Restaurante, Azenhas do Mar, Peixe e Mariscos
©Duarte Drago | Azenhas do Mar
©Duarte Drago

Os melhores restaurantes com vista em Lisboa

Virados para o mar, para o Tejo ou para as colinas lisboetas. Estes são os melhores restaurantes com vista em Lisboa e arredores.

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O prato é tudo, mas se vier acompanhado de uma vista para admirar nos intervalos entre as garfadas melhor. E boas vistas são o que não falta a esta cidade de múltiplas colinas, de onde é possível olhar Lisboa em todo o seu esplendor, com os seus monumentos e praças cheias de gente. E se formos até Belém ou até à Margem Sul, a vista para o rio e para a outra margem faz-nos logo suspirar. Marque mesa num destes restaurantes, não se irá arrepender. Se o que procura é ar fresco, espreite as nossas listas com as melhores esplanadas e os melhores quiosques da cidade.

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23 restaurantes com vista em Lisboa

  • Grande Lisboa

É muitas vezes preterido em favor do Ponto Final, um ponto de referência uns metros mais à frente, com umas cadeiras amarelas em cima de um pontão no rio. O que significa que este Atira-te ao Rio, no Cais do Ginjal, acaba por ter menos gente na esplanada, também com uma vista incrível para Lisboa (especialmente agradável numa noite de Verão ao pôr-do-sol). Já foi mais tradicional, mas ainda serve bons pratos portugueses, como a caldeirada de bacalhau fresco com camarão e poejo, peixe-galo frito com arroz de tomate ou o espadarte com puré de beterraba.

  • Sintra

A idílica localidade em que está inserido deu o nome a este clássico restaurante de peixe e marisco, onde as refeições são feitas numa sala envidraçada em cima da piscina e da praia das Azenhas do Mar. E se não é mesmo isto que apetece tanto num dia de sol radioso como num de chuva e mar bravo? Das amêijoas à Bulhão Pato à salada de polvo, dos percebes à sapateira, até ao peixe da nossa costa ao quilo, que ora pode ser grelhado, ora pode ser ao sal, há muito por onde escolher.

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  • Lisboa

Apesar de localizados no mesmo sítio, no hotel Torel Palace Lisbon, os dois restaurantes de Vítor Matos em Lisboa são bem diferentes. Os dois querem ser descontraídos, mas o menu e o serviço não podiam ser mais diferentes. Se o 2 Monkeys foi pensado para ocasiões especiais, o Black Pavilion é um restaurante para todas as horas, descontraído, com vista para Lisboa, num bonito jardim de Inverno, mas também com uma bela esplanada com vista para a cidade.

  • Belém

Entre a Doca de Belém e o Tejo, o Bonança ocupa a histórica Associação Naval de Lisboa com uma escala que impressiona – e uma esplanada que tira partido directo da água e do movimento da marina. Cá fora, é esse cenário que dita o ritmo; lá dentro, o olhar perde-se no mural de 1940 que domina a sala de pé-direito altíssimo. A cozinha segue a mesma lógica de viagem, com base em peixe e marisco e influências subtis de outras geografias, dos crus aos arrozes mais trabalhados. Com espaço amplo, várias zonas e ambiente que evolui pela noite dentro, é daqueles sítios onde a esplanada é só o início.

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  • Estrela/Lapa/Santos

Depois de mais de uma década como Le Chat, tudo mudou no espaço do Jardim 9 de Abril, mesmo ao lado do Museu de Arte Antiga. A inspiração vem do filme Apanha-me se Puderes (Catch Me If You Can, no original), de Steven Spielberg, com Leonardo DiCaprio e Tom Hanks. As cores são as da companhia de aviação da Pan Am e o menu, agora mais composto, é um convite a uma viagem, que se quer sem turbulência. A vista, essa, mantém-se intocável. 

  • Global
  • Cascais

Se as paredes do Cimas falassem não lhe faltariam boas histórias para contar. Por aqui passaram membros da realeza e políticos, artistas, intelectuais e escritores e até espiões – antes e depois do 25 de Abril. O serviço, sempre atento, é parte do sucesso da casa, feito de forma clássica. A lista com pratos de cozinha francesa e galega, que mantém o cocktail de marisco nos “acepipes”, o bife raspado nos pratos e a banana flambé nas sobremesas e que tem também bons pratos de caça, como a perdiz ao Madeira, também não mudou. Tudo em cima da linha do mar – nos dias de sol, é obrigatório trocar as salas acolhedoras pela esplanada. 

