Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa

Para ficar a comer e conversar toda a tarde ou sossegado a ler, estes são os melhores sítios para lanchar em Lisboa.

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Fauna & Flora
Fotografia: Francisco Santos

A meio da manhã ou a meio da tarde, há dias em que o ratinho no estômago precisa de ser consolado com mais do que uma bolacha de água e sal ou um papo-seco sem graça. E depois também há dias em que o melhor mesmo é tirar a tarde e se dedicar à nobre arte do chá das cinco e lanchar em sítios novos ou clássicos, fortes no açúcar ou no salgadinho. Aqui tem isso tudo: bons cafés para se deixar ficar (até pode estar a trabalhar lá sossegado), luminosos e espaçosos, e outros bem confortáveis para pôr a conversa em dia com amigos que já não vê desde o último lanche. Escolha um destes sítios para lanchar em Lisboa.

Recomendado: Os melhores pequenos-almoços em Lisboa

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa - Lanches Mistos

Bahr - Pastelaria Bairro Alto Hotel
©Inês Felix
Restaurantes

Pastelaria Bairro Alto Hotel

Chiado

Assim que os andaimes e tapumes libertaram a fachada do Bairro Alto Hotel, começou a ser possível espreitar lá para dentro, para tentar descobrir os novos recantos da casa. Se lá no alto está o BAHR, o restaurante e bar com dedo de Nuno Mendes e Bruno Rocha, em baixo está uma Pastelaria. O nome é assim mesmo, simples, tal como esta pastelaria quer ser: despretensiosa, sem vitrines sempre cheias como as pastelarias e snack-bars clássicos da zona, e com café de especialidade da londrina Climpson&Sons. Encontrará, por aqui, oferta salgada e doce em igual medida. À primeira vista, dirá que conhece tudo: há folhados, bolas de Berlim, jesuítas, empadas, caracóis. Mas nada é o que parece. Os folhados são de cebola caramelizada lentamente com queijo da Ilha ralado (3€) no topo ou de caril de vaca (4€),
as empadas de frango são em vinha d’alhos (3€), o caracol é de alheira (3€). As bolas de Berlim existem em duas versões, uma com recheio de camarão (4€), outra com recheio
de batata doce roxa (3€), a mesma batata
que foi usada na massa, em troca de uma percentagem de farinha, para manter uma consistência firme, sem afundar ao toque.
Há pão-de-ló ao estilo de Ovar, bem cremoso no interior, para comer à colher, com azeite 
e flor de sal de limão (4€) e até os jesuítas 
(4€) têm alteração ao clássico. “Fazemos um folhado morto com o peso. Depois o creme
de ovo é trabalhado com crème fraîche, com azeite, com amêndoa. O recheio clássico de ovo é muito intenso, este tem uma identidade muito nossa”, conta Bruno Rocha, o chef executivo. Têm poucos lugares sentados, entre os quais um sofá, a deixar brilhar o balcão em mármore e a madeira escura que reveste o espaço, mas pode sempre pedir aqui e subir para a Mezzanine, outro dos novos espaços do hotel. Acompanhe com um chai latte, escolha do chef para começar o dia, ou, se o dia já for longo, com um copinho de aguardente da Lourinhã.

Copenhagen Coffee Lab
©DR
Restaurantes, Cafeteria

Copenhagen Coffee Lab Cais do Sodré

Cais do Sodré

De carrinha de rua com várias bebidas 
de café a império do café artesanal: o Copenhagen Coffee Lab inaugurou o primeiro espaço, perto da Praça das Flores, em 2015, mas cresceu e abriu cidade fora, espalhando a palavra do café (os grãos que utilizam são colhidos na Etiópia, no Brasil ou na Guatemala e torrados depois na Dinamarca, antes de chegarem a Lisboa) mas também os cinnamon buns quentinhos, perfeitos para qualquer altura. Todo o dia há um menu de pequeno-almoço que também pode ser de lanche: por 12€ tem direito a pão de centeio cozido fresco, fiambre, manteiga, queijo e geleia, uma taça de iogurte ou papas de aveia vegan, ovos mexidos ou ovo quente, um sumo fresco do dia e um item de pastelaria à escolha da vitrine.

