Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes de hotel em Lisboa
Rossio Gastrobar
©Inês Felix Rossio Gastrobar

Os melhores restaurantes de hotel em Lisboa

Abrir a pestana com o pequeno-almoço de uma vida, piquenicar num palácio, encher a barriga no brunch, jantar como um rei. Tudo nos restaurantes de hotel em Lisboa.

Por Nelma Viana e Sebastião Almeida
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Alguns dos melhores restaurantes da cidade estão hospedados em hotéis. Mas os alfacinhas e forasteiros deste Portugal não precisam de fazer check-in para lá entrar. Há para todos os gostos e tipos de cozinha. Ora os encontra bem tradicionais, italianos, com influências asiáticas ou embaixadores da alta-cozinha. Em que a carne é a estrela do prato, como no RIB Beef & Wine. Com as melhores vistas da cidade, como no Rossio Gastrobar do Altis Avenida e no Insólito, em pleno Bairro Alto. Ou com estrelas Michelin, como é o caso do Feitoria, instalado no Altis de Belém, com a cozinha a cargo de João Rodrigues e do Fifty Seconds, no Parque das Nações, sob a batuta de Martín Berasategui. Se quiser entrar no campeonato do fine-dining e das estrelas, tem ainda mais sítios nesta lista onde ir. Estes são os melhores restaurantes de hotel em Lisboa. 

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19 hotéis onde pode tirar a barriga de misérias

Varanda do Ritz - Buffet
Varanda do Ritz - Buffet
©Janine Silva

1. Varanda do Ritz

Restaurantes São Sebastião

A vista desafogada sobre Lisboa ninguém lhe tira. Este terraço do Ritz Four Seasons é a varanda mais exclusiva de Lisboa e percebe-se porquê. O chef francês Pascal Meynard continua a não desiludir nos pratos que serve, uma mistura entre sabores portugueses, franceses e mediterrânicos. E se há buffet famoso na cidade é o da Varanda do Ritz, onde é difícil provar tudo, tamanha é a oferta, e claro que os jantares à la carte ou sob regime de degustação não fazem por menos. E nem vamos começar a falar do incrível brunch. A juntar ao espaço interior há, obviamente, uma esplanada, com apenas 20 lugares e aberta apenas na Primavera, Verão e início do Outono.

BAHR
BAHR
©Manuel Manso

2. BAHR

Restaurantes Chiado

O BAHR é o restaurante e bar do renovado Bairro Alto Hotel e foi um dos projectos gastronómicos mais aguardados de 2019, muito por culpa do chef Nuno Mendes, responsável por todo o projecto de restauração do novo Bairro Alto Hotel, das cartas do restaurante às do bar e até mesmo à do room service. A sala do restaurante, o primeiro projecto de design de interiores do The Studio, é simples mas carregada de detalhes; já a cozinha é totalmente aberta e de frente para as mesas de jantar, a transferir aromas para a sala e a permitir que todas as interações entre cozinheiros se vejam. O menu é fluido, respeita as estações do ano, e ao jantar divide-se entre alguns snacks – que nem são finger food nem entradas, mas um mix dos dois –, entradas, os principais, os acompanhamentos e as sobremesas.

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3. Ristorante La Squadra

Restaurantes Italiano Santa Maria Maior

Este hotel de quatro estrelas é a nova aposta do grupo My Story e embora seja difícil escapar à fachada de azulejos do edifício pombalino estacionado em plena Praça da Figueira, é preciso entrar para descobrir um dos novos segredos mais bem guardados da Baixa lisboeta. Trata-se de um restaurante italiano que rejeita as toalhas aos quadrados e o ambiente de osteria típica e que, em vez disso, se veste de modernidade e sofisticação para dar a provar a verdadeira cozinha della mamma. Quem vem à procura de pizzas vai sair defraudado, precisamente porque o La Squadra fugiu do comodismo e chamou o chef Augusto Gemelli para arriscar numa oferta mais competente, com queijos, charcutaria e pão crescentina (uma receita trazida de Modena que é qualquer coisa entre uma focaccia e uma ciabatta), pastas frescas, lasanhas e risotos, e pratos de conforto como o franguinho em forno a lenha com molho especial diavola (15,5€) – sim, o mesmo da pizza, que aqui serve para temperar e ensopar. Está aberto todos os dias entre as 11.00 e as 00.00.