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  • Belém

A ciência não está só nos laboratórios do edifício da Fundação Champalimaud. Está também no restaurante, se atentarmos no nome, nas paredes onde há frases do cientista e até na falsa biblioteca. A Fundação Champalimaud já é envolvência arquitectónica que justifique o comentário "rica vista". Mas há mais: de lá de dentro vê-se o rio de uma perspectiva única. Os pratos são leves: há tostas, sandes e bruschettas, mas também torradas e scones.

  • Europeu contemporâneo
  • São Sebastião

Com Joachim Koerper a encabeçá-lo desde o primeiro dia, o restaurante ostenta uma estrela Michelin. O chef é defensor acérrimo da sazonalidade e, portanto, o menu muda a cada estação mantendo sempre a linha da cozinha mediterrânica, com produtos de primeira. Há almoços e jantares à carta, mas pode optar pelo menu de degustação. Ficar numa mesa junto à janela é a cereja no topo do bolo para ter uma refeição com uma vista incrível sobre Lisboa.

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  • Português
  • São Vicente 

É um dos restaurantes lisboetas com localização privilegiada – se escolher uma das mesas junto à janela, tem direito a uma vista desafogada sobre o Tejo e a Margem Sul. A varanda com vista irrepreensível é fechada e assim nem os temporais impedem os comensais de ver atracar os cruzeiros. A carta tem bochecha de porco estufada em vinho tinto, bacalhau à Brás, arroz de peixe, ou lombo de borrego.

  • Belém
  • preço 4 de 4
  • Recomendado

Em 2022, foi confiada a André Cruz uma difícil tarefa: substituir o aclamado João Rodrigues aos comandos do estrela Michelin do Altis Belém. O chef encarou o desafio de frente e hoje tem nas mãos um dos mais entusiasmantes restaurantes de alta-cozinha na cidade. Num espaço que continua a cruzar o clássico com o contemporâneo, a interacção à mesa faz-se tanto com o serviço de sala como com a equipa da cozinha, incluindo o próprio André Cruz. Os menus de degustação são fruto de um trabalho de proximidade com pequenos produtores e de respeito pela sazonalidade dos produtos, para dar nova vida aos sabores tradicionais portugueses.

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  • Haute cuisine
  • Parque das Nações
  • preço 4 de 4
  • Recomendado

Com a saída do multi-estrelado Martín Berasategui, assim como do seu braço-direito, Filipe Carvalho, o Fifty Seconds mudou – e para o perceber são precisos muito mais do que os 50 segundos que o elevador da Torre Vasco da Gama demora a levar-nos ao restaurante. Vindo do Vistas, no Algarve (então com uma estrela Michelin), Rui Silvestre afastou o Fifty Seconds da linha clássica do chef espanhol e impulsionou-o para um novo ciclo. No primeiro ano de casa, manteve a estrela. Ao segundo, conquistou a ambicionada segunda estrela Michelin.

  • Cascais
  • Recomendado

Instalado numa fortaleza do século XVII no Parque Natural de Sintra-Cascais, o restaurante da Fortaleza do Guincho mantém há mais de duas décadas a estrela Michelin, conquistada em 2001. Desde 2018, a cozinha está nas mãos de Gil Fernandes, que então se tornou o chef mais jovem do país a com essa distinção. Inspirado pelo Atlântico que envolve o hotel e pelas paisagens do Guincho, o chef apresenta uma cozinha de autor criativa e técnica, onde os sabores portugueses – sobretudo os ligados ao mar – ganham novas leituras. A proposta organiza-se em menus de degustação que reinterpretam a tradição com produto local, servidos num elegante restaurante panorâmico com vista privilegiada sobre o oceano.

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  • Princípe Real

Chegaram a Portugal há alguns anos, vindos de Espanha, e não têm tido mãos a medir. A cadeia de restaurantes de comida saudável Honest Greens inaugurou este espaço na Calçada Patriarcal no final de 2023. Tem 615 metros quadrados e um total de 184 lugares, divididos entre o interior e a esplanada. O menu é o que se espera: sazonal, sustentável e saudável, com opções para várias dietas, desde a keto à plant-based. 

