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Missão Espaço
© Francisco Romão Pereira / Time OutMissão Espaço, no Pavilhão do Conhecimento

As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

À procura de um bom plano para hoje? Siga as nossas sugestões das melhores coisas para fazer em Lisboa.

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Quer aproveitar a cidade e não sabe por onde começar? Nos teatros não faltam peças, no cinema não faltam filmes e fora de portas a animação também promete preencher a cidade. Há exposições, mercados ou concertos e muitas sugestões gratuitas. Temos a receita secreta para ter sempre coisas para fazer em Lisboa, dentro ou fora de portas. Aproveite e viva a cidade ao máximo. Descubra as melhores coisas para fazer hoje em Lisboa.

Recomendado: Coisas grátis para fazer esta semana

As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa

  • Coisas para fazer
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  • Santos
Está de volta ao Terrapleno de Santos aquela que já é uma das atracções de Inverno mais procuradas da cidade. Esta versão miniatura da Feira Popular tem carrosséis, carrinhos de choque, diversões infantis e, claro, uma roda gigante. Do lado da restauração, conte com tudo a que tem direito – cachorros, bifanas, hambúrgueres, churros e farturas. E ainda há artesanato e produtos regionais. 
  • Arte
  • preço 0 de 4
  • São Sebastião
Maria Lamas foi jornalista, escritora e tradutora e uma voz sempre presente na defesa dos direitos das mulheres durante a ditadura, o que a levou por três vezes à prisão, em 1949, 1951 e 1953, e ao exílio em Paris, de 1962 a 1969. A sua obra mais conhecida, já mais etnográfica do que jornalística, As mulheres do meu país, é um documento precioso do que era ser mulher, de norte a sul do país, nesse período. É aqui que surge a Maria Lamas fotógrafa, mas a sua obra permanece basicamente desconhecida em Portugal. Jorge Calado, que tem combatido esta invisibilidade, é o curador de “As Mulheres de Maria Lamas”, onde se pode ver uma seleção de 67 das suas fotografias, maioritariamente provas de época, de pequenas dimensões, entre 8x6 cm e 14x18 cm, e também algumas ampliações.A mostra, em exposição no átrio da Biblioteca de Arte Gulbenkian, inclui ainda objectos pessoais de Maria Lamas, exemplares de primeiras edições de livros e provas da época de outros fotógrafos com fotos publicadas em As mulheres do meu país. O catálogo apresenta as fotografias da exposição, cada uma em página inteira, e textos de Jorge Calado, Alexandre Pomar, Raquel Henriques da Silva e Alice Vieira.
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  • Arte
  • Fotografia
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  • Belém
Organizada pelas Galerias Municipais/ EGEAC por ocasião dos 50 anos do 25 de Abril a exposição "Factum" apresenta cerca de 170 fotografias de Eduardo Gageiro, fotógrafo que captou algumas das mais icónicas imagens do dia da Revolução dos Cravos. Na exposição temos a oportunidade de ver um retrato de Portugal desde os anos 1950 a 2023, mais precisamente 25 de Abril de 2023, data da fotografia mais recente da exposição. Galeria do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. 27 Jan-05 Mai. Ter-Dom. 10.00-13.00/ 14.00-18.00. Entrada livre
  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa
Em Estremoz, na Adega Vila Santa, da João Portugal Ramos Vinhos, decorre o programa “NATURE’ing with WINE” (80€ por pessoa). O dia começa com uma visita ao miradouro, de onde se observa a extensa planície de vinhas, à qual se segue, claro, a ida para a vinha e a apanha da uva. Prontamente é tempo de regressar à adega para experimentar a tradicional pisa a pé em lagares de mármore. Depois de uma visita à adega e às caves, os participantes vão poder desfrutar de um almoço de vindima harmonizado com alguns dos vinhos do produtor João Portugal Ramos, nomeadamente, Marquês de Borba (Branco e Tinto), Vila Santa Reserva Tinto e Marquês de Borba Colheita tardia. É possível optar por um de dois menus, ambos com um aperitivo de boas-vindas, uma entrada de tibornas regadas com azeite extra virgem Oliveira Ramos Premium e queijinhos da região, e sobremesa. Diferem apenas dois pratos: no primeiro menu há uma salada de vindima (salada, uvas, tomate seco e queijo) e um arroz escuro de pato com carpaccio de courgette, e no segundo um folhado de queijo (com molho de vinho tinto) e um bacalhau com migas de brócolos. Aconselha-se marcação prévia através do site. 
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  • Coisas para fazer
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  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
A Biblioteca Nacional de Portugal e o Clube Português de Banda Desenhada juntaram-se ainda em 2019 para pensar uma exposição comemorativa do centenário de publicação do n.º 1 da revista ABC-zinho. A inauguração era para ter acontecido em Outubro de 2021, mas as alterações de calendário efectuadas em contexto de pandemia forçaram o adiamento para 2023. Patente até 29 de Março de 2024, “Centenário do ABC-zinho. 100 anos de revistas de banda desenhada em Portugal” percorre as principais publicações desde os anos 1920 até à década de 1980. Biblioteca Nacional de Portugal (Lisboa). 7 Nov-24 Mar, Seg-Sex 09.30-19.30, Sáb 09.30-17.30. Entrada livre
