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Panorâmico do Monsanto
©Duarte Drago

Os sítios mais instagramáveis em Lisboa

Há cafés e restaurantes obrigatórios, recantos de rua, retalhos de arte urbana ou edifícios impressionantes. Basta fotografar.

Escrito por
Maria Ramos Silva
,
Francisca Dias Real
e
Joana Moreira
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Eu instagramo, tu instagramas, nós instagramamos. A conjugação pode travar um pouco a língua mas não há mesmo volta a dar: o verbo instagramar entrou no léxico urbano e não é certo que o abandone em breve. Se já não sabe viver sem actualizar o seu Instagram, siga o nosso roteiro de recantos bem instagramáveis em Lisboa, dos museus ao restaurante da moda, passando por propriedades privadas fáceis de entrar e dar o clique. Tem alguma coisas a acrescentar? Pode partilhar tudo isso connosco (isto é, envie-nos a sua foto para leitores@timeout.com) e ajudar-nos a escolher os melhores sítios para fotografar em Lisboa.

Recomendado: Os cafés mais instagramáveis de Lisboa

Sítios mais instagramáveis em Lisboa

  • Museus
  • Belém

Projecto da Fundação EDP, o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia já está mais do que consagrado nas iniciais MAAT. As suas formas arquitectónicas marcaram o ano de 2016 na cidade, justificando frutíferas romarias à zona de Belém. Afinal, mais que não fosse, aquela estrutura assinada pela britânica Amanda Levete e o pôr-do-sol em fundo ficam mesmo a matar numa foto para partilhar nas redes. A tendência promete ser intemporal – não abrande no registo fotográfico lá porque estamos em 2021.

  • Atracções
  • Parques e jardins
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Ao longo dos anos sofreu várias intervenções que lhe mudaram drasticamente a aparência. Uma coisa nunca mudou neste jardim na Colina de Santana: a vista soberba, seja no piso superior ou no inferior. Dos espaços verdes à vista sobre a cidade ou até a piscina azul onde os mais corajosos se banham nos dias quentes, não faltam atracções que merecem uma fotografia no feed.

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  • Compras
  • Princípe Real

A segunda casa da Benamôr veste-se de rosa millennial, que nem casa de bonecas, e tem uma montra catita sempre com as novidades da marca. Na Benamôr segue-se à risca a tradição quase centenária naquilo a que gostam de chamar de “cozinha  de beleza”. O espaço serve uma homenagem ao produto mais vendido, aquele que alavancou a marca desde o início: o famoso creme de rosto, cuja fórmula se mantém desde 1925, agora sem parabenos. Em cima dos armários há posters emoldurados com anúncios do antigamente e, sem surpresa, o charme da art déco continua a ser um dos pilares da marca e da decoração das suas lojas, ambas com os mosaicos de chão inspirados no friso das bisnagas. 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

O 8Building, antigo edifício dos CTT no Cais do Sodré, tem no último piso o Javá, com toda uma nova vista da cidade que se abre para si. A decoração é sóbria e tropical-urbana ao mesmo tempo, com muitas plantas e mesas a puxar ao parisiense, candeeiros de vidro e luzinhas. A zona interior é ampla e bem decorada, com veludos azuis escuros, mas o ex-líbris é o terraço, com lugares altos numa espécie de balcão para o Tejo, e mais mesas para juntar os amigos.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

A carta inclui coisas tão díspares como foie gras (18€), caviar Beluga (82€, 30g), bisque de lavagante (16€, obrigatório), caranguejo do Alaska (19€), chuletón (68€, 1100g), paletinha de cabrito (28€) e piano de entrecosto (18€). Quanto ao esqueleto de dinossauro no meio da sala, a foto fica a custo zero. Aproveite antes que a inspiração se extinga. 

  • Atracções
  • Alcântara

Mercados, exposições, lojas, cafés, concertos, festas. Há todo um mundo para descobrir nesta "fábrica" cosmopolita que alterou por completo a paisagem de Alcântara a partir de 2008, quando este complexo saído de 1846 reabriu portas. Aqui pode cortar o cabelo, procurar pranchas de surf ou comprar flores – e fotografar, claro. 

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  • Noite
  • Cafés/bares
  • Santos

A Time Out Global reuniu os bares mais incríveis do planeta, de Paris a Hong Kong, de Nova Iorque a Tóquio. O Lulu, um Pub Bonito é um desses 28 bares mais cool do mundo. E o que torna um bar cool? O ambiente, o conceito, a decoração, a curadoria da playlist e, claro, os cocktails e outras bebidas para regar isto tudo. 

