Óscares 2020

Tudo o que precisa de saber para estar preparado para os Óscares, incluindo nomeações, previsões, críticas de filmes e entrevistas

Oscars, Academy Awards
Fotografia: Sarah Hadley

Dos filmes que nunca deveriam ter ganho uma estatueta dourada aos nomeados mais improváveis, trazemos-lhe tudo o que precisa de saber sobre os Óscares em 2020. Entre o melhor filme, o melhor actor ou a melhor actriz, fique a par dos candidatos mais fortes aos cobiçados prémios da indústria cinematográfica norte-americana.

Quando são os Óscares?
A cerimónia irá decorrer na noite de 9 de Fevereiro de 2020.
Onde será o evento?
A entrega de prémios terá lugar no Dolby Theatre, em Hollywood, onde acontece anualmente desde 2002.
Quando é que as nomeações são reveladas?
Foi no passado dia 13 de Janeiro que ficámos a saber quem são os candidatos.

RECOMENDADO: Os melhores filmes de 2019

Óscares 2020

Nomeadamente no sofá
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Nomeadamente no sofá

Quer fique acordado até ao fim da cerimónia, quer só veja os vencedores no dia a seguir, importante mesmo é ver o cinema. Só assim pode dar os seus bitaites a preceito ou reclamar com o nome que salta do envelope. Se não foi a tempo das estreias no grande ecrã (ou se já não se lembra de quem é quem), no MEO VideoClube pode ver ou rever estes nomeados, nos serões de sofá que lhe restam até dia 9. Ou em qualquer outro lugar ou momento, se já for cliente do serviço MEO Go Multi.

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Quem vai ganhar os Óscares 2020?
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Quem vai ganhar os Óscares 2020?

A entrega dos Óscares acontece só a 9 Fevereiro, mas os nomeados para as 24 categorias dos prémios que celebram o melhor do cinema (na visão de Hollywood), já nos dão algumas pistas para a grande noite. Joker, de Todd Phillips, vai na frente com 11 nomeações, confirmando as apostas dos críticos. O Irlandês, de Martin Scorsese, e 1917, de Sam Mendes, surgem logo atrás. Mas há mais, claro, embora continue e faltar diversidade na Academia. Enquanto não sabemos quem serão os verdadeiros vencedores, arriscamos nas apostas. Não entregamos estatuetas, mas indicamos o caminho. Já fez as suas apostas para os Óscares 2020? Não vá mais longe e arrisque aqui.      Loading... // (function(i,s,o,g,r,a,m){var ql=document.querySelectorAll('A[quiz],DIV[quiz],A[data-quiz],DIV[data-quiz]'); if(ql){if(ql.length){for(var k=0;k

Siga para bingo
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Siga para bingo

As regras são simples. Em baixo tem quatro links para quatro cartões diferentes - um para cada jogador ou equipa. Cada vez que se verificar um evento anotado no seu cartão, beba um copo e faça uma cruz no quadrado respectivo. Quem conseguir riscar mais eventos mais depressa acorda com a maior ressaca e vence o jogo.   Escolha um boletim da lista abaixo, imprima, sirva um copo e boa sorte.  Boletim 1 Boletim 2 Boletim 3 Boletim 4   A Time Out e o MEO aconselham: Seja responsável, beba com moderação. E com estilo também. Use bases para os copos, não manche a mobília. Se amanhã não se lembrar de algum vencedor desta noite, leia tudo em timeout.pt.   Se conseguiu fazer Bingo (ou ficou perto disso) e ainda estiver capaz, envie uma fotografia do seu boletim preenchido para geral@timeout.com até segunda-feira, dia 10 de Fevereiro, às 23.59h e habilite-se a ganhar um dos 10 voucher de 10€ para o MEO VideoClube. Os resultados vão ser anunciados na terça-feira, dia 11 de Fevereiro, no nosso Instagram.     

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Os melhores filmes de Margot Robbie
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Os melhores filmes de Margot Robbie

Em meia-dúzia de anos, e após aparecer em O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese, ao lado de Leonardo DiCaprio, a australiana Margot Robbie chegou ao topo de Hollywood, já teve duas nomeações para os Óscares de Melhor Actriz e Melhor Actriz Secundária e foi considerada pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Passamos aqui em revista os melhores filmes de Margot Robbie desde que se revelou naquela realização de Scorsese, e que incluem títulos como Eu, Tonya, Esquadrão Suicida ou Era Uma Vez... em Hollywood. Esta semana, Robbie volta às telas em Birds of Prey. Recomendado: Os 20 melhores filmes de super-heróis

Trivia da Academia
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Trivia da Academia

Factos, números e curiosidades dos Óscares. Informação mais ou menos inútil para fazer figura entre maluquinhos de Hollywood e entreter os momentos chatos da cerimónia.

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Saoirse Ronan está uma mulherzinha
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Saoirse Ronan está uma mulherzinha

Quando Saoirse Ronan soube que Greta Gerwig estava a trabalhar numa nova versão de Mulherzinhas, o clássico romance de Louisa May Alcott, exigiu um papel no filme. E não foi um papel qualquer. “Estávamos a dar entrevistas, antes da estreia do Lady Bird, e eu fui falar com ela”, conta a actriz norte-americana de origem irlandesa. “Disse-lhe que sabia que ela estava a trabalhar em Mulherzinhas e que eu tinha de ser a Jo [Marsh, a protagonista].” Ficou com o papel, e acaba de ser indicada para o Óscar de Melhor Actriz pela sua prestação. Nada de novo, apesar de ter apenas 25 anos. Foi nomeada para o Óscar de Melhor Actriz Secundária pela primeira vez com 13 anos, pelo seu papel em Expiação, de Joe Wright, voltou a ser nomeada, desta vez na categoria de Melhor Actriz, por Brooklyn, em 2016 e, dois anos depois repetiu o feito com Lady Bird, a sua primeira colaboração com Gerwig. Por que razão era tão importante fazeres de Jo no filme?Cresci com a personagem: é icónica. E a ideia de fazer este papel sob a direcção de alguém que admiro tanto [como a Greta Gerwig] entusiasmou-me. Queria ver o que conseguíamos fazer juntas. Cresceste a ver o filme de 1994? Sim. Li o livro pela primeira vez no início da adolescência, mas tive o primeiro contacto com a história através do filme dos anos 90. Adorei-o. Sentiste alguma pressão por interpretares uma história tão conhecida?É estranho, mas não. Este filme tem uma identidade própria. Todas as versões parecem ter sido feitas com uma geração

