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Os melhores restaurantes no Parque das Nações

A zona oriental da cidade está a crescer em sabor. Estes são os melhores restaurantes no Parque das Nações

Escrito por
Inês Garcia
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A mesa é das desculpas mais sólidas para rumar a Oriente e aqui tem garantidas muitas viagens, da China a Itália, de Portugal ao Japão, de Angola ao Uruguai. O Parque das Nações está a crescer muito graças à quantidade de empresas que poisaram por ali – são assim os lisboetas que ganham com novos e espaçosos restaurantes a nascer no lugar a que já chamámos Expo. Bons velhos tempos. Actualize-se no nome da zona e na restauração, que está a ganhar moradas e qualidade a olhos vistos, e siga este roteiro dos melhores restaurantes no Parque das Nações.

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Os melhores restaurantes no Parque das Nações

  • Restaurantes
  • Haute cuisine
  • Parque das Nações
  • preço 4 de 4

O primeiro restaurante em Lisboa de Martín Berasategui, o chef espanhol com mais estrelas Michelin, fica no topo da Torre Vasco da Gama, no hotel Myriad by Sana, e o nome faz jus à subida: do sopé até à sala demoramos exactamente 50 segundos. Lá em cima, com uma vista 360º (parte da experiência é também a visita à cozinha, que com jeitinho permitem), esperam-lhe dois menus de degustação (e escolha à carta) para uma viagem de três horas, no mínimo, pelos clássicos de Berasategui, como o mil-folhas de foie gras com maçã verde e enguia fumada e outras criações em parceria com o chef executivo Filipe Carvalho.

  • Restaurantes
  • Português
  • Parque das Nações

Trata-se do mesmo conceito com que inaugurou em 2011 no Chiado, e que já replicou no Porto, com algumas nuances. Os clássicos do Cantinho do Avillez vão marcar presença: falamos dos peixinhos da horta com molho tártaro, do tártaro de atum com sabores asiáticos, dos ovos cozidos a baixa temperatura, com chouriço e pão frito, das lascas de bacalhau e do prego MX-LX, um prato d.i.y. bem popular. Para finalizar, não podia faltar a sobremesa que se celebrizou no primeiro restaurante, a Avelã3, além do bolo de chocolate à Cantinho com gelado de morango.

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  • Restaurantes
  • Parque das Nações

O restaurante italiano do Príncipe Real abriu no Parque das Nações, com as mesmas pizzas, os mesmos cocktails feitos com prosecco e charcutaria, as mesmas buganvílias a enquadrar o espaço exterior, aqui com vista para o rio. O segundo espaço da ZeroZero é bastante maior (tem capacidade para mais de 400 pessoas) e acrescenta à oferta três opções de risoto: o de tinta de choco e choco (15,50€) , o de speck com queijo asiago (15€) e o primavera, com legumes e puré de ervilhas (13,50€).

  • Restaurantes
  • Chinês
  • Parque das Nações
  • preço 2 de 4

O Quanjude é especialista na cozinha da região chinesa de Sichuan, que se distingue pelo uso abundante de chilis e remonta à era da Dinastia Qing. Na China é a grande sensação e tem mais de 50 espaços – na Europa este é o primeiro. O prato principal é o pato à Pequim e há todo um ritual de preparação. Se não gostar de pato, nada tema: a ementa tem 50 páginas, com pratos de várias carnes, peixes, mariscos e sobremesas. Há um tabuleiro com fatias de peixe picante (30,90€), robalo com vegetais (37,90€), dim sums, beringela com molho de alho (9,90€). De sobremesa há batata doce caramelizada, pêra chinesa com vinho tinto (6,90€), bolas de tapioca com leite de coco (2,90€) e um doce com feijão azuki (3,50€). 

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The Old House
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Parque das Nações

O restaurante do Parque das Nações é o primeiro na Europa de uma cadeia chinesa, com dezenas de espaços pela China, onde os chefs passam por um processo de recrutamento, treino e selecção bem exigente. Só têm a ganhar os lisboetas, que podem provar a gastronomia de Sichuan, a mais gourmet do país e onde o picante marca vários pontos da ementa – usam bastante ma la, uma mistura de pimentas e especiarias que deixa a boca dormente. Experimente a carne de porco desfiada e o pato à Pequim.

  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Parque das Nações

O nome foi inspirado na obra de Puccini por causa da paixão que existe entre o Ocidente e o Oriente na cozinha deste restaurante vegetariano do Parque das Nações. Desde 2009 que Cláudia Salú e Paulo Almeida alimentam os alfacinhas com boa comida saudável. As especiarias e as ervas aromáticas frescas, dizem, são as matérias-primas fundamentais a partir das quais criam novos pratos. Já chegaram, inclusivamente, a fazer mais de 700, de 70 países diferentes. Contam ainda com sopas, smoothies e chás biológicos.

