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Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Se está farto de bacalhau com batatas, saiba onde comer em Lisboa a melhor cozinha do mundo.

Fotografia: Arlindo Camacho

Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. Dizemos-lhe onde comer em Lisboa a comida do mundo. Aperte o cinto e atire-se aos melhores restaurantes do mundo em Lisboa.

Onde comer em Lisboa a melhor cozinha do mundo

Cabo Verde: Estrela Morena
Fotografia: Ana Luzia
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Cabo Verde: Estrela Morena

A cachupa é receita de família de Edna Brito, à frente deste restaurante, pequenino e familiar, com o irmão Vítor Santos. Consoante o dia da semana há uma receita diferente, mas conte sempre com cachupa de carne ou guisada com atum (8€). Há também um bom bife de atum com banana frita e polvo estufado à moda de Cabo Verde.   

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Chiado/Cais do Sodré
Moçambique: Cantinho do Aziz
Fotografia: Arlindo Camacho
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Moçambique: Cantinho do Aziz

4 /5 estrelas

Esta tasquinha com comida trazida de Moçambique tornou-se na esplanada mais concorrida da Mouraria, com alta quota de turistas que sabem o que é bom. A comida tem aquela mistura de coisas simples e picantes de Maputo, como o frango assado com piripíri e molho de amendoim, chamuças ou o cheque cheque de caranguejo, a atestar a influência da comunidade goesa em Moçambique. Se é dos que já ouviram a família ou amigos falar da cerveja Laurentina que bebiam em África, este é também o sítio para finalmente a provar. 

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Castelo de São Jorge
Angola: Casa de Angola
©DR
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Angola: Casa de Angola

Desde 1970 que a Casa de Angola – Espaço Gastronómico e Cultural tem as portas abertas a quem queira matar saudades ou mesmo ficar a conhecer o que é a verdadeira moamba de galinha com funge, um puré branco de farinha de milho ou de mandioca (12€). Às sextas e sábados deixe entrar na sua vida um bom mufete, peixe grelhado com feijão de óleo de palma, banana pão e mandioca.  

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real
Goa: Tentações de Goa
Fotografia: Arlindo Camacho
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Goa: Tentações de Goa

5 /5 estrelas

É provável que Portugal tenha dos melhores restaurantes goeses do mundo, e podíamos citar mais um ou dois de excelência em Lisboa. Isso tem a ver com a nossa herança histórica, obviamente, não só por causa da antiga colónia de Goa, mas também pela migração de muitos indianos radicados em Moçambique que acabaram por vir para Portugal, depois da Independência. Obrigado a todos. No Tentações de Goa, quem está desde sempre aos comandos é Maria dos Anjos, que recebe como se estivesse em casa um grupo de indefectíveis da malagueta composto por artistas, jornalistas e mais gente adepta de emoções. É tudo bom, mas nós aconselhamos as chamuças, os bhaji puris, o caril de caranguejo, o sarapatel, o mirchi e o xacuti de cabrito com salada de cebola e malagueta.

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Castelo de São Jorge
Argentina: La Paparrucha
Fotografia: Manuel Manso
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Argentina: La Paparrucha

3 /5 estrelas

Não tem vista para Buenos Aires mas candidata-se a uma das melhores da cidade, com olhar sobre o castelo e a Avenida da Liberdade. Falando do que se come, é dar tudo nas empanadas, maçarocas assadas, bifes do lombo na parrilla e panquecas com doce de leite. Não se admire se sair a dançar o tango.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real
EUA: Ground Burger
Fotografia: Arlindo Camacho
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EUA: Ground Burger

5 /5 estrelas
Escolha dos críticos

Sim, há comida norte-americana. E, sim, os melhores hambúrgueres da cidade e do país são feitos à americana neste Ground Burger. Isto significa muito queijo Cheddar do bom, milkshakes com centenas de calorias, onion rings e uma lista selecta de cervejas artesanais, muitas delas importadas do outro lado do Atlântico, como a Samuel Adams servida à pressão. Contam-se pelos dedos das mãos os restaurantes que tratam a cozinha com o respeito e a paixão que a dona desta hamburgueria, Carolina Eng, põe no Ground Burger. Desde a carne de Black Angus, às batatas fritas com dupla fritura e alecrim, tudo foi testado como se estivéssemos num laboratório gourmet. Obrigatório.

