Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Guia essencial para quando a fome aperta

Guia essencial para quando a fome aperta

Encontre os melhores restaurantes e cafés em Lisboa para cada tipo de cozinha e ocasião especial

Rio Maravilha
Fotografia: Arlindo Camacho

Apetecia-lhe algo bom, como naquele anúncio de chocolates? Juntámos os melhores sítios em Lisboa para comer em ocasiões especiais, para satisfazer desejos específicos ou para responder sempre que a gula ataque. Se procura um bom ramen, uns peixinhos da horta estaladiços ou uma das melhores panna cotta, veio dar ao sítio certo. Há sopas, petiscos, pratos típicos portugueses e até os salgadinhos do costume. Só tem de pensar no que é que ia mesmo a calhar, se é mais de peixe ou de carne, de gourmet ou de snacks. E se começar a sentir sede não se preocupe. Também temos sugestões para se refrescar, de cocktails com flores a chá de bolhas, sem esquecer a clássica sangria, claro.

Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Sopas todo o ano

Sopa de cebola
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Sopa de cebola

A sopa de cebola gratinada é uma especialidade francesa (treine o seu francês e o sotaque para dizer, perfeitinho, soupe à l'oignon), perfeita para deixar o estômago aconchegado nos dias mais frios ou para fazer uma refeição rápida e não ficar com fome. É feita com rodelas muito finas de cebola, fritas em manteiga, às quais se junta depois água ou um caldo e farinha para engrossar e resultar numa base cremosa. A cereja no topo da sopa são as fatias de pão torrado, ou os cubinhos de croutons, e o queijo gruyère ou emmental. Vai ao forno assim mesmo, para fazer uma crosta saborosa. Prove-a nestes restaurantes em Lisboa. Recomendado: Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Sopa de tomate alentejana
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Sopa de tomate alentejana

Há poucas coisas tão retintamente alentejanas como umas boas sopas de pão. É o caso da açorda, mas não só: também das sopas de canção, de beldroegas, de tomate com ovos escalfados e outras maravilhas da gastronomia portuguesa. E o melhor é que não precisa de cruzar o Tejo para provar estas iguarias. Em Lisboa, por exemplo, há alentejanos de gema a fazerem sopas de tomate ao nível do melhor que se come no Alentejo, sejam mais tradicionais ou abrilhantadas com garoupa. Nestes três restaurantes comem-se as melhores. Conselho de amigo: vá de barriga vazia, que estas sopas enchem.

Canja de galinha
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Canja de galinha

Há quem diga que é sopa de doente – esqueça esse ultraje. A base é o caldo onde é cozida a carne, ao qual se junta arroz ou massa dependendo da região. Se for bem feita não fica um caldinho insonso e é bem capaz de aconchegar um dia mais frio. Recomendado: O melhor da cozinha tradicional portuguesa em Lisboa

Sopa de peixe
Restaurantes

Sopa de peixe

Uma sopa de peixe bem feita tanto pode ser uma entrada aconchegante como uma refeição bem rica e completa. Quer-se apuradinha e com bastante peixe – é também uma boa maneira de aproveitar todos os bocadinhos de peixe, tantas vezes deixados de lado, e evitar o desperdício nos restaurantes. É uma opção tradicional mas cada cozinheiro pode dar o seu toque. Pode ser mais caldinho ou mais espessa, ter legumes, mais ou menos peixe e até bivalves e camarão. Quando chega à mesa pode sempre acrescentar picante a gosto e molhar o pão.  Recomendado: Os melhores restaurantes para comer peixe em Lisboa

Petiscos

Tábuas de queijos e enchidos
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Tábuas de queijos e enchidos

Faça contas à vida para, ao final da tarde, poder sentar-se sossegado a relembrar a tabuada. Não se alarme se não é amigo de números porque nesta lista fala-se é das tábuas de queijos e enchidos tão carregadinhas que o mais provavél é que já as conheça de cor. Afinal, uma tábua de queijos e enchidos é aquele clássico das patuscadas com amigos que nunca se deve ignorar. O melhor de tudo é que na maioria destes sítios as tábuas ainda não estão pré-definidas, portanto pode juntar o útil ao agradável: conhece um sítio novo e escolhe o que quer, entre queijos e enchidos ou uma mista para provar de tudo. Recomendado: Os melhores sítios para comer e comprar queijo em Lisboa

Bao de caranguejo
Restaurantes

Bao de caranguejo

Estes pães recheados e cozinhados a vapor já são bem conhecidos. Aqui o que importa é o recheio: neste caso um caranguejo de casca mole, onde o nome é mesmo para levar à letra. São crustáceos caracterizados por não terem esqueleto interno, mas sim uma carapaça exterior protectora. Ou seja, as patas e tenazes são estaladiças, quase nem parecem ter casca. Nestes restaurantes asiáticos em Lisboa, são usados como recheio em baos, bem simples ou com uma espécie de tempura à volta. Uma mini sandes que é uma boa opção de entrada. Recomendado: Os melhores sítios para comer marisco em Lisboa

Ovos verdes
Restaurantes

Ovos verdes

Ovos são bons de qualquer maneira. Mexidos, estrelados, escalfados e por aí fora. Mas na hora de inovar, olhe para a receita de um dos petiscos mais lisboetas: os ovos verdes. São feitos com ovo cozido, ao qual é retirada a gema para ser misturada com pão amolecido e salsa picada. Depois são envoltos num polme e são fritos. É aperitivo de tasca, salgadinho básico para matar a fome a qualquer hora do dia ou até uma refeição ligeira para dias em que não apetece muito. Atenção que a receita envolve perícia - primeiro, prove-a nestes três restaurantes em Lisboa, na versão mais clássica ou reinventada.

