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Rita Chantre | Courage Bistro
Rita Chantre

Os melhores restaurantes para jantares de grupo em Lisboa

Se está à procura de sítios para jantares de grupo em Lisboa, veio parar à lista certa. Mais do que perfeitas, estas são as opções de que precisa.

Beatriz Magalhães
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Todas as razões são boas para reencontros, festas e jantares de grupo. Com a família, amigos ou colegas de trabalho, seja em grandes mesas comunitárias, em clássicas mesas redondas ou em longas mesas corridas, não há plano melhor do que juntar toda a gente para uma boa refeição. Além dos restaurantes tradicionais ou dos novos que têm aparecido na cidade com espaço para muitos comensais, apontamos-lhe os 30 melhores para a ocasião (alguns com menus especiais que facilitam a vida na hora da escolha). Se está à procura de restaurantes para jantares de grupo em Lisboa, não vá mais longe.

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Os melhores sítios para jantares de grupo

  • Português
  • Avenida da Liberdade

Nesta Floresta, quando o relógio se aproxima das 13.00, as mesas já estão cheias, e da cozinha vão saindo bons pratos típicos portugueses. O serviço é simpático, à antiga, as sopas são caseiras, os pratos bem cheios. Nos pratos do dia, tanto pode apanhar um bacalhau com grão (sempre em postas generosas), como um arroz de bacalhau, umas lulas recheadas ou uns carapauzinhos fritos. Para grupos que não querem gastar muito, mas querem comer bem, aqui está a resposta. 

  • Lisboa

O restaurante, que ocupa uma antiga casa, respeita a planta da habitação e divide-se pelas suas diferentes áreas – da cozinha ao terraço. A comida é inspirada na gastronomia portuguesa e brasileira e grupos são muito bem-vindos. Por 28,50€ por pessoa, tem direito a entrada; um prato principal, como filete de robalo com risotto de camarão e espargos, picanha com arroz, feijão e banana frita, ou fettuccine com gambas, brócolos e tomate cherry; e sobremesa, doce da casa ou fruta da época. As bebidas não estão incluídas (se quiser acrescentar, o valor fica por 38,50€).

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  • Português
  • Carnide/Colégio Militar

É um clássico dos jantares do grupo, também por ser aquele restaurante que raramente falha no que diz respeito a alimentar várias bocas ao mesmo tempo. Na Adega das Gravatas, há três menus de grupo (dois a 45€ por pessoa e ambos com direito a prato de peixe e carne e um a 50€ – é neste que encontra o elogiado polvo à lagareiro e o naco de novilho na pedra). Independentemente da escolha, os três menus incluem pão, manteiga, queijo de ovelha e presunto, sobremesa à escolha e bebidas. Se o motivo do encontro é de festa, o espumante fica por conta da casa.

  • Português
  • Campo de Ourique

Comida de conforto portuguesa com técnica de chef. O restaurante de Hugo Candeias poderia ser sintetizado assim. Com serviço ininterrupto, este Avó tem uma carta com muitos clássicos e algumas surpresas, do pastel de massa tenra ao bolinho de bacalhau em tempura. Nos pratos principais, listam-se o xerém de lingueirão, o empadão de rabo de boi e propostas de partilha como cuscos de Vinhais com língua de vaca e frango na púcara. Nas sobremesas, serve-se a sericaia quente e a tarte basca. O espaço é grande: tem uma sala e uma esplanada interior (que pode ser fechada para eventos). E não falta a mesa comunitária.

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  • Belém

Entre a Doca de Belém e o Tejo, o Bonança ocupa a Associação Naval de Lisboa com uma escala que impressiona – e uma esplanada que tira partido directo da água e do movimento da marina. Cá fora, é esse cenário que dita o ritmo; lá dentro, o olhar perde-se no mural de 1940 que domina a sala de pé-direito altíssimo. A cozinha segue a mesma lógica de viagem, com base em peixe e marisco e influências de outras geografias, dos crus aos arrozes mais trabalhados. Com espaço amplo, várias zonas e ambiente que evolui pela noite dentro, é daqueles sítios onde a esplanada é só o início.