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São Sebastião
Brasil: Comida de Santo
©DR
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Brasil: Comida de Santo

4 /5 estrelas

Há mais de 30 anos em Lisboa, é naturalmente um clássico incontornável. Mas nem por isso peça a mesma moqueca de sempre (12€ de peixe, 14€ de camarão) ou a feijoada à brasileira que junta tanta gente ao sábado. Há novos pratos, como o escondidinho de camarão, um molho com este marisco e coco, coberto de puré de mandioca e catupiry (16€). Enquanto ataca a sua casquinha de siri, abane-se com a banda sonora, curadoria recente do músico Pierre Aderne.

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Princípe Real
Peru: Cantina Peruana
Fotografia: Arlindo Camacho
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Peru: Cantina Peruana

O Bairro do Avillez ganhou uma Cantina Peruana no Verão, no primeiro andar. O restaurante de Diego Muñoz e José Avillez, tem um pisco bar (com quatro variedades disponíveis) e uma ementa de pratos para partilhar,  dos tiraditos aos ceviches. Há pratos dos seis mundos que influenciaram a gastronomia peruana: o cru e frio, com peixes e mariscos da costa, o brasas, com comida de rua, o frituras, o andino, com quinoa e milho, o da influência chinesa do wok e o doce, das sobremesas.

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Chiado
México: Pistola y Corazon
Fotografia: Ana Luzia
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México: Pistola y Corazon

4 /5 estrelas

Não é só um restaurante, é uma festa. Dois mexicanos e uma italiana entram num supermercado – não é o início de uma anedota, é o início do Pistola y Corazon, a taqueria de Damien Izarry, Marta Fea e Aaron. A estes três juntou-se Cesar Polo, também cozinheiro, para um negócio com fila certa à porta para comer tacos como o de chicharrón (torresmos que metem respeito com as suas quatro malaguetas no menu). Ou para um pequeno-almoço de domingo (a partir de 15€ para dois), com excelentes sumos e uma sucessão de pratos e pratinhos, dos óptimos huevos rancheros aos molletes.

 

 

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Cais do Sodré
República Dominicana: Recuerda Amor
Fotografia: Ana Luzia
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República Dominicana: Recuerda Amor

Maria Café, portuguesa, e Dionício Santiago, dominicano, apaixonaram-se e montaram casa em Linda-a-Velha, onde ele se lembra da sua terra natal com pratos como o locrio, prato de arroz de açafrão com carnes ou legumes e arenque (11,50€). Para sentir o poder da comida de conforto sul-americana encomende com antecedência um sancocho para quatro pessoas, um ensopado cozinhado lentamente com banana-pão, inhame, maçaroca de milho e carne (36€).  

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Oeiras
Israel: Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
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Israel: Tantura

Elad e Itamar são israelitas e escolheram o Bairro Alto para o mostrar. A cozinha deste país tem influências de todo o mediterrâneo, muitos vegetais frescos e muito tempero, o que se nota no seu húmus, na shakshuka ou nos folhados típicos, as borracas. Para além da halva, os caramelos com tahini típicos com Médio Oriente, fazem também o seu próprio pão pita e pão de cerveja.

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Bairro Alto
Síria: Mezze
©Francisco Santos
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Síria: Mezze

A Pão a Pão – Associação para a Integração de Refugiados do Médio Oriente tem no Mezze o seu primeiro grande empreendimento: um restaurante onde quem cozinha são refugiados sírios, uma verdadeira casa do Médio Oriente onde a mesa se enche de pratos feitos para partilhar. Nesta pequena sala com vista para o interior do Mercado de Arroios,  vá directo aos kibbeh, uma espécie de croquete de borrego com bulgur e nozes, e não se esqueça que rasgar um pedaço de pão para agarrar um tanto de baba ganoush ou de hummus.

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Lisboa
Líbano: Muito Bey
Fotografia: Manuel Manso
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Líbano: Muito Bey

4 /5 estrelas

Ezzat Ellaz andou pelo mundo, mas foi a Lisboa que decidiu dar um restaurante libanês quando, no ano passado, se deparou com falta de oferta. Do Médio Oriente trouxe kafta, espetadas de vaca, de borrego (12,50€), e manuchéum, pão caseiro que pode ser servido com tomilho, iogurte, queijo, carne ou cogumelos (6€).

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Cais do Sodré
Índia: Caxemira
Fotografia: Arlindo Camacho
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Índia: Caxemira

Tentaram meter o Rossio na Rua da Betesga e não deu em nada, mas os melhores sabores da Índia estão lá todos bem escondidos, num primeiro andar discreto e apertado, perto da Praça da Figueira. Mas só pelas chamuças de frango (1€ cada) vale a pena a visita: são grandes e bem recheadas, picantes q.b. e saborosas. Tem pão naan simples, de alho ou queijo e bons pratos caril.

