101 coisas para fazer na Primavera

Para aproveitar ao máximo esta estação, aqui tem 101 coisas para fazer na Primavera
© João Saramago As refeições saudáveis do Brick são boas para um dia primaveril
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Chegou, finalmente, a estação mais amena do ano e com ela dias mais longos e cheios de sol (já era tempo). Aqui tem uma lista com 101 coisas para fazer na Primavera, repleta de sugestões. Actividades ao ar livre, refeições em restaurantes com esplanada, sítios para correr, workshops, floristas e gelatarias são algumas das ideias que lhe damos. Aproveite.

101 coisas para fazer na Primavera

Zenith Brunch & Cocktails
© João Saramago
Restaurantes, Cafés

Zenith Brunch & Cocktails Bar

icon-location-pin Baixa

A fila de gente à porta, com turistas e portuenses esfomeados, já não é novidade. Lá dentro, o espaço tem um aspecto levemente industrial e há mesas comunitárias para partilhar com estranhos. No menu de um dos restaurantes mais na moda da cidade há panquecas de manteiga de amendoim com gelado; french toasts com crème fraîche e compota de mirtilos; tapiocas com abacate e ovo; tostas de salmão fumado e, como o nome deste espaço indica, muitos cocktails para provar.

A Time Out diz
Tosta de abacate com camarão
© Marco Duarte
Restaurantes, Europeu contemporâneo

Brick Clérigos

icon-location-pin Baixa

A mesa comunitária de madeira gasta e a cozinha aberta fazem as delícias dos portuenses e dos muitos turistas que frequentam o espaço. Porém, o melhor de tudo é o que vem para a mesa: receitas saudáveis e altamente instagramáveis. Das tábuas de queijos às sandes de bochecha, das saladas às sopas, dos wraps aos bolos caseiros.

A Time Out diz
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Casa Agrícola
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Fusão

Casa Agrícola

icon-location-pin Campo Alegre

Entrar no número 241 da Rua do Bom Sucesso é o mesmo que entrar numa casa senhorial do século XVIII. Aqui serve-se um bom arroz de tamboril mas, e acima de tudo, pode comer-se um dos melhores exemplares de rosbife da cidade. A carne é mal passada, desfaz-se na boca e vem acompanhada por uma montanha de batatas fritas. 

BB Gourmet Bolhão
Fotografia: João Saramago
Restaurantes, Fusão

BB Gourmet Bolhão

icon-location-pin Baixa

A dois passos do Mercado do Bolhão, este é um dos espaços da cadeia BB Gourmet mais frequentados. Pela localização e porque é possível passar um dia inteiro aqui sentado: há confeitaria, cafetaria, restaurante e bar de sobremesas. Aliás, as sobremesas são um aspecto fundamental deste espaço. Bonitas que se fartam, é difícil escolher entre as várias opções mas o nosso coração (e a nossa boca, claro) está eternamente apaixonado pela verrine praliné. 

A Time Out diz
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Cantina 32 - Prego
Fotografia: João Saramago
Restaurantes

Cantina 32

icon-location-pin Flores

Na Cantina 32, do chef Luís Américo, as memórias dos tempos de escola inundam qualquer cérebro ao ver a mesa comprida à entrada. Por sorte estas desaparecem logo assim que a comida chega. Aconselhamos a vitela à Lafões com batata a murro, um dos pratos mais pedidos, mas também há opções menos carnívoras, como o bacalhau no forno de brasa com batata a murro e cebolada. Para sobremesa, um dos ex-líbris da carta: o cheesecake de banana caramelizada e chocolate. Ataque o vaso que vem para a mesa como se não houvesse amanhã.

A Time Out diz
Adega São Nicolau
© Cláudia Paiva
Restaurantes, Português

Adega São Nicolau

icon-location-pin Ribeira

Não podemos falar da Adega São Nicolau sem antes fazer a mais sentida homenagem ao Sr. António Coelho, que, nestas lides desde os 11 anos, nos deixou em Setembro de 2017. Era o proprietário e gerente deste restaurante e tratava a comida portuguesa por tu. Gostamos de tudo o que por lá se faz e não temos qualquer pudor em dizê-lo. Do galo à bordalesa aos filetes de polvo com arroz do mesmo, sem nunca sairmos da mesa sem uma sobremesa caseira. Ah, e têm a esplanada mais fofinha da cidade.