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Pizzaria Luzzo
  • Restaurantes
  • Pizza
  • Parque das Nações

Esta pizzaria abriu o primeiro espaço na Rua de Santa Marta, a três passos da Avenida da Liberdade, em 2014, e desde então já se espalhou pela cidade – há já no Parque das Nações, em Odivelas e na Avenida Conde Valbom. As pizzas são de massa fina, confeccionada em forno de lenha. A Onassis é um dos ex-líbris desta casa que entretanto já foi também franchisada no Norte e cruza ingredientes portugueses com os melhores italianos.

  • Restaurantes
  • Parque das Nações

Este restaurante é perfeito para carnívoros ou não fossem as carnes maturadas a especialidade da casa. Vêm dos Estados Unidos, da Austrália, Dinamarca, Baviera, Uruguai ou Espanha e tanto chegam já prontas para ser consumidas, como para serem maturadas no restaurante. Seguem depois para a grelha, sem sal ou outros temperos – prove o chuletón (23,50€, uma peça de 700 a 800 gramas) ou o tomahawk (59,90€ para duas pessoas), ambos com 35 dias de maturação. Além disto há ainda hambúrgueres e pregos em bolo do caco, magret de pato ou pratos mais leves, como saladas ou um tártaro de carne com creme de abóbora e requeijão (9,85€). 

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  • Restaurantes
  • Cervejarias
  • Parque das Nações
  • preço 3 de 4

Todo o peixe deste restaurante do Parque das Nações é de mar, ou não fosse este o nome do mais recente projecto dos donos da Forneria, na mesma zona da cidade. O Mar não é só um restaurante de peixe, mas também não é uma marisqueira tradicional, apesar de ter um grande aquário com santolas, lagostas e sapateiras. É uma “mariscaria-peixaria”, descreve o chef André Veríssimo. E tem três ambientes distintos: uma zona de balcão, para picar qualquer coisa descontraidamente e com uma tela que sobe e desce em dias de bola; uma sala com mesas de tampo de mármore e muita luz; e um canto com um sofá, mais recatado, para grupos ou almoços de negócios. 

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Parque das Nações

Este restaurante e pizzaria aberto no final de 2016 tem o know-how do pizzaiolo Vítor Cunha impresso nas pizzas. A massa fermenta em 48 horas e as pizzas são feitas em forno de lenha. Há desde as clássicas parmigiana e prosciutto e funghi às gourmet, como a pizza speck ou Joselito, com o presunto espanhol. Mas há burrata DOP servida com tomate e pesto ou a focaccina com presunto de bolota pata negra com 24 meses de cura para começar a refeição. Há também boa massa fresca e  hambúrgueres no forno em massa de pizza. 

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Cartel 36
  • Restaurantes
  • Cozinha contemporânea
  • Parque das Nações

Não estranhe quando lhe puserem à frente uma tábua de ardósia com linhas brancas – não são substâncias ilícitas. O “cartão de visita” do Cartel 36 são estas linhas de azeite em pó, servidas com pão torrado e azeitonas para começar a refeição. No restaurante da zona sul do Parque das Nações há variedade de proteínas – há picanha do Uruguai, lagartinhos de porco preto, maminha maturada australiana, lombo de bacalhau e bife de atum. Os “acompanhantes de luxo” são os legumes braseados, cogumelos grelhados com queijo da Ilha ou noodles com balchão e ovo curado. 

  • Restaurantes
  • Parque das Nações

Anaisa Rashul é coach de nutrição holística, uma prática que utiliza os alimentos para o bem-estar do corpo e da mente, e pô-la a bom uso quando abriu o seu restaurante vegan no Parque das Nações – chama-se ohana, que significa “família” em havaiano. Todos os dias entre as 12.00 e as 15.00 há buffet, do qual fazem parte três pratos quentes, dois acompanhamentos, alguns salgados, uma sopa e um hummus (9,50€). Aos domingos é dia de brunch (12€).

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  • Restaurantes
  • Português
  • Parque das Nações

A prova de que não é preciso atravessar o país para comer um leitão a sério, assado a preceito, num forno de lenha, está neste restaurante de Moscavide. As leis são as mesmas da Bairrada, isto é, pele estaladiça, molho picante e batatas fritas às rodelas bem crocantes. Uma dose são 12€.

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Parque das Nações

O La Tagliatella tem dupla nacionalidade – é uma cadeia espanhola de comida italiana das regiões de Piemonte, Ligúria e Emília-Romagna, sempre em doses generosas. O espaço em Lisboa é grande e luminoso, perfeito para famílias. A carta divide-se entre pratos mais frescos, como os tártaros, carpaccios e saladas; de carne e os grandes clássicos italianos, como risotos, pizzas e belas massadas. Pode escolher sempre o tipo de massa e o molho que quer.

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  • Restaurantes
  • Japonês
  • Parque das Nações
O Arigato foi o primeiro restaurante japonês a democratizar os buffets de sushi – primeiro no Campo Pequeno, depois no Parque das Nações. Ao almoço este banquete de sushi, onde tem muito por onde escolher, das peças mais tradicionais às de fusão, custa 15,90€, aos jantares sobe para 23,90€ mas pode pedir tudo o que estiver na carta. 
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Parque das Nações
  • preço 2 de 4

O L’Origine abriu no Parque das Nações pelas mãos do pizzaiolo Roberto Mezzepelle e Chakall, ambos sempre com Itália ao peito e no prato. Há entradas obrigatórias como as focaccias e bruschettas, as burratas e os carpaccios – prove o di manzo com carne de boi. As pizzas são a jóia da coroa e pode escolher as de massa tradicional, beterraba ou massa preta de carvão vegetal.