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Fauna & Flora
©Manuel Manso
Restaurantes

Fauna & Flora

Lisboa

O Fauna&Flora é um sucesso no que toca a pequenos-almoços e brunches à la carte mas a ementa vasta dá para muito mais do que isso. Ao lanche vão bem umas panquecas, das mais saudáveis (foto à esquerda), com aveia, maçã e iogurte, às hipercalóricas e pecaminosas, com manteiga de amendoim, uma taça de iogurte com granola caseira ou uma das tostas abertas.

Seagull Method Café
©Inês Félix
Restaurantes, Europeu

Seagull Method Cafe

Chiado/Cais do Sodré

No menu do Seagull Method Café tem opções para lanches simples ou outros mais compostos, para quem já sabe que só vai jantar mais tarde. Há iogurte com granola caseira, puré de manga e fruta fresca (4,90€), croissant com ovos mexidos, queijo-creme, presunto e chili (5,10€) ou umas mini panquecas, feitas com queijo cottage, com caramelo caseiro e frutas (5,90€). Depois da escolha feita é só esperar que a mesinha à entrada, onde há um janelão enorme, esteja disponível para ficar a ver as modas.

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Fábrica Lisboa
©Fábrica Lisboa
Restaurantes, Cafés

Fábrica Lisboa

Baixa Pombalina

É quase como entrar na casa da avó. Nas estantes há caixas de mercearia antigas, em cima do balcão, uma balança serve de apoio a almanaques Borda d’Água, e é numa máquina industrial antiga que se tiram os cafés. À mesa comem-se croissants com tudo e mais alguma coisa, do salgado ao doce, fatias de quiche, sandes, tostas e várias opções de pastelaria, do caracol, à tarte de amendoim e caramelo.

Miolo
@Duarte Drago
Restaurantes, Padarias

Miolo

Bairro Alto

No Miolo, pequeno café-restaurante
no Bairro Alto, há sandes de tudo e
mais alguma coisa (mas sempre com ingredientes portugueses), para comer numa das mesinhas ou ao balcão ou levar estrada fora. São todas feitas em pão
de fermentação lenta e há chapata com queijo da Serra amanteigado, presunto e tomate seco (6€) ou com paio do cachaço de porco preto, ameixa seca e espinafres (6€), pão de batata doce roxa com curgete, tomate, queijo fresco, pasta de azeitona
e pesto (5,50€) e pão de forma com lombos de frango, alface, tomate, bacon estaladiço, espinafres e mostarda com mel (7€). Também há em formato aberto, tipo tostinha, bem apetrechada, ora com queijo mascarpone, pêra rocha, morangos e amêndoa tostada com mel (4,50€),
ora com salmão fumado (7€). Os sumos naturais são feitos com fruta da época
e espremidos na hora para consumir ali mesmo ou pegar e levar, em garrafinhas de vidro.

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Simpli
©Inês Felix
Restaurantes, Cafeteria

Simpli

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Depois de se instalar no Marquês
 de Pombal com uma série de boas lições sobre café, o Simpli abriu uma nova coffee shop em Lisboa, desta
vez em Picoas, com mais espaço
 mas os mesmos grãos de café de especialidade que chegam de todo
o mundo para serem ali mesmo torrados. Todos os dias há oferta de pastelaria caseira sempre a sair, dos croissants açucarados (1,20€), tranças de canela (1,95€) e caracóis sem fruta cristalizada (1,20€) às fatias de bolo sempre diferentes (1,50€). Além 
de um menu diário sempre a rodar, aqui o menu de brunch está sempre disponível, bom para lanches mais compostos e apetites mais vorazes. Acompanhe com uma das bebidas de assinatura, uma espécie de cocktails da casa: há o simpli chai (3,50€) ou a limonada brew, com sumo de limão, rum e cold brew (7€).

