Os 80 melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Lisboa é um mapa-mundi gastronómico. Há restaurantes do mundo todo em Lisboa e nós fizemos um check em 80 sítios de latitudes distintas.
Ararate
Fotografia: Duarte Drago Ararate
Por Inês Garcia |
Publicidade

Já sabemos que não há comida como a nossa, mas é bom variar. Hoje em dia não tem de ir aos shoarma de centro comercial nem aos chineses com chop soy para ser uma boca viajada. O mundo é redondo como um prato e cabe inteirinho em Lisboa. Se dúvidas houvesse, demos a volta ao mundo em Lisboa com uma visita a 80 restaurantes que nos pôs a barriga a dar horas em todos os fusos horários.

Dizemos-lhe onde comer em Lisboa a comida internacional. Aperte o cinto e atire-se aos melhores restaurantes do mundo em Lisboa.

Recomendado: Restaurantes com estrela Michelin em Lisboa

Onde comer em Lisboa a melhor cozinha do mundo

1
CASA DE ANGOLA
©DR
Restaurantes

Angola: Casa de Angola

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A Casa de Angola – Espaço Gastronómico e Cultural tem as portas abertas desde 1970 para todos os que  querem matar saudades ou ficar a conhecer o que é a verdadeira moamba de galinha com funge, um puré branco de farinha de milho ou de mandioca (12€), com uma Cuca, a cerveja angolana. Às sextas e sábados há mufete, peixe grelhado com feijão de óleo de palma, banana pão e mandioca; e calulu, feito com peixe seco e fresco ou carne seca (13€). É um bom sítio para almoçar, com um económico menu de 7€.

2
la paparrucha
DR
Restaurantes

Argentina: La Paparrucha

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Não tem vista para Buenos Aires mas candidata-se a uma das melhores da cidade, com olhar sobre o castelo e a Avenida da Liberdade. Falando do que se come, é dar tudo nas empanadas, maçarocas assadas, bifes do lombo na parrilla e panquecas com doce de leite. Não se admire se sair a dançar o tango.  

A Time Out diz
Publicidade
3
Empanadaria El Pibe - Sandes
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Argentina: Empanaderia El Pibe

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dois amigos andaram, por motivos e em viagens diferentes, pela Argentina, Uruguai, Chile, Equador, Peru e Colômbia. Empaturraram-se com empanadas e no regresso quiseram abrir um restaurante que, além desses pastéis bem recheados, a que aqui foram dando nomes disruptivos como Papa Francisco e Sofia Vergara, tem também ceviches ou lomito, um prego de lombo de vitela.

A Time Out diz
4
Volver de Carne Y Alma
© ARLINDO CAMACHO
Restaurantes

Argentina: Volver de Carne Y Alma

icon-location-pin Lumiar

A segunda vida do Volver de Carne y Alma, com André Pires, tem a veia argentina a bombar ao máximo. Há carnes maturadas, com novos cortes e empratamentos, sempre prontas para irem parar à parrilla (o churrasco dos argentinos), pratos que são ideais para dividir – aos almoços há até um menu para compartir, com empanadas ou o bife chorizo Black Angus argentino. À sobremesa vai ter de se decidir entre os típicos alfajores ou as tartes rogel, com dulce de leche, lima e banana.

A Time Out diz
Publicidade
5
Cafe Buenos Aires
© Ana Luzia
Restaurantes, Argentino

Argentina: Café Buenos Aires

icon-location-pin Chiado

O Café Buenos Aires nasce do casamento de uma portuguesa com um argentino, por isso não será de estranhar que neste restaurante assumidamente argentino encontre uns quantos pratos típicos portugueses (a localização também o pedia). Mas a essência são realmente os bifes argentinos e a tira com batata a murro e chimichurri. Fazem boa massa fresca artesanal e nos menus de almoço mostram como trabalhar bem a sazonalidade dos produtos.

A Time Out diz
6
Ararate
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Arménia: Ararate

icon-location-pin Avenidas Novas

O primeiro restaurante de cozinha arménia abriu este Verão ao pé da Gulbenkian e não é um choque cultural nem gastronómico; afinal, os sabores desta cozinha cruzam-se com os do Dão, da Bairrada e do Alto Alentejo. O chef e o sous-chef do Ararate, o nome da montanha mais alta da Turquia, são ambos arménios, e fazem parte de um naipe de nacionalidades que inclui mais uma arménia, um russo, portugueses e nepaleses. Prove o caviar de beringela (5,5€) com o pão lavash ou os rolos de vitelão em folhas de videira. Na dúvida não se acanhe e peça um guia. 

Publicidade
7
Downunder by Justin Jennings
©DR
Restaurantes, Australiano

Austrália: DownUnder by Justin Jennings

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Não é só do outro lado do mundo que se come canguru ou crocodilo. O DownUnder by Justin Jennings serve essas mesmas carnes em São Bento: há tártaro de canguru com caviar de trufa e gema confitada (10€) e crocodilo com salada de tomate e molho romesco (19€). Para uma entrada calma na Austrália, sem jet lags, pode pedir o menu de degustação (com cinco pratos, entre 33 a 38€ por pessoa). 

A Time Out diz
8
Kaffeehaus
© John Wolf
Restaurantes, Cafés

Áustria: Kaffeehaus

icon-location-pin Chiado

No Kaffeehaus, no Chiado, há seis tipos diferentes de salsichas que o teletransportam rapidamente para a Áustria. A especialidade da casa é a käsekrainer, fumada e recheada com queijo emmental, mas há vários pratos austríacos, sempre com tradução para português. Para sobremesa peça a sachertorte ou o apfelstrudel. Para provar um bocadinho de tudo é passar ao fim-de-semana – há quatro menus de brunch (8-11€). Ao lanche –e o sítio também pede isso, graças aos sofás confortáveis – há chocolate quente feito com barras de chocolate austríaco, leite e mel (3,90€).