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  • Restaurantes
  • Hambúrgueres
  • Parque das Nações

O novo Guilty é um pequeno oásis no piso térreo do Tivoli Oriente que, apesar da partilha de ADN com o anterior na Avenida da Liberdade, vem para subir a fasquia. Ainda há challenge, é certo, ainda há asinhas, as pizzas continuam a marca da casa, os hambúrgueres idem, mas as mudanças foram extensas. Os ingredientes ganharam responsabilidade, a apresentação é pensada à exaustão, a cor é omnipresente e a sensação é de que qualquer coisa que acabemos por comer não irá desapontar. Tudo em nome de um só propósito: que o que chegue no prato seja absolutamente – ênfase em absolutamente – pornográfico.

  • Restaurantes
  • Português
  • Parque das Nações
  • preço 2 de 4

A Nova Peixaria tem “fish bars” nos espaços de alimentação de alguns centros comerciais, mas é no Parque das Nações que apresenta
 a sua cozinha, num restaurante à séria. Há dourada, salmão, garoupa ou lula grelhados (a partir de 12,50€, com acompanhamentos), hambúrgueres e pregos de peixe e saladas ricas. Se for com amigos carnívoros, ou ficar com fome depois da barrigada de peixe,
 peça o prego, bem tenro – é sempre uma boa sobremesa.


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  • Restaurantes
  • Parque das Nações

Este Senhor tem um aquário que impressiona logo à entrada e peixe do bom: os salmonetes são umas das estrelas
 do menu dos grelhados, mas atenção à imponente caldeirada ou à solene massada de cherne. Para jantaradas em grupo com comida à séria, espreite os menus de grupo (a partir de 35€ por pessoa) com peixe grelhado no carvão.


Mwana Pwo
  • Restaurantes
  • Parque das Nações

No Parque das Nações também há espaço para um restaurante de cozinha angolana, com ambiente acolhedor e serviço atencioso. Há pratos como o arroz da ilha de Luanda, um arroz malandro de corvina fresca, camarão, lula, amêijoas e mexilhões frescos, pimentos e ervas (26,90€ para dois), calulu de peixe (15,80€), moqueca (15,90€), muzongué (15,60€), cabidela à angolana (13,90€) ou a cachupa da casa, com milho, feijão, várias carnes e enchidos (13,40€). Aos domingos ao almoço há um buffet com as especialidades todas, da moamba à cachupa (16€).

Restaurantes por zona em Lisboa

  • Restaurantes
  • Indiano

Uma das primeiras referências dos portugueses no que respeita à cozinha étnica foram os restaurantes indianos. E não há como os contornar. Nos restaurantes desta lista não faltam chamuças, caris ou pães naan quentinhos. Cada um com as suas especialidades, um mais moderno e perito em fazer dosas (que são uns crepes gigantes); outros mais clássicos e prontos para darem aos comensais o que querem. E, no meio disto tudo, quase numa categoria à parte, um par de goeses que operam uns furos acima da competição, o Jesus é Goês e o Tentações de Goa. Benditos. Não tenha medo e prepare as papilas gustativas para ver se aguentam esta viagem pelos melhores restaurantes indianos em Lisboa. Se tiver dúvidas, aqui também lhe dizemos como comer picante como um indiano.

  • Restaurantes
  • Japonês

Quando falamos de sushi, é provável que ainda encontre algumas pedras no caminho: há quem continue a torcer o nariz ao peixe cru e quem ainda tenha dificuldades em separar o trigo do joio — que é como quem diz, em destacar o bom trabalho de sushimen sérios. Uma coisa é certa: a base tem de ter o peixe bem fresco, trabalhado em fatias de sashimi, em rolos com alga ou sem alga, temakis e por aí fora, sempre com um arroz bem temperado. Nesta lista também vai encontrar opções de sushi de fusão, que apesar de ser diabolizado por muitos é bem aceite junto de algumas pessoas com a mente aberta. 

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  • Restaurantes

Passamos o Inverno a sonhar com elas. Ao primeiro raio de sol primaveril voltamos a corrê-las, ansiosos, e durante o Verão instalamo-nos confortavelmente (ainda que com todos os cuidados que os tempos agora exigem), porque não queremos outra coisa a não ser esplanadas. Receitamos-lhe inúmeras doses para repor os níveis de vitamina D: das novidades do ano aos sítios para ver navios, para comer fora ou para rebolar na relva. Quiosques, rooftops, esplanadas de rua, interiores, enfim, as opções abundam consoante a vontade e também pode contar com sítios para abanar o corpo nestas que são as melhores esplanadas em Lisboa (e não só).

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