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Água pela Barba - Espaço
Fotografia: Manuel Manso

Restaurantes abertos ao domingo em Lisboa

Domingo é dia de descanso. Sabe o que significa? Comer fora para não ter de cozinhar. Descubra os restaurantes abertos ao domingo em Lisboa.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
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Quando o Imperador Constatino proclamou domingo como dia de descanso, em Março do ano 321, estava a tentar regular o calendário semanal. Séculos depois, continuamos a suspirar por manhãs domingueiras, com a cara metade a levar-nos o pequeno-almoço à cama ou ao sofá, caso o sábado tenha sido animalesco; tardes de pijama a pôr as séries em dia; e almoços ou jantares (ambos, por que não?) sem ter de virar a cozinha de pantanas. Pois é, cozinhar ao domingo é que não. Descubra os restaurantes abertos, tenha mais olhos que barriga e guarde a dose a mais no tupperware da praxe. Mas atenção: tem muito por onde escolher, são mais de 100 as sugestões de restaurantes abertos ao domingo em Lisboa.

Recomendado:  #foodporn: a comida mais obscena de Lisboa

Restaurantes domingueiros

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Alfama
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-15.00

Até o maior apreciador de bacalhau é capaz de ficar indeciso nesta casa com história, instalada nas antigas cavalariças do Palácio do Duque de Lafões. A lista é uma homenagem ao bacalhau, com mais de 30 maneiras de o provar, das mais clássicas às receitas mais recentes: assado na brasa, cozido com todos, à Brás, à Gomes de Sá, à Zé do Pipo, em caril, pataniscas ou pastéis, e até as partes menos nobres, mas muito saborosas, como as línguas panadas ou em arroz e as caras de bacalhau.

PERFEITO PARA Descobrir as mil e uma caras do bacalhau.

OBRIGATÓRIO PROVAR A feijoada de sames de bacalhau.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Global
  • Princípe Real

Dom 12.30-00.00

Kiko Martins andou a comer o mundo antes de se instalar em Lisboa com um bom leque de restaurantes diferentes. A Cevicheria abriu em 2014 e criou buzz na cidade em torno da gastronomia peruana: tem o prato tradicional do Peru na sua versão mais pura – com peixe branco, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre – mas a carta vai rodando novidades e vai além dos ceviches, com quinotos do mar ou causas mistas. Não aceita reservas e é um espaço pequeno, por isso vá com convicção. Na espera, observe o enorme polvo no tecto, por cima do bonito balcão de 4,5 metros. 

PERFEITO PARA Se apaixonar pelo Peru à mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O ceviche português, com bacalhau, polvo, puré de tremoço e creme de tomate.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Carnide/Colégio Militar

Dom 12.00-15.30/19.00-22.00

Explicamos já o nome: as gravatas são bibelôs da casa, acumuladas ao longo dos anos graças a amigos e clientes, pelo que se for engravatado pode optar por manter a tradição e sair só de camisa. Esta Adega é um dos restaurantes mais emblemáticos de Carnide, com boa comida portuguesa, especialmente grelhados, e sempre em doses generosas. O bife na pedra (um verdadeiro naco para duas pessoas), o polvo ou a açorda de gambas são apostas seguras para almoços e jantares, mais ou menos demorados.

PERFEITO PARA Praticar o desapego das gravatas lá de casa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O polvo à lagareiro com batatas a murro.

  • Restaurantes
  • Português
  • Sintra

Dom 12.15-17.00

Esta casa tradicional em Nafarros, perto da vila de Sintra, tem uma receita de cabrito assado no forno com décadas de existência e tanta fama – devida – que ao fim-de-semana as romarias e almoçaradas em família enchem o restaurante e esgotam até alguns pratos. Às quartas, sábados e domingos, a Adega do Saraiva serve também um óptimo cozido e o bacalhau à Tia Emília, a cozinheira de mão cheia desta casa. Isto tudo sempre acompanhado por pão saloio caseiro em forno de lenha.

PERFEITO PARA Almoçar e ir dar umas voltas à serra a seguir para desmoer.

OBRIGATÓRIO PROVAR O cabrito assado no forno.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Sintra

Dom 12.30-22.30

Restaurantes com vista ganham logo pontos e nisso o restaurante da praia da Adraga é rei: fica mesmo em cima do areal, com a sala de refeições virada para o mar. A tradição neste restaurante de peixe e marisco fresco, apanhado ali perto, ainda é o que era, portanto o serviço é com travessas de alumínio e as mesas têm toalhas de papel à antiga. Comece com as amêijoas ou os percebes para entrada e siga para um dos peixes, grelhados por quem entende do assunto.

PERFEITO PARA Se sentar à janela e deixar o sol aquecer-lhe a alma.

OBRIGATÓRIO PROVAR O peixe grelhado, o mais fresco do dia.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Dom 12.30-15.30/19.30-00.00

Fica no meio da Bica mas podia esar junto ao mar. O Água pela Barba faz lembrar uma cabana na decoração descontraída mas também pela carta, forte em pratos de pxeie e marisco, tudo em doses de partilha, pensadas pelo chef João Magalhães Correia. Há tacos de peixe, ceviches mistos ou um surpreendente arancini italiano com tinta de choco. Nos pratos grandes tem risoto de lingueirão, um arroz do mar com berbigão e um polvo grelhado, com creme de grão, e limão a dar o toque fresco. Nem nas sobremesas vimos à tona e continuamos o mergulho, com umas canilhas doces.

PERFEITO PARA Um jantar com sabor a praia e mar no meio do bairro.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz d'ouro, com açafrão e camarão.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado

Dom 12.30-15.00/19.00-23.00

O ateliê de Marvila, onde Henrique Sá Pessoa trabalha as ideias que depois leva para o Alma, parece estar a dar resultado: o chef ganhou a segunda estrela Michelin no restaurante do Chiado, na edição de 2019 do importante guia gastronómico. É um restaurante de  “cozinha excepcional, que vale a pena o desvio”, avalia a Michelin, onde o Sá Pessoa faz alta cozinha e reinterpreta clássicos bem portugueses, como o bacalhau. Tem dois menus de degustação (um a 110€ e outro a 120€): no Alma mostra os seus clássicos, no Costa a Costa faz uma viagem pela costa nacional e traz para a mesa a água do mar e espécies sustentáveis. Pode optar por uma refeição à la carte, sempre num ambiente intimista, e com um sommelier à disposição para fazer uma harmonização completa e ter toda a experiência.

PERFEITO PARA Sentir a alma duplamente estrelada de Henrique Sá Pessoa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A calçada de bacalhau com gema confitada, puré de cebola e salsa.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Sintra

Dom 12.00-15.00

O primeiro restaurante de Sergi Arola, uma espécie de estrela rock da gastronomia, fez dez anos em 2018. Numa década foi mudando e evoluindo: é o mais descontraído do chef catalão (a estrela Michelin está no vizinho LAB by Sergi Arola) e à mesa comem-se tapas quentes e petiscos ibéricos, com influências de todo o mundo. É daqueles sítios que vale a viagem até Sintra em amena cavaqueira com um grupo de amigos e ir pedindo, sem medos, ora os peixinhos da horta, ora as molejas assadas com cremoso de mostarda antiga.

PERFEITO PARA Fazer uma pausa no jogo de golfe.

OBRIGATÓRIO PROVAR As batatas bravas com aioli e tomate picante.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Japonês
  • São Sebastião

Dom 12.30-15.00/19.30-23.00

O segundo restaurante de Aron Vargas, um dos discípulos de Takashi Yoshitake (referência incontornável quando falamos da história da gastronomia japonesa em Portugal), é uma pequena tasca com duas salas e boa matéria-prima. Se é purista no que toca ao shi, aqui tem a garantia de que o peixe é muito fresco e usado da maneira tradicional. A palavra fusão não entra nem nas combinações mais irreverentes. Há entradas diferentes, como as lulas com ovas de bacalhau, sushi à la carte e menus de almoço com uma boa relação qualidade/preço.

PERFEITO PARA Comer boa cozinha japonesa sem as filas dos espaços mais trendy.

OBRIGATÓRIO PROVAR O kurodai, com dourada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Princípe Real

Dom 12.00-23.00

Mal passado ou médio-bem? No Atalho Real há alguns dos cortes mais suculentos da cidade e antes de chegar a essa fase da decisão, tem muito por onde escolher, começando na maminha Black Angus até à entrecôte maturada e wagyu. Pode pedir no pão, em hambúrguer, ou no prato, com dois acompanhamentos. O chuletón, uma costeleta de boi com 450 g, é o único servido apenas no prato. Se for numa refeição vagarosa, não ignore as entradas. E se o sol brilhar, aproveite a esplanada virada para o Jardim Botânico.

PERFEITO PARA Os carnívoros apurarem o paladar.

OBRIGATÓRIO PROVAR O chuletón com batatas gratinadas e coleslaw.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Sintra

Dom 12.30-22.00

Antes de mais nada, temos de falar da vista incrível, de cortar a respiração, deste restaurante clássico de peixe e marisco. As refeições são numa sala envidraçada com vista para o mar das Azenhas do Mar e não são baratas (mas valem cada cêntimo). Pode começar com as gulosas amêijoas à Bulhão Pato e pela salada de polvo, pedir uma travessa de percebes, quase sempre da zona, e depois dividir um bife de atum ou do lombo. Ou pedir logo uma boa cataplana. De qualquer das maneiras, regue sempre tudo com vinho de Colares.

PERFEITO PARA Registar uma ocasião especial com uma foto de postal.

OBRIGATÓRIO PROVAR A cataplana de lagosta com amêijoa, mexilhão e gambas.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cozinha contemporânea
  • Baixa Pombalina

Dom 12.30-15.00/19.30-23.00

“Vai à merda. Vai tu.” Não somos nós que o dizemos, atenção, mas estas frases são o primeiro cenário de muitas fotografias que vai tirar no Bastardo. O restaurante do Internacional Design Hotel tem tentado romper com todas as ideias pré-concebidas de uma cozinha de hotel numa zona superturística, começando pela decoração. O chef é Renato Bonfim, responsável por alguns pratos com influências mais asiáticas, como o pad thai, e outros mais portugueses. Descanse, “on this magic place calories don’t count”, palavra do Bastardo.

PERFEITO PARA Actualizar as redes e tentar não ofender ninguém.

OBRIGATÓRIO PROVAR O risoto de abóbora com espinafres, bagas goji e azeite de trufa.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • São Vicente 
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-16.00

Abriu em 1999 e não tarda foi um corrupio de famosos portugueses e estrangeiros. É um dos restaurantes clássicos mais conhecidos de Lisboa e a verdade é que a Bica do Sapato, à beira do Tejo, continua a ser uma morada segura para provar uma cozinha portuguesa de raiz tradicional, agora com Henrique Mouro e Pedro Resende Pereira aos comandos. No menu tanto há petiscos para um final de tarde feliz como pratos com toque de autor. Aos domingos há um menu de brunch muito completo.

PERFEITO PARA Comprovar que há espaços que melhoram com a idade.

OBRIGATÓRIO PROVAR O borrego alentejano e crosta de biscoito com especiarias.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado

Dom 12.00-15.00/19.00-00.00

Em 2018, o Bistro 100 Maneiras voltou a ser o único restaurante português nos dez primeiros lugares da lista dos 50 melhores do mundo para a importante revista Monocle. No Bistro, o chef Ljubomir Stanisic conjuga influências portuguesas com algumas das suas origens e de outros países europeus e tem vindo a mostrar cada vez mais a sua ligação à natureza, à sazonalidade à mesa e o respeito pelos produtos. A regar qualquer refeição estão as criações do barman Jorge Camilo, um dos melhores de Lisboa.

