Os melhores restaurantes em Sintra

Perto da vila, no meio da Serra ou perto da praia. Estes são os melhores restaurantes em Sintra para descansar do passeio e repor energias.
Búzio
©Arlindo Camacho Frigideira do chef
Por Inês Garcia |
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Com tanto passeio pela vila e subidas e descidas pela serra, o mais natural é que fique com um ratinho no estômago. Na hora de escolher uma mesa para recarregar energias, escolha alguns clássicos mais próximos do centro (que se vai renovando e ganhando também alguns sítios para petiscar com qualidade) ou seja fiel ao peixe e marisco, mais próximo da praia, e acabe a dar um mergulho (ou um passeio com uma manta pelas costas). Pelo meio há gelatarias que valem a visita e restaurantes de estrela Michelin para os quais vale a pena poupar e abrir os cordões à bolsa. Em qualquer estação do ano estes restaurantes em Sintra e arredores caem sempre bem.  

Recomendado: As novidades em Sintra que tem de conhecer

 

Os melhores restaurantes em Sintra

1
Arola - Batatas Bravas
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Arola

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A primeira aventura de Sergi Arola em Lisboa festeja 10 anos em 2018. Foi sofrendo algumas alterações, é verdade, viu metade da sala ser cortada para se transformar num restaurante de topo, mas manteve a linha de tapas quentes e frias e petiscos ibéricos, com outras influências do mundo com que abriu as portas. Tudo porque à cabeça tem Sergi Arola, o chef rockstar apaixonado por motas, que já se aventurou em restaurantes um pouco por todo o mundo, qual globetrotter, e trouxe o mundo à idílica Penha Longa. Prove as batatas bravas Arola, com aioli e tomate picante.

2
Midori - Ramen
©DR
Restaurantes, Japonês

Midori

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E eis que, ao fim de 25 anos, o Midori mudou. Dos cento e muitos lugares sobram apenas 18, da sala gigantesca ficou apenas um pedaço, mais intimista, com umas vidraças para poder apreciar os jardins do Penha Longa. À frente da cozinha, porém, mantém-se o chef Pedro Almeida, que apostou em refeições kaiseki, ou seja, de pequenos pratos tradicionais japoneses, tanto em menus de degustação, como à la carte, mas com muita rotatividade. A cozinha é, disse na altura da mudança à imprensa, “japonesa, de inspiração portuguesa.”

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3
Lab by Arola
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

LAB by Sergi Arola

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À cabeça está Sergi Arola, o catalão que já é figura conhecida do hotel há vários anos. Na execução do dia-a-dia está Vladmir Veiga, acabado de ocupar a posição deixada por Milton Anes, a trabalhar no hotel há cinco anos. Mudanças à parte, tudo se mantém bonito (e que beleza de sala, virada para o green) e imaculado no LAB. A cozinha aposta nas linhas mediterrânicas com algumas inspirações do mundo, seja para provar à la carte, seja para experimentar nos menus de degustação, um deles com todos os pratos da carta (!).

4
Curral dos Caprinos
©DR
Restaurantes

Curral dos Caprinos

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Dois dedos de conversa com meia dúzia de sintrenses bastam para perceber que o  Curral dos Caprinos é um daqueles restaurantes clássicos obrigatórios que continua a servir boa comida portuguesa. Abriu em 1974 com especialidades da Beira Baixa e do Baixo Alentejo, de onde são os proprietários, e a estrela da carta, o cabrito, mantém-se – há na versão assado no forno, estonado à moda de Oleiros (só por encomenda), grelhado na brasa ou na púcara com cogumelos.

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5
Tascantiga
©DR
Restaurantes

Tascantiga

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Entre ruelas no centro histórico de Sintra está a Tascantiga, um restaurante de petiscos que, em boa verdade, dá mais ares de tasca moderna do que antiga, embora a decoração faça jus ao nome. Há bochechas de porco confitadas com cogumelos (5,10€), choco frito com aioli da sua tinta (5,90€) ou saladas frias, da de polvo mais tradicional (4,70€) à de camarão com fruta e vinagrete de maracujá (5,40€).

6
Restaurantes

Taverna dos Trovadores

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O nome completo desta casa diz tudo: Taverna dos Trovadores onde se bebe do branco e do tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Foi abreviado, naturalmente, para Taverna dos Trovadores mas continua a fazer jus ao nome, na bebida e no prato, onde as carnes grelhadas são o forte. E aqui tem como garantida a música ao vivo.  

