Os melhores restaurantes na Avenida da Liberdade

A Avenida é a mais cara da cidade mas nem todos os restaurantes são para esvaziar o carteira. Eis o roteiro dos melhores restaurantes na Avenida da Liberdade
JNCQUOI
Fotografia: Arlindo Camacho JNcQUOI
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Não se assuste: tal como há lojas na Avenida para todos os bolsos, também há restaurantes. Dos mais tradicionais, que seguem os bons costumes portugueses, aos italianos, vegetarianos ou saudáveis. Esta é a nossa escolha dos melhores restaurantes na Avenida da Liberdade para comer bem depois de uma ida às compras, a meio de um dia de trabalho ou para um jantar especial.

Os melhores restaurantes na Avenida da Liberdade

Terraço do Tivoli Avenida
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Terraço

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O restaurante no último andar do hotel Tivoli Avenida é um clássico de Lisboa, de comida tradicional portuguesa. Em Agosto de 2017 lavou a cara: o chef nortenho Rui Paula chegou a Lisboa e tirou a formalidade ao restaurante – as toalhas, por exemplo, deixam de existir. A própria sala está mais arejada e a esplanada prolonga-se para o Sky Bar. A comida é de conforto, na mesma linha do que o chef faz nos seus restaurantes DOC e DOP, no norte do país, e trabalha os produtos sazonais. Não tem menus de degustação, tem carabineiro, carpaccios ou ceviches de entrada, e quatro pratos de peixe e outros tantos de carne para a refeição principal.

+ 18 curiosidades sobre o chef Rui Paula

SushiCafe Avenida
© Ana Luzia
Restaurantes

Avenida SushiCafé

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O SushiCafé Avenida, restaurante vizinho do Guilty, que abriu em 2010 na Barata Salgueiro, numa continuidade do projecto que já existia nas Amoreiras, trocou o nome próprio com o apelido e chama-se agora Avenida Sushi Café. Houve também alguma remodelação no espaço. Daniel Rente continua a ser o chef à frente do projecto, a carta continua a casar alguma gastronomia japonesa com outros sabores internacionais e, claro, a ter uma ligação nacional, sobretudo em matéria-prima – que não haja, porém, confusões com o sushi de fusão. O que há de novo é um menu de degustação, mais proteínas do mar (a.k.a. peixes e mariscos) e novas junções de sabores.

A Time Out diz
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JNCQUOI
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

JNcQUOI

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O JNcQUOI tem três andares com tudo e mais alguma coisa: um restaurante, um bar, uma mercearia e uma loja de moda de luxo. Pelo meio também há macarons da famosa casa francesa Ladurée. O investimento de quatro milhões de euros é do grupo Amorim Luxury, detentor das lojas Fashion Clinic. “Queremos oferecer uma experiência que toque em todas as partes da vida dos nossos clientes”, explica Maria Pimentel, responsável de marketing do grupo. Por isso, no mesmo edifício tem de tudo: um lugar para fazer compras (a loja Fashion Clinic de Homem), para relaxar com um copo de vinho, para petiscar (Delibar) ou para comer uma refeição encorpada (no restaurante do piso de cima, o JNcQUOI).  

Restaurantes, Cervejarias

Cervejaria Liberdade

icon-location-pin Avenida da Liberdade

A mítica Brasserie Flo, o restaurante de inspiração francesa, situado no piso térreo do hotel Tivoli, com grandes janelas viradas para a Avenida da Liberdade, deu lugar à Cervejaria Liberdade – uma das novas apostas de restauração do tailandês Minor Hotel Group que comprou os hotéis Tivoli no ano passado. Serve essencialmente produtos nacionais, com especial incidência nos peixes e no marisco portugueses. No menu (e sobre uma lota com gelo, por cima do novo balcão), brilham gambas do Algarve (80€/kg), camarões de Espinho (90€/kg), santolas (35€/kg), lagostas (145€/kg), e muito peixe fresco do dia. A ideia da Cervejaria Liberdade é que o cliente escolha o produto e a forma como o quer consumir, ou seja, um peixe-galo pode dar origem a sushi e sashimi, filetes com arroz solto de tomate (28€), ou então a um ceviche com cebola roxa, lima e coentros (18€).