  • Oeiras

É o irmão mais novo do Praia no Parque. Ao contrário dos restantes do grupo, este restaurante é pensado para famílias. O espaço convida à partilha – há uma mesa oval com capacidade para 10 a 14 pessoas a pedir refeições em grupo – e o menu, assinado por Lúcio Bastos, é uma viagem ao Mediterrâneo, com inspiração nas cozinhas do sul de Itália, da Grécia, de Ibiza e do Algarve. Por lá encontra lula grelhada, lombo de atum braseado, massas, como linguine e ravioli, picanha, pernil, ou bife do lombo à portuguesa.

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  • Marvila

Estamos num dos grandes armazéns do Poço do Bispo, mas também em Marrocos. Há sabores já conhecidos, como o apetitoso húmus ou a salada fresca du jardin, com quinoa, frango, abacate, tomate e pesto. Outros pequenos pratos, também servidos numa lógica de partilha, começam por intrigar. É o caso do zaalouk, salada à base de beringela assada, ou do briouat, pequenos pastéis de queijo e ervas, feitos com massa fina, de forma muito semelhante à de uma pequena chamuça. São servidos em quantidade e com chutney de tomate a acompanhar.

  • Parque das Nações

Nesta churrasqueira moderna, o frango vem para a mesa numa travessa de inox. Serve-se à dose ou à meia dose e o menu garante os acompanhamentos da praxe – batatas fritas, arroz de alho e salada montanheira. Mas nem só frango assado sai desta grelha. O piano de porco ibérico, as plumas ou os lagartos, a espetada de peru ou o costeletão de novilho estão lá para saciar os carnívoros. No campeonato do peixe, as grandes especialidades dividem-se entre o bacalhau na brasa e o polvo na brasa. Com espaço para quase 600 pessoas, o restaurante é ideal para jantares de grupo.

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  • Alvalade

Uma boa escolha para quem quer fazer um jantar de grupo animado. O Cobaia tem um menu para grupos a partir de dez pessoas a partir de 33€ por pessoa. Inclui couvert; tártaro de novilho ou salmão nikkei; camarão panado, maionese e crumble de wasabi; arroz de enchidos e/ou risotto de polvo; e, para sobremesa, brownie de amendoim e/ou tarte de queijo. Depois, é possível acrescentar bebidas durante a refeição – por mais 12€, 17€ ou 30€ por pessoa, dependendo da quantidade e tipo de bebidas.

  • São Sebastião

Se está à procura de um restaurante descontraído, muito cool, e ideal para um jantar de grupo barulhento, eis o Courage Bistro. A cozinha é de inspiração italiana e grega, por isso tanto há pizzetas e massas, como espetadas e pão pita com tzatziki. Nas entradas, conte com cubos de risotto fritos com queijo alla vodka ou carpaccio de polvo com molho cítrico, pepino e maionese caseira. Nas massas, destaque para o ravioli com ricota, parmesão, espinafres e molho de manteiga queimada com salva, e a girella com ragu e parmesão. No final, não vá embora antes de provar o tiramisù.

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  • Xabregas

O saudoso Pistola y Corazon vive! Depois de fecharem o mexicano mais acarinhado de Lisboa na década passada, Marta Fea e Damien Irizarry recolheram-se no projecto Foodriders e em alguma iniciativas soltas. Mas estão de volta aos restaurantes e em força. No Duro de Matar, reinam os melhores sabores mexicanos, tanto clássicos como criações vegetarianas e veganas que espreitam o futuro. O espaço é ideal para quem está à procura de juntar os amigos para uma noite divertida. Costuma haver DJ sets e muita dança. 