A Time Out diz
Publicidade
9
Wurst Salsicharia Austriaca - Cachorro
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Áustria: Wurst - Salsicharia Austríaca

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Maria Fuchs e Martin começaram a fazer as mais típicas salsichas austríacas na Herdade do Freixo do Meio, no Alentejo, com saudades da comida da sua terra natal. São 100% biológicas e seguem a tradição à risca para as vender depois no Mercado de São Bento em pratos e com acompanhamentos ou no pão. Tem as frankfurter, de bovino e suíno, as debreziner, condimentadas com pimentão doce e piripíri, as bratwurst, brancas, de sabor suave, e as kaskrainer, normais ou picantes, recheadas com queijo. Há alternativas vegetarianas.

A Time Out diz
10
Café Belga
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Belga

Bélgica: Café Belga

icon-location-pin Santa Maria Maior

O que Miguel Avelar, belga, mais gosta no seu país natal é o ambiente informal dos cafés, onde se come muito bem – reproduziu isso num rés-do-chão da Mouraria, com pratos típicos como a carbonade flamande, uma carne estufada com cerveja (9,50€) ou o boulet liégeois, uma almôndega enorme feita num molho à base de pêra e maçã, meio agridoce (9,50€). As batatas fritas em banha de vaca, very typical, são a prata da casa (3€) e acompanham com tudo. Aos sábados há tachos de moules.

Publicidade
11
Restaurantes, Brasileiro

Brasil: Dona Beija

icon-location-pin Lisboa

O boteco Dona Beija (como a série Dona Beija, que tinha Maitê Proença no papel principal) abriu em Junho carregadinho de petiscos tradicionais brasileiros, como os dadinhos de tapioca, as coxinhas de galinha, os bolinhos de sapateira, boa picanha e pratos de escondidinho de carne seca ou filé com catupiry gratinado. Aos sábados há feijoada para aquecer a alma.

12
feel rio
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Brasileiro

Brasil: Feel Rio

icon-location-pin Baixa Pombalina

À saída do metro da Baixa – Chiado, atrás dos Armazéns do Chiado, há um boteco para salvar um ratinho no estômago. A especialidade é o pastel de vento, um pastel rectangular e oco com recheios salgados, como carne e queijo catupiry, ou doces, como goiabada e queijo. Para acompanhar (isto ou, por exemplo, uma coxinha) há chopp ou caldo de cana, um sumo extraído da moagem da cana mesmo à sua frente. 

Publicidade
13
Comida de santo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Brasil: Comida de Santo

icon-location-pin Princípe Real

É um clássico que acaba de comemorar 37 anos na capital. A moqueca (12€ de peixe, 14€ de camarão) ou a feijoada à brasileira, que junta tanta gente ao sábado, são apostas seguras. Mas vale sempre a pena dar uma vista de olhos pela ementa e descobrir o escondidinho de camarão, um molho com este marisco e coco, coberto de puré de mandioca e catupiry (16€).

A Time Out diz
14
Boteco da Dri
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Brasileiro

Brasil: Boteco da Dri

icon-location-pin Cais do Sodré

Aqui tem todos os snacks e bebidas mais típicos do Brasil, do pão de queijo à batida de coco – e, momentaneamente, até pode imaginar que está mesmo no Rio, com o Cristo do outro lado do Tejo. Mas, mais do que isso, este Boteco explora as influências estrangeiras da gastronomia brasileira e têm algumas especialidades que pouca gente associaria a esta cozinha, como o strogonoff.

+ Sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Publicidade
15
estrela morena
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Cabo Verde: Estrela Morena

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A cachupa é receita de família de Edna Brito, à frente deste restaurante, pequenino e familiar, com o irmão Vítor Santos. Consoante o dia  da semana há uma receita diferente, mas conte sempre com cachupa de carne ou guisada com atum (8€). Há também um bom bife de atum com banana frita e polvo estufado à moda de Cabo Verde. 

16
Restaurantes, Pan-africano

Cabo Verde: Associação Caboverdeana

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Fica no último piso de um prédio ao pé do Marquês de Pombal e é o sítio perfeito para provar uma cachupa ou qualquer um dos pratos que fazem parte da gastronomia cabo-verdiana. O menu varia todos os dias, mas a muamba, o bife de atum, o caril de frango e a cachupa são sempre uma certeza. Às terças e quintas há música ao vivo, para levantar o espírito e ir animado para o trabalho. Não saia sem provar a aguardente de cana. 

Publicidade
17
Restaurantes

Cabo Verde: Tambarina

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Aqui serve-se a comida tradicional cabo-verdiana, com especial destaque para a cachupa de carne, de peixe ou a especial, em meias doses (7€) ou doses completas, para duas pessoas (14€). Há também muamba de galinha, mandioca com carne de vaca e uma sobremesa de coco com leite condensado cozido muito gulosa. Tudo isto com música ao vivo de quarta a domingo. 

18
Pratos do Mi dai
Fotografia: Ricardo Dias Felner
Restaurantes, Chinês

China: Mi Dai

icon-location-pin Martim Moniz

Não fique lost in translation quando chegar a esta verdadeira cantina chinesa: não há menus, há pouco falatório em português, mas há boa comida. Tem de entrar, dirigir-se ao balcão e apontar para os ingredientes que quer. Depois são levados para o wok e temperados, com alho, gengibre e pimentas. Há ainda sopas de noodles (entre os 5€ e os 8€), gyosas (5€) e crepes chineses (5€).

