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Restaurante, JNcQUOI Asia
©Inês FélixJNcQUOI Asia

Os restaurantes mais bonitos em Lisboa

Lisboa está cheia de belíssimos projectos de restauração. Este é o nosso top dos restaurantes mais bonitos em Lisboa.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Os olhos também comem, sabemos bem disso. Por muito saborosa que possa ser a comida que nos servem, também valorizamos o seu empratamento e, mais, o entorno do restaurante onde estamos. Especialmente nos últimos anos, os restaurateurs desta cidade têm feito por nos encher o olho, além do estômago, de detalhes bonitos e têm apostado na decoração original ou elegante e nos espaços cuidados. Lisboa está repleta de projectos de restauração que prezam pela sua beleza – e que venham muitos mais –, mas esta é a nossa selecção dos restaurantes mais bonitos em Lisboa.

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Os restaurantes mais bonitos em Lisboa

  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Avenida da Liberdade
  • preço 3 de 4

O dinossauro do JNcQUOI deu lugar ao dragão, a decoração respira motivos asiáticos, profundamente embebidos na presença portuguesa pelo Oriente e a cozinha, aberta, faz chegar sabores de todo o continente – e até as casas de banho são dignas de nota. O projecto é assinado por Lázaro Rosa Violán, o nome responsável pelo primeira aventura do grupo, o JNcQUOI Avenida, e destaca-se pelos interiores sofisticados e ambientes casuais. Ao todo, o JNcQUOI Asia tem quatro espaços distintos: cocktail bar, restaurante, sushi bar e terraço. 

  • Restaurantes
  • Português
  • Parque das Nações

O conceito deste Cantinho é o mesmo que inaugurou em 2011 no Chiado com algumas nuances. Neste restaurante no Parque das Nações, a bonita decoração em cor de tijolo ficou a cargo de Joana Astolfi. O Cantinho do Avillez de Cascais também entra nesta lista: tem dois pisos e um pequeno pátio, com uma claraboia e mesas em madeira. Aí, há arcos a dividir o espaço e a criar zonas mais acolhedoras e, numa das paredes azuis a evocar o mar, há uma tapeçaria de macramé com cerca de quatro metros, da autoria de Vasco Águas, o Barbudo Aborrecido.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado

Depois de várias mudanças ao longo dos anos, o verdadeiro extreme makeover deu-se em Maio de 2019: o Belcanto cresceu e mudou-se para a porta ao lado, para o espaço onde chegou a morar o restaurante Largo. No total, passou a ter mais 12 lugares, uma sala privada e uma mesa do chef com capacidade para mais pessoas. O projeto de remodelação ficou a cargo do Studio Astolfi, e privilegia os tons neutros e a simplicidade.

  • Restaurantes
  • Chiado

Sóbrio, escuro, mas bonito. Neste Alma, o restaurante bi-estrelado de Henrique Sá Pessoa, foi mantida a traça do edifício pombalino do século XVIII, com tectos altos e chão de pedra. A dupla de arquitectos Eduardo Malhado e Catarina Ventura assinou o projecto (trabalharam com o chef também no seu ateliê de pesquisa) e as duas salas transformaram-se num restaurante de fine dining bem descontraído.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Castelo de São Jorge
  • preço 3 de 4

Um pé direito alto pode ser uma gigante dor de cabeça para decorar um espaço. Ou exactamente o oposto. No Prado, souberam aproveitá-lo muito bem. Do tecto da antiga fábrica de enlatados caem vários candeeiros com fios longos e abajours bonitos, intercalados pelas vigas de ferro que, aos poucos, estão a ser tapadas por várias plantas e ervas — verde é o que mais se vê em toda a sala. Ao fundo, onde o tecto é mais baixo, fica a garrafeira, em tons mais escuros, um bom contraste com as mesas de madeira clarinha.

Pharmácia
  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado/Cais do Sodré

Susana Felicidade recuperou o vintage na primeira Taberna Ideal – e de certa forma lançou a moda para os muitos que vieram a seguir – mas aquilo que fez no Pharmacia foi ligeiramente diferente. Recriou a 100% o ambiente de uma farmácia antiga, instalou armários brancos a contrastar com as madeiras escuras e antigas da sala e com o papel de parede verde água, e encheu-os de falsas embalagens de remédios. Os detalhes farmacêuticos não se ficaram por aqui: a água vem servida em frascos antigos e há carrinhos de medicamentos para apoio das mesas. A prescrição inclui também os pratos todos diferentes, pelos quais ficou conhecida.

