2POR1 Deluxe 2018: 20 Grandes Restaurantes de Lisboa

As caixas Time Out 2POR1 Deluxe estão de volta, com as melhores ofertas nos restaurantes de Lisboa.

As caixas Time Out 2POR1 Deluxe estão de volta, e mesmo a tempo do Natal. É o sonho de qualquer foodie: 50% de desconto numa refeição para duas pessoas, em 20 dos melhores restaurantes lisboetas, excluindo bebidas. Sem limitações de horários, sem precisar de referir a promoção ao reservar e sem menus pré-definidos. É só reservar e preparar-se para uma refeição inesquecível.

O que contém a caixa?

A caixa Time Out 2POR1 Deluxe 2018: 20 Grandes Restaurantes de Lisboa inclui 20 cartões de desconto de 50%, um cartão por cada um dos 20 restaurantes abaixo mencionados. 

Como é aplicado o desconto?

Ao usufruir dos descontos ser-lhe-á imputado o valor de 50% da conta e o valor total das respectivas bebidas.

Onde posso comprar?

As caixas 2POR1 Deluxe 2018 estão à venda aqui e nas lojas FNAC de todo o país.

Vá, e as entrelinhas?

O desconto só é válido em refeições para 2 pessoas, sendo que as bebidas não estão incluídas. Este produto pode ser utilizado de 2 de Janeiro a 30 de Dezembro de 2018.

Conheça abaixo os restaurantes que fazem parte da oferta.

 

2POR1 Deluxe 2018: 20 Grandes Restaurantes de Lisboa

Arola
Fotografia: Ana Luzia
1/20

Arola

4 /5 estrelas

Sergi Arola deu-se a conhecer aos portugueses há quase 10 anos. Instalou-se num bonito restaurante na Penha Longa, apresentou uma ementa de tapas frias e quentes - muitas de assinatura - e por aqui foi ficando. Conseguiu uma estrela Michelin para o país com o vizinho LAB by Sergi Arola, mas este continua a ser o seu poiso mais descontraído, para jantares ou almoços ao ar livre, por exemplo, onde dá para picar umas batatas bravas, uns croquetes de pato fumado ou uma salada de caranguejo real.

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Sintra
Avenida SushiCafé
© Ana Luzia
2/20

Avenida SushiCafé

4 /5 estrelas
Escolha dos críticos

Abriu as portas na Barata Salgueiro quando pouco se falava (e provava) comida japonesa mais tradicional. O crescimento trouxe fãs e a qualidade e consistência dos pratos foi-se mantendo sempre elevada. A cabeça de Daniel Rente, o chef executivo à frente do projecto, nunca parou e agora, além das peças e apresentações mais tradicionais, há neste Avenida SushiCafé outras aventuras que misturam gastronomia japonesa com sabores internacionais e matéria-prima nacional. Tudo em junções de sabores bem originais.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real
Cantinho do Aziz
Fotografia: Arlindo Camacho
3/20

Cantinho do Aziz

4 /5 estrelas

Um dos pioneiros da Mouraria, o Cantinho do Aziz é um restaurante moçambicano para lá de descontraído, com uma esplanada pitoresca, ideal para as noites de Verão. Comece pelas chamuças e depois, ou joga pelo seguro no caril de caranguejo e na moamba de galinha, ou arrisca em pratos menos conhecidos, como o nhama (carne de vaca com mandioca e quiabos) ou o makoufe (uma mistura de couves em molho de amendoim e coco com gambas e pata de caranguejo).

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Castelo de São Jorge
Comida de Santo
Fotografia: Arlindo Camacho
4/20

Comida de Santo

4 /5 estrelas

É um dos gigantes da comida brasileira em Portugal, a festejar 37 anos em 2018, sempre a manter aquela decoração colorida e simpatia no atendimento. Tem evoluído ao longo das décadas, mas continua a servir bons vatapás, moquecas de camarão com fama na cidade e arredores, óptimas feijoadas à brasileira, um popular escondidinho de carne de sol e, como não podia deixar de ser, um quindim a valer. Uma viagem ao calor do Brasil sem sair do Príncipe Real.

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Princípe Real
Confraria Lx
©DR
5/20

Confraria Lx

4 /5 estrelas

Antes de mais, os nossos parabéns à marca Confraria, que chega este ano aos 10 anos. Primeiro veio o restaurante cascaense, depois o do Cais do Sodré, onde a equipa de sushimen replicou as melhores receitas da casa, com coragem de aliar o sushi tradicional a outras especialidades de fusão. Da ementa podíamos destacar os hot philadelphia ou carpaccio 7 ervas, mas seria uma injustiça, porque aqui é tudo bom.

