Miradouro da Graça
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As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa (e arredores)

À procura de um bom plano de última hora? Descubra o que fazer hoje em Lisboa.

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Quer aproveitar a cidade e não sabe por onde começar? Nos teatros não faltam peças. No cinema não faltam filmes. E, fora de portas, também há muitas coisas para fazer, como dar passeios, fazer yoga ou percorrer a cidade à procura das melhores obras de arte urbana. Há ainda exposições, mercados ou concertos e muitas outras sugestões gratuitas. Se não acredita, veja lá se temos ou não temos a receita para ter sempre o que fazer em Lisboa. Aproveite e viva a cidade ao máximo. Descubra os eventos em Lisboa hoje (e arredores também).

Recomendado: Quarenta coisas incríveis para fazer em Lisboa

O que fazer em Lisboa hoje

  • Miúdos
  • Exposições
  • Belém
No entrepiso do LU.CA, a exposição “AH!” transforma os pequenos prazeres da vida numa experiência visual pensada para os mais novos. Desafiado a criar uma exposição sobre a felicidade, André Ruivo enche as paredes do espaço de imagens que evocam também paz e tranquilidade. As 12 serigrafias expostas – seleccionadas de um conjunto de 30 produzidas com o Estúdio Lavandaria – mostram gestos simples: “um casal no mar a dar um beijo, amigos deitados na relva, um aperto de mãos, um abraço”. Além desta selecção, o ilustrador apresenta ainda cinco trabalhos inéditos. Para ver de segunda a sexta, das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 17.00, e ao fim-de-semana, das 10.30 às 13.00 e das 14.00 às 17.30. A entrada é livre.
  • Arte
  • Belém
Uma selecção de desenhos e fotografias dos anos 70 e 80 do século passado ocupa a MAAT Gallery por estes dias. São de Anna Maria Maiolino, artista brasileira, nascida em Itália, cujo trabalho "integra a reacção à abstracção e ao concretismo dominantes na arte brasileira" da década de 50. Ao conjunto de imagens, juntam-se as esculturas de argila que criou a partir dos anos 80 e que representam o núcleo central da exposição. Para a sua passagem pelo MAAT, Maiolino criou uma dezena dessas pessas em barro modelado no local.
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  • Arte
  • São Sebastião
A Galeria Principal da Sede da Fundação recebe um diálogo singular entre obras relevantes da colecção do Museu Gulbenkian e notáveis criações de alta-costura dos últimos 150 anos. Em "Arte & Moda", cerca de 140 peças assinadas por alguns dos mais consagrados criadores de moda internacionais, como Christian Dior, Yves Saint Laurent, Vivienne Westwood, Jean Paul Gaultier ou Alexander McQueen, vão ser expostos lado a lado com obras de arte – do Antigo Egipto ao século XX.
  • Arte
  • São Sebastião
O artista portuense Bruno Zhu ocupa, por estes dias, o Espaço Projeto do CAM Gulbenkian. Com uma obra influenciada pelo design de moda, pela edição e pela cenografia, o trabalho do artista reflecte a "desconstrução de hiererquias de poder e de gosto que estruturam as práticas museológicas". Em "Belas Artes", Zhu expõe seguindo normas por si estabelecidas no âmbito do projecto "Licença para Viver", apresentado em Londres, em 2024. Através da reconfiguração dos espaços, mas também de jogos cromáticos, vitrines, bustos em bronze e gesso e manequins do Museu Nacional do Traje, o artista aborda temas como o coleccionismo, o papel dos museus e a apresentação da arte.
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  • Arte
  • Ajuda
O Museu do Tesouro real assinala o regresso da Primavera com uma exposição que não lhe é, de todo, alheia. A partir do património régio – plantas, matérias naturais e produtos vindos de diferentes partes do mundo –, a mostra explora a relação entre a natureza e o poder nas cortes europeias. De matérias-primas como o chá, o tabaco, o cacau e a pimenta até às pratas e porcelanas que faziam parte do quotidiano, a exposição propõe uma viagem no tempo e entre dois universos nem sempre associados.
  • Arte
  • São Sebastião
