comercial fantasma ou sem qualquer identificação à entrada. Há portas em Lisboa que escondem um bom restaurante japonês, restaurantes de fine dinning ou indianos clássicos. Não tenha medo de entrar num beco sem saída sem nenhum traseunte. Provavelmente é lá que vai encontrar o melhor sítio para almoçar ou jantar. Na lista que se segue dizemos-lhe alguns dos restaurantes escondidos em Lisboa que vale a pena procurar, para uma refeição longe de olhares indiscretos. 

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Nove restaurantes escondidos em Lisboa para uma refeição discreta

  • Restaurantes
  • Belém

O restaurante fica na loja de uma urbanização indiferenciada em Pedrouços. Passa-se a porta e a sala está logo ali, com oito lugares ao balcão e com o chef Paulo Morais à frente. De terça a sábado, ao jantar, há vários menus de degustação disponíveis (60€-150€) que mudam todos os meses. Já aos almoços, que acontecem de quarta a sábado, são à carta ou ao estilo omakase (à escolha do chef, 70€). 

  • Restaurantes
  • Indiano
  • Santa Maria Maior

No Caxemira, os sabores da Índia estão lá todos bem escondidos, num primeiro andar discreto e apertado junto à Praça da Figueira. O caril de camarão é intenso e as chamuças de frango — muito bem recheadas — são um chamariz da casa. Aqui, a refeição não deverá ultrapassar os 20€. 

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  • Restaurantes
  • São Sebastião

O Potzalia é, desde Janeiro, a presença mais colorida do pacato Multicentro, entre Entrecampos e o Rêgo. É a casa de Sandra Ruiz — chamada “deusa do pozole”, um caldo mexicano feito com milho branco, pelos amigos. Por lá, serve-se comida típica mexicana, como quesadillas (4€), tacos (três por 8€, cinco por 11€) e burritos (8€). Tudo para acompanhar com a tradicional horchata, feita com água de arroz, ou o jamaica, um chá feito com as flores da vinagreira (1,50€ o copo, 6€ o litro), ou ainda com as alcóolicas margaritas (4,50€). 

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Comadre cabem cerca de 100 pessoas, o que ninguém diria à primeira vista. É que, depois de passar um pátio com algumas mesas e um espaço que se assemelha a uma mercearia, está um armário com um espelho que esconde uma passagem para um mundo novoAo abrir esta porta misteriosa, somos surpreendidos com uma sala ampla, onde se servem a maioria das refeições. Se descermos uns degraus, damos ainda de caras com um gabinete de curiosidades, onde é possível sentar para um copo, e duas salas mais privadas, decoradas ao estilo do cineasta Wes Anderson. A carta inspira-se na cozinha mediterrânea, com influências italianas, portuguesas, francesas e também do Médio Oriente. Não deixe de provar o pink oeuf mimosa, ovos com maionese rosa (4,50€).

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  • Restaurantes
  • Grande Lisboa

O restaurante chinês Kuwazi nasceu na Mouraria, mas mudou-se entretanto para uma cave sem janelas no Columbia, do Campo Pequeno. Na carta deste restaurante bem escondido vai encontrar guiozas fritas (15 peças, 5€); espetadas de coração de frango (0,90€); entre outras iguarias. Tudo a preços simpáticos para a carteira. 

  • Restaurantes
  • Português
  • Baixa Pombalina
  • preço 1 de 4

Foi um galego que abriu o restaurante, em frente ao célebre animatógrafo do Rossio, numa altura em que ainda havia carroças
 a passar, em 1944. O ambiente de tasca está lá todo e serve refeições completas e tipicamente ibéricas a toda a hora. Nos petiscos não faltam as pataniscas de bacalhau (1,95€) e o carapauzinho frito (0,70€ a unidade). 

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  • Restaurantes
  • São Vicente 
  • preço 4 de 4

À mesa do Ceia — o restaurante intimista e discreto, sem qualquer identificação à entrada, no interior do Santa Clara 1728 —, o chef Diogo Caetano leva-nos numa viagem gastronómica pelas várias paisagens do país, do fundo do mar à floresta, num menu de degustação de vários momentos (100€/150€ com harmonização de vinhos, 130€ com harmonização de sumos), que aposta na sazonalidade e nos produtos locais. 

  • Restaurantes
  • Chinês
  • Lisboa

Ficou baptizado assim mesmo, Chinês Clandestino. Fica num segundo andar perto do Largo da Severa, na Mouraria, e tem uma sala enorme com mesas, as típicas toalhas de papel do antigamente e guardanapos num dispenseiro. A carta é longa e muito completa, com opções muito baratas, que deve pedir escrevendo o número correspondente num papelinho que lhe é entregue à chegada. Prove a beringela assada (6,20€), ou um dos pratos na chapa quente (7,20€-7,70€). 

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  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

Se não fosse a música e a estética colorida do La Malquerida, que em português significa mal-almada, não dariamos por ele. Fica na pequena travessa do Marquês de Sampaio, meio que escondida dos outros restaurantes do Cais do Sodré. Aqui serve-se comida típica das ruas mexicanas. As estrelas são os tacos de pastor (2€), mas também há torta (3€ sem queijo/3,5€ com queijo), uma sandes com o mesmo recheio dos tacos; a suculenta gringa (4€) e as tradicionais quesadillas (3€). Existe ainda um menu composto por três tacos e uma coroninha (7,50€). 

Os melhores restaurantes em Lisboa por zona

  • Restaurantes

O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento – muitos deles de janelões abertos para a rua a convidar a um copo antes de entrar. Depois de tanto tempo adormecida por causa da pandemia, a zona voltou à vida de antigamente. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a corte de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar. Vá por nós e coma como um abade. Perdão, como a nobreza que merece ser.

 

  • Restaurantes

Moderno, tradicional e guloso. Alvalade tem de tudo um pouco, uma característica que também se aplica à oferta gastronómica do bairro. E acredite que é uma verdadeira volta ao mundo em muitos, muitos pratos. A Ásia está bem representada, em pratos oriundos do Nepal, Japão, Índia ou China, mas também Itália e, claro, Portugal que tem uma das melhores cozinhas do planeta. Mas antes de rumar a um dos bairros mais completos da cidade de Lisboa, comece por picar esta lista com os melhores restaurantes de Alvalade. Bom apetite e boa viagem.

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  • Restaurantes

Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer. Pode não ser a escolha mais óbvia na altura de decidir onde reservar mesa, mas talvez não se vá arrepender – até porque há boas esplanadas por aqui. Campolide é casa de comida tradicional portuguesa, mas também há boas carnes e até aos pratos mais frescos e contemporâneos, sem nunca esquecer, obviamente, o frango assado (olá Valenciana!). Nestes cinco restaurantes em Campolide não vai sair desiludido. E o mais certo é querer voltar. Não se esqueça é de reservar. Sendo uma zona tão bem servida de transportes, o mais seguro é deixar o carro em casa.

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