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Restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias

O cozido à portuguesa come-se à quarta ou à quinta? Pouco importa. Em Lisboa há restaurantes para comê-lo todos os dias.

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O cozido à portuguesa é um prato para todos os dias – no frio do Inverno ou no calor do Verão. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional (ainda que uma larga maioria dos restaurantes de cozinha tradicional privilegie as quartas e quintas-feiras para o repasto). De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração. Aqui vão 17 restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo. Uma daquelas listas que vai querer ter na porta do frigorífico.

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Em Lisboa, há cozido à portuguesa todos os dias

  • Lumiar

A marca d'O Jacinto é comida portuguesa com apresentação e portanto nesta espécie de vivenda em Telheiras espere encontrar do sável frito com açorda de ovas à dobrada com feijão branco. O cozido é à segunda com tudo a que tem direito. Além disso, é à discrição.

Preço: 24€

  • Português
  • São Sebastião

Na Adega da Tia Matilde, a terça-feira é o dia do cozido, generoso como deve ser. Com sorte, ainda lhe servem uma sopa do mesmo, com massa, cenoura e bastantes couves. O resto da carta são clássicos daqueles que não envelhecem.

Preço: 24€/dose (18€ meia dose)

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  • Português
  • Campolide

Seja a vitela Mirandesa no tacho, tenríssima, o arroz de garoupa malandro ou o frango de cerveja assado no forno. Nesta tasca, é tudo no ponto, sem floreados. Às quartas, é o cozido que enche a sala emblemática de Campolide – e traz uma boa quantidade de enchidos e de arroz de cozido. Não consegui arranjar mesa a meio da semana? Aos sábados, a Tasquinha do Lagarto repete a dose.

Preço: 26€ (13,50€ meia dose)

  • Lisboa

É preciso entrar sem pensar no que vai gastar. Mas entre firme e confiante de que a comida que lhe vão servir corresponde aos verdadeiros sabores portugueses, isto numa casa que se orgulha de fazer “alta cozinha de Monção”, coisa que se lê à entrada do restaurante. Não olhe a meios na hora de pedir as finas fatias de presunto, daqueles gulosos que estão pendurados na montra, para aconchegar o estômago e seguir para o arroz de lagosta e gambas, uma das especialidades. O Solar é daqueles sítios que serve lampreia da boa, na época dela, e entrando os meses frios, é não deixar escapar o cozido à portuguesa, servido religiosamente todas as quartas-feiras e confeccionado em 24 horas. 

Preço: 24,50€

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  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Maria Júlia Cabral não tem mãos a medir em dias de cozido, especialmente porque, da sala, cada um o pede à sua maneira – sem orelha, sem couve – "às tantas deixa de ser cozido", diz. Nesta tasca composta da Avenida, a travessa vem personalizada, às quartas e também ao domingo.

Preço: 13,50€ (8,90€ meia dose)

  • Português
  • Campolide

“O senhor é que o Alfredo?” A resposta vai ser negativa. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Na cozinha, a D. Helena começa a preparar o cozido à portuguesa da quinta-feira às oito da manhã. E não há atrasos: ao almoço, esta pechincha saborosa está em cima da sua mesa.

Preço: 7,50€

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  • Português
  • Santa Maria Maior

Há uns 50 relógios na sala e são todos obra do Sr. Américo Fernandes, à frente desta casa desde 1988, depois de a ter comprado aos galegos que a fundaram em 1930. Repare-se que o tema das pipas domina e a razão é simples: o pai de Américo fazia-as em Castro d’Aire, e Américo, que sempre gostou de trabalhar madeira, aproveita-as para os trabalhos mais complexos. Na sala está a filha Carla, a tornar o serviço rápido e simpático, e na cozinha, a mulher, Judite, com mão para tudo o que aqui se serve. Quinta é dia de cozido, seja qual for a estação do ano.

Preço: 8,95€ 

  • Português
  • Baixa Pombalina

Foi um galego que abriu o restaurante, em frente ao célebre animatógrafo do Rossio, numa altura em que ainda havia carroças
 a passar, em 1944. Agora está nas mãos de David Castro, mas os bons pratos 
e petiscos desta casa são obra da mulher, Fátima. Cozido à portuguesa incluído, servido religiosamente todas as quintas. O ambiente de tasca está lá todo, desde o balcão de alumínio aos garrafões pendurados na parede – só já não tem pata de presunto suspensa porque a ASAE não deixa. 

