Os melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

Para quem prefere evitar casas cheias, o melhor é marcar mesa num dos melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

É nas salas mais privadas de Lisboa que as famílias se podem reunir à hora de almoço, que se podem fechar negócios ou chamar os amigos para jantares mais ou menos ruidosos, com conversas mais ou menos delicadas sobre a vida. Abrimos-lhe as portas mais exclusivas dos restaurantes lisboetas e mostramos-lhe onde pode marcar mesa para refeições mais intimistas, sempre bem regadas e com boa comida, do pato à Pequim às massadas. Siga as nossas sugestões e faça dos melhores restaurantes em Lisboa com sala privada a sua sala de estar.

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Os melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

Soão

Ao lado do Cinema City de Alvalade, uma enorme cabeça dourada sopra os ventos quentes e secos vindos do Oriente – o soão –, há candeeiros em papel de arroz com caracteres chineses, um mapa-mundo de seda. Este restaurante conta com dois pisos com ambientes distintos, muita atenção ao pormenor, pratos de seis países da Ásia, cocktails de autor e cerimónias do chá. É no primeiro piso que está o balcão da robata, com 11 lugares à frente do chef. No piso debaixo, há outra experiência – as ementas são até encadernadas de maneira diferente, para fazer a distinção total. São quatro salas privadas, num ambiente de luxo decadente, com mesas redondas e muitos detalhes nas paredes, seja em seda, veludo ou bambu, e um mural do artista Miguel Burumm.

Alvalade

Pesca

Diogo Noronha foi à pesca para compor uma ementa 90% feita de peixe e marisco, mas onde os vegetais também importam, em acompanhamentos bem trabalhados. A acompanhá-lo está o barman Fernão Magalhães, com grandes cocktails para provar com ostras, e está um exército de fornecedores de produtos que o chef escolhe a dedo, com visitas aos terrenos. Além de ter um jardim interior, tem uma sala privada no piso debaixo.

Princípe Real
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Quanjude

3 /5 estrelas

Este restaurante no Parque das Nações é especialista na cozinha da região chinesa de Sichuan, que se distingue pelo uso abundante de chilis, e remonta à era da Dinastia Qing – na China é a grande sensação e tem mais de 50 espaços, na Europa este é o primeiro. O prato principal é o Pato à Pequim e há todo um ritual de preparação. Tem três salas privadas para grupos.

 

Parque das Nações

Dear Breakfast

Ovos ao pequeno-almoço, ao almoço, ao lanche. A comida de pequeno-almoço deixou de ser só de pequeno-almoço, muito por causa do crescimento do conceito de brunch na cidade. Este restaurante em Santos serve precisamente só pequenos-almoços mas a qualquer hora do dia. No piso de cima há um estilo muito nórdico, com cadeiras de veludo azuis escuras, em baixo uma sala de tom terra, perfeita para reuniões.

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Jamie's Italian

4 /5 estrelas

A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver tem três pisos com 174 lugares sentados, com direito a sala privada no -1, e dois terraços com vistas incríveis para o castelo, seguindo, em termos de decoração, a mesma linha dos restaurantes Jamie’s Italian – presuntos e alhos pendurados no bar, à entrada, e decoração em madeira, azul e cobre. 

Princípe Real

Vela Latina

4 /5 estrelas

O Vela Latina abriu em 1988 pelas mãos de dois irmãos, Joaquim e António Machaz. Passou de pais para filhos e, recentemente, a sociedade Confraria comprou 50% do restaurante e muita coisa mudou. No antigo bar há agora o Nikkei, com uma esplanada virada para os Jardins de Belém; a sala principal tem uma esplanada virada para a Doca do Bom Sucesso; e a sala privada está no mesmo sítio e até tem uma lareira (pode levar até 18 pessoas).

Belém
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Bistro 100 Maneiras

4 /5 estrelas

Esta sala do restaurante de Ljubomir Stanisic tem tanto de genialidade como de loucura. A Hendrick’s Room, como foi baptizada, onde cabem oito pessoas, foi uma parceria do Bistro 100 Maneiras com a marca de gins. E os “uaus” que ela arranca são obra de Mário Belém, ilustrador, e Filipe Pinto Soares, responsável pelas instalações tecnológicas. O menu de degustação de Stanisic também está à altura. É cozinhado pelo próprio, sempre com produtos da época (180€ menu com bebidas). 

Chiado

La Paparrucha

3 /5 estrelas

Tem uma das melhores vistas de Lisboa (sobre a Avenida da Liberdade e o castelo) e a esplanada ideal para beber um cocktail al fresco. Este restaurante argentino, com boas empanadas, maçarocas assadas, bifes do lombo na parrilla e panquecas com doce de leite, tem ainda duas salas: uma com capacidade para 90 pessoas e outra que pode ser reservada para grupos até 38 pessoas (ideal para aquelas almoçaradas em família). Um dos menus disponíveis inclui couvert, uma salada tropical, um lombo na parrilla com batata doce frita e espinafres salteados, bebida, sobremesa e ainda café (47€/pessoa). 

Avenida da Liberdade/Príncipe Real
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Estufa Real

Rodeado por três hectares de verdura, este restaurante no Jardim Botânico da Ajuda é o local ideal para: 1) encher os pulmões de ar fresco; 2) esconder-se do mundo debaixo do dragoeiro, a árvore mais antiga do jardim, com uns respeitosos 400 anos; 3) comer um dos melhores e mais generosos brunches da cidade, repleto de saladas, queijos, enchidos regionais, peixes fumados, ostras frescas, pratos quentes e uma provocadora mesa de sobremesas. Além desta refeição de domingo, a Estufa Real tem também almoços e jantares todos os dias úteis e serve-os em salas que se ajustam ao tamanho das suas necessidades. Na tenda cabem 300 pessoas e nas outras três salas, que podem ser interligadas, há espaço para 96, 40 e 36 pessoas. 

Ajuda

Bonsai

4 /5 estrelas

O Bonsai, no Bairro Alto, foi um dos primeiros restaurantes lisboetas a incluir sushi e sashimi na carta. Tem capacidade para 50 pessoas, mas só se algumas ficarem sentadas no tatami, ou seja, no chão (coisa que na década de 80 não era vista com muito bons olhos). Tem duas salas privadas, uma para cinco e outra para 12 pessoas, e uma comida tão boa que o vai levar, literalmente, ao tapete.

Chiado/Cais do Sodré
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The Old House

5 /5 estrelas

São os reis da discrição. Num dos mais bonitos restaurantes chineses da cidade – com lanternas vermelhas e porcelanas azuis a decorar o espaço – não faltam soluções para se manter no anonimato. As mesas junto à janela, com vista para o Tejo e decoradas com lonas onde se destacam pinturas de máscaras da ópera chinesa, são ideais para um jantar romântico. As salas semiprivadas, separadas por biombos, adaptam-se a qualquer almoço de empresa, e as outras, no piso de cima, isoladas acusticamente, e com espaço para 10 ou 12 pessoas, são para o que muito bem entender.

Parque das Nações
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