Bairro a bairro: onde comer durante os Santos Populares em Lisboa

Para quem gosta de bailarico mas prefere começar a noite sentado num restaurante, dizemos-lhe onde comer durante os Santos Populares em Lisboa

Fotografia: Ana Luzia

Junho é mês de Santos Populares em Lisboa e de assadores improvisados nas ruas, para assar sardinhas e entremeadas e comer em mesas corridas, em largos ou becos que se tornam restaurantes por estes dias. Porque há quem não dispense um pé de dança e bailarico mas ainda assim prefere ficar sossegado a jantar num restaurante antes de seguir bairro acima, bairro abaixo para um arraial, fizemos uma selecção de restaurantes para comer a comida mais tradicional, da sardinha à entremeada na brasa, ou pratos que não têm nada a ver com a época, dos vegetarianos aos tacos. Tudo perto dos locais das Festas.

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Restaurantes em Alfama

Esperança da Sé

4 /5 estrelas

Vale, em primeiro lugar, pela magnífica esplanada colada ao muro da Sé de Lisboa. Em segundo, pelas pizzas estaladiças, feitas com bons produtos. Em terceiro, pelo serviço descontraído. E, por último, mas não menos importante, pela selecção de bebidas, tanto italianas como portuguesas.

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Santa Maria Maior

Boi-Cavalo

4 /5 estrelas

O chef Hugo Brito tem queda para a disrupção. Quando todos os seus pares estavam a abrir restaurantes nos bairros da moda, ele trotou por Alfama em cima do Boi-Cavalo; quando todos apostavam em menus de degustação a preços elevados, ele escolheu fazê-los a 35€ e rodá-los todas as semanas. Aqui não há duas semanas iguais, não há pratos-estrela, há, isso sim, um laboratório de experiências numa cozinha de base nacional, que apela à memória dos portugueses, mas pode viajar para outras latitudes.

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Alfama
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O Sardinha

É sempre bom ter catedrais do bitoque espalhadas pela cidade. O Sardinha assegura com firmeza a zona de Alfama e de Santa Apolónia. E mesmo estando mais para a zona do Campo das Cebolas valerá a pena parar nesta tasca à antiga, forrada a azulejos datados, para comer umas batatas fritas impecáveis ou umas iscas à portuguesa, rim salteado ou codornizes fritas ou grelhadas.

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Santa Maria Maior

Páteo 13

3 /5 estrelas

O Páteo 13 fica mesmo no coração de Alfama, portanto é ir cedo para aguentar a confusão, mas sempre com a garantia que desta brasa saem boas sardinhas. Há mais peixe fresco a sair, assim como carnes grelhadas, das febras e entremeadas às espetadas. Têm mais de 100 lugares sentados, entre interior e esplanada.

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Alfama
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Restaurantes no Alto do Pina

Manuel Caçador

4 /5 estrelas

Por mais espaços modernos que abram em Lisboa, é reconfortante saber que continuamos a poder ir a restaurantes como o Manuel Caçador. Simples, honestos e caseiros. Neste caso, não se deixe enganar pelo nome: na carta não há perdiz, faisão, coelho ou veado. A especialidade é o peixe, com destaque para a garoupa, o pargo e o robalo.

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Areeiro/Alameda

Primavera

Esta churrasqueira em Arroios tem bom frango assado no churrasco e no espeto, picanha e entremeada na brasa e uma série de outros pratos do dia a preços bem acessíveis. Têm take-away para o caso de querer pegar no frango e seguir caminho para os arraiais.

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Beato
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Cova Funda (Alameda)

4 /5 estrelas

Aviso à navegação: há pelo menos sete restaurantes em Lisboa com este nome. Mas enquanto o facto não é desvendado, a recomendação é que experimente este, onde o peixe é sempre fresco e bem grelhado, as carnes são de primeiríssima qualidade e o serviço é impecável.

