Green House piquenique
Manuel Manso | Green House
Manuel Manso

As melhores esplanadas em Lisboa

Discretas, com música ao vivo ou perfeitas para crianças, nas melhores esplanadas de Lisboa (e arredores) há lugar para toda a gente.

Hugo Torres
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Comer, beber e conviver são verbos que se conjugam melhor ao ar livre. Anda à procura de um restaurante ou um café com esplanada? Numa cidade como Lisboa, com tanto sol, o número de opções é virtualmente infinito. Nos arredores, passa-se o mesmo – em Oeiras, Cascais, Sintra, Almada... O nosso trabalho é dizer-lhe quais são as melhores e mais entusiasmantes esplanadas para a Primavera e o Verão de 2026. Mais escondidas ou com mais animação, para refeições completas em família ou uns copos depois do trabalho, é nestas que gostamos de estar.

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As melhores esplanadas em Lisboa

  • Sintra

O 1743 afirma-se como um italiano de fine dining com ambição, apoiado na consultadoria de Joachim Koerper, chef do Eleven. A cozinha segue uma linha sofisticada, com técnica apurada e ingredientes de qualidade, elevando clássicos italianos a outro nível. Dos antipasti aos secondi, há um cuidado evidente na execução, com pratos trabalhados e combinações precisas. As sobremesas, assinadas por Cíntia Koerper, mantêm o mesmo rigor. Há ainda menus de degustação que reforçam a dimensão mais gastronómica do projecto.

  • Belém

A esplanada branca, com uma fantástica vista para o rio e uma afinada carta de cocktails – acompanhada por petiscos à altura – é motivo suficiente para parar. Localizada praticamente em cima do Tejo, entre o Museu de Arte Popular e o Altis Belém, funciona como um verdadeiro miradouro horizontal. A arquitectura, leve e transparente, dissolve a fronteira entre interior e exterior e adapta-se ao clima, com coberturas, aquecedores e mantas, se necessário. O serviço acompanha o cenário, tal como a música e a selecção de vinhos. Se andar pela beira-rio, este é um bom sítio para ficar literalmente a ver navios.

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  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Denis Nikiforov chegou a Lisboa com a ideia de abrir um restaurante e acabou por apostar num brunch que foge ao previsível. No Alba Bistro, no Largo do Rato, a carta é curta, muda com frequência e tenta ir além das fórmulas gastas, com omeletes bem compostas, pratos de conforto e algumas variações mais criativas. Há croquetes de batata e queijo com caviar vermelho, croque madame com trufa ou roti com salmão e ovo, num registo que mistura referências sem complicar demasiado. O café vem de boas casas, mas é o matcha que domina: servido quente ou frio, simples ou em versões mais elaboradas, tornou-se a assinatura da casa. Tem uma das melhores (e mais improváveis) esplanadas da cidade.

  • Italiano
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Há quem desconfie por achar que é mais um restaurante de hotel, mas se há coisa que não falta a este italiano é identidade. Após uma troca de chef – a cozinha passou para Nuno Costa –, as atenções viraram-se para as massas frescas. Tagliatelle carbonara, tortello de camarão e molho crustáceos, pappardelle al ragu, gnocchi de pesto e stracciatella, tagliatelle alla puttanesca… Com menu executivo à semana, para seduzir os locais aos fins-de-semana a aposta vai para o menu de partilha com preço definido. Atravessando o restaurante, tem uma tranquila esplanada, que pode ser coberta em dias mais cinzentos.

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  • São Vicente 

No Campo de Santa Clara, o Almadrava tem uma belíssima esplanada voltada para o Tejo e o Panteão Nacional. A localização marca o ritmo do jantar, com a luz a mudar ao longo da noite, visível tanto do exterior como através das portas envidraçadas da sala. Este é o segundo projecto de Frederico Frank e Rodrigo Braga, dois brasileiros ligados à cozinha portuguesa, que dividem funções entre cozinha, gestão e sala. O espaço, onde durante décadas funcionou uma casa de bifanas e mais recentemente um restaurante vegetariano, foi renovado com inspiração numa peixaria, tendo uma carta centrada em peixe e marisco.