Croissant de Sesimbra
©Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Croissant de Sesimbra

Lisboa

Estes croissants, nem folhados nem brioche e com um ar caramelizado, podem ser recheados com interior doce ou salgado. Também há quem os coma simples, já que são bem estaladiços por fora e têm um interior macio. Além desta especialidade
da casa, perfeita para lanches, há outras opções, como wraps. Para os mais indecisos ou apressados, há caixas para levar três ou seis croissants de uma vez.

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Isco - Croquetes de Cachaço de Porto
©Duarte Drago
Restaurantes, Padarias

Isco

Alvalade

Nesta padaria artesanal de Alvalade, além de bons pães de fermentação lenta sempre a sair do forno (à vista de todos), há uma série de opções de pastelaria “de padeiro”: falamos de pain au chocolat, bolos de canela ou de cardamomo, brioches com creme pasteleiro e framboesa, farturas
de amêndoa – tudo o que os padeiros se lembrarem de fazer no dia, de raiz ou com sobras para evitar o desperdício, e para acompanhar com uma bebida quente
ou um bom copo de vinho. A partir das 17.00, se já lhe apetecer um petisco mais composto, há pelo menos seis outras opções, que vão da charcutaria caseira aos croquetes de cachaço de porco.

Lost In
©Duarte Drago
Restaurantes, Cafés

Lost In

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Lost In tem uma das esplanadas mais bonitas da cidade, com camas em ferro e dosséis, e uns bons scones para comer ao lanche. No jardim são servidos todo o dia (no interior só fora das horas de almoço e jantar). O prato vem com dois, um potezinho de manteiga e doce à escolha. Entre as 17.00 e as 18.00 há happy hour – pode regar o lanche com imperial a 1€ e cocktails da casa a 4,50€.

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Pão de canela
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Pão de Canela

Chiado/Cais do Sodré

A esplanada sobre o jardim da Praça das Flores é um dos pontos altos do espaço. Com boa pastelaria, com destaque para os croissants, tem ainda um interior simpático e familiar, a fazer lembrar uma sala de chá. Também ali vão turistas, mas o ambiente de café de bairro ainda não se perdeu. Há famílias que ali chegam, grupos à conversa e tomam-se cafés tardios, a acompanhar o jornal. Se tiver tempo para lanches, ao fim-de-semana, o brunch de buffet é concorrido.

A Padaria da Esquina
©Duarte Drago
Restaurantes, Padarias

Padaria da Esquina

Campo de Ourique

Na Padaria da Esquina, a prata da casa é o pão de fermentação lenta de Mário Rolando – além de o levar para casa, pode rechear com a boa selecção de queijos e enchidos
da casa, ou espreitar as sandes compostas. Também há oferta de pastelaria, com bolas de Berlim, pães de deus, croissants do Porto, bolos de arroz, sidónios, línguas da sogra
ou queijadas de laranja. Muito por onde escolher.

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Café Boavida
©Duarte Drago
Restaurantes

Café Boavida

Chiado/Cais do Sodré

Independentemente da hora e do tempo que esteja lá fora, há sempre uma luz bonita no Café Boavida, graças ao pé direito altíssimo. Tem uma mezzanine e é normal encontrar pessoas por lá a trabalhar, com uma chávena na mão e um prato ao lado, para ir comendo calmamente. À excepção do pão de fermentação lenta (da Gleba), é tudo feito ali, numa linha de cozinha 100% sustentável.

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa - Lanches Doces

Leitaria da Quinta do Paço
©Inês Felix
Restaurantes

Leitaria da Quinta do Paço

Avenidas Novas

As vitrines da Leitaria da Quinta do Paço, a pastelaria portuense com história desde 1920 e que desde 2016 está firme na 
capital, estão sempre carregadinhas de éclairs de produção artesanal. Entre os sabores fixos estão o de chocolate de leite
 (o “éclair clássico”), de limão, chocolate negro, maracujá, frutos vermelhos, caramelo artesanal e o de chocolate e avelã. Todas
 as estações há acrescentos à carta, com éclairs temáticos – ainda agora criaram o de Halloween e já estão prontos para a quadra natalícia. Entre as especialidades da casa está ainda a bola de Berlim com chantilly (1,20€) e éclairs salgados, tudo para acompanhar com os batidos da casa (com chantilly, claro) ou as mais simples meias de leite.