Chicken wings
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Chicken wings

Todas elas de inspiração asiática, com uma twist doce e picante. Estas asinhas de frango lisboetas são gulosas e levam-no numa viagem que começa no Príncipe Real e só acaba no Penha Longa, em Sintra.

Pica-pau
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Pica-pau

Pedaços pequenos de carne convivem com pickles mergulhados num molho intenso, que pede pão, pão até se ver a base da frigideira.

Peixinhos da horta
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Peixinhos da horta

Um feijão verde envolto numa fritura no ponto é capaz de levar um alfacinha ao céu.

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Pratos típicos portugueses

Cozido à portuguesa
Restaurantes

Cozido à portuguesa

Um cozido à portuguesa por dia, não sabe o bem que lhe fazia – no frio do Inverno ou mesmo sob o calor abrasador do Verão, para os mais aficionados. Em Lisboa, não há dia marcado para se deliciar com este clássico da gastronomia nacional (ainda que uma larga maioria dos restaurantes de cozinha tradicional privilegie as quartas e quintas-feiras para o repasto). De tascas mais acolhedoras a restaurantes mais requintados, pode sentar-se à mesa e esperar por um prato que lhe vai encher a barriga e aquecer o coração. Aqui vão 16 restaurantes para comer cozido à portuguesa todos os dias, de segunda-feira a domingo. Guarde esta lista na porta do frigorífico.  Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Ervilhas com ovos escalfados
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Ervilhas com ovos escalfados

Podemos gostar muito das gastronomias do outro lado do mundo, dos sushis às massas frescas, mas não há nada como a nossa cozinha tradicional portuguesa, especialmente em momentos em que só precisamos de aconchego. Ervilhas com ovos escalfados, petisco rápido e caseirinho, é um prato bem português e bem representativo do nosso receituário. É simples e perfeito para esses dias em que só queremos comida de conforto. Com chouriço, com ovo escalfado de maneira tradicional ou com técnicas mais modernas, apresentações simples ou cuidadas, este prato é boa aposta nestes restaurantes em Lisboa. Recomendado: Os 165 melhores restaurantes em Lisboa

Francesinhas
Restaurantes

Francesinhas

O tema é controverso e não faltam opiniões sobre boas francesinhas em Lisboa, mesmo que haja quem diga que só no Porto é que se come bem este monumento ao colesterol. Mas que as há, há. E bem boas. Já foi eleita umas das melhores sandes do muito, embora seja muito mais do que uma sandes, ora atente nos ingredientes básicos: bife, lombo assado, salsicha, linguiça, fiambre e queijo (muito queijo!). E depois há o molho – para muitos o segredo de uma francesinha está exactamente no molho. Com ou sem ovo, mas sempre em camadas, dizemos-lhe cinco sítios para comer francesinhas em Lisboa. Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Xerém
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Xerém

A receita pode variar consoante a geografia mas nunca se altera de forma dramática, fazendo deste um prato consistente e cremoso. O xerém, ou xarém, habitualmente associado à região algarvia, mas que faz também parte do receituário cabo-verdiano e brasileiro, consiste numa papa de farinha de milho a que são depois acrescentados ingredientes como berbigão, carne de porco, camarão ou amêijoas. Em Lisboa, Alexandre Silva adoptou-o com berbigão no Fogo, onde é feito com caldo de berbigão e de peixe. No Frade, Carlos Afonso trouxe a receita de família e aperfeiçoou-a, juntando-lhe o berbigão e a carne de porco frita. Já na Taberna do Mar, Filipe Rodrigues e Hugo Gouveia apostaram na polenta e é servido com choco, berbigão e cebolo à carta. Escolha a mesa e prepare o palato porque nós damos-lhe os três sítios para comer xerém em Lisboa. Recomendado: Três sítios para comer cachupa

Bacalhau assado
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Bacalhau assado

Quando começamos a enumerar os pratos de cozinha tradicional portuguesa, um dos primeiros que vem à cabeça é, certamente, o bacalhau. Bem sabemos que existem mil e uma formas de o comer: os mais puristas vão para o cozido com todos, mas há o bacalhau à Zé do Pipo, à Gomes de Sá, com natas, com broa, espiritual... Podíamos continuar a ementa mas o bacalhau assado é outro da categoria clássica que não falha. Com batata a murro, bem regadinho com azeite, com ou sem ovo. Interessa é ser uma boa posta, bem demolhada, bem suculenta.  Vá matar saudades de um bom bacalhau ou leve o amigo turista a um destes restaurantes em Lisboa.

