Os melhores restaurantes de praia

Aquela bola de berlim panada com areia até pode ter o seu encanto, mas comer bem é outra coisa. Corremos os restaurantes perto da praia nas redondezas de Lisboa e ficamos muito tempo sem ir à água por causa da digestão

Fotografia: Arlindo Camacho

O melhor que se come nesta terra chega do mar, dizem muitos, mas para comer bem é preferível não chegar muito perto dele. Restaurante onde dá para ir ao banho é, muitas vezes, sinónimo de banhada, porque quem serve com boas vistas acha por vezes que o resto é paisagem, toma o cliente por garantido e pouco cuida do que serve e da qualidade do serviço. Da Comporta à Ericeira, passando pela Linha, fomos à procura dos melhores restaurantes de praia perto de Lisboa. E percebemos que, felizmente, são cada vez mais as excepções que contrariam esta regra.

 

Restaurantes de Praia

Pita Gourmet

Não se assuste com o gourmet no nome. Este restaurante tem boas especialidades gregas, como as tiropitas, massa filo recheada com queijo feta e servida com mel e sésamo torrado, ou musakas, beringelas recheadas com carne picada. O prato pikilia, com quatro carnes grelhadas com batatas no forno e molho tsatsiki (18,90€ para dois) é uma boa opção.

Ler mais
Grande Lisboa

Praia - Sea, Salt & Pepper

Sim, a ementa começa com um eufemismo: lascas de batata são na verdade cascas de batata fritas. Recursos estilísticos à parte, a vista é bonita e a decoração instagramável, com muitas madeiras clarinhas, plantas verdinhas no meio do deserto árido das praias da costa e, no areal, umas camas que fazem as toalhas de praia perder o sentido. Na mesa, é procurar o carpaccio de polvo ou de novilho ou o peixe do dia grelhado vendido ao quilo.

 

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Restaurante da Praia do Castelo

A especialidade vê-se de longe, ainda se está na lista de espera, a tentar perceber se vai dar para sentar ou não: a grelha 
à vista está ali à espera do peixe — linguado, besugo, chocos, ovas de pescada. Entradas e petiscos, é lembrar-se da sua receita preferida e procurar na lista porque os clássicos estão lá quase todos, dos pipis ao choco frito.

Ler mais
Grande Lisboa

Retiro do Pescador

Este retiro honesto na Fonte da Telha fica mesmo na praia e está aberto todo o ano. Servem bom peixe fresco –  quando lá chegar e disser que é isso que quer comer, chegam-lhe com uma travessa à frente para ver o peixe do dia. Há cadelinhas, amêijoas e outros petiscos para começar a refeição com o pôr-do-sol no horizonte (vá à confiança, que se não tiver fresco avisam).  

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

República do Frango

Além de saber onde se come um bom bitoque, também é preciso saber onde há um bom frango assado, neste caso, franguinho
 da Guia. Esta casa perto da Cova do Vapor também tem buffet de cozido à portuguesa ao domingo, mas foquemo-nos no que importa: a especialidade está logo escrita no grande letreiro para a rua e tanto se come no restaurante como se leva para casa. Ou para a praia.

Ler mais
Grande Lisboa

Sentido do Mar

Fica no paredão da Costa, na linha do Barbas, o restaurante do benfiquista ferrenho, e aqui é o sushi que está em sentido. Existe a versão mais tradicional e combinados de fusão, mas também propostas para quem não é fã do peixe cru.  

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Restaurantes de Praia

Bar dos Gémeos

À esquerda, o Forte de São Julião da Barra e à frente, a praia e a vista privilegiada para o calçadão,
 se é adepto da bela arte da observação de pessoas. Lá dentro, os bancos e as mesas de madeira até podem fazer crer que se está numa taberna, mas no Bar dos Gémeos os menus são muito mais leves do que a comida de taberneiro. São saladas, tostas, hambúrgueres acompanhados de sumos naturais e batidos. Não esqueça esta morada quando se for embora o calor: há chocolate quente no Inverno.

