60 restaurantes e bares para jantar e começar a noite

Partimos de uma selecção de 30 restaurantes em Lisboa e propomos 30 bares que ficam por perto.

Fotografia: Arlindo Camacho

A restauração floresce a grande velocidade em Lisboa: desde o início do ano já abriram mais de meia centena de espaços para comer e beber. Estes 30 restaurantes servem jantares à grande, do fine dining à comida portuguesa e do mundo. Para cada um, seleccionamos um sítio para ir beber um copo a seguir e chegámos a 30 bares que fazem uma combinação perfeita.

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60 restaurantes e bares para jantar e começar a noite

1

KIN + TOPO Martim Moniz

3 /5 estrelas

Kin
Houve extreme makeover no restaurante asiático do TOPO Martim Moniz – e não estamos a falar só do enorme dragão chinês agora no meio da sala. Na cozinha continua a indonésia Ricci Quino e Ricardo Benedito como consultor mas há mais opções, do novo bao de porco cozinhado a baixa temperatura aos pad thais, nasi goreng ou naco da vazia grelhado com molho tigre.

TOPO Martim Moniz 
O primeiro dos três Topos a abrir, o do Martim Moniz (os outros dois ficam no Chiado e em Belém), continua a ser o que tem a melhor vista. DJ sets, novos cocktails e algumas remodelações no espaço interior e no terraço (esteve encerrado uma semana para obras) fazem com que valha uma nova visita neste novo horário de Verão.

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Martim Moniz
2

Jamie's Italian + Cinco Lounge

Jamie's Italian
O restaurante italiano de Jamie Oliver tem estado nas bocas dos lisboetas desde que abriu – primeiro porque é o chef-estrela britânico, depois pela localização. Tem três pisos, dois terraços, 11 opções de massa fresca, oito de pizza, saladas e as sobremesas mais famosas.  Alguns pratos foram adaptados – prove o Jamie’s Italian Burger, com carne de vaca, pancetta, cebola e, queijo da Ilha (12,95€).

Cinco Lounge
Se conseguiu mesa no restaurante de Jamie Oliver, tente conseguir outra no bar de Dave Palethorpe. O Cinco Lounge é um dos melhores bares da cidade – o que, claro, faz com que seja bastante concorrido. Os discípulos do guru de cocktails, como Zé Robertson, atrás do balcão, sabem o que fazem e é deixar-se levar pela lista original – nem que para isso tenha de beber um cocktail enlatado, como o Shake Your Money Maker (14€). 

 

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Princípe Real
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3

31 D'Armada + Le Chat

31 D'Armada
O restaurante de cozinha tradicional portuguesa que havia neste largo fechou e Ewa Kubik renovou-o completamente, mantendo apenas nome e alguns azulejos pintados à mão. Tem duas salas, uma com bar, carpaccios, pimentos padrón e peixinhos da horta para picar e pratos mais tradicionais como o polvo à lagareiro e o bacalhau assado. É cozinha “portuguesa contemporânea”, portanto também há massadas de lavagante ou uma vitela branca maturada com linguini de trufa. 

Le Chat
A vista, os petiscos (o polvo à lagareiro, a 13€, é o mais popular) e os cocktails (recomendamos os mojitos, a 7,5€) fazem com que seja irresistível. Faça chuva ou faça sol, com ou sem companhia. O bar abriu em Outubro de 2010 e é um dos melhores sítios para beber um copo depois (ou antes) do jantar e ver os barcos no rio ou o trânsito ao longe na ponte. 

 

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Estrela/Lapa/Santos
4

Quorum + Pensão Amor

Quorum
Rui Silvestre veio do Bon Bon no Algarve, onde viu a Estrela Michelin em 2015, para a Rua do Alecrim e trouxe consigo o fine dining mas mais acessível e alguns dos seus pratos já clássicos, outros que já andavam na sua cabeça há uns tempos e ainda uns clássicos internacionais. No fim do jantar, o cliente pode votar numa aplicação os pratos de que mais gostou.

Pensão Amor
Depois do restaurante de Rui Silvestre, todos os caminhos descem até à Pensão Amor. E se há quorum suficiente, é altura de encomendar uma Orgia e esperar pelo chá da meia-noite. Não enlouquecemos: é este o nome de um cocktail da casa afrodisíaco (tem rum e jalapeños, entre outros ingredientes), ideal para partilhar e servido num bule a preceito (20€).

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Chiado
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5

Fiammetta + Mercearia -1

Fiammetta
A montra de queijos e enchidos italianos desta mercearia/garrafeira/cafetaria impressiona qualquer um, ainda para mais quando Ludovica Rocchi começa a apresentá-los com entusiasmo. No balcão com bancos altos picam-se tábuas recheadas ou bruschettas e paninis em refeições mais rápidas e leves. Mas os pratos de pasta também são servidos em almoços ou jantares – é mais uma maneira de a dona mostrar como se misturam e confeccionam os produtos frescos. 