Fifty Seconds
Fifty Seconds
©Manuel Manso

4. Fifty Seconds

Restaurantes Haute cuisine Parque das Nações

Se andava há procura de um incentivo para subir os 120 metros que levam ao topo da Torre Vasco da Gama, relembramos que, lá em cima, o restaurante Fifty Seconds, acaba de ganhar a primeira estrela Michelin pela mão de Martín Berasategui. Não é a primeira, nem a segunda, nem a terceira. É a 12ª do chef basco, um recorde pessoal que o eleva ao mais premiado da Península Ibérica e que marca a estreia absoluta do grupo SANA na competição mais gulosa do mundo. A distinção de Berasategui acontece exactamente um ano depois da sua estreia em Portugal, que sempre admitiu ter como objectivo ser reconhecido pelo famoso guia vermelho. Na sala panorâmica debruçada sobre a cidade, desfilam dois menus de degustação de cinco e sete momentos (desde 140€) que provam que isto do sucesso na cozinha tem muito que ver com o casamento feliz entre a técnica e criatividade, é certo, mas também, e sobretudo, com rasgos de coragem, como este de, por exemplo, juntar lagostim com baunilha e ostras com sumo de azeitona verde. O acesso ao restaurante faz-se a partir do elevador do hotel Myriad (onde pode voltar para o brunch de fim-de-semana, muito amigo das famílias) e a viagem até lá acima demora exactamente 50 segundos. A vista de 180 graus é oferta da casa.

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Rossio Gastrobar
Rossio Gastrobar
©Inês Felix

5. Rossio Gastrobar

Restaurantes Gastropubs Grande Lisboa

A pessoa lê gastrobar e fica logo na dúvida se é um sítio para comer ou para beber copos ou se, por acaso, dá para juntar os dois. É mesmo isso: é para comer e beber, ouvir uma musiquinha simpática (há DJ sets de quinta a sábado), ver as vistas para o Rossio e para o Castelo e, na volta, ainda fazer pouco dos turistas lá em baixo que continuam a acreditar que ainda é possível comer bem na Baixa. O Rossio Gastrobar, no sétimo piso do hotel Altis Avenida, não tem nada que enganar: é o meio caminho entre um restaurante e um bar panorâmico que junta os chefs João Rodrigues e João Correia numa cozinha descomplicada e ao mesmo tempo sobejamente apurada, pensada para partilhar. Há croquetes de rabo de boi com mostarda caseira (7€), saladas e bowls de tártaro de arouquesa ou de peixe curado fumado, mas o que não pode mesmo falhar é a katsu sando de porco alentejano e pickle de cebola (12€) e a salada Caesar, que, sendo só uma salada, é verdade, traz uma boa surpresa em forma de queijo de São Jorge com cura de 30 meses (8€). Todos os pratos vêm acompanhados de uma sugestão de bebida, mas vale a pena passar os olhos pela carta de vinhos, com boas opções a copo, ou viver no limite e escolher um cocktail para adoçar a refeição.

Duarte Drago

6. Ceia

Restaurantes São Vicente 

Há vários motivos para subir até à Graça e ir espreitar o único hotel urbano do grupo Silent Living, sendo o primeiro a vontade mais do que compreensível de querer ver com os próprios aquele que será provavelmente um dos boutique hotéis mais bonitos da cidade. É nada mais nada menos do que um edifício do século XVII transformado por Aires Mateus numa meca de paz, sossego e conforto, enquadrada pelo Tejo em pano de fundo. Tem seis suítes de luxo, com sala de estar e varanda, um pátio interior e uma sala de jantar convertida num dos restaurantes mais exclusivos de Lisboa. O Ceia, de Pedro Pena Bastos, é uma sala de jantar comum, de ambiente ligeiramente formal, onde 14 pessoas são convidadas a partilhar uma mesa corrida. Há um único menu de degustação, que varia entre 13 e 15 momentos, feito a partir de ingredientes da época, pão artesanal e azeite que o chef produz com os irmãos num pequeno lagar em Torres Novas. De resto, como não há dois jantares iguais, conte com umas boas surpresas à mesa. O Ceia é muito (muito) concorrido, sobretudo entre os hóspedes do hotel, pelo que para conseguir agarrar uma cadeira livre deve tratar da reserva com alguma antecedência. Os preços começam nos 100€ e sobem para os 150€ com pairing de vinhos. Se acha que é puxadote para ir jantar com desconhecidos, saiba que o crítico da Time Out lhe atribuiu cinco estrelas.

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7. Café Príncipe Real

Restaurantes Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Café Príncipe Real celebra a lusofonia com pratos sazonais e uma vista incrível. O chef é agora José Miguel Pereira, o antigo sous chef de Vasco Lello e mostra mais influências de outras gastronomias. Na ementa há pratos tão diferentes quanto a tempura de legumes da época (8€), corvina com carolino de bulhão pato (19€) ou o pato asiático (20€). Tem uma vista esplêndida sobre Lisboa e um terraço com bar de cocktails para a aproveitar antes ou depois das refeições. 