  • Estrela/Lapa/Santos

Nesta parrilla acesa todo o dia tanto passam grandes cortes de carne ou uma bola de Berlim. O restaurante conta com três salas, incluindo a que tem um pequeno balcão à frente do fogo, com bancos para assistir de perto à preparação dos pratos. A carne é a protagonista, com propostas que vão da bavette (corte bovino nobre e suculento, da parte inferior do lombo), ao lomo bajo ou ao chuletón, para acompanhar com coleslaw, puré de batata trufado ou o arroz de forno – que também tem lugar nos pratos principais numa dose maior e acompanhado de secretos de porco preto. 

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  • São Sebastião

A carta do espaço – que não é de tapas nem fine dining – não é exactamente igual à do restaurante-mãe em Espanha. Não é sequer igual todos os dias: varia consoante a estação e o produto disponível. Por isso também os menus de grupo podem ir variando. Damos-lhe na mesma uma ideia do que neles poderá encontrar. O primeiro (75€ por pessoa) inclui propostas como corvina com couve assada e kimchi, e escalope san román. O segundo (90€) tem alguns pratos iguais e algumas adições, como tarte tatin de alho francês nas entradas, ou tarte de chocolate nas sobremesas. As bebidas estão incluídas.

  • Haute cuisine
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O chef Henrique Sá Pessoa mudou o seu restaurante gastronómico para o Páteo Bagatela. O espaço, intimista e com cerca de 30 lugares, propõe uma abordagem mais livre e contemporânea ao fine dining, com cozinha aberta e uma experiência centrada na proximidade com os clientes. Para grupos (entre oito e 12 pessoas), há uma experiência de private dining com valores que vão dos 125€ aos 180€ por pessoa. O mais barato inclui entrada, prato principal e sobremesa, e o mais caro conta ainda com dois snacks e amuse-bouches, e mais um prato principal.

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  • Chinês
  • Martim Moniz

Ousamos dizer sem pruridos: dificilmente terá jantar de grupo mais divertido do que este. No restaurante chinês Hua Ta Li, no topo do centro comercial do Martim Moniz, há salas privadas para grupos com direito a karaoke e tudo. O menu não é fechado, é tudo pedido à carta, havendo um consumo mínimo obrigatório. Ou seja, para ter acesso a uma sala para 12 pessoas é preciso gastar 300€. Para 18 pessoas o consumo é de 500€ e para um grupo de 25 é de 650€. A carta inclui todos os clássicos de um restaurante chinês – desde o pato à Pequim ao porco agridoce.

  • Português
  • Chiado/Cais do Sodré

No Intenso, a tradição portuguesa está por todo o lado e a chefiar a cozinha está Mateus Freire, que promete “portugalidade” acima de tudo. A pensar em almoços ou jantares de grupo, o chef criou três menus com propostas para partilhar. O mais barato custa 35€ por pessoa e inclui pratos como caras de bacalhau, empada de cogumelos e arroz de pato. A opção mais "robusta" custa 55€ por pessoa e inclui cabrito assado, croquetes, escabeche de coelho. As sobremesas são os clássicos de Natal: sonhos, azevias, bolo-rei...Todos os menus incluem duas bebidas por pessoa.

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  • Avenidas Novas

Vasco Coelho Santos, chef com uma estrela Michelin no Euskalduna, desceu até Lisboa para, juntamente com Inês Azevedo, fazer uma cozinha que resume em quatro palavras: “produto, fogo, técnica e honestidade”. Entre as propostas do Lamina (animal ao contrário), brilham coraçõezinhos, orelha, moelas, rabo, língua e outras miudezas. O desafio é comer tudo, "do príncipio ao fim", conceito que entre o meio gastronómico se costuma traduzir como nose to tail. Mas, para quem não vai à bola com miudezas, há muita comida de conforto na carta. Para a sobremesa, a popular rabanada de assinatura do chef. 

