Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias

Os melhores restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias

Abrem à velocidade da luz e nas férias o mais provável é ter ficado desactualizado. No regresso à cidade, fizemos um guia dos novos restaurantes a não perder, com opções para todos os gostos

JNcQUOI Asia
©Inês Félix
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Durante os meses oficiais do Verão, enquanto os lisboetas foram a banhos noutras paragens, a cidade não parou. Abriram novos e bons espaços para tomar pequenos-almoços demorados, muitos daqueles que apetece pôr nas redes sociais e fazer pirraça, restaurantes para almoços mais ou menos light, opções japonesas ou mexicanas, sítios coloridos para lanchar ou alguns clássicos a reproduzirem-se na cidade e muitos outros para jantar. Antes de voltar a arrumar todos os dias o tupperware para comer na copa da firma, aproveite o regresso à cidade para provar alguns dos restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias.

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Os melhores restaurantes que abriram durante as férias em Lisboa

Queimado
©Inês Felix
Restaurantes

Queimado

icon-location-pin Bairro Alto

Neste restaurante é tudo cozinhado ou terminado no carvão, mas não vale a pena levar o nome à letra – nada vai sair queimado. Aos almo os há um menu a 14€, com entrada, prato e bebida, sempre a rodar. Já o menu de jantar é de partilha, tem nove op ões, só usa produtos locais e regionais e vai mudando consoante as esta ões do ano – tudo a pre os acessíveis e com a recomenda ão de três a quatro pratos para duas pessoas. Ao domingo há “uma espécie de brunch”, sem waffles, panquecas, ovos ou tostas de abacate. É ir espreitando as redes para ver os menus, sempre com convidados especiais. Mais um tome nota:
às sextas e sábados, das 23.00 às 00.00, há cocktails a 5€.

Chutnify
©Inês Félix
Restaurantes, Indiano

Chutnify Bairro Azul

icon-location-pin Grande Lisboa

No segundo Chutnify, o restaurante indiano moderno que Aparna Aurora trouxe de Berlim para Lisboa em 2017, há uma esplanada e todos os bestsellers do primeiro. O conceito é exactamente o mesmo: comer com as mãos (não negam talheres a ninguém, mas esta é a forma mais autêntica) sem vergonhas e partilhar todas as especialidades, como as dosas, os crepes de lentilhas e arroz recheados, os pratos no tandoor ou o bom naan da casa. Há também menus de almo o completos a 12,50€.

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Crack Kids, Taco Shop #1
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

Taco Shop #1

icon-location-pin Cais do Sodré

O Pistola y Corazón, a mais concorrida taqueria da cidade, abriu um irmão mais novo dentro da loja Crack Kids, a Taco Shop #1. Tem só dois balcões – um para a comida, outro para as bebidas. Quem manda na cozinha é Paulina Loya, que veio da cidade de León, no estado mexicano de Guanajuato para liderar as tropas. Os tacos, a prata da casa, vêm sempre em dose tripla. Há os de camarones a la diabla (10€) com camarões salteados e chile arból e alho, os de carnitas bañadas (9,50€) com carnitas de porco (ambos servidos no Pistola mas com receitas diferentes) ou ainda os sweet papas (7€), de batata doce com tomilho, milho frito e queijo seco, servido com salsa de chile habanero e amêndoa. No balcão das bebidas, tanto há café de filtro vindo do Café de Finca como slushies, uns granizados coloridos com álcool feitos com ingredientes frescos, sem qualquer tipo de aditivos.

hey mate
Duarte Drago
Restaurantes, Geladarias

Hey Mate

icon-location-pin Chiado

Os amigos António Dias e Ricardo Paulos descobriram os gelados de rolinho tailandeses pela primeira vez nas ilhas Gilli, na Indonésia. Quando voltaram a Portugal, abriram a primeira Hey Mate na Casa da Guia, em Cascais. O império cresceu e já vão na quinta loja, agora no Chiado. Dá para assistir ao espectáculo da produção: primeiro escolhem-se os ingredientes e depois estes são misturados numa placa gelada a -20ºC. Prove o de bolacha oreo e lima ou o de manga, mais fresquinho ainda.