A Time Out diz
Publicidade
19
Estoril Mandarim
Restaurantes, Chinês

China: Estoril Mandarim

icon-location-pin Cascais

A lista de pratos do Estoril Mandarim, o histórico restaurante do Casino do Estoril especializado na alta cozinha da região, é quase interminável: tem caldos reconfortantes, assados, abalones e mariscos secos. Mas a fama dos dim sums ao almoço, recheados com tudo e mais alguma coisa, é motivo para o fazer ir para aquelas bandas a meio do dia, ainda por cima agora com a esplanada envidraçada, mais aconchegante.

A Time Out diz
20
clandestino n12
Fotografia: RDF
Restaurantes, Chinês

China: Pangzi

icon-location-pin Martim Moniz

“Vamos almoçar àquelas sopas no primeiro andar?” O convite ainda é assim feito mas entretanto este restaurante num primeiro andar ganhou nome: Pangzi Mianguan. Mas mais nada mudou e ainda bem. O menu pendurado na parede está em chinês e é provável que fique confuso, mas a ementa em papel dá-lhe mais detalhes sobre o que comer.  As sopas são grandes e ficamos sempre indecisos entre a número 40, com noodles de batata doce, bem picante e bem guarnecida de amendoins, ou  a 36, sopa de massa com tripa de porco.

A Time Out diz
Publicidade
21
The Old House
Restaurantes, Chinês

China: The Old House

icon-location-pin Parque das Nações

Aqui prova-se a cozinha típica da província de Sichuan e há uma série de pratos temperados com ma la, uma mistura de pimentas que deixa a boca dormente. Pato à Pequim é sempre um clássico difícil de ultrapassar, ainda para mais quando chega bem feito e com a pele crocante, mas explore horizontes e saia da zona de conforto: vá para o peixe assado da casa.

A Time Out diz
22
Macau Dim Sum - Oeiras - Sala
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Chinês

China: Macau Dim Sum

icon-location-pin Oeiras

As ementas deste restaurante chinês em Oeiras (com um irmão mais novo ao pé das Amoreiras) são ilustradas – meio caminho andado para não se perder na hora de pedir os famosos dumplings feitos por Liu Yun Zhi, uns mais clássicos – como os simples de camarão ou os de vaca – e outros mais exóticos, como os de tubarão. As massas e o pato à Pequim também são especialidades da casa.

Publicidade
23
méson andaluz
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Espanhol

Espanha: Méson Andaluz

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

É a verdadeira mesón espanhola para tapear em Lisboa.  A ementa faz-se essencialmente de pratos para partilhar, dos clássicos ovos rotos, aqui com azeite de trufa (7,50€), as batatas bravas, numa versão em rolinho e bem picantes, aos pimentos Padrón (6,50€). Vale a pena guardar espaço para pratos como o cochinillo assado no forno com batata doce ou a perna de cabrito.

24
Tapisco - Paelha Negra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Petiscos

Espanha: Tapisco

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Henrique Sá Pessoa confiou em Joana Duarte para executar uma cozinha que resulta do casamento das tapas espanholas de nuestros hermanos com os nossos bons petiscos portugueses. Comece por pedir um vermute, a bebida da casa, antes de explodir a bomba-croquete, misturar os ovos rotos ou ir picando umas batatas bravas. Há pratadas de paella, presa de porco ibérico e o mais português tachinho de ervilhas com chouriço de porco alentejano. 

A Time Out diz
Publicidade
25
Restaurantes

Espanha: Casa Galega

icon-location-pin Oeiras

Esta discreta casa na zona histórica de Paço de Arcos serve bons pratos de inspiração galega, basca e de outras regiões espanholas. A paella valenciana é especialidade (22€) e só por si já vale a visita, mas antes disso prove o polvo (9,50€)  ou a orelha de porco à galega (4,50€), pique uns mexilhões à espanhola (4,50€) ou as setas al ajillo (4,50€). Nos pratos de carne há perdiz estufada com vinagre balsâmico e alecrim e costeletas de cordeiro.

26
Restaurante Ground Burguer
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Hambúrgueres

EUA: Ground Burger

icon-location-pin São Sebastião

Desde que o Ground Burger apareceu na nossa vida, não queremos outra coisa. É tudo o que se espera de um restaurante americano: tem hambúrgueres de carne saborosa, pão brioche, milkshakes de tudo e mais alguma coisa, bem calóricos, aros de cebola. Mas é ainda mais, com o seu sem fim de torneiras de cerveja artesanal (é o restaurante mais bem apetrechado da capital) e a recente aventura com a Crush Doughnuts, com donuts artesanais americanos.

A Time Out diz
Publicidade
27
La Parisienne - Sala
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Francês

França: La Parisienne

icon-location-pin Chiado

Um pequeno bistrô perfeito para se fingir de parisiense no meio do Chiado. O chef, os empregados de mesa, a música, todos franceses, ajudam a criar o ambiente para a comida (e treinar o seu francês): os ovos cocotte, o confit de pato, a soupe a l’oignon ou o foie gras são boas opções. Para ser à séria, acompanhe com uma taça de champanhe e no fim peça crème brûlée. 

A Time Out diz
28
L'eclair, campo das cebolas, eclairs
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

França: L'Éclair

icon-location-pin Santa Maria Maior

Os portugueses orgulhosos são capazes de dizer que não há nada como a nossa doçaria conventual, mas não é preciso entrarmos em campeonatos para dizer que a  pâttisserie francesa é excelente e a queremos sempre nas nossas vidas. Matthieu Croiger abriu uma terceira L’Éclair em Lisboa, com apenas 15 lugares sentados e uma janela de venda para a rua.  Aqui, além dos bons éclairs, há pequenos-almoços reforçados: falamos de uma espécie de ovo cocotte servido dentro de um brioche com bacon. Sem esquecer a montra cheia de macarons, napolitanas, financiers, madalenas e bolachas.