PERFEITO PARA Mostrar que nem todos os restaurantes são um pesadelo na cozinha.

OBRIGATÓRIO PROVAR O leitão a dois tempos.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Chiado
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-23.00

O mais provável é ter de ficar cá fora à espera de uma mesa é o habitual desde que este pan-asiático abriu (com fama e sucesso tal que já chegou ao Norte). Nas tigelas reconfortantes do Boa-Bao há sopas thai com noodles de arroz, camarão e frango, sichuan com noodles de ovo e pato, ou outras com wontons de ovo e porco. O chef belga Chris Gielen andou a cruzar a ásia e trouxe para o Chiado pratos tradicionais da Tailândia, Vietname, Laos, Cambodja Malásia, Coreia, Japão e China. A acompanhar tudo isto há cocktails, dos tiki (com rum e copos exóticos) aos de assinatura.

PERFEITO PARA Comer à mão e de uma tigela, mas com estilo.

OBRIGATÓRIO PROVAR O caril amarelo da Malásia.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Benfica/Monsanto
  • preço 2 de 4

Dom 12.30-23.00

Não tem filas enormes à porta, não é enorme e portanto passa facilmente despercebida. Ainda assim (ou melhor, por isso mesmo) está na nossa lista das melhores cervejarias da cidade. Tem a cozinha aberta para a sala e uma ementa curta e directa ao essencial de uma marisqueira – há saladinhas frias boas para começar a refeição, de polvo, búzios e orelha, e entre os mariscos frescos há percebes, canilha, gamba tigre, camarão e amêijoa do Algarve. Para a sobremesa, dois pregos com alho e carne tenra. No tempo deles serve caracóis bem temperados e saborosos.

PERFEITO PARA Uma patuscada com imperiais sempre a sair sem grandes filas de espera.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os pregos: o Sonhé, do pojadouro, e o Especial, de uma parte mais tenra do mesmo corte. 

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Alfama

Dom 20.00-02.00

Não há duas semanas iguais, não há especialidades da casa ou pratos-estrela. A ida ao Boi-Cavalo, o restaurante do chef Hugo Brito em pleno bairro histórico de Alfama, é para ser feita com mente aberta, sem restrições ou esquisitices. A cozinha é de base nacional mas volta e meia há experiências arrojadas, tanto nos snacks como nos pratos principais. Não há opções à carta mas o menu de degustação é bastante consistente e completo: tem sete momentos, incluindo entradas e sobremesa, e possibilidade de pairing de vinhos.

PERFEITO PARA Sair da zona de conforto.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os pratos todos que lhe chegarem à mesa, sem torcer o nariz.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Estrela/Lapa/Santos
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-00.00

Os donos do Sal, restaurante especializado em peixe grelhado na Praia do Pego, trouxeram para o centro de Lisboa os pratos e petiscos do mar, para matar saudades das noites de petiscos naqueles dias em que não dá para fazer cem quilómetros até à Comporta. Há a sopa de peixe com pão frito e o arroz negro de choco com tiras de bacon, conhecidos dessa primeira casa. Desta cozinha estão também sempre a sair petiscos como o pica-pau de lombo e as lulinhas à algarvia. Das 18.00 às 19.30 há happy hour com cerveja a 1€.

PERFEITO PARA Combinar um final de tarde de petiscos com amigos a meio do Inverno.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz negro de choco com tiras de bacon.

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  • Restaurantes
  • Parque das Nações

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Preparem-se os carnívoros desta cidade: a dificuldade no Butchers é decidir o que comer. Na lista de maturados há culetón com 35 dias de maturação, picanha Black Angus, New York Steak da vazia, entrecôte, T-Bone ou um tomahawk com praticamente um quilo e meio para dois. As peças vêm dos Estados Unidos, da Austrália, Dinamarca, Baviera, Uruguai e Espanha e algumas são maturadas no restaurante. Vão, depois, para a grelha em bruto, sem sala e outros temperos e chegam à mesa acompanhadas por batata doce frita e salada. Há também hambúrgures, pregos em bolo do caco e petiscos.

PERFEITO PARA Quem ainda não está preparado para cortar nas carnes.

OBRIGATÓRIO PROVAR A picanha Black Angus.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Argentino
  • Chiado

Dom 18.00-01.00

O restaurante da Calçada do Duque com vista para o Castelo de São Jorge é famoso pelos bifes argentinos e pela massa fresca artesanal, mas nos últimos anos tem mostrado como trabalhar bem a sazonalidade dos produtos e ir gazendo rodar a carta – prova disso é o menu de almoço (a partir de 12,50€). Nas entradas há pratos bem trabalhados como as endívias com pêras e queijo roquefort, a saladinha de flores ou os tão portugueses peixinhos da horta. Para beber, aqui há os chás da Companhia Portugueza do Chá, de Sebastián Filgueiras, um dos responsáveis pela abertura do Buenos Aires há 15 anos.

PERFEITO PARA Ignorar os ainda existentes paus de selfie e comer com o Castelo no horizonte.

OBRIGATÓRIO PROVAR A tira argentina com batata a murro e chimichurri.

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Café de São Bento
  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Dom 19.00-02.00

Já há muito discorremos sobre o bife do lombo à Café de São Bento, mas a verdade é que é impossível dissociar o prato da casa. A carne é tenra e o molho especial é feito com natas, manteiga, sal e os sucos da carne, onde nadam as saborosas batatas fritas. Se conhece este clássico de ginjeira, vale a pena olhar duas vezes para o menu e descobrir os camarões al ajilo, os carpaccios de salmão ou novilho e, por fim, mas não menos importante, o crème brûlée e a tarte tatin de maçã.

PERFEITO PARA Jogar ao quem é quem da política com os clientes à volta.

OBRIGATÓRIO PROVAR O bife do lombo à Cais de São Bento.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado

Dom 12.00-00.00

O Café Lisboa, a meros passos do irmão estrelado Belcanto, fica dentro do Teatro Nacional de São Carlos e é José Avillez num registo simples, muito típico português e essencialmente despretensioso. Tem pastéis de massa tenra (servidos como entrada ou prato principal, com arroz de grelos), croquetes, caldo verde, um bom bife tradicional, como os que eram servidos nos antigos cafés lisboetas, e tachinhos de arroz que são a verdadeira comida de conforto. Aqui o chef tem também outros pratos tradicionais e alguns que se tornaram a sua imagem de marca, como o bacalhau à Brás com as suas azeitonas explosivas.

PERFEITO PARA Conhecer a comfort food portuguesa com toque de autor.

OBRIGATÓRIO PROVAR A portuguesinha, uma empada de carne com os vários sabores do cozido à portuguesa.

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  • 4/5 estrelas
  • Noite
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.30-15.00/19.30-22.00

A vista do Café Príncipe Real, o restaurante do hotel Memmo Príncipe Real, ekeito como um dos melhores hotéis urbanos do mundo pela Monocle, é para o castelo: a vista dos pratos criados pelo chef Vasco Lello dá para uma quantidade de países que os portugueses influenciaram, com especial atenção às cozinhas brasileira, africana e asiática. A carta é sazonal e aos almoços há sugestões semanais com o melhor da época. Neste piso fica ainda o cocktail bar, com bebidas de assinatura, e o terraço com piscina, que no Verão ganha carta de snacks própria.

PERFEITO PARA Olhar Lisboa nos olhos enquanto viaja no prato.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa tailandesa (picante) tom yum.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Peruano
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-15.00/19.00-00.00

A Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz, o primeiro projecto étnico a dois do chef português, abriu em 2017 no primeiro piso do Bairro do Avillez, em pleno Chiado. Correu tão bem que em 2018 ganhou um espaço próprio, no Cais do Sodré, para ter mais identidade e abrir aos almoços. O espaço é amplo e mantém a mistura de tons quentes com azul. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar apossibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar, e a carta mantém a divisão em pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces.

PERFEITO PARA Esquecer as cantinas das escolas e dar um novo significado à palavra cantina.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tiradito nikkel, lâminas finas de atum com leite de tigre nikkel, rábano branco e sésamo.

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  • Restaurantes
  • Chiado

Dom 12.00-00.00

O primogénito de José Avillez no Chiado, já com réplicas no Porto e no Parque das Nações, é um restaurante com uma série de criações de raiz portuguesa com influências de viagens. Há alguns pratos que já se tornaram clássicos, como os peixinhos da horta com molho tártaro, os ovos à professor séc. XXI, cozidos a baixa temperatura, com chouriço e pão frito, as lascas de bacalhau com migas soltas ou o prego MX-LX, um prato d.i.y. bem popular. Para finalizar, não podia faltar a sobremesa que se celebrizou no primeiro restaurante, a Avelã3, e que entretanto é presença assídua nas cartas do chef.

PERFEITO PARA Conhecer o restaurante onde começou o império Avillez.

OBRIGATÓRIO PROVAR O porco alentejano com batata frita, farofa e feijão preto.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Pan-africano
  • Castelo de São Jorge

Dom 12.00-23.00

Foi um dos restaurantes pioneiros da Mouraria e mantém-se firme, com uma comida simples e moçambicana, picante, e um menu cheio de piadas realmente com graça. As chamulas são bem boas, assim como o caril de caranguejo ou a muamba de galinha, mas arrisque em pratos menos vistos como a ikala (gambas e caranguejo com casca em molho de coco e amendoim), o makoufe (couves com gambas e pata de caranguejo) ou o bakra piripiri (costeletas de borrego em molho picante com legumes). Tome nota: tem um dos melhores negócios de almoço da cidade, um menu completo com prato, bebida e café por cinco euros.

PERFEITO PARA Repor os níveis de picante na sua vida.

OBRIGATÓRIO PROVAR O wuco de amendoim.

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  • Restaurantes
  • Nepalês
  • Avenidas Novas

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Tanka Sapkota é uma figura bem conhecida no panorama da restauração lisboeta – é dono dos italianos Come Prima, Forno D’Oro e Il Mercato –, mas é na Casa Nepalesa que homenageia as suas origens. Aqui utilizam-se produtos frescos e da época e muitas especiarias moídas no momento. A massa das chamuças é estendida à mão, assim como a do roti, o pão na versão simples ou recheado, como entrada ou para acompanhar toda a refeição. A lista tem muita variedade e por isso é só escolher desde as receitas de borrego e cabrito às de gambas, vegetarianas ou de frango. Há um menu de degustação para dois que faz uma viagem completa pela cozinha.

PERFEITO PARA Conhecer a gastronomia nepalesa num ambiente europeu.

OBRIGATÓRIO PROVAR O masaledar baakhra ko maasu, ou seja, o cabrito com molho de caril tradicional.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Bairro Alto

Dom 13.00-15.00/20.00-00.00

Maria Paolo Porru, a italiana responsável pelo Casanova à beira-Tejo e o restaurante de pizza à fatia Pizza a Pezzi, abriu o Casanostra em pleno Bairro Alto há 32 anos. A clientela do mundo da política e das artes ajudou a torná-lo num ícone mas no final de contas é a vera cucina italiana que se serve aqui que merece todos os títulos, começando pela burrata que vem de Andria e é servida com lâminas de trufa na época dela. Nos pratos há todos os clássicos, como o rotolo di ricotta e spinachi, a lasanha de carne, o spaggheti alla carbonara com um toque de alecrim picante, nos segundos pratos há pratos de peixe e de carne, onde está o ossobuco alla milanese.