Cozido de grão
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Cozido de grão

É uma tachada daquelas que pede algumas horas na mesa e uma boa pinga a acompanhar (nos dias mais quentes, reforce os líquidos)  – não é por acaso que o prato não se encontra facilmente nem todos os dias. É uma das receitas mais tradicionais da culinária de Portugal, preparado com grão-de-bico, diversos legumes e vários tipos de carne e enchidos, que podem variar de região para região. Nestes três restaurantes tradicionais em Lisboa, são servidos ora em panelas de barro ora em tachos grandes, sempre em doses generosas e com um bom caldinho. Reserve já a almoçarada.

Francesinhas
Restaurantes

Francesinhas

O tema é controverso e não faltam opiniões sobre boas francesinhas em Lisboa, mesmo que haja quem diga que só no Porto é que se come bem este monumento ao colesterol. Mas que as há, há. E bem boas. Já foi eleita umas das melhores sandes do muito, embora seja muito mais do que uma sandes, ora atente nos ingredientes básicos: bife, lombo assado, salsicha, linguiça, fiambre e queijo (muito queijo!). E depois há o molho – há quem diga que o segredo de uma francesinha está exactamente no molho. Com ou sem ovo, mas sempre em camadas, dizemos-lhe três sítios para comer francesinhas em Lisboa. Recomendado: Os 149 melhores restaurantes em Lisboa

Açorda de gambas
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Açorda de gambas

O prato parece simples, pobre até, mas só aos olhos menos cautelosos. Os outros sabem que é um consolo. Se o que procura é comida de conforto à boa maneira portuguesa estes são três restaurantes para encontrar açorda de gambas. 

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Massas & Pizzas

Lasanha vegetariana
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Lasanha vegetariana

Lasanha é, indiscutivelmente, comida de conforto. Este prato feito com camadas de massa fresca intercaladas é sempre uma boa opção para jantares entre amigos – e não tem de ser só na versão clássica com carne picada. Nestes restaurantes em Lisboa serve-se lasanha vegetariana: há um dedicado à carne que a inclui para tornar a ementa mais inclusiva, outro verdadeiramente italiano que a faz seguindo as regras sicilianas e noutro servem-na como prato do dia. Sempre a fazer bom uso de vários legumes, para as tornar mais ricas e saborosas. Uma boa maneira de satisfazer o amigo vegetariano, apesar de convencer também qualquer carnívoro mais difícil de conquistar. Recomendado: Os melhores restaurantes vegetarianos em Lisboa

Carbonara
Restaurantes

Carbonara

Um restaurante italiano sem uma boa carbonara é como a Fontana di Trevi sem água, a Capela Sistina sem turistas afogueados ou a Praça de São Pedro sem freiras ansiosas para ver o Papa. Mas desengane-se quem pensa que é fácil encontrar um bom exemplar da receita clássica italiana em Lisboa. Para lhe facilitar o trabalho, reunimos os três melhores sítios para comer carbonara. Mamma mia! Che buono! 

Gnocchi
Restaurantes

Gnocchi

Quando lhe der vontade de um prato de massa vigoroso e reconfortante, considere esta palavrinha: gnocchi. Mostramos-lhe três sítios onde comer esta massa geralmente feita de puré de batata e farinha.

Pizza marinara
Restaurantes

Pizza marinara

Há umas quantas teorias populares que explicam a origem do molho marinara e, portanto, da pizza marinara. Umas dizem que era o prato preparado pelas mulheres dos marinheiros para os receber em terra, outras afirmam que este molho simples e saboroso de tomate e alho foi inventado pelos marinheiro de Nápoles no regresso das Américas e que assim que fez a primeira pizza. Em qualquer dos casos a receita está ligada ao mar como o nome revela desde o início: marinara significa "do marinheiro" em italiano. Por Lisboa, não tarda estamos na época do tomate, a melhor ocasião para comer marinaras nestes três sítios.   

Pizza à fatia
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Pizza à fatia

Com desejos de uma fatia de pizza? Eis os melhores restaurantes italianos em Lisboa com pizza al taglio. 

A verdadeira pizza Margherita
Restaurantes

A verdadeira pizza Margherita

Este básico do cardápio italiano foi criado assim, com as cores da bandeira do país, em 1889, por Rafaelle Esposito, para a rainha Margherita di Savoia. Por ser uma pizza tradicional de Nápoles e haver muitas idênticas, surgiu a Associazione Verace Pizza Napoletana, que divulga regras difíceis mas claras para fazer uma pizza napolitana genuína – neste leque há a Margherita (tomate, azeite, manjericão e mozzarella), a Margherita Extra (que acrescenta tomates cherry frescos) e a Marinara (sem queijo, só com tomate, azeite, orégãos inteiros e alho). Ora, em Portugal a AVPN indica três restaurantes de Lisboa para comer la vera pizza napolitana: os Mercantina, que têm Diogo Coimbra na chefia, o Come Prima e o Forno D’Oro, ambos de Tanka Sapkota. Nestes três sítios deve comê-las assim que saírem do forno – é exigência dos inspectores.