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A Floresta do Salitre - Sala
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Floresta do Salitre

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Confissão: um grupo de trabalhadores da Time Out desloca-se quase todas as sextas-feiras à Floresta do Salitre para dividir duas especialidades imperdíveis: a entremeada de leitão e o bacalhau cozido. Porém, não é essa a razão pela qual este restaurante de comida tradicional figura, desde a primeira edição, no Guia dos 150 melhores de Lisboa. Isso deve-se à comida portuguesa autêntica, do bitoque do lombo ao bacalhau, e ao excelente atendimento.

Camera
Restaurantes

Luzzo

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O melhor deste restaurante, a três passos da Avenida da Liberdade, numa paralela, é experiência de futuro que oferece: todos os pedidos são feitos através de um tablet. Isso e as boas pizzas, servidas em tábuas de madeira. Com a Onassis, com camarões salteados e vieiras com molho de champanhe e coentros (11,50€) ou a Luzzo, com uma mistura de cogumelos salteados, tiras de bacon crocante e ananás caramelizado (11,25€) vai bem servido de certezinha. E é boa escolha para ir com a criançada, já que tem uma zona própria para miúdos.

A Time Out diz
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Gioia Food Lab
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Gioia Food Lab

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Não é um restaurante de comida saudável, é um restaurante com "consciência alimentar", dizem os responsáveis. A cozinha é chefiada por Diogo Quintas desde Janeiro de 2017 e tem noventa e cinco porcento de produtos biológicos. Cozem pães e pizzas feitos com farinhas especiais em forno de lenha e servem desde tártaros e ceviches a massas e risotos ou pratos mais compostos como o boca negra dos Açores com puré de beringela. 

A Time Out diz
DELIDELUX Avenida
Fotografia: MMP
Restaurantes

Delidelux (Avenida)

icon-location-pin Avenida da Liberdade

A mercearia mais gourmet de Lisboa deixou de ser exclusiva da beira-Tejo. A nova DeliDelux do grupo Multifoods – que detém também o restaurante Alma, de Henrique Sá Pessoa, no Chiado e a cadeia de hambúrgueres Honorato, entre outros – abriu junto à Avenida da Liberdade. As estantes e prateleiras, à semelhança do primeiro espaço em Santa Apolónia, estão repletas de chás, mostardas variadas, crackers de carvão (sim, leu bem), compotas, garrafas de azeite e de vinho. E atrás da vitrina há ainda muitos queijos e enchidos para serem levados para casa. Os brunches e os petiscos mantêm-se, mas há novidades, a começar pelos pequenos-almoços e pela banca de saladas. 

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Tabilk
©DR
Restaurantes

Tabik

icon-location-pin Avenida da Liberdade

O Tabik está alojado no Bessa Hotel. Da rua vê-se um hall sofisticado, nórdicos esparramados em sofás; e logo ao lado vidros de alto a baixo mostram a sala do restaurante toda em madeiras claras. A arquitectura convida também os lisboetas a entrar – não para pernoitar mas para almoçar. O chef residente, Manuel Lino, veio inaugurar a cozinha no ano passado com selo de jovem esperança. O slogan da casa é “fusão de arte e tradição” e tem um menu executivo com um preço justo (19,95€).

A Time Out diz
Olivier Avenida - Polvo Assado
©Inês Costa Monteiro
Restaurantes, Global

Olivier Avenida

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Olivier da Costa já estendeu o seu império de restaurante à Costa da Caparica, a Cascais e ao Algarve, em sociedades. Mas a jóia da coroa, e aquele que continua a ser o melhor de todos, é o Olivier Avenida, com uma série de especialidades a que costuma chamar, e com razão, de pratos de luxo. Falamos de picanha de kobe, do foie gras fresco com maçã caramelizada ou linguini com parmesão e trufa preta ralada. 


A Time Out diz
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Jardim dos sentidos
©DR
Restaurantes

Jardim dos Sentidos

icon-location-pin Princípe Real

Sopas de lentilhas, caris de tofu e ervilhas, seitans tandooris, estufados de cenoura com harissa, esparregados e, para terminar, lasanhas de banana como sobremesa. Estes são apenas alguns dos pratos possíveis no buffet do Jardim dos Sentidos, junto à Avenida da Liberdade. Anita Cunha, a chef, que também pratica yoga, acredita na alimentação como cura. Por isso, entregue-se nas mãos da chef e livre-se dos seus males de barriga cheia. Se quiser uma experiência ainda mais arrojada, reserve um jantar zen. Será recebido com uma massagem, seguida de uma refeição a dois (130€).