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7
Restaurantes

Adega do Coelho

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Mal se sente à mesa, peça logo para reservar um arroz doce para o final da refeição – é  sobremesa que até as avós especialistas no doce aprovam. A Adega do Coelho é uma tasca honesta, familiar, em Colares,  com boas grelhadas mistas, das febras de porco preto às costeletas.

8
Garagem Café
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Garagem Café

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Petiscos e patuscadas. É isto que se passa nesta hamburgueria que também serve panquecas para pequenos-almoços e lanches. Pedro Rangel pediu ajuda à família para transformar esta antiga garagem num restaurante que é bastante frequentado por locais. Há quatro hambúrgueres diferentes (7€) e são todos acompanhados por batatas fritas. Também servem bagels (a partir de 3€, o mais simples, com queijo-creme e compota) e saladas. 

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9
Tira-Tapas
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Tira-Tapas

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Diana Paixão é da indústria farmacêutica, mas sempre disse que havia de abrir uma petiscaria. Aconteceu há um ano, quando abriu o Tira-Tapas na sua terra natal, e onde serve os mais tradicionais petiscos, todos caseirinhos. Alguns já conhecemos de ginjeira, mas aqui têm um “paladar diferente”.  As moelas (6,50€) são das mais pedidas, há morcela com ananás e mel (6€), um caril de camarão “com sabor à séria, sem pós” (9,50€) ou um pratinho de cogumelos à Bulhão Pato que leva três tipos de cogumelos diferentes (6€). Tudo para partilhar, sem egoísmos. Para o fim, o doce da casa: mousse de requeijão com doce de abóbora. 

10
Restaurantes

Cantinho do Picadeiro

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Um sítio com espaço para a criançada correr enquanto os adultos almoçam ganha sempre pontos numa ida a Sintra, afinal é o plano ideal para um fim-de-semana perfeito em família. O Cantinho do Picadeiro, em Galamares, tem um jardim verde enorme. O menu é simples e à base de petiscos, pratos de peixe, como o de bacalhau espiritual (8,80€) ou o salmão no papelote com legumes (11,20€), e de carne, como o arroz de pato (9,20€).

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11
Roulote da Gigi
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Rulotes

Roulote da Gigi

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Começou como uma simples rulote, há quatro anos, mas agora Gigi, uma francesa a viver em Sintra, já está noutro nível – criou uma estrutura de madeira grande, onde a rulote está estacionada, e montou uma casinha de madeira para transformar a esplanada num bar ao ar livre aos fins-de-semana, com caipirinhas e música ao vivo. Aos dias de semana serve pizzas (a partir de 5,50€), mini-calzones, tostas ou bruschettas. Para o pequeno-almoço, há taças de açaí.

12
Restaurantes

Tábuas

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Quase tudo o que come neste restaurante vem servido em tábuas. Não faltam as típicas de queijos ou a transmontana mista, com enchidos (9€), mas depois encontra ainda a do mar, com salmão fumado com lima, alcaparras e maionese de gengibre (7€) ou a vegetariana, com falafel e chutney de couve roxa. Também pode comer tostadas, piadinas, quesadillas e outras especialidades, como a beringela assada com mel e cominhos (7,80€). Aos sábados e domingos há brunch com mesa cheia e preços a partir dos 11€.

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13
Restaurantes

Moinho Ibérico

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Este restaurante especializado em grelhados fica a caminho da praia do Magoito, junto a um grande moinho à beira da estrada. Tem uma grande variedade de carnes, da vitela barrosã ao porco ibérico – todas nacionais, à excepção da picanha e do veado. Se for com carnívoros assumidos, peça o bife à Moinho, um lombo inteiro de cerca de 1kg para quatro pessoas.

14
Adega Saraiva - Espaço
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Adega do Saraiva

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A receita de cabrito assado no forno desta casa tem décadas de existência e vale todas as romarias até Nafarros. Às quartas, sábados e domingos a Adega do Saraiva serve também um óptimo cozido e o bacalhau à Tia Emília, uma cozinheira de mão cheia.

