Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Restaurantes abertos ao domingo em Lisboa

Restaurantes abertos ao domingo em Lisboa

Domingo é dia de descanso. Sabe o que significa? Comer fora para não ter de cozinhar. Descubra os restaurantes abertos ao domingo em Lisboa.

Água pela Barba - Espaço
Fotografia: Manuel Manso
Por Raquel Dias da Silva |
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Quando o Imperador Constatino proclamou domingo como dia de descanso, em Março do ano 321, estava a tentar regular o calendário semanal. Séculos depois, continuamos a suspirar por manhãs domingueiras, com a cara metade a levar-nos o pequeno-almoço à cama ou ao sofá, caso o sábado tenha sido animalesco; tardes de pijama a pôr as séries em dia; e almoços ou jantares (ambos, por que não?) sem ter de virar a cozinha de pantanas. Pois é, cozinhar ao domingo é que não. Descubra os restaurantes abertos, tenha mais olhos que barriga e guarde a dose a mais no tupperware da praxe. Mas atenção: tem muito por onde escolher, são mais de 100 as sugestões de restaurantes abertos ao domingo em Lisboa.

Recomendado:  #foodporn: a comida mais obscena de Lisboa

Restaurantes domingueiros

1
Casa do Bacalhau - Pataniscas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

A Casa do Bacalhau

icon-location-pin Alfama

Dom 12.00-15.00

Até o maior apreciador de bacalhau é capaz de ficar indeciso nesta casa com história, instalada nas antigas cavalariças do Palácio do Duque de Lafões. A lista é uma homenagem ao bacalhau, com mais de 30 maneiras de o provar, das mais clássicas às receitas mais recentes: assado na brasa, cozido com todos, à Brás, à Gomes de Sá, à Zé do Pipo, em caril, pataniscas ou pastéis, e até as partes menos nobres, mas muito saborosas, como as línguas panadas ou em arroz e as caras de bacalhau.

PERFEITO PARA Descobrir as mil e uma caras do bacalhau.

OBRIGATÓRIO PROVAR A feijoada de sames de bacalhau.

A Time Out diz
2
Ceviche português da Cevicheria
Francisco Rivotti
Restaurantes, Global

A Cevicheria

icon-location-pin Princípe Real

Dom 12.30-00.00

Kiko Martins andou a comer o mundo antes de se instalar em Lisboa com um bom leque de restaurantes diferentes. A Cevicheria abriu em 2014 e criou buzz na cidade em torno da gastronomia peruana: tem o prato tradicional do Peru na sua versão mais pura – com peixe branco, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre – mas a carta vai rodando novidades e vai além dos ceviches, com quinotos do mar ou causas mistas. Não aceita reservas e é um espaço pequeno, por isso vá com convicção. Na espera, observe o enorme polvo no tecto, por cima do bonito balcão de 4,5 metros. 

PERFEITO PARA Se apaixonar pelo Peru à mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O ceviche português, com bacalhau, polvo, puré de tremoço e creme de tomate.

A Time Out diz
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3
Adega das Gravatas
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Adega das Gravatas

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar

Dom 12.00-15.30/19.00-22.00

Explicamos já o nome: as gravatas são bibelôs da casa, acumuladas ao longo dos anos graças a amigos e clientes, pelo que se for engravatado pode optar por manter a tradição e sair só de camisa. Esta Adega é um dos restaurantes mais emblemáticos de Carnide, com boa comida portuguesa, especialmente grelhados, e sempre em doses generosas. O bife na pedra (um verdadeiro naco para duas pessoas), o polvo ou a açorda de gambas são apostas seguras para almoços e jantares, mais ou menos demorados.

PERFEITO PARA Praticar o desapego das gravatas lá de casa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O polvo à lagareiro com batatas a murro.

A Time Out diz
4
Adega Saraiva - Cabrito Assado no Forno
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Adega do Saraiva

icon-location-pin Sintra

Dom 12.15-17.00

Esta casa tradicional em Nafarros, perto da vila de Sintra, tem uma receita de cabrito assado no forno com décadas de existência e tanta fama – devida – que ao fim-de-semana as romarias e almoçaradas em família enchem o restaurante e esgotam até alguns pratos. Às quartas, sábados e domingos, a Adega do Saraiva serve também um óptimo cozido e o bacalhau à Tia Emília, a cozinheira de mão cheia desta casa. Isto tudo sempre acompanhado por pão saloio caseiro em forno de lenha.

PERFEITO PARA Almoçar e ir dar umas voltas à serra a seguir para desmoer.

OBRIGATÓRIO PROVAR O cabrito assado no forno.

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5
Adraga - Mexilhões
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Adraga

icon-location-pin Sintra

Dom 12.30-22.30

Restaurantes com vista ganham logo pontos e nisso o restaurante da praia da Adraga é rei: fica mesmo em cima do areal, com a sala de refeições virada para o mar. A tradição neste restaurante de peixe e marisco fresco, apanhado ali perto, ainda é o que era, portanto o serviço é com travessas de alumínio e as mesas têm toalhas de papel à antiga. Comece com as amêijoas ou os percebes para entrada e siga para um dos peixes, grelhados por quem entende do assunto.

PERFEITO PARA Se sentar à janela e deixar o sol aquecer-lhe a alma.

OBRIGATÓRIO PROVAR O peixe grelhado, o mais fresco do dia.

A Time Out diz
6
água pela barba
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Água pela Barba

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dom 12.30-15.30/19.30-00.00

Fica no meio da Bica mas podia esar junto ao mar. O Água pela Barba faz lembrar uma cabana na decoração descontraída mas também pela carta, forte em pratos de pxeie e marisco, tudo em doses de partilha, pensadas pelo chef João Magalhães Correia. Há tacos de peixe, ceviches mistos ou um surpreendente arancini italiano com tinta de choco. Nos pratos grandes tem risoto de lingueirão, um arroz do mar com berbigão e um polvo grelhado, com creme de grão, e limão a dar o toque fresco. Nem nas sobremesas vimos à tona e continuamos o mergulho, com umas canilhas doces.

PERFEITO PARA Um jantar com sabor a praia e mar no meio do bairro.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz d'ouro, com açafrão e camarão.

A Time Out diz
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7
Alma - Calçada de Bacalhau
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Alma

icon-location-pin Chiado

Dom 12.30-15.00/19.00-23.00

O ateliê de Marvila, onde Henrique Sá Pessoa trabalha as ideias que depois leva para o Alma, parece estar a dar resultado: o chef ganhou a segunda estrela Michelin no restaurante do Chiado, na edição de 2019 do importante guia gastronómico. É um restaurante de  “cozinha excepcional, que vale a pena o desvio”, avalia a Michelin, onde o Sá Pessoa faz alta cozinha e reinterpreta clássicos bem portugueses, como o bacalhau. Tem dois menus de degustação (um a 110€ e outro a 120€): no Alma mostra os seus clássicos, no Costa a Costa faz uma viagem pela costa nacional e traz para a mesa a água do mar e espécies sustentáveis. Pode optar por uma refeição à la carte, sempre num ambiente intimista, e com um sommelier à disposição para fazer uma harmonização completa e ter toda a experiência.

