Miradouro da Graça
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As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa (e arredores)

À procura de um bom plano de última hora? Descubra o que fazer hoje em Lisboa.

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Quer aproveitar a cidade e não sabe por onde começar? Nos teatros não faltam peças. No cinema não faltam filmes. E, fora de portas, também há muitas coisas para fazer, como dar passeios, fazer yoga ou percorrer a cidade à procura das melhores obras de arte urbana. Há ainda exposições, mercados ou concertos e muitas outras sugestões gratuitas. Se não acredita, veja lá se temos ou não temos a receita para ter sempre o que fazer em Lisboa. Aproveite e viva a cidade ao máximo. Descubra os eventos em Lisboa hoje (e arredores também).

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O que fazer em Lisboa hoje

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Campo de Ourique
No mês de Novembro assinalam-se os 90 anos da morte de Fernando Pessoa. Para marcar a efeméride, a Casa Fernando Pessoa inaugura “A Arca Eterna: Fernando Pessoa e a Posteridade”. Com curadoria de Antonio Sáez Delgado, a exposição – patente de 27 de Novembro a 6 de Dezembro de 2026 – propõe uma viagem pela forma como o escritor se projecta para além da sua própria existência. Cada visitante poderá tocar, escolher e levar consigo reproduções de documentos pessoanos, participando na continuidade desse legado. A inauguração é dia 27, das 18.30 às 19.30. No dia 30 – data que coincide com a da morte do poeta, em 1935, aos 47 anos –, há entrada livre e visitas orientadas gratuitas. Nos restantes dias, o bilhete para o museu custa entre 2,50€ e 6€.
  • Arte
  • Belém
Entre 2006 e 2014, um edifício da Avenida da Liberdade esteve ocupado por dezenas de artistas, músicos e diversos projectos curatoriais. Mais de uma década depois da desocupação do número 211 da Avenida da Liberdade, o MAC/CCB exibe, na forma de uma exposição, vários testemunhos e materiais dos artistas residentes, resultantes da investigação levada a cabo por Giorgia Casara e Sara de Chiara, aqui sob a lente curatorial de Nuria Enguita e Marta Mestre. Ao todo, a exposição junta mais de meia centena de projectos e autores.
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  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
O ano da fundação começa aqui, naquela que é a primeira leva de exposições de 2026. Ainda há detalhes por revelar, mas sabe-se já que os artistas envolvidos serão Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches, Frida Baranek, Vasco Futscher, Sara & André, Francisco Janes e, claro, as obras de Vieira da Silva e Arpad Szenes.
  • Arte
  • Belém
Numa exposição retrospectiva, o MAAT reúne cerca de 80 obras de Pedro Casqueiro, pinturas produzidas desde a década de 80 até ao ano de 2024. "A sua pintura afirmou-se de imediato pela energia de cor e composição, pela indiferenciação entre não-figuração e figuração, entre imagem pintada e utilização da palavra escrita, e por uma permanente sabotagem dos pontos de vista, das hierarquias e dos materiais", pode ler-se na apresentação da exposição.
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  • Arte
  • Alcântara
“Entre e Palavra e o Silêncio” apresenta obras da Colecção José Carlos Santana Pinto. É a inauguração de um capítulo em que o MACAM convidará outros coleccionadores a exporem os seus acervos. Neste em particular, vai encontrar obras de artistas como Rui Chafes, Fernanda Fragateiro, Ana Jotta, João Onofre, Julião Sarmento e Pedro Cabrita Reis.
  • Miúdos
  • Belém
A felicidade da criança está no instante puro, em brincadeiras como “o chão é lava” ou a descobrir o mundo numa corrida atrás duma pomba. Esse instante é voraz, como comer um gelado, desejar o conforto no colo dos pais ou fazer um desenho para entender o mundo exterior. Nesta exposição, os visitantes são convidados a reflectir sobre a felicidade das crianças, uma vez que já todos passamos por esse lugar tão delicado que é a infância. Para ver até 29 de Março, de segunda a sexta, das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 17.00, e ao fim-de-semana, das 10.30 às 13.00 e das 14.00 às 17.30, no entrepiso e no piso 2 do LU.CA – Teatro Luís de Camões. A entrada é livre.