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  • Restaurantes
  • Estrela/Lapa/Santos

Quando abriu o LOCO, Alexandre Silva pretendia servir, além de uma refeição, uma experiência. Os seus pratos são disruptivos, tal como o fine dining que apresenta, a cozinha virada para a sala é o centro de toda a acção. O projecto de arquitectura foi assinado por João Tiago Aguiar, conta com uma oliveira suspensa do tecto por cabos de aço — impressiona —, uma garrafeira moderna à entrada e, ao fundo uma parede de azulejos tridimensionais assinada pela artista plástica Mariana Vasco Costa.

  • Restaurantes
  • Chiado

Ainda na rua, ali ao lado do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, chama à atenção a fachada do hotel e os grandes janelões que deixam transparecer um ambiente que tem tanto de boémio como de requintado. Abrem-se as portas e tudo parece chamar pela nossa atenção. Ao centro, um majestoso balcão com 17 lugares, onde se evidenciam veludos, cores fortes e motivos florais. É aqui que fica o Gastrobar, com uma garrafeira suspensa e uma carta que quer recuperar a tradição de se comer ao balcão. Ao lado, fica o Crudo, um recanto onde o marisco é acompanhado por champagne, espumante ou prosecco. Mas é na sala principal, de ambiente acolhedor em tons de madeira, com vista para a Terraza, que tem tantos lugares como no interior, que a magia acontece. De um lado a cozinha italiana, do outro a zona do grill. Não saia sem descer à casa de banho, a mais bonita de Lisboa.

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  • Restaurantes
  • Ajuda

Chama-se Tasca da Memória, fica no novo hotel de cinco estrelas, o Wine & Books, junto à Igreja da Memória, na Ajuda, e assume-se uma tasca portuguesa em toda a sua glória. Apesar da decoração aprimorada, a inspiração é a de um restaurante despretensioso. Seguindo o mote do hotel onde está inserido — o Wine & Books —, as paredes do interior lembram uma biblioteca, repletas de estantes de livros. A moldura da cozinha, aberta, está enfeitada com bacalhaus de Bordallo Pinheiro. As mesas em mármore querem lembrar as tradicionais tascas, mas com um toque de elegância, assim como a disposição das sobremesas, em jeito de buffet, expostas em frente à cozinha. A esplanada, bonita e romântica, pede temperaturas mais amenas.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Aqui cabem cerca de 100 pessoas, o que ninguém diria à primeira vista. É que depois de passar um pátio com algumas mesas, e um espaço que, por agora, se assemelha a uma mercearia, com uma vitrine e uma balança das antigas, está um armário com um espelho que esconde uma passagem para um mundo novo, relembrando-nos o universo de Nárnia. Ao abrir esta porta misteriosa, somos surpreendidos com uma sala ampla ao estilo de um pub de Berlim. É nesta sala que se servem a maioria das refeições, mas os segredos do Comadre não acabam aqui. Se descermos uns degraus, ao lado de uma parede embelezada com molduras que juntam retratos religiosos e insólitos, damos de caras com um gabinete de curiosidades onde é possível sentar para um copo. Este piso inferior assenta também nos jeitos particulares de Wes Anderson, com duas salas mais privadas, decoradas ao estilo do cineasta, e que se destinam a receber grupos de até 10 pessoas: a pink room e a green room

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  • Hotéis
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O novo hotel Mama Shelter, entre o Marquês de Pombal e o Rato, não passa despercebido, nem mesmo do lado de fora. Basta espreitar pelas janelas em vidro para perceber que é animado, arrojado, movimentado. Entrando, tudo isto ganha dimensão. É impossível fugir a toda a extravagância boémia do piso térreo, onde fica o restaurante e o bar, aberto a hóspedes e não hóspedes. A decoração, disruptiva, é o que mais contribui para essa faceta. Os desenhos no chão de alcatifa, nas mesas, no tecto e nos sofás são um feliz desencontro a inundar o espaço de identidade. Há apontamentos da cultura portuguesa a ornamentar a sala de jantar, como peixes desenhados no tecto, capitéis com criaturas marítimas em cerâmica da Bordallo Pinheiro e azulejos da Viúva Lamego; e também elementos decorativos que são característicos de todos os Mama Shelter, uma marca francesa, espalhados pelo mundo, como uma ilha de bar muito generosa em tamanho, um palco e uma cozinha aberta. 

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

Depois de testado e aprovado em São Paulo – a revista brasileira Veja considera-o um dos melhores e mais badalados restaurantes da cidade –, o Seen instalou-se no nono piso do Tivoli, com uma vista incrível sobre a cidade. O tronco de árvore dentro do bar e as folhas a cobrir o tecto dão as boas-vindas, mas é o balcão de sushi que mais deslumbra, com a parede em frente envidraçada, desimpedindo a vista até ao rio. 

