Os melhores restaurantes no Parque das Nações

A zona oriental da cidade está a crescer em sabor. Estes são os melhores restaurantes no Parque das Nações
ZeroZero
DR ZeroZero no Parque das Nações
Por Inês Garcia |
Publicidade

Da China a Itália, de Portugal ao Japão, a mesa é das desculpas mais sólidas para rumar a Oriente. O Parque das Nações está a crescer muito graças à quantidade de empresas que poisaram por ali – são assim os lisboetas que ganham com novos e espaçosos restaurantes a nascer no lugar a que já chamámos Expo. Bons velhos tempos. Actualize-se no nome da zona e na restauração e siga este roteiro dos melhores restaurantes no Parque das Nações.

Recomendado: 16 coisas para fazer no Parque das Nações

Os melhores restaurantes no Parque das Nações

Cantinho do Avillez
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Cantinho do Avillez

icon-location-pin Parque das Nações

Trata-se do mesmo conceito com que inaugurou em 2011 no Chiado, e que já replicou no Porto, com algumas nuances. Os clássicos do Cantinho do Avillez vão marcar presença: falamos dos peixinhos da horta com molho tártaro, do tártaro de atum com sabores asiáticos, dos ovos cozidos a baixa temperatura, com chouriço e pão frito, das lascas de bacalhau e do prego MX-LX, um prato d.i.y. bem popular. Para finalizar, não podia faltar a sobremesa que se celebrizou no primeiro restaurante, a Avelã3, além do bolo de chocolate à Cantinho com gelado de morango.

+ O que tem de saber sobre o Cantinho do Avillez no Parque das Nações

ZeroZero
DR
Restaurantes

ZeroZero Parque das Nações

icon-location-pin Parque das Nações

O restaurante italiano do Príncipe Real abriu no Parque das Nações no último Verão, com as mesmas pizzas, os mesmos cocktails feitos com prosecco e charcutaria, as mesmas buganvílias a enquadrar o espaço exterior, aqui com vista para o rio. O segundo espaço da ZeroZero é bastante maior (tem capacidade para mais de 400 pessoas) e acrescenta à oferta três opções de risoto: o de tinta de choco e choco (15,50€) , o de speck com queijo asiago (15€) e o primavera, com legumes e puré de ervilhas (13,50€). 

 

Publicidade
quanjude
DR
Restaurantes, Chinês

Quanjude

icon-location-pin Parque das Nações

O Quanjude é especialista na cozinha da região chinesa de Sichuan, que se distingue pelo uso abundante de chilis e remonta à era da Dinastia Qing. Na China é a grande sensação e tem mais de 50 espaços – na Europa este é o primeiro. O prato principal é o pato à Pequim e há todo um ritual de preparação. Se não gostar de pato, nada tema: a ementa tem 50 páginas, com pratos de várias carnes, peixes, mariscos e sobremesas. Há um tabuleiro com fatias de peixe picante (30,90€), robalo com vegetais (37,90€), dim sums, beringela com molho de alho (9,90€). De sobremesa há batata doce caramelizada, pêra chinesa com vinho tinto (6,90€), bolas de tapioca com leite de coco (2,90€) e um doce com feijão azuki (3,50€). 

 

A Time Out diz
Restaurantes, Chinês

The Old House

icon-location-pin Parque das Nações

O restaurante do Parque das Nações é o primeiro na Europa de uma cadeia chinesa, com dezenas de espaços pela China, onde os chefs passam por um processo de recrutamento, treino e selecção bem exigente. Só têm a ganhar os lisboetas, que podem provar a gastronomia de Sichuan, a mais gourmet do país e onde o picante marca vários pontos da ementa – usam bastante ma la, uma mistura de pimentas e especiarias que deixa a boca dormente. Experimente a carne de porco desfiada e o pato à Pequim. 

 

A Time Out diz
Publicidade
Miss Saigon
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Vegetariano

Miss Saigon

icon-location-pin Parque das Nações

O nome foi inspirado na obra de Puccini por causa da paixão que existe entre o Ocidente e o Oriente na cozinha deste restaurante vegetariano do Parque das Nações. Desde 2009 que Cláudia Salú e Paulo Almeida alimentam os alfacinhas com boa comida saudável. As especiarias e as ervas aromáticas frescas, dizem, são as matérias-primas fundamentais a partir das quais criam novos pratos. Já chegaram, inclusivamente, a fazer mais de 700, de 70 países diferentes. Contam ainda com sopas, smoothies e chás biológicos.

