Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

O cozido à portuguesa come-se à quarta ou à quinta? Pouco importa – em Lisboa não faltam restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias
Sé da Guarda - Cozido
Fotografia: Arlindo Camacho Cozido da Sé da Guarda
Por Catarina Moura |
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Um cozido à portuguesa por dia, não sabe o bem que lhe fazia – no frio do Inverno ou mesmo sob o calor abrasador do Verão, para os mais aficionados. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional. De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração, de 5€ a 20€ por dose. Aqui vão sete restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo. 

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Em Lisboa, há cozido à portuguesa todos os dias

O Jacinto
©DR
Restaurantes

Segunda-feira: O Jacinto

icon-location-pin Lumiar

A marca d'O Jacinto é comida portuguesa com apresentação e portanto nesta espécie de vivenda em Telheiras espere encontrar do sável frito com açorda de ovas à dobrada com feijão branco. O cozido é à segunda com tudo a que tem direito.

Preço: 18€/dose

Adega da Tia Matilde - Sala
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Terça-feira: Adega da Tia Matilde

icon-location-pin São Sebastião

Na Adega da Tia Matilde, a terça-feira é o dia do cozido, generoso como deve ser. Com sorte, ainda lhe servem uma sopa do mesmo, com massa, cenoura e bastantes couves. O resto da carta são clássicos daqueles que não envelhecem.

Preço: 15,50€/dose

A Time Out diz
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Tasquinha do Lagarto
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quarta-feira: Tasquinha do Lagarto

icon-location-pin Campolide

Seja a vitela Mirandesa no tacho, tenríssima, o arroz de garoupa malandro ou o frango de cerveja assado no forno. Nesta tasca, é tudo no ponto, sem floreados. Às quartas, é o cozido que enche a sala emblemática de Campolide – e traz uma boa quantidade de enchidos e de arroz de cozido.

Preço: 15€/dose

 

Cantinho do Alfredo
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Cantinho do Alfredo

icon-location-pin Campolide

“O senhor é que o Alfredo?”. A resposta vai ser negativa. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Na cozinha, a D. Helena começa a preparar o cozido à portuguesa da quinta-feira às oito da manhã. E não há atrasos: ao almoço, esta pechincha saborosa está em cima da sua mesa.

Preço: 4,90€/dose

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espaço açores
©DR
Restaurantes, Português

Sexta-feira: Espaço Açores

icon-location-pin Ajuda

Sim, é cozido das furnas feito em Lisboa. A técnica não se explica rapidamente mas envolve uma câmara que simula a actividade sísmica de um daqueles buracos nas furnas. Tem batata doce e inhame, como não podia deixar de ser. Para comer na sexta e no domingo, ao almoço.

Preço: 17,80€/dose

Restaurantes

Sábado: Os Courenses

icon-location-pin Alvalade

Este tem tudo aquilo a que este ex-líbris tem direito: para os que discutem se nabo pertence ou não a este prato nacional, Os Courenses respondem que sim e ainda mostram como se faz um caldo saboroso e um arroz cozinhado nesse mesmo líquido – arroz de cozido com toda a propriedade. Aos sábados e às quintas.

Preço: 20€/dose

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Restaurantes

Domingo: O Cartaxinho

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Maria Júlia Cabral não tem mãos a medir em dias de cozido, especialmente porque, da sala, cada um o pede à sua maneira - sem orelha, sem couve - "às tantas deixa de ser cozido", diz. Nesta tasca composta da Avenida a travessa vem personalizada, às quartas e ao domingo.

Preço: 8€/dose

Os melhores sítios para provar iguarias tradicionais

Solar dos Presuntos - Bacalhau Assado
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Três sítios para comer bacalhau assado

Quando começamos a enumerar os pratos de cozinha tradicional portuguesa, um dos primeiros que vem à cabeça é, certamente, o bacalhau. Bem sabemos que existem mil e uma formas de o comer: os mais puristas vão para o cozido com todos, mas há o bacalhau à Zé do Pipo, à Gomes de Sá, com natas, com broa, espiritual... Podíamos continuar a ementa mas o bacalhau assado é outro da categoria clássica que não falha. Com batata a murro, bem regadinho com azeite, com ou sem ovo. Interessa é ser uma boa posta, bem demolhada, bem suculenta.  Vá matar saudades de um bom bacalhau ou leve o amigo turista a um destes restaurantes em Lisboa.

Casa Lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer arroz de marisco

Antes que comece já a reclamar que o jantar é outra vez arroz, tome atenção que este é arroz de marisco. Há quem o prefira mais soltinho e al dente, outros não dispensam a cremosidade (quase um risoto mas sem queijo). Mas o indispensável é mesmo a mariscada dentro do tacho. São cozidos primeiro e o caldo resultante dessa cozedura é o que dá o sabor maior ao arroz. Falamos de camarões (uma gambinha mais básica ou os senhores camarões tigres e carabineiros), amêijoas, lombos de sapateira ou lagosta, berbigão, mexilhão. Descubra três bons sítios para comer arroz de marisco nesta lista. 

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Mousse de Chocolate - Cacué
©Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer mousse de chocolate

É a sobremesa caseira mais segura em todas as festas de aniversário e jantares de família ou amigos. Mas fora de casa, a coisa pode complicar-se. Antes de mais nada porque é facilmente comparável com a da avó, da mãe ou da tia, depois porque os níveis de cacau do chocolate variam facilmente e há quem goste dela mais intensa ou mais cremosa e consistente, outros preferem chocolate com menos percentagem de cacau ou com cheirinho. Nestes três restaurantes em Lisboa, a mousse de chocolate é servida como deve ser. Perfeita para um final de refeição guloso. 

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