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Santa Maria Maior
Irão: Cafeh Tehran
Fotografia: Manuel Manso
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Irão: Cafeh Tehran

A comida típica iraniana tem muitas especiarias, ervas aromáticas e numa vista de olhos rápida pela carta do restaurante vai encontrar menta em tudo e mais alguma coisa: na sopa asheh reshteh, rica em cereais, no dip de berinjela assada com iogurte fermentado ou no doogh, uma bebida “dificil de gostar”, admite a iraniana à frente disto tudo, Pooneh. 

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Chiado/Cais do Sodré
Tailândia: Sala Thai
Fotografia: Ana Luzia
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Tailândia: Sala Thai

4 /5 estrelas

Não há muitos restaurantes tailandeses em Portugal e, sobretudo, não há muitos dos bons. O que é lamentável, porque poucas cozinhas do mundo são tão sofisticadas e emocionantes. Em nenhuma outra parte do planeta se consegue equilibrar tão bem doce e salgado, ácido e picante, frutos secos e malagueta. O caril verde tailandês, por exemplo, é incomparável em aromas e frescura, e esta Sala Thai faz um excelente, seja com gambas, seja com peixe. O mesmo do caril paneng, com amendoins e coco. Vale muito a viagem e só tem de ir até à Avenida de Roma.

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Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Nepal: Casa Nepalesa
©Cesar Baltazar
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Nepal: Casa Nepalesa

O empresário nepalês da restauração Tanka Sapkota é mais conhecido pelos seus restaurantes italianos Come Prima e Forno d’Oro, mas esta será a sua casa natural. É porventura o único nepalês de Lisboa em que acreditamos que o cozinheiro não é indiano. O respeito pelas tradições é total e os níveis de picante estão bem definidos e podem queimar. Os produtos são acima da média (e os preços também, naturalmente), com gambas a sério, espargos a sério, cabrito a sério e até coisas menos fáceis de encontrar nas mesas asiáticas, como javali. Estamos perante um restaurante com ambições de fine dining, com folclore da terra e tudo, mas ao contrário do que sucede noutros sítios étnicos com empregados mascarados, música autóctone e mesa atoalhada, aqui, a comida é óptima.

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Avenidas Novas
China: Estoril Mandarim
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China: Estoril Mandarim

5 /5 estrelas
Escolha dos críticos

É sem sombra de dúvida, um dos melhores restaurantes chineses da Grande Lisboa. Com uma cozinha de luxo, serviço a condizer, uma carta interminável de pratos que tentam tocar as várias regiões com base na cozinha cantonense - tem caldos reconfortantes, assados, barbatanas de tubarão e ninhos de andorinha, abalones e mariscos secos. Ao almoço há uma ementa extensa de dim sums de tudo e mais alguma coisa. E tem salas privadas, à boa moda chinesa. 

 

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Cascais
China: Mi Dai
Fotografia: Ricardo Dias Felner
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China: Mi Dai

5 /5 estrelas

Há muitos bons restaurantes chineses em Lisboa mas em nenhum temos tanto a sensação de estar na China. Nesta cantina do Martim Moniz, o cliente chega e escolhe o prato de uma vitrina frigorífica onde se alinham travessas de peixes para fritar, beringelas, espinafres de água, carnes e outros frescos. Vai quase tudo dali directo para um wok e vem quase tudo de lá perfumado de alho, gengibre e pimentas. Não perca o entrecosto frito, a beringela roxa e a barriga de porco cozinhada lentamente em soja. Outro vencedor é a sopa de massa com couve chinesa, que leva um caldo de ossos de carne capaz de reanimar Cavaco Silva.

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Martim Moniz
Japão: Tasca Kome
©Rafael G Antunes
20/28

Japão: Tasca Kome

4 /5 estrelas

Há outros restaurantes japoneses tradicionais em Lisboa, mas nenhum nos encanta tanto como a tasca de Yuko Yamamoto, japonesa radicada em Portugal há uma dúzia de anos. No menu há sempre sopa miso, sushi e sashimi, takoyaki (almôndegas de polvo fritas) mas todos os dias rodam pratos tradicionais com verdadeiras raridades, como as bochechas de atum grelhadas ou o croquete de caranguejo cremoso. O espaço é pequeno e mimoso, com vista para a Rua da Madalena, e tem um balcão extraordinário onde pode ver o sushiman fatiar toro. 