Óscares 2020: as mulheres que deviam ter sido nomeadas
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Óscares 2020: as mulheres que deviam ter sido nomeadas

A ausência de Greta Gerwig, a realizadora de Mulherzinhas, a nova e muito elegiada adaptação do clássico de Louisa May Alcott, na lista dos nomeados ao Óscar de Melhor Realizador tem sido muito comentada, embora a fita tenha sido indicada para a estatueta de Melhor Filme. Mas este ano há mais mulheres, não só realizadoras como também actrizes, que tinham esperanças de marcar presença nas listas de nomeados, o que acabou por não suceder. É o caso de Awkwafina (A Despedida) ou Lupita Nyong'o (Nós) em Melhor Actriz, ou de Marielle Haller (Um Amigo Extraordinário) em Melhor Realizador. Recomendado: Grandes actrizes e actores que nunca ganharam o Óscar

Sam Mendes: “Não quero que o público se aperceba da câmara”
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Sam Mendes: “Não quero que o público se aperceba da câmara”

Sam Mendes realizou os dois últimos filmes de James Bond, Skyfall e Spectre, mas não tem grande vontade de falar do novo título da série, que se estreia este ano e no qual não esteve envolvido. “Não há melhor maneira de parar de pensar nisso do que fazer um filme tão absorvente como este”, responde a dada altura, referindo-se a 1917 e voltando a centrar a conversa no seu épico de guerra, entretanto nomeado para dez Óscares. Percebe-se: o seu novo filme sobre a I Guerra Mundial foi exigente, levando-o frequentemente ao limite. É a história de dois soldados britânicos atrás das linhas inimigas (George MacKay e Dean- Charles Chapman), que parte de uma história que o avô, veterano da guerra, lhe contou. E foi filmado praticamente como dois longos planos-sequência, com as várias cenas cosidas através de cortes invisíveis. Durante a rodagem do 1917, chegou a pensar: “Onde me fui meter...”? Todos os dias pensava por que é que estava a fazer uma coisa daquelas a mim próprio. Mas era o argumento que, de certa forma, me obrigava a fazer o que fiz. Escrevi-o com a Krysty [Wilson-Cairns], se bem que a ideia foi minha e não queria mudar nada, portanto não havia muito a fazer. Às vezes, estava a filmar um take de sete minutos e, depois de seis minutos e meio de magia, alguém tropeçava e tínhamos de começar do princípio. Era de partir o coração. No entanto, quando corria tudo bem, era uma sensação incrível. Tem um plano-sequência favorito no cinema? Há um plano de Os Filhos do Homem em q

E o Óscar de Melhor Canção Original vai para...
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E o Óscar de Melhor Canção Original vai para...

Desde a década de 1930 que a Melhor Canção Original é premiada pela Academia das Artes e das Ciências de Hollywood com uma estatueta dourada. Entre os vencedores encontram-se nomes tão diferentes como Irving Berlin, Isaac Hayes, Bruce Springsteen, Bob Dylan ou Eminem. E ainda Randy Newman, Elton John e o duo de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, que voltam a estar nomeados para os Óscares de 2020 e já ganharam no passado. As suas três canções disputam o prémio com composições de Diane Warren e Joshuah Brian Campbell e Cynthia Erivo. E o Óscar de Melhor Canção Original vai para... Que ganhe a melhor. Recomendado: Óscares 2020

Os melhores filmes com Joaquin Phoenix
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Os melhores filmes com Joaquin Phoenix

Há quem o compare a Marlon Brando e quem diga que é o melhor actor norte-americano do momento. Ou pelo menos um dos melhores. Eis Joaquin Phoenix visto através de oito das suas maiores interpretações – incluindo as três que lhe valeram nomeações para os Óscares – e dirigido por realizadores como Gus Van Sant, Ridley Scott ou Paul Thomas Anderson. Depois da estreia de Joker de Todd Phillips, protagonizado pelo actor e premiado com o Leão de Ouro em Veneza, recordamos alguns dos melhores filmes com Joaquin Phoenix. Recomendado: Entrevista a Joaquin Phoenix: “Quero que o Joker nos ponha a pensar”

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Críticas: Óscares 2020

Mulherzinhas
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Mulherzinhas

Pode temer-se o pior quando Greta Gerwig abre a sua adaptação de Mulherzinhas, de Louisa May Alcott (a sétima para cinema), já muito adiantada na acção, com a Jo de Saoirse Ronan a mostrar os seus contos a um editor em Nova Iorque. Em vez de contar a história em linha recta, Gerwig optou por a desarrumar e andar em jiga-joga cronológica, o que não era realmente necessário. Mas a história das quatro irmãs March e da sua família, dos seus amores e dos seus diferentes destinos, resiste a tudo. E em tudo o resto, a realizadora faz todo o jus emocional, cinematográfico e evocativo ao clássico de Alcott sobre a vida entre irmãs, o fim da infância e a queda na maturidade, o porto seguro da família e sobretudo a vontade ardente da arrapazada, inquieta, imaginativa e impetuosa Jo ser independente, escritora reconhecida, feliz nos termos que deseja. A fulgurante Ronan e Florence Pugh (Amy) são esplêndidas, Emma Watson (Meg) e Eliza Scanlen (Beth) cumprem, Laura Dern e Meryl Streep estão perfeitas como Marmee e tia March, e a realização de Gerwig comunga do afã convicto e intenso de Jo. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
4 /5 estrelas
Joker
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Joker