A Time Out diz
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Casa de Chá da Boa Nova - Lula Gigante com Molho Bordalês
©DR
Restaurantes

Casa de Chá da Boa Nova

icon-location-pin Leça da Palmeira

Após largos anos de abandono, a obra do arquitecto Siza Vieira de 1963 foi recuperada e ganhou vida. À disposição existem três menus criados pelo chef Rui Paula, que recebeu em 2016 a sua primeira estrela Michelin. O menu Atlântico é dedicado ao peixe e marisco e inclui um prato de arroz de lula; o Mar e Terra, agrada a gregos e troianos, com pratos como lavagante e pato; e um terceiro, o Boa Nova, com cinco momentos.

A Time Out diz
Antiqvvm
©DR
Restaurantes, Europeu contemporâneo

Antiqvvm

icon-location-pin Massarelos

Depois de vários anos na Casa da Calçada, em Amarante, o chef Vítor Matos decidiu regressar à Invicta. Assentou arraiais no antigo Solar do Vinho do Porto, na Quinta da Macieirinha, e rapidamente fez olhinhos aos críticos do guia Michelin. Além das entradas frias e quentes, há também duas opções para vegetarianos que vão variando mediante os produtos da época. No campeonato dos pratos principais, a presa de porco ibérico e carabineiro é um dos êxitos da carta. E existem menus de degustação para quem quiser confiar às cegas no chef.   

 

A Time Out diz
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Casa D'Oro
© João Saramago
Restaurantes, Italiano

Casa D'Oro

icon-location-pin Porto

Maria Paola Porru, italiana de gema, abriu um italiano dois-em-um na torre de onde em tempos se controlou a construção da Ponte da Arrábida. Dois-em-um porque o andar de baixo é um restaurante mais formal e o andar de cima serve algumas das melhores pizzas da cidade. Se estiver indeciso, peça uma às metades, é possível. Indo por outros caminhos, pode apostar numa lasanha ou numa carbonara. 

Esquina do Avesso - Parfait de foie gras
© João Saramago
Restaurantes, Petiscos

Esquina do Avesso

icon-location-pin Leça da Palmeira

A criatividade fervilha na cabeça e nas mãos do chef Nuno Castro e da sua equipa. E a prova mais evidente disso são os pratos que recheiam a carta da Esquina do Avesso, em Leça da Palmeira, sempre saborosos e fotogénicos. O parfait de foie gras e pistáchio; a moqueca do mar, com lingueirão, mexilhão, amêijoa, gamba e algas do mar; e o batatoto de beterraba são apostas ganhas. Termine com o cheesecake de manteiga de amendoim ou, se não quiser estragar a dieta, com a sobremesa à base de limão, maracujá e coco.

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101 coisas para fazer na Primavera

Mercado Porto Belo
©DR
Compras

Mercado Portobelo

icon-location-pin Cedofeita

Roupas vintage, vinis, câmaras fotográficas antigas, selos, moedas, ilustrações e produtos biológicos, como azeites, compotas, legumes e frutas, são algumas das coisas que vai encontrar à venda no Mercado Porto Belo que acontece todos os sábados, na Praça Carlos Alberto.

Mini Porto Belo
©DR

Mini Portobelo

O Mini Porto Belo é, tal como o nome indica, uma edição do Mercado Porto Belo dedicada aos mais pequenos. Neste, os responsáveis pelas bancas são as crianças que vendem as coisas que já não usam. Se quiser que o seu filho participe, acompanhe o blogue do mercado para saber quando e onde se vai realizar. O próximo é já no dia 24 de Março, na Rua das Flores. 

 

 

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Mercadinho dos Clérigos
©DR
Compras

Mercadinho dos Clérigos

icon-location-pin Galerias

No mercadinho dos Clérigos, que acontece mensalmente, é possível encontrar peças únicas de artistas da cidade. É comum ver por lá artesanato, peças decorativas, antiguidades, bancas com comida ou até de flores. Enquanto faz as suas compras, há sempre animação de rua, como concertos ou performances. Quando o São Pedro não ajuda à festa, o mercado acontece dentro de portas, no Plano B. Consulte as datas aqui.

Flea Market Porto
©DR

Flea Market Porto

A Flea Market Porto é uma feira de artigos usados, organizada mensalmente, sempre com uma temática e sempre em diferentes locais da cidade. Durante a tarde há música a cargo de DJ's convidados e programação paralela, como lançamento de livros, exposições ou projecção de filmes. Se ficou interessado e quer participar na feira, seja como cliente ou como vendedor, acompanhe a página para ficar a saber mais. A próxima feira é dia 21 de Abril, na Praça da República. 