 

  • Atracções
  • Torres e miradouros
  • Benfica/Monsanto

O novo miradouro de Lisboa tem quase meio século. Foi restaurante de luxo, bingo, discoteca, edifício de escritórios e armazém. Agora, este ovni desenhado pelo arquitecto Chaves da Costa tem uma nova vida – uma vida bem mais pacata: faz de miradouro, aquela que
 foi sempre a sua vocação secundária. A vista de 360º para toda a cidade e a localização privilegiada, no Alto da Serafina, fazem deste prédio devoluto o melhor sítio para ver as vistas em Monsanto. Para quê mentir? É a melhor vista de toda a cidade e pede fotos e stories para o Instagram.

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Equality
Gabriell Vieira

9. Equality

Dentro do Panorâmico de Monsanto está uma obra assinada por Akacorleone, que tomou conta do enorme janelão junto as escadas em espiral do edifício. A obra Equality faz lembrar um vitral e quer comunicar com “o espaço de forma a criar um diálogo entre a monumentalidade e decadência características do Panorâmico”. A peça quer transformar o ambiente consoante a luz que incide na instalação. Já está de câmara da mão? 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

A Montana Lisboa, no Cais do Sodré, deixou de o ser, mas só enquanto nome – agora chama-se Crack Kids Lisboa e voltou à essência do grupo homónimo que tem estado por detrás do projecto. Agora, além de latas, há exposições de artistas emergentes, cerveja e muito hip hop para embalar a coisa. Aquela que é uma das paredes mais instagramáveis de Lisboa, com armários do chão ao tecto cheios de latas e pantones, mantém-se igual, mas agora com mais representatividade de marcas de tintas, quer para quem se aventura no graffiti ou mesmo para quem gosta de uma boa bricolage lá em casa. 

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  • Restaurantes
  • Estrela/Lapa/Santos

A tosta de abacate ainda não saiu do feed de Instagram mais próximo, mas este restaurante dá um passo à frente. Na Avocado House, um restaurante onde todos os pratos levam abacate, das panquecas ao hambúrguer, dá para actualizar as suas redes sociais. E olhe que há poucas tendências gastronómicas que tenham pegado e durado tanto como a da tosta de abacate ao pequeno-almoço. O abacate gigante na ombreira da porta não deixa passar despercebido o restaurante. No interior, é recebido por uma floresta encantada, com uma parede coberta com um painel em madeira colorida, obra da Oficina Marques, a recriar o dia e a noite. Lá fora tem um pequeno pátio, com a fruta da casa pintada na parede e um ambiente mais tropical. 

  • Atracções
  • Parque das Nações

Pequenos e grandes visitantes encontram no Oceanário um gigante aquário com milhões de litros de água salgada e uma série de inquilinos para conhecer com entusiasmo, entre águas temperadas, tropicais e frias, porque o planeta faz-se de diversidade. Para além da recomendável romaria à exposição permamenente, recomenda-se também a bateria do telemóvel carregada para registar tudo. 

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  • Restaurantes
  • Vegano
  • Chiado/Cais do Sodré

Bem-vindo ao maravilhoso mundo do vegetal: O Botanista, o projecto de Catarina Gonçalves, do Ao 26 - Vegan Food Project, com André Baptista, tem um piso térreo muito verde, carregadinho de plantas e um menu vegan para todas as horas do dia. Tem opções de pequeno-almoço, almoço e lanche, muitas que ninguém diria que são vegan - é, aliás, esse o objectivo. Além da comida que grita fotografia para as redes, o espaço é uma selva instagramável. 

Edifício EDP
  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

A estrutura do novo edifício da EDP é capaz de iluminar qualquer registo fotográfico e isso prova-se pelas raras vezes em que não está lá alguém a sorrir em frente a uma câmara. Se posar não for a sua praia, não deixe de fotografar o edifício. 

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Rua Cor-de-Rosa
Mariana Valle Lima

15. Rua Cor-de-Rosa

Não há mistério: o chão da rua cor-de-rosa é... cor-de-rosa. E se não aprecia multidões, fica melhor à devida distância do que pertinho. Para registar as formiguinhas lá em baixo, no eixo mais movimentado do Cais do Sodré, socorra-se da passagem superior e confira o flash. 

  • Coisas para fazer
  • Mercados e feiras
  • São Vicente 

Nem só de compras vive a Feira da Ladra: há murais de grandes artistas, vistas privilegiadas sobre o Tejo e o Panteão Nacional. Não se admire se a esmagadora maioria dos influencers nacionais andar por aqui. O trabalho de André Saraiva explica as romarias à zona do Campo de Santa Clara. E nem é preciso aparecer aos dias de feira (terça-feira e sábado) porque o mural não sai do sítio. 