Depois da desmitificação 
e da desconstrução dos super-heróis, eis agora, com Joker, o biografismo dos vilões. Já não chega estes cumprirem as funções para que foram criados, serem os representantes do mal e das forças negativas e perversas da sociedade. Há também que inventar uma história e criar um contexto para “explicar”, ou até justificar, o que são e como se comportam. Em Joker, passado nos anos 80, Todd Phillips tira do saco os mais fatigados lugares comuns da sociologia pronta-a-usar, para contar como é que o anónimo Arthur Fleck se transformou no Joker, um dos arqui-inimigos de Batman. É a vulgata da “vítima da sociedade” em toda a sua vitimização fácil, desgraça pingona e autocomiseração em jorro contínuo. Não há mal que não venha a Fleck, interpretado com cabotinismo exibicionista por Joaquin Phoenix, uma colecção de tiques, caretas e contorções. Fleck quer ser cómico de stand up mas não tem piada, sofre de uma condição neurológica que lhe provoca um riso incontrolável e ridiculo, perde os benefícios da Segurança Social, é gozado na TV e descobre coisas tenebrosas sobre a mãe e a sua própria infância. Ainda por cima, é destratado pelo insensível milionário Thomas Wayne, pai do futuro Batman e figura chapadamente “trumpiana”. Logo, diz o filme, é perfeitamente compreensível que Fleck se torne no assassino psicopata chamado Joker e se vire contra a “sociedade” que tanto o maltratou. Joker é cinema tão banal como demagógico. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Era Uma Vez em... Hollywood
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Era Uma Vez em... Hollywood

Exemplo da ousadia deleitosamente humorística tão característica dos filmes
 de Quentin Tarantino, Era Uma Vez em... Hollywood é uma intricada e imensamente divertida narrativa que junta factos e ficção, colocando personagens inventadas no epicentro de acontecimentos trágicos reais
 e desafiando a história a fazer o seu pior. Encostando-se ao extremo amadurecido, mais Jackie Brown, da obra de Tarantino, o filme é também uma carta de amor à cidade de Los Angeles e à indústria cinematográfica, cuja ironia é primorosamente executada e impulsionada pelo desempenho de Brad Pitt e Leonardo DiCaprio nos papéis principais. É, ainda assim, um filme marcadamente tarantinesco, ora genuinamente emotivo, ora descaradamente absurdo. Tarantino abre com Hollywood na era dos homicídios cometidos pela família Manson – especificamente, com o assassínio da actriz Sharon Tate e dos seus amigos, em Agosto de 1969 – recontando a história à sua maneira, primeiro retratando alguns dias de Fevereiro desse ano e depois o fim-de-semana do massacre, seis meses mais tarde. Isto significa que passamos o filme praticamente todo a indagar sobre a forma como o realizador irá lidar com a tragédia histórica em si. A resposta vem a custo de sangue, suor e lágrimas. Ainda assim, podemos afirmar: Tarantino consegue esculpir circunstâncias abomináveis com um surpreendente bom gosto. Personagens verídicas pontuam o enredo: a malfadada Tate (Margot Robbie), celebridades da era de Nixon como Steve McQueen (Damian Le

A Time Out diz
5 /5 estrelas
1917
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1917

Não faltam na história do cinema filmes rodados num único plano-sequência, ou simulando que foram feitos assim. No primeiro caso, estão Wavelenght, de Michael Snow, Timecode, A Arca Russa, de Alexander Sokurov, ou Utoya, 22 de Julho, de Erik Poppe. No segundo, encontramos A Corda, de Alfred Hitchcock, Birdman, de Alejandro G. Iñárritu, e agora 1917, de Sam Mendes, com a novidade de a montagem que oculta os vários planos ser digital. O filme, com direcção de fotografia de Roger Deakins, não passa o tempo a chamar a atenção para o artifício técnico em que se apoia, nem a câmara a fazer malabarismos visuais para embasbacar o espectador. Mas o dispositivo formal de 1917, que esconde sem dúvida um grande e exaustivo trabalho, técnico e com os actores, apresenta-se ao serviço de uma história de fórmula (dois soldados incumbidos de uma missão aparentemente suicida, neste caso nas trincheiras da I Guerra Mundial). Após um bom arranque, as peripécias dos protagonistas vão parecendo, pouco a pouco, que se desenrolam nos níveis sucessivos de um sofisticado jogo de vídeo, e menos na realidade suja, horrenda e sangrenta das trincheiras e do campo de batalha. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
3 /5 estrelas
O Irlandês
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O Irlandês

O novo filme de Martin Scorsese, que em Portugal pode ser visto apenas na Netflix, é a longa despedida do realizador a uma geração extinta de mafiosos, e ao próprio género de gangsters tal como ele o definiu e celebrizou. Robert De Niro interpreta Frank Sheeran, o irlandês do título, que serviu a Máfia ao longo de várias décadas, foi muito próximo do desaparecido líder sindical Jimmy Hoffa, e já velho e doente, tendo sobrevivido a toda a gente, recorda esses tempos. Em O Irlandês, o Scorsese de Tudo Bons Rapazes e Casino encontra o Scorsese de A Última Tentação de Cristo e Silêncio. A sobreexcitação visual e a violência espectacular são substituídos pela calma, pela compostura, pela melancolia, pelo peso do tempo, pela agonia moral e pelo sentimento de culpa. Também com Al Pacino num Hoffa espalha-brasas e Joe Pesci surpreendente num chefe mafioso todo ele ponderação, bom senso e discrição. Até quando manda matar alguém, é de forma reservada. Por Eurico de Barros