PERFEITO PARA Se sentir em casa de uma família italiana

OBRIGATÓRIO PROVAR Os gnocchi de requeijão, espinafres, açafrão e molho de tomate

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • São Vicente 

Dom 12.30-01.30

É capaz de ser a pizzaria mais concorrida da cidade e está aberta até à 01.30, por isso é muitas vezes escolhida pelos notívagos que seguem para o Lux, a discoteca mais famosa do país, ali mesmo ao lado. Acenda a lâmpada vermelha para pedir as pizzas de massa fina e estaladiça, feitas em forno de lenha. Se a espera for grande, quando chegar às mesas corridas não se contenha e peça também os arancini tradicionais da Sicília, recheados com risoto de açafrão e, bem no centro, carne picada e mozarela. Um bom aperitivo. Isso e o prossecco com cremolato, boa bebida para todas as estações.

PERFEITO PARA Aquecer para a pista do Lux.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza de figos e presunto no Verão, a de pesto o ano inteiro.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cervejarias
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

Dom 12.30-23.30

O restaurante do piso térreo do hotel Tivoli Avenida da Liberdade é uma marisqueira chique, com uma oferta especializada em peixes e mariscos da costa portuguesa, que recupera o serviço mais clássico – e aqui sempre irrepreensível – das cervejarias lisboetas. Há mariscadas, casquinha de santola, amêijoas à Bulhão Pato e outros pratos mais clássicos como as cataplanas, o linguado au meunier e o bife tártaro preparado à frente do cliente. Aos domingos há um brunch que é um verdadeiro banquete de rei, dos ovos Benedict às estações de marisco e lombos Wellington.

PERFEITO PARA Uma mariscada chique.

OBRIGATÓRIO PROVAR A lagosta Thermidor.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Indiano
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Dom 13.00-16.00/19.00-23.00

Assim que se entra neste restaurante indiano moderno, com as paredes cobertas de Bollywood, há um bar onde servem cocktails com receitas da Índia, perfeitos para abrir as hostilidades – têm sabores fortes que se sobrepõem ao álcool, como os coentros (o especial da casa tem esta erva, gin e chilli), manga ou água de coco – ou para depois dos pratos picantes. Prove os pani puri de entrada, as dosas, uns crepes em forma de cone servidos com caril de pato ou com recheio de batata (masala dosa), ou o caril de quiabos. Uma das melhores maneiras de ficar a conhecer esta Índia é com o menu de degustação (28€ por pessoa).

PERFEITO PARA Conhecer a Bollywood moderna.

OBRIGATÓRIO PROVAR As dosas, uns crepes em forma de cone.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Japonês
  • Cais do Sodré

Dom 12.30-00.00

Depois ter ter conquistado Cascais, a marca Confraria estendeu a qualidade ao Cais do Sodré, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. No piso térreo do Lx Boutique Hotel, no Cais do Sodré, o sushi tradicional convive bem com as especialidades de fusão: do carpaccio 7 ervas, com salmão, peixe branco e atum aos uramaki e temakis bem recheados. Não esqueça a sobremesa: peça a tarte tatin.

PERFEITO PARA Quem gosta de sushi de fusão sem confusão.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os uramaki panko com salmão crocante com molho à base de ovas.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 2 de 4

Dom 10.00-22.00

O irmão mais novo da mercearia fina de Santa Apolónia é mais do que um sítio bom para ir encher a despensa lá de casa com bons queijos e enchidos, chás, compotas ou vinhos. Tem, aliás, uma ementa completa que faz dele um restaurante a sério: tem uma dezena de opções de saladas compostas, com assinatura do chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, bons tártaros e pratos principais como um magret de pato ou um lombo de bacalhau lascado. Aos fins-de-semana e feriados serve três menus de brunch muito completos e com todos os obrigatórios desta refeição, dos ovos Benedict às panquecas.

PERFEITO PARA Pequenos-almoços, almoços e brunches em que nunca sai de mãos a abanar.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tártaro de noviljo e os ovos Benedict com bresaola nos dias de brunch.

  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Cascais
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

É um dos mais genuínos restaurantes chineses em Lisboa e serve os verdadeiros sabores da região de Kuong Tong. Agora aparece de cara lavada, com uma esplanada toda envidraçada, mas com a carta de sempre, onde é bem provável que se perca, uma vez que apresenta mais de cem especialidades. Ao almoço os míticos dim sums são a jóia da coroa e estão sempre a sair, já ao jantar as opções continuam difíceis de enumerar, por isso facilitamos-lhe o trabalho: o pato à Pequim é uma das especialidades a par da sopa de barbatanas de tubarão.

PERFEITO PARA Entrar a falar português e sair a falar mandarim.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa de barbatanas de tubarão supremo.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Parque das Nações

Dom 11.00-23.00

Uma das vantagens de ter cozinhas abertas é poder assistir ao espectáculo da preparação, neste caso da montagem das pizzas antes de irem parar ao grande forno da Forneria. Este italiano do Parque das Nações é famoso pela massa ao estilo romano que fica a fermentar durante 48 horas, e aqui não faltam as clássicas parmigiana e prosciutto, que não desiludem nunca, mas se quiser elevar a fasquia vire a página para as pizzas gourmet, onde encontra uma pizza spek e a de presunto pata negra Joselito. As opções estendem-se para os risotos e para as pastas com massa fresca.

PERFEITO PARA Comer boas pizzas antes de um concerto ali mesmo ao lado.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza pata negra, com parmesão e rúcula.

  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cascais

Dom 12.30-15.00/19.30-22.30

À beira-mar plantada, a cozinha da Fortaleza do Guincho mudou para responder ao que a sua localização exigia – uma carta mais virada para o mar e assente na sazonalidade, privilegiando os produtos da zona. Com a saída do chef Miguel Rocha Vieira em Novembro de 2018 – o português chegou à Fortaleza do Guincho em 2015 para substituir Vincent Farges e alterou as linhas de uma cozinha estrela Michelin, que o restaurante mantém desde 2001 –, Gil Fernandes, sous- chef de Rocha Vieira até então, assumiu as rédeas do restaurante que trabalha o marisco e o peixe fresco em três menus de degustação e ao longo de toda a carta.

PERFEITO PARA Olhar para o mar e comer o que vem de lá.

OBRIGATÓRIO PROVAR O salmonete com curgete e choco ou pargo com cevadinha e funcho.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Cascais

Sáb-Dom 12.30-23.00

Faça chuva, faça sol, seja em que estação do ano for, com o mar manso ou revolto, a vista das Furnas do Guincho é sempre incrível e vale por si. E é do mar que vêm as maravilhas que se comem por lá, seja o marisco fresco ou cozinhado – a saborosa paella, por exemplo – ou o peixe, e aqui o segredo é mesmo ir pelo caminho mais simples e pedir peixe ao sal, uma especialidade da casa. Não contente, há outras opções imperdíveis, como a açorda de lagosta ou a cataplana de polvo, para comer na sala interior ou na esplanada, quando o tempo estiver para isso.

PERFEITO PARA Um almoço em cima do mar, naqueles dias de sorte, sem vento, no Guincho.

OBRIGATÓRIO PROVAR O bacalhau à lagareiro.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Santa Maria Maior
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-02.30

O tempo não passa por ele, como se costuma dizer, ou então passa, mas a fama e o proveito mantêm-se intocáveis. Neste restaurante, que também é Loja com História, é habitual a corrida aos croquetes, uma espécie de amuse-bouche obrigatório da casa, e o repasto segue por aí fora na barra com umas torradas de pão centeio, um prego ou um café de balão à moda antiga. Imperdíveis são também os empadões de perdiz à segunda e o de lagosta à quinta, dia em que também se come um belo joelho de porco. Vale a pena terminar a refeição com o crepe Suzette, não só porque é bom, mas pelo espectáculo de labaredas junto à mesa.

PERFEITO PARA Um convívio ao balcão.

OBRIGATÓRIO PROVAR O crepe Suzette.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Japonês
  • Avenidas Novas

Dom 12.30-14.30

Apesar de passar despercebido, tem lugar cativo na lista dos melhores japoneses de Lisboa e há razões para isso. Desde que abriu em 2015, pelas mãos de uma equipa de antigos discípulos do Aya, que continua a respeitar a cozinha tradicional japonesa, com produtos sempre frescos, um empratamento delicado e um serviço a que não se pode apontar uma falha. Este santuário da cozinha do Sol Nascente abre ao público para almoços, enquanto que os jantares, de quinta a sábado, são essencialmente reservados para receber os membros do Clube Go Juu.

PERFEITO PARA Quem gosta de pertencer a um clube.

OBRIGATÓRIO PROVAR O chirashi de unagi.

Ground Burger
  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Hambúrgueres
  • São Sebastião

Dom 12.00-00.00

A meca dos hambúrgueres tem morada aqui (e desde 2018 também no Time Out Market). São os melhores da cidade e não temos pudor de o dizer. O brioche é caseiro, as batatas fritas estaladiças e os 150% gramas de carne Black Angus compõem o cenário para uma refeição irrepreensível, seja qual for a escolha que fizer. E quem faz hambúrgueres também faz donuts. 2018 foi o ano em que o Ground Burger começou a fazer donuts artesanais, com sabores como guave e queijo, tarte merengada ou crème brûlée – impossível provar só um. Anote também que é dos únicos restaurantes em Lisboa que apresenta tamanha carta com referências de cerveja artesanal.

PERFEITO PARA Uma refeição groundbreaking.

OBRIGATÓRIO PROVAR O hambúrguer do mês ou o sempre seguro Double Cheeseburger, com queijo cheddar e cebola roxa caramelizada.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Japonês
  • Campo de Ourique

Dom 12.30-15.00/19.30-22.30

É um dos japoneses mais autênticos da cidade, com um belíssimo e longo balcão de madeira que ocupa todo o restaurante e permite ir acompanhando o trabalho dos sushimen. A comandar a trupe está Agnaldo Ferreira, que abriu esta taberna japonesa em Campo de Ourique para trabalhar matéria- prima de qualidade e distinguir e mostrar o que é sushi tradicional e a verdadeira fusão. Nos pratos frios, além das fatias de peixe fresco em sashimi, niguiris ou chirashi, há um tártaro de salmão que não pode deixar passar, com mostarda kizami e gema de ovo de codorniz. Nos quentes vá para o naco de toro grelhado ou o wagyu.

PERFEITO PARA Um tête-à-tête com os sushimen.

OBRIGATÓRIO PROVAR O soft shell crab, um rolo com salmão com tempura de caranguejo.

  • Restaurantes
  • Pan-africano
  • Cais do Sodré

Dom 12.30-15.00

A zona ribeirinha cresce, mas o IBO, a comemorar uma década (e com todo um quarteirão para si), continua a ser um dos melhores para almoços com o Tejo como cenário. A raiz moçambicana continua presente, mas há também pratos como o ceviche de peixe branco em lima, com limão e coentros e umas vieiras em beurre blanc de lima e tártaro de maçã. Ao já icónico caril de caranguejo, juntou-se o lombo de garoupa em molho de curcuma com arroz basmati ou, nas carnes, um rib eye maturado com legumes assados e puré de batata trufado (56€ para dois). Para refrescar e adoçar a boca no final da refeição, peça o carpaccio de ananás com mel e raspas de lima.