PERFEITO PARA Sentir a alma duplamente estrelada de Henrique Sá Pessoa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A calçada de bacalhau com gema confitada, puré de cebola e salsa.

A Time Out diz
8
LAB by Sergi Arola - Lavagante Arola
©Living Allowed
Restaurantes

Arola

icon-location-pin Sintra

Dom 12.00-15.00

O primeiro restaurante de Sergi Arola, uma espécie de estrela rock da gastronomia, fez dez anos em 2018. Numa década foi mudando e evoluindo: é o mais descontraído do chef catalão (a estrela Michelin está no vizinho LAB by Sergi Arola) e à mesa comem-se tapas quentes e petiscos ibéricos, com influências de todo o mundo. É daqueles sítios que vale a viagem até Sintra em amena cavaqueira com um grupo de amigos e ir pedindo, sem medos, ora os peixinhos da horta, ora as molejas assadas com cremoso de mostarda antiga.

PERFEITO PARA Fazer uma pausa no jogo de golfe.

OBRIGATÓRIO PROVAR As batatas bravas com aioli e tomate picante.

A Time Out diz
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9
Aaron Sushi
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Japonês

Aron Sushi

icon-location-pin São Sebastião

Dom 12.30-15.00/19.30-23.00

O segundo restaurante de Aron Vargas, um dos discípulos de Takashi Yoshitake (referência incontornável quando falamos da história da gastronomia japonesa em Portugal), é uma pequena tasca com duas salas e boa matéria-prima. Se é purista no que toca ao shi, aqui tem a garantia de que o peixe é muito fresco e usado da maneira tradicional. A palavra fusão não entra nem nas combinações mais irreverentes. Há entradas diferentes, como as lulas com ovas de bacalhau, sushi à la carte e menus de almoço com uma boa relação qualidade/preço.

PERFEITO PARA Comer boa cozinha japonesa sem as filas dos espaços mais trendy.

OBRIGATÓRIO PROVAR O kurodai, com dourada.

A Time Out diz
10
Atalho Real - Carne Maturada
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Atalho Real

icon-location-pin Princípe Real

Dom 12.00-23.00

Mal passado ou médio-bem? No Atalho Real há alguns dos cortes mais suculentos da cidade e antes de chegar a essa fase da decisão, tem muito por onde escolher, começando na maminha Black Angus até à entrecôte maturada e wagyu. Pode pedir no pão, em hambúrguer, ou no prato, com dois acompanhamentos. O chuletón, uma costeleta de boi com 450 g, é o único servido apenas no prato. Se for numa refeição vagarosa, não ignore as entradas. E se o sol brilhar, aproveite a esplanada virada para o Jardim Botânico.

PERFEITO PARA Os carnívoros apurarem o paladar.

OBRIGATÓRIO PROVAR O chuletón com batatas gratinadas e coleslaw.

A Time Out diz
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11
Azenhas do Mar - Percebes
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Azenhas do Mar

icon-location-pin Sintra

Dom 12.30-22.00

Antes de mais nada, temos de falar da vista incrível, de cortar a respiração, deste restaurante clássico de peixe e marisco. As refeições são numa sala envidraçada com vista para o mar das Azenhas do Mar e não são baratas (mas valem cada cêntimo). Pode começar com as gulosas amêijoas à Bulhão Pato e pela salada de polvo, pedir uma travessa de percebes, quase sempre da zona, e depois dividir um bife de atum ou do lombo. Ou pedir logo uma boa cataplana. De qualquer das maneiras, regue sempre tudo com vinho de Colares.

PERFEITO PARA Registar uma ocasião especial com uma foto de postal.

OBRIGATÓRIO PROVAR A cataplana de lagosta com amêijoa, mexilhão e gambas.

A Time Out diz
12
Bastardo - Tio Patinhas
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Bastardo

icon-location-pin Baixa Pombalina

Dom 12.30-15.00/19.30-23.00

“Vai à merda. Vai tu.” Não somos nós que o dizemos, atenção, mas estas frases são o primeiro cenário de muitas fotografias que vai tirar no Bastardo. O restaurante do Internacional Design Hotel tem tentado romper com todas as ideias pré-concebidas de uma cozinha de hotel numa zona superturística, começando pela decoração. O chef é Renato Bonfim, responsável por alguns pratos com influências mais asiáticas, como o pad thai, e outros mais portugueses. Descanse, “on this magic place calories don’t count”, palavra do Bastardo.

PERFEITO PARA Actualizar as redes e tentar não ofender ninguém.

OBRIGATÓRIO PROVAR O risoto de abóbora com espinafres, bagas goji e azeite de trufa.

A Time Out diz
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13
Bica do Sapato
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Bica do Sapato

icon-location-pin São Vicente 

Dom 12.30-16.00

Abriu em 1999 e não tarda foi um corrupio de famosos portugueses e estrangeiros. É um dos restaurantes clássicos mais conhecidos de Lisboa e a verdade é que a Bica do Sapato, à beira do Tejo, continua a ser uma morada segura para provar uma cozinha portuguesa de raiz tradicional, agora com Henrique Mouro e Pedro Resende Pereira aos comandos. No menu tanto há petiscos para um final de tarde feliz como pratos com toque de autor. Aos domingos há um menu de brunch muito completo.

PERFEITO PARA Comprovar que há espaços que melhoram com a idade.

OBRIGATÓRIO PROVAR O borrego alentejano e crosta de biscoito com especiarias.

A Time Out diz
14
bistro 100 maneiras
©Fabrice Demoulin
Restaurantes

Bistro 100 Maneiras

icon-location-pin Chiado

Dom 12.00-15.00/19.00-00.00

Em 2018, o Bistro 100 Maneiras voltou a ser o único restaurante português nos dez primeiros lugares da lista dos 50 melhores do mundo para a importante revista Monocle. No Bistro, o chef Ljubomir Stanisic conjuga influências portuguesas com algumas das suas origens e de outros países europeus e tem vindo a mostrar cada vez mais a sua ligação à natureza, à sazonalidade à mesa e o respeito pelos produtos. A regar qualquer refeição estão as criações do barman Jorge Camilo, um dos melhores de Lisboa.

PERFEITO PARA Mostrar que nem todos os restaurantes são um pesadelo na cozinha.

OBRIGATÓRIO PROVAR O leitão a dois tempos.