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15
Restaurantes

Cortador

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Se fica nervoso com filas, seja para o que for, não se meta no Cortador. Se, pelo contrário, é daqueles que vai vendo a luz ao fundo do túnel, vale a pena ir à Terrugem comer um prego (2,35€)  nesta casa sempre cheia (tudo clientes fiéis e regulares) e com muito barulho. Para ter a experiência completa, coma ao balcão.  

16
Dolomite
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Geladarias

Dolomite

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Júlia Machado, carinhosamente tratada por Julinha, aprendeu a fazer gelados com o tio Virgílio, que se mudou de Arezzo para Lisboa quando se apaixonou pela tia de Júlia, de Trás-os-Montes. A primeira Dolomite, inspirada nos montes italianos Dolomite, abriu ao lado da Ginjinha do Areeiro. Entretanto o tio gostou tanto da Praia das Maçãs que se mudou para lá (a fábrica era num canto onde é agora o Maçãs Club) e tornou os seus gelados famosos. Depois de ir umas quantas vezes a Bolonha e Rimini, Júlia assumiu agora a casa. Foi forçada a mudar a Dolomite da Praia das Maçãs para Almoçageme, mas continua a seguir  à risca a receita de família. Os sabores mais difíceis de fazer, conta, são os de gengibre e limão. “O gengibre porque tem muita fibra e é picante; o limão porque é muito ácido”, justifica, mas a sua combinação preferida é precisamente o gengibre com amora, fruto silvestre que a própria apanha na serra. Fora os clássicos, vai fazendo sabores sazonais, ora de pêssego, ora de figo. Para comer em copo ou cone – os cones infelizmente já não são caseiros como eram há uns anos, mas Júlia garante que são bons. “Dantes fazia aqui, mas as leis mudaram e a ASAE agora exige uma distância entre máquinas que eu não tenho. Mas comi imensos até encontrar um tipo de cone muito parecido ao nosso”, garante.  

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17
Café da Natália
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Café da Natália

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É um clássico em São Pedro de Sintra para pequenos-almoços, lanches e aquela bica com um docinho a seguir ao almoço. Tem muita escolha, do bolo de nozes com doce de ovos às cornoletes de framboesa ou a tarte de maçã com leite-creme. Também servem refeições ligeiras. 

18
Café Saudade
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pastelarias

Café Saudade

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Não é novo, mas os scones gigantes, os parfaits de iogurte, muesli e fruta, as torradas em pão de passas ou bolo lêvedo dos Açores e os bolos, todos os bolos, continuam a merecer o nosso amor e fidelidade. Instalado numa antiga fábrica de queijadas, tem o ambiente perfeito para começar um dia em Sintra, com um menu de pequeno-almoço ou brunchque dá tranquilamente para duas pessoas. Lá dentro, a rede de Internet é fraca, um óptimo pretexto para largar o Instagram, o Facebook e o Whatsapp e apreciar o momento como se fazia antigamente.

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19
A raposa
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Raposa

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Tem uma sala de refeições requintada onde serve foie gras acompanhado de pão tostado com geleia de marmelada (12,50€) ou o carpaccio tropical de salmão fumado com lâminas de manga e de morango (11,90€), um bacalhau à Raposa (19,50€) ou lombo de porco ibérico acompanhado de risoto (18,90€). Entre o almoço e o jantar, é casa de chá com scones dignos de nota.

A Time Out diz
20
Refúgio do Ciclista
©DR
Restaurantes, Português

Refúgio do Ciclista

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É preciso subir a estrada que leva ao Penedo, na Serra de Sintra, para chegar a este refúgio castiço de ciclistas. Se se quiser aventurar de bicicleta, é certo que quando se sentar nas mesas compridas de madeira vai ter uma grelhada mista para repôr energias. Há menus a 6,50€ e a 8,50€ e a bebida da casa é o vinho com gasosa.