Na sua primeira exposição individual, Diogo Pimentão ocupa a Sala de Desenho do CAM, onde enaltece a natureza experimental do trabalho em desenho cruzado com a escultura, a arquitectura do espaço e a performance. Foi, aliás, com performance que a mostra arrancou, no final de Março. Ao conjunto de obras inéditas, juntam-se duas que resultam do momento inaugural, protagonizado pelo artista e pelo bailarino e coreógrafo Emmanuel Eggermont.
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  • Arte
  • Fotografia
  • Intendente
De que forma os estímulos do ambiente interferem na nossa memória, corpo e relação com o espaço? Foi com esta pergunta, e com enfoque nos diversos cheiros que sentiu, que Rita Barros, fotógrafa portuguesa residente em Nova Iorque (desde os anos 80 no emblemático Chelsea Hotel, por onde passaram figuras como Patti Smith, Janis Joplin ou Mark Twain), desenvolveu este exercício visual. Aqui, a fotografia é meio e fim para mostrar o que paradoxalmente é invisível. Da exposição faz também parte um livro da também professora na New York University, para consulta visual.
  • Arte
  • Belém
A partir das vivências e registos de um grupo de mulheres que serviram na Guerra Colonial Portuguesa como enfermeiras pára-quedistas, Margarida Correia monta uma exposição de fotobiografias. A história destas mulheres num contexto de ditadura e opressão, mas também o que experienciaram durante o tempo de serviço em África e como as suas vidas se desenrolaram depois da queda do regime compõem uma exposição fotográfica e documental, dividida em pequenas salas.
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  • Coisas para fazer
  • Parque das Nações
A vida começou nos oceanos primitivos, há aproximadamente 3,5 a 4,5 mil milhões de anos, mas nada tem a ver com o que conhecemos hoje. É o que nos prova a nova exposição do Oceanário de Lisboa, desenvolvida em colaboração com o Dino Parque da Lourinhã. Constituída por modelos de gigantes pré-históricos à escala real, “Monstros Marinhos” convida-nos a descobrir como é que as águas do planeta Terra evoluíram e se tornaram palco de uma extraordinária diversidade de espécies e ecossistemas. Patente no átrio principal, pode ser vista até 1 de Novembro. Para a visitar, basta comprar um bilhete de entrada no Oceanário de Lisboa.
  • Coisas para fazer
  • Encarnação
As oficinas organizadas pela Escola de Jardinagem da Câmara Municipal de Lisboa estão de volta. A ideia é sensibilizar e incentivar crianças, jovens e séniores, para a adopção de práticas sustentáveis e a importância de proteger os recursos naturais, contribuindo para um ambiente mais saudável. Até dia 18 de Dezembro, há várias a acontecer, para diferentes faixas etárias, sempre de segunda a sexta-feira, das 10.00 às 12.00 e das 14.30 às 16.30. A participação é gratuita, mas requer marcação prévia (escoladejardinagem@cm-lisboa.pt).

Lisboa bairro a bairro

  • Coisas para fazer

Marvila é a única zona da cidade em acelerada renovação sem ter o turismo como motor. Entre o Beato e a Matinha, junto ao rio, antigos armazéns abandonados são agora espaços de cowork onde também se pode andar de skate. Há fábricas de cerveja artesanal a cada canto do bairro, salas de espectáculo ou de raves, onde cabem mil pessoas, e espaçosas galerias de arte, uma vertente crescente por estes lados graças ao espaço que ainda há para ocupar.
 Fomos espreitar e descobrir as maravilhas de Marvila para lhe traçar o roteiro completo. 

  • Coisas para fazer

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. Andámos pelas suas ruas desenhadas a régua e esquadro e traçámos um roteiro para forasteiros e nativos. As novidades do bairro, as paragens obrigatórias, os pratos que não pode deixar de provar nos restaurantes locais e os espaços mais amigos das crianças – tudo o que precisa de saber para pôr Alvalade na sua lista de prioridades está aqui. Tudo num bairro que também pode ser apreciado num belo passeio de fim-de-semana, já que a sua arquitectura, em particular residencial, também merece especial atenção.

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