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Restaurante, JNcQUOI Asia
©Inês FélixJNcQUOI Asia

Os melhores restaurantes na Avenida da Liberdade

A viagem tem muitas opções e sabores. Eis o roteiro dos melhores restaurantes na Avenida da Liberdade.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Sim, sabemos a reputação da zona. Afinal, é aqui que fazemos casa, e ela serve-nos de paisagem todos os dias. Sabemos dos índices de circulação automóvel, dos índices de poluição, dos preços por metro quadrado e da quantidade de marcas prestigiadas que fazem a vizinhança. Mas não se assuste: tal como há lojas na Avenida para todos os bolsos, também há restaurantes. Dos mais tradicionais, que seguem os bons costumes portugueses, aos italianos, vegetarianos ou saudáveis. Esta é a nossa escolha dos melhores restaurantes na Avenida da Liberdade (e arredores) para comer bem depois de uma ida às compras, a meio de um dia de trabalho ou para um jantar especial.

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Os melhores restaurantes na Avenida da Liberdade

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Grande Lisboa

No Libertà não vai encontrar pizza ou carbonara. Aqui a ideia é trabalhar com a autêntica comida italiana, sem floreados, mas de maneira pouco convencional. O italiano da região de Bérgamo Silvio Armanni, ex-chef executivo do Octavium, em Hong Kong, com uma estrela Michelin, é quem assume as rédeas na cozinha, aqui sem pretensão a estrelas. Na sua carta, dá muito destaque à massa, fresca e preparada no restaurante, mas também brilham pratos de carne e focaccias. A isto junta-se um menu de almoço que vai sendo alterado regularmente. Para acompanhar, pode optar por um dos cocktails: clássicos italianos ou de assinatura. 

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

Neste restaurante da Avenida da Liberdade, o peixe é o ingrediente estrela. Escolhe-se na banca e serve-se ao jeito do cliente: em sushi, grelhado, frito e na sopa (ou tudo isto numa só refeição). O nome pode dar azo a brincadeiras e trocadilhos, e quem sabe até sugerir o que não é, mas no que toca a peixe o Sexy Sea quer ser levado a sério. Sexy é o mar de onde chegam os peixes que compõem a montra deste restaurante. Abriu nas costas da Avenida da Liberdade, pelas mãos de Abel Moura e Cunha, o mesmo chef que deu cartas no Rabo d'Pêxe, nas Avenidas Novas, e que foi formado pelos chefs Paulo Morais e Anna Lins. Para além do ex-líbris, que é o peixe da montra ao quilo, há outros pratos que vale a pena experimentar, como a massa fria udon, com coentros, cebola, peixe do dia, soja, manga e sorbet de yuzu, o bacalhau com migas e couve (18€), ou os combinados de sushi. E, apesar do foco estar no peixe, há boas opções de carne, sendo a estrela o wagyu japonês. Longe da vista, no piso inferior, há uma sala privada para jantares de grupo, com uma obra de Mário Belém a dar um toque de cor e irreverência.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Fernando Sá e Thiago Silva abriram o Zenith no Porto em Maio de 2017 com mesas carregadas de comida em pratos instagramáveis e com cocktails a acompanhar – sem menus e com a ideia de mostrar que brunch é mesmo uma refeição, como o almoço e o jantar, e não é um pacote”. A norte foi um sucesso tal que o trouxeram para Lisboa, mesmo colado à Avenida da Liberdade. 

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

Mal abriu, entrou directamente para a lista dos restaurantes mais bonitos da cidade. Mas o esqueleto do velociraptor no meio da sala, os espelhos nas paredes e portas e o belíssimo balcão não são os únicos motivos para ir ao luxuoso restaurante do grupo Amorim. Tão ou mais importante é a cozinha com clássicos italianos, franceses e portugueses. Em 2019, praticamente ao lado, ganhou um irmão mais novo, tão ou mais bonito: o JNcQUOI Asia. O dinossauro deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente. Ao todo são quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. Na carta, há especialidades das quatro regiões.

