As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

À procura de um bom plano para hoje? Siga as nossas sugestões das melhores coisas para fazer em Lisboa
Lisboa Soa
©Asier Gogortza
Por Editores da Time Out Lisboa
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Acabaram-se os queixumes de que nunca acontece nada na cidade. Se procura uma boa desculpa para ir laurear a pevide antes, durante ou depois do trabalho (é lá consigo), aqui está a bíblia que faltava à sua vida. De segunda-feira a domingo, não falta programa para encher a agenda lisboeta e nós compilamos o melhor recheio de festas e concertos, exposições imperdíveis e manifestações de arte e cultura. 

Ansioso pelos outros dias da semana? E se forem à borla? A Grande Alface está cheia de oportunidades fresquinhas, que colhemos regularmente, e se quiser rematar o dia à mesa, já sabe que não precisa de comer só uma folhinha verde.

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As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

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 Bixa Travesty , queer
Gay

Queer Lisboa 2018

icon-location-pin Avenida da Liberdade
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A edição do Festival Internacional de Cinema Queer acontece entre 14 e 22 de Setembro e saltita entre o Cinema São Jorge e a Cinemateca, com um programa multidisciplinar  dedicado à temática do VIH/Sida. A 22.ª edição do festival tem sessão de abertura com o filme do português Gabriel Abrantes, Diamantino, premiado em Cannes e fecha com documentário Bixa Travesty sobre Linn da Quebrada, activista queer, realizado por por Claudia Priscilla e Kiko Goifman e que venceu o prémio de Melhor Documentário do Teddy Award da Berlinale. Pode ainda contar com a estreia nacional do documentário George Michael: Freedom - Director’s Cut (2018), de George Michael e David Austin.

2
lux, 20 anos lux, paradisaea
@Susana Pomba
Coisas para fazer

Paradisaea

icon-location-pin Grande Lisboa
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Vinte anos passados e tantas mudanças na noite lisboeta. Um dos responsáveis foi o Lux, que remexeu nas entranhas da vida nocturna e continua aí para as curvas. E como se explicam duas décadas de história? O designer Fernando Brízio fá-lo numa exposição que passa em revista a comunicação visual e sonora do Lux. “Paradisaea” pode ser vista no Hub Criativo do Beato até 11 de Novembro. Feita em parceria com a EGEAC, a exposição começou a ser pensada por Manuel Reis ainda no início de 2017, que convidou Fernando Brízio, que já tinha colaborado com a discoteca em 2004 com a colecção de objectos Absolux. Reunido o material de 20 anos de história, é ver agora um total de três instalações no recinto que reinterpretam esse material. A primeira é sobre o projecto do Lux numa Lisboa moderna, a segunda usa o vídeo como espaço de experimentação e a terceira mostra o Lux como um espaço performativo.

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Lisboa Soa
©Asier Gogortza
Coisas para fazer

Lisboa Soa

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real
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A água é o elemento chave desta edição do Lisboa Soa, não decorresse o evento nas grandes instituições que fazem jus ao elemento, como é o caso da Mãe d’Água das Amoreiras ou da  Galeria do Loreto. O Lisboa Soa junta residências artísticas, concertos aquáticos, passeios sonoros e até workshops para aprender a construir microfones. Ponha-se à escuta e não se molhe.

4
feira da luz
©Gonçalo Ferreira
Coisas para fazer

Feira da Luz

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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Depois das Festas de Lisboa e um coreto concorrido, Carnide não pára e recebe a famosa Feira da Luz, no jardim com o mesmo nome. Prepare-se que isto vai ser um mês em festa. Além disso, é paragem obrigatória de quem quer renovar o enxoval lá de casa – das loiças aos têxteis, das panelas aos trapinhos do armário. E sendo que é um mês inteiro e não há festa sem música, a Feira da Luz tem sempre um cartaz para todos os gostos. Conte com Lena D'Água (dia 8), Toy (dia 21), Carapaus, Azeite & Alho (dia 15), Aurea (dia 29), Carolina Deslandes (dia 22) e Clã (dia 30). 