 

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Mercado de Artesanato do Porto
©DR
Compras, Arte, artesanato e passatempos

Mercado de Artesanato do Porto

icon-location-pin Clérigos

Depois de um passeio pelo centro histórico da cidade, nada melhor do que visitar um mercado ao ar livre onde quase tudo é feito à mão. No MAP - Mercado de Artesanato do Porto, onde o artesanato nacional é o grande destaque, vai poder conhecer os produtos de cerca de 80 comerciantes.

Mercado da Alegria
©DR
Compras

Mercado da Alegria

icon-location-pin Foz

Aos domingos, no Jardim do Passeio Alegre, há sempre um mercado que conta com os produtos de mais de 60 artesãos. Para animar as compras, no Coreto Alegre, bem no centro do jardim, há música a rodos. Nota: Se gostou do que fazem estes artistas e quiser ver mais coisas, dê um salto à Porto 34, uma loja organizada por banquinhas, onde estão expostos os produtos de cada um.

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Feira de Antiguidades e Velharias
©DR
Compras, Mercados e feiras

Feira de Antiguidades e Velharias

icon-location-pin Bonfim

Na Praça Doutor Francisco Sá Carneiro, também conhecida como Praça Velásquez, há, todos os terceiros sábados de cada mês, uma feira de antiguidades e velharias onde pode comprar e vender todo tipo de objectos, desde livros, joalharia, porcelanas, moedas, tapeçaria e pinturas. Se quiser participar nesta, só tem que contactar o Gabinete do Munícipe

101 coisas para fazer na Primavera

Amorino
© João Saramago
Restaurantes, Geladarias

Amorino

icon-location-pin Santa Catarina

O que é que acontece quando um italiano vai para Paris atrás do amor e acaba por abrir uma gelataria? Nasce a Amorino, que significa cupido em italiano. Aqui servem-se gelados cremosos em forma de flor, sem corantes e feitos com leite e ovos biológicos. E ainda há algumas opções veganas. Além dos 23 sabores fixos, há sempre um sabor do mês, feito com ingredientes sazonais.

Cremosi
© João Saramago
Restaurantes, Geladarias

Cremosi

icon-location-pin Baixa

A Cremosi já é uma geladaria bem conhecida da cidade. Os gelados são montados numa pedra fria à vista de todos. Nós explicamos: são postos em camadas em cima de uma chapa fria e só depois entregues ao cliente. Quanto aos sabores, tem opções como iogurte, Nutella, ou amendoim. Há ainda há crepes, gofres e waffles.

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gelataria do porto
© João Saramago
Restaurantes, Geladarias

Gelataria do Porto

icon-location-pin Cedofeita

Nesta pequena gelataria em Cedofeita há gelados artesanais para todos os gostos, dos sabores mais tradicionais, como os de fruta, aos mais fora do vulgar, como o de banoffee e o de cheesecake. Também há crepes e waffles para tornar o dia ainda melhor.

Restaurantes, Geladarias

Gelataria Neveiros

icon-location-pin Bonfim

A Neveiros nasceu nos anos 60 pela mão de Alda Freiria, que veio de Cascais para a Invicta tentar a sua sorte. Começou a inventar receitas de gelados artesanais e com elas conquistou a alta sociedade portuense. Maria Adelaide e a filha Sandra, as actuais donas, compraram entretanto a Neveiros. Além das dezenas de sabores que têm na loja da rua da Alegria, esta gelataria ainda fornece vários restaurantes e hotéis da cidade e cria gelados únicos para cada um deles.

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Sincelo - Gelado Morango
©Marco Duarte
Restaurantes, Geladarias

Gelataria Sincelo

icon-location-pin Baixa

A trintona Sincelo esteve fechada durante uns meses para obras. Reabriu cheia de novidades e ganhou uma nova vida. Desde 1980 que ocupa o número 54 da Rua de Ceuta. Mas quem cresceu a devorar gelados neste espaço, vai-se aperceber das (bonitas) mudanças que aqui se fizeram. Manteve-se o icónico puxador da porta em forma de gelado e os gelados, a alma do negócio. Há sempre novos sabores, todos feitos de forma tradicional.

gelataria portuense
© João Saramago
Restaurantes, Geladarias

Gelataria Portuense

icon-location-pin Aliados

Neste laboratório de gelados artesanais, feitos ali mesmo, no fundo da loja, há sabores de época e algumas criações de autor. Também há smoothies, crepes, bolachas e algumas bebidas de café.