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Essencial
©Duarte Drago
Restaurantes

Essencial

icon-location-pin Grande Lisboa

Na cozinha de André 
Lança Cordeiro impera um minimalismo delicado que 
nos ensina uma máxima incontornável: menos é mais. Depois da aventura no Local,
 o chef regressou ao activo com um novo desafio, o restaurante Essencial, no Bairro Alto. Na carta, os pratos são uma ode 
ao minimalismo, sem que a parte gustativa e visual seja descurada, e embora estejam sempre a aparecer novidades, poderá contar com o pâté
en croûte e pickles (9€) e, à sobremesa, o incrível mil-folhas com caramelo salgado (5€).

The Garage Smokehouse & BBQ
©Manuel Manso
Restaurantes

The Garage-Smokehouse & BBQ

icon-location-pin Alcântara

No espaço de uma antiga tasca em Alcântara, nasceu o The Garage – Smokehouse & BBQ, para onde os irmãos Ikelman,
 de Albuquerque, trouxeram o melhor da tradição caseira do barbecue, sem esquecer a música como acompanhamento. Há clássicos como o brisket, a carne do peito de boi, os secretos de porco preto servidos com molho bbq caseiro ou a pulled pork sandwich (8€), servida 
com batatas fritas, coleslaw e pickle caseiro. Aos domingos, o brunch é o forte com um menu abreviado com preços entre os 9€ e os 13€. Tudo isto é servido num imaginário recortado das road trips americanas.

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Barra Japonesa n'O Asiático
©Duarte Drago
Restaurantes, Asiático contemporâneo

A Barra Japonesa n'O Asiático

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Kiko Martins quis que O Asiático perdesse o lado mais formal. As janelas estão agora abertas e deixa de ser um mistério o que fica para lá das portas escurecidas, com um segurança à porta: dá até para espreitar o bonito pátio interior ao fundo. À entrada, onde antes estava só uma espécie de lounge e as casas de banho, abriu A Barra Japonesa, um restaurante dentro do restaurante, com um balcão de 11 lugares onde servem sushi contemporâneo. A tradição japonesa é respeitada ao máximo mas há um toque mais moderno, que se nota na introdução de ingredientes como o foie gras em gunkans, a carne wagyu, a maionese de alga codium ou o citrino kumquat como topping de um niguiri.

A Pampa
©Inês Félix
Restaurantes, Cozinha contemporânea

A Pampa

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A Pampa foi pensada para 
não ter uma só designação: 
a comida e as bebidas fazem parte, mas há também uma loja de discos, exposições, yoga e meditação, a convidar a uma estadia mais demorada. Clara e Benoit da Silva, irmãos, têm negócios na área da restauração em Paris, e especializaram-se em espaços híbridos. Este, na Praça das Flores, é o mais recente. A chef é Anita Parilova, que já passou pelo Água pela Barba, e trabalha de perto com produtores para ir mudando os pratos conforme a estação mandar. Às 23.00 as cortinas fecham, as mesas afastam-se e o espaço ganha uma outra vida, dançável.

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Fauna e Flora
Manuel Manso
Restaurantes

Fauna & Flora LACS

icon-location-pin Lisboa

Depois de um primeiro Fauna & Flora bem sucedido no eixo Madragoa-Santos, o projecto cresceu e está agora nos Anjos, no edifício do cowork LACS. A decoração segue a mesma linha, com muita vegetação natural, mesas em madeira e alguns tons pastel, e na carta mantêm-se as torres de panquecas – aqui há umas exclusivas, as tropicália, com creme de coco, creme de manga, ananás confitado em calda de hortelã e limão, farofa ácida de mandioca
e lascas de coco torrado (6,50€)–, tostas, smoothie bowls, ninhos de abacate, mini-hambúrgueres e outras malgas mais compostas para almoço.

