Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias

Os melhores restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias

Antes de regressar à marmita na copa da firma, fizemos-lhe um roteiro de novos restaurantes para comer e beber de manhã à noite.

Afuri
Duarte Drago
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Entre Junho e Agosto, enquanto os lisboetas foram a banhos noutras paragens, a cidade não parou. Abriram novos e bons espaços para tomar pequenos-almoços demorados, muitos daqueles que apetece pôr nas redes sociais e fazer pirraça, restaurantes para almoços mais ou menos light, sítios coloridos para lanchar ou alguns clássicos a reproduzirem-se na cidade e muitos outros para jantar. Antes de voltar a arrumar todos os dias o tupperware para comer na copa da firma, aproveite o regresso à cidade para provar alguns dos restaurantes que abriram em Lisboa durante as férias.

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Os melhores restaurantes que abriram durante as férias em Lisboa

Early Birds
©Manuel Manso
Restaurantes

Early Birds

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Este café-restaurante em São Bento está aqui para responder às suas necessidades matinais, seja um early bird ou não – até porque as horas certas para pequeno-almoço, almoço e jantar já lá vão. O menu do it yourself é uma refeição completa: primeiro escolhem-se dois ovos, que podem ser estrelados, mexidos, escalfados ou em omelete, e depois dois acompanhamentos, entre guacamole, queijo grelhado, salada de vegetais, tofu, panquecas, bacon, batatas, tomate grelhado ou cogumelos (10€). Com isto vem ainda uma salada, queijo-creme e fatias de pão da padaria do Copenhagen Coffee Lab.

Pão da Padaria da Esquina
Arlindo Camacho
Restaurantes, Padarias

Padaria da Esquina

icon-location-pin Campo de Ourique

Na Padaria da Esquina, um conceito que Vítor Sobral já testou em São Paulo, no Brasil, a prata da casa é o pão de fermentação longa de Mário Rolando. Há cerca de dez variedades de pão (entre os 0,30 cêntimos e os 6€). Também há oferta de pastelaria, com bolas de Berlim, pão de deus, croissant do Porto, bolo de arroz, sidónios, línguas da sogra e queijadas de laranja, uma zona de queijos e enchidos e uma parte de mercearia.

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Talk To Me
Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Talk to Me

icon-location-pin Grande Lisboa

Os donos do concorrido/nórdico/óptimo Heim Café aventuram-se no Príncipe Real com um café que querem que seja “do bairro”. Há taças de iogurte com granola e mirtilos (5€), croissants franceses, sempre estaladiços e gulosos, na sua versão simples (com manteiga e doce, 2€) ou com queijo ou presunto (4,6€). Mais do que isso, têm também ampla oferta para quem preferir passar ao lanche ou ao final da tarde, com tostas de abacate (6€), espargos e gorgonzola (6,5€), salmão fumado (7€) ou presunto (7€) e um copo de vinho a acompanhar.

Café Dede's
©Duarte Drago
Restaurantes

Café Dede's

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

O menu do Café Dede’s, um espaço pequenino que Agnes Costa abriu na Lapa, vai directo ao assunto do brunch a qualquer hora do dia, mas sempre com toque artístico. Há tosta de abacate com queijo feta, coentros, hortelã, gengibre e picles de cebola roxa em cima do pão da Gleba (8€) e uma granola distribuída no prato em forma de meia-lua com frutos sazonais no topo a acompanhar com uma pannacotta de iogurte grego com morango (7,50€). Tudo tão bonito que (quase) dá pena pôr o garfo. 

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Há café para levar, em grão ou moído, e chás também com a marca Café de Finca
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cafés

Café de Finca

icon-location-pin Alcântara

Miguel Negretti, o DJ Glue, abriu um café de bairro em Alcântara. Despretensioso, com uma decoração minimalista, e um foco – o café de especialidade com grãos 100% arábica. Têm de nove origens diferentes, da Colômbia, Honduras, Etiópia e México. Apesar de o café ser o forte da casa, há toda uma parte de bolos e refeições ligeiras para explorar.

Valdo Gatti
Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

Valdo Gatti

icon-location-pin Grande Lisboa

Esta pizzaria biológica no meio do Bairro Alto abriu em Junho e veio reforçar a oferta – e a ideia de que o bairro já não é só para copos. O pizzaiolo é António Menghi, um italiano da região da Apúlia, que trata da massa, que fica 48 horas, no mínimo, numa câmara de fermentação e é feita com grão europeu, importado de Itália. Há 12 pizzas (todas abaixo dos 10€) na carta feitas com produtos nacionais naturais e italianos DOP. Para beber há sumos naturais e prensados a frio no momento e o vinho da casa é biológico.