L'Éclair
©Manuel Manso
Restaurantes, Francês

L'Éclair

Avenidas Novas

As especialidades da L’Éclair são uma boa sobremesa em formato grab&go (passe na 
loja do Time Out Market para tratar de fazer um brilharete no próximo jantar), mas na Duque de Ávila a ideia é entrar, escolher um dos éclairs perfeitos e saborosos da vitrine e deixar-se ficar na esplanada. Tem muito por onde escolher: a carta de Outono-Inverno acaba de entrar e está lá o de caramelo, o sempre clássico Paris-Brest ou de chocolate negro. Há bebidas quentes para acompanhar, do expresso biológico (1€) ao chocolate quente caseiro (3€), e uma boa selecção de chás.

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O Moço dos Croissants
©Inês Felix
Restaurantes, Pastelarias

O Moço dos Croissants

Campo de Ourique

Manel Perestrelo é o moço responsável por esta pastelaria especializada em croissants simples ou com recheios, perfeitos para um lanche guloso de passeio pelo bairro de Campo de Ourique. Na oferta doce há o clássico doce de ovo (2,20€), o lemon curd (2,20€), caramelo salgado, com uma mousse de caramelo salgado com chocolate Caramélia Valrhona com flor de sal (2,20€), praliné de avelãs e amêndoas com crocante de manteiga e flor de sal (2,70€), maçã (2,20€), chocolate (2,50€) ou creme de mascarpone e confiture de frutos vermelhos (2,70€). Mas estes croissants não se esgotam nas opções doces: nos salgados, além dos mais simples mistos ou com presunto, há propostas com queijo brie e cogumelos (2,20€-4€). Há sumos naturais para acompanhar, chocolate quente Valrhona e variedade de chás e cafés.

tease
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Tease

Cais do Sodré

Não há como não comer um cupcake numa ida à Tease. É o bolo mais famoso da casa e não há um fixo – a tentadora montra de bolos vai mudando todos os dias. Além de quatro a cinco variedades de cupcakes por dia, com massas, recheios e coberturas coloridas (2,20€ cada), e bolos à fatia, há opções para um lanche ajantarado, das quesadillas às tábuas de queijos e enchidos. Regue-o com um mojito de frutos vermelhos servido em jarro “que dá para duas pessoas” (6€) – é o cocktail da casa.

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Kaffeehaus - Apfelstrudel
©Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Kaffeehaus

Chiado

É um favorito para bons almoços e jantares austríacos, mas o lanche no Kaffeehaus também é uma boa opção, até porque os sofás, os jornais expostos e o ambiente confortável no interior, pedem para ir ficando. O apfelstrudel, o famoso pastel folhado, recheado com maçã, canela e passas (4,20€), ou a sachertorte, um bolo de chocolate com recheio de compota de alperce e cobertura de chocolate negro, servido com natas (3,90€), são boas escolhas entre o cardápio de sobremesas caseiras.

Milkees
©Inês Félix
Restaurantes, Cafés

Milkees

Grande Lisboa

O cheirinho a café (aqui é servido o de especialidade) confunde-se com o dos bolos assim que passamos a ombreira da porta. Todas as manhãs há fornadas de cookies no Milkees: são grandes, com a massa ligeiramente crua, pedaços de chocolate enormes e flor de sal no topo – são feitas
com manteiga noisette e são as estrelas da casa, juntamente com as cookies de canela (1,60€ cada). O mais difícil será comer apenas uma. Além destas, há sempre o cheesecake da casa e bolos especiais do dia sempre a rodar. Acompanhe ora com um dos cafés, ora com o chá gelado (1,80€, diferente todos os dias também), ou ainda com um dos sumos naturais, como o de acerola (2,50€).