Ler mais
Cascais

Windsurf Café

De espreguiçadeiras viradas para o areal e até com uns cadeirões suspensos, o balcão virado para a rua promete bebidas noite fora. Para a jornada há wraps, tostas e saladas, o peixe do dia, mas também petisquinhos como os anéis de lula salteados ou a bruschetta de rosbife. Se nada disto o convence, pode ir ao Windsurf para dizer que já comeu um doce da casa que não era camadas de natas, bolacha maria e um etecetera qualquer. O doce da casa é antes uma fatia de tarte de maçã aquecida com uma bola de gelado.

Ler mais
Cascais
Publicidade

A Pastorinha

O nome até pode enganar, que A Pastorinha não sítio para comida do campo a preço de amigo. É, isso sim, um clássico da praia de Carcavelos desde os anos 70. Hoje tem esplanada com mesas e cadeiras de palhinha sobre a praia, restaurante com piano-bar. Mantém o misto de peixe, um combinado dos peixes do dia, coisa para
 empregar quatro pessoas na
 tarefa. De resto, o mar é o rei num lugar com nome de quem anda a pastar gado em terra: do robalo ao sal ao peixe no pão; e não se esqueça dos mariscos ao natural, fritos ou grelhados.

Ler mais
Cascais

Charkoal

Lembra-se no Peter na Marina de Oeiras? Então esqueça. O Charkoal é o restaurante que ocupa desde o Verão de 2017 esse espaço e não tem nada a ver. Depois de passar pelo bar e pela esplanada, a entrada mostra logo a grande grelha para se saber sem dúvidas ao que se
 vai. A aposta do chef Cordeiro aqui é o carvão e tudo o que lhe pode cair em cima, sem grande espaço para petisquinhos. Aqui é para acabar depois de um dia de praia cansativo, daqueles com muito exercício dentro de água e um grande buraco no estômago: há costeletão maturado na brasa, bacalhau na brasa com batatas a murro e grelos ou o polvo no carvão com a mesma guarnição.

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Restaurantes de Praia

Villa Tamariz Utopia

Foi uma das novidades do Estoril em 2016, e conseguiu conquistar os frequentadores do paredão com uma ementa de pratos e petiscos de base portuguesa, mas apresentação a atirar para o contemporâneo. Dos petiscos fazem parte a mini-sandwich de porco agridoce e o ceviche de salmão; no resto da carta há hambúrgueres, wraps, saladas e pratos de arroz – estes últimos, uma das imagens de marca da casa. E se acha, tal como nós, que cocktails e praia são uma união perfeita, tem aqui um bom sítio para os beber.

 

Ler mais
Cascais

Opíparo

Um restaurante de praia não tem de servir apenas peixe grelhado e marisco. E a prova disso é este Opíparo, a funcionar na Praia da Poça desde finais de 2010.
 O que se serve aqui passa pela cozinha tradicional portuguesa reinventada, em pratos como 
o bacalhau fresco corado com batata doce, o folhado de pato com maçã caramelizada em vinho da Madeira ou, para algo mais fresco, a salada de tomate e mozarela. Claro que também há petiscos para partilhar e umas sangrias que escorregam que nem suminho.

 

Ler mais
Cascais
Publicidade

Alcatruz

Apesar de já ter uns bons anos de vida, o Alcatruz, bar-restaurante construído num descampado, no final de um beco em São João do Estoril, continua a ser um segredo da zona. Fica em cima da secretíssima – e acessível apenas para gente destemida – , Praia do Forte e tem saladas bem guarnecidas, como a de frango com chutney de manga
e mostarda dijon, as bruschettas, como a de salmão, ou tábuas
 para dividir, que levam pasta de azeitona, hummus, enchidos, queijos, salada e pão.

Ler mais
Cascais

Boteco da Linha

Não fica exactamente no Estoril, mas sim em São Pedro. Afinal uma batotazinha nunca fez mal a ninguém, sobretudo quando se trata de falar de um dos restaurantes de petiscos mais castiços da Linha. Serve rissóis de leitão, croquetes de alheira, salada de polvo, pica-pau, tiras de choco frito e, para quem ainda tiver fome, um bom bitoque. Na mesa aterra sempre um balde de minis fresquinhas, que vai sendo abastecido à medida que a refeição avança.