East Mambo
©Manuel Manso
Restaurantes

East Mambo

icon-location-pin São Sebastião

Bernardo Agrela saiu do fine dining da Cave 23 e entrou 
no maravilhoso mundo dos kebabs, tornando-os mais do que comida tapa-buracos. No espaço pequenino perto de São Sebastião escusa de pedir a carta – kebabs é fast food, e por isso exigia-se que tudo fosse rápido. Na parede estão quatro menus: o um tem kebab e bebida (10€), ao dois acrescem as batatas com dupla fritura (12€), o três tem tudo isto e um mix de entradas (15€) e o quatro tem sopa, salada e bebida (6,50€).

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JNcQUOI Asia
©Inês Félix
Restaurantes, Asiático contemporâneo

JNcQUOI Asia

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. O projecto do JNcQUOI Ásia é assinado por Lázaro Rosa Violán, responsável pela primeira aventura do grupo Amorim Luxury, o JNcQUOI Avenida. Ao todo são quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. Na carta, há especialidades da Índia, Japão, China e Tailândia. Pode ir do sushi à robata, passando pelo tandoori e terminando com as criações especiais para a sobremesa.

Lapo Sala Provador
©DR
Restaurantes

Lapo Sala Provador

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O Lapo foi pensado primeiro como uma loja de ilustração mas acabou por crescer e tornar-se um espaço plural. Emergiu das ruínas de uma antiga fábrica de pão no bairro da Bica e é agora café/bar, atelier e restaurante – começa no número 28 e estende-se até ao interior secreto do número 26, na Rua Marechal Saldanha. À hora do lusco-fusco (excepto às terças-feiras), o espelho do provador da loja é uma entrada para uma sala secreta – a Sala Provador, onde
os antigos fornos da fábrica dão lugar a uma cozinha tradicional portuguesa, orientada pelo chef João Pronto. Às quartas, quintas, sextas e sábados há espectáculo
a acompanhar o menu de degustação (40€), adaptado à programação.

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Atira-te ó bife
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Atira-te ó Bife

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Manuel Cambournac, Gonçalo Mineiro e Maria de Fátima Costa, os três sócios, quiseram pegar
 na ideia dos bifes clássicos e criar um conceito moderno, para almoços mas também jantares prolongados de amigos. Há três bifes: o de pojadouro (10€), acém (14€) e lombo (18€), todos com 160 a 180 gramas, e acompanhados com batatas fritas em palitos e um dos molhos,
 à escolha entre o clássico, o de queijo roquefort, mostarda dijon, cogumelos marron ou o da casa, feito com manjericão fresco. Além destes cortes, têm um bife Wellington individual (24€), ao invés de ser servido fatiado.

Dallas
©Inês Félix
Restaurantes, Americano

Dallas

icon-location-pin Cais do Sodré

No Dallas, a inspiração é vintage e, em parte, vem do filme Pulp Fiction (1994, Quentin Tarantino), por isso
 vai encontrar cabines com sofás vermelhos, ao estilo do clássico diner. As estrelas são 
os hambúrgueres, feitos à boa maneira americana. Na lista do Dallas existem onze hambúrgueres, incluindo duas opções vegan, com pão de brioche que chega todos os dias fresco e é grelhado antes de ser recheado (a partir de 6,90€). A acompanhar, como não poderia deixar de ser, estão os cestinhos com batatas fritas (2,90€), as chips de batata doce (2,90€) ou outras opções mais leves, como a salada asian lime slaw (4€). Não faltam também milkshakes e cocktails de autor.

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Oak Berry
©Duarte Drago
Restaurantes, Brasileiro

Oak Berry

icon-location-pin Grande Lisboa

No Oak Berry, uma marca fundada em 2016 em São Paulo e que chegou ao Cais do Sodré, o açaí é 100% natural, não tem corantes nem conservantes, e pode ser comido em bowls ou smoothies, de três tamanhos diferentes (350 ml, 500 ml ou 720 ml). Depois dessa escolha, há uma data de toppings que pode acrescentar, como as granolas (clássica crocante, com cacau ou com maçã e canela), a amêndoa laminada, a aveia sem glúten, as sementes de abóbora, de chia ou de girassol, bagas goji, banana, morango, mel orgânico, manteiga de amendoim, leite condensado magro, proteína whey (por mais 2€) ou paçoca (por mais 0,50€).