A Time Out diz
5 /5 estrelas
Jojo Rabbit
Filmes

Jojo Rabbit

Em o grande conquistador, a personagem interpretada por Woody Allen tinha Humphrey Bogart como amigo imaginário e conselheiro sentimental. Em Jojo Rabbit, de Taika Waititi, o protagonista, um miúdo de dez anos, o Jojo do título (um óptimo Roman Griffin Davis), que vive na Alemanha nazi e é um entusiástico adepto do regime, tem o próprio Adolf Hitler (interpretado por Waititi) como amigo imaginário. Taika Waititi não é o primeiro a fazer humor com Hitler e com o nazismo, para melhor os atacar. Charlot fê-lo em O Grande Ditador, tal como Ernst Lubitsch e Mel Brooks em Ser ou Não Ser, original e remake, e como os Monty Python num memorável sketch de Os Malucos do Circo, em que Hitler, que se refugiou em Inglaterra, mudou o nome para Hilter e concorre a umas eleições regionais intercalares. O problema com Jojo Rabbit é que Waititi não consegue conciliar dois registos opostos, a comédia satírica e o drama pungente, acabando por deixar que o filme se torne caricaturalmente simplista e forçadamente lamechas, com uma pesada mochila de didactismo pueril.

A Time Out diz
2 /5 estrelas
Parasitas
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Parasitas

Há duas maneiras de fazer um
 filme sobre os problemas, as tensões,
as idiossincrasias, as desigualdades e os fantasmas colectivos de uma sociedade e de um país. A primeira é realizar uma fita abertamente política, militante, engajada, a palpitar de indignação e a martelar a mensagem que se quer fazer passar. A segunda é fazer como o sul-coreano Bong Joon-ho (A Criatura, Uma Força Única, Expresso do Amanhã) em Parasitas, que ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Rodar um filme em que todos estes assuntos são expostos, analisados
e transmitidos ao espectador através das peripécias de um enredo e das características e das relações das várias personagens, com rigor, compostura e subtileza. E porque não, algum humor. Em Parasitas, há duas famílias, uma em cada extremo do espectro social e habitando em locais completamente diferentes de Seul. A primeira, os Ki-taek, é pobre, aglomera-se numa subcave esquálida num bairro popular. O pai, a mãe e a filha estão desempregados,
 o filho chumbou quatro vezes a admissão
 à faculdade, e vivem de expedientes, como dobrar caixas para uma empresa de pizzas. A segunda, os Park, é rica, mora numa moderna e ampla vivenda adquirida ao prestigiado arquitecto que a construiu e lá viveu. O pai tem uma empresa ligada às novas tecnologias, a mãe não faz nada o dia todo, a filha adolescente anda no liceu, o filho miúdo faz a vida negra à governanta e os três cães de raça da casa comem mais vezes ao dia, e melhor, do que os quatro Ki-taek. S

A Time Out diz
5 /5 estrelas
Bombshell - O Escândalo
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Bombshell - O Escândalo

Depois de Russell Crowe ter aparecido quase irreconhecível sob quilos de próteses de borracha na figura de Roger Ailes – o falecido criador e presidente da Fox News e dos canais Fox – na série da HBO The Loudest Voice (e ganho o Globo de Ouro de Melhor Actor numa Série Dramática), é agora a vez de John Lithgow lhe seguir as pisadas e aparecer no mesmo papel, também artificial e grotescamente engordado, qual Jabba the Hutt do assédio sexual, em Bombshell – O Escândalo, de Jay Roach. A engorda artificial mascarada de interpretação iniciada por Christian Bale em Vice parece estar a fazer escola. Ao contrário da série, o filme é feito do ponto de vista de Megyn Kelly (Charlize Theron), a antiga pivô-vedeta da Fox News que foi assediada por Ailes, e que, com a Gretchen Carlson de Nicole Kidman e a Kayla Pospisil de Margot Robbie (esta uma personagem inventada), forma o triunvirato de vítimas da predação sexual do falecido peso-pesado (em mais do que um aspecto) dos media e do Partido Republicano. Bombshell – O Escândalo é feito apartir de uma perspectiva “liberal” (no sentido que a palavra tem nos EUA). A intenção do realizador Jay Roach e do argumentista Charles Randolph (que escreveu o excelente A Queda de Wall Street, em 2015) não se limita a documentar de forma dramatizada os abusos cometidos por Ailes na pessoa das suas jornalistas, durante a sua vigência na Fox News e mesmo antes disso. Roach e Randolph aproveitam também para se atirarem à própria Fox News, que nasceu, sob

A Time Out diz
2 /5 estrelas
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Tudo o que precisa de saber sobre os Óscares

Erros que ficaram para a história na entrega dos Óscares
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Erros que ficaram para a história na entrega dos Óscares

A história dos Óscares também é feita de erros. O mais recente, e sem dúvida o mais grave, foi a troca do envelope na entrega do prémio de Melhor Filme em 2017. Um lapso que, ainda por cima, demorou algum tempo a ser rectificado, e só quando a equipa de  La La Land – A Melodia do Amor já estava em palco e os discursos de agradecimento iam a meio é que a produção explicou aos envolvidos que, afinal, Moonlight é que tinha vencido. Mas ao longo dos anos houve mais problemas e complicações. Recordamos outras gafes, entre trocas de nomes e homens nus. E esperamos que não aconteça nada parecido nos Óscares de 2019. Recomendado: Óscares 2019 – "A Favorita" e "Roma" destacam-se com dez nomeações cada

Os dez musicais que ganharam o Óscar de Melhor Filme
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Os dez musicais que ganharam o Óscar de Melhor Filme

