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Os melhores restaurantes latino-americanos de Lisboa

Apure o sotaque latino, que aqui tudo sabe a México, Peru, Brasil e Argentina. Ponha o chapéu de Mariachi e treine os passos de samba: está na hora do jantar

Fotografia: Arlindo Camacho
El Bulo Social Club

Não sabe onde comer causas, tacos, moquecas, ceviches, empanadas e guacamole na cidade? Atravessámos o Atlântico sem sair de Lisboa para lhe apresentar os melhores restaurantes latino-americanos. Para escorregar melhor, pode escolher entre mojitos, pisco sours, caipirinhas e margaritas. Mantenha um copo de água por perto, que a coisa pode aquecer.  

Os melhores restaurantes latino-americanos de Lisboa

El Clandestino

Há clandestinos mais clandestinos na cidade, mas nenhum tem a pinta do El Clandestino, com paredes graffitadas com desenhos de Frida Khalo, caveiras e santas, fotografias étnicas e uma instalação gigante que recria a favela do Vidigal. O menu tem sotaque latino, com totopos, guacamole, tacos, ceviches e quesadillas. Tudo para ser regado com pisco sour, margarita, mojito ou – na loucura – shots de tequila. Remate com o obsceno Jardin de Churros, uma sobremesa com churros finos e estaladiços para mergulhar num copo de doce de leite com espuma de lima. Como disse o nosso crítico: "O El Clandestino é, em poucas palavras, de puta madre."

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Chiado/Cais do Sodré

A Cevicheria

Não se deixe enganar pelo ambiente requintado e iluminado: a decoração não é garrida e caótica como imaginamos toda a América do Sul, mas na Cevicheria do Chef Kiko tudo é peruano, do milho frito que antecede o jantar, ao leite de tigre que serve de base aos vários ceviches (uma mistura de sumo de lima com caldo de peixe e aipo), das causas ao dulce de leche e piña colada, para a despedida. Acompanhe com o cocktail de assinatura da casa: o pisco sour, com aguardente – adivinha – peruana. "No aceptan reservas".

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Princípe Real

Pistola y Corazon

Na primeira taqueria de Lisboa não se deve fazer cerimónias: os tacos de bistec con chile, tinga de pollo, camarón ou carnitas devem ser comidos à mão – e partilhados entre brindes com marguerittas (as melhores de Lisboa) e grandes tragos de água, para acalmar o picante em línguas mais sensíveis. Comida de rua do México em pleno Cais do Sodré.

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Cais do Sodré

Las Ficheras

A base do popular mexicano de garfo e faca do Cais do Sodré é a comida caseira que se faz no México. Daí que a carta comece nas sopas, vá aos tacos, passe pelas enchiladas e fajitas, e siga pelas sobremesas, onde o dulce de leche está em destaque, claro. E ainda inclua, óbvio, tequilas e mezcais.

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Cais do Sodré

Empanaderia El Pibe

Os motivos eram diferentes, mas o resultado acabou por ser o mesmo. Por amor, Gonçalo comprou um bilhete para a Argentina e o Uruguai. "Fui atrás de uma namorada." Já Tomás, partiu de mochila às costas em busca do desconhecido. "Passei pelo Chile, Equador, Peru e Colômbia."Enquanto lá estiveram, empaturraram-se de empanadas e quando voltaram vinham com a cabeça a fervilhar de ideias. Estão todas na Empanaderia El Pibe, que também serve ceviche de manga, chouriço de porco preto no pão, lomito (um prego de lombo de vitela) e os famosos alfajores – bolachas com "dulce de leche".

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Café Buenos Aires

É um restaurante argentino na sua raiz, mas esta viagem à terra de Maradona e do Papa Francisco faz escala na Turquia (há hummous), em Itália (há massas frescas) e até em Azeitão (há queijo de Azeitão). A especialidade é o bife – tira argentina com batata doce assada e molho chimichurri – mas vale a pena relembrar as milanezas de mozzarella. 

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Chiado

Comida de Santo

Há mais de 30 anos que a Comida de Santo oferece aos lisboetas os melhores sabores baianos. Casquinha de siri, bobó de camarão (evite a piada marota, já muito batida nesta casa), vatapá, picadinho à mineira e xim xim de galinha estão entre as especialidades, mas a feijoada continua a ser a alquimia mais requisitada. Se sobrar espaço, há quindim e baba de moça.

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Princípe Real

El Bulo Social Club

Chakall abriu em Marvila um restaurante do tamanho da Argentina. Ok, é ligeiramente mais pequeno, com 1300 metros quadrados, mas tem espaço para o chef dar asas à imaginação. De uma cozinha saem ceviches e nacos de carne para o restaurante, da outra repastos para o catering, mais um negócio da casa. À entrada, há ainda uma loja com produtos argentinos.

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Marvila

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Comentários

1 comments
Marcos C
Marcos C

O El Clandestino é para esquecer - apesar do staff ser 5 estrelas o resto é sempre down down down, guacamole super salgado, as vieiras são congeladas e tão finas que mal se sente o sabor das mesmas e as doses pequenas e uma barulheira com decibeis bem acima do aceitável.