PERFEITO PARA Almoços demorados em dias de sol.

OBRIGATÓRIO PROVAR O caril de caranguejo desfiado.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Estrela/Lapa/Santos
  • preço 2 de 4

Dom 19.00-00.00

Já não é propriamente um segredo da cidade e assumimos parte da culpa. Mas ainda bem, porque a comida italiana que Luca Salvadori serve por aqui é autêntica. O Il Covo fica no meio da Madragoa e todos os dias a meio da tarde se faz pasta fresca para pratos como a mais clássica carbonara com guanciale, ovo e queijo, ou os triangoloni neri recheados com burrata Há muitos outros que nem sequer têm lugar fixo na carta – os de peixe, por exemplo, vão variando consoante o que de mais fresco houver no mercado. O tiramisù é um espectáculo final imperdível, feito à frente do cliente num carrinho de sobremesas.

PERFEITO PARA Entrar num covil italiano e sair a rebolar.

OBRIGATÓRIO PROVAR A bolonhesa alentejana, com ragu de bochecha de porco.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.30-15.00/19.00-23.00

O chef nepalês mais italiano de Lisboa, Tanka Sapkota, quis que o Il Mercato fosse mais do que um restaurante italiano e a casa deve o nome à parte de mercearia, onde tem uma selecção de produtos de charcutaria e queijos para escolher e comer numa das mesas do lado ou levar consigo. Há aqui máquinas artesanais onde se produzem vários tipos de massa fresca para provar no restaurante em receitas do dia ou da carta, mas também para take-away – nesse caso, antes de se armar em chef, tome atenção ao tempo de cozedura ideal e aos molhos e acompanhamentos recomendados.

PERFEITO PARA Jantar uma massada e levar pasta fresca para replicar em casa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A burrata di Andria, da região de Puglia.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Dom 18.00-23.00

A massa das pizzas da In Bocca al Lupo, junto à Praça das Flores, é fina e estaladiça e aparece no menu coberta de combinações clássicas feitas com bons produtos e outras mais fora da caixa mas sempre bem esgalhadas, da mozarela biológica à muxama. Há também várias opções vegan e vegetarianas, como a de abóbora assada com amêndoas. Nesta pizzaria, de ambiente tranquilo e boa para ir em família, trabalha-se apenas com fornecedores orgânicos, portugueses e italianos, e se pedir atempadamente (até às 18.00 do próprio dia) a massa da pizza pode até ser sem glúten.

PERFEITO PARA Levar os gaiatos a ver a pizza sair directamente do forno para a mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza de gorgonzola e pêra.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Princípe Real
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-23.00

2018 foi o ano em que Jamie Oliver chegou finalmente a Portugal com o seu restaurante italiano mais famoso, com três pisos e dois terraços com vista sobre a cidade. E o chef- estrela britânico fez jus a toda a expectativa: trouxe todos os seus pratos mais famosos, entre tábuas de queijos e enchidos, pizzas e massas que são feitas diariamente no restaurante do Príncipe Real. Alguns pratos foram adaptados para o mercado português – prove o Jamie’s Italian Burger, com carne de vaca, pancetta, cebola e queijo da Ilha (12,95€).

PERFEITO PARA Confirmar que os pratos que vê na tv são realmente bons.

OBRIGATÓRIO PROVAR As tábuas de partilha com queijos e enchidos.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cafés
  • Chiado

Dom 09.30-20.00

O café vienense da Rua Anchieta abriu em 2008 e conquistou-nos logo à partida com a sua carta de nomes impronunciáveis. Tem seis tipos diferentes de salsichas que o teletransportam rapidamente para a Áustria: a especialidade da casa é a käsekrainer, fumada e recheada com queijo emmental, mas há mais pratos austríacos, sempre com tradução para português. Para sobremesa peça a sachertorte ou o apfelstrudel. Ou então passe lá em modo brunch, servido durante a semana, todos os dias até às 12.00, e aos fins-de-semana até às 19.30.

PERFEITO PARA Se refastelar nos sofás numa tarde de Inverno chuvosa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O apfelstrudel com um chocolate quente.

  • Restaurantes
  • Japonês
  • Marvila
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-14.30-19.30-22.30

A maior parte da matéria- -prima do restaurante japonês Kampai (o equivalente a “brinde”, em japonês) vem dos Açores. Atum, lírio, encharéu, lula e chicharro, entre outros. Tudo peixes frescos e com bons cortes aplicados em peças de sushi tradicional, dos rolos ao sashimi – há combinados sashimi moriawase, com o peixe cru fatiado, nas versões pequeno (23€) e grande (28€) – e chirashi. Tem também bons pratos quentes, como as massas udon ou o fondue japonês sukiyaki. Outra coisa boa é ter um parque de estacionamento para clientes, o que resolve umas quantas chatices.

PERFEITO PARA Descobrir o maravilhoso mundo do sushi e sashimi com peixes alternativos.

OBRIGATÓRIO PROVAR O lírio braseado.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Belém

Dom 19.30-23.00

Em 2017, o chef japonês Tomoaki Kanazawa regressou ao Japão por motivos pessoais, mas deixou um nome forte da cozinha japonesa à frente do seu Kanazawa: Paulo Morais. O chef português há mais anos a trabalhar a cozinha japonesa aceitou o desafio deste restaurante de oito lugares apenas e mantém a mesma linha de cozinha kaiseki desde o primeiro minuto. Aqui trabalha a sazonalidade e a proximidade com o cliente em quatro menus de degustação, que mudam mês a mês – três sem bebidas incluídas de 60,90 e100€ e um de 150€, com tudo incluído. Às sextas e sábados há lanches japoneses, com tabuleiros de doces tradicionais e chás cerimoniais.

PERFEITO PARA Juntar a palavra kaiseki ao seu léxico japonês.

OBRIGATÓRIO PROVAR Tudo o que Paulo Morais lhe puser à frente.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Avenidas Novas

Dom 12.00-15.00/19.00-01.00

Não chama por aí além as atenções, a decoração é hipercolorida e costuma ter uma boa dose de jantares de grupo. Mas o irmão do meio da família do Lucca, em Alvalade, e do Tavola Calda, em Algés, tem pizzas de massa fina e estaladiça e dezenas de combinações vencedoras diferentes. Há, até, algumas secretas (estatuto que se estende às sobremesas, onde há uma panacota com nutella), como a de quatro queijos (gorgonzola, fontina, asiago e mozarela) com salame picante. Se estiver indeciso, tem sempre aquele pedido especial imbatível em que pode pedir metade de uma e metade de outra.

PERFEITO PARA Juntar os amigos e relembrar os jantares de curso.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza secreta, com quatro queijos e salame picante.

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  • Restaurantes
  • Cascais

Dom 13.00-15.30/19.00-23.00

Há uns bons anos, Humberto, o brasileiro dono desta Lambrettazzurra Pizzeria, deixou o negócio dos biquínis que o tornou famoso na vila de Cascais e resolveu ir estudar para Nápoles para ser um pizzaiolo a sério. No regresso aplicou tudo o que sabe neste restaurante e serve agora pizzas napolitanas excelentes, como a jóia da coroa La Pulcinella, com cogumelos porcini, tomate seco, pasta de trufa branca, queijo taleggio, queijo pecorino e azeite. De tempos a tempos vai fazendo novas combinações com ingredientes italianos que importa.

PERFEITO PARA Meter conversa com Humberto e deixá-lo contar tudo sobre os ingredientes das pizzas.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza Caruso, com mozareladebúfala fresca e espinafres.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Francês
  • Chiado

Dom 12.00-15.50

O La Parisienne é um verdadeiro bistrot. Foi tudo pensado ao pormenor pelo dono, Olivier, para reproduzir os restaurantes típicos franceses: desde a música aos empregados de mesa e, claro, à comida. As receitas são todas de elevada qualidade, e para ter a verdadeira experiência deve provar os ovos cocotte, o confit de pato, a soup a l’oignon, com cebola gratinada, e o foie gras. Não saia sem beber um copo de champanhe ou comer o mítico crème brûlée.

PERFEITO PARA Aceitar que Lisboa seja francesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR A soupe à l’oignon.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Princípe Real

Dom 12.00-00.00

Miguel Castro e Silva está, desde 2015, a dinamizar o bonito pátio interior do palacete da Embaixada, no Príncipe Real, a convite da Gin Lovers, que explora o espaço. Há um menu de degustação, mas este é também o sítio ideal para almoços a meio da semana ou jantares de conforto, com um dos bons e cremosos risotos, como o de gorgonzola com pêra rocha ou o de manjericão, que se tornaram imagem de marca do chef neste espaço. Outra hipótese é juntar o grupo todo e ir pedindo.

PERFEITO PARA Deixar o vinho a copo por uma vez e acompanhar a refeição com gin.

OBRIGATÓRIO PROVARravióli de abóbora assada com amêndoas.

  • Restaurantes
  • Chinês
  • Oeiras

Dom 12.00-15.00/18.30-23.00

Outrora conhecido como Yum Cha Garden, em 2016 mudou de identidade e começou um capítulo mais sério enquanto Macau Dim Sum. Importante será dizer que os responsáveis pelos famosos dim sums se mantiveram por lá a fazer o que de melhor sabem, proeza que continua a levar enchentes de gente a Oeiras para comer esta especialidade chinesa. A carta é longa e não se fica só pelos dim sums: há um bom pato à Pequim e as massas são outra das especialidades de Liu Yun Zhi.

PERFEITO PARA Encher o papo, dim sum a dim sum.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os raviólis de tubarão.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Cascais

Dom 12.30-22.30

É provável que já tenha ouvido alguém dizer que vai almoçar à “Lourdes”, o nome da matriarca da família e dona do restaurante, Lourdes Tirano. Aberto há mais de 40 anos, as receitas continuam as mesmas e as especialidades do mar têm a fama toda, das bruxas de Cascais aos lagostins, do carabineiro aos percebes. Imperdível é também o arroz de tamboril, reconfortante e solto, ou a travessa do mar, com robalo, dourada, gambas e mexilhões.

PERFEITO PARA Almoçaradas em família na casa da Dona Lourdes.

OBRIGATÓRIO PROVAR As bruxas de Cascais.

  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Martim Moniz

Dom 10.00-21.00

É conhecido ali na zona como a “cantina chinesa” e é preciso procurar pelo número 7 da Calçada da Mouraria para encontrar o Mi Dai, já que não tem o nome à porta. Lá dentro está uma sala despretensiosa com um balcão ao fundo para onde se deve dirigir e apontar para os ingredientes que quer – depois é vê-los serem levados para o wok. Dali saem perfumados com alho, gengibre e pimentas. Neste tesourinho do Martim Moniz há boas sopas de noodles, de peixe ou de carne, prontos a serem sorvidos.

PERFEITO PARA Um prato faça você mesmo, com a certeza que vai sair saboroso.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa de noodles com carne.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Cascais

Dom 12.00-16.00/19.00-23.00

Para almoçaradas em família ao domingo há um destino sempre certo, que fica na Estrada do Guincho. Come-se aqui peixe e marisco fresco do melhor, isto com direito a ver as ondas a rebentar mesmo ali ao lado. Além do mítico arroz de berbigão com filetes, que se serve ali há décadas, vale a pena experimentar outras especialidades, como a açorda de gambas, a cataplana de marisco ou, espante-se, as iscas à portuguesa. O serviço continua simpático e irrepreensível. Junte tudo e é a fórmula de sucesso.