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Boubou's
©Manuel Manso
Restaurantes

BouBou's

icon-location-pin Princípe Real

O nome fofinho é a junção dos apelidos de Agnes e Alexis, que se mudaram para Portugal para abrir um restaurante que serve comida internacional (prove o papardelle com sapateira e bisque de lavagante, 19€) e é um três em um, com zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e o grande ex-líbris, uma esplanada interior com bananeiras. Está aberto todos os dias para “dar resposta aos diferentes ritmos que as pessoas têm”.

Risoto da La Risotteria
©Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

La Risotteria

icon-location-pin Chiado

Não vale a pena perguntar por pizzas ou massas: este restaurante italiano é só de risotos. Há quatro tipos de arroz diferentes, desde o mais conhecido arbório, ao carnaroli, o vialone nano e ainda o venero. A carta, de uma maneira geral, foge aos risotos mais tradicionais e divide-se entre o prato de peixe, carne e vegetariano. No fim, atire-se ao tiramisù.

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Geographia
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Fusão

Geographia

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

A cidade já tem restaurantes de comida goesa, africana, angolana, moçambicana e brasileira, além dos tradicionais portugueses, mas não havia nenhum que fizesse a síntese disso tudo, por isso os donos deste Geographia,  o restaurante em frente ao Museu Nacional de Arte Antiga (vizinhos da rainha Madonna), fizeram um belo trabalho de investigação. Aqui tanto se come escondidinho de carne de sol do Nordeste brasileiro como moamba ou vindaloo de porco preto.

Izanagi
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Izanagi

icon-location-pin Alcântara

Okonomiyaki. Esta é a palavra a decorar quando entrar no Izanagi, em plenas Docas. O restaurante do grupo SushiCafé tem uma oferta gastronómica muito diferente dos outros restaurantes japoneses do grupo, ainda que o sushi esteja lá – e o okonomiyaki faz parte desta diferença. É uma panqueca japonesa com, por exemplo, legumes, camarão e queijo (13,25€), com cobertura de maionese japonesa e lascas de bonito, uma conserva seca que chega ao prato em movimento. Acompanhe a refeição com um dos cocktails de assinatura da casa.

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O Botanista
©Duarte Drago
Restaurantes, Vegano

O Botanista

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O jardim vegan mais verdinho da cidade é obra de Catarina Gonçalves, do Ao 26 – Vegan Food Project, aqui encarregue da pastelaria, e de André Baptista, na cozinha. Há um menu para todas as horas do dia com opções de pequeno-almoço (olá, trio de waffles e french toast), almoço (mil-folhas de curgete e aipo) e lanche, muitas que ninguém diria que são vegan – é, aliás, esse o objectivo.

Afuri
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Afuri

icon-location-pin Chiado

A marca consolidada em Tóquio chegou a Lisboa no fim de Agosto de 2018 para encher os feeds das redes sociais alfacinhas de taças com caldos fumegantes. A ementa é forte nos ramens, feitos a partir de um caldo leve que utiliza uma redução feita de frango fresco, molusco local, algas secas, legumes e yuzu, o cítrico japonês. Há seis e tem uma versão vegan, mais um par de pratos de grelhados, sem esquecer os inevitáveis niguiris, sashimis e sushi rolls da praxe de um restaurante japonês. 

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The Coffee Library
©Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

The Coffee Library

icon-location-pin Areeiro/Alameda

Homer seria um Simpson feliz neste paraíso de donuts caseiros que abriu perto do Areeiro no início de Julho. Se quiser ter muito por onde escolher e não se importar com uma injecção de açúcar logo pela manhã, vá ao pequeno-almoço; senão, lanche uma das 14 variedades que fazem aqui diariamente. Desde o simples com glacé (1,30€) ao guloso com cobertura de caramelo e amendoim (2€).

Gelato Ricco
©Duarte Drago
Restaurantes, Geladarias

Gelato Ricco

icon-location-pin Grande Lisboa

O mestre destes gelados na Rua do Loreto, uma loja pequenina e colorida que não tem passado despercebida, é Diego Ricco. Os sabores de gelados estão sempre a rodar, como manda a lei da sazonalidade, mas sempre com forte presença de frutas tropicais. Há goiaba, açaí e framboesa, mas também um fresco e insólito gelado de pepino.

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grom. gelataria, gelados
©Paulo Hoeven
Restaurantes

Grom

icon-location-pin Grande Lisboa

Em Itália há quase uma Grom em cada esquina – e o selo de qualidade está lá estampado. A Grom abriu a sua 44.ª loja, que segue a mesma linha de todas as outras: dentro de copo ou cone (escolha com rebordo de chocolate e avelã) não entram aromas nem corantes. O sabor e a cor do gelado são obtidos da forma mais natural possível, através dos frutos e dos produtos cultivados na quinta de Federico Grom e Guido Martinetti, os donos.

carte d'or, gelados
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Geladarias

Studio Carte D'Or

icon-location-pin Chiado

A marca de gelados Carte D’Or escolheu Lisboa para abrir a primeira concept store de sempre, depois de um ensaio com um pequeno estúdio pop-up em Paris. Além dos gelados do costume para comer em cone ou copo, aqui a estrela é a sobremesa que pode personalizar – a base é um macaron de baunilha, pistáchio, morango ou chocolate, e no topo há pó dourado e um pequeno suspiro. O recheio é à escolha do freguês (4,50€).