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Os salgadinhos do costume

Croquetes de cozido
Restaurantes

Croquetes de cozido

São carnes, couves, cenouras, o nabo maldito para muitos e aquele caldo reconfortante. Acha isto uma travessa pesada? Pense duas vezes: reunimos três sítios que lhe resumem um cozido à portuguesa a um croquete. Um ou mais.

Rissóis de leitão
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Rissóis de leitão

É apreciador deste petisco mas não sabe onde matar o desejo quando bate a fome?

Pastéis de massa tenra
Restaurantes

Pastéis de massa tenra

Esta não é uma lista para tenrinhos.

Chamuças
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Chamuças

De todos os pastéis que o mundo inventou, nenhum viajou tão bem como a chamuça. Esta especialidade indiana chegou a Portugal através da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora parte do Estado Português da Índia. Em Lisboa, a variedade é grande: não se atreva a aproximar-se dos triângulos amolecidos e oleosos de snack bar (que, bem sabemos, podem safar em alturas de grande larica). Procure pelas boas versões de carne picada (sobretudo de bovino e suíno), vegetarianas, frango e (não encontrámos mas pode ser que tenha mais sorte) aloo. Estas últimas são as chamuças mais tradicionais na Índia, com recheio de batata, ervilhas, cominhos, coentros e assafétida, uma planta muito utilizada não só na culinária indiana, como na afegã, paquistanesa e iraniana. Se encontrar, mande a morada. Recomendado: Como comer picante como um indiano

Peixe & Marisco

Mexilhões
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Mexilhões

A expressão popular diz que quem se lixa é sempre o mexilhão e neste caso é literal: o bivalve acabou sempre no tacho. Há várias maneiras de o comer. Na Bélgica, onde é petisco e refeição tradicional para almoços em família, os mexilhões são cozidos em molho de vinho branco, manteiga e ervas, e acompanham com batatas fritas, mergulhadas no caldo em que os frutos do mar foram preparados. Por cá não damos tanta atenção a esta combinação improvável mexilhão-batata frita, mas há sítios que a homenageiam e arriscam em outros molhos exóticos.  Se for mais purista, marque na agenda a tradição anual da apanha do mexilhão na sexta-feira santa nas praias do concelho de Sintra.

Vieiras
Restaurantes

Vieiras

Este pequeno molusco bivalve – recorrendo ao rigor da coisa – é muito usado em restaurantes de fine dining, pela sua delicadeza e sabor suave, um ingrediente sofisticado de textura tenra. Mas nada tema, apesar desta introdução pomposa, as opções que lhe aqui trazemos são para o comum mortal poder apreciar estas maravilhas vindas do mar. As vieiras estão presentes tanto em entradas como em pratos principais. São servidas ora cozinhadas (gratinadas são uma maravilha), ora cruas – vão bem com tudo e são uma boa opção para partilhar numa petiscada. Recomendado: Os melhores sítios em Lisboa para comer tudo e mais alguma coisa  

Paella
Restaurantes

Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos. 

Lapas
Restaurantes

Lapas

O sabor dos Açores, o sabor da Madeira. Uma experiência riquíssima patrocinada por uma rápida deslocação na grande Lisboa. 

Bruxas
Restaurantes

Bruxas

Com o bom tempo, chegam os petiscos ao fim do dia e as mariscadas com imperial fresquinha.

Caranguejo de casca mole
Restaurantes

Caranguejo de casca mole

Aviso à navegação: não queremos que fique nada no prato. 

Línguas de bacalhau
Restaurantes

Línguas de bacalhau

Assado, com todos e com broa encontra-se com facilidade. Não há bairro em Lisboa onde não se coma bacalhau com alguma decência. O pior é quando nos dá a fome de sermos específicos. É difícil encontrar sítio onde se comam línguas de bacalhau, mas calcorreámos a capital à procura destas miudezas panadas, em arrozinho malandro ou numa massada. Prometemos para breve as caras de bacalhau, quando estivermos recuperados dos quilómetros que percorridos.

Cabeça de peixe
Restaurantes

Cabeça de peixe

Farto de rabos, postas abertas e postas fechadas? Ataque uma bela cabeça de garoupa, acompanhada de grelos e batatas. Leve muita fome ou companhia, porque as doses são para dois.