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21
Búzio
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Frutos do mar

O Búzio

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Alberto Duarte Mateus era uma figura muito querida na Praia das Maçãs, onde começou por ser nadador-salvador. Em 1959 abriu uma taberna, o Búzio, uma coisa muito sazonal que na década seguinte subiu para o escalão de cervejaria e restaurante, sempre sem grandes publicidades (só o fazem em festas populares da zona). Ao fim de 59 anos, o Búzio mantém o mesmo ritmo e qualidade, assegurada pela família, aqui retratada em postal (da esquerda para a direita: António, Vítor, Dina, Rita, Luís e Alexandre). “Nós não temos vista de mar e muitas vezes quando as pessoas vêm para este lado querem um restaurante com vista”, diz António, o neto, mas a verdade é que a casa continua a encher e todos sabem que o marisco aqui é fresco – os viveiros da casa, construídos há 40 anos, ficam a cinco minutos a pé. As especialidades da casa vêm todas do mar e são todas boas para dividir: das amêijoas aos percebes, lagosta frita (120€/kg) ou peixe no sal. Um bom prato para um almoço de família é a frigideira do chef, com garoupa, camarão, amêijoa e mexilhões (52€), a acompanhar com o bom arroz de alho, outra imagem de marca da casa.  

22
Restaurante Azenhas do Mar
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Azenhas do Mar

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A idílica localidade em que está inserido deu o nome a este clássico restaurante de peixe e marisco, onde as refeições são feitas numa sala envidraçada com vista panorâmica para o mar das Azenhas do Mar. Aqui é tudo óptimo: comece pelas amêijoas à Bulhão Pato e pela salada de polvo, lambuze-se com o camarão frito, siga para os percebes e depois divida um bife de atum ou do lombo. Para uma experiência a dois, deve acautelar 60€. Mas vale cada cêntimo. 

A Time Out diz
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23
Restaurante Adraga
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Adraga

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Parte do encanto do restaurante de peixe e marisco da Adraga reside na simplicidade e descontracção do sítio. Ainda é daqueles lugares com toalhas de papel e travessas de alumínio, aqui sinónimo de tradição mas também qualidade. O peixe e o marisco são frescos, alguns apanhados ali perto, onde as águas são frias e agitadas, e grelhados por quem entende da matéria.

A Time Out diz
24
Restaurantes

Angra

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A fotografia do cargueiro de 50 metros que encalhou na Praia Grande em 1983 devido ao mau tempo, e que está pendurada na parede deste restaurante, leva-nos logo para outros tempos, assim como a mobília em madeira escura e o balcão. A isto soma-se uma vista sobre a praia e o cheiro a maresia, perfeito para dias de Verão longos ou para tardes de Inverno com petiscos. A sopa de peixe é bem rica, com peixe e marisco, as doses de amêijoas e mexilhões são bem servidas. Também fica sempre bem com o peixe do dia, os filetes de pescada ou os secretos de porco preto ibérico. 

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Clube da Praia
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Clube da Praia

icon-location-pin Sintra

A concessão do Clube da Praia está nas mãos de Pedro Santos há um ano. “A minha ideia foi criar alguma coisa na área cultural, que aqui na zona não havia nada”, explica. Por isso contratou Pedro Taborda, mais conhecido por Tatanka, para tratar da programação musical – às sextas e sábados há música ao vivo e até já organizaram um festival de blues e jazz. A par disto, dinamizou também a cozinha: há agora pizzas em forno de lenha, picanha (à discrição, 9,90€), e outras opções consensuais, como o bife de atum e o salmão. Às quintas-feiras à noite é dia de sushi all you can eat (15€), uma coisa que na Praia das Maçãs simplesmente não existia. Para a parte de bar, Pedro trouxe dois barmen que garante que são “os melhores de Sintra e arredores”, Gonçalo Serrano e Tuca.

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Bar do Fundo
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Bar do Fundo

icon-location-pin Sintra

É o bar mais ao fundo da Praia Grande, daí o nome, e está aqui há mais de 20 anos, mas só há
10 foi além das sandes e saladas
e passou a funcionar como restaurante a sério e não como bar da praia. Manuel e José Cotta, irmãos, passaram a abri-lo também durante o Inverno para chocolates quentes com vista de mar. A mãe, Madalena Cotta, é responsável por grande parte da comida que chega à mesa. Há peixe e marisco fresco, cataplanas para dois (36€) e pratos de conforto como o arroz de polvo (14€) e o bife do lombo (19€). No Inverno há buffet de cozido à portuguesa ao domingo. À porta, está um carrinho pequenito de açaís. Chama-se E Aí? Vai um Açaí? e é uma marca lançada pelo surfista Nic Von Rupp há dois anos. Há taças em tamanho pequeno ou grande e pode escolher toppings, como granola, para pôr em cima.