Desde a primeira cerimónia de entrega dos Óscares, em Maio de 1929, até hoje, apenas dez musicais venceram o ambicionado Óscar de Melhor Filme. Entre os vencedores, estão clássicos como Um Americano em Paris (1951) e Gigi (1958), ambos de Vincente Minnelli, My Fair Lady (1964), de George Cukor, ou Música no Coração (1965), de Robert Wise. Mas nos últimos 50 anos só um filme (Chicago, de Rob Marsall) arrebatou a principal estatueta da Academia de Hollywood. E ainda não vão ser os Óscares de 2019 a mudar estas contas. O que só prova que o género já conheceu melhores dias. Recomendado: Comédias que ganharam o Óscar de Melhor Filme

As únicas comédias que ganharam o Óscar de Melhor Filme
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As únicas comédias que ganharam o Óscar de Melhor Filme

Os Óscares – como a maior parte das cerimónias de prémios – tendem a privilegiar um certo tipo de filmes, mais sérios, por assim dizer, em detrimento de quase tudo o resto. É claro que há sempre excepções, e estas preferências vão mudando com o tempo, mas as comédias raramente estiveram nas boas graças da Academia de Hollywood. E é pouco provável que esta tendência se inverta nos Óscares de 2019. Afinal, ao longo dos anos, só seis filmes cómicos levaram para casa o cobiçado Óscar de Melhor Filme. Frank Capra, Leo McCarey, Billy Wilder, Tony Richardson e Woody Allen foram os realizadores dos filmes premiados. Recomendado: Os dez musicais que ganharam o Óscar de Melhor Filme

Grandes actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar
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Grandes actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar

Numa cidade em que o estatuto de A List diz muito, Hollywood continua a ser implacável com algumas das caras mais conhecidas da indústria. Na cidade dos anjos contam-se histórias que traduzem amores e desamores da condição humana, histórias de força e superação, histórias de desastre e redenção, para que nos seja possível suportar a existência. Mas, no fim, há mais em jogo do que uma linha que nos estremece ou um monólogo que nos acompanha como bíblia para o resto dos dias. A estatueta dourada é a bitola que separa o que é bom do que é divino, mas nem sempre é consensual. Esta é a lista dos actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar. Recomendado: Os 50 melhores filmes clássicos de sempre

Oito grandes realizadores que nunca ganharam Óscares
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Oito grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

Já se sabe que nem sempre os melhores realizadores (e os melhores actores e os melhores filmes...) são aqueles que ganham os Óscares, e já por muitas ocasiões as estatuetas de Hollywood foram parar às pessoas erradas, deixando de mãos a abanar quem as merecia. Neste aspecto, os Óscares de 2019 não hão-de ser excepção. Todavia, às vezes, estas injustiças acabam por ser corrigidas, com realizadores que não foram premiados pelas suas obras-primas a ganharem o Óscar anos mais tarde, ainda que por filmes menores. Noutros casos é tarde demais para corrigir o erro, e no máximo pode atribuir-se um Óscar Honorário. Foi o que aconteceu a cineastas do gabarito como Howard Hawks, Ernst Lubitsch e outros figurões. Recomendado: Grandes actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar

As actrizes e os actores com mais Óscares
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As actrizes e os actores com mais Óscares

Foram muitos os actores e actrizes que, desde 1929, data da primeira cerimónia dos prémios, ganharam um Óscar. Pouco mais de 40 conseguiram levar para casa duas estatuetas da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood ao longo da sua carreira. Mas mais do que isso? Quase nenhuns. Katharine Hepburn é a actriz mais premiada, tendo recebido quatro Óscares de Melhor Actriz entre 1934 (por Glória de Um Dia) e 1982 (por A Casa do Lago). Depois vêm Daniel Day-Lewis, Meryl Streep, Jack Nicholson, Ingrid Bergman e Walter Brennan – o único que nunca foi eleito melhor actor principal, vencendo apenas por papéis secundários. São muito poucos os actores com mais Óscares. É um clube muito restrito e é pouco provável que alguém se junte a ele quando tudo acontecer nos Óscares de 2019. Talvez para o ano. Recomendado: Grandes actores e actrizes que nunca ganharam o Óscar

Cinco músicos nomeados para os Óscares
Filmes

Cinco músicos nomeados para os Óscares

Em Mudbound - As Lamas do Mississípi, Mary J. Blige interpreta uma mãe de família que enfrenta o racismo e sofre os efeitos da Segunda Guerra Mundial num Mississippi rural. A lista que se segue dá-lhe outros exemplos de músicos com sucesso na hora de se vestirem de actores, de tal forma que que chegaram mesmo a uma nomeação para os Óscares. Não contamos aqui, claro está, todas as nomeações para canções originais e banda-sonora, quase sempre dominada e ganha por músicos.

Filmes gays nos Óscares: os dez mais marcantes a concorrer à estatueta dourada
Gay

Filmes gays nos Óscares: os dez mais marcantes a concorrer à estatueta dourada

É uma época de ouro para o cinema LGBT+. Filmes como Moonlight, Chama-me Pelo Teu Nome ou Um Homem Singular trouxeram uma representação muito necessária para o grande ecrã, ao mesmo tempo que proporcionam experiências cinematográficas surpreendentes. A democratização das questões de género e da orientação sexual é um tópico que ganha cada vez mais força e a Academia vai reconhecendo o talento — ainda que a plenitude ainda não tenha sido alcançada. Saia do armário connosco, instale-se confortavelmente no sofá e recorde os filmes gays nos Óscares que marcaram a indústria dos sonhos. Recomendado: Dez filmes gays essenciais

Filmes de animação que ganharam um Óscar
Filmes

Filmes de animação que ganharam um Óscar

Tem até ao dia 4 de Março, data da 90ª cerimónia dos Óscares, para sentar a família toda no sofá e fazer uma maratona pelos filmes de animação que ganharam a estatueta dourada nos últimos 16 anos. Comédia, suspense, drama, musical, western – vale tudo, desde que meta desenhos animados. Recomendado: Os filmes mais esperados até aos Óscares

Oito filmes que ganharam o Óscar de Melhor Guarda-roupa
Filmes

Oito filmes que ganharam o Óscar de Melhor Guarda-roupa

Chegados aos Óscares 2018, retomamos alguns filmes mais bem-vestidos de sempre e confirmamos a tendência: nada como um enredo de época para conquistar quem tem a palavra final. 