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Modì
© Filipe Paiva
Restaurantes, Geladarias

Mòdi

icon-location-pin Matosinhos

Attenzione, há um paraíso com gelados italianos em Matosinhos, a poucos metros da praia. Nata, creme de ovos, limão, pêssego, maracujá, morango e pistáchio - o melhor da cidade, diga-se - são alguns dos sabores clássicos vendidos aqui, feitos artesanalmente todos os dias. Há ainda frozen yogurt, granizados de fruta e uma especialidade italiana pouco comum por cá, o croissant recheado com gelado.

La Copa
©João Samarago
Restaurantes, Geladarias

La Copa

icon-location-pin Santa Catarina

Gosta de gelados? Então entrou no sítio certo. A La Copa tem mais de duas dezenas de sabores artesanais e dá sempre prioridade à fruta da época. Há ainda crepes, panquecas, gofres... No interior há um terraço que vale a pena conhecer. Chama-se Terrazza La Copa e está decorado com várias flores, como amores-perfeitos e alegrias, uma oliveira, uma trepadeira, uma fonte de água e bicicletas vintage.

101 coisas para fazer na Primavera

Bares, Cafés/bares

Aduela

icon-location-pin Baixa

Bem no centro da cidade está a esplanada do Aduela. Mesmo ao lado de uma oliveira (que dá o nome à rua). É uma das mais concorridas da Baixa e há razões para isso. O sol dá nas horas mais desejadas, entre as 13.00 e as 18.00, ideal para um almoço leve e uma tarde em boa companhia. No que aos snacks diz respeito, o Aduela tem tábuas de queijos e até tostas abertas. 

Base Porto
© João Saramago
Bares, Cafés/bares

Base

icon-location-pin Clérigos

Sempre que um fim de tarde se prevê de céu limpo e altamente fotogénico, poucos são os que resistem a sentar-se na esplanada em madeira, cheia de sofás e mesas altas do Base, pedir uma bebida e dar dois dedos de conversa. É na companhia das oliveiras, que rodeiam o espaço, e da Torre dos Clérigos, que se impõe na paisagem, que vai querer partilhar as tábuas de queijos ou enchidos. A música é uma mistura de soul, jazz, r&b e bossa nova, e, na relva, não falta espaço para toalhas e afins.

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Chez Maurice
DR
Bares

Chez Maurice

icon-location-pin Vila Nova de Gaia

Estar no Chez Maurice é o mesmo que ter um pé na praia. Literalmente. Experimente o mojito, que leva rum, hortelã, açúcar amarelo e água gaseificada. O pôr-do-sol pode ser a sua melhor companhia, já que se vê de frente, tal e qual como se quer. Seja numa mesa ou numa espreguiçadeira, os ingredientes para um fim de tarde perfeito estão reunidos.

Candelabro
Fotografia: João Saramago
Bares

Candelabro

icon-location-pin Baixa

O Candelabro é, desde 2009, um porto seguro para quem quiser sair do trabalho, beber um copo e conversar, à porta, lá dentro ou na praceta que o rodeia. Os vinhos portugueses e os gins são os que têm mais saída, e depois há as tostas para juntar à festa. Recentemente reforçaram a livraria do espaço, onde se podem encontrar livros em segunda mão; e estão a acolher mais eventos culturais.

 

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Bonaparte Downtown
© João Saramago
Bares

Bonaparte Downtown

Os clássicos não passam de moda e, apesar de ter aberto em 2016, o Bonaparte Downtown é Bonaparte na mesma (mantém as características dominantes do irmão mais velho da Foz, leia-se): a mesma luz baixa, as mesmas paredes decoradas com antiguidades e as mesmas boas bebidas para começar a noite. Entre as preferências estão as cervejas internacionais como a Erdinger (alemã) e a Guinness (irlandesa), uma boa carta de whiskeys e cocktails. Mas os comes não ficam nada atrás.

capela incomum
©João Saramago
Bares

Capela Incomum

icon-location-pin Cedofeita

Crente ou não, é difícil passar ao lado do Capela Incomum, um wine bar que fica numa antiga capela do século XIX, com altar incluído e tudo. A ideia é ter um fim de tarde calmo a dois ou com um pequeno grupo de amigos, sobretudo a provar e a descobrir vinhos portugueses, com destaque para as regiões do Douro e do Minho. Às quintas, de 15 em 15 dias, há fado. E para acompanhar há sempre o muito pedido queijo curado de vaca com alecrim e mel (5€) ou o trio de morcela, queijo chèvre e framboesa (6€).