  • Oeiras

No Madrasta não falta espaço para abrigar grupos. Há três menus à escolha. O primeiro custa 35€ por pessoa e inclui couvert; entradas; um prato principal, como gnocchi com pesto ou ravioli de abóbora e salmão fumado; e tiramisù. O segundo é quase igual, mas custa 45€: mudam alguns pratos, como o principal, que pode ser bife de novilho, ou risotto de trufa e cogumelos. Por mais 12€ por pessoa, podem incluir-se bebidas à discrição durante duas horas. O último menu (40€) não requer escolha prévia dos pratos, já que são todos pensados para partilha, incluindo pizzas.

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  • Cervejaria artesanal
  • Marvila

Desde que a Musa se instalou nesta casa, o espaço tornou-se ainda mais convidativo. A esplanada, cheia de pinta, é óptima para famílias durante o dia (tem até um parque infantil). À noite, o mambo é outro. A carta é sempre fora da caixa e nunca igual – tantas vezes para se sujar os dedos e comer sem culpas. Para grupos, há vários menus: de petiscos, hambúrgueres, ou até um "buffet" que inclui pratos como arroz de pato, ensopado de lulas, ou lasanha vegana. Os preços começam nos 15€ e podem chegar aos 42€ por pessoa. Escolha não falta.

  • São Sebastião

Foi o primeiro restaurante de Kiko Martins e ao fim de mais de dez anos continua a ser um dos restaurantes de carne de destaque em Lisboa. O menu tem influências de várias geografias e consiste sobretudo de carne maturada, tal como sugere o nome do restaurante. Aos clássicos d'O Talho, como o tártaro de novilho com alga nori e vodka, e o bife Wellington, juntam-se pratos sazonais, que levam borrego, rabo de boi, ou magret de pato. Nas sobremesas há criações como rabanada de foie gras com gelado de natas e vinagre balsâmico.

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  • Xabregas

O Refeitório da Praça não abdica nunca da qualidade do produto. Os menus foram pensados para grupos entre 12 e 40 pessoas e começam nos 36€ por pessoa. Um deles é o menu Praça (41€ por pessoa), que inclui: pão e azeitonas, croquetes e peixinhos da horta como entradas; costela com arroz de forno de enchidos e lombo de bacalhau com broa, batata a murro e grelos para principais; e, para finalizar, um brownie de chocolate com uma bola de gelado. As bebidas (água, limonada, cerveja, vinho branco ou tinto, e café) estão incluídas. 

  • Português
  • Cais do Sodré

O Pap’Açorda, que tem hoje uma legião de clientes fiéis e apaixonados, marcou a cena gastronómica da cidade nas décadas de 80 e 90. Ao fim de 35 anos deixou o Bairro Alto para reabrir no primeiro piso do Time Out Market, num espaço com o dobro do tamanho do original. São 800 metros quadrados, com 150 lugares sentados e 25 ao balcão, distribuídos por duas salas e dois bares, cheios de luz. A lista, como o espaço, cresceu, e aos pratos mais clássicos, Manuela Brandão juntou novos. Há empadão de sapateira, sopa de mexilhão folhada, caril de lagosta e canja de rabo de boi com rabanadas de vinho do Porto.  

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  • São Sebastião

Junto ao lago do Parque Eduardo VII, o Praia no Parque é conhecido por fazer a ponte entre o jantar e a noite sem ter de sair do restaurante. De quinta a sábado, o restaurante fecha mais tarde e quem vai ali jantar sabe que vai acabar a dançar e de copo na mão. É sempre um bom destino para grupos e o conceito de partilha reina na carta. Conte com bao de porco, bife Wellington com salada verde, ou vieiras grelhadas com togarashi e lima. As carnes grelhadas, os pratos de arroz e de peixe são outras das opções. 