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5
CINE SOCIETY
©DR
Filmes

Cine Society

icon-location-pin Chiado
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Chris Wood e Phil Ilic, ambos ingleses, conheceram-se a fazer escalada na Arrábida. Conversa puxa conversa e lá se aperceberam que são dois cinéfilos com vontade de proporcionar experiências cinematográficas à população lisboeta.  Aquilo que começou como sessões de cinema para amigos em casa de Phil tornou-se o Cine Society, o cinema ao ar livre que invadiu Lisboa no Verão de 2017 e que promete mais noites quentes para 2018. Este ano, além do Topo Chiado, também o Blue Bar do Hotel Baía, em Cascais, serve de palco às sessões ao ar livre de filmes clássicos ou mais recentes. Os auscultadores são individuais e permitem a qualquer pessoa ir, por exemplo, buscar um cocktail sem perder o fio à meada no enredo.  E ainda que a vista do Topo Chiado  e do Blue Bar sejam incríveis, tente não se distrair do grande ecrã. 

6
eleven, parque edurado vii
©DR
Coisas para fazer, Eventos cinematográficos

Cine NOS

icon-location-pin São Sebastião
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O Cine NOS é mais um ciclo de filmes ao ar livre. Os filmes começam a rodar às 21.30, mas antes há sunset com música, pipocas e bebida. Todas as quartas-feiras, de 25 de Julho a 26 de Setembro, no Eleven.

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7
Tribos Urbanos
©DR
Música, Jazz

Sons do Brasil

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real
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Durante quatro dias, o HCP é 
montra de jazz brasileiro, com os
grupos Trilhos Urbanos (quarta-feira) (na foto), Entrevero Instrumental
 (quinta-feira), Márcio Dhiniz 
Quarteto (sexta-feira) e Sound 
of Brazil, de Jesper Hedegaard 
(sábado).


8
Roy Lichtenstein e a Pop Art, Roy Lichtenstein
Arte

Roy Lichtenstein e a Pop Art

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar
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Obras do movimento Pop Art são fáceis de encontrar no Museu Berardo, mas lavar as vistas com novidades nunca é demais. Em mais uma edição da “A Arte chegou ao Colombo” o foco está na Pop Art com várias obras de um dos artistas mais influentes nesta corrente, Roy Lichtenstein (1923 -1997). A exposição "Roy Lichtenstein e a Pop Art" percorre as várias fases criativas de Lichtenstein, desde a sua primeira exposição na década de 60 à data da sua morte, em 1997. A mostra está dividida em quatro secções: Pop, Paisagens, Homenagens e Cartazes.  

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Voce nao está aqui, exposiçao, parque das naçoes, expo
Arte

Você Não Está Aqui

icon-location-pin Parque das Nações
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Vinte anos passados, não há como passar ao lado das marcas que a Expo 98 deixou na zona oriental de Lisboa: foi uma das maiores transformações urbanas da cidade. Tudo isto foi registado pelo fotógrafo Bruno Portela, que agora apresenta 78 fotografias a grande escala, em tom documental, em sete núcleos expositivos no Parque das Nações: na Torre Galp, no Oceanário, no Pavilhão de Portugal, no Centro Comercial Vasco da Gama, no antigo Pavilhão Atlântico, na Torre Vasco da Gama e na Ponte Vasco da Gama. Quem vê o presente e recorda os tempos da Expo vai certamente embarcar numa viagem ao passado e notar o enorme desenvolvimento desta zona. A exposição segue até 30 de Setembro. No primeiro domingo de cada mês, às 10.30, pode acompanhar a visita guiada com os comentários do fotógrafo e de um convidado especial em cada sessão.  

10
eco-visionarios, maat
@Paulo Alexandre Coelho
Arte

Eco-visionários

icon-location-pin Belém
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É a segunda exposição-manifesto do MAAT e pretende lançar o debate sobre questões associadas ao Antropoceno – a designação recente de um novo período geológico definido pelo impacto das ações humanas. “Eco-Visionários: Arte, Arquitetura após o Antropoceno” reúne 35 artistas e arquitectos que se debruçam sobre as alterações climáticas e o impacto da acção humana no mundo, muitas vezes procurando sensibilizar-nos para os seus aspectos menos visíveis. Tudo com um optimismo visionário.  