  • São Vicente 

De volta ao Cais da Pedra, a Bica do Sapato ganha nova vida — e uma esplanada que acompanha a ambição do projecto. Virada ao Tejo, em dois níveis e com vista desafogada, é um dos grandes trunfos do espaço, agora mais aberto à luz e à cidade. Lá dentro, mantém-se a escala e o impacto, com pé-direito alto, bar em destaque e ambiente pensado para ir além da refeição. Na cozinha, liderada por Milton Anes, a base é portuguesa, com técnica contemporânea e pratos pensados para surpreender sem perder identidade.

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  • Pizza
  • Grande Lisboa

Junto à praia, na Costa da Caparica, a esplanada da Blitz enche-se mal abre portas, mesmo quando o tempo não convida. O ambiente é parte essencial da experiência, numa mistura de locais e estrangeiros que reflecte bem a dinâmica da zona. À mesa, o foco está nas pizzas, com massa bem trabalhada e uma carta curta, entre versões com base de tomate ou de queijo, a que se juntam focaccias e algumas variações sazonais. Obrigatória é a sandes de almôndegas. O forno é o elemento central deste espaço simples e cheio de energia.

  • Belém

Entre a Doca de Belém e o Tejo, o Bonança ocupa a histórica Associação Naval de Lisboa com uma escala que impressiona – e uma esplanada que tira partido directo da água e do movimento da marina. Cá fora, é esse cenário que dita o ritmo; lá dentro, o olhar perde-se no mural de 1940 que domina a sala de pé-direito altíssimo. A cozinha segue a mesma lógica de viagem, com base em peixe e marisco e influências subtis de outras geografias, dos crus aos arrozes mais trabalhados. Com espaço amplo, várias zonas e ambiente que evolui pela noite dentro, é daqueles sítios onde a esplanada é só o início.

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  • Cafés em parques
  • Benfica/Monsanto

Nas antigas casas de banho públicas do Parque Silva Porto nasceu uma cafetaria com esplanada rodeada de natureza. O espaço é explorado por Filipa Barroso e Paulo Martins, que têm outros dois quiosques em contexto florestal (um em Monsanto, junto ao Anfiteatro Keil do Amaral, e outro no Parque Bensaúde, nas Laranjeiras), e servem aqui bowls, panquecas, sumos naturais, aperitivos e vinhos, na companhia permanente dos pássaros. O ambiente é tranquilo e tanto acomoda uma pausa no passeio pela mata como um par de horas de trabalho fora de casa e longe da cidade apressada.

  • Cascais

Em plena Avenida Valbom, dificilmente haverá alguém em Cascais que não conheça a Casa da Pérgola, uma bonita mansão centenária protegida por um jardim. Do lado de fora do portão, sempre se tiraram fotografias à fachada, que se destaca também pelos azulejos pintados à mão, mas foram raras as vezes em que se transpôs essa barreira, mesmo que ali exista um pequeno hotel com apenas 12 quartos. Até agora. O Bougain Restaurant & Garden Bar abriu no piso inferior da Casa da Pérgola com uma esplanada que ocupa de forma discreta o jardim e onde se está muito bem. A carta é de clássicos, o serviço atento.

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  • Cascais

A empresária Viviane Rocha recuperou um espaço histórico de Cascais, apostando numa cozinha portuguesa com influências mediterrânicas e foco na qualidade da matéria-prima. O projecto mantém a identidade tradicional da casa, com pratos clássicos reinterpretados, supervisão do chef Benjamin Villaças e ambiente pensado para encontros demorados. 

  • Italiano
  • Cascais

Em Cascais, há uma varanda que se tornou rapidamente um lugar de eleição. A esplanada do Corleone, virada para a Baía, é hoje um dos lugares mais disputados da vila, com vista aberta e ambiente de fim de tarde que puxa por um copo na mão. O cenário, com cores vivas mas elegantes, prolonga-se para dentro, num espaço inspirado pelo Sul de Itália. À mesa, a carta segue o cânone, entre antipasti, primi, secondi e dolci, com receitas tradicionais bem executadas. Mas é cá fora, diante do mar, que tudo parece saber melhor.