A Time Out diz
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15
Boa bao - Salada de cogumelos com polvo grelhado do Boa-Bao
ManuelManso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Boa Bao

icon-location-pin Chiado

Dom 12.00-23.00

O mais provável é ter de ficar cá fora à espera de uma mesa é o habitual desde que este pan-asiático abriu (com fama e sucesso tal que já chegou ao Norte). Nas tigelas reconfortantes do Boa-Bao há sopas thai com noodles de arroz, camarão e frango, sichuan com noodles de ovo e pato, ou outras com wontons de ovo e porco. O chef belga Chris Gielen andou a cruzar a ásia e trouxe para o Chiado pratos tradicionais da Tailândia, Vietname, Laos, Cambodja Malásia, Coreia, Japão e China. A acompanhar tudo isto há cocktails, dos tiki (com rum e copos exóticos) aos de assinatura.

PERFEITO PARA Comer à mão e de uma tigela, mas com estilo.

OBRIGATÓRIO PROVAR O caril amarelo da Malásia.

A Time Out diz
16
cervejaria boa esperança
Joana Freitas
Restaurantes, Frutos do mar

Cervejaria Boa Esperança

icon-location-pin Benfica/Monsanto

Dom 12.30-23.00

Não tem filas enormes à porta, não é enorme e portanto passa facilmente despercebida. Ainda assim (ou melhor, por isso mesmo) está na nossa lista das melhores cervejarias da cidade. Tem a cozinha aberta para a sala e uma ementa curta e directa ao essencial de uma marisqueira – há saladinhas frias boas para começar a refeição, de polvo, búzios e orelha, e entre os mariscos frescos há percebes, canilha, gamba tigre, camarão e amêijoa do Algarve. Para a sobremesa, dois pregos com alho e carne tenra. No tempo deles serve caracóis bem temperados e saborosos.

PERFEITO PARA Uma patuscada com imperiais sempre a sair sem grandes filas de espera.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os pregos: o Sonhé, do pojadouro, e o Especial, de uma parte mais tenra do mesmo corte. 

A Time Out diz
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17
boi cavalo
Fotografia Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Boi-Cavalo

icon-location-pin Alfama

Dom 20.00-02.00

Não há duas semanas iguais, não há especialidades da casa ou pratos-estrela. A ida ao Boi-Cavalo, o restaurante do chef Hugo Brito em pleno bairro histórico de Alfama, é para ser feita com mente aberta, sem restrições ou esquisitices. A cozinha é de base nacional mas volta e meia há experiências arrojadas, tanto nos snacks como nos pratos principais. Não há opções à carta mas o menu de degustação é bastante consistente e completo: tem sete momentos, incluindo entradas e sobremesa, e possibilidade de pairing de vinhos.

PERFEITO PARA Sair da zona de conforto.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os pratos todos que lhe chegarem à mesa, sem torcer o nariz.

A Time Out diz
18
bota sal lulinhas
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Frutos do mar

Bota Sal

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Dom 12.00-00.00

Os donos do Sal, restaurante especializado em peixe grelhado na Praia do Pego, trouxeram para o centro de Lisboa os pratos e petiscos do mar, para matar saudades das noites de petiscos naqueles dias em que não dá para fazer cem quilómetros até à Comporta. Há a sopa de peixe com pão frito e o arroz negro de choco com tiras de bacon, conhecidos dessa primeira casa. Desta cozinha estão também sempre a sair petiscos como o pica-pau de lombo e as lulinhas à algarvia. Das 18.00 às 19.30 há happy hour com cerveja a 1€.

PERFEITO PARA Combinar um final de tarde de petiscos com amigos a meio do Inverno.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz negro de choco com tiras de bacon.

A Time Out diz
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19
Butchers - Maminha Black Angus
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Butchers

icon-location-pin Parque das Nações

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Preparem-se os carnívoros desta cidade: a dificuldade no Butchers é decidir o que comer. Na lista de maturados há culetón com 35 dias de maturação, picanha Black Angus, New York Steak da vazia, entrecôte, T-Bone ou um tomahawk com praticamente um quilo e meio para dois. As peças vêm dos Estados Unidos, da Austrália, Dinamarca, Baviera, Uruguai e Espanha e algumas são maturadas no restaurante. Vão, depois, para a grelha em bruto, sem sala e outros temperos e chegam à mesa acompanhadas por batata doce frita e salada. Há também hambúrgures, pregos em bolo do caco e petiscos.

PERFEITO PARA Quem ainda não está preparado para cortar nas carnes.

OBRIGATÓRIO PROVAR A picanha Black Angus.

20
Cafe Buenos Aires
© Ana Luzia
Restaurantes, Argentino

Café Buenos Aires

icon-location-pin Chiado

Dom 18.00-01.00

O restaurante da Calçada do Duque com vista para o Castelo de São Jorge é famoso pelos bifes argentinos e pela massa fresca artesanal, mas nos últimos anos tem mostrado como trabalhar bem a sazonalidade dos produtos e ir gazendo rodar a carta – prova disso é o menu de almoço (a partir de 12,50€). Nas entradas há pratos bem trabalhados como as endívias com pêras e queijo roquefort, a saladinha de flores ou os tão portugueses peixinhos da horta. Para beber, aqui há os chás da Companhia Portugueza do Chá, de Sebastián Filgueiras, um dos responsáveis pela abertura do Buenos Aires há 15 anos.

PERFEITO PARA Ignorar os ainda existentes paus de selfie e comer com o Castelo no horizonte.

OBRIGATÓRIO PROVAR A tira argentina com batata a murro e chimichurri.

A Time Out diz
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21
Cafe de Sao Bento
Restaurantes

Café de São Bento

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dom 19.00-02.00

Já há muito discorremos sobre o bife do lombo à Café de São Bento, mas a verdade é que é impossível dissociar o prato da casa. A carne é tenra e o molho especial é feito com natas, manteiga, sal e os sucos da carne, onde nadam as saborosas batatas fritas. Se conhece este clássico de ginjeira, vale a pena olhar duas vezes para o menu e descobrir os camarões al ajilo, os carpaccios de salmão ou novilho e, por fim, mas não menos importante, o crème brûlée e a tarte tatin de maçã.

PERFEITO PARA Jogar ao quem é quem da política com os clientes à volta.

OBRIGATÓRIO PROVAR O bife do lombo à Cais de São Bento.

A Time Out diz
22
Café Lisboa - Croquetes de Novilho
©Mariana Marques
Restaurantes

Café Lisboa

icon-location-pin Chiado

Dom 12.00-00.00

O Café Lisboa, a meros passos do irmão estrelado Belcanto, fica dentro do Teatro Nacional de São Carlos e é José Avillez num registo simples, muito típico português e essencialmente despretensioso. Tem pastéis de massa tenra (servidos como entrada ou prato principal, com arroz de grelos), croquetes, caldo verde, um bom bife tradicional, como os que eram servidos nos antigos cafés lisboetas, e tachinhos de arroz que são a verdadeira comida de conforto. Aqui o chef tem também outros pratos tradicionais e alguns que se tornaram a sua imagem de marca, como o bacalhau à Brás com as suas azeitonas explosivas.