A Time Out diz
Open Brasserie Mediterrânica - Tarde de Amêndoa e Grão
©DR
Restaurantes

Open Brasserie Mediterrânica

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Pratos sem glúten, peixes vindos da pesca sustentável, muitos produtos biológicos, uma aposta declarada nos fornecedores locais e materiais de arquitectura e decoração que demonstram preocupação com o ambiente. Esta é a filosofia do restaurante do Inspira Santa Marta Hotel, que não seguiu a última tendência da cozinha, mas tem este tipo de orientação desde que abriu, há mais de cinco anos. A cozinha é, fazendo jus ao nome, de inspiração e sabores mediterrânicos, mas os pratos são bem consistentes e saborosos. Exemplos? Risoto de camarão e lima ou pernil de porco com tomate e migas.

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Os Tibetanos - Bife de Tofu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Vegetariano

Os Tibetanos

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É impossível passar à porta d’Os Tibetanos e não virar a cabeça para a entrada. Seja pelo cheirinho que vem da cozinha e chega cá fora, seja pelas bandeiras coloridas penduradas no exterior. Quem entra dá de caras com um sítio tranquilíssimo e uma ementa 100% vegetariana, ligada à cozinha do mundo, onde convivem os papadams indianos, com os momos nepaleses, isto é, uns pastéis tibetanos recheados de espinafres e queijo, e onde há caris, massas, saladas e até bifes de tofu e seitan, com fama em Lisboa inteira.

A Time Out diz
Rubro Avenida - Buey Maturado
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Rubro Avenida

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Estar sentado à mesa do Rubro é estar sentado num qualquer restaurante tradicional de Madrid ou Sevilha. Até as madeiras do espaço fazem lembrar o décor do país vizinho. Da cozinha saem ovos rotos com presunto, revueltos de espargos verdes, puntillitas, de buey, batatas bravas ou pica-pau de solomillo de buey, que fazem do Rubro o sítio ideal para quem gosta de petiscos. Depois e se lhe sobrar fome, peça um dos nacos de carne maturada de buey, também parte de uma secção da carta para dividir.

A Time Out diz
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Arroz de Lagosta e Gambas do Solar dos Presuntos
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Solar dos Presuntos

icon-location-pin Lisboa

No Solar dos Presuntos têm uma predilecção por famosos. Não que tratem o ser humano comum de forma diferente, nada disso, mas as celebridades são, regra geral, alvo de uma flashada para mais tarde imortalizar na parede da casa. E elas vêm aos magotes. Portuguesas e estrangeiras, certamente recomendadas por quem sabe que aqui se faz comida tradicional de alto calibre. A cozinha é de Monção, as doses idem, mas leva alguns toques da vizinha Espanha. Prove o polvo à galega, o arroz de lavagante e o cozido (só às quartas).

A Time Out diz
Sopa Borsch do Stanislav
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

Stanislav

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Qual matrioska, o Stanislav é um restaurante russo que tem várias nacionalidades lá dentro: Ucrânia, Moldávia, Uzbequistão e outros países que estiveram sob o domínio da antiga União Soviética. Pode provar o mítico caviar com blinis, a borsch, sopa de beterraba típica da Rússia, um verdadeiro tartar de vitela picada à mão ou o conhecido frango à Kiev, recheado com manteiga e ervas aromáticas. E quando já se sentir completamente enquadrado, pegue no copo e brinde a [inserir motivo de celebração], enquanto vocifera um valente “Na Zdoróvie!”

A Time Out diz

Comer e beber em Lisboa

Alma - Polvo Assado, Casca de Batata
©DR
Restaurantes

Os melhores restaurantes de cozinha de autor

José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Alexandre Silva, Sergi Arola e Miguel Rocha Vieira são alguns dos chefs-super-estrela à frente destes restaurantes de cozinha de autor em Lisboa. Estendam a passadeira vermelha, que os pratos que aqui desfilam são de assinatura e dignos de paparazzi. 

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Zé da Mouraria - Bacalhau com Grão
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes para comer muito e pagar pouco

Comer fora é caro, mas restam alguns verdadeiros achados, quando falamos da possibilidade de encher a pança sem esvaziar a carteira. Não se preocupe que fizemos a papinha toda, não estivéssemos nós a falar de comida, para que não tenha que matar a cabeça a descobrir cada um destes pequenos tesouros gastronómicos da cidade. Apresentamos-lhe cinco dicas de restaurantes em Lisboa bons e baratos, e ainda sugerimos o que comer em cada um.   Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa até 10 euros

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