 

Restaurantes, Pizza

Pizzaria Luzzo

icon-location-pin Parque das Nações

Esta pizzaria abriu o primeiro espaço na Rua de Santa Marta, a três passos da Avenida da Liberdade, em 2014, e desde então já se espalhou pela cidade – há já no Parque das Nações, em Odivelas e na Avenida Conde Valbom. As pizzas são de massa fina, confeccionada em forno de lenha. A Onassis é um dos ex-líbris desta casa que entretanto já foi também franchisada no Norte e cruza ingredientes portugueses com os melhores italianos.  

 

Publicidade
Butchers - Sala de Refeições
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Butchers

icon-location-pin Parque das Nações

Este restaurante é perfeito para carnívoros ou não fossem as carnes maturadas a especialidade da casa. Vêm dos Estados Unidos, da Austrália, Dinamarca, Baviera, Uruguai ou Espanha e tanto chegam já prontas para ser consumidas, como para serem maturadas no restaurante. Seguem depois para a grelha, sem sal ou outros temperos – prove o chuletón (23,50€, uma peça de 700 a 800 gramas) ou o tomahawk (59,90€ para duas pessoas), ambos com 35 dias de maturação. Além disto há ainda hambúrgueres e pregos em bolo do caco, magret de pato ou pratos mais leves, como saladas ou um tártaro de carne com creme de abóbora e requeijão (9,85€). 

 

mar parque das nações
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cervejarias

Mar

icon-location-pin Parque das Nações

Todo o peixe deste restaurante do Parque das Nações é de mar, ou não fosse este o nome do mais recente projecto dos donos da Forneria, na mesma zona da cidade. O Mar não é só um restaurante de peixe, mas também não é uma marisqueira tradicional, apesar de ter um grande aquário com santolas, lagostas e sapateiras. É uma “mariscaria-peixaria”, descreve o chef André Veríssimo. E tem três ambientes distintos: uma zona de balcão, para picar qualquer coisa descontraidamente e com uma tela que sobe e desce em dias de bola; uma sala com mesas de tampo de mármore e muita luz; e um canto com um sofá, mais recatado, para grupos ou almoços de negócios. 

 

Publicidade
pannacota do forneria
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Forneria

icon-location-pin Parque das Nações

Este restaurante e pizzaria aberto no final de 2016 tem o know-how do pizzaiolo Vítor Cunha impresso nas pizzas. A massa fermenta em 48 horas e as pizzas são feitas em forno de lenha. Há desde as clássicas parmigiana e prosciutto e funghi às gourmet, como a pizza speck ou Joselito, com o presunto espanhol. Mas há burrata DOP servida com tomate e pesto ou a focaccina com presunto de bolota pata negra com 24 meses de cura para começar a refeição. Há também boa massa fresca e  hambúrgueres no forno em massa de pizza. 

 

A Time Out diz
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Cartel 36

icon-location-pin Parque das Nações

Não estranhe quando lhe puserem à frente uma tábua de ardósia com linhas brancas – não são substâncias ilícitas. O “cartão de visita” do Cartel 36 são estas linhas de azeite em pó, servidas com pão torrado e azeitonas para começar a refeição. No restaurante da zona sul do Parque das Nações há variedade de proteínas – há picanha do Uruguai, lagartinhos de porco preto, maminha maturada australiana, lombo de bacalhau e bife de atum. Os “acompanhantes de luxo” são os legumes braseados, cogumelos grelhados com queijo da Ilha ou noodles com balchão e ovo curado. 

 

Publicidade
Ohana By Naz
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Ohana by Naz

icon-location-pin Parque das Nações

Anaisa Rashul é coach de nutrição holística, uma prática que utiliza os alimentos para o bem-estar do corpo e da mente, e pô-la a bom uso quando abriu o seu restaurante vegan no Parque das Nações – chama-se ohana, que significa “família” em havaiano. Todos os dias entre as 12.00 e as 15.00 há buffet, do qual fazem parte três pratos quentes, dois acompanhamentos, alguns salgados, uma sopa e um hummus (9,50€). Aos domingos é dia de brunch (12€).