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  • Compras
  • Joalharia
  • Chiado

A surpresa foi grande quando em finais de 2012 demos pela reabilitação feita pela espanhola Tous na antiga Ourivesaria Aliança. Cada pormenor foi preservado ao máximo, desde a fachada, datada de 1914, aos frescos, passando pelas molduras e os móveis restaurados, o que faz com que entrar no número 50 da Rua Garrett seja um conto de fadas ainda mais perfeito. Além da beleza, a loja apresenta também um património histórico, com obras do pintor Artur Alves Cardoso (também autor das pinturas da sala de sessões da Assembleia da República). Por todo o espaço há vitrines com jóias e, na segunda sala, expositores com malas e carteiras que sobem até à galeria – uma visão a cor-de-rosa e dourado, com muitos ursos à mistura.

  • Coisas para fazer

Aproveite a embalagem e continue atento às paredes e muros da cidade. Lisboa é uma autêntica galeria gratuita a céu aberto e o seu Instagram só tem a ganhar com isto. Vhils, Bordalo II, Aka Corleone e Finok são alguns dos nomes mais sonantes neste roteiro de arte urbana em Lisboa. Embarque num passeio alternativo pela cidade. 

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  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

No Soi há tudo o que se come nas ruas de Banguecoque, palavra do chef Maurício Vale. Além das luzes fortes dos néons, o espaço tem um papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, e chapéus de palha cónicos vietnamitas, qual cocktail de inspirações para brilhar nas redes. Aproveite para comer também, claro.

  • Atracções
  • Baixa Pombalina

Não se trata bem do arco triunfal cuja construção foi programada em 1759, no quadro da reconstrução pombalina que se seguiu ao terramoto de 1755, e no topo do qual se pode ler "VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD“, que, traduzido, significa "Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”. Acontece que aqui do alto se tiram muito boas fotos da Praça do Comércio com o rio em fundo. 

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  • Atracções
  • Belém

Mandado erigir pelo rei D. Manuel I em memória do Infante D. Henrique é Monumento Nacional desde 1907 e Património Cultural da Humanidade desde 1983, muito antes de as redes sociais se fazerem anunciar ao mundo. Para adicionar um pouco de história, e patriotismo, ao seu feed, aposte neste mosteiro edificado no século XVI. Não se esqueça que na igreja encontram-se, entre outros, os túmulos de Luís de Camões, Vasco da Gama e do rei D. Sebastião, cujos restos mortais foram trazidos por D. Filipe I numa tentativa de aniquilar o mito sebastianista. Mas são poucos os que acreditam que se trata efectivamente do corpo do Desejado.

  • Teatro
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Construído em 1820 como teatro privado do conde Joaquim Pedro Quintela, na verdade o que foi castigado foi o próprio edifício, vítima de um incêndio em 1862 do qual só sobrou a fachada. Esteve abandonado mais de 150 anos até que passou para as mãos da Secretaria-Geral da Educação e Ciência que em 2010 decide requalificar o teatro, com um projecto de arquitectura dos ateliês dos arquitectos Gonçalo Byrne e Bárbara Lopes. Hoje o espaço recebe mensalmente concertos da Orquestra Metropolitana de Lisboa e é possível alugá-lo para eventos privados.

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  • Coisas para fazer
  • Belém

A Fundação Champalimaud é um verdadeiro tubo de ensaio no que à ciência e seus meandros diz respeito. Mesmo que a investigação não lhe assista, há quem encontre bom conforto visual naquele outro tubo (ora espreite a imagem). Enfim, cada um é para o que nasce.

  • Atracções
  • Edifícios e locais históricos
  • Sintra

O estilo do Palácio de Monserrate é difícil de definir mas as expressões "eclético" e "gosto orientalista" parecem aplicar-se bem. Há ali qualquer coisa da Índia, qualquer coisa do Médio Oriente e muita coisa bonita. O jardim é uma viagem pelos quatro cantos do mundo: tem uma zona quente com plantas da América Central (Jardim do México), um Vale dos Fetos, um roseiral e um Jardim do Japão.

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  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Alcântara
  • preço 2 de 4

O Mez Cais LX prossegue o trilho da comida mexicana e não são só os coktails que o podem levar ao tapete. O espaço na Lx Factory inclui um ringue, que medirá forças com as imagens de tortilhas, ceviches e burritos.