Feitoria
Feitoria
©Paulo Barata

8. Feitoria

Restaurantes Pan-asiático Belém

Sabor, qualidade, criatividade, aparato. Bastariam estas palavras para descrever uma refeição no Feitoria. E, por consequência, a cozinha de João Rodrigues. Mas antes, um pequeno intróito. O chef sucedeu a José Cordeiro 
à frente do Altis Belém. Agarrou a estrela Michelin ganha em 2012 e,
 mais do que isso, escalou um caminho surpreendente e consistente, bem sustentado pela qualidade da matéria-prima escolhida – prova disso é o menu Terra, uma exímia degustação 100% vegetariana de três pratos, em boa parte assegurada pela Quinta do Poial. Se merecia a segunda estrela, como foi vaticinado e acabou por não acontecer? Merecia. Os critérios dos inspectores do guia são subjectivos, já se sabe, mas quem dá a dupla estrela ao Belcanto e ao Yeatman, dá também ao Feitoria. É tudo a mesma liga. Aqui pratica-se serviço de mesa sério, silencioso e atencioso. A velha guarda da escola de hotelaria. Ponto final. 

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Lumi Rooftop Bar & Restaurant
Lumi Rooftop Bar & Restaurant
©Manuel Manso

9. Lumi Rooftop Bar & Restaurant

Restaurantes Bairro Alto

A nova vida do restaurante no topo do hotel The Lumiares, no Bairro Alto tem João Silva à frente, chef que passou pela Quinta do Arneiro, pelo São Gabriel no Algarve e pela Bica do Sapato. A carta privilegia os produtos portugueses, locais e da época – estão a trabalhar com o Hortelão do Oeste para os legumes, por exemplo, e têm queijo chèvre Granja dos Moinhos – a ideia é transformar pouco os produtos, para garantir o sabor e frescura.

Blue
Blue
©Manuel Manso

10. Blue

Restaurantes Fusão Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Blue, o restaurante do piso térreo do The Vintage Hotel, combina-se o que de melhor existe na gastronomia portuguesa com elementos de fusão, tudo pela mão de João Silva, o chef também responsável pelo Lumi Rooftop. A premissa era uma cozinha não pretensiosa, "descontraída, onde se possa reunir os amigos", combinando o que de melhor há em Portugal com "técnicas e produtos de outros países, pontualmente", diz o chef. A carta tem opções que vão do mar à horta e chega em três menus: o diário, disponível de manhã à noite, o buffet de almoço (16€), com bebida, café e sobremesa incluída e as opções de jantar. Para começar há creme de abóbora com amêndoa e queijo feta (5€), hummus de beterraba, grão e azeitonas do Alentejo (5,75€) ou chips de batata doce com molho de ervas, molho de mostarda e chutney de maçã (5€). Nas saladas, a de polvo com com batata doce, rúcula e pimento assado (9€) é boa aposta.

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RIB beef and wine
RIB beef and wine
Fotografia: Manuel Manso

11. RIB Beef & Wine

Restaurantes Santa Maria Maior

Foi a segunda aposta de restauração da Pousada de Lisboa e veio com um conceito que o grupo Pestana já tinha no Porto. Respeitando o nome, o core da ementa são os cortes de carne, como o exímio tomohawk ribeye steak ou o chateaubriand, há vários molhos e guarnições à escolha, mas deixe espaço para as entradas e sobremesas. Só é pena ter tantos turistas.

Seen
Seen
©DR

12. Seen by Oliver

Restaurantes Avenida da Liberdade

Esqueça tudo o que sabe sobre o histórico Terraço, o restaurante do 9º piso do hotel Tivoli Avenida. O restaurante mudou das mãos do chef Rui Paula, que esteve um ano a chefiar a cozinha, para as de Olivier Costa, que abriu o Seen, um conceito já testado em São Paulo, no Brasil. É bar e restaurante, com uma certa tropicalidade logo à entrada, onde está um imponente tronco de árvore natural dentro do bar, com folhas artificiais a cobrir boa parte do tecto, e tem uma vista incrível.

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13. Cervejaria Liberdade

Restaurantes Cervejarias Avenida da Liberdade

Já foi lugar de uma brasserie — a Brasserie Flo — mas “Lisboa, não sejas francesa”, disse o Tivoli. No início de 2017 converteu o espaço numa cervejaria de produto português e requintado: há pica-pau do lombo, uma casquinha de santola recheada com a carne deste crustáceo, mostarda, gema de ovo e alguma pimenta; e uma mousse de chocolate que entrou para o top cinco das mousses lisboetas de Marta Brown, a crítica da Time Out que deu quatro estrelas a esta casa da Avenida da Liberdade. Nem tudo é boa e velha tradição de cervejaria nesta casa que tem no seu menu ceviches, sushi e sashimis.