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Hamburgueria do Maçãs
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Hambúrgueres

Hamburgueria do Maçãs

icon-location-pin Grande Lisboa

Carlos abriu a Hamburgueria do Maçãs há seis anos como uma brincadeira sazonal, mas o feedback foi tão positivo que tornou o restaurante sobre a Praia das Maçãs permanente. A esplanada foi remodelada este Verão e o pão dos hambúrgueres também mudou – desafiou a Padaria da Carlota, que vende o famoso pão saloio de Janas, a fazer um pão tipo brioche com sementes. A carne é de novilho, temperada apenas com sal, e cada hambúrguer tem 200 g. Um dos ex-líbris da casa, sublinha, é o QBC, com queijo cheddar, bacon, cebola caramelizada com cerveja, alface e tomate (7,60€). 

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Petiscaria do Maçãs
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Petiscos

Petiscaria do Maçãs

icon-location-pin Grande Lisboa

Nesta petiscaria encontra os clássicos portugueses, como amêijoas à Bulhão Pato (12€), saladas de polvo (4,75€), caracóis e moelas (4,50€ cada) ou espargos com presunto (5,90€), conservas (a partir de 2,50€) e carne maturada. É Paulo que se ocupa de grelhar as carnes (algumas maturadas na casa) no MiBrasa, um forno e grelhador muito semelhante ao Josper. 

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Água e Sal - Lapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Água e Sal

icon-location-pin Sintra

Bom marisco servido ao natural mas não só. Neste restaurante há ainda lapas dos Açores com manteiga de ervas aromáticas (29€/kg) e camarão frito ao alhinho (12,50€), mas as estrelas da companhia são o lavagante, a lagosta e o camarão. Nos pratos de peixe há pregado frito com arroz de alho, coentros e açorda de tomate (13,65€) e nos de carne umas costeletinhas de borrego fritas à portuguesa com cebola crocante e ovo estrelado (13,40€).  

Outras mesas obrigatórias

Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes baratos em Lisboa

Comer fora é caro, que o digam as marmitas e o fim do mês. Restam uns quantos achados que cumprem os requisitos quando chega o prato à mesa mas também quando chega a hora da dolorosa. Para rebolar rua fora de barriga cheia em dias de festa, para intervalos de almoço em dias de trabalho e para jantar antes de seguir com a noite, damos-lhe 15 restaurantes baratos em Lisboa. Entre tascas, petiscos, cozinha africana, sul-americana, chinesa, italiana e israelita, alvitramos que não vai passar os dez euros. Os 13, vá. 

Soão
©Manuel Manso
Restaurantes, Japonês

Os 21 melhores restaurantes japoneses em Lisboa

A cozinha japonesa apareceu em Lisboa nos anos 1980 mas só nos anos 2000 atingiu o seu boom. Nos últimos anos a oferta de restaurantes tem crescido em larga escala por toda a cidade, em parte por culpa dos buffets de sushi que democratizaram a relação dos portugueses com estas pecinhas de arroz e peixe e cru. Nem tudo o que abriu, porém, tem a qualidade de matéria-prima desejada ou mãos que a saibam tratar como merece. Comida japonesa não é, de todo, só sushi, mas há já umas boas mãos cheias de restaurantes que servem sushi de qualidade e confeccionado com talento, seja ele mais ou menos tradicional. E cada vez mais restaurantes japoneses onde o sushi assume o papel secundário. Prove o melhor da gastronomia daquele país num destes 21 restaurantes japoneses em Lisboa. 

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comida de santo, feijoada brasileira
Arlindo Camacho
Restaurantes, Brasileiro

Sítios para comer comida brasileira em Lisboa, do pão de queijo à feijoada

Não lhe vamos falar de rodízios de carnes grelhadas em situações all you can eat ou restaurantes onde o buffet se vende ao peso. Nada contra, mas nesta lista, o caminho vai ser outro, pelos quitutes, esses petiscos pequeninos para matar a fome aqui e ali, pela Bahia, com os seus clássicos como o óleo de dendê, o camarão seco, os coentros ou o leite de coco, e pelos ingredientes brasileiros que nos últimos anos ficaram na moda deste lado do Atlântico, como a tapioca ou o açaí. Reunimos uns quantos sítios para comer comida brasileira em Lisboa onde há variedade no receituário e que estão – esperamos – a abrir caminho para mais restaurantes brasileiros em Lisboa. É que samba sem um prato à frente não enche barriga. 

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