Casa Independente
  • Noite
  • Intendente

Inaugurada em 2012 no Largo do Intendente, funciona como associação cultural, sala de concertos, bar e restaurante. Teve um papel fundamental na requalificação do Intendente, uma zona até então completamente excluída dos roteiros da noite alfacinha. Hoje ninguém quer perder o flamingo na casa de banho, entre outros pontos de interesse.

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Nicolau Lisboa
  • Restaurantes
  • Cafés
  • Baixa Pombalina

Não há fim-de-semana que o Nicolau Lisboa esteja de fora do feed do Instagram. Há quem poste o brunch, uns escolhem
 ovos, outros os smoothies (#green, #healthy), outros as panquecas, a decoração. O resultado é sempre um post bonitinho, com um rol de comentários do estilo “adoro”, “tão bom”, “quero ir!”. 

  • Noite
  • São Vicente 

Ver o nascer do sol da varanda do Lux é um passatempo obrigatório de qualquer lisboeta ou visitante. E quem nunca registou para a posteridade a elegância serena das famosas Vigorosa e Poderosa... enfim, nem sabemos o que dizer-lhe. Se o consola, qualquer foto tirada no interior da discoteca mais famosa de Lisboa promete ser épica, sobretudo com o adiantar da hora.

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  • Atracções
  • Belém

Pode ser um cliché mas é um dos clichés mais expressivos da cidade de Lisboa. A Torre de Belém começou por ser uma estrutura de defesa da barra do Tejo e hoje é um ícone da arquitectura do reinado de D. Manuel I. Classificada em 1983, como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi eleita em 2007, uma das Sete Maravilhas de Portugal. E fica bem na fotografia.

  • Atracções
  • Alcântara

Armazéns, cafetaria, etc. Esta vila enche-se de motivos de atracção e o mais difícil é escolher o ângulo certo para recomendar. O mais seguro é deambular pela zona e ver se não lhe escapa nada. 

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  • Restaurantes

O estilo minimalista fala por si. As plantas, o mármore e as cores claras dão o mote para pegar no telefone e começar a disparar. O Dear Breakfast quer prolongar (e melhorar) as manhãs, com ovos de todas as maneiras e feitios, tostas e sumos naturais.

  • Restaurantes
  • Global
  • Princípe Real

Durante a viagem que fez pelo mundo, a cozinhar em casas de famílias, o chef Kiko Martins apaixonou-se pelo prato tradicional do Peru. Trouxe-o para A Cevicheria, um pequeno restaurante com um belíssimo balcão, onde não é possível marcar mesa. O ceviche puro com peixe branco, puré de batata-doce, cebola, algas e leite de tigre vale a espera, que pode ser acompanhada pela captação da imagem do polvo suspenso no tecto. 

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  • Restaurantes
  • Santa Maria Maior

Há todo aquele ambiente de boas-vindas que mais parece saído de um filme das arábias. Para fugir das multidões, das filas, do serviço lento da esplanada da moda e dos colegas de trabalho, a Taberna da Casa do Alentejo é o lugar perfeito. Situada no pátio interior do edifício do antigo Palácio Alverca – que só por si merece uma visita – esta esplanada pode não ter as vistas deslumbrantes das suas congéneres, mas os petiscos (açordas, enchidos, salgadinhos, queijos, etc.), a paz e o sossego compensam. 

Calçada do Combro
Fotografia: Arlindo Camacho

34. Calçada do Combro

Esta deixamos como pista (qual caça ao tesouro), já que não é das sugestões mais óbvias. Dizemos apenas que deve percorrer de dia o passeio do lado do restaurante Sea Me. Procure uma porta aberta e a fileira de caixas de correio da imagem. Valeu a pena procurar, não valeu?

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  • Bares
  • Santos

O Bar Mais Triste da Cidade tem o whisky, o piano e a tristeza como ingredientes principais, se bem que a decoração é tudo menos triste. Tire as fotografias antes ou durante a música ao vivo, que acontece de quarta a sábado entre as 20.00 e as 22.30. Além do piano de madeira – aberto também a quem quiser mostrar o seu talento –, o outro ingrediente especial para a melancolia é o whisky. A garrafeira foi escolhida a dedo, com whiskies que começam nos nove euros e vão até aos 27 euros.

Mais em Lisboa

  • Restaurantes

Espelho meu, espelho meu, haverá algum restaurante mais bonito do que eu? A pergunta é legítima, dado o esforço que os restaurateurs desta cidade têm feito em montar projectos de encher o olho. A Time Out escolheu os restaurantes mais bonitos – logo, mais instagramáveis – em Lisboa. 

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