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  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

No Jardim do Campo Grande, o Giro’Giro tem uma das esplanadas mais generosas e versáteis da cidade. Estamos na Casa Raul Lino, antigo balneário, antigo edifício devoluto, antigo gastrobar de conservas, hoje restaurante de inspiração italiana. É possível entrar e comer lá dentro, mas porquê? Rodeada de árvores, a esplanada é um espaço para dezenas de pessoas e ligação directa à relva. É o tipo de sítio onde os miúdos podem correr e brincar enquanto os adultos ficam à mesa. O ambiente é descontraído, muitas vezes com música ao vivo ou DJ sets, e há até um postigo virado para o exterior para facilitar os pedidos. À mesa, a proposta é leve e acessível, com pinsas romanas, saladas e cocktails.

  • Atracções
  • Parques e jardins
  • Lisboa

Escondida no jardim do Goethe-Institut, no Campo Mártires da Pátria, há uma esplanada que continua a ser um segredo bem guardado. De acesso livre, ocupa um espaço verde amplo, com recantos tranquilos e sombra garantida pelo dragoeiro centenário e por árvores de grande porte. Nos dias em que não há programação – concertos, cinema ou outras iniciativas culturais –, o sossego é parte do encanto. O café acompanha com propostas simples, incluindo algumas especialidades alemãs. Um verdadeiro refúgio na cidade.

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  • Cafés em parques
  • Benfica/Monsanto

No Parque da Serafina, o Green House aproveita o cenário natural para criar uma esplanada pensada para todas as idades. Integrado no HelloPark, funciona como ponto de paragem enquanto os miúdos brincam, mas também como destino em si, com mesas ao ar livre, sombra e um ambiente descontraído, sempre com música a ditar o ambiente (incluindo, por vezes, DJ sets). O projecto é de Dave Palethorpe (Cinco Lounge) e Jamile Freire, e aposta em cocktails simples, sumos frescos, bruschettas e saladas, numa lógica leve e acessível. Entre árvores e com espaço de sobra, é óptimo para os dias de muito calor.

  • São Vicente 

Para o melhor hambúrguer da cidade, uma grande esplanada. No Cais da Pedra, mesmo ao lado do Lux, as mesas do novo Ground Burger estendem-se quase até ao Tejo, com vista aberta e sol a acompanhar. Lá dentro, o espaço é amplo, com um balcão cheio de torneiras de cerveja e cozinha aberta para a sala. O foco é o que conhecemos da casa-mãe, junto à Gulbenkian: hambúrgueres em pão brioche feito ali mesmo, ligeiramente tostado, e carne Black Angus, do clássico cheeseburger ao Ground Burger e ao mais intenso chilicheese. Porém, há novidades que só em Santa Apolónia se podem provar, com destaque para o mac n’ cheese com seis tipos de queijos diferentes, entre cheddar, gruyère e roquefort.

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  • Chiado

No Chiado, o Gunpowder tira partido de uma rua pedonal (Rua Nova da Trindade, a “rua azul”), onde as mesas ao ar livre ganham vida nos dias de sol. É aí que melhor se percebe o ambiente descontraído desta casa nascida em Londres, que foge aos clichês da cozinha indiana com uma carta pensada para partilhar, dos pequenos pratos às combinações mais compostas. Entre o movimento da rua e o vai-e-vem dos pratos para a mesa, é um daqueles sítios seguros para ficar sem pressa, prolongar a conversa e a tarde até à noite.

  • Oeiras

Com o mar mesmo ao lado, o Madrasta ocupa um dos cenários mais agradáveis de Paço de Arcos e tira partido disso com duas zonas de esplanada distintas. A principal estende-se no piso térreo, integrada no verde do jardim, enquanto o rooftop acrescenta altura e vista, ideal para um copo ao final do dia. O projecto do grupo Non Basta mantém um registo leve e descontraído, com espaço também para famílias (as crianças podem brincar à vontade no parque infantil). À mesa, surgem pizzas de fermentação lenta, leves e crocantes, e massas feitas com pasta fresca, num menu pensado para acompanhar o ambiente e a localização.