Ler mais
Cascais
Publicidade

Restaurantes de Praia

Bar da Praia

O restaurante da Praia da Conceição, a primeira de quem entra no paredão da Linha, já teve várias vidas. Nesta reencarnação, dada a conhecer no ano passado, chama-se Bar da Praia, apresenta-se com ascendência italiana, mas não deixa de fora algumas comidas frescas, como a salada César ou outra de polvo. Do lado italiano, há spaghetti nero com camarão, pesto e tomate cherry e uma infindável lista de pizzas de massa fina. Também tem take-away e um outro bar onde só servem snacks, sandes e bebidas.


Ler mais
Cascais

Bar do Guincho

Restaurante incontornável na vila, o Bar do Guincho consegue, há
 30 anos consecutivos, a proeza de receber quem gosta de almoçar ou petiscar em frente ao mar, mesmo em dias de muito vento – que não são raros na zona. Na ementa tem
 os obrigatórios pimentos padrón, saladas de polvo ou cones de batata frita, mas aquilo que está na lista de paixões Time Out há muito tempo dá pelo nome de tosta Guincho e tem um ovo estrelado lá dentro. Prove também os hambúrgueres e regue tudo com sangria de espumante.

Ler mais
Cascais
Publicidade

Esplanada da Fortaleza do Guincho

5 /5 estrelas
Escolha dos críticos

Sim, é a mesma Fortaleza do Guincho que tem lugar cativo no Guia Michelin há uns bons anos, e sim, é o mesmo chef, Miguel Rocha Vieira, que assina a ementa da esplanada. Mas trata-se neste caso de uma ementa de snacks e outros pratos menos elaborados, que são servidos de manhã à noite, nesta idílica esplanada com vista para o mar, e muito bem protegida do vento. Há chocos fritos com maionese de Sriracha, salada de polvo grelhado e batata doce de Aljezur, amêijoas da Ria Formosa à Bulhão Pato, sandwich club e um hambúrguer de carne barrosã DOP em pão brioche de ir aos céus.

 

Ler mais
Cascais

Páteo do Guincho

Em Outubro de 2016, o mítico Páteo do Petisco abriu um novo espaço no não menos mítico Clube D. Carlos, na Areia. Assim, às lascas de batata, aos peixinhos da horta e aos pimentos padrón, juntaram-se peixes frescos e carnes premium para cozinhar no carvão, da qual fazem parte o chuletón basco ou o solomillo, as douradas, os robalos e os pargos. Já se sabe que a praia dá fome, por isso, este é o sítio certo para a matar.

Ler mais
Cascais
Publicidade

Restaurantes de Praia

Bar do Fundo

Até ao Verão de 2016 era um bar de praia que safava situações 
de fome inesperada, mas o Bar do Fundo está agora renovado e tem de petiscos a pratos pesados, doces gulosos, para acompanhar, vinho a copo, sangrias ou cocktails servidos em frascos. Falando das coisas que puxam carroça 
há bife à Bar do Fundo — frito com molho de citrinos e alecrim — mas vá direito aos peixes, que provavelmente não estará em dia de conduzir alfaias agrícolas: há risoto de lavagante, cataplana de peixe e marisco e bife de atum com arroz de coentros e molho de soja.

Ler mais
Sintra

Neptuno

4 /5 estrelas

Está ali desde o século XIX, quando foi aberto pelo bisavô de Nuno Jorge, que hoje está à frente deste restaurante com esplanada para a praia falado pelos jornais
 de todo o mundo, das crónicas 
de Miguel Esteves Cardoso às reportagens do The New York Times. Da lista comprida de peixes, boa parte deles numa mesa de gelo no centro do restaurante, há que lembrar o robalo à Bulhão Pato, especialmente se for dia de festa, porque comê-lo é todo um ritual: primeiro vem o peixe com batata, cenoura e ovo e no final o seu caldo. Não saia sem o strudel que se faz no Neptuno há 30 anos.


