Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

O cozido à portuguesa come-se à quarta ou à quinta? Pouco importa – em Lisboa não faltam restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias.

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Cozido à Portuguesa Os Courenses
O cozido à portuguesa d'Os Courenses

Um cozido à portuguesa por dia, não sabe o bem que lhe fazia – no frio do Inverno ou mesmo sob o calor abrasador do Verão, para os mais aficionados. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional (ainda que uma larga maioria dos restaurantes de cozinha tradicional privilegie as quartas e quintas-feiras para o repasto). De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração. Aqui vão 17 restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo. Guarde esta lista na porta do frigorífico. 

Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Em Lisboa, há cozido à portuguesa todos os dias

1
O Jacinto
©DR
Restaurantes

Segunda-feira: O Jacinto

icon-location-pin Lumiar

A marca d'O Jacinto é comida portuguesa com apresentação e portanto nesta espécie de vivenda em Telheiras espere encontrar do sável frito com açorda de ovas à dobrada com feijão branco. O cozido é à segunda com tudo a que tem direito.

Preço: 18€/dose

2
Adega da Tia Matilde
Restaurantes, Português

Terça-feira: Adega da Tia Matilde

icon-location-pin São Sebastião

Na Adega da Tia Matilde, a terça-feira é o dia do cozido, generoso como deve ser. Com sorte, ainda lhe servem uma sopa do mesmo, com massa, cenoura e bastantes couves. O resto da carta são clássicos daqueles que não envelhecem.

Preço: 15,50€/dose

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3
Tasquinha do Lagarto
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quarta-feira: Tasquinha do Lagarto

icon-location-pin Campolide

Seja a vitela Mirandesa no tacho, tenríssima, o arroz de garoupa malandro ou o frango de cerveja assado no forno. Nesta tasca, é tudo no ponto, sem floreados. Às quartas, é o cozido que enche a sala emblemática de Campolide – e traz uma boa quantidade de enchidos e de arroz de cozido.

Preço: 15€/dose

4
Stop do Bairro
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quarta-feira: Stop do Bairro

icon-location-pin Campolide

João Sabino abriu o Stop do Bairro em Campo de Ourique em 1974 e em 2017 foi obrigado a mudar-se para Campolide depois de o contrato de aluguer o espaço original não ser renovado. Na nova casa mantem-se tudo o que deu fama à casa. A peça mais importante, a Dona Rona, continua na cozinha. À quarta é dia de cozido, com doses para uma pessoa ou duas.

Preço: 10€

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5
Solar dos Presuntos - Cozido à Portuguesa
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Quarta-feira: Solar dos Presuntos

icon-location-pin Lisboa

É preciso entrar sem pensar no que vai gastar. Mas entre firme e confiante de que a comida que lhe vão servir corresponde aos verdadeiros sabores portugueses, isto numa casa que se orgulha de fazer “alta cozinha de Monção”, coisa que se lê à entrada do restaurante. Não olhe a meios na hora de pedir as finas fatias de presunto, daqueles gulosos que estão pendurados na montra, para aconchegar o estômago e seguir para o arroz de lagosta e gambas, uma das especialidades. O Solar é daqueles sítios que serve lampreia da boa, na época dela, e entrando os meses frios, é não deixar escapar o cozido à portuguesa, servido religiosamente todas as quartas-feiras e confeccionado em 24 horas. 

Preço: 18€

6
Cantinho do Alfredo
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Cantinho do Alfredo

icon-location-pin Campolide

“O senhor é que o Alfredo?”. A resposta vai ser negativa. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Na cozinha, a D. Helena começa a preparar o cozido à portuguesa da quinta-feira às oito da manhã. E não há atrasos: ao almoço, esta pechincha saborosa está em cima da sua mesa.

Preço: 4,90€/dose

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7
A Provinciana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Provinciana

icon-location-pin Santa Maria Maior

Há uns 50 relógios na sala e são todos obra do Sr. Américo Fernandes, à frente desta casa desde 1988, depois de a ter comprado aos galegos que a fundaram em 1930. Repare-se que o tema das pipas domina e a razão é simples: o pai de Américo fazia-as em Castro d’Aire, e Américo, que sempre gostou de trabalhar madeira, aproveita-as para os trabalhos mais complexos. Na sala está a filha Carla, a tornar o serviço rápido e simpático, e na cozinha, a mulher, Judite, com mão para tudo o que aqui se serve. Quinta é dia de cozido (e de polvo à lagareiro).

Preço: 4,95€ 

8
Merendinha do Arco Bandeira
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Merendinha do Arco Bandeira

icon-location-pin Baixa Pombalina

Foi um galego que abriu o restaurante, em frente ao célebre animatógrafo do Rossio, numa altura em que ainda havia carroças
 a passar, em 1944. Agora está nas mãos de David Castro, mas os bons pratos 
e petiscos desta casa são obra da mulher, Fátima. Cozido à portuguesa incluído, servido religiosamente todas as quintas. O ambiente de tasca está lá todo, desde o balcão de alumínio aos garrafões pendurados na parede – só já não tem pata de presunto suspensa porque a ASAE não deixa. 