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Conceição 35
© João Saramago
Bares

Conceição 35

icon-location-pin Baixa

O Conceição 35 é um bar GLS (gays, lésbicas e simpatizantes). Tanto funciona como um espaço intimista, à média luz, como um bar de festas temáticas. É ainda uma boa opção para beber cocktails de whisky, vodka, rum e gin. Há ainda uma carta com tostas, tapas e doces caso a fome apertar.

Fé Wine & Club
© João Saramago
Bares

Fé Wine & Club

icon-location-pin Galerias

Qual é a coisa qual é ela que tem dez toneladas de livros lá dentro e não é uma livraria? É o Fé Wine & Club, um bar/discoteca/wine club na Praça D. Filipa de Lencastre. Este projecto, criado por quatro amigos, assume-se como uma paragem obrigatória na rota do copo ao final da tarde, com destaque para a oferta de vinhos – são várias dezenas de propostas seleccionadas pela Sogrape. Para acompanhar, há montaditos e tapas e boa música.

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cáBARé
© João Saramago
Bares

cáBARé

icon-location-pin Clérigos

O cáBARé é um projecto de três amigos que se inspiraram nos restaurantes/bares de Madrid. Têm uma missão dupla: fazer com que os portuenses ganhem o hábito de jantar e beber copos a seguir, sem sair do mesmo sítio. No piso do restaurante serve-se essencialmente comida tradicional portuguesa. E no piso do bar há um jardim interior, a música está mais alta e as mesas vão saindo à medida que a noite avança, transformando-se numa pista de dança. 

Restaurantes, Português

17º Restaurante & Bar

icon-location-pin Baixa

Se anda à procura de um final de tarde perfeito, não procure mais. Suba até ao 17º andar do Hotel Dom Henrique, na Baixa, e instale-se confortavelmente no bar com vista panorâmica sobre a cidade. Peça a carta e escolha um dos muitos cocktails de assinatura, como o Basil Flirt (gin, Triple Sec, sumo de maracujá e manjericão) ou o Spiced Sailor (Saylor Jerry rum, lima, folhas de menta, gengibre e ginger beer).

101 coisas para fazer na Primavera

O Horto da Boavista também tem objectos de decoração
©DR
Compras, Floristas

Horto da Boavista

icon-location-pin Foz

É um jardim em plena avenida. O horto da Boavista tem centenas de plantas que vão ficar tão bem no seu jardim, como no recanto da sua sala de estar. Além de as venderem, neste espaço também fazem a manutenção das mesmas e dão-lhe dicas importantes de conservação e preservação. Pela loja vai ainda encontrar muitos vasos e objectos de decoração.

Rapid Flore
©José Saramago
Compras, Floristas

Rapid Flore

icon-location-pin Santa Catarina

Na Rapid Flore acredita-se que 
a fórmula para a felicidade seja bem fácil. “Uma boa garrafa de vinho, um queijo e um ramo 
de flores.” Quem o diz é Paula Cardoso, responsável pelo espaço aberto há oito anos na Baixa. Tem ofertas para qualquer ocasião e as opções não se ficam pelas flores: há plantas, bonsais e cactos.

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Terrárea
© João Saramago
Compras, Floristas

Terrárea

icon-location-pin Matosinhos

O sangue desta família é verde e está cheio de clorofila. “O meu trisavô era podador, o meu bisavô tinha um horto, a minha avó vendia plantas e a minha mãe é florista e tem um garden center em Gondomar. Eu cresci neste meio, rodeado de plantas, flores e arte floral”, conta Márcio Pereira, dono da loja em Matosinhos que junta natureza, decoração e uma cafetaria com comida saudável num antigo armazém de conservas com 360 metros quadrados. Cabe lá tudo.