PERFEITO PARA Uma escapadinha a Cascais com direito a bom peixe e vista para o mar.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os filetes de pescada com arroz de berbigão.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Lisboa

Dom 11.00-15.00/19.00-00.00

Depois de ter servido prato atrás de prato num clandestino na Rua do Benformoso, Zhiaming Lu pôs de pé um restaurante a sério em 2015 onde só entra a tradicional cozinha chinesa da região de Shandong. Na montra lê-se “Chef premiado com 35 anos de experiência” e com toda a razão: a cozinha mantém-se fiel aos tempos antigos, com especial destaque para uma secção inteira de picantes (nível ligeiro, médio e superior). Vá preparado para a sopa ácida picante, as perninhas de rã fritas ou a carne de vaca com molho de ostras. Se tiver estômago para isso, não ignore os pratos no wok.

PERFEITO PARA Conhecer as gastronomias de Shandong.

OBRIGATÓRIO PROVAR O peixe com molho agridoce.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Libanês
  • Cais do Sodré

Dom 12.00-15.00/19.30-00.00

Em Beirute come-se muito bem e no Cais do Sodré também, graças a dois libaneses: Ezzat Ellaz, o dono e criador do conceito, e o seu chef, Joseph Youssef. O conceito é muito simples: comida libanesa autêntica mas com ingredientes portugueses. O restaurante tem uma oferta muita rica e variada e a melhor maneira de conhecer de tudo um pouco é pedir vários mezze. Prove os quatro hummus diferentes, o falafel de grão e favas ou as salsichas makanek de vaca refogadas com alho e molho de romã. Tudo com o típico manuché, o pão caseiro servido quente.

PERFEITO PARA Aplaudir no fim e dizer Muito Bem!

OBRIGATÓRIO PROVAR A baklava salgada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Indiano
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-15.00/18.30-23.30

Tem irmãos no centro de Lisboa (em Campo de Ourique e na Baixa) mas é em Odivelas que está o melhor dos Natraj. A decoração bollywoodesca não é nada de extraordinário, mas o restaurante enche aos almoços e jantares graças às saborosas chamuças de frango e aos caris, alguns com níveis de picantes altíssimos e a pedir um lassi para aguentar as labaredas, como os com molho punjabi, e outros, como o de borrego, menos picante mas igualmente bom. O pão paratha, uma espécie fina e redonda, é o acompanhamento perfeito. Para finalizar, não tenha dúvidas em escolher a bebinca, bem caramelizada.

PERFEITO PARA Encher a barriga no subúrbio e ficar satisfeito.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os camarões em molho verde com hortelã, folhas frescas de caril, cajus e gengibre.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Alvalade

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Este chinês é um dos restaurantes da velha guarda, instalado em frente ao Centro Comercial de Alvalade desde os anos 1990. Já se fala mais português do que mandarim e não estranhe a mesa posta com talheres para além dos pauzinhos. É conhecido pela sopa de galinha desfiada e, nos pratos principais, pelos incontornáveis pratos de pato, especialmente pelas versões à Pequim: lacado e assado, servidos com a panqueca, alho francês e molho hoisin, ou o especial com caldo, febras, legumes e a pele, bem crocante. É o sítio certo para voltar a comer banana fá si.

PERFEITO PARA Comer chinês com talheres e não ser recriminado.

OBRIGATÓRIO PROVAR O pato à Pequim na versão especial.

  • 3/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Belém

Dom 12.00-00.00

Acrescente a Nune’s Real Marisqueira à lista dos monumentos a visitar em Belém e acabe com preconceitos de que restaurantes para aqueles lados são todos para turistas. A gamba do Algarve cozida em água do mar é um dos mariscos mais pedidos nas mesas desta casa, mas a ementa é mais do que mariscos frescos e petiscos. Os arrozes têm papel importante na carta, do de garoupa aos caris de lavagante e gambas e há ainda uns bons filetes de lavagante com arroz de gambas ou de peixe galo com arroz de ovas. Carnes boas também há, como a entrecôte maturada ou a picanha de wagyu.

PERFEITO PARA Quando se fartar da fila para visitar o Mosteiro dos Jerónimos.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os filetes de peixe galo com arroz de ovas.

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  • 3/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-17.00/19.00-00.00

Foi o primeiro mergulho do chef Kiko Martins na Ásia, que descreve este seu bonito restaurante no Bairro Alto como uma viagem do Nepal ao Japão. Na sua última invenção, Kiko acrescentou três menus que são a versão asiática do brunch. Mas a carta normal do restaurante é curta, dividida entre frios e quentes, e são recomendados entre três a quatro pratos para duas pessoas. Do Vietname trouxe os noodles com lavagante, gamba do Algarve, lula e papaia verde, do Laos um ceviche com atum, coco, citronela e lima kaffir, da Tailândia reinventou a tom yum e trouxe o arroz aromático para acompanhar uma barriga de leitão. Aceite o ritual do cocktail de entrada e prove o shoshu, com cereja.

PERFEITO PARA Uma viagem à Ásia com direito a aquecer as mãos na lareira.

OBRIGATÓRIO PROVAR O rosbife coreano com brócolos e cogumelos.

  • Restaurantes
  • Europeu
  • Chiado

Dom 12.00-01.00

Neste restaurante há destaque para os ossos do Ofício, que é como quem diz boas carnes, todas com osso. É esta a particularidade desta steakhouse cuja peça mais imponente é o chambão, um naco que fica a marinar 12 horas com o sal injectado no osso e se desfaz à primeira colherada. Outro plus: dá, à vontade, para quatro a cinco pessoas. Na carta, que tem um prato de bacalhau (com osso, claro), há ainda entrecosto, costelão do acém redondo ou T-bone de novilho. O Ofício tem também uma componente de bar de petiscos muito forte, com uma montra de charcutaria bem composta e carta de cocktails de autor.

PERFEITO PARA Chamar aquele amigo lambão que dá conta de bons nacos.

OBRIGATÓRIO PROVAR O chambão.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Global
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.30-16.30

Olivier da Costa abriu o seu restaurante homónimo há uma década. Redecorou-o em 2017, deu-lhe mais luz, e juntou à carta alguns pratos dos seus primeiros anos de cozinha, outros para partilhar (peça as empadas da D. Luzia) e manteve alguns clássicos. Tem um bom menu de almoço (15€, com prato e bebida) com as especialidades a rodar, como a salada Olivier, o bife tártaro ou o arroz de pato. Nos meses mais frios, o banquete de brunch é um dos melhores da cidade: funciona em regime buffet (35€ por pessoa) e é coisa para se deixar ficar lá largas horas, começar nos iogurtes e na pastelaria, passar para o sushi do irmão Yakuza e ir até aos pratos principais quentes.

PERFEITO PARA Almoços de negócios todo o ano e, nos meses mais frios, para perceber o verdadeiro significado de um banquete de brunch.

OBRIGATÓRIO PROVAR A massa da Tia Carolina, com tomate e pesto.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • São Sebastião
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-01.00

Rodrigo Castelo, da Taberna Ó Balcão, em Santarém, estreou-se em Lisboa com a abertura d’O Mariscador, uma verdadeira ode ao marisco de rio. É difícil enumerar todo o marisco que pode comer aqui: do lagostim de rio ao gambão, dos búzios ao carabineiro, com direito a camarinhas estaladiças, o “tremoço” da casa. Alguns dos melhores pratos deste restaurante são para dividir, como é o caso do arroz de lavagante. Tem outras especialidades obrigatórias: o prego de caranguejo de casca mole servido na pombinha, o pão doce tradicional de Santarém e os croquetes de touro.

PERFEITO PARA Mariscadas fora da caixa no centro da cidade.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz de lingueirão.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Ajuda
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-15.30/19.30-23.30

Sintra, Cascais ou Setúbal surgem como os destinos mais óbvios para comer um bom peixe grelhado, acabadinho de pescar, mas se não conseguir tirar o dia para ir mais longe (guarde-se para fins-de- -semana à grande), ainda há pérolas escondidas em Lisboa. É o caso d’O Mercado do Peixe, na Ajuda, que se preza pela sua vistosa banca recheada de peixe fresco, dos sargos às garoupas, do típico robalo ao cherne. Depois é só mandá-lo para a grelha. Acabe o repasto com um pastel de nata caseiro, doçaria que ganhou o prémio de Melhor Pastel de Nata no Peixe em Lisboa 2018.

PERFEITO PARA Não ter de sair de Lisboa para comer um bom peixe grelhado.

OBRIGATÓRIO PROVAR As ovas grelhadas com batata assada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Areeiro/Alameda

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Num cruzamento entre a cozinha transmontana com outras regiões do país, O Nobre mantém-se firme no Campo Pequeno, naquilo que ainda é uma casa de família encabeçada por uma estrela da cozinha tradicional portuguesa, a chef Justa Nobre. E o que se come aqui é verdadeiramente nosso porque, apesar da apresentação cuidada, não perde o sabor nem a alma. Nas especialidades da casa está a mítica sopa de santola, e ao lado a perdiz transmontana ou a cataplana do mar, que dá para dois. É favor não esquecer que aos domingos é dia de buffet de cozido à portuguesa, mas é preciso reservar.

PERFEITO PARA Convidar a família para um cozido sem ter de lavar os tachos a seguir.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sopa de santola.

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  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Oeiras

Dom 12.00-00.00

Aberta há mais de meio século, esta cervejaria em Algés já tem o selo de qualidade mais que testado. Conhecido pelo seu viveiro e pela montra recheada à entrada, O Relento mantém
a prata da casa desde sempre: o marisco fresco, das elogiadas amêijoas ao camarão, sem esquecer os percebes que estão sempre a sair. Para quem se quiser atirar às carnes, é pedir o bife especial à Relento, anote. E sabe aquele habitual prato com fritos que chega à mesa de entrada, bem, não o mande para trás, porque a par do marisco estes acepipes são do melhor.

PERFEITO PARA Dividir uma travessa de marisco com amigos.

OBRIGATÓRIO PROVAR O bife especial à Relento, com mostarda, na frigideira.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Oeiras

Dom 12.00-15.00/19.00-23.30

Entre nesta casa a saber que o que importa e o que é bom é o que vem do mar, cozinhado à maneira tradicional portuguesa. Neste clássico de Paço de Arcos, além do bom marisco – peça as amêijoas e as santolas –, têm iguarias típicas que são um must try, como é o caso do robalo no capote e da açorda de gambas. Para pratos menos convencionais,a carta oferece uma perdiz estufada com castanhas e o bife do lombo em folhado à General Wellington. O serviço, esse, é eficiente e atencioso, como se quer.

PERFEITO PARA Encher o papo numa reunião de família.

OBRIGATÓRIO PROVAR O arroz de lebre desfiada.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Estrela/Lapa/Santos

Dom 12.30-00.30

Esta cucina de amici, como lhe chama Chiara Ferro, a cozinheira italiana de mão cheia à frente deste restaurante, é o equivalente à nossa tasca portuguesa – em vez de camisolas de clubes, há posters italianos, as cadeiras são como as antigas de escola, é apertadinho mas nem por isso menos confortável. A comida é italiana genuína, da focaccia e lulas fritas à moda de Roma para entrada aos pratos de pasta fresca, como o ragu de bolonhesa e a de pesto de beterraba (que convence até aqueles que não gostam do sabor a terra) aos cremosos risotos. A lasanha de pão siciliano, na versão vegetariana ou de carne com pancetta, e as almôndegas também são aqui servidas, qual comfort food italiana.