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  • Arte
  • São Sebastião
Com curadoria de Rui Mateus Amaral, director artístico do Museu de Arte Contemporânea de Toronto, a exposição "Habitar a Contradição", de Carlos Bunga, ocupa a Nave do CAM com a maior e mais complexa instalação realizada até hoje pelo artista português – "uma monumental floresta de formas cilíndricas de diferentes escalas, que evocam colunas arquitectónicas e troncos de árvores". Esta instalação, por sua vez, estará em diálogo com obras da colecção do CAM, seleccionadas pelo próprio artista.
  • Arte
  • Belém
Na exposição "Habitar Portugal", a sétima de uma série que se iniciou em 2003, podemos partir de duas perguntas. Uma é: o que fez a democracia pela arquitectura? A outra inverte o ónus, questionando o que terá feito, então, a arquitectura pela democracia. Ambas serão válidas para pensar a mostra que reúne 100 obras marcantes da arquitectura em território nacional e no estrangeiro, todas assinadas por arquitectos portugueses, obedecendo a critérios como a diversidade geográfica, de tipologia ou o equilíbrio de género (dando visibilidade a arquitectas que pouco a tiveram no início do período democrático).
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  • Arte
  • Chiado/Cais do Sodré
Partindo das obras Húmus, de Raul Brandão e de Herberto Helder, a mais recente exposição do Atelier-Museu Júlio Pomar coloca matéria e espírito, memória e transformação em diálogo, através, não só de obras de Pomar, mas também de Graça Morais, Daniel Moreira e Rita Castro Neves.
  • Arte
  • Lisboa
"Impressões Digitais. Coleção MNAC", a nova exposição de longa duração do MNAC, apresenta cerca de 200 obras, entre pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, instalação e vídeo. A curadoria de Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga estabeleceu uma selecção da colecção e incluiu algumas obras da colecção Millennium bcp, bem como novas incorporações de artistas com obra mais recente. O nome da exposição alude à colecção do próprio museu, tão identitária da arte portuguesa contemporânea como uma impressão digital. Recorde-se que a colecção do MNAC possui obras fundadoras da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, e inclui vários tesouros nacionais, mas também tem aumentado o seu acervo exponencialmente nos últimos 30 anos, maioritariamente com artistas nacionais e com uma expressão crescente das artistas mulheres. MNAC. Rua Serpa PInto, 4. Inauguração 12 Dez. Ter-Dom 10.00-18.00. 8€ (entrada livre para residentes em Portugal ao abrigo das 52 visitas grátis anuais)

Lisboa bairro a bairro

  • Coisas para fazer

Marvila é a única zona da cidade em acelerada renovação sem ter o turismo como motor. Entre o Beato e a Matinha, junto ao rio, antigos armazéns abandonados são agora espaços de cowork onde também se pode andar de skate. Há fábricas de cerveja artesanal a cada canto do bairro, salas de espectáculo ou de raves, onde cabem mil pessoas, e espaçosas galerias de arte, uma vertente crescente por estes lados graças ao espaço que ainda há para ocupar.
 Fomos espreitar e descobrir as maravilhas de Marvila para lhe traçar o roteiro completo. 

  • Coisas para fazer

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. Andámos pelas suas ruas desenhadas a régua e esquadro e traçámos um roteiro para forasteiros e nativos. As novidades do bairro, as paragens obrigatórias, os pratos que não pode deixar de provar nos restaurantes locais e os espaços mais amigos das crianças – tudo o que precisa de saber para pôr Alvalade na sua lista de prioridades está aqui. Tudo num bairro que também pode ser apreciado num belo passeio de fim-de-semana, já que a sua arquitectura, em particular residencial, também merece especial atenção.

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