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Os melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

Para quem evita casas cheias, eis os melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

É nas salas mais privadas de Lisboa que famílias se reúnem à hora de almoço e que negócios se fecham ao jantar. Abrimos-lhe as portas mais exclusivas e mostramos-lhe seis dos melhores restaurantes em Lisboa com sala privada.

Os melhores restaurantes em Lisboa com sala privada

Bistro 100 Maneiras

A sensação permanece. A qualquer momento vamos dar de caras com o Chapeleiro Louco da Alice no País das Maravilhas a bebericar o seu chá. A nova sala do restaurante de Ljubomir Stanisic, inaugurada este Verão, tem tanto de genialidade como de loucura. A Hendrick’s Room, como foi baptizada, onde cabem 11 pessoas, foi uma parceria do Bistro com a marca de gins. E os “uaus” que ela arranca são obra de Mário Belém, ilustrador, e Filipe Pinto Soares, responsável pelas instalações tecnológicas. O menu de degustação de Stanisic também está à altura. É cozinhado pelo próprio, sempre com produtos da época. 

Nota: é possível pôr música a partir de um telefone próprio.
Preço: 180€ menu com bebidas.

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Chiado

La Paparrucha

Tem uma das melhores vistas de Lisboa (sobre a Avenida da Liberdade e o castelo) e a esplanada ideal para beber um cocktail al fresco. Este restaurante argentino, com boas empanadas, maçarocas assadas, bifes do lombo na parrilla e panquecas com doce de leite, tem ainda duas salas: uma com capacidade para 90 pessoas e outra que pode ser reservada para grupos até 38 pessoas (ideal para aquelas almoçaradas em família, ao domingo, que juntam os tios todos). Um dos menus disponíveis inclui couvert, uma salada tropical, um lombo na parrilla com batata doce frita e espinafres salteados, bebida, sobremesa e ainda café (47€/pessoa). Olé!

Nota:
 nesta sala pode-se fumar
Preço: 150€ consumíveis.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Estufa Real

Rodeado por três hectares de verdura, este restaurante no Jardim Botânico da Ajuda é o local ideal para: 1) encher os pulmões de ar fresco; 2) esconder-se do mundo debaixo do dragoeiro, a árvore mais antiga do jardim, com uns respeitosos 400 anos; 3) comer um dos melhores e mais generosos brunches da cidade, repleto de saladas, queijos, enchidos regionais, peixes fumados, ostras frescas, pratos quentes e uma provocadora mesa de sobremesas. Além desta refeição de domingo, a Estufa Real tem também almoços e jantares todos os dias úteis e serve-os em salas que se ajustam ao tamanho das suas necessidades. Na tenda cabem 300 pessoas e nas outras três salas, que podem ser interligadas, há espaço para
96, 40 e 36 pessoas. 

Nota:
 todas as salas têm acesso directo ao jardim.
Preço: refeições a partir de 35€.

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Belém

Bonsai

Soprou 30 velas este Verão, mas toda a vida esteve de parabéns. O Bonsai, no Bairro Alto, foi um dos primeiros restaurantes lisboetas a incluir sushi e sashimi na carta. Tem capacidade para 50 pessoas, mas só se algumas ficarem sentadas no tatami, ou seja, no chão (coisa que na década de 80 não era vista com muito bons olhos). Tem duas salas privadas, uma para cinco e outra para 12 pessoas, e uma comida tão boa que o vai levar, literalmente, ao tapete.

Nota:
 não precisa de se descalçar, mas pode fazê-lo.
Preço: só paga o que come.

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Chiado/Cais do Sodré

The Old House

São os reis da discrição. Num dos mais bonitos restaurantes chineses da cidade – com lanternas vermelhas e porcelanas azuis a decorar o espaço – não faltam soluções para se manter no anonimato. As mesas junto à janela, com vista para o Tejo e decoradas com lonas onde se destacam pinturas de máscaras da ópera chinesa, são ideais para um jantar romântico. As salas semiprivadas, separadas por biombos, adaptam-se a qualquer almoço de empresa, e as outras, no piso de cima, isoladas acusticamente, e com espaço para 10 ou 12 pessoas, são para o que muito bem entender.

Nota:
 já foram usadas até para casamentos.
Preço: 50€ pela sala se a conta for menor que 200€. Se for maior, não se paga.

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Parque das Nações

Mesa do Bairro

Apostaram as fichas todas quando abriram em Agosto do ano passado. Criaram uma carta com o dedo do chef Luís Baena, que levou para lá pastéis de massa tenra, sopas de peixe e medalhões de rabo de boi; montaram um bar de gins e uma esplanada no telhado daquele que era o antigo mercado do bairro; e fizeram ainda uma garrafeira no piso térreo, onde fica a sala privada, com capacidade para 16 ou 25 pessoas. “O nosso conceito começa aqui. Temos bons vinhos a preços competitivos. Os clientes podem comprar vinho português na nossa loja e depois consumi-lo no nosso restaurante, que faz uma cozinha portuguesa, mas contemporânea”, explica Ana Carrilho de Almeida, directora do restaurante, acrescentando que são muitos os grupos que requisitam a sala para tertúlias, workshops e provas cegas de vinho.

Nota:
 Tem televisão e um bar de apoio.
Preço: Menus entre 22€ e 35€.

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Avenidas Novas
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