PERFEITO PARA Conhecer a comfort food portuguesa com toque de autor.

OBRIGATÓRIO PROVAR A portuguesinha, uma empada de carne com os vários sabores do cozido à portuguesa.

A Time Out diz
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23
Café Colonial, Príncipe Real
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite

Café Príncipe Real

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.30-15.00/19.30-22.00

A vista do Café Príncipe Real, o restaurante do hotel Memmo Príncipe Real, ekeito como um dos melhores hotéis urbanos do mundo pela Monocle, é para o castelo: a vista dos pratos criados pelo chef Vasco Lello dá para uma quantidade de países que os portugueses influenciaram, com especial atenção às cozinhas brasileira, africana e asiática. A carta é sazonal e aos almoços há sugestões semanais com o melhor da época. Neste piso fica ainda o cocktail bar, com bebidas de assinatura, e o terraço com piscina, que no Verão ganha carta de snacks própria.

PERFEITO PARA Olhar Lisboa nos olhos enquanto viaja no prato.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa tailandesa (picante) tom yum.

A Time Out diz
24
Cantina peruana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Peruano

Cantina Peruana

icon-location-pin Chiado

Dom 12.30-15.00/19.00-00.00

A Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz, o primeiro projecto étnico a dois do chef português, abriu em 2017 no primeiro piso do Bairro do Avillez, em pleno Chiado. Correu tão bem que em 2018 ganhou um espaço próprio, no Cais do Sodré, para ter mais identidade e abrir aos almoços. O espaço é amplo e mantém a mistura de tons quentes com azul. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar apossibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar, e a carta mantém a divisão em pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces.

PERFEITO PARA Esquecer as cantinas das escolas e dar um novo significado à palavra cantina.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tiradito nikkel, lâminas finas de atum com leite de tigre nikkel, rábano branco e sésamo.

A Time Out diz
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25
Portuguesinha do Cantinho do Avillez
Fotografia:João Saramago
Restaurantes

Cantinho do Avillez

icon-location-pin Chiado

Dom 12.00-00.00

O primogénito de José Avillez no Chiado, já com réplicas no Porto e no Parque das Nações, é um restaurante com uma série de criações de raiz portuguesa com influências de viagens. Há alguns pratos que já se tornaram clássicos, como os peixinhos da horta com molho tártaro, os ovos à professor séc. XXI, cozidos a baixa temperatura, com chouriço e pão frito, as lascas de bacalhau com migas soltas ou o prego MX-LX, um prato d.i.y. bem popular. Para finalizar, não podia faltar a sobremesa que se celebrizou no primeiro restaurante, a Avelã3, e que entretanto é presença assídua nas cartas do chef.

PERFEITO PARA Conhecer o restaurante onde começou o império Avillez.

OBRIGATÓRIO PROVAR O porco alentejano com batata frita, farofa e feijão preto.

26
O Cantinho do Aziz
Inês Félix
Restaurantes, Pan-africano

Cantinho do Aziz

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Dom 12.00-23.00

Foi um dos restaurantes pioneiros da Mouraria e mantém-se firme, com uma comida simples e moçambicana, picante, e um menu cheio de piadas realmente com graça. As chamulas são bem boas, assim como o caril de caranguejo ou a muamba de galinha, mas arrisque em pratos menos vistos como a ikala (gambas e caranguejo com casca em molho de coco e amendoim), o makoufe (couves com gambas e pata de caranguejo) ou o bakra piripiri (costeletas de borrego em molho picante com legumes). Tome nota: tem um dos melhores negócios de almoço da cidade, um menu completo com prato, bebida e café por cinco euros.

PERFEITO PARA Repor os níveis de picante na sua vida.

OBRIGATÓRIO PROVAR O wuco de amendoim.

A Time Out diz
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27
Casa Nepalesa
©Cesar Baltazar
Restaurantes, Nepalês

Casa Nepalesa

icon-location-pin Avenidas Novas

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Tanka Sapkota é uma figura bem conhecida no panorama da restauração lisboeta – é dono dos italianos Come Prima, Forno D’Oro e Il Mercato –, mas é na Casa Nepalesa que homenageia as suas origens. Aqui utilizam-se produtos frescos e da época e muitas especiarias moídas no momento. A massa das chamuças é estendida à mão, assim como a do roti, o pão na versão simples ou recheado, como entrada ou para acompanhar toda a refeição. A lista tem muita variedade e por isso é só escolher desde as receitas de borrego e cabrito às de gambas, vegetarianas ou de frango. Há um menu de degustação para dois que faz uma viagem completa pela cozinha.

PERFEITO PARA Conhecer a gastronomia nepalesa num ambiente europeu.

OBRIGATÓRIO PROVAR O masaledar baakhra ko maasu, ou seja, o cabrito com molho de caril tradicional.

28
Casanostra - Burrata
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Casanostra

icon-location-pin Bairro Alto

Dom 13.00-15.00/20.00-00.00

Maria Paolo Porru, a italiana responsável pelo Casanova à beira-Tejo e o restaurante de pizza à fatia Pizza a Pezzi, abriu o Casanostra em pleno Bairro Alto há 32 anos. A clientela do mundo da política e das artes ajudou a torná-lo num ícone mas no final de contas é a vera cucina italiana que se serve aqui que merece todos os títulos, começando pela burrata que vem de Andria e é servida com lâminas de trufa na época dela. Nos pratos há todos os clássicos, como o rotolo di ricotta e spinachi, a lasanha de carne, o spaggheti alla carbonara com um toque de alecrim picante, nos segundos pratos há pratos de peixe e de carne, onde está o ossobuco alla milanese.

PERFEITO PARA Se sentir em casa de uma família italiana

OBRIGATÓRIO PROVAR Os gnocchi de requeijão, espinafres, açafrão e molho de tomate

A Time Out diz
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29
Pizza Primavera, Casanova
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Casanova

icon-location-pin São Vicente 

Dom 12.30-01.30

É capaz de ser a pizzaria mais concorrida da cidade e está aberta até à 01.30, por isso é muitas vezes escolhida pelos notívagos que seguem para o Lux, a discoteca mais famosa do país, ali mesmo ao lado. Acenda a lâmpada vermelha para pedir as pizzas de massa fina e estaladiça, feitas em forno de lenha. Se a espera for grande, quando chegar às mesas corridas não se contenha e peça também os arancini tradicionais da Sicília, recheados com risoto de açafrão e, bem no centro, carne picada e mozarela. Um bom aperitivo. Isso e o prossecco com cremolato, boa bebida para todas as estações.

PERFEITO PARA Aquecer para a pista do Lux.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza de figos e presunto no Verão, a de pesto o ano inteiro.