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  • Restaurantes
  • Japonês
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A marca japonesa de Olivier da Costa deixou a Rua da Escola Politécnica para se instalar no clássico Olivier Avenida. E tudo mudou, do chão ao tecto, ganhando uma decoração oriental e um pequeno jardim interior. A vontade de dar nova vida ao Yakuza já existia e a pandemia só a acelerou, afinal o restaurante estava num espaço arrendado (onde antes funcionou a Rota das Sedas). Há peças decorativas do velho restaurante, como o samurai à entrada, qual porteiro da festa, ou a tela sob o balcão de sushi em madeira e as lâmpadas de papel a iluminar, tenuemente, o espaço. Ao menu, carregado de fusão e outras especialidades de peixe fresco, juntam-se algumas novidades, como o nigiri de toro e caviar ou o de carabineiro, a pata de caranguejo grelhada com molho miso, o lombo de merluza no miso ou mesmo o preguinho yakuza, uma espécie de nigiri, mas aqui com base de pão brioche com cogumelos, lombo de novilho, caviar e trufa. Continuam os tacos e há ainda propostas a sair da grelha japonesa robata, como é o caso das asinhas de frango com flor de lima e sal. 

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A cozinha saudável do Local tem vindo a marcar terreno em Lisboa – estrearam-se no Mercado da Vila, em Cascais, e daí vieram à conquista do centro de Lisboa, com o mesmo serviço, sempre muito completo. De manhã servem papas de aveia, panquecas, bruschettas e coconut bowls, para começar bem o dia. Ao almoço e jantar, há muita escolha de pratos de peixe e carne, juntamente com opções vegetarianas e vegan. Há ainda várias opções de poke.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade
  • preço 3 de 4

Um pequeno oásis em plena Avenida da Liberdade, o Sítio é o restaurante do Hotel Valverde. Na cozinha está a chef cabo-verdiana Carla Sousa, que já anda de volta dos tachos e pratos do Valverde desde 2014. Nesta mudança pós-pandemia, mantém-se uma cozinha de autor, mas agora Carla Sousa – que passou pela Cervejaria Lusitana com Vítor Sobral, pelo Penha Longa Resort com o chef Rui Calçada ou pelo Bairro Alto Hotel com Sá Pessoa – aposta numa ementa contemporânea e com especial enfoque nos vegetais e nos alimentos da estação.

  • Restaurantes
  • Vietnamita
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 1 de 4

Da rua, passa quase despercebido. Uma porta e uma pequena montra entre muitas portas e montras na Rua de Santa Marta, nas costas da Avenida da Liberdade. Lá dentro, não é muito diferente: um balcão e meia dúzia de mesas num espaço despido que em tempos há-de ter albergado uma pequena tasca. Só o nome, a música e as caras de quem nos recebe denunciam onde estamos: um restaurante vietnamita sem aparato que só quer servir comida autêntica a um preço acessível.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

O Oui Mais Non, que conta com um interior amplo e uma esplanada, nasceu há cerca de um ano, no número 180 da Avenida da Liberdade, onde antes morava a Ladurée. A responsável, Schellyna Bhanji, quis manter a estética francesa, mas dar-lhe um toque inglês, já que além do brunch e de algumas opções para almoço é uma casa de chá. É por essa razão que na decoração do espaço há apontamentos punk a complementarem o estilo parisiense, como um quadro de Maria Antonieta com brincos alargadores nas orelhas.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

Depois de testado e aprovado em São Paulo – a revista brasileira Veja considera-o um dos melhores e mais badalados restaurantes da cidade –, o Seen instalou-se no nono piso do Tivoli, com uma vista incrível sobre a cidade. O tronco de árvore dentro do bar e as folhas a cobrir o tecto dão as boas-vindas, mas é o balcão de sushi que mais deslumbra, com a parede em frente envidraçada, desimpedindo a vista até ao rio.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Abriu em 2010 na Barata Salgueiro, numa continuidade do projecto que já existia nas Amoreiras, trocou o nome próprio com o apelido e assim ficou a designação actual: Avenida Sushi Café. Por lá, o Japão é o tema principal e a carta tem opções que vão do tataki de atum ao sushi to sashimi – um combinado de sashimi de vários peixes –, passando também pelo katsudon. 

  • Restaurantes
  • Cervejarias
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

A mítica Brasserie Flo, o restaurante de inspiração francesa situado no piso térreo do hotel Tivoli, com grandes janelas viradas para a Avenida, deu lugar à Cervejaria Liberdade. Serve sobretudo produtos nacionais, com especial incidência nos peixes e no marisco portugueses.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade

Confissão: houve, em tempos, um grupo de trabalhadores da Time Out que religiosamente se deslocou quase todas as sextas-feiras à Floresta do Salitre para dividir duas especialidades imperdíveis: a entremeada de leitão e o bacalhau cozido. Mas há mais pratos gulosos neste restaurante tradicional português, do bitoque do lombo ao bacalhau. O atendimento é excelente.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 2 de 4

As estantes e prateleiras, à semelhança do primeiro espaço em Santa Apolónia, estão repletas de chás, mostardas variadas, crackers de carvão (sim, leu bem), compotas, garrafas de azeite e de vinho. E atrás da vitrina há ainda muitos queijos e enchidos para serem levados para casa. Os brunches e os petiscos mantêm-se, mas há novidades, a começar pelos pequenos-almoços e pela banca de saladas. 