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Recorde os Óscares 2019

Em noite de surpresas, o prémio maior foi para Green Book
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Em noite de surpresas, o prémio maior foi para Green Book

Foi uma noite de surpresas, com a maior de todas a ser guardada para o fim: Green Book – Um Guia Para a Vida venceu o Óscar de Melhor Filme, deixando para trás o favorito Roma. O filme de Peter Farrelly valeu ainda a Mahershala Ali a estatueta de Melhor Actor Secundário. Sem o habitual, e tantas vezes controverso, apresentador, depois de a Academia ter afastado Kevin Hart por declarações homofóbicas, a noite de Óscares deste domingo foi diferente com a diversidade em cima do palco e com os prémios a serem distribuídos pelos vários filmes. Se olharmos para os números, não deixa de ser surpreendente que Bohemian Rhapsody, o filme sobre a vida de Freddy Mercury que tanto apaixonou os fãs de Queen como chateou os críticos, seja o grande vencedor com quatro Óscares. O filme que teve o seu realizador despedido, depois de várias acusações de abuso sexual, valeu a Rami Malek o Óscar de Melhor Actor. Bryan Singer, no entanto, nunca foi mencionado. Logo atrás, ficaram Black Panther, Green Book e Roma com três estatuetas. Pela primeira vez, o México venceu o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro com Roma, de Alfonso Cuarón. O filme da Netflix era um dos grande favoritos aos prémios com dez nomeações, a par de A Favorita, mas acabou por arrecadar apenas três. Ainda assim, as memórias de infância de Cuarón numa clara homenagem à empregada doméstica que o ajudou a criar valeram-lhe o Óscar de Melhor Realizador. Roma venceu ainda na categoria de Melhor Fotografia. Nunca a Netflix tinha co

E o Óscar devia ir para...
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E o Óscar devia ir para...

Eurico de Barros e Joshua Rothkopf, crítico da Time Out Nova Iorque, fazem apostas sobre os vencedores desta edição dos Óscares, que acontece já neste domingo em Los Angeles, e discutem sobre quem merecia ganhar cada estatueta. Esquecendo a justiça, os dois críticos apostam ainda nos vencedores – eles nem mereciam, mas quase de certeza que vão ganhar, dizem. Mas como isto tem sempre alguma coisa de aleatório, decidimos criar um jogo do bingo para o entreter nas partes chatas da noite. A Favorita, de Yorgos Lanthimos, e Roma, de Alfonso Cuarón, são os favoritos aos prémios mais importantes de Hollywood com dez nomeações cada. Recomendado: Os injustiçados das nomeações aos Óscares

Conheça os nomeados a Melhor Filme
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Conheça os nomeados a Melhor Filme

Mais uma vez, esta é aquela altura do ano em que os cinéfilos se preparam para uma longa noite em frente à televisão para verificarem se as suas previsões se confirmam. Para já, A Favorita, de Yorgos Lanthimos, e Roma, de Alfonso Cuarón, cada um com dez nomeações, são os filmes na linha da frente, com Assim Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper, e Vice, de Adam McKay, na sua pegada, ambos com oito nomeações. Logo atrás está a única verdadeira surpresa, Black Panther, realizado por Ryan Coogler, nomeado em sete categorias. Mas isto nunca se sabe para que lado se vira o júri… Conheça os nomeados a Melhor Filme.  Recomendado: Guia para os Óscares 2019

O melhor filme estrangeiro
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O melhor filme estrangeiro

O Melhor Filme Estrangeiro é o parente pobre na cerimónia de entrega de Óscares. Ainda assim, poucos são os países que não apresentam candidatos, e ainda menos os cineastas que não gostariam de uma estatueta na mão. Entre dezenas de candidatos, caíram no goto do júri cinco nomeados de diferentes latitudes estéticas e geográficas. Há um, no entanto, que se tem destacado: Roma, de Alfonso Cuarón. O filme da Netflix é um dos grandes favoritos aos Óscares deste ano. Além de nomeado para Melhor Filme Estrangeiro, Roma concorre ainda nos prémios principais (Melhor Filme e Realizador).  Recomendado: Os injustiçados das nomeações aos Óscares

Estas são as nomeadas para melhor actriz
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Estas são as nomeadas para melhor actriz

Uma cantora, uma desconhecida, uma veterana, uma cara da comédia agora num papel dramático e uma actriz que depois de anos no meio conseguiu finalmente o seu grande protagonismo. São assim, em traços gerais, as nomeadas na categoria de melhor actriz para a edição dos Óscares deste ano. Olivia Colman, Lady Gaga, Melissa McCarthy, Glenn Close e Yalitza Aparício são as escolhidas da Academia. Conheça as cinco nomeadas aos Óscares na categoria de Melhor Actriz. A vencedora é anunciada a 24 de Fevereiro. Recomendado: Óscares 2019 – estes são os nomeados para melhor actor

Estes são os nomeados para melhor actor
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Estes são os nomeados para melhor actor