Ler mais
Sintra
Publicidade

Água e Sal

Pedro Silva, filho da Dona Lourdes da Adega das Azenhas, quis abrir há três anos um lugar onde só se cozinhasse com água e sal. Ainda não tinha aberto o restaurante e viu logo que isso era impossível, mas ficou o nome e a ideia: serve alguns mariscos ao natural, como os percebes, as ostras ou os mexilhões. Para outros foi preciso juntar mais qualquer coisa: as lapas levam a sua manteiga de ervas e a tríade lavagante-lagosta-camarão pode ser servida em cima de uma salada russa leve, com rabanetes e algas. A rematar tudo, ou para pegar
a caminho das piscinas das Azenhas, há os gelados artesanais.

Ler mais
Sintra

Azenhas do Mar

4 /5 estrelas

O plano é o seguinte: deixar
 o carro lá em cima, no estacionamento com vista para as piscinas naturais; parar ao cimo das escadas que descem para a praia para tirar aquela foto-postal das Azenhas do Mar, descer e tomar um banho nas piscinas. Depois é subir outra vez, mas agora em direcção à sala de refeições do restaurante com o nome da terra, e ficar-se pelo marisco – há camarão, lagosta e sapateira, mas também percebes e bruxas – ou pelas saladas de polvo e as amêijoas à Bulhão Pato. Se a fome, estranhamente, não estiver a apertar, há, no areal, o Azenhas do Mar – Bar da Praia.

Ler mais
Sintra
Publicidade

Restaurantes de Praia

Bar do Peixe

Para ficar a saber, em menos de um minuto, que restaurante é este, mantenha-se aqui. Cá vai: é um restaurante de praia aberto desde 1992, onde o atendimento é sempre simpático, a ementa se faz entre os petiscos, os mariscos e os bons peixes grelhados no carvão, e que, ao fim do dia, se enche de gente a beber sangria e a assistir ao pôr-do-sol.

Ler mais
Grande Lisboa

Ribamar

É e não é um restaurante de praia. Desculpe? É que não está em cima da areia, mas só tem de atravessar uma rua para chegar até lá e, da esplanada, descanse, vê-se bem o mar. Clássico de Sesimbra, nas mãos da mesma família há 60 anos (agora já na terceira geração), tem tudo aquilo que um corpo acabado de dar um mergulho (e depois do típico deixa-me-secar-só-um-bocadinho-antes-de-ir-almoçar) quer. Há a lista completa dos mariscos, servidos cozidos ou ao natural, de todos os peixes para 
comer na grelha e, a modernidade 
obriga, pratos de sushi.

 

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

O Rodinhas

Esta marisqueira típica do centro de Sesimbra é um caso de sucesso tão grande que, mesmo nos meses frios, requer reserva. Agora imagine o que é no Verão. Vale
 a pena esperar, porém, sempre de imperial na mão, para comer o casco de sapateira à Rodinhas, com muita carne do bicho, as cadelinhas ao natural, muito difíceis de encontrar nos dias que correm, ou as lapas na chapa com manteiga, como se quer. É também um bom sítio para dar uso ao palito e sacar caracóis.

Ler mais
Grande Lisboa

Sr. Domingos

Em todos os dias de praia com 
grupos de amigos há sempre 
alguém que solta um “e se 
fôssemos comer uns caracóis?” 
Depois ouve-se o “eish, que
 bom!”, seguido de “como é que
vocês gostam disso?”, e de outro “sei um sítio bom aqui perto”. Esse sítio bom, quando se trata do Meco, é quase sempre o Sr. Domingos, uma tasquinha de atendimento simples, serviço para lá de descontraído – é provável que acabe a pôr a sua própria mesa – que além de caracóis tem saladinhas frias, amêijoas, mexilhões e outros petiscos que tais.

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Restaurantes de Praia

Batareo

É um altar do peixe. Cinco degraus que nos elevam até uma varandinha com esplanada 
(um batareo) ou para a sala que começa junto ao santuário em forma de vitrine. De entrada
(não precisa ser tudo no mesmo dia) tente eirós escalada, lulinhas e ovas
 de pescada (é melhor chegar cedo ou encomendar).
 Na grelha, como tudo aqui. Em dias de sorte, há barriga de atum. Depois siga o conselho do João, o homem da casa, aceite qualquer peixe da vitrine e confie na arte
 de Armando, que está lá fora no assador. O pão é brilhante e vem da Lagoinha, o vinho da casa vem de Palmela, serve-se gelado e ao litro. Não evite as sobremesas, pergunte pela torta de laranja. E não se esqueça dos cinco degraus à saída.