A Time Out diz
30
Cervejaria Liberdade
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cervejarias

Cervejaria Liberdade

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Dom 12.30-23.30

O restaurante do piso térreo do hotel Tivoli Avenida da Liberdade é uma marisqueira chique, com uma oferta especializada em peixes e mariscos da costa portuguesa, que recupera o serviço mais clássico – e aqui sempre irrepreensível – das cervejarias lisboetas. Há mariscadas, casquinha de santola, amêijoas à Bulhão Pato e outros pratos mais clássicos como as cataplanas, o linguado au meunier e o bife tártaro preparado à frente do cliente. Aos domingos há um brunch que é um verdadeiro banquete de rei, dos ovos Benedict às estações de marisco e lombos Wellington.

PERFEITO PARA Uma mariscada chique.

OBRIGATÓRIO PROVAR A lagosta Thermidor.

A Time Out diz
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31
Chutnify
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Indiano

Chutnify

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dom 13.00-16.00/19.00-23.00

Assim que se entra neste restaurante indiano moderno, com as paredes cobertas de Bollywood, há um bar onde servem cocktails com receitas da Índia, perfeitos para abrir as hostilidades – têm sabores fortes que se sobrepõem ao álcool, como os coentros (o especial da casa tem esta erva, gin e chilli), manga ou água de coco – ou para depois dos pratos picantes. Prove os pani puri de entrada, as dosas, uns crepes em forma de cone servidos com caril de pato ou com recheio de batata (masala dosa), ou o caril de quiabos. Uma das melhores maneiras de ficar a conhecer esta Índia é com o menu de degustação (28€ por pessoa).

PERFEITO PARA Conhecer a Bollywood moderna.

OBRIGATÓRIO PROVAR As dosas, uns crepes em forma de cone.

A Time Out diz
32
Restaurante Confraria Lx
©DR
Restaurantes, Japonês

Confraria Lx

icon-location-pin Cais do Sodré

Dom 12.30-00.00

Depois ter ter conquistado Cascais, a marca Confraria estendeu a qualidade ao Cais do Sodré, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. No piso térreo do Lx Boutique Hotel, no Cais do Sodré, o sushi tradicional convive bem com as especialidades de fusão: do carpaccio 7 ervas, com salmão, peixe branco e atum aos uramaki e temakis bem recheados. Não esqueça a sobremesa: peça a tarte tatin.

PERFEITO PARA Quem gosta de sushi de fusão sem confusão.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os uramaki panko com salmão crocante com molho à base de ovas.

A Time Out diz
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33
Delidelux
©Paulo Barata
Restaurantes

Delidelux (Avenida)

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Dom 10.00-22.00

O irmão mais novo da mercearia fina de Santa Apolónia é mais do que um sítio bom para ir encher a despensa lá de casa com bons queijos e enchidos, chás, compotas ou vinhos. Tem, aliás, uma ementa completa que faz dele um restaurante a sério: tem uma dezena de opções de saladas compostas, com assinatura do chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, bons tártaros e pratos principais como um magret de pato ou um lombo de bacalhau lascado. Aos fins-de-semana e feriados serve três menus de brunch muito completos e com todos os obrigatórios desta refeição, dos ovos Benedict às panquecas.

PERFEITO PARA Pequenos-almoços, almoços e brunches em que nunca sai de mãos a abanar.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tártaro de noviljo e os ovos Benedict com bresaola nos dias de brunch.

A Time Out diz
34
Dim sum do Estoril Mandarim
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Chinês

Estoril Mandarim

icon-location-pin Cascais

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

É um dos mais genuínos restaurantes chineses em Lisboa e serve os verdadeiros sabores da região de Kuong Tong. Agora aparece de cara lavada, com uma esplanada toda envidraçada, mas com a carta de sempre, onde é bem provável que se perca, uma vez que apresenta mais de cem especialidades. Ao almoço os míticos dim sums são a jóia da coroa e estão sempre a sair, já ao jantar as opções continuam difíceis de enumerar, por isso facilitamos-lhe o trabalho: o pato à Pequim é uma das especialidades a par da sopa de barbatanas de tubarão.

PERFEITO PARA Entrar a falar português e sair a falar mandarim.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa de barbatanas de tubarão supremo.

A Time Out diz
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35
PIZZA FORNERIA
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Forneria

icon-location-pin Parque das Nações

Dom 11.00-23.00

Uma das vantagens de ter cozinhas abertas é poder assistir ao espectáculo da preparação, neste caso da montagem das pizzas antes de irem parar ao grande forno da Forneria. Este italiano do Parque das Nações é famoso pela massa ao estilo romano que fica a fermentar durante 48 horas, e aqui não faltam as clássicas parmigiana e prosciutto, que não desiludem nunca, mas se quiser elevar a fasquia vire a página para as pizzas gourmet, onde encontra uma pizza spek e a de presunto pata negra Joselito. As opções estendem-se para os risotos e para as pastas com massa fresca.

PERFEITO PARA Comer boas pizzas antes de um concerto ali mesmo ao lado.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza pata negra, com parmesão e rúcula.

A Time Out diz
36
Fortaleza do Guincho - Salada de Polvo
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Fortaleza do Guincho

icon-location-pin Cascais

Dom 12.30-15.00/19.30-22.30

À beira-mar plantada, a cozinha da Fortaleza do Guincho mudou para responder ao que a sua localização exigia – uma carta mais virada para o mar e assente na sazonalidade, privilegiando os produtos da zona. Com a saída do chef Miguel Rocha Vieira em Novembro de 2018 – o português chegou à Fortaleza do Guincho em 2015 para substituir Vincent Farges e alterou as linhas de uma cozinha estrela Michelin, que o restaurante mantém desde 2001 –, Gil Fernandes, sous- chef de Rocha Vieira até então, assumiu as rédeas do restaurante que trabalha o marisco e o peixe fresco em três menus de degustação e ao longo de toda a carta.

PERFEITO PARA Olhar para o mar e comer o que vem de lá.

OBRIGATÓRIO PROVAR O salmonete com curgete e choco ou pargo com cevadinha e funcho.

A Time Out diz
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37
Furnas do Guincho
©Furnas do Guincho
Restaurantes, Frutos do mar

Furnas do Guincho

icon-location-pin Cascais

Sáb-Dom 12.30-23.00

Faça chuva, faça sol, seja em que estação do ano for, com o mar manso ou revolto, a vista das Furnas do Guincho é sempre incrível e vale por si. E é do mar que vêm as maravilhas que se comem por lá, seja o marisco fresco ou cozinhado – a saborosa paella, por exemplo – ou o peixe, e aqui o segredo é mesmo ir pelo caminho mais simples e pedir peixe ao sal, uma especialidade da casa. Não contente, há outras opções imperdíveis, como a açorda de lagosta ou a cataplana de polvo, para comer na sala interior ou na esplanada, quando o tempo estiver para isso.

PERFEITO PARA Um almoço em cima do mar, naqueles dias de sorte, sem vento, no Guincho.

OBRIGATÓRIO PROVAR O bacalhau à lagareiro.