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  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Fica numa rua meio escondida, perto da Avenida da Liberdade, mas conseguimos garantir-lhe que o desvio vale a pena. O forte aqui é a comida tradicional portuguesa a preços simpáticos e sempre com doses generosas, do cozido à portuguesa aos pratos de bacalhau. O único ponto contra é que a casa enche com facilidade, mas não se preocupe porque o serviço não empata.

  • Restaurantes
  • Princípe Real

Sopas de lentilhas, caris de tofu e ervilhas, seitans tandooris, estufados de cenoura com harissa, esparregados e, para terminar, lasanhas de banana como sobremesa. Estes são apenas alguns dos pratos possíveis no buffet do Jardim dos Sentidos, junto à Avenida da Liberdade. Se quiser uma experiência ainda mais arrojada, reserve um jantar zen. Será recebido com uma massagem, seguida de uma refeição a dois.

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  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É impossível passar à porta d’Os Tibetanos e não virar a cabeça para a entrada. Seja pelo cheirinho que vem da cozinha e chega cá fora, seja pelas bandeiras coloridas penduradas no exterior. Quem entra dá de caras com um sítio tranquilíssimo e uma ementa 100% vegetariana, ligada à cozinha do mundo, onde convivem os papadams indianos, com os momos nepaleses, isto é, uns pastéis tibetanos recheados de espinafres e queijo, e onde há caris, massas, saladas e até bifes de tofu e seitan, com fama em Lisboa inteira.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

Estar sentado à mesa do Rubro é estar sentado num qualquer restaurante tradicional de Madrid ou Sevilha. Até as madeiras do espaço fazem lembrar o décor do país vizinho. Da cozinha saem ovos rotos com presunto, revueltos de espargos verdes, puntillitas, batatas bravas ou pica-pau de solomillo de buey, que fazem do Rubro o sítio ideal para quem gosta de petiscos. Depois e se lhe sobrar fome, peça um dos nacos de carne maturada de buey, também parte de uma secção da carta para dividir.

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  • Restaurantes
  • Lisboa

Depois de umas obras que levaram anos, e que até desenterraram 28 esqueletos com dois milénios, o Solar dos Presuntos apresentou-se no final do Verão passado como novo. À primeira vista, ainda do lado de fora, parece que nada mudou – e mesmo sabendo que o restaurante que apregoa ter “alta cozinha de Monção” e que se tornou numa referência de Lisboa está diferente, é impossível imaginar uma transformação tão radical e, ao mesmo tempo, tão subtil. Um investimento de cerca de quatro milhões e meio de euros transformou o Solar dos Presuntos, tornando-o não só maior como mais luminoso e contemporâneo. Ganhou uma esplanada com uma centena de lugares e um mural de Vhils a homenagear Evaristo Cardoso e a mulher, Maria da Graça, o casal que abriu o restaurante em 1974. No meio de tantas mudanças, há três coisas, essenciais, que não mudaram: a carta (apesar de agora estar na cozinha o chef Hugo Araújo, que estava no Alquimia do H2otel Congress & SPA, na Serra da Estrela), as fotografias na parede, e o atendimento familiar.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Stanislav Café, a segunda vida do extinto restaurante de especialidades russas Stanislav Avenida, há propostas de pequeno-almoço, brunch e lanche para toda a família. Mas além de ovos estrelados e torres de panquecas, há também sopas e pratos do dia como frango à Kiev. Para as crianças, uma zona dedicada, com uma casinha de bonecas, lápis de cor e desenhos para pintar.

Comer e beber em Lisboa

  • Restaurantes

À beira-rio ou mais para dentro, clássicos de sempre convivem com novidades que dão cada vez mais cor e vida a Alcântara. Tanto há tascas tradicionais a preços acessíveis como um estrela Michelin, restaurantes de diferentes latitudes, espaços pensados para levar a família e restaurantes que à noite viram discotecas. As Docas, agora renovadas, voltam a ter a vida de outros tempos, enquanto a LX Factory continua uma paragem obrigatória. Nestes restaurantes em Alcântara, há opções para todos os gostos e ocasiões.

  • Restaurantes

Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão.

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