Publicidade
29
Treestory
©Manuel Manso
Restaurantes, Georgiano

Geórgia: #Treestory

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É o restaurante ideal para se pôr a cantar em voz alta “Georgia on my mind” e não ser recriminado por isto. Este Treestory, que por for a parece só um snack-bar com uma apetecível montra de bolos (também os fazem, por encomenda), é o primeiro restaurante georgiano de Lisboa. Os pratos mais típicos do país  utilizam ingredientes bem portugueses, mas cozinhados de uma maneira completamente diferente. Prove o khachapuri (a partir de 10€), um pastel carregadinho de queijos e com uma gema no centro, para misturar tudo e comer com as mãos, e os khinkali, os dumplings georgianos recheados com carne ou queijo (6€).

30
darjeeling express
Manuel Manso
Restaurantes, Indiano

Índia: The Darjeeling Express

icon-location-pin Sete Rios/Praça de Espanha

O nome deste indiano é inspirado no filme Darjeeling Limited, de Wes Anderson – a última palavra aqui é Express porque tudo o que se come pode ser para pegar e andar, o que pode ser boa ideia para seguir para uma noite de copos. Há seis caris sem picante, chamuças, três acompanhamentos, sobremesas e dois cocktails.

A Time Out diz
Publicidade
31
Natraj
©DR
Restaurantes, Indiano

Índia: Natraj

icon-location-pin Grande Lisboa

O Natraj é um dos melhores indianos de Lisboa e arredores. Além de boas chamuças, com muitas especiarias, há ainda camarões em molho verde com hortelã, folhas frescas de caril, gengibre e cajus, caril de borrego, espetadas indianas bem temperadas, quase surpreendentes, e vários pratos com molho punjabi ou karahi, bem picantes. Para sobremesa há bebinca no ponto. E o melhor é que têm um par de restaurantes em Lisboa e outro em Odivelas, portanto é só escolher. 

A Time Out diz
32
Jesus é Goes
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Indiano

Índia: Jesus é Goês

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Jesus evocado aqui é o dono do restaurante, um sítio pequenito com 16 lugares, muita cor nas paredes e uma comida goesa muito bem executada. Das chamuças ao xec-xec de caranguejo, do sarapatel ao xacuti de cabrito, é tudo em bom. E em muito picante.  

Publicidade
33
Restaurante Tentações de Goa
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Indiano

Índia: Tentações de Goa

icon-location-pin Castelo de São Jorge

É um risco ir sem mesa marcada, mas pode compensar. O Tentações de Goa, sítio díficil de encontrar no meio da Mouraria, continua a ser o restaurante certo para perceber o que é a comida goesa bem feita. Tem o sarapatel, caril de camarão e quiabos e o  mais glorioso, o chouriço à goesa, mesmo muito picante, mas se estiver capaz do desafio, prove sem medos. Pelo sim, pelo não peça logo o nan para acompanhar, e intercale com a batata cozida, arroz e ovo. 

34
Chutnify
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Indiano

Índia: Chutnify

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Este restaurante indiano de Berlim chegou a Lisboa para trazer novidade àquilo que sabíamos sobre cozinha indiana. Às dosas, uns crepes em forma de cone servido com caril de pato ou com recheio de batata (masala dosa), e ao caril de quiabo acresce um cocktail da carta bem trabalhada no bar logo à entrada. Uma das melhores maneiras de ficar a conhecer esta Índia é com o menu de degustação (28€ por pessoa).

+ Os melhores restaurantes indianos em Lisboa

A Time Out diz
Publicidade
35
The Fish & Chip Shop
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Inglaterra: The Fish & Chip Shop

icon-location-pin Belém

Seis meses de testes com várias frituras, óleos e farinhas diferentes e três dias seguidos a comer vários tipos de fish&chips em Londres, resultaram na receita final que Margarida Junqueiro e a família têm nesta pequena loja no Restelo. Embora haja uma ou outra opção extra, como sopa e saladas, a ementa vai directa ao assunto. Tem três versões do fish: uma com bacalhau (8,20€), outra com pescada (6,90€) e o nosso mais português choco frito (pode pedir um mix de tudo), sempre acompanhado, claro, pelas chips, com molho à escolha – vá para o mais típico tártaro, na versão simples ou ligeiramente picante. 

36
Restaurantes, Iraniano

Irão: 1001 Nights

icon-location-pin Areeiro/Alameda

Fica meio escondido num edifício de um ginásio ali para os lados de Roma-Areeiro e passa bem por um snack-bar português. É, antes, um restaurante com especialidades iranianas servidas em doses grandes. Tem espetadas com uma mistura de carne de vitela e cordeiro (as koobideh kabab) ou um refogado de pernil de cordeiro que acompanha com favas e aneto (baghali polo ba mahicheh). Nas sobremesas há um gelado persa, bastani sonati, feito com leite, ovos, açúcar, água de rosas, açafrão, baunilha e pistáchio.

Publicidade
37
Café Tehran
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Iraniano

Irão: Cafeh Tehran

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A comida típica iraniana tem muitas especiarias, ervas aromáticas e numa vista de olhos rápida pela carta do restaurante vai encontrar menta em tudo e mais alguma coisa: na sopa asheh reshteh, rica em cereais, no dip de beringela assada com iogurte fermentado ou no doogh, uma bebida “difícil de gostar”, admite a iraniana à frente disto tudo, Pooneh. 

A Time Out diz
38
Irish breakfast do O'gillins
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Irlandês

Irlanda: O'Gillins

icon-location-pin Cais do Sodré

Aqui é-lhe servido um prato cheio com dois ovos estrelados, salsichas, fatias de bacon, tomate grelhado, cogumelos salteados, feijão cozinhado em molho de tomate e duas rodelas de black pudding, a morcela irlandesa. Por 9€ fica de barriga cheia para o resto do dia e aguenta a pint que se segue. No primeiro e no terceiro domingo de cada mês, este pub tem noites de quiz a partir das 20.30. 