  • Italiano
  • Princípe Real

A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver tem três pisos, com direito a sala privada no -1, e dois terraços com vistas incríveis para o castelo, seguindo, em termos de decoração, a mesma linha dos restaurantes Jamie’s Italian – presuntos e alhos pendurados no bar, à entrada, e decoração em madeira, azul e cobre. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver. 

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  • Cafés
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora, mas neste pequeno oásis secreto a vista é uma espécie de abraço redentor de fim de dia (a provar que não é preciso ir à Índia para se sentir embalado pelo pôr-do-sol). Com esta esplanada, Lisboa já conta há anos e, entre cocktails e sabores do Oriente, estão reunidos os ingredientes para um fim de tarde bem passado.

  • Português
  • Grande Lisboa

O Ponto Final é um pequeno restaurante plantado à beira-rio cujo principal chamariz é a sua grande esplanada com vista frontal sobre Lisboa. É por ela que tanta gente atravessa o Tejo de cacilheiro e faz o resto do percurso a pé até aqui. Com (muita, muita) sorte, a famosa mesa amarela do pontão, mesmo em cima da água, está vaga. No menu, bem português, destaque para os arrozes, para o peixe fresco, as pataniscas ou os pezinhos de coentrada. 

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  • Santa Maria Maior

No topo do Altis Avenida, com vista para Lisboa, qualquer hora é perfeita para descobrir as propostas do chef executivo João Correia, que aposta numa carta descomplexada, mas cuidada, perfeita para ser partilhada e devorada com as mãos. No que toca a bebidas, deixe-se surpreender pelas propostas da bar manager Flavi Andrade e os seus cocktails de autor.

  • Avenida da Liberdade

Depois de testado e aprovado em São Paulo – a revista brasileira Veja considera-o um dos melhores e mais badalados restaurantes da cidade –, o Seen instalou-se no nono piso do Tivoli, com uma vista incrível sobre a cidade. O tronco de árvore dentro do bar e as folhas a cobrir o tecto dão as boas-vindas, mas é o balcão de sushi que mais deslumbra, com a parede em frente envidraçada, desimpedindo a vista até ao rio.

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  • Global
  • Chiado/Cais do Sodré

O palacete em pleno Miradouro de Santa Catarina foi todo renovado para se transformar no luxuoso Verride Palácio Santa Catarina. No último andar, o restaurante de fine dining Suba é como se fosse um pequeno miradouro com vista sobre toda a cidade. Chefiado pelo transmontano Fábio Alves, respeita a sazonalidade e o produto com uma dose de criatividade.

  • Italiano
  • Belém

O Sud Lisboa Terrazza tem uma piscina e pool bar à noite no primeiro andar, e um restaurante com dois espaços diferentes, esplanada e quiosque no rés-do-chão. A sala do restaurante é gigante – são 240 lugares e cerca de 30 pessoas na cozinha. À entrada há um forno com os pizzaiolos ao lado e um bar onde se bebe qualquer coisa enquanto se espera ou se faz tempo até ao jantar; há uma sala com um ambiente mais calmo e recolhido e outra com muita luz e com o tecto coberto de folhas. 

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  • Baixa Pombalina

A vista do último piso da icónica Pollux para as ruínas do Convento do Carmo e telhados lisboetas, continua a ser um segredo, ainda que mal guardado, da cidade. Este 8.º piso já teve muitas vidas – de snack-bar passou a restaurante com dedo de Miguel Castro e Silva, voltou a café e agora é Terraço Editorial, um restaurante-bar e biblioteca de vinhos com Rui Rebelo a chefiar a cozinha.

  • Mediterrâneo
  • Santa Maria Maior

A vista 360 já é motivo suficiente para visitar a Varanda de Lisboa, no Hotel Mundial, mas de há uns tempos para cá que há outras duas boas razões para o fazer. Não só o espaço passou por uma renovação e está agora mais elegante, como a carta foi toda ela repensada para homenagear a cozinha tradicional portuguesa. O período de almoço é um dos pontos altos do restaurante.

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  • São Vicente 

Inaugurado em 1988, mas entretanto remodelado, o Via Graça tem uma vista sobre a cidade melhor do que muitos miradouros, uma ementa requintada e criativa, inspirada na gastronomia portuguesa, e uma vasta carta de vinhos. Na cozinha está o chef Miguel Palma, que não dispensa na carta pratos como polvo à Lagareiro, cabrito no forno, robalo ao sal, ou sobremesas como pudim Abade de Priscos. Há também um menu de degustação.

Lisboa gastronómica

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