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Pratos de carne

Bife Wellington
Restaurantes

Bife Wellington

O bife Wellington é um prato difícil de reproduzir em casa. Envolve alguma técnica e conhecimento, perícia e paciência na cozinha. O ponto de cozedura da carne é difícil de afinar, não pode ficar muito seca mas sim suculenta, meio rosadinha, e depois há o invólucro feito de massa folhada. Há camadas e mais camadas de ingredientes para tudo resultar na perfeição. Talvez por isso não existam muitos restaurantes em Lisboa que tenham este bife nas cartas. Felizmente, os poucos que têm fazem jus à receita original. Faça de jurado e tire a prova dos nove nestes três restaurantes em Lisboa. Recomendado: Os melhores restaurantes para comer carne maturada em Lisboa

Tomahawk
Restaurantes

Tomahawk

A cidade está cheia de bons restaurantes para dar uso à faca de serrilha e ao dente, onde pode provar bons nacos de carne, dos cortes mais simples aos mais elaborados. O tomahawk é um corte de carne marmoreado, um efeito provocado pela gordura, servido com um osso que pode chegar até aos 30 centímetros – o que significa que além de ser impressionante, pode precisar de chamar reforços para atacar esta carninha maturada. Seja fã da carne mal passada, ainda em sangue, ou mais tostada e bem passada, nestes restaurantes em Lisboa vai sair sempre feliz.  Recomendado: Os melhores restaurantes de carne em Lisboa

Picanha
Restaurantes

Picanha

Fina e com uma fita de gordura luzidia e saborosa, a picanha está bem é numa grelha competente e num prato rodeada de batatas fritas, feijão preto, e uma verdura.

Carne maturada
Restaurantes

Carne maturada

“Carne maturada é carne desidratada em ambiente controlado. A temperatura e a humidade são factores essenciais. A primeira não deve ultrapassar os dois ou três graus, enquanto a humidade deve ser zero”, explica Luís Miguel Barradas, director I&D do Sea Me Group. Assim sendo, através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. As várias carnes podem ser maturadas por períodos que podem ir dos 15 dias aos quatro meses. “Podemos maturar qualquer parte da vaca, mas o acém, por exemplo, é mais fácil de maturar e mais saboroso do que a vazia porque tem mais gordura. Já o lombo só faz sentido maturar se tiver muita gordura à volta”, remata. Vai daí, reunimos os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa. Ora atente.

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Pratos latino-americanos

Escondidinho de carne seca
Restaurantes

Escondidinho de carne seca

É o equivalente da gastronomia brasileira para o nosso empadão português. O escondidinho é um clássico do nordeste do Brasil mas já há bons exemplares no nosso país. Ao invés do puré de batata com que é feito o empadão, este escondidinho é feito com puré de mandioca, ao qual é acrescentado queijo, que tanto pode ser um requeijão como o catupiry, a conferir um sabor mais intenso e saboroso. É recheado depois ora com carne seca ao sol e desfiada, ora com camarão e nestes três restaurantes brasileiros em Lisboa, cada um tem a sua apresentação e toques especiais a dar um ou outro sabor diferente. Prove, brinde com uma caipirinha e acabe com um brigadeiro de panela. Recomendado: Os melhores sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Feijoada à brasileira
Restaurantes

Feijoada à brasileira

Grandes apreciadores da nossa feijoada à transmontana poderão torcer o nariz e afirmar que o que é nacional é que é bom. Não dizemos o contrário, mas volta e meia o aconchego pode variar. A feijoada à brasileira é uma boa opção para essas alturas, ajustada com ingredientes do país. É feita com um guisado com feijões-pretos com carne, vaca e porco, e acompanhada com farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada. Em restaurantes que se dedicam a mostrar o melhor da gastronomia brasileira ou noutros que aos fins-de-semana celebram este prato, estes são os melhores sítios para comer feijoada à brasileira. Aproveite e tire o pé do chão, com uns ritmos de samba ou forró. Recomendado: Os melhores sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Ceviches
Restaurantes

Ceviches

É fresco, baixo em calorias, exótico e sabe bem. O Verão pede ceviches – esse prato ícone da gastronomia peruana – por isso, andámos atrás dos melhores ceviches em Lisboa e dizemos-lhe onde os provar. E temos cá de tudo, dos mais simples aos mais complexos: há ceviches de peixe branco do dia, de salmão, de carapau, de manga, de polvo, de camarão da nossa costa, veja lá. Se não sabe do que se trata, não preciso de viajar até ao Peru para provar uma das melhores iguarias nacionais. Lisboa tomou-lhe o gosto e assumiu-a como sua. Recomendado: Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

Tapioca
Restaurantes

Tapioca

A tapioca, com origens no nordeste brasileiro, atravessou o Atlântico e conquistou os lisboetas. Os crepes com farinha de mandioca são uma das tendências da comida saudável que primeiro se estranha, mas depois se entranha. Não têm glúten, gordura, açúcar ou lactose e o cheiro da goma é meio azedo, com o crepe a ter uma textura rugosa – o sabor da farinha sobrepõe-se facilmente ao do recheio se não for bem temperado. Mas o limite dos recheios é a imaginação e tanto podem ser doces como salgados, mais simples ou mais complexos. Há versões mais tradicionais, da região de Olinda, com queijo coalho como ingrediente-base, ou outras modernas, mais ou menos fit.

