Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Para ficar a comer e conversar toda a tarde ou sossegado a ler, estes são os melhores sítios para lanchar em Lisboa.
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Fotografia: Manuel Manso
Por Inês Garcia |
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Todos sabemos que o pequeno-almoço é aquela refeição que nunca devemos saltar mas os médicos defendem também que não devemos ficar mais do que duas a três horas sem comer e por isso há que cumprir a recomendação. Comece já a pensar onde vai lanchar. Seja durante uma tarde de trabalho, para matar saudades daquele amigo ou familiar e pôr conversa em dia, ou ao fim-de-semana para ficar toda a tarde a relaxar. Nestes sítios para lanchar em Lisboa sai sempre revigorado e/ou de barriga cheia: estamos a falar de pain au chocolat, croissants, merendas mistas, cupcakes, bowls, éclairs doces ou salgados... e por aí fora.

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Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Isco Pão e Vinho
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Padarias

Isco

icon-location-pin Alvalade

Nesta padaria artesanal de Alvalade, além de bons pães de fermentação lenta sempre a sair do forno (à vista de todos), há uma série de opções de pastelaria “de padeiro”: falamos de pain au chocolat, bolos de canela ou de cardamomo, brioches com creme pasteleiro e framboesa e bostock de pêssego. Tudo para comer acompanhado por um bom copo de vinho ou uma bebida quente.

L'eclair, campo das cebolas, eclairs
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

L'Éclair

icon-location-pin Santa Maria Maior

Já há L’Éclair no Campo das Cebolas e com nova colecção Outono/Inverno, com éclairs perfeitinhos e coloridos de banoffee ou de cookies ’n’ cream. Nesta terceira loja da marca de Matthieu Croiger há também éclairs salgados até para lanches ajantarados, como o de magret de pato, de salmão fumado ou de presunto, queijo roquefort e nozes.

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Fábrica Lisboa
©Fábrica Lisboa
Restaurantes, Cafés

Fábrica Lisboa

icon-location-pin Baixa Pombalina

É quase como entrar na casa da avó: nas estantes há caixas de mercearia antigas; em cima do balcão, uma balança serve de apoio a almanaques Borda d’Água; e é numa máquina industrial antiga que se tiram os cafés. À mesa comem-se croissants com tudo e mais alguma coisa, do salgado ao doce, fatias de quiche, sandes, tostas e várias opções de pastelaria, do caracol, à tarte de amendoim e caramelo.

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Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Tease São Paulo

icon-location-pin Cais do Sodré

Os cupcakes são o bolo mais famoso da Tease mas na rua de São Paulo, no Cais do Sodré, além da tentadora montra de bolos que vai mudando, servem refeições todo o dia e têm uma carta de cocktails para entrar no ritmo da zona. Além de quatro a cinco variedades de cupcakes por dia, com massas, recheios e coberturas coloridos a (2,20€ cada) e bolos à fatia, há opções para um lanche ajantarado, das quesadillas às tábuas de queijos e enchidos. Regue o lanche com um mojito de frutos vermelhos servido em jarro “que dá para duas pessoas” (6€) – é o cocktail da casa.

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O Moço dos Croissants
©DR
Restaurantes, Pastelarias

O Moço dos Croissants

icon-location-pin Campo de Ourique

Manel Perestrelo é o moço responsável por esta pastelaria especializada em croissants simples ou com recheios, perfeitos para um lanche guloso de passeio pelo bairro de Campo de Ourique. Na oferta doce há o clássico doce de ovo, lemon curd, caramelo salgado ou praliné (2,20€-2,70€). Nos salgados, além dos mais simples mistos ou com presunto, há propostas com queijo brie e cogumelos (2,20€-4€). Há sumos naturais para acompanhar, chocolate quente valrhona ou variedade de chás e cafés.

Kaffeehaus
© John Wolf
Restaurantes, Cafés

Kaffeehaus

icon-location-pin Chiado

É espaço predilecto para bons almoços e jantares austríacos mas o lanche também é uma boa opção. O apfelstrudel, o famoso pastel folhado recheado com maçã e canela, passas e pão ralado crocante, ou a sachertorte, um bolo de chocolate com recheio de compota de alperce e cobertura de chocolate negro, servido com natas, são boas escolhas.

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Pão de canela
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Pão de Canela

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A esplanada sobre o jardim da Praça das Flores é um dos pontos altos do espaço. Com boa pastelaria, com destaque para os croissants, tem ainda um interior simpático e familiar, a fazer lembrar uma sala de chá. Também ali vão turistas, mas o ambiente de café de bairro ainda não se perdeu. Há famílias que ali chegam, grupos de conversa amena e tomam-se cafés tardios, a acompanhar o jornal. Ao fim-de-semana, o brunch de buffet é concorrido. 

lost in
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafés

Lost In

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Lost In tem uma das esplanadas mais bonitas da cidade, com camas em ferro e dosséis, e uns bons scones para comer ao lanche. No jardim são servidos todo o dia (no interior só fora das horas de almoço e jantar). O prato vem com dois, um potezinho de manteiga e doce à escolha.

A Time Out diz
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Madpizza, baixa, piza
Manuel Manso
Restaurantes

Green Coffee da Madpizza

icon-location-pin Baixa Pombalina

A Madpizza começou a ganhar terreno dentro de centros comerciais mas entretanto alargou o negócio e já tem mais lojas fora de food courts e mais oferta. Na Baixa lisboeta mantém o menu de pizzas saudáveis mas tem uma novidade, um café chamado Green Coffee, com comida para pequeno-almoço e lanche a todas as horas do dia. 

simpli, coffee shop
Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Simpli

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Esta coffee shop perto do Marquês tem os melhores cafés da cidade, garante o dono, Mário Cajada. São servidos com todos os preceitos a que um café obriga: uma gramagem específica por chávena e ser tirado entre 20 e 26 segundos. Aqui, além de um bom expresso (1,10€) ou daquilo a que Mário chama cocktails – um latte ou um capuccino, por exemplo –, ainda come pastelaria feita na casa, de tarteletes a croissants, de caracóis sem frutas cristalizadas a arrufadas, não esquecendo uma boa oferta de pães.

Lisboa doce

Boubou's - Pavlova
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios. 

Lxeesecake
©Gustavo Serra
Restaurantes

As melhores sobremesas ao domicílio

Saber mandar vir é uma arte — sem um pingo de chatices, apenas muito açúcar à mistura. Apresentamos quatro sugestões para rematar uma refeição, ou satisfazer um daqueles desejos irreprimíveis. 

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Brigadeiros - Ponto mais doce da Cidade
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Três sítios para comer brigadeiro

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. Há até uns com nacionalidade luso-portuguesa que mantêm a base de leite condensando mas sabem a arroz doce, pastel de nata ou baba de camelo. Prove os brigadeiros destes três sítios e tire a sua prova dos nove. 

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