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Donnie Dough
©Manuel Manso
Restaurantes

Donnie Dough

Grande Lisboa

Para lanches gulosos, vá à Donnie Dough, entre o Príncipe Real e São Bento. À primeira vista, o ex-líbris da casa vai parecer uma bola de gelado, mas não se deixe enganar pelas cuvetes e pelos copinhos em que este doce é servido. A cookie dough – massa de bolacha, se traduzirmos à letra – é uma espécie de bolinho cremoso para comer à colher. Tem ainda brownies, cookies e bagels.

Dacquoise
©Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Dacquoise

Campo de Ourique

Na Dacquoise, em Campo de Ourique, há todos os clássicos franceses para o lanche. Do Paris-Brest, em forma de flor, às tartes de fruta (de morango com pistáchio e creme de pasteleiro, de limão merengado ou de cassis), passando pelo Opera, o mi-cuit, os financiers, os éclairs fresquinhos, os mil-folhas e os croissants simples ou recheados, não falta nada. A vertente de pastelaria complementa-se com a de padaria, com fornadas quentes a sair várias vezes ao dia, e também com os salgados, com sanduíches francesas de queijo brie, de presunto, de frango ou paio do lombo e saladas.

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 manteigaria, fábrica dos pasteis de nata
©DR
Restaurantes, Pastelarias

Manteigaria

Bairro Alto

Lanche simples, rápido e sempre seguro: um pastel de nata da Manteigaria. Quando toca o sino na Manteigaria é sinal de que uma nova fornada acabou de sair do forno. A fórmula do sucesso é muito simples: a produção artesanal, a qualidade das matérias-primas usadas e o processo de abertura da massa folhada, que é todo feito à mão e requer vários meses de treino para ser bem feito. O resultado é uma massa estaladiça e crocante e um creme com a quantidade certa de açúcar, razão pela qual a Time Out caiu de amores por estes doces e os levou para o Time Out Market.

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa - Lanches Salgados

A Pastelaria
©Manuel Manso
Restaurantes, Brasileiro

A Pastelaria

Lisboa

É uma Pastelaria mas não é a tradicional
 casa portuguesa. A Pastelaria, no Saldanha,
 é brasileira e dedica-se ao pastel de feira, uma massa fresca e fina, feita com cachaça, farinha e alguma gordura. Pode ser refeição rápida mas também lanche consistente.
 Há sete recheios, entre os quais os mais tradicionais (2,50€), como queijo, pizza, carne ou frango e queijo tipo catupiry, e o de bacalhau, inspirado no pastel de bacalhau
do Mercadão (3€) ou o vegano, recheado 
com palmito (um ingrediente extraído das palmeiras, 3€). Neste espaço pequenino há também coxinhas de frango e pão de queijo.

Bar da Odete
©Arlindo Camacho
Bares, Bares de tapas

Bar da Odete

Santa Maria Maior

Nestes 30 metros quadrados que praticamente só têm balcão e presuntos a cobrir a montra – todos portugueses, como tudo o que está nesta casa –, pode brindar 
ao final do dia de trabalho com copos de vinho que vão dos três aos 35 euros. Convém, porém, forrar o estômago e não escolher só vinho para o lanche da tarde: prove a sandes com presunto e queijo (6€).

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Café Lapo
©DR
Restaurantes, Português

Café Lapo

Chiado/Cais do Sodré

Tardes calmas, com tempo para ficar a ler um dos livros expostos nas estantes. É com este mood descontraído que deve ir ao Lapo, um projecto três em um, com loja, café e uma sala secreta que é, na verdade, um restaurante. Mas aqui falamos-lhe do café: se for durante a tarde, prove a fatia de bolo de cenoura da Tia Cecília, com cobertura de chocolate (3,90€) ou o panito de Mértola tostado (a partir de 3,50€). Se for mais ao final da tarde, espreite os petiscos para partilhar.

sande nova pombalina
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

A Nova Pombalina

Baixa Pombalina

A Nova Pombalina é uma instituição lisboeta perita em sandes de tudo e mais alguma coisa, perfeita portanto para reforçar o estômago quando o almoço já foi há tantas horas. Entre as possibilidades clássicas, está a potente sandes Serrana, em pão de centeio ou pão de mistura, com queijo da Serra e presunto alentejano (4,50€). Se precisar de mais alimento, há também a gulosa de leitão, de lombinhos, de choco frito ou ainda com um belo panado lá enfiado.