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Cais do Sodré
Fumeiro de Santa Catarina
Fotografia: Ana Luzia
6/20

Fumeiro de Santa Catarina

4 /5 estrelas

Fica escondido numa ruazinha perto do Adamastor, mas é uma pérola que merece ser descoberta. Não só pela comida, toda muito bem confeccionada, como pelo conceito no qual o restaurante assenta: todos os pratos têm um toque de passagem pelo fumeiro - a graça é adivinhar qual dos elementos é. Prove as batatas do vovô, os legumes grelhados com búfala e o frango fumado em barrica de whisky. Mas guarde espaço para os sonhos de bacon com espuma de cardamomo.

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Chiado/Cais do Sodré
Hansi
Fotografia: Ana Luzia
7/20

Hansi

4 /5 estrelas

O sucesso das salsichas caseiras do Kaffeehaus levou os donos do café austríaco do Chiado a abrir uma salsicharia no Cais do Sodré. A matéria-prima artesanal vem de um talho em Viena, que pertence ao pai de um dos donos, e na ementa contam-se nove salsichas diferentes, todas com carnes, temperos e sabores diferentes. Acompanham-nas os pickles, as batatas wedges ou salada de batata e a raiz de rábano. Segredinho: aqui também servem o Hendlschnitzel paniert, que é como quem diz, o bife de frango panado com salada de batata.

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Cais do Sodré
Kaffeehaus
© John Wolf
8/20

Kaffeehaus

5 /5 estrelas

Há vários anos que a Time Out demonstra o seu amor pelo Kaffeehaus. Começou pelos bifes panados, intensificou-se com as salsichas austríacas, arrebatou a equipa com a sachertorte e assim se foi mantendo à medida que o tempo passava. A paixão continua à vista e a escolha para esta caixa de restaurantes é prova disso. É tudo recomendável, até as novas especialidades como o cordon bleu com speck austríaco e o kaiserschmarrn, uma sobremesa quente deliciosa.

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Chiado
Kampai
©DR
9/20

Kampai

Muitos lisboetas só agora descobriram as maravilhas do arquipélago açoriano (obrigada Ryanair), mas os donos do Kampai já as conhecem desde 2010. Por maravilhas entenda-se, claro, os peixes. Este japonês de linhas mais tradicionais usa vários peixes dos Açores, como o lírio, o encharéu e o pargo, em chirashi, sashimi ou outras combinações de muita qualidade. Peça uma sakerinha de ananás dos Açores e no fim brinde e diga “Kampai”, um tchin-tchin japonês.

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Chiado/Cais do Sodré
La Parisienne Bistrot Français
Fotografia: Manuel Manso
10/20

La Parisienne Bistrot Français

4 /5 estrelas

Em pleno coração da cidade, o La Parisienne é o verdadeiro bistrot, réplica das melhores casas do género que existem em França. Há vários enchidos caseiros para abrir as hostes e bons fromages que encerram uma refeição perfeita. E pelo meio? Há sopa de cebola gratinada numa receita caseira bem saborosa, há um bom confit de canard, um bife tártaro e, claro, um crème brûlée.

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Chiado
Muito Bey
Fotografia: Manuel Manso
11/20

Muito Bey

4 /5 estrelas

Era uma vez um libanês que se apaixonou por Lisboa e quis dar a conhecer a gastronomia do seu país aos portugueses. Abriu as portas ao Muito Bey no vibrante Cais do Sodré, numa sala bonita e arejada, que reúne as condições ideais para quem se quer atirar, sem cerimónias, ao tabulé, ao mutabal, ao húmus e ao falafel. Isto para não falar nas espetadas de carne de vaca e borrego kafta e no pão caseiro, a receber elogios desde o dia um. É marcar mesa e arriscar nos pratos de nomes estranhos.

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Cais do Sodré
O Galito
Fotografia: Ana Luzia
12/20

O Galito

4 /5 estrelas

Se quer fazer uma viagem à cozinha do Alentejo sem sair de Lisboa, sugere-se que reserve uma mesa n’O Galito e fique durante umas horas à mesa a provar as especialidades que a Dona Gertrudes trouxe da Serra D’Ossa para Lisboa. Falamos da sopa de cação, dos pezinhos de porco de coentrada, do arroz de pombo bravo, dos ovos com tomate, da perdiz de escabeche ou, bom, podíamos registar a lista toda, porque aqui é tudo muito bom.

