A prova de que não é preciso atravessar o país para comer um leitão a sério, assado a preceito, num forno de lenha, está neste restaurante. As leis são as mesmas da Bairrada, isto é, pele estaladiça, molho picante e batatas fritas às rodelas bem crocantes. Além de muito bom, é muito barato. A costeleta de novilho é outra das estrelas da casa. Por encomenda, há chanfana e cabrito assado. Uma oferta gastronómica que o torna um destino de eleição na zona oriental da cidade, desde a abertura em 1980. Agora só funciona à semana e ao almoço, mas serve leitão para fora aos sábados e ao jantar está disponível para servir grupos de dez ou mais pessoas.
A mesa é das desculpas mais sólidas para rumar a Oriente – além de levar os miúdos a passear – e aqui tem garantidas muitas viagens, da China a Itália, de Portugal ao Japão. O Parque das Nações tem crescido muito graças à quantidade de empresas que poisaram por ali – são assim os lisboetas que ganham com novos e espaçosos restaurantes a nascer no lugar a que já chamámos Expo. Bons velhos tempos. Actualize-se no nome da zona e na restauração, que está a ganhar moradas e qualidade a olhos vistos, e siga este roteiro. Nestes restaurantes no Parque das Nações não se vai arrepender de marcar mesa.
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