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Crack Kids, Taco Shop #1
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

Taco Shop #1

Cais do Sodré

Não estamos a falar de almoço nem de jantar, mas quem disse que não pode comer tacos ao lanche? Na Taco Shop #1, com selo de qualidade garantido pelos donos da taqueria Pistola y Corazón, pode aproveitar o pôr-do- sol para um lanche reforçado, com chilaquiles, tortilhas fritas de milho cobertas com queijo seco, cebola e natas azedas, com ou sem ovo no topo (4€), totopos com pico de gallo (3€) ou com guacamole (4,50€), comer um docinho feito com bolacha maria, leite condensado e lima (3,50€) e acompanhar tudo com um slushie, um cocktail granizado (a partir de 8€).

Café Janis
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Café Janis

Cais do Sodré

Este all day café faz jus ao seu conceito – tanto é café para pequenos-almoços e lanches como restaurante e bar.
Para o lanche, sugerimos-lhe o pão de banana com mascarpone de expresso cremoso e amêndoas (4,50€) ou o waffle caseiro com chocolate e nozes (7€), se estiver com vontade de um docinho. Se quiser algo salgado, tem mais por onde escolher, das baguetes francesas com halloumi grelhado (7,50€) aos nachos com cheddar derretido, chili com carne, queijo fresco, salsa e cebola (7€), perfeitos para partilhar, já em registo lanche ajantarado.

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Manteigaria Silva Belém
Fotografia: Duarte Drago
Compras, Mercearias finas

Manteigaria Silva Belém

Belém

Uma tábua de queijos e enchidos composta e um copo de vinho são
 um básico de final de tarde seja qual for a estação do ano. Na Manteigaria Silva, seja no Time Out Market ou de frente para o rio, em Belém, tem a melhor oferta: os enchidos e os queijos de cura artesanal, com a afinação supervisionada de José Taboaço Branco, proprietário da casa fundada em 1890. Peça as tábuas mistas (com dois queijos e um presunto, 12€) ou uma mista pata negra (17€). Todas acompanham com os frutos secos da casa e tostas, igualmente artesanais.

Os melhores sítios para lanchar em Lisboa - Lanches Clássicos

Ovo Estrelado com Salada Russa na Pastelaria Versailles
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Pastelaria Versailles

Avenidas Novas

Entrar na pastelaria mais clássica desta zona é como regressar aos anos 20 (ou assim o imaginamos). Há pinturas dos jardins de Versailles do pintor Benvindo Ceia e vitrais de Ricardo Leone, num projecto da autoria do arquitecto Norte Júnior. Os tectos são trabalhados, os espelhos em art nouveau e os candeeiros de cristal, motivos mais que suficientes para se sentir à vontade para comer um saboroso croquete de faca e garfo. Se quiser faça o mesmo com um palmier.

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Lisboa doce

Boubou's - Pavlova
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. 

Isco - Pain au Chocolat
©Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Três sítios para comer pain au chocolat

Por mais que sejamos grandes defensores da nossa boa pastelaria e doçaria conventual portuguesa, a verdade é que não dispensamos um bom croissant francês para pequenos-almoços ou lanches, em versões salgadas ou doces. O pain au chocolat, conhecido em Portugal como napolitana, é um tipo de massa folhada doce, em forma quadrada, com um (ou mais) pedaços de chocolate negro no centro. 

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Brigadeiros - Ponto mais doce da Cidade
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Três sítios para comer brigadeiro

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. 

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