Mercearia -1
O andar de cima já era conhecido em Campo de Ourique. A cave ainda não. Os donos da Mercearia do Campo, uma mistura entre garrafeira, mercearia e restaurante com esplanada, abriram um novo bar na cave há um mês. Chama-se Mercearia -1 e além da carta de vinhos tem cerveja artesanal (como a d’Ourique, a cerveja do bairro) e cocktails clássicos com um twist – ou não fossem os donos bartenders. 

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Campo de Ourique
6

Cruzzeria + Crafty Corner

Cruzzeria
Os donos deste restaurante quiseram juntar o prato mais social de que se lembraram – as pizzas – aos muito na moda crus. Na carta têm oito pizzas, entre as quais uma de ovos rotos ou uma à Bulhão Pato, com lulas ou camarão. O resto é tudo pratos crus, com tártaros de atum, pato ou de caril de borrego, uma lasanha crua ou um ceviche de carapau com espuma de mojito.

Crafty Corner
Já que está numa de novidades, o Crafty Corner é um dos mais recentes bares do Cais do Sodré, virado para a cerveja artesanal. Abriu no fim de Janeiro e os donos são os mesmos do pub Hennessy’s, também na zona. São 12 torneiras de marcas de cerveja artesanal alfacinha (Musa, Oitava Colina e por aí fora), a pingar entre as quatro da tarde e as duas da manhã. 

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Chiado/Cais do Sodré
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7

Ofício + Trobadores

Ofício
A refeição aqui começa com a sopa da pedra de Almeirim – a verdadeira, certificada pela Confraria Gastronómica de Almeirim – e depois continua com as carnes, todas com osso, os ossos do Ofício. O mais imponente é o do chambão, cuja carne fica a marinar 12 horas com o sal injectado no osso; desfaz-se à primeira garfada e dá para quatro pessoas.

Trobadores
Se começou a noite a roer um osso de chambão, porque não acabá-la a beber cerveja por um corno? Há que manter a coerência e no Trobadores, o bar de inspiração medieval na Baixa, se não quiser que lhe sirvam cornos pode sempre optar por beber cerveja numa caneca de barro. Com mesas corridas, é ideal para grupos e para outras experiências colectivas como a degustação de licores (8€, por 5 licores à escolha).

 

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Chiado
8

Grão da Vida + Joker Lounge

Grão da Vida
Alimentação funcional com substância para ficar com good mood, é esta a ideologia do espaço de Marcella Fernandes, que pôs neóns verdes gigantes na sala do restaurante com essa alusão ao bom humor. Servem-se legumes espiralizados, almôndegas de vegetais, hambúrgueres vegan, tártaros, cocktails, smoothies e sumos naturais. 

Joker Lounge
Pode não ser a escolha evidente para a soirée, mas Benfica também não é zona evidente para movida. À primeira vista, o Joker Lounge, em plena Estrada da Luz, e com luzes azuis, podia ser uma discoteca. É antes um bar, com setas, snooker e cocktails. À quinta-feira há quiz (a partir das 21.30) e o prémio são 15€ de consumo. Em Março o Saldanha ganhou o seu próprio Joker Lounge, com uma inovação: quatro pistas de bowling, para jogar até às duas ou três da manhã. 

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Benfica/Monsanto
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9

Pitaria + Mini Bar

Pitaria
É o restaurante mais pequeno do grupo José Avillez e o que foge mais à linha do chef: tem 18 lugares, uma bola de espelhos no tecto e música animada, e serve sabores do Médio Oriente. A carta é só feita de pitas: sete, todas servidas no mesmo pão, feito por um israelita, da clássica kebab ao falafel com baba ganoush. Há shots para beber ao balcão e começar a noite. 

Mini Bar
A Pitaria não é um restaurante de José Avillez igual aos outros. A começar na comida e a acabar no preço (mais low-cost, digamos assim). Com o dinheiro que “poupou”, há que aventurar-se noutras experiências do mesmo chef. E já na mesma noite. No Mini Bar, também no Chiado, peça uma caipirinha (na lista chama-se A Nossa Caipirinha e custa 7€). Não se assuste e prepare-se com antecedência: não é para beber, é para comer.

 

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Chiado
10

Pico + Kimya

Pico
Aqui picam-se petiscos de base portuguesa. São duas dezenas, das mais clássicas e sempre seguras tábuas de queijos e enchidos, ao pica-pau de garoupa, bolinhos de morcela ou tempura de lulinhas com maionese de tinta de choco. Tudo para comer na bonita sala em tons de verde e cobre ou ao balcão, onde há cocktails de autor. 

Kimya
Já que está na Linha (de Cascais, não estamos a falar de dietas), o gastro-bar do Sheraton pode ser uma experiência interessante para o resto da noite. Experiência, dissemos bem. É quase como se estivesse num laboratório, com empregados de bata branca e cocktails servidos em tubos de ensaio com gelo seco, a fumegar. 

 

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Grande Lisboa
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