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Areeiro/Alameda

Restaurantes na Bica

Toma Lá Dá Cá

4 /5 estrelas

Caso sério de sucesso na Bica, onde escasseiam os restaurantes de qualidade, o Toma Lá Dá Cá tem dos serviços mais rápidos de que há memória. Quer tenha pedido carnes e peixes na grelha ou as especialidades francesas, como o onglet, feitas por um cozinheiro francês que trabalha na casa. Já apareceu num livro da National Geographic, o Food Journeys of a Lifetime.

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Chiado/Cais do Sodré

Água pela Barba

4 /5 estrelas

O Água pela Barba (ex-Isco da Bica, paz à sua alma) tem uma carta muito orientada para peixes e mariscos, sempre em pratos para dividir. Dos tacos de peixe frito ao ceviche de peixe, do arroz do mar à sapateira no pão, aqui a excepção ao oceano só se faz dois pratos de porco e belíssimas sobremesas arme-se em egoísta e peça as canilhas só para si.

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Chiado/Cais do Sodré
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Restaurantes em Carnide

Adega das Gravatas

4 /5 estrelas

É um dos restaurantes mais emblemáticos de Carnide, com boa comida portuguesa, especialmente grelhados, sempre em doses bem servidas. O bife na pedra é imperdível assim como o polvo à lagareiro, que vem a nadar em azeite quente, alho e batatas a murro. No fim pode deixar a sua gravata para acrescentar aos bibelôs de tecto e manter a tradição desta Adega.

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Carnide/Colégio Militar

O Miudinho

No centro histórico de Carnide, uma em cada duas portas dá para um restaurante. Neste, a especialidade são os grelhados. Uma dose com cinco sardinhas anda nos 9€.

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Carnide/Colégio Militar
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Restaurantes em Campolide

Tasquinha do Lagarto

4 /5 estrelas

Os pratos do dia nesta casa de sportinguistas são sempre opções seguras, especialmente quando os donos, com ligação a Ponte de Lima, se aventuram em pratos nortenhos, os filetes de polvo com arroz do mesmo das quartas são óptimos, o arroz de garoupa e as favinhas à tasca, idem. 

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Campolide

Cantinho do Alfredo

“O senhor é que o Alfredo?”. A resposta vai ser negativa. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Nisto é provável que entre alguém a perguntar “Sr. Alfredo, tem fósforos?” e ele responde prontamente pelo tal “nome comercial”. Grelhados há muitos (é so escolher, entre peixe fresco e carnes) mas este cantinho é especialmente conhecido pelo cozido à portuguesa à quinta-feira.

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Campolide
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Stop do Bairro

3 /5 estrelas

Tudo do que é bom numa casa de pasto: cabidela à sexta, pijaminha de sobremesas, chá-frio (leia-se aguardente de marmelo), e simpatia. João Sabino abriu o Stop do Bairro em Campo de Ourique em 1974 e em 2017 foi obrigado a mudar-se para Campolide depois de o contrato de aluguer do espaço original não ser renovado. Na nova casa mantem-se tudo o que deu fama à casa. A peça mais importante, a Dona Rona, continua na cozinha.

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Campolide

Restaurantes na Graça

Pitéu da Graça

O nome diz tudo. Pitéu é aqui. Dos pratos tradicionais (os carapauzinhos fritos com arroz de legumes, por 9,90€, por exemplo, não nos podemos esquecer que em tempos o restaurante era o Zé dos Carapaus) às sobremesas. É importante guardar espaço para um doce. O preço médio não ultrapassa os 20€ por cabeça.


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São Vicente 

O Cardoso da Estrela de Ouro

Na sala estreita, de um lado há os desenhos que Norberto Lobo faz nesta casa há uns dez anos. Do outro, para além dos azulejos antiquados, há um armário onde se guarda a biblioteca de referências ao Cardoso da Estrela de Ouro. A última foi no Lisboeta, o livro do chef Nuno Mendes. Aparece lá o retrato da casa e do dono e “diz em inglês que os meus rissóis e croquetes são os melhores do mundo”, diz o Sr. Cardoso. Ao sábado há cabrito e bacalhau à minhota (que também há à quarta-feira), ambos imperdíveis.