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Ásia num prato

Ramen
Restaurantes

Ramen

O dicionário priberam ainda não a reconhece mas, em Lisboa, a palavra já se intrometeu no vernáculo. E ainda bem. Cura para constipações, aconchego em dias frios, complemento em dias quentes, comida de conforto, o ramen ganhou espaço na gastronomia e há cada vez mais sítios que o fazem – e bem feito – pela cidade. Alicerçado num caldo consistente, feito com carne de porco, vaca ou peixe, ao qual se juntam vegetais, ovos, legumes e claro, os noodles, o prato de consumo fácil mas de preparação complexa parece ter conquistado o coração e estômago dos alfacinhas. A lista que se segue mostra-lhe quais os melhores sítios para o comer em Lisboa.  Recomendado: Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

Dosas
Restaurantes

Dosas

Parecem crepes, mas as dosas têm mais história. São crepes típicos da região do Sul da Índia, feitos com farinha de arroz e lentilhas pretas. Na Índia são o pequeno-almoço mais habitual e comem-se à mão, sem grandes pudores, em versões simples, apenas com manteiga ghee, ou com diferentes recheios e chutneys a acompanhar. Os recheios mais habituais são o masala, uma pasta de batata e mostarda, com frango ou queijo cottage indiano. Nestes restaurantes em Lisboa encontra todas as tradicionais e ainda mais versões, como a de espinafres ou a de pato com caril servida com a dosa servida em cone. Provavelmente não vai tornar as dosas o seu pequeno-almoço habitual mas é um bom prato para um almoço rápido e leve. Recomendado: Os restaurantes indianos mais picantes da cidade

Naan
Restaurantes

Naan

O pão naan tem uma receita à base de trigo e tanto pode servir de acompanhamento a qualquer refeição, como de entrada. É assado no forno indiano tandoor e sai sempre redondo e achatado, ligeiramente chamuscado, a dar um sabor mais fumado. Pode ser comido numa versão simples (e usado até como talheres para pratos como os caris), ou então uma entrada completa. Existem opções só com manteiga, com queijo ou com queijo e alho, mas há restaurantes que fazem do naan quase uma refeição, cobrindo-o com carne de cabrito picada, com cogumelos ou em versão doce, para a sobremesa, com coco ralado. Descubra aqui três sítios para comer um bom pão naan. Recomendado: Os melhores restaurantes indianos em Lisboa

Pho
Restaurantes

Pho

Não vamos confundir pho, a sopa de massa de arroz mais célebre do Vietname, com o ramen. O pho – há dúvidas acerca da melhor maneira de o dizer, nós vamos para algo como fô – é um caldo complexo, com muitas receitas diferentes, mas que numa versão mais clássico leva cerca de 24 ingredientes. A taça vem com massa de arroz, mergulhada num caldo de carne claro, sempre a fumegar, com pedaços finos e crus de carne de bovino. Há outras variações, feitas com almôndegas, tripas ou frango. É um prato que tem uma boa dose de DIY quando chega até si, com os ingredientes frescos como a malagueta, o manjericão, os rebentos de soja e a lima a sere, colocados no momento e na dose que considerar mais adequada para si.

Okonomiyaki
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Okonomiyaki

Okonomiyaki é um tipo de panqueca japonesa, redonda e alta, com vários ingredientes. À primeira vista até pode parecer uma omelete bem recheada. Ou um prato com muitas coisas lá para cima que não inspira grande confiança. Mas não se ponha com esquisitices: isto é daquelas coisas que primeiro se estranha e depois se entranha. Uma das coisas que pode causar mais estranheza é, precisamente as lascas de atum-bonito que cobrem a panqueca – bonito é uma conserva seca que chega ao prato ainda em movimento. A panqueca em si pode levar legumes, camarão, queijo, calamares, couve. Descubra o prato (e descubra se é amor ou ódio) nestes três restaurantes em Lisboa. 

Spring rolls
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Spring rolls

É um salgadinho asiático que entretanto já foi adoptado por todo o mundo. Estes spring rolls têm uma massa que parece a de um crepe, bem fininho, e a forma é a de um rolo (os spring rolls vietnamitas, por sua vez, são enrolados em massa de arroz). O recheio destes rolinhos primavera pode ser vegetariano ou com carne salteada no wok com legumes.  Prove a especialidade num destes três restaurantes em Lisboa. Recomendado: Nestes restaurantes pan-asiáticos em Lisboa cabe a Ásia toda

Pato à Pequim
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Pato à Pequim

Antes de chegar à mesa, o pato à Pequim passa por uma data de processos rigorosos, não googláveis por mentes sensíveis. (Não continue a ler se estiver nesse lote: não somos de meias medidas e contamos-lhe tudo). Com uma ou outra alteração à receita, ao nível dos recheios, a regra é mais ou menos esta: depois de depenado, é feito um corte debaixo da asa para não destruir a aparência redonda e bonita do pato, limpam-se as vísceras e durante cerca de oito horas é soprado com ventoínhas para ficar seco e manter essa forma. Depois é lacado com uma calda de açúcar ou de mel, novamente seco para a calda ficar estabelecida, recheado com legumes e especiarias, que ficam a marinar outras oito horas e só depois vai ao forno. Quando chega à mesa, é só enrolar no crepe, com alho francês, pepino e molho a gosto.