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  • Cafés
  • Avenidas Novas

O café não tem de ser sempre a mesma coisa. Pode ser muito mais do que uma bebida com gelo, leite ou bebida vegetal. Pelo menos, essa é a filosofia de Sia Fung, a jovem por trás do MAS. Abriu em Março de 2025, na Avenida Duque de Ávila, com café de especialidade e brunch. Mas não se deixe enganar pela simples descrição, este sítio não é como todos os outros. As combinações de café irreverentes, pensadas ao detalhe, certamente impressionarão os mais cépticos. Não se preocupe, há também cold brews, macchiatos e espressos, tudo para experimentar ao livre e a ver a banda a passar.

  • Cervejaria artesanal
  • Marvila

Não será exagero dizer que há poucas esplanadas como esta. É dizer, cheias de onda, com espaço, boa comida e boa cerveja e ainda um parque infantil para os mais pequenos – e quando o calor aperta o tanque pode transformar-se numa espécie de piscina e tudo. Na cozinha, Pedro Abril nunca desilude com as suas propostas fora da caixa. Para beber, mais de uma dezena de opções de cerveja artesanal, não fosse esta também a fábrica da Musa. À noite, a esplanada é perfeita para aquelas pausas entre passos de dança na pista.

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  • Cafés em parques
  • Avenidas Novas

Dentro do Jardim do Palácio Galveias, este quiosque é um pequeno refúgio para quem procura uma esplanada ampla e sossegada, longe do trânsito e do ruído da cidade. Há muitas mesas, mas também muito espaço verde à volta, o que o torna especialmente prático para famílias. A proposta é simples e versátil, acompanhando o ritmo do dia: café de qualidade, petiscos rápidos, gelados e alguns clássicos para refeições ligeiras, incluindo sopas e saladas. Tanto serve para um pequeno-almoço demorado como para uma pausa a meio da tarde ou um copo ao final do dia, sempre num ambiente sossegado e descontraído.

  • Português
  • Grande Lisboa

O Ponto Final é um pequeno restaurante plantado à beira-rio cujo principal chamariz é a sua grande esplanada com vista frontal sobre Lisboa. É por ela que tanta gente atravessa o Tejo de cacilheiro e faz o resto do percurso a pé até aqui. Com (muita, muita) sorte, a famosa mesa amarela do pontão, mesmo em cima da água, está vaga. No menu, bem português, destaque para os arrozes, para o peixe fresco, as pataniscas ou os pezinhos de coentrada. Com (muita, muita) sorte, é dia de arroz de cabidela e rojões à moda de Viana do Castelo.

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  • Cafeteria
  • Benfica/Monsanto

Pintado de vermelho vivaço não passa despercebido na renovada praça junto ao centro comercial Fonte Nova. O Quiosque Caricato nasceu da vontade de Salvador Melo, João Figueiredo e Gonçalo Dominguez de levar o rodopio dos quiosques do centro da cidade para um bairro residencial. Na carta do Caricato há tostas e saladas, mas as estrelas da casa são as bowls de iogurte e açaí. Além das bebidas habituais e dos sumos naturais, o quiosque tem um menu de cocktails que convida a tardes demoradas. Do outro lado da praça, há um segundo quiosque, o Caricato Burgers, para refeições mais robustas.

  • Cafés em parques
  • Campolide

Ao final do dia, o Jardim da Amnistia Internacional enche-se – e no centro desse ajuntamento está o Verde Lima. Em Campolide, este quiosque tornou-se ponto de encontro para copos depois do trabalho, com uma esplanada que se espalha pelo anfiteatro do jardim e não se fica pelas mesas: quando estas esgotam, a relva entra naturalmente na equação. O ambiente é informal, muitas vezes com música ao vivo, e adapta-se bem a diferentes ritmos, dos grupos de amigos aos encontros mais tranquilos. Ao fim-de-semana, o cenário muda, mas a lógica mantém-se: famílias, miúdos a correr e muita gente a aproveitar o espaço ao ar livre.