  • Avenida da Liberdade

Descontraído, com uma grande preocupação com a frescura do produto e sem horas para começar a comer e acabar de beber, o Regabofe serve marisco e outros clássicos de marisqueira, como pica-pau, prego e bitoque. Mas não só. Entre as surpresas da carta estão os croquetes de rabo de boi, a gamba da costa marinada, e os crocantes de camarão. Para terminar, há tarte basca e um sorbet de manga com espuma de gengibre e lima, para comer ou beber – com ou sem vodka. A sala do fundo do restaurante, com capacidade para dez pessoas, foi pensada precisamente para grupos.

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  • Oeiras

É um dois-em-um: restaurante de inspiração francesa e clube nocturno com vista para o rio. A cozinha é liderada pelo chef Ricardo Galves, que cruza a base gaulesa com influências e produtos portugueses. A elegante ementa sugere propostas como rissóis de berbigão, tártaro de novilho, robalo com beurre blanc ou magret de pato. No piso inferior, a experiência prolonga-se pela noite dentro no Nox, um clube de dança dedicado à música electrónica. Para grupos, além da carta, há três menus que podem ser definidos previamente (a 35€, 50€ ou 65€ por pessoa, sem bebidas).

  • Árabe e Médio Oriente
  • Chiado/Cais do Sodré

No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar. Não faltam clássicos como húmus, o labneh ou a própria moussaka, aqui em versão vegana, com cogumelos. No segundo separador, conte com ali nazik, um puré de beringela fumada, iogurte e alho, ou rolinhos de musakhan, de massa filo, levemente fritos, com recheio de frango desfiado, cebola caramelizada, pinhões e sumac. Da Turquia chega a Adana kebab, espetada de carne de borrego e vaca, servido com cebola e pimentos assados.

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  • Chiado
Sea Me
Sea Me

Chama-se peixaria moderna, mas é já um clássico da cidade. Ao fundo, perto das mesas, fica a montra de peixe fresco, de apanha diária – e dali pode ir para a grelha ou para peças de sushi. Há duas propostas para grupos (a partir de dez pessoas e até 26): uma elaborada por si (preço sob consulta) e outra que fica a 60€ por pessoa. Esta última tem niguiri de sardinha, croquete de berbigão e choco frito em tempura negra; massada de corvina e camarão; mousse de chocolate negro com praliné e ginja. À chegada, conte com um flute de espumante. As bebidas estão incluídas.

  • Lisboa

No bastião da comida tradicional portuguesa, o menu de grupo é feito à medida, respeitando a individualidade e partindo, ainda assim, de uma base. Confuso? É simples. O menu tem uma base obrigatória (custa 38€ por pessoa) que inclui petiscos, um pijaminha de doces, e bebidas. A isso, é obrigatório juntar um prato: o bacalhau assado no forno à portuguesa, por exemplo, acrescenta 34,50€ à conta, enquanto o cabrito assado soma 29€. É ainda possível adicionar entradas e uma welcome drink para o grupo. Para quem estiver disposto a gastar mais, há salas especiais com consumos mínimos a partir dos 1000€.

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  • Chinês
  • Parque das Nações

Neste restaurante chinês no Parque das Nações cabem até 180 pessoas. No entanto, não é obrigado a sentar-se na sala comum, pode antes reservar uma sala privada (há mais do que uma com capacidade até 40 ou 66 pessoas). Isto porque a arquitectura do espaço permite abrir e fechar salas, criando vários ambientes. Na comida, conte com wonton, sopa picante, gyozas, frango picante, noodles, pato à pequim – todos os clássicos. 

  • Belém

Com 500 lugares, divididos entre o espaço interior e a esplanada, a ZeroZero em Belém é resultado de um investimento de quatro milhões de euros do grupo Plateform. Fica em frente ao rio, no antigo Espaço Espelho d’Água. Às pizzas, pastas e charcutaria, junta-se ainda uma gelataria na esplanada. Quem conheceu o Espelho d’Água anteriormente, estará familiarizado com o espaço, já que arquitectonicamente toda a estrutura foi mantida, mas notará as diferenças, especialmente o esforço em se criar alguma intimidade num local tão amplo. 

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