As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

À procura de um bom plano para hoje? Siga as nossas sugestões das melhores coisas para fazer em Lisboa
O Mundo é Redondo
D.R.
Por Editores da Time Out Lisboa
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Acabaram-se os queixumes de que nunca acontece nada na cidade. Se procura uma boa desculpa para ir laurear a pevide antes, durante ou depois do trabalho (é lá consigo), aqui está a bíblia que faltava à sua vida. De segunda-feira a domingo, não falta programa para encher a agenda lisboeta e nós compilamos o melhor recheio de festas e concertos, exposições imperdíveis e manifestações de arte e cultura. 

Ansioso pelos outros dias da semana? E se forem à borla? A Grande Alface está cheia de oportunidades fresquinhas, que colhemos regularmente, e se quiser rematar o dia à mesa, já sabe que não precisa de comer só uma folhinha verde.

Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

1
se eu fosse ladrao roubava
Filmes

Ciclo Filmes Inacabados

icon-location-pin Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, Castelo de São Jorge
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Todas as actividades desta casa são de entrada livre e o Ciclo Filmes Inacabados também entra para o bolo. Um ciclo que começou em Outubro e que se alonga até 17 de Dezembro, sempre nas noites de segunda-feira.

2
O Mundo é Redondo
D.R.
Teatro

O Mundo é Redondo

icon-location-pin Teatro do Bairro, Bairro Alto
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Os anos passam e António Pires teima em não largar Gertrude Stein. Esta é a quarta encenação de um texto da autora norte-americana e, ao que parece, Pires ainda não se cansou. Há sempre por descobrir em Stein e aqui, num mundo-azul e onde a paisagem conta muito, não há excepção.

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3
Arte

Scenario in the Shade

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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O MAAT não desiste e insiste em chamar a atenção de todos para os desastres ambientais e vai mais longe, agora abordando também a pressão do território. Desta vez, veio uma dupla de Nova Iorque, Justin Lowe e Jonah Freeman, carregados com uma instalação ambiental imersiva que joga com os conceitos de urbanismo hipertrópico, comunidade e ritual. A instalação, que já foi apresentada na Bienal de Istambul em 2017, foi concebida num ambiente multiespacial e arquitectónico para representar o corredor urbano de San San Metroplex, uma gigantesca metrópole que se formaria ao longo da costa da Califórnia – uma especulação, está claro, de que os artistas se apropriaram para criar esta obra. A exposição “Scenario in the Shade” é a primeira do programa Video Room do MAAT.

4
Fotografia a minha viagem preferida
Arte

Fotografia, a minha viagem preferida

icon-location-pin Arquivo Municipal de Lisboa|Fotográfico, Intendente
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Helena Corrêa de Barros registou, a família doou a colecção fotográfica ao Arquivo Municipal de Lisboa e agora nós vemos. Vemos tudo em “Fotografia, a minha viagem preferida”, a exposição mais recente do Arquivo. As imagens, recolhidas entre 1947 e 1972, remontam às viagens de Helena, que, dizia, ser “o seu passatempo mais agradável”, uma vez que não viajava sem levar na mala uma máquina fotográfica. A colecção de fotografias é constituída por álbuns, negativos a preto e branco de vários formatos e diapositivos a cores – são espaços distintos retratados maioritariamente em paisagens, cenas da vida urbana e campestre, marítima e fluvial.  

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5
exposicao sharks no oceanario
©Brian Skerry
Coisas para fazer, Exposições

Sharks, uma missão de Brian Skerry

icon-location-pin Oceanário de Lisboa, Parque das Nações
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São 50 fotografias de Brian Skerry, fotojornalista especializado na vida marinha. Mostram um lado menos conhecido destes predadores dos mares. Depois de Washington, Atlanta e Corpus Christi (Texas), chega a Lisboa a exposição "Sharks, uma missão de Brian Skerry", o resultado de mais de 10 mil horas de mergulho e 14 viagens à volta do mundo para fotografar espécies como o tubarão-tigre, o tubarão-branco ou o tubarão-azul. O objectivo deste trabalho passa por alertar o público para o perigo de extinção destes animais e também por ensinar a apreciar os tubarões em vez de apenas temê-los. 