The Insólito
The Insólito
©DR

14. The Insólito

Restaurantes Português Bairro Alto

Uma cozinha criativa, servida desde as entradas às sobremesas. Com aqueles pratos que resultam sempre numa porrada de gostos no Instagram. Junto ao Bairro Alto e com aquela vista sobre o vale da baixa pombalina, bem como para o Castelo, o Insólito divide-se entre bar e restaurante, sendo que ao nível da carta de bar a coisa varia entre cocktails clássicos e de assinatura, bem como mais de 50 referências de vinho. O terraço é feito naquela madeira que sugere bar da praia. E sim, dá para bronzear. Quando chegar o Verão.

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Ona
Ona
©Inês Félix

15. The Art Gate – Ona

Hotéis Chiado

O pop up do colectivo de chefs Ona mudou-se da Costa da Caparica para Lisboa. Pelo meio houve uma passagem por Paris e em Dezembro instalaram-se no The Art Gate, um hotel e galeria, no Largo da Trindade, no Chiado. Micael Duarte (ex-Prado e ex-Taberna do Mercado), Edgar Bettencourt (ex-Feitoria), Iñaki Bolumburu (ex-Nerua e ex-Noma) e Mariana Schmidt (ex-Laisai e ex-Mugaritz) são os chefs ao fogão, complementados pelos apoio da sommelier Patrícia Pombo e a mixologista Constança Cordeiro, do bar A Toca da Raposa. Os menus de degustação servem-seem dois horários (19.00 e 21.30) na mesa comum e num único horário para a mesa do chefe – é sempre obrigatório reservar, através do site – e  têm, no mínimo, dez momentos (75€ sem bebida, com pairing de bebidas alcoólicas, vinhos e cocktails, e não alcoólicas disponíveis à parte). A refeição durará à volta de uma hora e meia, duas horas e fica a promessa de menus dinâmicos e em constante mudança.

Arola - Espaço
Arola - Espaço
Fotografia: Ana Luzia

16. Arola

Restaurantes Sintra

O primeiro restaurante de Sergi Arola, uma espécie de estrela rock da gastronomia, fez dez anos em 2018. Numa década foi mudando e evoluindo: é o mais descontraído do chef catalão (a estrela Michelin está no vizinho LAB by Sergi Arola) e à mesa comem-se tapas quentes e petiscos ibéricos, com influências de todo o mundo. É daqueles sítios que vale a viagem até Sintra em amena cavaqueira com um grupo de amigos e ir pedindo, sem medos, ora os peixinhos da horta, ora as molejas assadas com cremoso de mostarda antiga.

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17. Midori

Restaurantes Japonês Sintra

Ao fim de 25 anos, o Midori mudou. E essa mudança valeu ao chef Pedro Almeida a primeira estrela Michelin na edição de 2019. Durante o primeiro ano de vida do Midori 2.0 (dos cento e muitos lugares ficaram apenas 18, num ambiente mais intimista), o chef afinou pratos e todos os meses criou um novo menu de degustação, o que resultou em mais de 200 pratos. Agora há duas opções finais de menu de degustação, o kiri (95€) ou o yama (130€), com sete e nove momentos, e uma experiência bem mais rica.

Lab by Arola
Lab by Arola
Fotografia: Arlindo Camacho

18. LAB by Sergi Arola

Restaurantes Sintra

Em 2018, o catalão Sergi Arola, figura bem conhecida em Lisboa, confiou a Vladmir Veiga a execução do dia-a-dia no seu restaurante com estrela Michelin em Sintra. À carta há uns quantos intocáveis, como a bomba de la Barceloneta, os calamares, o pastel de atum de Bilbao, as batatas bravas ou as molejas assadas com especiarias que vão sendo acompanhadas com produtos da época. Mas uma das melhores maneiras de conhecer a cozinha mediterrânica de Arola é ir para os menus de degustação – um deles, de loucura a loucura, inclui a prova de todos os pratos da carta. 

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Fortaleza do Guincho
Fortaleza do Guincho
©DR

19. Fortaleza do Guincho

Restaurantes Cascais

À beira-mar plantada, a cozinha da Fortaleza do Guincho mudou para responder ao que a sua localização exigia – uma carta mais virada para o mar e assente na sazonalidade, privilegiando os produtos da zona. Com a saída do chef Miguel Rocha Vieira em Novembro de 2018 – o português chegou à Fortaleza do Guincho em 2015 para substituir Vincent Farges e alterou as linhas de uma cozinha estrela Michelin, que o restaurante mantém desde 2001 –, Gil Fernandes, sous- chef de Rocha Vieira até então, assumiu as rédeas do restaurante que trabalha o marisco e o peixe fresco em três menus de degustação e ao longo de toda a carta.

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©DR

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©Tiago de Paula Carvalho

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