Pad thai
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Pad thai

Na Tailândia, praticamente todas as ruas das grandes cidades têm uma chapa com massa de arroz a crepitar num wok. Parece não ter grande ciência, mas tem: é-lhe sempre acrescentado o ovo, que fica praticamente colado à frigideira até se envolver com os noodles, os legumes, o frango ou o marisco. O amendoim dá a textura final crocante e as gotas de lima o tempero mais cítrico. Nestes três sítios, a receita é cumprida à risca. Siga viagem pelos sabores tailandeses.

Caril verde
Restaurantes

Caril verde

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E um pouco por todo o mundo

Cachupa
Restaurantes

Cachupa

Iguaria gulosa e de prato cheio, a cachupa é um prato típico da gastronomia cabo-verdiana. Não há uma receita única e o mais provável é, em cada restaurante, descobrir uma maneira diferente de o cozinhar – é assim também nas ilhas. Leva sempre vários tipos de feijões e milho e, consoante a proteína, distingue-se entre cachupa rica, feita com diversos tipos de carne, ou pobre, feita com peixe. Há também versões fritas, guisadas ou refogadas. Seja qual for o tachinho, é certo que ficará aconchegado para o resto do dia. Prove-o num destes três restaurantes em Lisboa e se for de picantes, não se faça rogado e peça-o como extra, para condimentar ainda mais o prato. Recomendado: A melhor comida de tacho em Lisboa

Caril
Restaurantes

Caril

São caldinhos cremosos e espessos ou mais leves, podem ser mais ou menos picantes, mas sempre bem condimentados e intensos. Um bom prato de caril pode ter o poder de nos aquecer a alma e apimentar o dia. E em Lisboa já há muitas variedades por onde escolher: há propostas tailandesas, como o caril verde, um dos mais picantes desta lista; o indonésio, menos doce, o vermelho, feito com malaguetas vermelhas frescas. Depois há também o vindaloo ou um da região de Telengana, uma das mais picantes da Índia. Preste atenção ao símbolo de picante e tenha sempre uma bebida por perto quando for prover um destes pratos de caril em Lisboa. Recomendado: Nestes restaurantes pan-asiáticos em Lisboa cabe a Ásia toda

Xacuti de cabrito
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Xacuti de cabrito

O xacuti é um prato indo-português que pode ser cozinhado tanto com carne (cabrito, como é o caso deste exemplar que lhe trazemos, mas também frango ou bovino) como com peixe. Uma coisa têm sempre em comum: a grande variedade de especiarias com que é cozinhado. Estamos a falar de coco, açafrão, cominhos, cravinho, gengibre, pimentão, canela, miolo de amêndoa, alho, pimenta preta, malaguetas, coentros, mostarda em grão, entre outros. O resultado final é sempre um molho espesso, de cor castanha, e ao contrário dos pratos indianos não é picante (pode sempre acrescentar umas gotinhas mágicas). É servido com arroz.

Lasanha
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Lasanha

Um tabuleiro carregadinho de lascas de massa fresca intercaladas com molho de tomate, muito queijo, e carne picada é o expoente máximo da comfort food. Se há povo que sabe falar de comida de conforto é precisamente o italiano, com os seus pratos de massa e pizzas com mais ou menos gordura mas muito queijo, sempre prontos a tratar de nos levantar o espírito em dias mais cinzentos. A lasanha é o prato escolhido, muitas vezes, para almoçaradas em família (daquelas muito barulhentas, sempre bem regadas). Nestes três restaurantes em Lisboa há as versões mais tradicionais do prato, com os ingredientes autênticos.

Falafel
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Falafel

Se não resiste a um salgadinho e já sabe de cor o roteiro para comer os melhores croquetes, os melhores rissóis ou as melhores chamuças da cidade, chegou a hora de se atirar aos mais dignos exemplares de falafel, os croquetes de grão fritos típicos do Médio Oriente. Bem condimentados, sozinhos ou acompanhados de pão pita, húmus, tahine e salada de tomate, pepino e cebola, são o sonho de qualquer vegetariano, mas não só: os carnívoros também são muito bem-vindos nestes três restaurantes do mundo em Lisboa: Muito Bey, Ink Farm Food e Mezze.

Paella
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Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos.

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Snacks e acompanhamentos

Halloumi
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Halloumi

O queijo halloumi é um queijo tradicional cipriota, muito utilizado também na Grécia e no Médio Oriente. É produzido, porém, em todo o mundo e é habitual encontrá-lo em saladas frescas ou tostas, numa versão grelhada, mas também frito, estilo croquetes de halloumi. É feito de uma mistura de leite de cabra e de ovelha e tem um sabor muito característico: é salgado e tem uma consistência densa, firme. Prove-o nestes restaurantes em Lisboa e descubra diferentes maneiras de comer halloumi, da entrada apimentada com jalapeño ao stick frito. Recomendado: Os melhores sítios para comer tábuas de queijos e enchidos em Lisboa

Empadas de pato
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Empadas de pato