 

Flores & Arte
©Marco Duarte
Compras, Floristas

Flores & Arte

icon-location-pin Baixa

Se passa na Rua das Oliveiras, já deve ter dado de caras com um carrinho branco de toldo às riscas, recheado de flores do campo de várias cores. Considere-se convidado 
a apreciá-lo e a entrar na Flores & Arte, nas Galerias Lumière. Há flores para todos os gostos, arranjos para todas as ocasiões e uma bancada recheada de bonsais miniatura. Aos bonsais juntam-se os cactos e as suculentas que fazem as delícias dos mais preguiçosos.

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Florista Maria Antónia
©DR
Compras, Floristas

Florista Maria Antónia

icon-location-pin Baixa

É a clássica loja de flores. O chão forrado a mosaico e a maior parte das flores arrumadas em baldes
 e vasos, com cartões ao lado
 para escrever mensagens. Maria Antónia, a dona que deu nome a esta casa com mais de 30 anos, faz ramos e arranjos florais para decoração de todo o género de eventos. Para quem quiser caprichar, Maria Antónia acrescenta às flores alguns chocolates ou até cestos de fruta.

Maria de Lurdes e Ana Maria Lda
©Marco Duarte
Compras, Floristas

Maria de Lurdes e Ana Maria Lda.

icon-location-pin Clérigos

É uma das lojas de flores mais antigas da Baixa, por isso, não estranhe se não a encontrar pelas redes sociais. Atrás do balcão está Ana Maria, sobrinha da mulher que fez nascer este espaço há mais de 60 anos. No número 11 da Rua das Carmelitas ainda se recebem flores frescas quase todos os dias. Nesta casa pode comprar flores individualmente ou num arranjo.

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Bloom
©Marco Duarte
Compras, Floristas

Bloom

icon-location-pin Campo Alegre

A Bloom não é uma florista tradicional. As flores estão expostas em jarras feitas à mão
 e a decoração, que conjuga madeiras com azulejos e detalhes em pedra, é pensada 
ao pormenor. Há preços para todos os bolsos e não faltam opções, dos clássicos ramos de flores aos bouquets de noiva. Se quiser um serviço mais completo, pode contar com uma mãozinha até para organizar eventos.

101 coisas para fazer na Primavera

Avenida Brasil
© Cláudia Paiva

Avenida Brasil

A Avenida Brasil é óptima para quem quer mexer as pernas. Esta zona fozeira acompanha o mar, mas é provável que tenha de se afastar de miúdos em patins ou de atletas domingueiros. De qualquer forma, aproveite a vista e se tiver coragem molhe os pés na água. Vá preparado para a baixa temperatura. Nada que um sprint não aqueça.

Marginal de Matosinhos
© Marco Duarte

Marginal de Matosinhos

Fazer exercício à beira da praia tem o melhor de dois mundos: o fresquinho da brisa marítima e uma distância considerável para correr sem subidas nem descidas abruptas. Além disso, ainda pode dar um mergulho no mar quando der a corrida por terminada.

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Avenida da Boavista
© DR

Avenida da Boavista

São cerca de cinco quilómetros para fazer exercício sempre que quiser. E pode decidir o grau de dificuldade, optando por fazer o percurso a subir ou a descer. A avenida é particularmente bonita de manhã e ao fim do dia, principalmente se for em direcção à Foz, com o pôr-do-sol como pano de fundo.

Marginal Gaia
© Cláudia Paiva

Marginal de Gaia

Para quem gosta de correr junto ao mar, a marginal de Gaia é um dos percursos ideais. É o paredão mais extenso do norte do país. Conta com um passadiço de madeira que liga Gaia a Espinho, num total de 15 quilómetros, e ainda tem algumas das melhores vistas da cidade – principalmente quando o sol de põe.

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marginal
© Cláudia Paiva

Marginal - Ribeira

Os 12,5 quilómetros entre a Ponte do Freixo e o Castelo do Queijo permitem aos desportistas uma corrida numa ciclovia com uma vista para o rio Douro de tirar o fôlego. Além disso, é plana, o que ajuda quem está a começar, e tem vários pontos de água pelo caminho para se hidratar convenientemente.

Quinta do Covelo
©Claudia Paiva

Quinta do Covelo

A Quinta do Covelo tem diversos trilhos de corrida, num espaço com aproximadamente 90 hectares. Apesar de ser um dos destinos mais concorridos por quem gosta de dar uso às pernas, este circuito não é dos mais fáceis. Vá preparado física e mentalmente.