É uma lista de pesos pesados, embora com duas estreias para Rami Malek e Willem Dafoe, já nomeado no passado na categoria secundária da representação, mas nunca na principal. Juntamente com Malek (Bohemian Rhapsody) e Dafoe (À Porta da Eternidade), estão na corrida Christian Bale, por Vice, Bradley Cooper, por Assim Nasce Uma Estrela e Viggo Mortensen, por Green Book – Um Guia para a Vida. Dos cinco, só Cooper dá vida a uma personagem fictícia, todos os outros são retratos reais de figuras tão conhecidas como Freddy Mercury, Vincent Van Gogh ou Dick Cheney. Conheça os cinco nomeados aos Óscares na categoria de Melhor Actor. O vencedor é anunciado a 24 de Fevereiro. Recomendado: Os injustiçados das nomeações aos Óscares

Os injustiçados das nomeações aos Óscares
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Os injustiçados das nomeações aos Óscares

É inevitável. Todos os anos há faltas, omissões e esquecimentos de lamentar, incompreensíveis, ou pura e simplesmente injustos na lista dos indicados aos Óscares da Academia. A lista deste ano não é excepção, muito pelo contrário. Robert Redford e O Cavalheiro com Arma, Clint Eastwood e Correio de Droga, Bradley Cooper (na categoria de Melhor Realizador por Assim Nasce uma Estrela, em vez estar nomeado como Melhor Actor), Emily Blunt, John David Washington (como Melhor Actor em BlaKkKlansman: O Infiltrado) e o aclamadíssimo filme sul-coreano Burning, de Lee Chang-dong (em Melhor Filme Estrangeiro), são ausências verdadeiramente gritantes. Recomendado: Oito grandes realizadores que nunca ganharam Óscares

Os melhores filmes de Bradley Cooper
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Os melhores filmes de Bradley Cooper

Um dos nomes mais activos e notados de uma nova geração de intérpretes do cinema americanos, Bradley Cooper já trabalhou sob a direcção de cineastas como Clint Eastwood, Cameron Crowe e David O. Russell, e é um actor capaz de se mexer entre os grandes estúdios e o cinema independente Ei-lo em sete filmes fundamentais para o entendimento da sua ascensão em Hollywood, recentemente coroada pela realização e interpretação de Assim Nasce Uma Estrela, ao lado de Lady Gaga. A que se seguirá Bernstein, que vai também realizar e onde personificará o maestro e compositor Leonard Bernstein.  Recomendado: Filmes em cartaz esta semana

Os filmes essenciais de Willem Dafoe
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Os filmes essenciais de Willem Dafoe

Frequentador de filmes independentes como de grandes produções de estúdio e de fitas europeias de autor, Willem Dafoe é um actor para todas as estações, que não se deixou estereotipar nos papéis de vilão, como ameaçava suceder no início da sua carreira no cinema.  Agora está nomeado para o Óscar de Melhor Actor pela sua interpretação em The Florida Project. Recomendado: Entrevista a Willem Dafoe: "As pessoas agora estão a engatar-se a elas próprias."

Os melhores filmes de Spike Lee
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Os melhores filmes de Spike Lee

Apesar do engajamento político de Spike Lee e da estridência da sua expressão cinematográfica, o seu mais recente filme, BlacKkKlansman: O Infiltrado, acaba por ser bastante moderado. Isso podia não ser um problema, se não fosse também um filme menor do realizador, sem a tensão nem a pertinência de películas como Não Dês Bronca, de 1989, ou A Última Hora, de 2002, entre outros marcos da sua obra. Recordamos os melhores filmes do clelebrado cineasta americano, no activo desde o final dos anos 70. Recomendado: O Ku Klux Klan no cinema

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Arquivo: Óscares 2018

"A Forma da Água" é o grande vencedor dos Óscares
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"A Forma da Água" é o grande vencedor dos Óscares

O filme de Guillermo del Toro levou para casa quatro estatuetas douradas, incluindo as de Melhor Filme e Melhor Realizador, e partilhou a noite com momentos que vão ficar para a história dos Óscares, como o vencedor mais velho de sempre ou o primeiro trans a ser distinguido pela Academia. Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Banda Sonora e Melhor Direcção de Arte: eis os quatro Óscares que A Forma de Água venceu. Dunkirk ficou logo a seguir, com três estatuetas em categorias técnicas: Melhor Montagem, Melhor Edição Sonora e Melhor Mistura de Som. Frances McDormand, como os críticos da Time Out Lisboa apostaram, ganhou o prémio de Melhor Actriz do ano, e Gary Oldman, pela interpretação de Churchill em A Hora Mais Negra, foi distinguido com o galardão de Melhor Actor. Nos secundários, a Academia distinguiu Sam Rockwell pelo papel em Três Cartazes à Beira da Estrada e Allison Janney, por Eu,Tonya. Coco, da Pixar, é o Filme de Animação do ano.  "Se esta noite está nomeado mas não está a fazer história, temos pena..." Quem o disse foi o apresentador Jimmy Kimmel – e, de facto, a 90ª cerimónia será inesquecível por várias razões: Uma Mulher Fantástica transformou-se no primeiro filme protagonizado por uma actriz transgénero a ganhar um Óscar (o de Melhor Filme Estrangeiro); com 89 anos, James Ivory tornou-se o homem mais velho de sempre a ser distinguido, pelo Argumento Adaptado de Chama-me Pelo Teu Nome; e a estatueta de Melhor Argumento Original foi para Jordan Peele (Corr

Óscares 2018: Dez momentos electrificantes numa cerimónia morna
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Óscares 2018: Dez momentos electrificantes numa cerimónia morna