Tartine no Time Out Market
©Inês Felix
Restaurantes

Tartine no Time Out Market

icon-location-pin Cais do Sodré

A Tartine estreou-se no Chiado em 2012, numa altura em que ainda poucos trabalhavam massas-mãe, mas não quis ser apenas padaria e apesar de uma oferta grande nesse campo, é também pastelaria e restaurante especializado em refeições leves. Chegou ao Time Out Market este Verão para colmatar a falha que o food court tinha no campeonato dos pequenos- -almoços. Serve as tartines que dão nome à casa (fatias do bom pão de casa com diferentes toppings), um sem-fim de possibilidades de ovos, dos Benedict aos Royale, Florentine, quentes ou mexidos, panquecas, bolos, saladas e sanduíches novas.

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Pudim do abade
Inês Félix
Restaurantes

O Pudim do Abade no Time Out Market

icon-location-pin Cais do Sodré

Miguel Oliveira especializou-se em pudim Abade de Priscos e tornou-o famoso entre os restaurantes lisboetas. Depois de abrir um quartel-general para o doce em Campo de Ourique, chegou ao Time Out Market, onde tem os pudins, sedosos e brilhantes, à fatia (6€) ou em versão mini (6€), para comer logo. Também pode levar para casa um pudim inteiro (36€) e fazer um brilharete – escusa de ter medo de desenformar, que sai realmente direitinho e com muito caramelo – ou uma caixa com quatro versões mini (24€). Se chegar cedo, pode ainda provar a receita única de Bolas do Abade, uma espécie de bola de Berlim, com massa fofa, tipo brioche, recheada com creme de pudim do Abade.

Musa da Bica
©Manuel Manso
Bares, Cervejaria artesanal

Musa da Bica

icon-location-pin Cais do Sodré

A Musa levou os lisboetas à zona oriental da cidade para beberem cerveja artesanal. Depois começou a dinamizar o espaço amplo da cervejeira em Marvila aos domingos, criando almoços temáticos. Por fim, abriu a Musa da Bica, uma taproom focada na parte gastronómica, com a chef Leonor Godinho (ex-Feitoria) ao leme. Têm pastrami caseiro na sandes Reuben (8€), pãezinhos de queijo e malte (2€) ou de chouriço e malte (2,50€), bolinhas de falafel de tremoço (3,50€) ou a katsu sando, com pluma de porco em pão brioche com kimchi caseiro (8€). Para empurrar, há 15 torneiras de cervejas Musa, mas também outras marcas, nacionais e internacionais, para acompanhar o menu.

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avocado house
©Manuel Manso
Restaurantes

Avocado House

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

A tosta de abacate ainda não saiu do feed de Instagram mais próximo, mas este restaurante dá um passo à frente – todos
os pratos aqui servidos levam abacate, das panquecas ao hambúrguer, passando por saladas, tártaros e ceviches, ovos Benedict com um cremoso molho verde (de abacate, claro) e até sobremesas e cocktails. A partir das 19.00, há ainda tacos a juntarem-se à festa, para comer no bonito espaço interior ou na mini-esplanada tropical.

Plano
©Duarte Drago
Restaurantes

Plano

icon-location-pin São Vicente 

A nova aventura do chef Vítor Adão fez morada na Graça como um oásis onde a tradição e a aventura se combinam no prato. No novíssimo restaurante Plano, ainda inacabado, até Outubro as refeições têm como cenário o jardim da guesthouse Dona Graça e chegam em oito momentos, acompanhados de vinhos, apostando forte na sazonalidade e nos produtores locais. “A ideia é acabar com estigmas, que os menus devem ser presos e aborrecidos”, explica o chef de 29 anos.

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Food Temple, cozinha
Fotografia: Ana Luzia
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Meia desfeita da Taberna da Rua das Flores
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tripas do dom feijão, tema  526
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