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  • Restaurantes
  • Haute cuisine
  • Parque das Nações
  • preço 4 de 4

Quando as portas do elevador se fecham, pode começar a contar. Cinquenta segundos certinhos separam a entrada do hotel Myriad by Sana do restaurante Fifty Seconds, a estreia de Martín Berasategui em Lisboa. O chef espanhol com mais estrelas Michelin instalou-se no topo da Torre Vasco da Gama, com uma vista 360º – vá por nós e marque mesa ao almoço, é muito mais impressionante – e dois menus de degustação que o vão levar a uma viagem de três horas, no mínimo, pelos seus pratos mais icónicos, entre criações de Filipe Carvalho, o chef ao leme do restaurante.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Não há praia à vista nem é preciso. A irreverência e a boa onda que tomam conta da Costa da Caparica há três anos, no Dr Bernard, instalaram-se em Lisboa também. Quem passa no n.º 119 da Rua dos Poços Negros não fica indiferente, quem entra não sai a correr. Chamam à atenção as cores, o rosa choque que delineia o restaurante, o axadrezado do tecto que se estende às paredes, os néones aqui e ali, e umas escadas coloridas que dão acesso a uma mezzanine onde nada parece combinar, mas tudo bate certo. 

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  • Restaurantes
  • Chiado

Música, arte, copos e boa comida. Os filhos do 100 Maneiras abriram o Carnal, um gastrobar mexicano cheio de atitude em Lisboa, no espaço do antigo bar Double 9, do 9Hotel Mercy. A música é alta e dita a experiência que se quer descontraída – uma e outra vez damos por nós de volta do Shazam a tentar perceber o que se ouve, ritmos latinos de Dengue Dengue Dengue, Jaja ou Umoja. Não é um detalhe, muito menos um adereço. É parte essencial do que é este Carnal, um gastrobar com uma forte componente artística. A decoração foi entregue a Carlito Dalceggio, artista nascido no Canadá e com carreira feita um pouco por todo mundo. 

  • Restaurantes
  • Princípe Real

Há uma cabana que se esconde no Príncipe Real, nas traseiras da Embaixada. Um sítio para se estar sem pressas, onde nem os carros que enchem a Rua da Escola Politécnica se ouvem. Um oásis entre plantas onde até nos dias frios se está bem, qual sala de estar. Lá dentro, há um jogo em cada mesa, como o dominó ou o 4 em linha. Há livros que se partilham e um gira-discos que pode tocar um disco de casa que tenha levado. Para os miúdos, um cesto cheio de brinquedos. 

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  • Restaurantes
  • Italiano
  • Avenidas Novas
  • preço 3 de 4

O grupo Non Basta tem uma Provincia nas Avenidas Novas, para ir ao campo sem sair da cidade. Trata-se de um antigo café transformado pela arquitecta Inês Moura, também responsável pelo projecto de interiores do Memoria, em Campo de Ourique. Este tem duas zonas, divididas por um imponente bar, mistura mármore e madeira e tem uns candeeiros vermelhos estilo cabaré a servir como ponto de cor. A juntar o mundo rural à cidade, como é toda a premissa do restaurante que até trouxe os animais da quinta para o interior da sala para fotografar a campanha de lançamento, há terrinas, livros antigos, garrafas de cristal ou azulejos desenhados à mão. 

  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade
  • preço 3 de 4

Painéis de madeira retro iluminados separam as mesas, o tecto é em burel bordado e o pavimento em azulejo vidrado, com janelas até ao chão que abrem e fecham totalmente consoante a temperatura. Este Sítio, no hotel Valverde tem uma cozinha de autor, que aposta numa ementa contemporânea e com especial enfoque nos vegetais e nos alimentos da estação.

Lisboa, bela Lisboa

  • Coisas para fazer

Eu instagramo, tu instagramas, nós instagramamos. A conjugação pode travar um pouco a língua mas não há volta a dar: o verbo instagramar entrou no léxico urbano e não é certo que o abandone em breve. Se já não sabe viver sem actualizar o seu Instagram, siga o nosso roteiro de recantos bem instagramáveis em Lisboa. Tem alguma coisas a acrescentar? Partilhe connosco (isto é, envie-nos a sua foto para leitores@timeout.com). 

  • Noite

Não vale beber sem tirar uma fotografia primeiro. Estes três bares capricham na apresentação e trazem à mesa (ou ao balcão) alguns dos cocktails mais bonitos da cidade.  A arte na criação dos cocktails é tão impressionante que dois destes bares fizeram parte dos nomeados para os Time Out Bar Awards Lisboa 2017. Vale a pena rever o vídeo: 

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