PERFEITO PARA Perceber o que é uma tasca italiana.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pasta com pesto de beterraba com manjericão, pinhões e queijo pecorino.

  • 3/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dom 12.45-15.00/19.3-22.30

A história d’Os Tibetanos começou há 40 anos, numa altura em que o vegetarianismo começava a ganhar mais adeptos. Mantém-se firme, num espaço mais amplo do que o inicial, com um agradável jardim no piso térreo e um templo budista nos pisos superiores, onde se reza e pratica meditação e yoga. A ementa é ovolactovegetariana e tem influências de todo o mundo. Prove os momos de espinafres e queijo, os tradicionais de seitan, a salada de queijo de cabra e pesto, o caril de manga com tofu e o gelado de pétalas de rosa com iogurte.

PERFEITO PARA Um almoço com paz de espírito depois de uma aula de yoga.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os momos de espinafres e queijo.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 4 de 4

Dom 12.00-00.00

Depois de uma temporada fechado, este clássico da restauração de luxo na Duque de Palmela reabriu em Novembro de 2018. Foi poiso de muitos jornalistas e políticos nas décadas de 80 e 90 e José António Saraiva, ex-director do Expresso, chegou até a dar conta dos almoços que por lá teve no livro Eu e os Políticos. Mantém-se o porteiro de fato e gravata, o serviço formal, irrepreensível, e a decoração com uma estrutura assente em madeira escura, tudo alcatifado. É uma cozinha clássica e além de pratos do dia bons, tem um trólei de peixe fresco do dia e uma oferta preciosa de pratos tradicionais como o cabrito e o bacalhau à minhota. Tudo com ingredientes de qualidade.

PERFEITO PARA Apreciadores de boa cozinha clássica que não olhem a despesas.

OBRIGATÓRIO PROVAR A perdiz de escabeche, de entrada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Dom 12.00-00.00

Foi um dos restaurantes que marcou a cena gastronómica lisboeta nos anos 80 e 90. Ao fim de 35 anos mudou-se para o primeiro piso do Time Out Market e ganhou o dobro do espaço relativamente ao espaço original, mas nem por isso perdeu a essência, tampouco qualquer dos pratos mais clássicos – nem Manuela Brandão, a cozinheira que lá está desde os 18 anos, deixaria. Estão lá os excelentes pastéis de massa tenra, as costeletas de borrego panadas servidas com esparregado ou a tomatada de ovo escalfado. Mas a ementa cresceu e há também canja de rabo de boi com rabanadas de vinho do Porto, empadão de sapateira e uma sopa de mexilhão folhada. Por fim, a mousse de chocolate, sempre a mousse, a sobremesa imperdível.

PERFEITO PARA Forrar o estômago antes de seguir para o Rive- Rouge, na porta ao lado.

OBRIGATÓRIO PROVAR A mousse de chocolate.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Campo de Ourique

Dom 12.30-15.30/19.30-23.30

O mar entrou por esta esquina adentro e o trio de ataque Vítor Sobral, Hugo Nascimento e Luís Espadana concentrou-se em fazer um bom restaurante de peixe com alguns petiscos e pratos de marisco incontornáveis. As especialidades da casa são os marinados, como a dourada com citrinos, gengibre e salsa, ou o robalo com malagueta, tomate seco e coentros, e até nas sobremesas puseram os figos a marinar antes os juntar à mousse de chocolate. A oferta completa-se com toda uma secção de peixes curados, arrozes e pregos, ora do mar ora da terra. Os puristas, apreciadores de bom peixe na grelha, também têm por onde escolher.

PERFEITO PARA Deixar o seu desejo de peixe a marinar.

OBRIGATÓRIO PROVAR A vieira com amêndoa e trufa.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Haute cuisine
  • Princípe Real
  • preço 4 de 4

Dom 12.00-15.00/19.00-00.00

Diogo Noronha foi à pesca e abriu um restaurante no Príncipe Real com um foco muito especial na sustentabilidade e nos produtos do mar, do peixe ao marisco, bivalves e algas, combinados com produtos da terra. Os produtores são escolhidos a dedo pelo chef para compor o menu, que além de escolhas à carta tem dois menus de degustação: Maré (50€) e Maresia (80€). Tem ainda uma janelinha para a rua onde está o barman Fernão Gonçalves a fazer cocktails para se beberem com palhinha de bambu ou de vidro e acompanhar com ostras – há ao natural, com pérolas de mirin, limão confitado e água de pepino, foie gras, beterraba e pimenta Sichuan.

PERFEITO PARA Tirar o máximo partido da esplanada de Verão/ jardim de Inverno.

OBRIGATÓRIO PROVAR O salmonete braseado com migas de pão e os cocktails de Fernão Gonçalves.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado/Cais do Sodré

Dom 12.30-01.00

Divide o espaço com o imponente palacete do Museu da Farmácia e por isso Susana Felicidade entrou no universo das farmácias antigas para decorar o restaurante à imagem e semelhança desses boticários. No Pharmacia a cozinha é criativa mas com uma base tradicional portuguesa, virada para o Tejo. Para começar a terapia, há uma carta de petiscos para partilhar – a chef recomenda três a quatro petiscos para cada duas pessoas–, sopas frias e quentes. No bar há cocktails de assinatura.

PERFEITO PARA Ir buscar a prescrição de Susana Felicidade para o resto da semana.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os croquetes de pato com compota de laranja.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

Dom 19.00-00.00

Não há dia que esta taqueria não tenha fila à porta – mas as filas são sempre de gente bem- -disposta, de cerveja Corona ou cocktail servido em saquinho numa mão e nachos na outra. O tempo de espera é justificado assim que se chega à mesa, onde a única coisa a que deve tomar realmente atenção é ao sinal de picante. A lista tem tacos de tudo e mais alguma coisa, incluindo vegetarianos, e aos almoços tem boas tortas (sandes) servidas em menu. Se estiver armado em campeão, peça o taco de torresmos crocantes de barriga de porco com salsa roja. Se preferir jogar pelo seguro tem a versão com salsa verde. Aos domingos há desayuno, em versão mexicana de brunch.

PERFEITO PARA Jantar e beber um copo (ou vários shots) sem ter de andar de um lado para o outro.

OBRIGATÓRIO PROVAR O taco chicharrón com salsa roja (atenção que tem quatro malaguetas).

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Castelo de São Jorge
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-18.00

António Galapito fez crescer um Prado ao pé da Sé, um restaurante onde trabalha o gado e vegetação orgânica. Usa os ingredientes que os produtores portugueses lhe dizem que estão bons e, por isso, não tem uma carta propriamente fixa. Tudo isto lhe valeu cinco estrelas do nosso crítico Alfredo Lacerda – o único restaurante, em 2018, que teve tal distinção. Todos os dias há qualquer coisa que muda, dos cortes aos peixes. Do outro lado do aparthotel The Lisboans, onde fica o restaurante, há a Mercearia do Prado, onde se vendem produtos a granel, compotas e fiambres de porco preto.

PERFEITO PARA Pastar à mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O berbigão com espinafres, coentros e pão frito.

  • Restaurantes
  • Avenidas Novas

Dom 12.00-00.00

O nome é para ler com sotaque açoriano e aqui provam-se peixes dos Açores, mariscos e carnes maturadas. Pode escolher o peixe directamente da montra e pedir para lhe fazerem uma sopa da cabeça e transformar a outra metade em sushi e sashimi. Ou optar por um mais tradicional grelhado. O responsável por este surf and turf é o chef Abel Cunha, que, a complementar esta oferta, tem uma garrafeira com produtores nacionais.

PERFEITO PARA Comer sushi, peixe grelhado ou um prego sem sair do mesmo restaurante.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tamboril a baixa temperatura.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Intendente

Dom 12.00-00.30

Se quiser comer o bom marisco desta casa, tem de ir preparado para esperar – a não ser que vá no intervalo entre o almoço e o jantar, que estes bichos são sempre bom lanche. Tudo começou nos anos 1950 com uma casa de pasto onde se servia vinho ao balcão, depois vieram os tanques cheios de marisco no andar de baixo e com eles especialidades, como os carabineiros, as amêijoas à Bulhão Pato, as ostras, as gambas grelhadas. Com a ajuda de programas de televisão e a visita de personalidades do meio gastronómico, as filas aumentaram mas podemos ficar com a sensação de missão cumprida: o preguinho como sobremesa, no fim da refeição seja ela qual for, é já uma máxima de vida para qualquer um que visita esta casa, qualquer que seja a nacionalidade.

PERFEITO PARA Encher a barriga de marisco sem ter de vender o carro.

OBRIGATÓRIO PROVAR O prego no final da mariscada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Santa Maria Maior
  • preço 4 de 4

Dom 12.30-15.00/19.30-22.30

Ganhou fama no Porto mas não perdeu ponta de força quando chegou a Lisboa em 2017 e a aposta nas carnes é firme, com Rui Martins à cabeça e Luís Rodrigues, o braço direito, a tomar conta da execução na capital. A carta é só bons cortes, da entrecôte aos chuletón, passando por vazias maturadas durante 60 dias, rib eye ou cowboy steaks. As peças vêm para a mesa com manteiga Café de Paris, pimento piquillo de Lodosa (em Espanha), flor de sal e um molho à escolha. Para acompanhar há brás de legumes, arroz de grelos, esparregado gratinado com queijo da Ilha ou massa soba salteada. Se for só acompanhar o amigo carnívoro (ou se quiser uma almofadinha para o estômago), prove a excelente sopa de tomate assado com lascas de bacalhau e coentros.

PERFEITO PARA Testar e aprovar as facas de serrilha.

OBRIGATÓRIO PROVAR O cowboy steak, um corte de novilho de 700 gramas e maturação de 28 dias.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Fusão
  • Alcântara
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-18.00

O terraço do Rio Maravilha dispensa apresentações, assim como o chef responsável pela carta do restaurante, Hugo Dias de Castro, da Casa de Pasto. Depois de muitas trocas, o chef trouxe estabilidade para o restaurante, onde a carta tem boas propostas para partilha mas também de pratos na brasa, do polvo com molho romesco e alho negro à presa de porco ibérico com abacaxi grelhado e molho de pimentas. Na vertente bar, lado a lado com os clássicos, estão os cocktails de autor para beber de frente para o Cristo Rei – caso da margarita de framboesa e petazetas para ir dando aqueles estalinhos na língua. Acompanhe o programa das festas, sempre dinâmico, nas redes sociais.

PERFEITO PARA Imitar aquele momento final do Titanic.

OBRIGATÓRIO PROVAR O tártaro de touro com chips de tuberculos e gema braseada.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Steakhouse
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-00.00

Depois de uma larga temporada fechada, a Sala de Corte, o restaurante de carnes mais popular do Cais do Sodré, reabriu. Continua na mesma zona, mas ao mudar de espaço, cresceu. Quem conhecia o outro restaurante, vai reconhecer muita coisa: as mesas têm os mesmos tampos de mármore, os candeeiros são os de cobre, e agora há uma câmara de maturação à entrada carregadinha de diferentes cortes de carne. São mais de 100 lugares, entre sala, balcão (com os mesmos dez lugares) e uma esplanada interior. Evoluíram no processo de maturação das carnes – a maturação é agora feita a 30 dias, em vez de 21, e há dois Jospers ao invés de um. Aos seis cortes de carne bovina acrescentaram mais dois, o T-bone e a rabada de Minhota Galega.