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Carnide/Colégio Militar
O Nobre
Fotografia: Manuel Manso
13/20

O Nobre

4 /5 estrelas

A sopa de santola da chef Justa Nobre tem fama além fronteiras, o cozido servido aos domingos nos meses de frio é um dos mais apetitosos de Lisboa, mas não é só por isso que gostamos de voltar ao O Nobre. É pela simpatia de quem atende, pelos bons pratos dos almoços executivos, pelas sobremesas de babar e por toda a cozinha de veia transmontana que a chef apresenta. Faça um jejum prévio, pegue neste cartão e explore a ementa sem cerimónias.

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Areeiro/Alameda
Pistola y Corazon
Fotografia: Ana Luzia
14/20

Pistola y Corazon

4 /5 estrelas

A infindável lista de nomes escritos à porta é a prova de que por mais anos que passem (já lá vão três, a caminho dos quatro) e por mais restaurantes mexicanos que abram, o Pistola y Corazon não passa de moda. Os vários tacos, os diferentes níveis de picante (aqui para levar a sério), as já populares tortas (sanduíches) com recheios diferentes e, há que dizê-lo sem medo de ressacas, ups, de represálias, os cocktails, são as principais razões do sucesso. Vale a pena esperar na fila? Si.

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Cais do Sodré
Rabo d'Pêxe
Fotografia: Ana Luzia
15/20

Rabo d'Pêxe

4 /5 estrelas

O nome é para ler com sotaque açoriano, claro, tal e qual como se pronuncia a localidade de São Miguel, e o restaurante é para provar peixes dos Açores (rascasso e lírio incluídos), mariscos e carnes nacionais. A transformação da matéria-prima faz-se para pratos portugueses e japoneses, sejam criações originais, seja num prato de sushi combinado, seja num bom grelhado. Importante é ir, levar fome e preparar-se para esta experiência.

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Avenidas Novas
Sala Thai
Fotografia: Arlindo Camacho
16/20

Sala Thai

4 /5 estrelas

Fica numa rua de pouca passagem em Alvalade, mas é um bom destino da cidade para quem procura viajar à exótica Tailândia. A decoração e os acessórios bem étnicos ajudam a compor o cenário, mas o que realmente faz a diferença aqui são os pratos. Falamos de pastéis de peixe com especiarias, da famosa sopa tom yan goong, do pato assado com caril vermelho ou do arroz glutinoso com coco e manga.

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Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Sea Me
17/20

Sea Me

4 /5 estrelas

Um dos slogans deste restaurante do Chiado que continua a ser um verdadeiro caso de sucesso em Lisboa é “We need vitamin sea”. Uma grande verdade, à qual respondem com uma montra de peixe fresquíssimo, uma oferta de marisco que em parte é de viveiros próprios e uma ementa que serve desde o peixe grelhado ao marisco cozido, desde petiscos criativos a pratos japoneses. Sim, há espaço para tudo e ainda para ter uma refeição num dos sítios com melhor ambiente da cidade.

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Bairro Alto
Taberna da Esperança
Fotografia: Arlindo Camacho
18/20

Taberna da Esperança

4 /5 estrelas

A Madragoa é dos poucos bairros de Lisboa que mantém a autenticidade de outros tempos e o espírito bairrista dos vizinhos à janela durante todo o dia. E a Taberna da Esperança é dos poucos restaurantes que se mantém fiel ao que era nos primeiros anos: um restaurante de boa comida portuguesa, para partilhar, a preços simpáticos, com serviço atencioso. Comece por dividir uma tiborna, depois uns petiscos e parta então para os pratos principais.

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Estrela/Lapa/Santos
Tasca da Esquina
Fotografia: Arlindo Camacho
19/20

Tasca da Esquina

5 /5 estrelas
Escolha dos críticos

Tem aos comandos o icónico Vítor Sobral, que se faz acompanhar da dupla Hugo Nascimento e Luís Espadana, e é, sem rodeios, um dos melhores restaurantes de petiscos da cidade. Além da ementa fixa, da qual se devem provar os ovos com bacalhau e ervas aromáticas e os passarinhos fritos, tem um sempre criativo menu “fique nas mãos do chef”, para vários tipos de fomes, a configurar o destino acertado para este cartão. A garrafeira, boa e variada, acompanha a qualidade dos pratos.

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Estrela/Lapa/Santos
The Old House
20/20

The Old House

5 /5 estrelas

É um bonito restaurante de linhas orientais instalado no Parque das Nações, numa rua cujo nome lhe assenta que nem uma luva: a Rua da Pimenta. Vem directamente da província de Sichuan, a mais gourmet do país e o picante marca vários pratos da ementa - ao mesmo tempo que faz bastante uso do ma la, uma mistura de pimentas e especiarias que deixa a boca dormente. Prove o peixe assado da casa, a carne de porco desfiada, para algo mais familiar, o pato à Pequim.

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Parque das Nações

2POR1 Deluxe 2018:

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