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germinal, maat
Arte

Germinal. O núcleo Cabrita Reis na colecção de Arte da Fundação EDP

icon-location-pin Belém
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Depois de uma primeira apresentação na Galeria Municipal do Porto, o núcleo Cabrita Reis, adquirido pela Fundação EDP, apresenta-se agora em exposição no MAAT. “Germinal” é composta por obras de artistas portugueses da coleção do escultor Pedro Cabrita Reis, construída durante 30 anos, e mostra as origens, numa reflexão sobre os momentos iniciais e originários das carreiras de artistas nacionais – característica essa que deu mote ao título da exposição – e cujos percursos se têm vindo a afirmar ao longo do tempo. Aqui vai encontrar o olhar de Cabrita Reis como coleccionador e não artista, com a ajuda de trabalhos de António Olaio, Joana Vasconcelos, Nuno Cera, Vasco Araújo, Paulo Brighenti, Paula Soares e Miguel Palma.   

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na rota das catedrais
©Arlindo Homem
Arte

A Rota das Catedrais

icon-location-pin Ajuda
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São mais de 100 peças que viajaram das catedrais do país até ao Palácio Nacional da Ajuda para a exposição de Verão. O projecto Rota das Catedrais começou em 2009, com um acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa, e culmina agora nesta reunião de arte sacra, onde se encontram peças do século XVII – a mais antiga vem da Sé de Lisboa – ou uma Pietá de 2012, a mais recente. Descubra desde as peças mais tradicionais às mais invulgares que normalmente estão longe da vista dos curiosos. 

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13
pan african unity mural
Arte

Pan African Unity Mural

icon-location-pin Belém
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Cruzamentos e intersecções. Locais onde as coisas acontecem, onde as pessoas se encontram e partilham, trocam ideias e se questionam. Para a artista Ângela Ferreira as intersecções também nos fazem debater sobre uma decisão, se devemos escolher ir por um caminho ou por outro – e é nesses momentos que nasce espaço para a contemplação e que as pessoas arranjam soluções criativas. Neste trabalho concebido propositadamente para a Project Room do MAAT, Ângela Ferreira – que nasceu e cresceu em Moçambique durante o período colonial – traz à vida histórias biográficas antigas para questionar o presente. 

14
Pieter Hugo, berardo
Arte

Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea

icon-location-pin Belém
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O fotógrafo Pieter Hugo assistiu ao fim do Apartheid, em 1994, e isso inspirou-o a tentar trazer à tona a vulnerabilidade das sociedades contemporâneas, em particular no continente africano. Retratos, naturezas mortas e paisagens chegam a Belém esta quinta-feira com a exposição “Pieter Hugo, Between the Devil and the Deep Blue Sea”. O que é que nos divide e o que é que nos une? Como é que as pessoas vivem sob a sombra da repressão cultural ou do domínio político? O fotógrafo sul-africano responde com as 15 séries fotográficas que produziu entre 2003 e 2016. As imagens mostram de forma clara as cicatrizes da história, com foco especial nas subculturas sociais e fosso entre o idealizado e o real. As dissonâncias coloniais são um dos pontos centrais que o fotógrafo mostra, retratando as pessoas em situações de grande fragilidade sem nunca perderem a sua dignidade e identidade. Museu Berardo. Praça do Império. Inaugura quinta até 7 de Outubro. Seg-Dom 10.00-19.00. 5€.