PERFEITO PARA Trabalhar o músculo do braço enquanto corta um bom naco.

OBRIGATÓRIO PROVAR A rabada com arroz de feijão.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • São Vicente 

Dom 19.30-23.00

Tal como o algodão, o nome aqui também não engana. Luigi Pintarelli, o italiano responsável por este santuário, é uma espécie de santo padroeiro dos cogumelos de cultivo biológico e dos silvestres, no Outono, e tem-nos de várias formas, cores, tamanhos e sabores, que estão lá do início ao fim da refeição. Tem shitake à Bulhão Pato, mas também pratos mais compostos – não saia sem provar o famoso risoto Santa Clara, com trompetas da morte. As sobremesas não fogem à regra: até um gelado de boleto vai para a mesa.

PERFEITO PARA Comer cogumelos com cogumelos e não enjoar.

OBRIGATÓRIO PROVAR O ceviche de cogumelos.

Sea Me
  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Bairro Alto

Dom 12.30-00.00

O peixe e o marisco são quem assume o papel de protagonistas nesta peixaria moderna que já se tornou num clássico da cidade – faça reserva. A imagem dos niguiris de sardinha surge sempre que alguém diz Sea Me, verdade, mas há mais: boas mariscadas, peixe grelhado ou a homenagem fiel ao Japão com uma rodada de sushi valente. Vale olhar com atenção para a carta e ponderar entre petiscadas de final de dia, com o tártaro ou a salada de robalo, ou pratos mais fartos, como o arroz negro de mexilhão ou o prego de atum. Se está com ideias de replicar o menu em casa, é peixaria por isso mesmo: chegue-se à montra e escolha o que quer levar para casa.

PERFEITO PARA Usar o provérbio “nem tudo o que vem à rede é peixe” porque aqui também se come marisco.

OBRIGATÓRIO PROVAR O prego de atum.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Alvalade
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-23.00

Este pan-asiático, a mais recente adição à família do grupo Sea Me, leva-o numa viagem por seis países do Oriente sem ter de sair de Alvalade, o bairro cada vez mais dinâmico que o acolhe. A carta é extensa e tem propostas do Japão, Índia, China, Vietname, Coreia e Tailândia e com direito a cerimónias de chá. O ambiente é o de uma típica taberna asiática, com madeira tosca e candeeiros que são redes de pesca, e pode escolher sentar-se ao balcão da robata, com 11 lugares à frente do chef onde pode até pedir coisas fora da carta. Há pad thais, baos caseiros, chamuças de cabra e taças de chirashi. No piso debaixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, num ambiente de luxo decadente, com mesas redondas e muitos detalhes nas paredes em seda, veludo ou bambu, para uma experiência mais intimista.

PERFEITO PARA Rumar a oriente para comer bem sem se enfiar num avião.

OBRIGATÓRIO PROVAR O rolo de camarão tigre, yuzu e microlegumes.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Dom aberto 24 horas

Aqui reina a street food asiática mas dentro de quatro paredes, com néons, papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, chapéus de palha cónicos vietnamitas, música pop japonesa e uma cozinha aberta para espreitar o que o chef Maurício Vale e a equipa estão a magicar. Das ruas de Banguecoque para esta morada no Cais do Sodré, vem uma carta que se divide em entradas e saladas, grelhados, baos, ramen, wok e caris. Conjugam-se doces, salgados, picantes e ácidos, por isso não saia sem provar as asinhas de frango, para lamber os dedos no final, os money bags ou os tacos de caril de borrego. Misturas improváveis, portanto.

PERFEITO PARA Fingir que está num festival de street food mas sentado à mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR As money bags, trouxas de massa crepe recheadas com cogumelos chineses, caju, gengibre, tamarindo e hortelã.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Estrela/Lapa/Santos
  • preço 2 de 4

Dom 13.00-16.00/19.00-00.00

Há uns anos caiu o Ideal de Susana Felicidade e nasceu a Taberna da Esperança. O conceito manteve-se quase o mesmo, com os pratos a irem para a mesa com o objectivo de dividir as garfadas pelas aldeias – coisas de partilha, portanto – e ainda por lá se comem boas tibornas como dantes. Há pratos que vão rodando consoante a sazonalidade, porque é tudo feito com produtos frescos, e outros clássicos da casa como é o caso dos ovos com alheira de caça ou da salada de queijo da Ilha. Para adornar a casa há posters na parede, uma cadeira de cada nação (assim como as loiças) e uma ardósia com a ementa. Enfim, um cantinho na Madragoa para comer muito e bem, e pagar pouco, com música portuguesa no ar.

PERFEITO PARA Não ser egoísta e dividir tudo o que vier para a mesa.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os ovos com alheira de caça.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Mediterrâneo
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

Dom 18.30-00.00

É cada vez mais comum sentarmo-nos à mesa com o Médio Oriente em Lisboa. E o Tantura, também nome de uma aldeia a norte de Telavive, traz especialidades da cozinha israelita directamente para o Bairro Alto, tudo pelas mãos de Elad e Itamar – que juntam à receita influências do Norte de África, Médio Oriente e Sul da Europa. Além do óbvio que é o hummus, este servido com pão pita caseiro de forno de lenha, há que testar as tradicionais e estaladiças borrecas, massa folhada com vários recheios, ou prestar atenção às opções de shakshuka, prato feito com ovos escalfados em molho de tomate. Não vale a pena ir no jogo dos nomes difíceis na ementa, é arriscar.

PERFEITO PARA Pôr mais um pin no mapa mundo gastronómico da sua vida.

OBRIGATÓRIO PROVAR O hummus com beringela e ovo Benedict.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-00.00

Está cheio? Peça um cocktail à janela e encoste-se à parede ou a um qualquer carro estacionado na Rua Dom Pedro V e ponha a conversa em dia com os amigos. Nos entretantos, vá decidindo quais e quantos pratos querem partilhar. Neste pequeno restaurante – mais um tentáculo do grupo Multifood – Henrique Sá Pessoa juntou tapas e petiscos, numa mistura entre Portugal e Espanha, e chamou Joana Duarte para a cozinha. Tem preços amigáveis, para dividir nas poucas mesas que tem, ou sentado ao balcão. Comece com um tapisco e faça a porção crescer para um tachinho – o de paella negra, por exemplo. Isto tudo sem esquecer que para a comida descer há acompanhamento à medida: um bar de vermutes.

PERFEITO PARA Comer coisa de chef e bem sem ter de abrir muito a carteira.

OBRIGATÓRIO PROVAR A esqueixada de bacalhau.

  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Estrela/Lapa/Santos

Dom 12.30-15.30/19.30-23.30

Em cada esquina uma casa de Vítor Sobral, e esta foi a primeira Esquina da sua carreira. Responde bem ao nome de tasca, com uma carta de petiscos de fazer inveja e a ocupar os primeiros lugares da lista dos melhores do género em Lisboa. E se há chef que gosta de ir às origens e recuperar o receituário tradicional português é Vítor Sobral, que na Tasca da Esquina se rodeia de Hugo Nascimento e Luís Espadana. Se for pessoa de coragem, arrisque ficar nas mãos destes três, com o menu “fique nas mãos do chef ”, caso contrário siga outros ventos da carta. Aqui há cozido à portuguesa todos os domingos.

PERFEITO PARA Aproveitar o descontraído registo de Vítor Sobral.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os fígados de aves de escabeche com pêra.

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  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Indiano
  • Lumiar
Comer bem por pouco. A cantina do Templo Hindu segue esta máxima com um regime buffet de gastronomia indiana e serve almoços por 8€ e jantares por 10€. Os pratos mudam todos os dias e não há ementa que lhe dê espaço para indecisões. Também não há álcool, nem faca e garfo, coisa sem importância uma vez que o roti (pão indiano) serve de talher. Nesta cozinha, onde não entra carne, peixe nem ovos – alegria para os vegetarianos – há sempre sopa, arroz branco e leguminosas, que acompanham os pratos principais, normalmente um dhal e dois guisados. Perfeito para: Comer numa cantina diretamente do tabuleiro. Obrigatório provar: As chamuças.
  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Bairro Alto

Dom 12.00-16.00/19.00-00.00

Um complemento jeitoso ao The Independente Hostel, o The Decadente pede que se atire aos cocktails no bar antes de se sentar à mesa, até porque tem uma happy hour das 18.00 às 20.00 – hora em que arranca a primeira leva de jantares. Com localização privilegiada para sair dali e continuar nos copos, tem de garantir que se alimenta, portanto comece com o pica-pau e há que provar Portugal no Tacho, um arroz malandrinho com camarão e peixe. Durante o dia, há menu de almoço durante a semana e, ao fim-de-semana, um brunch buffet com direito a um prato à escolha.

PERFEITO PARA Ter uma refeição que tem de tudo menos de decadente.

OBRIGATÓRIO PROVAR Portugal no tacho, um tachinho de arroz malandrinho com peixe e camarão.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Castelo de São Jorge

Dom 19.30-00.00

A sazonalidade não é coisa de agora, o The Food Temple já seguia esta regra faz tempo. Neste projecto de Alice Ming, canadiana de origem chinesa, os pratos mudam todos os dias a par do tipo de produtos frescos que há nos mercados. Um templo do vegetarianismo que tem sempre sopa, pratos para partilhar, um prato principal e sobremesas caseiras que fazem salivar ainda antes de se sentar à mesa. Quando o tempo está bom, há uma esplanada no exterior no piso incerto das ruas da Mouraria, além da mesa comunitária dentro do restaurante. Faz tudo parte da experiência.

PERFEITO PARA Jantar al fresco na Mouraria.

OBRIGATÓRIO PROVAR Aquilo que Alice Ming quiser que prove.

  • 5/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Chinês
  • Parque das Nações

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Faz parte de uma cadeia chinesa, com dezenas de restaurantes na China, e põe à prova em Lisboa a cozinha típica da província de Sichuan, a mais gourmet do país e onde o picante é um dos pontos que salta à vista na ementa. Para tornar tudo um bocadinho mais picante, usam molho mala – uma mistura de pimentas e especiarias que deixa a boca dormente, mas não é para fazer caso disso, porque não anula o sabor dos pratos. E no que a estes diz respeito há que fazer jus à tradição e provar o pato à Pequim e a carne de porco desfiada. O resto vem por acréscimo.

PERFEITO PARA Aprender que cada região da China tem os seus pratos e pimentas especiais.

OBRIGATÓRIO PROVAR O peixe assado picante da casa.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-23.00

Difícil é não querer pôr os pés nesta pizzaria mais do que uma vez por semana. A Valdo Gatti é uma pizzaria biológica no meio do Bairro Alto, com uma carta de 12 pizzas polvilhadas com produtos nacionais naturais e italianos DOP. A massa das pizzas, feita pelo pizzaiolo António Menghi com farinha semi-integral, fica 48 horas numa câmara de fermentação antes de ir para o forno de lenha. Para acompanhar há sumos prensados a frio e o vinho da casa, também ele biológico.

PERFEITO PARA Uma barrigada de pizzas que não pesam e bom vinho biológico antes de seguir para a noite do Bairro.