 

Bota Feijão
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Bota Feijão

icon-location-pin Parque das Nações

A prova de que não é preciso atravessar o país para comer um leitão a sério, assado a preceito, num forno de lenha, está neste restaurante de Moscavide. As leis são as mesmas da Bairrada, isto é, pele estaladiça, molho picante e batatas fritas às rodelas bem crocantes. Uma dose são 12€. 

 

Publicidade
Tagliatelle
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

La Tagliatella

icon-location-pin Parque das Nações

O La Tagliatella tem dupla nacionalidade – é uma cadeia espanhola de comida italiana das regiões de Piemonte, Ligúria e Emília-Romagna, sempre em doses generosas. O espaço em Lisboa é grande e luminoso, perfeito para famílias. A carta divide-se entre pratos mais frescos, como os tártaros, carpaccios e saladas; de carne e os grandes clássicos italianos, como risotos, pizzas e belas massadas. Pode escolher sempre o tipo de massa e o molho que quer.    

Restaurantes, Japonês

Arigato

icon-location-pin Parque das Nações

O Arigato foi o primeiro restaurante japonês a democratizar os buffets de sushi – primeiro no Campo Pequeno, depois no Parque das Nações. Ao almoço este banquete de sushi, onde tem muito por onde escolher, das peças mais tradicionais às de fusão, custa 15,90€, aos jantares sobe para 23,90€ mas pode pedir tudo o que estiver na carta. 

Restaurantes por zona em Lisboa

Restaurantes

Uma pequena volta ao mundo em cinco restaurantes em Odivelas

Esqueça todos os preconceitos com zonas residenciais suburbanas: estão a ganhar novas dinâmicas e por isso também novos restaurantes. E nada maus: em 2017, das duas vezes que o crítica da Time Out rumou a Odivelas, fez o caminho de volta ao centro da cidade de barriga cheia e satisfeita. Foram quatro estrelas para cada um desses dois restaurantes, um de comida coreana, outro de comida indiana. A comida do mundo é, ao que parece, um forte nos restaurantes em Odivelas: damos-lhe cinco para ir ao Oriente, voltar à Europa e seguir para a América Latina. E para que não haja sombra de fome e possa aviar merendas para a viagem, leva ainda com uma pastelaria de fabrico próprio que nunca desilude. Boa jornada pelos arredores. 

Boteco 47
©Francisco Santos
Restaurantes

Dez restaurantes em Cacilhas que tem de conhecer

Há quem diga que é a margem certa, o sítio onde são feitos os sonhos. Cacilhas faz parte desse lote a Sul de Lisboa e é o sítio onde existem bons restaurantes de cozinha tradicional, pizzas em forno de lenha, petiscos para picar depois do trabalho ou as malgas de arroz com peixe cru da moda. E até bolas de Berlim com recheios criativos. Melhor, está praticamente tudo concentrado numa grande avenida principal, a Rua Cândido dos Reis, mesmo à saída do cais dos barcos (uma viagem Cais do Sodré-Cacilhas custa 1,20€). Além de novos restaurantes e os clássicos que já se impuseram como reis do peixe fresco e de mariscadas, Cacilhas é uma zona do futuro: está envolvida no projecto Comunidade Carbono Zero.  

Publicidade
o mariscador
©Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores restaurantes no Campo Pequeno

Não vamos falar do subsolo do Centro Comercial do Campo Pequeno para falar de bons restaurantes no Campo Pequeno. Estas refeições fazem-se com vista para a luz da rua e para as largas Avenidas Novas, em restaurantes na zona da praça de touros do Campo Pequeno. Nesta área tanto se come num tasco como num dos restaurantes de cozinha tradicional portuguesa da chef Justa Nobre; tanto se come sushi como marisco do rio à maneira portuguesa. Este campo é grande no sabor e está minado de opções: damos-lhe oito dos melhores restaurantes no Campo Pequeno.

Publicidade
Esta página foi migrada de forma automatizada para o nosso novo visual. Informe-nos caso algo aparente estar errado através do endereço feedback@timeout.com