101 coisas para fazer na Primavera

Éclair XL
©DR
Restaurantes, Cafés

Éclair XL da Leitaria da Quinta do Paço

icon-location-pin Baixa

Como Primavera também é sinónimo de Páscoa, a Leitaria da Quinta do Paço criou um éclair especial que dá para a família toda. A partir de 22 de Março vai poder provar este éclair com pó de Oreo, frutos vermelhos e pistácios, recheado de doce de ovos e chantilly. E a melhor parte é que vai ser vendido em duas versões a XL e a individual. 

Preço XL: 25€ 

Preço da versão individual: 3,20€

Bolo de Bolacha - Mercador Café
©João Saramago
Restaurantes, Cafés

Bolo de bolacha do Mercador Café

icon-location-pin Flores

A Rua das Flores pode ser para turistas mas todos os portuenses deviam provar este bolo de bolacha. A fatia é generosa, as camadas bem definidas e a obra é feita todos os dias na cozinha de vidros coloridos que faz lembrar uma antiga bilheteira de estação de comboio. Não segue a receita tradicional: o creme de manteiga e café foi substituído por um de chocolate e por cima tem uma camada fina de chantilly polvilhada com cacau em pó. É húmido e a bolacha não foge. Tudo na dose certa.

Preço: 2,50€

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Manteigaria
©DR
Restaurantes, Cafeteria

Pastel de nata da Manteigaria

icon-location-pin Santa Catarina

Com quatro estrelas, as natas desta marca vinda de Lisboa  venceram o challenge de pastéis de nata da Time Out em 2017. “Sabe mais a canela e até sinto um travo a limão”, disse um. “A parte de cima até parece leite creme”, reagiu outro. O barulho da massa a ser trincada não engana ninguém. É fresca e suporta bem a quantidade generosa de recheio.

Preço: 1€

Glórinha - Confeitaria Nandinha
©Cláudia Paiva
Restaurantes, Confeitarias

Glorinha da Confeitaria Nandinha

icon-location-pin Baixa

Quem disse que era preciso ser grande para dar nas vistas nunca deu uma trinca numa glórinha da Nandinha. Pelo nome percebe-se que é coisa para se despachar em três ou quatro dentadas. E isso é mau? Dadas as doses astronómicas de açúcar, não. Mais três centímetros e já não seria perfeita. Assim, com a massa folhada leve, o creme de ovos na dose certa e a cobertura de açúcar estaladiça, é imprópria para diabéticos mas mais do que própria para gulosos assumidos.

Preço: 0,90€

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Confeitaria Moura - Jesuítas
© João Saramago
Restaurantes, Confeitarias

Jesuíta da Confeitaria Moura

icon-location-pin Aliados

São várias as receitas de jesuítas por esta Europa fora, mas 
a da Confeitaria Moura, criada por um pasteleiro de Bilbau há 125 anos, continua a ser uma das melhores. A massa é estendida, recheada com creme caseiro e, no final, leva uma cobertura de açúcar. Além dos jesuítas, a Moura também produz limonetes, feitos com a mesma massa. Para os gulosos, uma boa notícia: a Confeitaria Moura chegou este Verão à Baixa do Porto.

Preço: 1€ (1,20€ no Mercado Bom Sucesso)

Bolo de chocolate - Apetites
© DR
Restaurantes, Português

Bolo de chocolate da Apetites

icon-location-pin Foz

Apesar de dispensar apresentações, fazêmo-las novamente: o bolo da Apetites é um dos mais cobiçados da cidade. A massa é cozida à volta mas, no centro, o bolo é quase mousse. Além do original há ainda a versão Noir, com 70% cacau.

Preço: 2,60€/fatia

101 coisas para fazer na Primavera

Jardim Botânico do Porto. Museu História Natural e Ciência UP.
© DR
Atracções, Parques e jardins

Jardim Botânico

icon-location-pin Porto

São quatro hectares de vegetação bem preservados. Rodeiam uma belíssima casa de finais do século XIX e dividem-se em três patamares. Há de tudo um pouco, como jardins formais, árvores e plantas raras, estufas e dois lagos, sendo um espaço pouco movimentado. Imprescindível para os apreciadores de plantas.  

passeio alegre
© Laszlo Daroczy
Atracções, Parques e jardins

Jardim do Passeio Alegre

icon-location-pin Foz

O Passeio Alegre é muito mais do que um jardim. Tem minigolfe, que é uma das suas maiores atracções, árvores de espécies exóticas, uma das casas de banho públicas mais bonitas da cidade (azulejos Arte Nova incluídos), um chafariz, o emblemático Chalet Suíço e ainda o Coreto Alegre, com música todos os domingos.