Ler mais
Grande Lisboa

O Miguel

Como no caso do João no Batareo, o segredo de Miguel Peixoto também começa na lista de contactos: boa parte do peixe chega pela mão de pescadores conhecidos. É outro ponto obrigatório a marcar na lista do peixe em Setúbal. A qualidade começa nos pormenores (do pão de trigo bem cozido às pequenas saladas de ovas de entrada, uma pequena sinfonia). Não saia daqui sem provar o arroz de lingueirão, que é especialidade da casa e pode servir de acompanhamento. Quanto ao peixe, ponha-se nas mãos do senhor João, mestre grelhador.


Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Casa Morena

Se vir ovas, mande grelhar de entrada. Peça branco da casa (é do Sado) e uma salada com pimentos assados. Tem 20 lugares lá dentro, mas o ideal é ficar na esplanada, ali junto ao grelhador comunitário que serve todo o largo da Fonte Nova. Vai sentar-se numa cadeira de plástico, comer numa toalha de papel e perceber que assar peixe é uma arte sadina. Mesmo com algum excesso, não vai pagar mais que 15 euros por pessoa.

Ler mais
Grande Lisboa

Casa Santiago

Em Setúbal o choco 
come-se assado, com ou sem tinta, em ensopado,
 à antiga, em caldeirada, estufado, ao alhinho, de pitéu, em feijoada de ovas 
e de todas as maneiras que 
a imaginação permite. Mas foi embrulhado num polme e mergulhado em gordura
 a ferver que o bicho ganhou fama. O conselho que lhe damos é que experimente o cefalópode ao lanche entre duas fatias de pão. Pode 
ser na Casa Santiago, ali mesmo em frente ao cais de embarque dos ferries, que há 40 anos é conhecida como Rei do Choco Frito. Uma dica: cada bicho tem oito braços
e dois tentáculos. E é só isso que deve exigir dentro do pão quando comer o choco em sandes.

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Restaurantes de Praia

Sal

Sal é anéis 
de lulinhas e aioli, arroz de nero, camarão ao alhinho, sopa de peixe e peixe fresco servido grelhado. Ficaram por referir os carabineiros, o camarão tigre, as saladinhas frias e, claro, a magnífica esplanada em cima da areia, com vista para aquele mar azul turquesa altamente popular nestas semanas que correm (que é como quem diz: reserve).

Ler mais

Comporta Café

Peixe e arroz da região. Foi sobre estes dois pilares que se começou a construir o restaurante da Praia da Comporta, há 15 anos. Claro que a eles vieram associados os petiscos e os bifes, com que os carnívoros também vão ser felizes, as saladas, para quem quer manter o perímetro abdominal igualzinho antes e depois do almoço, e as massas vegetarianas. Os que lá chegam sem reserva têm o Mosquito Bar, à entrada da praia, dos mesmos donos, a servir gelados, baguetes, croissants e açaís.

Ler mais
Publicidade

Dona Bia

Já aqui se disse, noutras ocasiões, que não convém ignorar todos
 os restaurantes beira de estrada. Especialmente no Alentejo. O Dona Bia é aquela primeira paragem que vai querer fazer assim que sair da praia – e quanto mais cedo chegar melhor, porque o sítio costuma encher muito rápido. Tem bons linguadinhos fritos com arroz de berbigão e um óptimo arroz de lingueirão, tomate e coentros. Aliás, tenha a fome que tiver, inclua a arroz no pedido.

Ler mais

O Gervásio

É um ponto de paragem obrigatório para o petisco pós-praia, mesmo com areia nos pés. Está em actividade há 50 anos
 e há 50 anos que se mantém despretensioso e descontraído. Serve caracóis, choco frito, doses de amêijoas com respectivo cesto de pão alentejano barrado em manteiga (para afogar no molho à Bulhão Pato, claro) e ainda bitoques, febras e um conhecido frango grelhado.