OBRIGATÓRIO PROVAR A pizza de salame picante ou a criação do dia, escrita na ardósia ao pé do pizzaiolo.

  • Restaurantes
  • São Sebastião

Dom 12.30-16.00/19.30-22.30

A vista desafogada sobre Lisboa ninguém lhe tira. Este terraço do Ritz Four Seasons é a varanda mais exclusiva de Lisboa e percebe-se porquê. O chef francês Pascal Meynard continua a não desiludir nos pratos que serve, uma mistura entre sabores portugueses, franceses e mediterrânicos. E se há buffet famoso na cidade é o da Varanda do Ritz, onde é difícil provar tudo, tamanha é a oferta, e claro que os jantares à la carte ou sob regime de degustação não fazem por menos. E nem vamos começar a falar do incrível brunch. A juntar ao espaço interior há, obviamente, uma esplanada, com apenas 20 lugares e aberta apenas na Primavera, Verão e início do Outono.

PERFEITO PARA Jantar na varanda mais exclusiva de Lisboa.

OBRIGATÓRIO PROVAR Assobremesas temáticas dos chefs pasteleiros Fabian Nguyen e Diogo Lopes.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Mediterrâneo
  • Belém
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-17.00

O Vela Latina rejuvenesceu e continua a ser uma instituição gastronómica na cidade. Agora tem duas novas esplanadas, decoração moderna com cadeiras em veludo e plantas tropicais e no lugar do antigo bar está o Nikkei, um restaurante independente com uma cozinha influenciada pela comunidade de imigrantes japoneses no Peru. Na cozinha do Vela Latina quase nada mudou e os clássicos de Benjamim Vilaça continuam por lá, como é o caso dos filetes de pescada com risoto de alcachofras ou os fígados de aves em tarte de maçã, tudo assinalado devidamente na ementa. Não falham agora os pratos para dividir e preços mais democráticos.

PERFEITO PARA Comemorar em grande o aniversário dos pais.

OBRIGATÓRIO PROVAR Os filetes de pescada com risoto de alcachofras.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-15.30/19.00-00.00

Se há coisa que os cariocas sabem fazer é tirar o pé do chão e sambar noite fora. O Zazah abriu há um ano e, no mesmo espaço, junta comida da boa, arte a revestir as paredes e música. Vamos começar pelo fim: a sobremesa Três Marias
é o melhor remate de refeição que poderia ter – são cones de brigadeiros, que misturam brigadeiro branco e negro. A carta é, essencialmente, de cozinha internacional para partilhar, por isso peça as bolinhas de alheira crocantes, uma boa escolha para entrada, o ceviche de atum feito com o tradicional leite de tigre. Também serve almoços.

PERFEITO PARA Comer num restaurante que também é galeria de arte e sala de concertos.

OBRIGATÓRIO PROVAR A sobremesa Três Marias.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Princípe Real

Dom 12.00-00.00

É usual ouvir falar da ZeroZero pelas boas
pizzas feitas em forno de lenha com produtos de qualidade, as tábuas de queijos e enchidos italianos para as petiscadas de fim de tarde, os cocktails com prosecco também eles incríveis.Podendo, é juntar a esta equação a esplanada com buganvílias, coisa que mais parece um jardim, tanto no restaurante do Príncipe Real como no do Parque das Nações, que também tem risotos no menu. O tempo de espera na fila vale a pena, acredite, e pode em ir sem medos numa romaria em família.

PERFEITO PARA Almoçar na esplanada/ jardim e à saída levar queijos e enchidos italianos para a despensa lá de casa.

OBRIGATÓRIO PROVAR O mil-folhas de caramelo salgado.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Avenidas Novas
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-00.00

Os sabores da cozinha arménia cruzam-se com
os do Dão, da Bairrada e do Alto Alentejo. O primeiro restaurante desta gastronomia na cidade abriu ao pé da Gulbenkian e é uma boa iniciação: é tudo acompanhado por lavash, o pão, tem tábuas de queijos, espetadas de carne e esturjão e tudo o que é mais típico – se dúvidas houver, a ementa explica- -lhe tudo sobre ingredientes e origens.

P.S.: Ararate é a mais alta montanha da Turquia, local sagrado para os arménios.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 3 de 4

Dom 12.00-00.00 (a cozinha fecha às 22.00)

Que o nome não afaste os mais friorentos deste restaurante histórico da cidade – a Antiga Casa Faz Frio mudou de mãos
e reabriu de cara lavada em Outubro de 2018. O receituário português continua a ser o grande foco, agora com o chef Mateus Pessoa na cozinha, a investir mais em ingredientes e matéria-prima de qualidade. Continua a haver uma proposta de bacalhau diferente por dia e tem também uma carta completa. No bar, com lugares ao balcão, há bons cocktails e tábuas.

P.S.: Todos os dias há um prato de bacalhau diferente.

  • Restaurantes
  • Japonês
  • Alcântara

Dom 12.30-23.30

O grupo SushiCafé abriu o Izanagi – um restaurante com uma oferta gastronómica semelhante à que se come nas ruas do Japão ou até em lojinhas do metro – nas Docas, essa zona que está novamentea crescer e a ser habitada por boas ofertas. É o sítio para provar o okonomiyaki, uma panqueca japonesa, pratos robatayaki, feitos na grelha japonesa robata, e os teppanyaki, numa chapa.

P.S.: O okonomiyaki é um prato de amor ou ódio.

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  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Alcântara
  • preço 2 de 4

Dom 12.30-23.30

Ivo Tavares serve comida mexicana autêntica ao balcão do Izcalli, num pequeno restaurante em Alcântara. Só tem sete lugares e um menu muito simples, onde faz tudo de raiz: no Verão privilegia os pratos frios, das regiões costeiras, no Inverno troca ingredientes mas repete os processos, todos manuais. Há guacamole com totopos, tostadas de atum, de polvo e aguachilles. Pode regar tudo com mezcal.

P.S.: Aqui não pode levar o sombrero mas a comida mexicana é autêntica.

  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Estrela/Lapa/Santos
  • preço 3 de 4

Dom 10.00-23.00

O Ōkah é um restaurante de inspiração asiática com uma vista improvável para o Tejo. Tem uma decoração industrial, com sete contentores laranja a fazer lembrar uma oca, as habitações indígenas brasileiras que deram origem ao nome. A chefia do restaurante está a cargo de Bruno Rodrigues, que assegura a viagem com pratos como o ceviche filipino kinilaw, as amêijoas com garam masala ou o camarão sriracha, com gambas brancas, levemente picantes.

P.S.:Ōkah tem uma vista diferente para o rio.

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  • Restaurantes
  • Georgiano
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 2 de 4

Dom 13.00-23.00

Nem tudo o que parece é, portanto dê uma segunda oportunidade a este Treestory quando passar por ele e achar que é só mais um café com uma boa oferta de bolos. Na verdade, este é o primeiro restaurante georgiano da cidade: tem uma decoração simples e um jardim grande na parte de trás, onde pode provar os pratos mais típicos do país, que utilizam ingredientes bem portugueses mas cozinhados de uma maneira completamente diferente.

P.S.: Cante Georgia on my mind sem vergonha.

  • Restaurantes
  • Libanês
  • preço 3 de 4

Dom 12.30-15.00/19.00-00.00

O segundo projecto étnico de José Avillez na cidade abriu no final de Setembro de 2018, em parceria com o chef e personalidade televisiva do Líbano Joe Barza. A carta foi muito bem estudada e equilibrada para o paladar português: prove e partilhe os pequenos pratos como o moughrabieh djej, um guisado de cuscuz com caldo de carne; o frikeb bi lahmeh, um prato de trigo verde fumado com perna de borrego, alperces secos e alecrim e a taook, uma espetada de frango. Para sobremesa, há um sorvete de alperce com creme de pistáchio.

P.S.: Za’atar é uma mistura de especiarias libanesas.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-15.00/19.00-23.00

Na parede há um artigo do The New York Times a recomendar a visita e até Oprah já visitou esta casa, garante o dono, orgulhoso. É uma tasca típica, mas o nome pedia mais conforto, então Tiago Parente, alentejano de Monforte, tratou de arranjar umas almofadas arranjadinhas, a condizer com os azulejos azuis da casa, e uns grandes e fotogénicos girassóis para pôr no balcão. “Eu só quero que as pessoas se sintam bem aqui”, diz o cozinheiro que serve boa comida alentejana em doses generosas.

IMPERDÍVEL Migas à alentejana, vitela com molho de coentros, entrecosto de porco preto assado no forno.

OBRIGATÓRIO DIZER OLÁ A Tiago Parente.

  • Restaurantes
  • Português
  • Ajuda
  • preço 1 de 4

Dom 08.00-22.00

Não há propriamente um menu nem grandes invenções, apenas alguns pratos muito elogiados no bairro e arredores, caso do bitoque, servido numa travessa de inox com molho bem temperado e ovo. O pica-pau, a alheira ou as moelas guisadas com batatas fritas, sempre caseiras, são outros dos mais pedidos, conta Maria José, mulher de Jorge, que vai dividindo a cozinha com Amália, mãe de Jorge. E aqui também se cumpre a quota clubística das tascas: aqui é tudo do Belenenses.

IMPERDÍVEL O bitoque. Sempre o bitoque.

OBRIGATÓRIO DIZER OLÁ À D. Maria José.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Português
  • Alvalade
  • preço 2 de 4

Dom 15.30-21.00 (Verão), 12.00-22.30 (Inverno)

O senhor Carlos comprou esta casa há 20 anos aos pais de Paulo Bento e conserva as fotografias do jogador nos seus tempos do Benfica nas paredes. Bate certo, até porque o proprietário é benfiquista ferrenho. Na ementa está a improvável combinação de arroz de moelas com gambas, que Carlos tinha comido uma vez num restaurante e replicou em casa. Deu fama aos caracóis e são dos melhores da cidade no tempo deles. Não saia sem uma fatia do bolo folhado com doce de ovos.

IMPERDÍVEL Arroz de moelas com gambas ao sábado, favas com enchidos à terça, feijoada de búzios com gambas sem dia certo.

OBRIGATÓRIO DIZER OLÁ Ao Sr. Carlos Martins.

  • Restaurantes
  • Português
  • Areeiro/Alameda
  • preço 2 de 4

Dom 12.00-15.00/19.00-22.00

Já teve uma fase em que era uma tasca só para almoços, mas depois de os pais de Marco Costa, cozinheiro chef deste Zé do Cozido, comprarem o restaurante, foram aperfeiçoando uma coisa aqui e ali e agora serve também jantares e há um bocadinho mais de cuidado com a apresentação. A especialidade continua a mesma e obrigatória: o cozido à portuguesa. Das Beiras, de onde vem esta família, vem também a morcela da entrada e o rancho.

IMPERDÍVEL O cozido à portuguesa à quinta-feira e ao primeiro e terceiro domingo de cada mês.

OBRIGATÓRIO DIZER OLÁ A Marco Costa.

Ao domingo, também há

  • Noite

À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para os lavabos ou para o bar. Dos clássicos Musicbox, Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Não fique em casa só porque a seguir vem a segunda-feira. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. E talvez o dia seguinte seja menos entediante. Talvez.  

  • Arte

Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Temos mais de duas mãos cheias de exposições para provar que está bem enganado. Queremos ajudar a tornar os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada (sim, há exposições kids friendly). Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Não queremos que se perca e por isso dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar atenção em Lisboa. Não há desculpas para não sair de casa. 

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