Publicidade
39
Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mediterrâneo

Israel: Tantura

icon-location-pin Bairro Alto

Elad e Itamar vieram morar para Lisboa este ano para abrir um restaurante de comida israelita. Depois de viverem algum tempo em Tantura, uma pequena vila a norte de Telavive, trouxeram para o Bairro Alto o hummus (6,25€) e a shakshuka, ovos cozinhados num molho de tomate cozinhado lentamente com cebola e pimentos (7,80€). Se está com dúvidas entre as duas coisas, esqueça: há a hamshuka, que junta estes dois pratos (7,85€).

A Time Out diz
40
Il Matriciano
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Italiano

Itália: Il Matriciano

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A carbonara é feita como manda a regra, com ovos, guanciale (bochecha de porco), parmigiano e pecorino, mas não é só isso que faz deste um restaurante veramente italiano. Todos os ingredientes, à excepção do pão, vêm de Itália, não há pizzas e as massas são todas frescas e caseiras. 

Publicidade
41
Osteria - Pasta Al Pesto di Rapa Rossa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Itália: Osteria

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Nesta tasca italiana, Chiara Ferro é a mamma italiana responsável por pratos de conforto italianos autênticos, da focaccia e lulas fritas à moda de Roma para entrada aos pratos de pasta fresca, como o ragu de bolonhesa e a de pesto de beterraba (que convence até aqueles que não gostam do sabor a terra) aos cremosos risotos. 

A Time Out diz
42
Il Covo - Tiramisú
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Italiano

Itália: Il Covo

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Neste covil italiano no meio da Madragoa (use o GPS para lá chegar), a meio da tarde faz-se pasta fresca para pratos como a mais clássica carbonara com guanciale, ovo e queijo ou os triangoloni neri recheados com burrata. Há muitos outros pratos que nem sequer têm lugar fixo na carta – os de peixe, por exemplo, vão variando consoante o que de mais fresco houver no mercado. O tiramisù, no final, é montado à frente do cliente.

A Time Out diz
Publicidade
43
Mano a Mano
©Duarte Drago
Restaurantes, Italiano

Itália: Mano a Mano

icon-location-pin Cais do Sodré

Na cozinha aberta para a sala há dois fornos a lenha: um para pizzas napolitanas, de massa alta feita a 500 graus, outro para romanas, finas e crocantes, a 300 graus. Lado a lado, mano a mano. Na carta há 15 pizzas, todas disponíveis em ambas as versões. Se precisar de indicações, a Margherita deve ser napolitana (12€), a de figos e prosciutto de Parma fica mesmo bem à romana (14,50€). Mas o Mano a Mano é mais do que uma pizzaria. Também lá estão as massas e toda uma carta italiana para todos os dias.

44
Casanostra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Itália: Casanostra

icon-location-pin Bairro Alto

Maria Paolo Porru, a italiana responsável pelo Casanova à beira-Tejo e o restaurante de pizza à fatia Pizza a Pezzi, abriu o Casanostra em pleno Bairro Alto há 32 anos. Aqui há uma vera cucina italiana, com clássicos como o  rotolo di ricotta e spinachi, a lasanha de carne ou, nos segundos pratos, o ossobuco alla milanese.

A Time Out diz
Publicidade
45
Risoto da La Risotteria
©Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Itália: La Risotteria

icon-location-pin Chiado

É um dos pratos italianos mais difíceis de reproduzir em casa na perfeição e, até agora, ainda não havia um restaurante que se dedicasse ao maravilhoso mundos dos risotos. A ementa da La Risotteria divide-se entre pratos de peixe, carne e vegetarianos, feitos com quatro tipos de arroz diferentes, desde o mais conhecido arbório ao carnaroli, ao vialone nano e ainda ao venero. Tudo com o selo de qualidade da Camera di Commercio Italiana per il Portogallo.

46
Valdo Gatti
©DR
Restaurantes, Italiano

Itália: Valdo Gatti

icon-location-pin Grande Lisboa

Corre o risco de ficar viciado nesta pizzaria biológica no meio do Bairro Alto – as 12 pizzas da carta fixa (todos os dias há mais uma) são económicas, feitas com produtos nacionais naturais e italianos DOP,  e não pesam no estômago. A massa das pizzas, feita pelo pizzaiolo António Menghi com farinha semi-integral, fica 48 horas numa câmara de fermentação antes de irem para o forno de lenha. Para acompanhar há sumos prensados a frio e o vinho da casa, também ele biológico.

A Time Out diz
Publicidade
47
In boca lupo
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Itália: In Bocca al Lupo

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A massa das pizzas da In Bocca al Lupo, no Príncipe Real, é fina e estaladiça e aparece no menu coberta de combinações clássicas feitas com bons produtos (aqui trabalham com fornecedores orgânicos, portugueses e italianos) e outras mais fora da caixa, mas sempre bem esgalhadas, da mozarela biológica à muxama. Há também várias opções vegan e vegetarianas, como a de abóbora assada com amêndoas.

+ As melhores pizzas em Lisboa

A Time Out diz
48
Restaurante Kanazawa
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Japão: Kanazawa

icon-location-pin Belém

Pequeno e exclusivo. O restaurante japonês de cozinha kaiseki, inaugurado por Tomoaki Kanazawa em 2015, em Algés, é agora chefiado por Paulo Morais, o português há mais anos a trabalhar a cozinha japonesa. Só tem oito lugares ao balcão e quatro menus de degustação atentos à sazonalidade. Na ementa de Novembro há seis espécies de cogumelos (estamos na altura deles): shitake secos e frescos, shimeji, enoki, pelurotos, setas do cardo e trufa preta. Outro destaque do menu deste mês é a carne wagyu. 