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  • São Vicente 

No Miradouro da Senhora do Monte, o Secret Garden faz jus ao nome: um jardim escondido, em socalcos, que vai revelando diferentes ambientes à medida que se sobe. A esplanada espalha-se por esses vários níveis, sempre com vista desafogada sobre a cidade e um ambiente que oscila entre o relaxado e o festivo. Há música quase constante, entre DJs, concertos e outros programas, que dão ritmo ao espaço. Para comer, a proposta é simples, com focaccias e pequenos petiscos, e há ainda uma micro galeria. Até às 17.00 é livre; depois, funciona em regime de associação (a quota anual custa cinco euros).

  • Português
  • Oeiras
  • preço 2 de 4
  • Recomendado

As regras são simples: chegar, sentar, comer e aproveitar. No Sítio de Gente Feliz, em Porto Salvo, quer-se isso mesmo, pessoas felizes. Já por isso, ninguém escolhe o que vem para a mesa, para evitar discussões. O segredo é confiar em Miguel Gonçalves, que já cá anda há algum tempo e sabe o que faz. O foco está na boa matéria-prima e depois é o que lhe vier à cabeça no dia. A comida é de tacho, de forno e a conta é sempre certa, 25€, com bebida, café e diferentes entradas incluídas e sobremesa – uma fartazana! Só está aberto ao almoço e durante a semana e o melhor é não se aventurar a aparecer sem reserva.

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  • Cascais

Criado pelo russo Evgeniy Zhukov, que se apaixonara por Cascais oito anos antes, o ULU é um restaurante de brunch internacional que serve diferentes pratos (dos ovos às bowls, das panquecas a refeições compostas e saudáveis, passando por especialidades mais tradicionais de diferentes países), de manhã até ao final da tarde. Fica na Quinta da Bicuda, com uma ampla esplanada, e também primam pelo café de especialidade (que, aliás, vendem para quem quiser levar para fazer em casa). Com o objectivo de construir uma comunidade local, promovem aulas de yoga no campo de futebol que fica mesmo em frente.

  • Português
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
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Leonor Godinho é a fiel zeladora deste espaço em Alvalade, onde durante 40 anos funcionou a Casa do Alberto. O espírito é o mesmo, o de uma boa tasca, e a comida é a que se espera, com doses fartas e bons preços. Há bitoque exemplar, alheira com grelos, choco grelhado suculento e pratos do dia consistentes, como o apurado arroz de corvina ou a lagarada de choco. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela habitual. Tem algumas mesas à porta, mas a esplanada digna desse nome fica nas traseiras – discreta, protegida e mais tranquila.

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  • Belém

Há poucas esplanadas em Lisboa com esta escala – e ainda menos com o Tejo mesmo em frente. Em Belém, a ZeroZero ocupa o antigo Espelho d’Água com uma área generosa que se estende para o exterior, que convida a ficar. O espaço recupera um edifício histórico de traço modernista e devolve-lhe movimento com uma proposta italiana centrada em pizzas, pastas e charcutaria. A esplanada foi ampliada, inclui uma zona de gelataria e funciona em serviço contínuo, o que a torna especialmente prática a qualquer hora do dia.

  • Alfama

Junto ao Terminal de Cruzeiros, o Zunzum mostra o lado mais descontraído de Marlene Vieira – e tem uma óptima e espaçosa esplanada para se viver assim mesmo. Estamos no domínio da alta-cozinha, sem os formalismos nem os preços proibitivos. As técnicas são do mundo, mas os ingredientes e os sabores são bem portugueses. A filhós de berbigão à Bulhão Pato é disso bom exemplo. É habitual a chef testar aqui ideias que podem chegar ao Marlene, estrela Michelin na porta ao lado. O que também acontece amiúde no Zunzum são jantares especiais com chefs e restaurantes convidados. Tudo num registo despretensioso.

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