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Landeau
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Landeau São Bento

icon-location-pin Oeiras

O bolo da Landeau dispensa apresentações e já está em várias partes da cidade (Lx Factory, Chiado e até no topo do El Corte Inglés), mas Sofia Landeau quis levar a sua marca para outro sítio central: São Bento. Tem várias mesas e uma decoração assente em peças vintage e muitos quadros de António Pinto Macedo nas paredes. Está aberta todos os dias para tornar as tardes da vizinhança mais felizes.

The Green Affair
©Manuel Manso
Restaurantes, Vegano

The Green Affair

icon-location-pin Avenidas Novas

No Green Affair nada é de origem animal e a ideia é apresentar pratos inteligentes e com um empratamento apelativo, com influência de várias gastronomias, como a peruana, que está representada num ceviche de palmito (com uma textura próxima do peixe) e numa versão de leche de tigre que quase passa como original. Se for fã de seitan, prove o bife com molho de pimenta, que é o tesouro da casa – o seitan é feito de raiz num processo que leva muitos ingredientes e demora umas duas horas e meia.

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Crispy Mafya
©Duarte Drago
Restaurantes

Crispy Mafya

icon-location-pin Princípe Real

Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya, fica no Príncipe Real, e a jóia da coroa é o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora.

Ararate
Duarte Drago
Restaurantes

Ararate

icon-location-pin Avenidas Novas

Não vai estranhar quando for comer, pela primeira vez, a um restaurante arménio – os sabores desta cozinha cruzam-se com os do Dão, da Bairrada e do Alto Alentejo. Comprove-o no Ararate, o primeiro espaço desta gastronomia na cidade, à beira da Gulbenkian. Os pratos, das tábuas de queijos às espetadas de carnes e esturjão, são acompanhados por lavash, o pão. Se tiver dúvidas, nada tema, a própria ementa explica-lhe tudo sobre ingredientes e origens.

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Sala de Corte - Hamburger de Novilho
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Steakhouse

Sala de Corte

icon-location-pin Cais do Sodré

O restaurante de carnes do grupo Multifood, chefiado por Luís Gaspar, reabriu e deixou-nos a todos a salivar: o processo de maturação das carnes evoluiu de 21 para 30 dias e há novos cortes, como a rabada de minhota galega, que inclui maminha, picanha, alcatra e pojadouro (85€/kg). Pode aproveitar os últimos cartuxos do Verão para começar a refeição na esplanada, com a nova carta de snacks servida no exterior. 

A Time Out diz
Clube Lisboeta
©Manuel Manso
Restaurantes

Clube Lisboeta

icon-location-pin Princípe Real

Este clube recebe – e bem – desde manhã à noite e até tem menu de brunch (até às 17.00). Mas é ao jantar que ganha uma dinâmica diferente, com quatro cartas de gastronomias díspares. A ideia é passear por países, uma vez que as cartas estão disponíveis em simultâneo: tem Portugal, Brasil, Grécia e Tailândia.

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Okah
Arlindo Camacho
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Okah

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

A vista sobre o Tejo do topo deste Okah, a segunda incursão do grupo Zazah na cidade, foi capa da Time Out em Agosto. O fim do dia é a melhor hora para ir e assegurar que tira uma foto aos pratos de inspiração asiática com uma boa luz – das amêijoas garam masala, feitas à Bulhão Pato, ao prato de amor-ódio com peito de galinha salteado e caramelizado com canela, cominhos, pimenta preta, cebola e leite de coco.

Duarte Drago
Restaurantes

Ceia

icon-location-pin Grande Lisboa

Pedro Pena Bastos regressou a Lisboa para uma Ceia para apenas 14 pessoas, servida no hotel de charme Santa Clara 1728. Serve jantares de degustação, com 13 a 15 momentos, de quarta a sábado, às oito horas em ponto, e pode ter no prato camarão rosa com yuzu, ostra grelhada com espargos brancos ou lírio dos Açores com tomate e poejo.

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Izakaya Tokkuri
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Izakaya Tokkuri

icon-location-pin Bairro Alto

Petiscos afterwork é sempre um bom plano, mas quem disse que têm de ser portugueses? Esta tasca japonesa no Bairro Alto, com uma lanterna vermelha à porta, tem uma longa lista de sakes e muitos petiscos japoneses para provar, das espetadinhas yakitori e gyosas caseiras aos ramen. Tudo para comer ao balcão. 

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Food Temple, cozinha
Fotografia: Ana Luzia
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Meia desfeita da Taberna da Rua das Flores
Fotografia: Arlindo Camacho
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tripas do dom feijão, tema  526
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