A Time Out diz
38
Gambrinus - Rosbife à Inglesa com Pudim de Legumes
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Gambrinus

icon-location-pin Santa Maria Maior

Dom 12.00-02.30

O tempo não passa por ele, como se costuma dizer, ou então passa, mas a fama e o proveito mantêm-se intocáveis. Neste restaurante, que também é Loja com História, é habitual a corrida aos croquetes, uma espécie de amuse-bouche obrigatório da casa, e o repasto segue por aí fora na barra com umas torradas de pão centeio, um prego ou um café de balão à moda antiga. Imperdíveis são também os empadões de perdiz à segunda e o de lagosta à quinta, dia em que também se come um belo joelho de porco. Vale a pena terminar a refeição com o crepe Suzette, não só porque é bom, mas pelo espectáculo de labaredas junto à mesa.

PERFEITO PARA Um convívio ao balcão.

OBRIGATÓRIO PROVAR O crepe Suzette.

A Time Out diz
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39
Go Juu - Sashimi
©DR
Restaurantes, Japonês

Go Juu

icon-location-pin Avenidas Novas

Dom 12.30-14.30

Apesar de passar despercebido, tem lugar cativo na lista dos melhores japoneses de Lisboa e há razões para isso. Desde que abriu em 2015, pelas mãos de uma equipa de antigos discípulos do Aya, que continua a respeitar a cozinha tradicional japonesa, com produtos sempre frescos, um empratamento delicado e um serviço a que não se pode apontar uma falha. Este santuário da cozinha do Sol Nascente abre ao público para almoços, enquanto que os jantares, de quinta a sábado, são essencialmente reservados para receber os membros do Clube Go Juu.

PERFEITO PARA Quem gosta de pertencer a um clube.

OBRIGATÓRIO PROVAR O chirashi de unagi.

A Time Out diz
40
Ground Burger no Time Out Market
Restaurantes, Hambúrgueres

Ground Burger

icon-location-pin São Sebastião

Dom 12.00-00.00

A meca dos hambúrgueres tem morada aqui (e desde 2018 também no Time Out Market). São os melhores da cidade e não temos pudor de o dizer. O brioche é caseiro, as batatas fritas estaladiças e os 150% gramas de carne Black Angus compõem o cenário para uma refeição irrepreensível, seja qual for a escolha que fizer. E quem faz hambúrgueres também faz donuts. 2018 foi o ano em que o Ground Burger começou a fazer donuts artesanais, com sabores como guave e queijo, tarte merengada ou crème brûlée – impossível provar só um. Anote também que é dos únicos restaurantes em Lisboa que apresenta tamanha carta com referências de cerveja artesanal.

PERFEITO PARA Uma refeição groundbreaking.

OBRIGATÓRIO PROVAR O hambúrguer do mês ou o sempre seguro Double Cheeseburger, com queijo cheddar e cebola roxa caramelizada.

A Time Out diz
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41
Hikidashi - Prato
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Hikidashi

icon-location-pin Campo de Ourique

Dom 12.30-15.00/19.30-22.30

É um dos japoneses mais autênticos da cidade, com um belíssimo e longo balcão de madeira que ocupa todo o restaurante e permite ir acompanhando o trabalho dos sushimen. A comandar a trupe está Agnaldo Ferreira, que abriu esta taberna japonesa em Campo de Ourique para trabalhar matéria- prima de qualidade e distinguir e mostrar o que é sushi tradicional e a verdadeira fusão. Nos pratos frios, além das fatias de peixe fresco em sashimi, niguiris ou chirashi, há um tártaro de salmão que não pode deixar passar, com mostarda kizami e gema de ovo de codorniz. Nos quentes vá para o naco de toro grelhado ou o wagyu.

PERFEITO PARA Um tête-à-tête com os sushimen.

OBRIGATÓRIO PROVAR O soft shell crab, um rolo com salmão com tempura de caranguejo.

A Time Out diz
42
IBO
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pan-africano

Ibo

icon-location-pin Cais do Sodré

Dom 12.30-15.00

A zona ribeirinha cresce, mas o IBO, a comemorar uma década (e com todo um quarteirão para si), continua a ser um dos melhores para almoços com o Tejo como cenário. A raiz moçambicana continua presente, mas há também pratos como o ceviche de peixe branco em lima, com limão e coentros e umas vieiras em beurre blanc de lima e tártaro de maçã. Ao já icónico caril de caranguejo, juntou-se o lombo de garoupa em molho de curcuma com arroz basmati ou, nas carnes, um rib eye maturado com legumes assados e puré de batata trufado (56€ para dois). Para refrescar e adoçar a boca no final da refeição, peça o carpaccio de ananás com mel e raspas de lima.

PERFEITO PARA Almoços demorados em dias de sol.

OBRIGATÓRIO PROVAR O caril de caranguejo desfiado.

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43
Il Covo - Tiramisú
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Italiano

Il Covo

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Dom 19.00-00.00

Já não é propriamente um segredo da cidade e assumimos parte da culpa. Mas ainda bem, porque a comida italiana que Luca Salvadori serve por aqui é autêntica. O Il Covo fica no meio da Madragoa e todos os dias a meio da tarde se faz pasta fresca para pratos como a mais clássica carbonara com guanciale, ovo e queijo, ou os triangoloni neri recheados com burrata Há muitos outros que nem sequer têm lugar fixo na carta – os de peixe, por exemplo, vão variando consoante o que de mais fresco houver no mercado. O tiramisù é um espectáculo final imperdível, feito à frente do cliente num carrinho de sobremesas.

PERFEITO PARA Entrar num covil italiano e sair a rebolar.

OBRIGATÓRIO PROVAR A bolonhesa alentejana, com ragu de bochecha de porco.

A Time Out diz
44
Il mercato
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Il Mercato

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.30-15.00/19.00-23.00

O chef nepalês mais italiano de Lisboa, Tanka Sapkota, quis que o Il Mercato fosse mais do que um restaurante italiano e a casa deve o nome à parte de mercearia, onde tem uma selecção de produtos de charcutaria e queijos para escolher e comer numa das mesas do lado ou levar consigo. Há aqui máquinas artesanais onde se produzem vários tipos de massa fresca para provar no restaurante em receitas do dia ou da carta, mas também para take-away – nesse caso, antes de se armar em chef, tome atenção ao tempo de cozedura ideal e aos molhos e acompanhamentos recomendados.

PERFEITO PARA Jantar uma massada e levar pasta fresca para replicar em casa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A burrata di Andria, da região de Puglia.