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Quinta Villar D'Allen
©António Amen
Atracções, Parques e jardins

Quinta de Villar D’Allen

icon-location-pin Campanhã

É uma propriedade privada e mostra a dedicação de várias gerações de apreciadores de botânica, tendo jardins planeados ao detalhe e de acordo com os gostos de várias épocas. São muitas as espécies exóticas, sendo também um sítio a incluir no roteiro pelas centenas de camélias, quase todas de variedades diferentes. As visitas são guiadas por um elemento da família e podem incluir uma prova de vinho do Porto.

Quinta da Conceição
© Cláudia Paiva
Coisas para fazer, Caminhadas e passeios

Quinta da Conceição

icon-location-pin Leça da Palmeira

Fora da zona habitual, dê um salto à Quinta da Conceição, em Leça da Palmeira, com o seu charme muito particular. Aqui pode ver o claustro que restou do Convento de Nossa Senhora da Conceição, do século XV, a piscina projectada pelo arquitecto Álvaro Siza, uma capela, alguns chafarizes e um imponente portal ao estilo manuelino.

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parque da cidade
©João Saramago
Atracções, Parques e jardins

Parque da Cidade

icon-location-pin Foz

Os seus 83 hectares e a frente de mar tornam-no especial. É o sítio certo para fazer jogging, mas também para um piquenique ou uma simples pausa para relaxar. Tem ainda o Soundwich, ideal para refeições ligeiras idealizadas por chefs, e um núcleo rural onde aos sábados de manhã se realizam feiras de produtos biológicos.

Jardim de Arca d'Água
©João Samarago
Atracções, Parques e jardins

Jardim de Arca d'Água

icon-location-pin Constituição

É um dos jardins mais bonitos do Porto e um dos menos aproveitados. Tem um parque infantil para entreter os miúdos, um lago com patos, um café que é palco de partidas de sueca regulares, um coreto amoroso e uns cantinhos muito românticos mesmo a pedir umas selfies a dois.

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Jardim das Virtudes
©João Saramago
Atracções, Parques e jardins

Jardim do Passeio das Virtudes

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O Jardim do Passeio das Virtudes é o sítio certo para quem quer ver o pôr-do-sol seráfico combinado com uma vista maravilhosa sobre o rio e, consequentemente, receber montes de corações no Instagram. Nos dias mais quentes transforma-se também numa espécie de esplanada ao ar livre para copos ao fim da tarde.

Jardim de São Lázaro
©DR
Atracções, Parques e jardins

Jardim de São Lázaro

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É o mais antigo jardim do Porto e fica no coração da cidade. Aqui encontra várias estátuas da autoria de Soares dos Reis e Henrique Moreira; tem também várias fontes, uma delas retirada do antigo convento de São Domingos; e ainda uma série de tulipas coloridas, para admirar assim que a Primavera começa a dar um ar da sua graça. 

Mais coisas para fazer esta estação

Trinca de Ases
©DR
Coisas para fazer

Coisas para fazer no Porto em Março

Espectáculos de música, dança ou teatro; exibições de camélias e de orquídeas; passeios pelas tascas da cidade; e exposições de fotografia e pintura são só algumas sugestões de coisas para fazer no Porto em Março. Agora que a Primavera está a chegar, eis uma série de boas razões para sair da toca.

Teleférico Gaia
©Marco Duarte
Coisas para fazer

As melhores coisas para fazer sozinho no Porto

Às vezes não há como uma tarde, ou mesmo um dia inteiro, sem ninguém por perto. É para esses dias que esta lista das melhores coisas para fazer sozinho no Porto dá jeito. E acredite: com tanta coisa para ocupar o tempo e a mente não vai sentir falta de companhia nenhuma.

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Circo Coliseu Porto
© João Octávio Peixoto
Notícias, Vida urbana

Sessenta e oito espectáculos gratuitos no Porto este ano

245 mil euros vão chegar para organizar 68 espectáculos gratuitos, durante este ano, por toda a Invicta. O projecto “Cultura em Expansão” arranca já no dia 24 de Março, com um concerto às 21.30 de António Pinho Vargas na junta de freguesia de Campanhã. Ao longo de 2018, serão apresentados espectáculos de teatro, música ou cinema. Sempre de entrada livre.

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