6
The Beatles por Norman Parkinson
Norman Parkinson
Arte, Fotografia

Norman Parkinson: Sempre na Moda

icon-location-pin Centro Cultural de Cascais, Cascais
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80 fotografias captadas ao longo cinco décadas mostram o percurso do inglês Norman Parkinson, que revolucionou a moda do século XX e imortalizou celebridades como os Beatles, os Rolling Stones, Yves St Laurent ou a Rainha Isabel II. A exposição "Normal Parkinson: Sempre na Moda" tem a sua estreia mundial no Centro Cultural de Cascais, onde fica até Janeiro de 2019.  

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7
Momento Único
DR
Arte

Momento Único

icon-location-pin Museu do Oriente, Estrela/Lapa/Santos
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Nesta exposição, o artista Lai Sio Kit apresenta sete instalações feitas de séries de azulejos, adaptados ao espaço da galeria do Museu do Oriente. O artista usa os azulejos para espelhar a forma como o tempo existe nas cidades – uns partidos, outros esbatidos, outros com musgo, é tudo culpa do tempo que deixa marcas e nada lhe pode escapar.

8
olharte
Arte

Olharte

icon-location-pin Casa-Museu Medeiros e Almeida, Avenida da Liberdade/Príncipe Real
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‘Quero crer que, ao apossar-me da luz que te desenha, trago à vida a vida que te trouxe, mas sei que, ao olhar-te assim, na verdade estou a olhar-me a mim.” É assim que José Lopo de Carvalho fala aos objectos da sua fotografia, falando na verdade para nós, apresentando a sua primeira exposição pública. Homem de muitas viagens e ofícios, dedicou décadas à publicidade e a outras áreas até que aos 60 anos assumiu a paixão pela fotografia com um curso na ETIC. Agora, aos 64, estreia-se a expor, na Casa Museu Medeiros de Almeida, com uma colecção de 33 retratos. Bagão Felix, Filipe Faísca, Eunice Muñoz, António Barreto, Maria de Fátima Bonifácio, Rita Ferro ou Helena Sacadura Cabral integram esta colecção de figuras públicas que nos olham como se em privado. Sempre de frente, sempre a preto e branco.

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9
germinal, maat
Arte

Germinal. O núcleo Cabrita Reis na colecção de Arte da Fundação EDP

icon-location-pin MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Belém
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Depois de uma primeira apresentação na Galeria Municipal do Porto, o núcleo Cabrita Reis, adquirido pela Fundação EDP, apresenta-se agora em exposição no MAAT. “Germinal” é composta por obras de artistas portugueses da coleção do escultor Pedro Cabrita Reis, construída durante 30 anos, e mostra as origens, numa reflexão sobre os momentos iniciais e originários das carreiras de artistas nacionais – característica essa que deu mote ao título da exposição – e cujos percursos se têm vindo a afirmar ao longo do tempo. Aqui vai encontrar o olhar de Cabrita Reis como coleccionador e não artista, com a ajuda de trabalhos de António Olaio, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Vasco Araújo, Paulo Brighenti, Paula Soares e Miguel Palma.   

Lisboa bairro a bairro

árvore do jardim do principe real
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Príncipe Real

Foi no Príncipe Real que se instalou a nova dinastia da restauração lisboeta, para comer como um príncipe, os terraços para beber copos se multiplicaram e as concept stores apareceram porta sim, porta não. Sem esquecermos os nomes sonantes que, num cirandar constante, também têm poiso no bairro, do chef Kiko aos designers Lidija Kolovrat ou Nuno Gama. 

hamburgaria da parada
©DR
Coisas para fazer

Campo de Ourique

Clássicos de sempre e espaços que ainda cheiram a novo. Percorra as ruas do movimentado bairro em busca do melhor de Campo de Ourique.

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monsanto, keil do amaral, vista do rio
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Monsanto

Monsanto é, sem discussão possível, o pulmão da cidade. Mas podemos vê-lo também como o pulmão extra que ajuda a respirar os lisboetas em todas as idades. Para os mais novos é um enorme playground com vários parques infantis e equipamentos que os entretêm durante horas; para os adolescentes é aquele sítio chave onde podem passar horas entre piqueniques, passeios e selfies nos miradouros; para os adultos é uma pista de atletismo, um green para exercício físico, um campo aberto para passear o cão e, de novo, um local para depositar os miúdos. O ciclo fecha-se nestes 1000 hectares de natureza.

centro de marvila, Praça David Leandro da Silva,
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Marvila

Até há pouco tempo, era o ponto cardeal mais desprezado de Lisboa, mas, lentamente, começa a ganhar vida e pontos de interesse. Eis uma longa série de desculpas para rumar ao bairro da moda e descobrir Marvila. 

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