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São Vicente 
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Graça 77

O Graça 77 é um restaurante vegan e vegetariano, com comida caseira, feita todas as horas do dia e com um espaço para exposições e tertúlias. O espaço já foi uma cisterna no século XII e uma grande padaria no século XIX (tinha dormitórios e tudo) e serve agora pratos do dia, como hambúrgueres vegetarianos de feijão preto em bolo do caco (7,50€), sopas de espinafres (1,70€), peixinhos da horta (3€) e sobremesas de requeijão vegan com doce de cenoura (2,50€). Todos os dias têm pequenos-almoços e aos domingos há brunches com cestos de pão, ovos mexidos, sumos naturais, torradas com mel e doce, panquecas vegan, granolas caseiras e bebidas quentes (8,50€ e 16€). 

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São Vicente 

Restaurantes na Madragoa

O Caldo Verde

4 /5 estrelas

O Caldo Verde é um restaurante de comida caseira, bem feita, sem falhas, em doses fartas e sem preços proibitivos. No Verão montam uma grelha no exterior para assar sardinhas mas os pratos que lhe dão fama estão sempre lá, como os filetes de tamboril.

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Santos

Varina da Madragoa

4 /5 estrelas

Se anda à procura de um restaurante tradicional, barato e com qualidade, tem aqui uma boa opção. A testar os bifes panados e o bacalhau à Brás, em doses XXL.

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Estrela/Lapa/Santos
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Taberna da Esperança

4 /5 estrelas

Susana Felicidade passou a sua Taberna Ideal a outra gerência há uns anitos, e os novos donos escolheram deixá-la tal qual na mesma. Os pratos continuam a ser todos para dividir, as cadeiras e as loiças seguem a lógica “cada uma de sua nação” e consta que até algumas as pessoas na cozinha são as mesmas. Escusado será dizer que ainda se comem boas tibornas, saladas e outros petiscos - caso do à braz de legumes - além de outros pratos que vão rodando com frequência. 

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Estrela/Lapa/Santos

A Travessa

4 /5 estrelas

É, e sempre foi, uma das opções mais seguras para um jantar de qualidade em Lisboa. Criado com uma cozinha de inspiração belga, hoje mistura-se com o receituário português em pratos feitos com produtos de máxima qualidade e trabalhados com mestria. O serviço, à moda antiga, é dos melhores da cidade.

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Estrela/Lapa/Santos
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Restaurantes em Marvila

O Filho do Menino Júlio dos Caracóis

As portas estão abertas desde 1958, altura em que era o menino Júlio que mandava e havia pouco mais de 40 lugares. Hoje estão já a caminho dos 400 lugares e mesmo assim há sempre fila à porta. Além dos pratos e pires de caracóis, têm também caracoletas assadas, a pedido “de muitos chineses”, conta o gerente, Vasco Rodrigues (o filho do menino Júlio). É bom sítio para comer pica-pau ou outros petiscos.

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Marvila

Rui do Barrote

4 /5 estrelas

Quando for ao Rui do Barrote, leve alguma paciência para o caso de ter de esperar por mesa e aventure-se pelos grelhados em geral e pela picanha em particular. Boa carne, fatias grossas, bem grelhadas. Em caso de fim de stock, também existe uma excelente maminha, que segue as mesmas directrizes da prima. 