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Arte

Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev

icon-location-pin Baixa Pombalina
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"Os Ballets Russes: Modernidade após Diaghilev" passa em revista os tempos em que as peças do director artístico russo deixavam a sociedade de então entre o choque e o espanto. Dividida por três locais - a Galeria Millennium, o Palácio Foz e o Museu Nacional do Teatro e da Dança - pode ser vista até ao final de Setembro. "Modernismos e Modernidade dos Ballets Russes" reúne na Galeria Millennium uma série de trajes da peça Dansemuseet, assim como desenhos de Nijinsky, aguarelas de Rodin, porcelanas de Meissen e outros artefactos de gente que obriga a enrolar a língua e a carregar nos érres. Há ainda uma instalação de Vasco Araújo que junta 150 desenhos. Além disso, o Museu Nacional do Teatro e da Dança mostra cartazes, folhetos, fotos, gravuras de Almada Negreiros (o português escreveu sobre a companhia quando esta passou por Portugal entre 2 de Dezembro de 1917 e Abril de 1918) e outros materiais que se relacionam com a vinda dos Ballets Russes ao nosso país.  

16
Arte

Convidado de Verão: Joaquim Sapinho

icon-location-pin São Sebastião
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Quando um cineasta mexe num museu, mexe a sério e dá-lhe nós. Os últimos dias do Jardim de Verão na Gulbenkian ficam marcados pela inauguração da exposição de Joaquim Sapinho, que põe as obras a falar umas com as outras e traz a sua realidade para dentro daquele que era o museu da sua infância. Sapinho quer que o comum mortal se ponha na pele de Calouste Sarkis Gulbenkian e chegue aos tempos e espaços por onde, através das peças de arte, conseguiu viajar. Para isso, traça um percurso que se refere ao exílio e à expressão da imensa confluência de culturas e civilizações patentes no museu, uma viagem física, no tempo e no espaço. Esta iniciativa corresponde ao segundo momento de uma ideia que começou em 2016 e que consiste em criar pontes entre as duas coleções: a do Fundador e a Moderna. A exposição começa com as imagens da inauguração da capela de St. Sarkis, em Londres, que Calouste mandou construir, e segue viagem museu fora.

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13 shots
Arte

13 Shots

icon-location-pin São Sebastião
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Já sabemos que no Espaço Projecto da Gulbenkian há sempre algo de disruptivo a acontecer. A exposição “13 Shots” é da artista holandesa Aimée Zito Lema, que traz a Lisboa um projecto em que trabalha a memória, cujo título é inspirado no conto "Mineirinho", de Clarice Lispector. Este trabalho incide sobre a transmissão intergeracional de acontecimentos, quer através da história material, quer através do corpo humano como repositório mnemónico. Poderá ver uma vídeo-instalação, composta por 13 planos resultantes de uma colaboração de Aimée com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa, onde através de performances se mostra a forma como a memória se transmite por via de histórias, imagens e até silêncios.

Lisboa bairro a bairro

árvore do jardim do principe real
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Príncipe Real

Foi no Príncipe Real que se instalou a nova dinastia da restauração lisboeta, para comer como um príncipe, os terraços para beber copos se multiplicaram e as concept stores apareceram porta sim, porta não. Sem esquecermos os nomes sonantes que, num cirandar constante, também têm poiso no bairro, do chef Kiko aos designers Lidija Kolovrat ou Nuno Gama. 

hamburgaria da parada
©DR
Coisas para fazer

Campo de Ourique

Clássicos de sempre e espaços que ainda cheiram a novo. Percorra as ruas do movimentado bairro em busca do melhor de Campo de Ourique.

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monsanto, keil do amaral, vista do rio
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Monsanto

Monsanto é, sem discussão possível, o pulmão da cidade. Mas podemos vê-lo também como o pulmão extra que ajuda a respirar os lisboetas em todas as idades. Para os mais novos é um enorme playground com vários parques infantis e equipamentos que os entretêm durante horas; para os adolescentes é aquele sítio chave onde podem passar horas entre piqueniques, passeios e selfies nos miradouros; para os adultos é uma pista de atletismo, um green para exercício físico, um campo aberto para passear o cão e, de novo, um local para depositar os miúdos. O ciclo fecha-se nestes 1000 hectares de natureza.

centro de marvila, Praça David Leandro da Silva,
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Marvila

Até há pouco tempo, era o ponto cardeal mais desprezado de Lisboa, mas, lentamente, começa a ganhar vida e pontos de interesse. Eis uma longa série de desculpas para rumar ao bairro da moda e descobrir Marvila. 

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