  • Arte
  • Santa Maria Maior
A nova exposição do Museu de Lisboa – Teatro Romano é dedicada à obra do pintor português Carlos Barahona Possollo, já representada nas colecções do Museu de Setúbal, Museu do Banco de Portugal, Museu das Comunicações e até da Casa Branca (Washington, EUA) e do Istituto per le Opere di Religione (Vaticano). “Do Terreno e do Divino” retrata um mundo de deuses e os seus mitos que nos acompanham, de forma indelével, ao longo dos séculos.  Teatro Romano. Até 10 Mar, Ter-Dom 10.00-18.00 (última entrada 17.30). 3€ (inclui entrada no museu)
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  • Arte
  • Fotografia
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
'Lisboa Frágil' é a primeira retrospectiva de Luís Pavão e apresenta 150 fotografias, tiradas entre 1971 e 2000 e divididas por nove temas que documentam e inventariam uma Lisboa em transformação, evidenciando a faceta arquivista do fotógrafo. Nas visitas orientadas de 4 de Fevereiro e 9 de Março (esta com o contributo da curadora da exposição, Laura Covarsí), Luís Pavão vai falar sobre o seu trabalho e sobre como conseguiu, e consegue, entrar dentro dos universos que retrata. Leia a entrevista do fotógrafo à Time Out aqui. Museu de Lisboa – Palácio Pimenta (Campo Grande). 1 Fev-31 Mar. Ter-Dom. 10.00-18.00. 3€ (grátis ao domingo). Visitas orientadas: 4 Fev 11.00 e 9 Mar 15.00 (com a curadora, Laura Covarsí)
  • Miúdos
  • Parque das Nações
Na nova exposição do Centro Ciência Viva de Lisboa, as famílias são desafiadas a descobrir o que significa ser astronauta. Para isso, vão ter de embarcar numa grande aventura espacial. Além de treinarem o equilíbrio e a resistência, haverá oportunidade de conduzir um rover de exploração lunar, simular uma caminhada na Lua e até flutuar pelo módulo Columbus. Pavilhão do Conhecimento (Lisboa). Até 7 Abr, Ter-Sex 10.00-18.00, Sáb-Dom e feriados 10.00-19.00. 8€-14€
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  • Arte
  • Belém
Esta exposição celebra o centenário da figura mais importante do surrealismo em Portugal, Mário Cesariny (1923-2006), assinalando ainda a data histórica dos 100 anos da publicação do primeiro manifesto surrealista por André Breton, em 1924. Com curadoria de João Pinharanda, Afonso Dias Ramos e Marlene Oliveira, “O Castelo Surrealista de Mário Cesariny” é inspirada no livro que Mário Cesariny, trabalhando entre Lisboa, Paris e Londres, dedicou à vida e obra de Vieira da Silva e Árpád Szenes (1984).
  • Arte
  • Fotografia
  • preço 0 de 4
  • Intendente
Augusto Brázio, Lara Jacinto, Mag Rodrigues, Paulo Catrica, Pedro Letria, São Trindade e Valter Vinagre apresentam no Arquivo de Lisboa|Fotográfico as suas representações e reflexões sobre a periferia social e urbana de Lisboa na colectiva “O Cerco de Lisboa”. Trata-se de um regresso ao tema, agora que passam 25 anos sobre a marcante colectiva “Lisboa Anos 90”, encomendada pelo Arquivo, em que também sete fotógrafos, incluindo Paulo Catrica e Pedro Letria, mostraram a sua visão da cidade.Ainda no âmbito da exposição, pode ver no piso superior do Arquivo um vídeo realizado num armazém abandonado, ocupado por pessoas sem-abrigo, e, noutra sala, entrevistas aos fotógrafos de “O cerco de Lisboa” sobre o seu trabalho.A não perder também, as visitas guiadas pelos próprios fotógrafos, sempre às 15.00. A 6 de Janeiro, uma visita pelo colectivo de fotógrafos, a 12, por Paulo Catrica, a 16, por São Trindade, e a 26, por Valter Vinagre. Em Fevereiro, dia 3, nova visita conjunta com todos os fotógrafos; dia 9, Lara Jacinto e Valter Vinagre; dia 23, Augusto Brázio e Pedro Letria; e, por fim, a 24 de Fevereiro, Mag Rodrigues. A visita é de entrada livre mas sujeita a marcação, com mail para arquivomunicipal.se@cm-lisboa.pt

Lisboa bairro a bairro

  • Coisas para fazer

Marvila é a única zona da cidade em acelerada renovação sem ter o turismo como motor. Entre o Beato e a Matinha, junto ao rio, antigos armazéns abandonados são agora espaços de cowork onde também se pode andar de skate. Há fábricas de cerveja artesanal a cada canto do bairro, salas de espectáculo ou de raves, onde cabem mil pessoas, e espaçosas galerias de arte, uma vertente crescente por estes lados graças ao espaço que ainda há para ocupar.
 Fomos espreitar e descobrir as maravilhas de Marvila para lhe traçar o roteiro completo. 

 

  • Coisas para fazer

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. Andámos pelas suas ruas desenhadas a régua e esquadro e traçámos um roteiro para forasteiros e nativos. As novidades do bairro, as paragens obrigatórias, os pratos que não pode deixar de provar nos restaurantes locais e os espaços mais amigos das crianças – tudo o que precisa de saber para pôr Alvalade na sua lista de prioridades está aqui. Tudo num bairro que também pode ser apreciado num belo passeio de fim-de-semana, já que a sua arquitectura, em particular residencial, também merece especial atenção.

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