A Time Out diz
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45
In Bocca Al Lupo - Gorgonzola & Pêra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

In Bocca al Lupo

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dom 18.00-23.00

A massa das pizzas da In Bocca al Lupo, junto à Praça das Flores, é fina e estaladiça e aparece no menu coberta de combinações clássicas feitas com bons produtos e outras mais fora da caixa mas sempre bem esgalhadas, da mozarela biológica à muxama. Há também várias opções vegan e vegetarianas, como a de abóbora assada com amêndoas. Nesta pizzaria, de ambiente tranquilo e boa para ir em família, trabalha-se apenas com fornecedores orgânicos, portugueses e italianos, e se pedir atempadamente (até às 18.00 do próprio dia) a massa da pizza pode até ser sem glúten.

PERFEITO PARA Levar os gaiatos a ver a pizza sair directamente do forno para a mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza de gorgonzola e pêra.

A Time Out diz
46
Jamie's Italian
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Jamie's Italian

icon-location-pin Princípe Real

Dom 12.00-23.00

2018 foi o ano em que Jamie Oliver chegou finalmente a Portugal com o seu restaurante italiano mais famoso, com três pisos e dois terraços com vista sobre a cidade. E o chef- estrela britânico fez jus a toda a expectativa: trouxe todos os seus pratos mais famosos, entre tábuas de queijos e enchidos, pizzas e massas que são feitas diariamente no restaurante do Príncipe Real. Alguns pratos foram adaptados para o mercado português – prove o Jamie’s Italian Burger, com carne de vaca, pancetta, cebola e queijo da Ilha (12,95€).

PERFEITO PARA Confirmar que os pratos que vê na tv são realmente bons.

OBRIGATÓRIO PROVAR As tábuas de partilha com queijos e enchidos.

A Time Out diz
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47
Kaffeehaus - Chocolate Quente
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafés

Kaffeehaus

icon-location-pin Chiado

Dom 09.30-20.00

O café vienense da Rua Anchieta abriu em 2008 e conquistou-nos logo à partida com a sua carta de nomes impronunciáveis. Tem seis tipos diferentes de salsichas que o teletransportam rapidamente para a Áustria: a especialidade da casa é a käsekrainer, fumada e recheada com queijo emmental, mas há mais pratos austríacos, sempre com tradução para português. Para sobremesa peça a sachertorte ou o apfelstrudel. Ou então passe lá em modo brunch, servido durante a semana, todos os dias até às 12.00, e aos fins-de-semana até às 19.30.

PERFEITO PARA Se refastelar nos sofás numa tarde de Inverno chuvosa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O apfelstrudel com um chocolate quente.

A Time Out diz
48
Kampai - Sashimi
©DR
Restaurantes, Japonês

Kampai

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dom 12.30-14.30-19.30-22.30

A maior parte da matéria- -prima do restaurante japonês Kampai (o equivalente a “brinde”, em japonês) vem dos Açores. Atum, lírio, encharéu, lula e chicharro, entre outros. Tudo peixes frescos e com bons cortes aplicados em peças de sushi tradicional, dos rolos ao sashimi – há combinados sashimi moriawase, com o peixe cru fatiado, nas versões pequeno (23€) e grande (28€) – e chirashi. Tem também bons pratos quentes, como as massas udon ou o fondue japonês sukiyaki. Outra coisa boa é ter um parque de estacionamento para clientes, o que resolve umas quantas chatices.

PERFEITO PARA Descobrir o maravilhoso mundo do sushi e sashimi com peixes alternativos.

OBRIGATÓRIO PROVAR O lírio braseado.

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49
Restaurante Kanazawa
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Kanazawa

icon-location-pin Belém

Dom 19.30-23.00

Em 2017, o chef japonês Tomoaki Kanazawa regressou ao Japão por motivos pessoais, mas deixou um nome forte da cozinha japonesa à frente do seu Kanazawa: Paulo Morais. O chef português há mais anos a trabalhar a cozinha japonesa aceitou o desafio deste restaurante de oito lugares apenas e mantém a mesma linha de cozinha kaiseki desde o primeiro minuto. Aqui trabalha a sazonalidade e a proximidade com o cliente em quatro menus de degustação, que mudam mês a mês – três sem bebidas incluídas de 60,90 e100€ e um de 150€, com tudo incluído. Às sextas e sábados há lanches japoneses, com tabuleiros de doces tradicionais e chás cerimoniais.

PERFEITO PARA Juntar a palavra kaiseki ao seu léxico japonês.

OBRIGATÓRIO PROVAR Tudo o que Paulo Morais lhe puser à frente.

A Time Out diz
50
Pizza de quatro queijos e salame picante do La Finestra
Inês Félix
Restaurantes, Italiano

La Finestra

icon-location-pin Avenidas Novas

Dom 12.00-15.00/19.00-01.00

Não chama por aí além as atenções, a decoração é hipercolorida e costuma ter uma boa dose de jantares de grupo. Mas o irmão do meio da família do Lucca, em Alvalade, e do Tavola Calda, em Algés, tem pizzas de massa fina e estaladiça e dezenas de combinações vencedoras diferentes. Há, até, algumas secretas (estatuto que se estende às sobremesas, onde há uma panacota com nutella), como a de quatro queijos (gorgonzola, fontina, asiago e mozarela) com salame picante. Se estiver indeciso, tem sempre aquele pedido especial imbatível em que pode pedir metade de uma e metade de outra.

PERFEITO PARA Juntar os amigos e relembrar os jantares de curso.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza secreta, com quatro queijos e salame picante.

A Time Out diz
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51
Lambrettazzurra - Baronissi
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Lambrettazzura

icon-location-pin Cascais

Dom 13.00-15.30/19.00-23.00

Há uns bons anos, Humberto, o brasileiro dono desta Lambrettazzurra Pizzeria, deixou o negócio dos biquínis que o tornou famoso na vila de Cascais e resolveu ir estudar para Nápoles para ser um pizzaiolo a sério. No regresso aplicou tudo o que sabe neste restaurante e serve agora pizzas napolitanas excelentes, como a jóia da coroa La Pulcinella, com cogumelos porcini, tomate seco, pasta de trufa branca, queijo taleggio, queijo pecorino e azeite. De tempos a tempos vai fazendo novas combinações com ingredientes italianos que importa.

PERFEITO PARA Meter conversa com Humberto e deixá-lo contar tudo sobre os ingredientes das pizzas.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza Caruso, com mozareladebúfala fresca e espinafres.

52
La Parisienne - Assiette Parisienne
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Francês

La Parisienne

icon-location-pin Chiado

Dom 12.00-15.50

O La Parisienne é um verdadeiro bistrot. Foi tudo pensado ao pormenor pelo dono, Olivier, para reproduzir os restaurantes típicos franceses: desde a música aos empregados de mesa e, claro, à comida. As receitas são todas de elevada qualidade, e para ter a verdadeira experiência deve provar os ovos cocotte, o confit de pato, a soup a l’oignon, com cebola gratinada, e o foie gras. Não saia sem beber um copo de champanhe ou comer o mítico crème brûlée.

PERFEITO PARA Aceitar que Lisboa seja francesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A soupe à l’oignon.