Nada alguma vez se vai comparar com a colossal confusão de há um ano, o engano no anúncio do Óscar para Melhor Filme que acrescentou o termo EnvelopeGate ao léxico cultural de Hollywood. Mas se é verdade que na noite passada não assistimos a qualquer calamidade – talvez porque seria demasiado previsível – a cerimónia dos Óscares conteve ainda assim uma mão cheia de momentos a puxar à ovação, na sua maioria a merecer os hashtags #Metoo e #Timesup e de alguma forma relacionados com as muitas ramificações da queda de Harvey Weinstein. Eis dez momentos sobre os quais se andará a falar nas próximas 24 horas.       "This is for my old buddy Phil Hoffman" (“Esta é para o meu velho amigo Phil Hoffman"), disse Sam Rockwell no final do discurso de agradecimento pelo Óscar de Melhor Actor Secundário em Três Cartazes à Beira da Estrada, já com a música em crescendo e a convidá-lo a sair de cena. Foi muito rápido, muita gente pode nem ter dado por isso, mas a reacção ruidosa da plateia foi significativa: ainda estamos todos a fazer o luto pelos papéis que Philip Seymour Hoffman, prematuramente desaparecido, não protagonizou. "Representation matters," (“A representação conta/importa”): disse o realizador de Coco, Lee Unkrich, depois de receber o Óscar por Melhor Filme de Animação. Com grande à-vontade no pódio (já lá tinha estado para receber o Óscar por Toy Story 3), Unkrich agradeceu ao povo do México e às suas “"infindavelmente belas cultura e tradições”. Significativamente, o seu

Óscares 2018: os palpites dos críticos da Time Out Lisboa
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Óscares 2018: os palpites dos críticos da Time Out Lisboa

Não perca o nosso Especial Óscares 2018

'A Forma da Água' lidera corrida aos Óscares com 13 nomeações
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'A Forma da Água' lidera corrida aos Óscares com 13 nomeações

A Forma da Água, de Guillermo del Toro, é o filme mais nomeado para a edição deste ano dos Óscares, que acontece a 4 de Março. O filme que já valeu ao mexicano o Globo de Ouro de Melhor Realizador surge bem à frente de Três Cartazes à Beira da Estrada, até aqui apontando como o grande favorito. O filme de Martin McDonagh tem sete indicações. Dunkirk, de Christopher Nolan, somou oito nomeações. A pouco mais de um mês da grande cerimónia, foram esta terça-feira anunciados os nomeados para Óscares. Com alguma surpresa, A Forma da Água, que ainda neste fim-de-semana foi premiado pelos produtores de Hollywood, tornou-se no filme mais nomeado este ano. Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actriz (Sally Hawkins), Melhor Actor e Actriz Secundários (Richard Jenkins e Octavia Spencer), Melhor Argumento e Melhor Banda Sonora (Alexandre Desplat) são algumas das indicações. O filme estreia-se em Portugal a 1 de Fevereiro. Logo atrás, está Dunkirk com oito nomeações, inclusive Melhor Filme e Melhor Realizador. Já Três Cartazes à Beira da Estrada, que tem conquistado quase todos os prémios que antecedem os Óscares, está nomeado em sete categorias. A comédia negra está nomeada para Melhor Filme, mas não para Melhor Realizador. Frances McDormand, a grande favorita ao Óscar de Melhor Actriz, não falhou a nomeação. Na corrida ao Óscar de Melhor Filme estão ainda Chama-me pelo Teu Nome, A Hora Mais Negra, Get Out, Lady Bird, Phantom Thread e The Post. Entre os filmes mais nome

Óscares 2018: conheça os nomeados na categoria de Melhor Filme
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Óscares 2018: conheça os nomeados na categoria de Melhor Filme

Vendo as nomeações de maneira aritmético-desportiva, A Forma da Água segue à frentee Três Cartazes à Beira da Estrada está na sua peugada. O que pode muito bem nãoquerer dizer nada. Surpresas podem acontecer, pelo que nada é garantido. Exceptoserem estas as nove películas nomeadas para Óscar de Melhor Filme.

Óscares 2018: E o Melhor Filme de Animação é…
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Apesar dos Óscares especiais para Branca de Neve e os Sete Anões, Quem Tramou Roger Rabbit e Toy Story, ou a nomeação para Melhor Filme de A Bela e o Monstro, foram precisas sete décadas para os profissionais de animação verem reconhecido o seu trabalho. E desde Shrek grande foi a evolução, vísivel na lista de nomeados. Recomendado: Especial Óscares 2018

Óscares 2018: cante connosco a Melhor Canção Original
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Este Óscar deve premiar canções que tenham um papel real no filme (A Whole New World, em Aladino, por exemplo). Nem sempre acontece. Talvez aconteça este ano. Seja como for, embora atribuído aos compositores, não é indiferente quem canta os temas nomeados. E há intérpretes de peso nesta edição. Recomendado: Óscares 2018

Óscares 2018: Categorias técnicas ou a corrida dos desconhecidos
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Melhor Mistura de Som são Óscares de que só os profissionais querem saber. Porém, sem estes elementos, por vezes fundamentais à intriga e à narrativa, o cinema seria diferente. Faça-se justiça. E aqui vão eles. Recomendado: Especial Óscares 2018

Óscares 2018: E o Melhor Documentário é…
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A crise económica de 2008, a vida nas pequenas comunidades, a dopagem no desporto russo, a Guerra da Síria, ou o papel da Justiça na discriminação racial são os temas dos cinco filmes nomeados. Obras que, apesar de uma excepção, contrariam a tendência de confundir realidade com ficção, fixando no documentário realista as suas intenções. Recomendado: Tudo sobre os Óscares

Óscares 2018: e o Melhor Filme Estrangeiro é…
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Um Óscar é um Óscar, e mesmo para os que, na Europa, acham o de Melhor Filme Estrangeiro sinal de paternalismo de Hollywood, nunca é indiferente o vencedor, ou os perdedores. Entre dezenas de candidatos, caíram no goto do júri cinco nomeados de diferentes latitudes estéticas e geográficas. Cinco desafios em desfile já a seguir.

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