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Baixa Pombalina
Japão: Kanazawa
Fotografia:Arlindo Camacho
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Japão: Kanazawa

5 /5 estrelas
Escolha dos críticos

Pequeno e exclusivo. O restaurante japonês de cozinha kaiseki, inaugurado por Tomoaki Kanazawa em 2015, em Algés, é agora chefiado por Paulo Morais, o português há mais anos a trabalhar a cozinha japonesa. Só tem oito lugares ao balcão e quatro menus de degustação – três sem bebidas incluídas de 60, 90 e 100€ e um de 150€, com tudo incluído. 

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Belém
Rússia: A Tapadinha
Fotografia: Ana Luzia
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Rússia: A Tapadinha

Primeiro solte a língua e perca a esquisitice com uma das vodkas aromatizadas da casa. Comece com a sempre segura salada russa, aqui com frango e pedaços mais pequenos, e depois vá para o bife tártaro, o ex-líbris da casa, o kotleta klirinaia, um peito de frango panado e recheado com vegetais e manteiga de ervas ou a stroganina, garoupa crua preparada à maneira russa.

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Alcântara
França: La Parisienne Bistrot Français
Fotografia: Manuel Manso
23/28

França: La Parisienne Bistrot Français

4 /5 estrelas

É um dos restaurantes mais bonitos da cidade. Lá dentro, sob arcadas de pedra centenárias, Olivier, o dono, faz questão que tudo seja o mais fiel possível à ideia de um bistrô francês. Desde a música aos empregados de mesa, passando, claro, pela comida. As receitas são todas de elevada qualidade, mas entre as nossas favoritas estão os ovos cocotte, o confit de pato, a soup a l'oignon e o foie gras. Não saia sem beber um copo de champanhe ou comer o mítico crème brûlée.  

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Chiado
Espanha: Méson Andaluz
Fotografia: Ana Luzia
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Espanha: Méson Andaluz

É a verdadeira mesón espanhola para tapear em Lisboa. A ementa faz-se essencialmente de pratos para partilhar, dos clássicos ovos rotos, aqui com azeite de trufa (7,50€), as batatas bravas, numa versão em rolinho e bem picantes, aos pimentos padrón (6,50€). Vale a pena guardar espaço para pratos como o cochinillo assado no forno com batata doce ou a perna de cabrito. 

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Chiado/Cais do Sodré
Áustria: Kaffeehaus
© John Wolf
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Áustria: Kaffeehaus

5 /5 estrelas

Há seis tipos diferentes de salsichas que o teletransportam rapidamente para a Áustria. A especialidade da casa é a käsekrainer, fumada e recheada com queijo emmental mas há vários pratos austríacos, sempre com tradução para português. Para sobremesa peça a sachertorte ou o apfelstrudel. Para provar um bocadinho de tudo é passar ao fim-de-semana – há quatro menus de brunch (8-11€). 

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Chiado
Irlanda: O'Gillins
Fotografia: Manuel Manso
26/28

Irlanda: O'Gillins

Aqui é-lhe servido um prato cheio com dois ovos estrelados, salsichas, fatias de bacon, tomate grelhado, cogumelos salteados, feijão cozinhado em molho de tomate e duas rodelas de black pudding, a morcela irlandesa. Por 9€ fica de barriga cheia para o resto do dia e aguenta a pint que se segue. No primeiro e no terceiro domingo de cada mês, este pub tem noites de quizz a partir das 20.30.  

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Cais do Sodré
Itália: Il Matriciano
Fotografia: Ana Luzia
27/28

Itália: Il Matriciano

A carbonara é feita como manda a regra, com ovos, guanciale (bochecha de porco), parmigiano e pecorino mas não é só isso que faz deste um restaurante veramente italiano. Todos os ingredientes, à excepção do pão, vêm de Itália, não há pizzas e as massas são todas frescas e caseiras. 

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Chiado/Cais do Sodré
Austrália: DownUnder by Justin Jennings
©DR
28/28

Austrália: DownUnder by Justin Jennings

3 /5 estrelas

Canguru, crocodilo? Vamos a isso que não é só do outro lado do mundo que se comem todos os dias. O DownUnder by Justin Jennings serve essas mesmas carnes em São Bento: há tártaro de canguru com caviar de trufa e gema confitada (9€), bem como crocodilo crocante, salada com gengibre e molho nam jim (12€).

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Estrela/Lapa/Santos

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