A Time Out diz
Publicidade
49
Afuri
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Japão: Afuri

icon-location-pin Chiado

No Afuri, uma marca de restaurantes japoneses consolidada no Japão que chegou a Lisboa este Verão, a estrela é o ramen, esse caldinho fumegante com bastante trabalho e técnica por trás que aquece a alma. Aqui há seis tipos de ramen, incluindo uma versão vegan, e dois tsukemen, um tipo de ramen frio. 

50
Izakaya Tokkuru
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Japão: Izakaya Tokkuri

icon-location-pin Bairro Alto

A maneira mais fácil de encontrar o Izakaya Tokkuri é procurar por uma lanterna vermelha. Esta tasca com pratos japoneses e uma longa tabela de sakés é completamente revestida a madeira clara e tem um longo balcão com 21 lugares. É provável que a primeira sensação ao entrar seja precisamente de aperto, mas a experiência de um izakaya (bar, em japonês) começa precisamente aí. Não há uma carta em papel a mostrar o que se come e bebe – está tudo escrito em quadros de ardósia pendurados na parede.

A Time Out diz
Publicidade
51
Restaurante Midori, Penha Longa
©DR
Restaurantes, Japonês

Japão: Midori

icon-location-pin Sintra

Foi um dos primeiros a apresentar a gastronomia japonesa por cá e continua a ser dos melhores e dos mais refinados a fazê-lo, como se de um ritual se tratasse. Desde que foi renovado, o Midori ficou mais intimista e bonito, com grandes vidraças com vista para os jardins do hotel Penha Longa Resort e ganhou a primeira estrela Michelin em Novembro de 2018. Na cozinha, Pedro Almeida continua a mostrar as suas criações que ligam o Japão a Portugal em menus de degustação e à la carte, mas com muita rotatividade e sazonalidade.

A Time Out diz
52
Tasca Kome
©Rafael G Antunes
Restaurantes

Japão: Tasca Kome

icon-location-pin Baixa Pombalina

A Tasca Kome, de Yuko Yamamoto, japonesa radicada em Portugal há mais de uma década, tem muito mais do que sushi (embora tenha bons sashimi sets, com peixe fresco) e trabalha sempre os produtos de mercado da época. Entre os pratos tradicionais há as takoyaki (bolas de polvo fritas) ou  ika somen (sashimi de lula), bons para experiências fora da caixa.

A Time Out diz
Publicidade
53
Restaurante Go Juu
©Go Juu
Restaurantes, Japonês

Japão: Go Juu

icon-location-pin Avenidas Novas

Este japonês ao pé da Gulbenkian abriu em 2015 pelas mãos de uma equipa de antigos discípulos do Aya e continua o seu trabalho de respeito pela cozinha tradicional japonesa, com produtos sempre frescos, um empratamento delicado e um serviço sem falhas. O toro, parte da barriga de atum, é imperdível.

A Time Out diz
54
Izanagi
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Japão: Izanagi

icon-location-pin Alcântara

Começou por ser um projecto para mais um SushiCorner, descentralizado e a dar uma nova vida e novos ares vindos do Oriente às Docas, mas o chef Daniel Rente, ao comando da cozinha do SushiCafé há anos, em conjunto com os sócios do grupo “esgalhou uma ideia diferente” – nasceu o Izanagi, um restaurante japonês com uma oferta gastronómica semelhante à que se encontra nas ruas japonesas ou até em lojinhas do metro.

Publicidade
55
SushiCafe Avenida
© Ana Luzia
Restaurantes

Japão: Avenida SushiCafé

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O menu deste restaurante, feito com matéria-prima nacional e uma boa dose de criatividade, é perfeito para quem gosta de sushi tradicional, com qualidade, mas também para aqueles que gostam de arriscar. O mil-folhas com tártaro de atum é já um clássico, assim como o sashimi em pedra de sal dos Himalaias. Mas aqui pode ter a experiência mais séria, com um menu de degustação, ou ir para almoços rápidos para o menu executivo, com pratos que mudam mensalmente.

A Time Out diz
56
Bonsai
© Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Japão: Bonsai

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

É o mais antigo restaurante japonês da cidade, tradicional, cheio de peixe fresco,  e guarda alguns segredos, como as salas-
-cubículo para jantar no tapete, o menu de almoço de 10€ (sem bebidas) e o ramen aos sábados nos meses frios.

+ Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

A Time Out diz
Publicidade
57
Muito Bey
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Libanês

Líbano: Muito BEY

icon-location-pin Cais do Sodré

Ezzat Ellaz andou pelo mundo, mas foi a Lisboa que decidiu dar um restaurante libanês numa altura em que a cozinha libanesa ainda não era tendência em Lisboa. O manuché, um pão caseiro que pode ser servido com tomilho, iogurte, queijo, carne ou cogumelos (6€), pode ser acompanhamento para tudo, dos quatro hummus diferentes, ao falafel e salsichas makanek, de vaca refogadas com alho e molho de romã.

A Time Out diz
58
Za'atar
©Grupo José Avillez
Restaurantes, Libanês

Líbano: Za'atar

A carta do Za’atar, o segundo projecto étnico de José Avillez com um chef que também é personalidade televisiva no Líbano, Joe Barza,  foi muito bem estudada e equilibrada para o paladar português. Na hora de pedir, pense sempre na partilha, do moughrabieh djej, um guisado de cuscuz com caldo de carne e do o frikeb bi lahmeh, um prato de trigo verde fumado com perna de borrego, alperces secos e alecrim  aos kebab – aqui há até um de peixe. 

Publicidade
59
Sumaya
©Duarte Drago
Restaurantes, Libanês

Líbano: Sumaya

icon-location-pin Princípe Real

O mais recente restaurante do grupo Atalho no Príncipe Real tem um menu muito grande, muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. Há também muitos mezze, claro, frios e quentes, e uma viagem para fazer pelo maravilhoso mundo dos vinhos libaneses.