Ler mais
Publicidade

O Dinis - Restaurante Bar dos Pescadores

Em plena praia do Carvalhal, mesmo em frente ao mar, com uma vista magnífica, pode comer aqui um bom peixinho grelhado. É uma boa paragem também para petiscos a saber a Verão, como salada de polvo ou amêijoas.

Ler mais

Restaurantes de Praia

Nalu Bowls

Ericeira e Bali têm pelo menos 
uma coisa em comum: os
surfistas. E isso adivinha-se logo 
no nome deste quiosque, que nalu
 quer dizer onda em balinês. O
 resto já o leitor adivinha se andou pelas redes sociais ultimamente. As smoothie bowls chegaram à Ericeira em Julho de 2017 para habitar um espaço que estava mais ou menos esquecido perto da Praia do Sul. Alexandre Rosa conheceu a marca Nalu Bowls na Indonésia e trouxe este franchising para esta vila, a primeira na Europa a receber as receitas de Bali — são praticamente as mesmas com alguns ajustes por causa da disponibilidade das frutas em Portugal. Por exemplo, foi uma dor de cabeça encontrar quem importasse a pitaia, mas lá se conseguiu e agora está numa taça de coco (vinda da casa mãe) com um rosa vibrante. É a comida ideal para antes 
do exercício, dizem: leve mas nutritiva e com possibilidade de take away.

Ler mais
Mafra/Ericeira

Gota d'Álcool

Para todos os que vinham lançados para a praia e se depararam com o mau tempo 
do microclima da Praia de São Julião, o Bar Gota d’Álcool, no cimo da falésia, apara os golpes da meteorologia. Com mesas ao sol e (ao vento) e outras protegidas por umas janelas panorâmicas que deixam ver o mar, o surf e o windsurf, este bar de praia serve sandes e hambúrgueres, mas as estrelas são os salgados – as chamuças e especialmente os pastéis de massa tenra – e as bolas de Berlim. Se estiver entediado na praia, saiba que, lá em baixo, no areal mais próximo da falésia, ainda se apanha o wi-fi deste bar.

 

Ler mais
Sintra
Publicidade

Marisqueira Mar à Vista

Foi uma das primeiras marisqueiras na Ericeira e mantém a boa saúde com vista para a Praia dos Pescadores, pequena mas com arrumação. Para além dos mariscos – há lá de tudo – há as massadas, o arroz, a feijoada, a açorda e a cataplana, e se é nisto que vai apostar, o melhor é levar companhia porque, à excepção da açorda, são todos pratos para alimentar duas bocas. Não é sítio para se pedir um prego no fim porque carne na ementa, nem vê-la.

 

Ler mais
Mafra/Ericeira

Esplanada das Furnas

Quem nos recebe é a vitrine do peixe, com tudo o que chegou de manhã, e continuar sala dentro é como entrar num veleiro. E faz sentido, já que a decoração é o resultado do desmantelamento de um destes barcos, conta Nuno Lourenço, gerente da casa: há um leme, uma escotilha, cordas penduras. A vista talvez não ande muito longe da de um barco atracado: é só mar em volta. “Já tive de evacuar o restaurante por causa das ondas. É muito bonito mas é depois do susto”, conta Nuno. Está nos roteiros turísticos e na bocas dos emigrantes. Vêm de todo o mundo para comer peixe, “e voltam e repetem”, garante.

Ler mais
Grande Lisboa
Publicidade

Fides Tua

Lá para dentro da vila, quase
 a chegar ao mercado, há o restaurante de dois amigos
 que se fartaram da faculdade 
e quiseram uma alternativa ao peixe no carvão da Ericeira. José Pires e José Simplício andaram uns meses à procura de um sítio sem resultados e três dias antes de partirem para a Índia, para uma viagem de um mês, apareceu-lhes uma taberna que ia fechar. Remodelaram eles mesmos o espaço e agora servem comida bonitinha com ingredientes da época — pode apanhar um hummus 
com beterraba e avelã ou a bochecha de porco preto com migas e grelos. A música que se houve lá dentro são eles mesmo que a escolhem, de jazz a Fausto, envolvendo CDs nunca devolvidos aos amigos.


Ler mais
Mafra/Ericeira

Comentários

0 comments