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Marvila
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Restaurantes na Mouraria

Zé dos Cornos

4 /5 estrelas

Jogador feroz no campeonato de tascas lisboetas, o Zé dos Cornos é um restaurante para ir sem preconceitos e sem medo de sujar as mãos. Mesas corridas, bancos de pau, bons pães, queijos e presuntos de entrada, um balcão com um mostrador de petiscos completo e uma ardósia que apresenta os pratos do dia. A família à frente do Zé dos Cornos veio de Ponte de Lima e instalou-se na Mouraria com o vinho da sua terra para instituir uma das grelhas mais clássicas da cidade, tanto na carne – é obrigatório provar o piano – como nos peixes. A acompanhar, o arroz de feijão e a salada sempre fresca e bem temperada.

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Castelo de São Jorge

Zé da Mouraria

4 /5 estrelas

Também conhecido “como aquele sítio na Mouraria que está sempre cheio” e tem um “granda bacalhau assado”, o Zé da Mouraria é o restaurante ideal para quem quer comer muito, pagar pouco e passar uma tarde pós-almoço, à mesa, sem ser enxotado. Nenhuma fotografia faz jus ao tamanho e à beleza da travessa que chega à mesa com a posta alta, as batatas e o grão. Vale a pena também ferrar o dente no entrecosto com arroz de feijão, nos bifinhos ao alhinho ou nos chocos.

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Martim Moniz
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Cantinho do Aziz

4 /5 estrelas

As mesas têm nomes de cidades como Angoche, Nampula ou Nacala, as toalhas de mesa são feitas de capulana e entre as especialidades estão muamba de galinha, caril de caranguejo e chacuti de cabrito. É obrigatório provar as chamuças de carne e pedir o picante (atenção que é realmente picante) para acompanhar.

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Castelo de São Jorge

Arraiais em Lisboa

Santos Populares 2018: 50 arraiais em Lisboa

A curtir todos os santos ajudam, mas nenhum ajuda tanto quanto o Santo António. Durante o mês de Junho (e ainda com alguns resquícios em Julho), o santo mais popular de Lisboa transforma a cidade num imenso arraial enquanto assiste, deliciado, ao sacrifício de milhares de sardinhas. Os grelhadores estão a aquecer, as cervejas estão a arrefecer e nós estamos mortinhos por viver um mês em festa. E queremos que nos faça companhia. Por isso dizemos-lhe tudo o que precisa de saber para aproveitar o melhor das festas mais bonitas da cidade mais linda. Bem populares ou alternativos, a escolha é sua. Mas não perca de vista esta lista dos arraiais em Lisboa – o mais provável é que esteja em constante actualização.

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Por Editores da Time Out Lisboa

Santo António: arraiais alternativos em Lisboa

Se ficar em casa na véspera do feriado está fora de questão, mas dispensa sardinhadas, bailaricos e marchas na noite de Santo António, temos alternativas. Aliás, temos opções para começar a festejar ainda antes da noite de 12 de Junho – e outras para continuar a levantar o copo ao longo do mês. Não há como fugir, em Junho toda a cidade está em festa por isso aproveite estes Santos fora do cânone. Eis os melhores arraiais alternativos. Vale tudo menos ficar em casa. Vamos ao baile? Não diga que não.  

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Por Luís Leal Miranda
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O melhor das Festas de Lisboa 2018

Desocupe a sua agenda porque vai precisar de espaço (e de muita energia) para o que se segue. Junho é provavelmente o mês em que os lisboetas menos dormem (ai arraiais, arraiais) mas é também o mês em que as olheiras são melhor toleradas no local trabalho, portanto comece por descontrair e siga os nossos conselhos até ao fim. As Festas de Lisboa arrancaram oficialmente no dia 1 de Junho e só nos vão deixar descansar lá para o final do mês, com um belo de um concerto de despedida a cargo de Gilberto Gil. Uma das grandes novidades de 2018 foi a inauguração do Lu.Ca, o novo teatro municipal totalmente dedicado à criançada, no renovado Teatro Luís de Camões (Ajuda). A programação contempla uma maratona de exposições, festas, concertos e outras iniciativas dispersas pela cidade.  

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Por Maria Ramos Silva

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