A Time Out diz
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53
Risotto de Gorgonzola com pêra rocha em porto balsâmico Do Less
Fotografia: José Fernandes
Restaurantes

Less by Miguel Castro e Silva

icon-location-pin Princípe Real

Dom 12.00-00.00

Miguel Castro e Silva está, desde 2015, a dinamizar o bonito pátio interior do palacete da Embaixada, no Príncipe Real, a convite da Gin Lovers, que explora o espaço. Há um menu de degustação, mas este é também o sítio ideal para almoços a meio da semana ou jantares de conforto, com um dos bons e cremosos risotos, como o de gorgonzola com pêra rocha ou o de manjericão, que se tornaram imagem de marca do chef neste espaço. Outra hipótese é juntar o grupo todo e ir pedindo.

PERFEITO PARA Deixar o vinho a copo por uma vez e acompanhar a refeição com gin.

OBRIGATÓRIO PROVARravióli de abóbora assada com amêndoas.

A Time Out diz
54
Macau Dim Sum Sopa Wonton
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Chinês

Macau Dim Sum

icon-location-pin Oeiras

Dom 12.00-15.00/18.30-23.00

Outrora conhecido como Yum Cha Garden, em 2016 mudou de identidade e começou um capítulo mais sério enquanto Macau Dim Sum. Importante será dizer que os responsáveis pelos famosos dim sums se mantiveram por lá a fazer o que de melhor sabem, proeza que continua a levar enchentes de gente a Oeiras para comer esta especialidade chinesa. A carta é longa e não se fica só pelos dim sums: há um bom pato à Pequim e as massas são outra das especialidades de Liu Yun Zhi.

PERFEITO PARA Encher o papo, dim sum a dim sum.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os raviólis de tubarão.

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55
Mar do Inferno
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Mar do Inferno

icon-location-pin Cascais

Dom 12.30-22.30

É provável que já tenha ouvido alguém dizer que vai almoçar à “Lourdes”, o nome da matriarca da família e dona do restaurante, Lourdes Tirano. Aberto há mais de 40 anos, as receitas continuam as mesmas e as especialidades do mar têm a fama toda, das bruxas de Cascais aos lagostins, do carabineiro aos percebes. Imperdível é também o arroz de tamboril, reconfortante e solto, ou a travessa do mar, com robalo, dourada, gambas e mexilhões.

PERFEITO PARA Almoçaradas em família na casa da Dona Lourdes.

OBRIGATÓRIO PROVAR As bruxas de Cascais.

A Time Out diz
56
Pratos do Mi dai
Fotografia: Ricardo Dias Felner
Restaurantes, Chinês

Mi Dai

icon-location-pin Martim Moniz

Dom 10.00-21.00

É conhecido ali na zona como a “cantina chinesa” e é preciso procurar pelo número 7 da Calçada da Mouraria para encontrar o Mi Dai, já que não tem o nome à porta. Lá dentro está uma sala despretensiosa com um balcão ao fundo para onde se deve dirigir e apontar para os ingredientes que quer – depois é vê-los serem levados para o wok. Dali saem perfumados com alho, gengibre e pimentas. Neste tesourinho do Martim Moniz há boas sopas de noodles, de peixe ou de carne, prontos a serem sorvidos.

PERFEITO PARA Um prato faça você mesmo, com a certeza que vai sair saboroso.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa de noodles com carne.

A Time Out diz
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57
filetes monte mar
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Monte Mar

icon-location-pin Cascais

Dom 12.00-16.00/19.00-23.00

Para almoçaradas em família ao domingo há um destino sempre certo, que fica na Estrada do Guincho. Come-se aqui peixe e marisco fresco do melhor, isto com direito a ver as ondas a rebentar mesmo ali ao lado. Além do mítico arroz de berbigão com filetes, que se serve ali há décadas, vale a pena experimentar outras especialidades, como a açorda de gambas, a cataplana de marisco ou, espante-se, as iscas à portuguesa. O serviço continua simpático e irrepreensível. Junte tudo e é a fórmula de sucesso.

PERFEITO PARA Uma escapadinha a Cascais com direito a bom peixe e vista para o mar.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os filetes de pescada com arroz de berbigão.

A Time Out diz
58
mr lu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Chinês

Mr. Lu

icon-location-pin Lisboa

Dom 11.00-15.00/19.00-00.00

Depois de ter servido prato atrás de prato num clandestino na Rua do Benformoso, Zhiaming Lu pôs de pé um restaurante a sério em 2015 onde só entra a tradicional cozinha chinesa da região de Shandong. Na montra lê-se “Chef premiado com 35 anos de experiência” e com toda a razão: a cozinha mantém-se fiel aos tempos antigos, com especial destaque para uma secção inteira de picantes (nível ligeiro, médio e superior). Vá preparado para a sopa ácida picante, as perninhas de rã fritas ou a carne de vaca com molho de ostras. Se tiver estômago para isso, não ignore os pratos no wok.

PERFEITO PARA Conhecer as gastronomias de Shandong.

OBRIGATÓRIO PROVAR O peixe com molho agridoce.

A Time Out diz
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59
Kafta do restaurante Muito Bey
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Libanês

Muito Bey

icon-location-pin Cais do Sodré

Dom 12.00-15.00/19.30-00.00

Em Beirute come-se muito bem e no Cais do Sodré também, graças a dois libaneses: Ezzat Ellaz, o dono e criador do conceito, e o seu chef, Joseph Youssef. O conceito é muito simples: comida libanesa autêntica mas com ingredientes portugueses. O restaurante tem uma oferta muita rica e variada e a melhor maneira de conhecer de tudo um pouco é pedir vários mezze. Prove os quatro hummus diferentes, o falafel de grão e favas ou as salsichas makanek de vaca refogadas com alho e molho de romã. Tudo com o típico manuché, o pão caseiro servido quente.

PERFEITO PARA Aplaudir no fim e dizer Muito Bem!

OBRIGATÓRIO PROVAR A baklava salgada.

A Time Out diz
60
natraj
©DR
Restaurantes, Indiano

Natraj

icon-location-pin Grande Lisboa

Dom 12.00-15.00/18.30-23.30

Tem irmãos no centro de Lisboa (em Campo de Ourique e na Baixa) mas é em Odivelas que está o melhor dos Natraj. A decoração bollywoodesca não é nada de extraordinário, mas o restaurante enche aos almoços e jantares graças às saborosas chamuças de frango e aos caris, alguns com níveis de picantes altíssimos e a pedir um lassi para aguentar as labaredas, como os com molho punjabi, e outros, como o de borrego, menos picante mas igualmente bom. O pão paratha, uma espécie fina e redonda, é o acompanhamento perfeito. Para finalizar, não tenha dúvidas em escolher a bebinca, bem caramelizada.

PERFEITO PARA Encher a barriga no subúrbio e ficar satisfeito.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os camarões em molho verde com hortelã, folhas frescas de caril, cajus e gengibre.

A Time Out diz