60
Saj Bakery
Manuel Manso
Restaurantes, Libanês

Líbano: Saj Bakery

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Nesta padaria libanesa do Cais do Sodré há oito opções recheadas das sanduíches mais típicas do pequeno-almoço libanês, feitas com um pão chamado markouk, feito numa chapa metálica côncava, o saj, em frente ao cliente. A mais típica leva apenas azeite e za'atar (4,50€) mas tem opções para refeições mais a sério, como a Picante, com hummus, molho de alho, pasta de sésamo, halloumi, alface, pickles e tabasco (7€).

Publicidade
61
A flor da laranja
©Manuel Manso
Restaurantes

Marrocos: A Flor da Laranja

icon-location-pin Bairro Alto

Rabia Esserghini garante que o Flor da Laranja, restaurante que abriu no Bairro Alto em 2004, é o único restaurante verdadeiramente marroquino  no centro de Lisboa. Há tajines de borrego com ameixas caramelizadas, que acompanham com batata doce, sultanas, mel e canela, favas com azeite e azeitonas, espinafres com limão ou beringela com tomate, ou cuscuz tradicional. 

A Time Out diz
62
Restaurantes, Marroquino

Marrocos: Kech

icon-location-pin Cascais

A decoração do Kech, em Cascais, é simples mas a ementa é muito completa. Nas entradas há hummus, saladas frias de cuscuz ou quente com beringela amassada e tomate, servida com pão ou o folhado pastilla, uma massa fina recheada com frango, amêndoas e canela. Há nove tajines diferentes, das de carne com ameixa às de salmão e legumes, e para finalizar gelado de menta ou três variedades de doces marroquinos, sempre com amêndoas e mel. 

Publicidade
63
Pistola Y Corazon 2
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Mexicano

México: Pistola y Corazón

icon-location-pin Cais do Sodré

Antes de mais, aconselhamos que chegue cedo, seja para almoçar (altura em que há menus bem simpáticos) ou jantar, porque a lista de nomes escritos à porta continua infindável. Pode começar logo aí a explorar a lista de bebidas e cocktails mexicanos  antes de ir para dentro, onde se servem bons tacos, como o tinga de pollo, de camarão ou de chicharrón (torresmos de barriga de porco que metem respeito com as suas quatro malaguetas, o nível máximo de picante da lista).

A Time Out diz
64
Izcalli
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Mexicano

México: Izcalli Antojeria

icon-location-pin Alcântara

O Izcalli  é um restaurante pequenino, apenas com sete lugares privilegiados para a bancada de Ivo Tavares, que faz tudo de raiz aqui, começando pelas tortilhas que, depois de secas, servem também para as tostadas. O menu não é muito grande (para estar alinhado com o espaço) e vai mudando conforme a estação do ano. Há sempre, porém, guacamole com totopos e mezcal para regar tudo.

Publicidade
65
Coyo Taco
©Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

México: Coyo Taco

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Não passa minimamente despercebido: as paredes do edifício do novo restaurante do Príncipe Real são de um azul eléctrico e há um néon forte a iluminar o nome do restaurante. O Coyo Taco é uma cadeia que nasceu em Miami pela mão de três amigos e chegou a Portugal em Novembro de 2018 com a chancela Multifood. Os tacos de carnitas de pato são um bom twist de um clássico mexicano e as quesadillas de camarão são de perder a cabeça. À janela há margaritas com o dedo de Fernão Gonçalves, barman do Pesca.

+ Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

66
IBO - Camarões Selvagens à Laurentina com Chutney de Banana
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Global

Moçambique: IBO Restaurante

icon-location-pin Cais do Sodré

Já faz uma década de existência e foi um dos responsáveis pela revitalização da zona ribeirinha, sem nunca perder a sua raiz moçambicana. O caril de caranguejo desfiado é o prato mais icónico da casa, mas há umas quantas influências de outros países e viagens que vale a pena provar, como as vieiras em beurre blanc de lima e tártaro de maçã.

Publicidade
67
Cantinho do Aziz
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Pan-africano

Moçambique: Cantinho do Aziz

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Este porto seguro da comida moçambicana está no Martim Moniz há 30 anos a servir mucuane, uma matapa com folha de mandioca, amendoim, coco e camarão, e um caril de caranguejo “Muita bom e muita famoso na América”, lê-se na ementa (11€). A carne é halal e ao almoço sai-se muito composto com o excelente menu de 5€. 

A Time Out diz
68
Casa Nepalesa
©Cesar Baltazar
Restaurantes, Nepalês

Nepal: Casa Nepalesa

icon-location-pin Avenidas Novas

Esta casa respeita ao máximo as tradições nepalesas: as especiarias são moídas no local, o pão é feito num forno tradicional a carvão e a massa das chamuças é esticada à mão. Há pratos de javali, perdiz e vegetarianos e um menu de degustação para conhecer o melhor da cozinha nepalesa (32,95€ para duas pessoas). 

Publicidade
69
Os pratos de sashimi de Luís Cardoso são montados em 3D
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Pan-asiáticos: Soão

icon-location-pin Alvalade

Esta taberna asiática conta com dois pisos com ambientes distintos e pratos de seis países da Ásia: há baos que lembram Taiwan, dim sums cantoneses, pad thai e caris verdes e vermelhos da Tailândia ou unajyu, o prato japonês de arroz coberto de enguia grelhada e caramelizada. A viagem acontece também nos copos, com cocktails de autor e cerimónias do chá. 

