Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

O cozido à portuguesa come-se à quarta ou à quinta? Pouco importa – em Lisboa não faltam restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias.

cozido à portuguesa
Arlindo Camacho
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Um cozido à portuguesa por dia, não sabe o bem que lhe fazia – no frio do Inverno ou mesmo sob o calor abrasador do Verão, para os mais aficionados. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional (ainda que uma larga maioria dos restaurantes de cozinha tradicional privilegie as quartas e quintas-feiras para o repasto). De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração, de 5€ a 20€ por dose. Aqui vão 11 restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo. Guarde esta lista na porta do frigorífico. 

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Em Lisboa, há cozido à portuguesa todos os dias

O Jacinto
©DR
Restaurantes

Segunda-feira: O Jacinto

icon-location-pin Lumiar

A marca d'O Jacinto é comida portuguesa com apresentação e portanto nesta espécie de vivenda em Telheiras espere encontrar do sável frito com açorda de ovas à dobrada com feijão branco. O cozido é à segunda com tudo a que tem direito.

Preço: 18€/dose

Adega da Tia Matilde - Sala
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Terça-feira: Adega da Tia Matilde

icon-location-pin São Sebastião

Na Adega da Tia Matilde, a terça-feira é o dia do cozido, generoso como deve ser. Com sorte, ainda lhe servem uma sopa do mesmo, com massa, cenoura e bastantes couves. O resto da carta são clássicos daqueles que não envelhecem.

Preço: 15,50€/dose

A Time Out diz
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Tasquinha do Lagarto
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quarta-feira: Tasquinha do Lagarto

icon-location-pin Campolide

Seja a vitela Mirandesa no tacho, tenríssima, o arroz de garoupa malandro ou o frango de cerveja assado no forno. Nesta tasca, é tudo no ponto, sem floreados. Às quartas, é o cozido que enche a sala emblemática de Campolide – e traz uma boa quantidade de enchidos e de arroz de cozido.

Preço: 15€/dose

 

Stop do Bairro
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Quarta-feira: Stop do Bairro

icon-location-pin Campolide

João Sabino abriu o Stop do Bairro em Campo de Ourique em 1974 e em 2017 foi obrigado a mudar-se para Campolide depois de o contrato de aluguer o espaço original não ser renovado. Na nova casa mantem-se tudo o que deu fama à casa. A peça mais importante, a Dona Rona, continua na cozinha. À quarta é dia de cozido, com doses para uma pessoa ou duas.

Preço: 10€

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Cantinho do Alfredo
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Quinta-feira: Cantinho do Alfredo

icon-location-pin Campolide

“O senhor é que o Alfredo?”. A resposta vai ser negativa. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Na cozinha, a D. Helena começa a preparar o cozido à portuguesa da quinta-feira às oito da manhã. E não há atrasos: ao almoço, esta pechincha saborosa está em cima da sua mesa.

Preço: 4,90€/dose

Quinta-feira: Forninho Saloio

Fica numa rua meio escondida mas vale a pena a caminhada. Serve comida tradicional portuguesa a preços simpáticos mas sempre com doses generosas, do cozido à portuguesa, prato do dia às quintas-feiras, aos bons pratos de bacalhau.

Preço: 10€

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espaço açores
©DR
Restaurantes, Português

Sexta-feira: Espaço Açores

icon-location-pin Ajuda

Sim, é cozido das furnas feito em Lisboa. A técnica não se explica rapidamente mas envolve uma câmara que simula a actividade sísmica de um daqueles buracos nas furnas. Tem batata doce e inhame, como não podia deixar de ser. Para comer na sexta e no domingo, ao almoço.

Preço: 17,80€/dose

Zé Pinto
©DR
Restaurantes, Português

Sexta-feira: Zé Pinto

icon-location-pin Benfica/Monsanto

O cozido à portuguesa da sexta-feira tem a mão do Sr. António, que aconselha desde já a que, nos outros dias (que o cozido é sagrado), peça o entrecosto acompanhado por arroz de feijão (servido e pago à parte, mas compensa). 

Preço: 11,50€

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Restaurantes

Sábado: Os Courenses

icon-location-pin Alvalade

Este tem tudo aquilo a que este ex-líbris tem direito: para os que discutem se nabo pertence ou não a este prato nacional, Os Courenses respondem que sim e ainda mostram como se faz um caldo saboroso e um arroz cozinhado nesse mesmo líquido – arroz de cozido com toda a propriedade. Aos sábados e às quintas.

Preço: 20€/dose

Restaurantes

Domingo: O Cartaxinho

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Maria Júlia Cabral não tem mãos a medir em dias de cozido, especialmente porque, da sala, cada um o pede à sua maneira - sem orelha, sem couve - "às tantas deixa de ser cozido", diz. Nesta tasca composta da Avenida a travessa vem personalizada, às quartas e ao domingo.

Preço: 8€/dose

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Tasca da Esquina
©Aromateca Group
Restaurantes

Domingo: Tasca da Esquina

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Em cada esquina uma casa de Vítor Sobral, e esta foi a primeira Esquina da sua carreira. Responde bem ao nome de tasca, com uma carta de petiscos de fazer inveja e a ocupar os primeiros lugares da lista dos melhores do género em Lisboa. Aos domingos é dia de um grande banquete de cozido à portuguesa.

Preço: 21€

Os melhores sítios para provar iguarias tradicionais

Solar dos Presuntos - Bacalhau Assado
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Três sítios para comer bacalhau assado

Quando começamos a enumerar os pratos de cozinha tradicional portuguesa, um dos primeiros que vem à cabeça é, certamente, o bacalhau. Bem sabemos que existem mil e uma formas de o comer: os mais puristas vão para o cozido com todos, mas há o bacalhau à Zé do Pipo, à Gomes de Sá, com natas, com broa, espiritual... Podíamos continuar a ementa mas o bacalhau assado é outro da categoria clássica que não falha. Com batata a murro, bem regadinho com azeite, com ou sem ovo. Interessa é ser uma boa posta, bem demolhada, bem suculenta.  Vá matar saudades de um bom bacalhau ou leve o amigo turista a um destes restaurantes em Lisboa.

Casa Lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer arroz de marisco

Antes que comece já a reclamar que o jantar é outra vez arroz, tome atenção que este é arroz de marisco. Há quem o prefira mais soltinho e al dente, outros não dispensam a cremosidade (quase um risoto mas sem queijo). Mas o indispensável é mesmo a mariscada dentro do tacho. São cozidos primeiro e o caldo resultante dessa cozedura é o que dá o sabor maior ao arroz. Falamos de camarões (uma gambinha mais básica ou os senhores camarões tigres e carabineiros), amêijoas, lombos de sapateira ou lagosta, berbigão, mexilhão. Descubra três bons sítios para comer arroz de marisco nesta lista. 

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Mousse de Chocolate - Cacué
©Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer mousse de chocolate

É a sobremesa caseira mais segura em todas as festas de aniversário e jantares de família ou amigos. Mas fora de casa, a coisa pode complicar-se. Antes de mais nada porque é facilmente comparável com a da avó, da mãe ou da tia, depois porque os níveis de cacau do chocolate variam facilmente e há quem goste dela mais intensa ou mais cremosa e consistente, outros preferem chocolate com menos percentagem de cacau ou com cheirinho. Nestes três restaurantes em Lisboa, a mousse de chocolate é servida como deve ser. Perfeita para um final de refeição guloso. 

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