Preço: 7,50€

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9
Rui do barrote
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Rui do Barrote

icon-location-pin Beato

O Sr. Rui do Barrote teve de sair do Poço do Bispo, onde geria o restaurante bem conhecido pela picanha e outros grelhados no ponto, e mudou-se para a Penha de França. Além dos grelhados, continua a ter sempre bons pratos do dia, cozido à portuguesa à quinta e volta e meia uma mão de vaca que vale a pena. 

Preço: 10€

10
Forninho Saloio
©DR
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Forninho Saloio

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Fica numa rua meio escondida mas vale a pena a caminhada. Serve comida tradicional portuguesa a preços simpáticos mas sempre com doses generosas, do cozido à portuguesa, prato do dia às quintas-feiras, aos bons pratos de bacalhau.

Preço: 10€

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11
espaço açores
©DR
Restaurantes, Português

Sexta-feira: Espaço Açores

icon-location-pin Ajuda

Sim, é cozido das furnas feito em Lisboa. A técnica não se explica rapidamente mas envolve uma câmara que simula a actividade sísmica de um daqueles buracos nas furnas. Tem batata doce e inhame, como não podia deixar de ser. Para comer na sexta e no domingo, ao almoço.

Preço: 17,80€/dose

12
Zé Pinto
©DR
Restaurantes, Português

Sexta-feira: Zé Pinto

icon-location-pin Benfica/Monsanto

O cozido à portuguesa da sexta-feira tem a mão do Sr. António, que aconselha desde já a que, nos outros dias (que o cozido é sagrado), peça o entrecosto acompanhado por arroz de feijão (servido e pago à parte, mas compensa). 

Preço: 11,50€

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13
cozido os courenses
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Sábado: Os Courenses

icon-location-pin Alvalade

Este tem tudo aquilo a que este ex-líbris tem direito: para os que discutem se nabo pertence ou não a este prato nacional, Os Courenses respondem que sim e ainda mostram como se faz um caldo saboroso e um arroz cozinhado nesse mesmo líquido – arroz de cozido com toda a propriedade. Aos sábados e às quintas.

Preço: 20€/dose

14
cozido à portuguesa
Arlindo Camacho
Restaurantes

Domingo: O Cartaxinho

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Maria Júlia Cabral não tem mãos a medir em dias de cozido, especialmente porque, da sala, cada um o pede à sua maneira - sem orelha, sem couve - "às tantas deixa de ser cozido", diz. Nesta tasca composta da Avenida a travessa vem personalizada, às quartas e ao domingo.

Preço: 8€/dose

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15
Cozido à portuguesa no jncquoi
Restaurantes

Domingo: JNcQUOI

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O JNcQUOI recebe os dias frios com uma notícia bem quentinha: os últimos domingos do mês são agora dia de cozido à portuguesa. O almoço arranca com sopa de cozido e segue de forma bem tradicional, com uma enorme variedade de carnes e enchidos, arroz de cozido, feijão branco, batata e vegetais. Entre as sobremesas há muitas especialidades francesas da Ladurée, mas no dia do cozido o que vai bem para encerrar o repasto é o pão de ló ou o pudim abade de priscos. 

Preço: 38€

16
Tasca da Esquina
©Aromateca Group
Restaurantes

Domingo: Tasca da Esquina

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Em cada esquina uma casa de Vítor Sobral, e esta foi a primeira Esquina da sua carreira. Responde bem ao nome de tasca, com uma carta de petiscos de fazer inveja e a ocupar os primeiros lugares da lista dos melhores do género em Lisboa. Aos domingos é dia de um grande banquete de cozido à portuguesa.

Preço: 21€

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17
Bar do Fundo
Restaurantes

Domingo: Bar do Fundo

icon-location-pin Sintra

Lareira acesa, vista para o mar, buffet de cozido. Dá para imaginar um domingo de Inverno melhor? Na Praia Grande, já é tradição o Bar do Fundo servir cozido à portuguesa nos meses frios, para comer até não aguentar mais.

Preço: 18€   

Os melhores sítios para provar iguarias tradicionais

Solar dos Presuntos - Bacalhau Assado
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Três sítios para comer bacalhau assado

Quando começamos a enumerar os pratos de cozinha tradicional portuguesa, um dos primeiros que vem à cabeça é, certamente, o bacalhau. Bem sabemos que existem mil e uma formas de o comer, mas o bacalhau assado é um clássico que não falha. Com batata a murro, bem regadinho com azeite, com ou sem ovo. Interessa é ser uma boa posta, bem demolhada, bem suculenta.

Casa Lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer arroz de marisco

Antes que comece já a reclamar que o jantar é outra vez arroz, tome atenção que este é arroz de marisco. Há quem o prefira mais soltinho e al dente, outros não dispensam a cremosidade (quase um risoto mas sem queijo). Mas o indispensável é mesmo a mariscada dentro do tacho. 

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pudim abade priscos do jncquoi
©DR
Restaurantes

Três sítios para comer pudim Abade de Priscos

Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

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