A Time Out diz
70
tacos do soi
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Pan-asiáticos: Soi

icon-location-pin Cais do Sodré

Das chicken wings coreanas aos spring rolls vietnamitas, passando pelos baos, ramens, e caris, neste restaurante de néons fortes e papel de parede com motivos asiáticos, Maurício Vale faz um bocadinho de tudo o que de melhor se come nas ruas do outro lado do mundo, começando sempre pela Tailândia. Prove os money bags, trouxas recheadas com cogumelos chineses, os tacos bhuna ghost, com caril de borrego, e a sobremesa de sorvete de yuzu.

A Time Out diz
Publicidade
71
Boa Bao
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Pan-asiáticos: Boa-Bao

icon-location-pin Chiado

O chef belga Chris Gielen andou a cruzar a Ásia e trouxe para o Chiado pratos tradicionais da Tailândia, Vietname, Laos, Camboja, Malásia, Coreia, Japão e China. Além de saladas com conjugações improváveis, dumplings e spring rolls, há taças reconfortantes onde são servidas sopas thai com noodles de arroz, camarão e frango, sichuan com noodles de ovo e pato, ou outras com wontons de ovo e porco, e caris como o amarelo da Malásia.

+ Nestes restaurantes pan-asiáticos cabe a Ásia toda

A Time Out diz
72
Cantina peruana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Peruano

Peru: Cantina Peruana

icon-location-pin Chiado

A nova Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz é ao lado do libanês Za'atar. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar a possibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar (a localização pedia). Deixou de haver um menu de degustação, que no primeiro ano existiu para dar a conhecer a cozinha de Diego, e assume mais o papel de cantina com uma carta que se mantém dividida entre pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces. 

A Time Out diz
Publicidade
73
Segundo Muelle
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Peru: Segundo Muelle

icon-location-pin Cais do Sodré

É uma marca franchisada trazida aos lisboetas pelo grupo Portugália. A ementa está organizada pelas diferentes raízes da cozinha peruana, tem óptimos ceviches e um bestseller, o risoto de quinoa com lombo salteado. No campeonato das bebidas, além do mais conhecido pisco sour, há chilcanos, bebidas feitas também à base de pisco mas com ginger ale e sumos de frutas.

A Time Out diz
74
A Cevicheria
© Ana Luzia
Restaurantes, Global

Peru: A Cevicheria

icon-location-pin Princípe Real

O chef Kiko apaixonou-se pela gastronomia do Peru e em 2014 abriu A Cevicheria, um pequeno restaurante com um belíssimo balcão e um polvo gigante no tecto. Tem o prato tradicional do Peru na sua versão mais pura – com peixe branco, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre – mas a carta vai rodando novidades e vai além dos ceviches, com quinotos do mar ou causas mistas. 

A Time Out diz
Publicidade
75
Restaurantes

Peru: Qosqo

icon-location-pin Santa Maria Maior

O Qosqo foi o primeiro a especializar-se em gastronomia peruana, em 2012, pela mão de Gabriela Ruiz Gordon. O ceviche é feito sempre no momento do pedido e sempre com garoupa: existe na versão clássica, misto, com camarões, polvo e lulas, frito, com molho de ají lima ou com ají amarillo. A carta tem outros pratos principais característicos do Peru, como o chifita, um frago panado com panco ou os pastéis tacu tacu. Sobremesas peruanas também as há e por isso não deixe de provar  a bomba suspiro de limeña.

Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

76
recuerda amor
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

República Dominicana: Recuerda Amor

icon-location-pin Oeiras

Provavelmente nunca ouviu falar na gastronomia dominicana, mas aqui pode ter o primeiro contacto com pratos como o locrio, prato de arroz de açafrão com carnes ou legumes e arenque (11,50€). Para sentir o poder da comida de conforto sul-americana, encomende com antecedência um sancocho para quatro pessoas, um ensopado cozinhado lentamente com banana-pão, inhame, maçaroca de milho e carne (36€). 

Publicidade
77
a tapadinha
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Russa

Rússia: A Tapadinha

icon-location-pin Alcântara

Comece pelas vodkas aromatizadas para se sentir em casa. Depois comece a explorar a ementa. A sempre segura salada russa está lá, numa versão com frango e pedaços mais pequenos, mas o ex-líbris da casa está entre o bife tártaro e o kotleta klirinaia, um peito de frango panado e recheado com vegetais e manteiga de ervas. Para peixe, procura a  stroganina, garoupa crua preparada à maneira russa.

78
Stanislav Avenida
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Rússia: Stanislav Avenida

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O restaurante russo fechou uns meses para fazer um refresh na decoração e nas receitas. Serve agora pequenos-almoços típicos, mas a boa sopa de beterraba, o stroganoff, tiras de vitela fritas em vodka, ou a shuba, uma salada de legumes com arenque salgado, vão manter-se.

A Time Out diz
Publicidade
79
mezze, restaurante sírio, arroios
©Francisco Santos
Restaurantes, Sírio

Síria: Mezze

icon-location-pin Lisboa

Aqui há refugiados sírios responsáveis pela verdadeira cozinha síria. Vá directo aos kibbeh (1,50€), uma espécie de croquete de borrego com bulgur e nozes, e não se esqueça que rasgar um pedaço de pão saj, caseiro, para mergulhar (com a mão, claro) na baba ghanoush (4€) ou no hummus (4€).

+ Os melhores restaurantes do Médio Oriente em Lisboa

A Time Out diz
80
Sala Thai
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Tailandês

Tailândia: Sala Thai

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Não se deixe levar pela decoração e muito menos pela localização, nas traseiras do Centro Comercial Roma. O menu tem o melhor da Tailândia, das pequenas espetadinhas de frango com molho de amendoim às várias sopas  aromáticas e mais ou menos picantes, como a tom yam goong. Nos pratos principais há bons pad thai e arrozes fritos. Tenha sempre atenção às malaguetas assinaladas.

A Time Out diz

Mais por onde comer em Lisboa

Publicidade
Publicidade