Preço: 15,90€

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  • Português
  • Beato

O Sr. Rui do Barrote teve de sair do Poço do Bispo, onde geria o restaurante bem conhecido pela picanha e outros grelhados no ponto, e mudou-se para a Penha de França. Além dos grelhados, continua a ter sempre bons pratos do dia, cozido à portuguesa à quinta e volta e meia uma mão de vaca que vale a pena. 

Preço: 12€

  • Português
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Fica numa rua meio escondida mas vale a pena a caminhada. Serve comida tradicional portuguesa a preços simpáticos mas sempre com doses generosas, do cozido à portuguesa, prato do dia às quintas-feiras, aos bons pratos de bacalhau.

Preço: 13€

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  • Português
  • Ajuda

Sim, é cozido das furnas feito em Lisboa. A técnica não se explica rapidamente mas envolve uma câmara que simula a actividade sísmica de um daqueles buracos nas furnas. Tem batata-doce e inhame, como não podia deixar de ser. Para comer na sexta e no domingo, ao almoço.

Preço: 14,90€/dose

  • Português
  • Benfica/Monsanto

O cozido à portuguesa da sexta-feira tem a mão do Sr. António, que aconselha desde já a que, nos outros dias (que o cozido é sagrado), peça o entrecosto acompanhado por arroz de feijão (servido e pago à parte, mas compensa). 

Preço: 16,50€

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  • Chiado/Cais do Sodré

A tradição é sagrada na cozinha de Mateus Freire. Aos domingos, o chef beirão serve a sua versão de um dos pratos mais acarinhados da gastronomia portuguesa. O Cozido Rico do Intenso segue a tradição da Beira Baixa, região de onde o chef é natural, a começar pelos enchidos artesanais da charcutaria Valverde, no Fundão. Falamos de bucho, chouriça moura, chouriço de sangue, farinheira, farinheira de carne e morcela. Não fica por aqui. Na travessa vem também barriga, chispe, pernil, orelha e aba de novilho, couves portuguesa, lombrada e coração, nabo, batata, cenoura e cherovia. À terça-feira, é servida uma versão mais modesta desta iguaria, inserida no menu de almoço. Por 16€, tem também uma bebida, sobremesa e café).

Preço: 22€

  • Alvalade

Este tem tudo aquilo a que este ex-líbris tem direito: para os que discutem se nabo pertence ou não a este prato nacional, Os Courenses respondem que sim e ainda mostram como se faz um caldo saboroso e um arroz cozinhado nesse mesmo líquido – arroz de cozido com toda a propriedade. Aos sábados e às quintas, sempre ao almoço.

Preço: 28€/dose (18€ meia dose)

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  • Avenida da Liberdade

O JNcQUOI recebe os dias frios com uma notícia bem quentinha: os últimos domingos do mês são agora dia de cozido à portuguesa. O almoço arranca com sopa de cozido e segue de forma bem tradicional, com uma enorme variedade de carnes e enchidos, arroz de cozido, feijão branco, batata e vegetais.

Preço: 45€

  • Sintra

Lareira acesa, vista para o mar, buffet de cozido. Dá para imaginar um domingo de Inverno melhor? Na Praia Grande, já é tradição o Bar do Fundo servir cozido à portuguesa nos meses frios, para comer até não aguentar mais.

Preço: 25€

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  • Estrela/Lapa/Santos

Não precisa de ir até à Praia Grande para comer cozido à portuguesa sem limites. Ali para os lados de São Bento, o Fauna já instaurou a modalidade do buffet de cozido aos domingos. Conte com carnes variadas, enchidos e vegetais, a santíssima trindade da gastronomia portuguesa.

Preço: 35€

Continuar a comer e beber em Lisboa

  • Pastelarias

Bolos, pastéis, jesuítas, éclairs, madalenas, folhados... A lista podia continuar mais duas ou três linhas que nós ficaríamos aqui, a salivar, em frente ao ecrã. A pastelaria é talvez das melhores coisas da cultura urbana e gastronómica portuguesa (nem vale a pena negar) e muitas casas com fabrico próprio são verdadeiras tentações para os mais gulosos.

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Apesar de todas as transformações na zona, Benfica continua a ser um bairro tradicional, onde é possível conhecer e tratar os vizinhos pelo nome. Há restaurantes que resistem há décadas e se tornaram destino por si. Mas também há novidades do mundo e propostas contemporâneas.

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