Quem nunca encheu a barriga com um bom arroz de pato não sabe o que é ser feliz à mesa. E quem fala de arroz, o mais comum, diga-se, facilmente chega ao magret de pato, ao pato confitado, ao pato à Pequim ou, ao menos consensual mas ainda assim apreciado, foie gras de pato. Quase que se pode dizer que o pato tem mil caras e outras mil formas de ser apresentado entre faca e garfo, mas no que toca a comer com as mãos há que tirar o chapéu às empadas desta ave. De massa tenrinha, estaladiças por cima e com pedaços generosos de pato desfiado – é assim que se querem, e é assim que as temos.  Recomendado: Os melhores restaurantes de petiscos em Lisboa

Lobster roll
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Lobster roll

Não é bem uma mariscada, mas as sanduíches de lavagante, as lobster roll (importadas dos americanos, que trataram de enfiar lavagante dentro de duas fatias de pão pela primeira vez) são uma alternativa económica, quase fast food, para ter um gostinho a mar e a marisco. São servidas em pão brioche, ao estilo cachorro quente, e deve ser fofo. Depois o recheio tanto pode ser com o lavagante com maionese, para uma sandes fria, ou com manteiga, para uma versão quente. Com um ou outro extra, em versões mais acessíveis e outras de topo, nestes três sítios em Lisboa há bons lobster roll. Recomendado: As melhores mariscadas em Lisboa

Pregos
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Pregos

Reza a lenda que o prego foi inventado na Praia das Maçãs por um tal de Manuel Dias Prego, que em 1800 e troca o passo teve a ideia peregrina de enfiar um bife de vaca entre duas fatias de pão. E a tradição mantém-se viva até aos dias de hoje. Seja nas melhores cervejarias, em tascos pacatos e sem pretensões ou até em restaurantes com a assinatura de grandes chefes, há muitos e bons pregos onde enfiar o dente em Lisboa. Estes são os melhores, sejam eles clássicos ou interpretações modernas do pitéu. Recomendado: Os melhores hambúrgueres em Lisboa

Guacamole
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Guacamole

Abacate, sumo de lima, tomate, cebola e coentros. A base do guacamole é simples, só tem ingredientes que se encontram ao virar da esquina – se bem que encontrar abacates dos bons pode não ser tarefa fácil. Ainda assim há um certo equilíbrio de sabores que convém acertar para fazer um bom guacamole. É uma entrada rápida, fresca e boa tanto para jantares em casa como nos restaurantes mexicanos em Lisboa, antes de se atirar aos pratos principais, por norma picantes. Também pode ir intervalando tacos e burritos com uma tortilha mergulhada em guacamole. É só escolher onde ir. Recomendado: Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

Hummus
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Hummus

Esta pasta com raízes árabes é feita com grão-de-bico cozido e esmagado, tal qual puré, tahini (pasta de sésamo), umas gotinhas de limão e uns pozinhos de sal. É esta a receita-base, personalizável com um ou outro condimento para mais substância, mas consumida em grandes quantidades como dip para legumes, para sandes típicas em pão pita ou como refeição, complementada com outras iguarias típicas, como os falafel. Nestes três restaurantes em Lisboa, encontra diferentes variedades do hummus, do mais simples àquele com tiras de abacate, com carne picada, beterraba ou pimentos. Recomendado: Os melhores restaurantes libaneses em Lisboa

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Para quando apetece algo leve e fresco

Salada de rosbife
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Salada de rosbife

As temperatuas subiram e todos os que têm adiado a dieta entraram em pânico: "O quê? Verão? Já?" Se está na hora de aderir às saladas, não seja radical e mantenha a proteína. Pelo menos por mais uns tempos. Estes são os três melhores sítios para comer salada de rosbife. 

Salada caprese
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Salada caprese

O Come Prima, o La Finestra e o Il Matriciano são três dos melhores restaurantes italianos em Lisboa e na hora de fazerem as suas saladas caprese, não poupam na matéria-prima: a mozarela é de luxo, o tomate e o mangericão são bem frescos. Um belo refresco de Verão. 

Salada de polvo
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Salada de polvo

É uma entrada típica portuguesa em cervejarias, marisqueiras, restaurantes tradicionais... e não só. É petisco caseiro sempre que sobram uns tentáculos de polvo dos mais nobres pratos ora de polvo à lagareiro, ora de arroz de polvo. A salada de polvo fria deve ter os tentáculos do molusco cortados todos mais ou menos do mesmo tamanho, azeite e vinagre que baste, e coentros misturados. Sendo tenrinha e fresca, esta salada, a par de outras frias como a de ovas, é perfeita para começar um final de tarde ou noite antes de uma mariscada daquelas. Atire-se a estas três. Recomendado: As melhores cervejarias em Lisboa

Carpaccio
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Carpaccio

Fomos à procura dos restaurantes onde comer carpaccio, o prato criado para uma condessa italiana que nos anos 50 ficou anémica e precisou de arranjar uma forma de comer carne discretamente. Viva a condessa. E viva o carpaccio. 

Sobremesas gulosas

Quindim
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Quindim

Mayra Andrade entoa: "Crescer é saber e amar/ certeza sem fim/ quem me vai dizer se o meu amor/ é jindungo ou quindim", na canção Reserva pra dois, com Branko. Se o seu amor é quindim, a vida pode ficar bem docinha no final da refeição nestes três restaurantes em Lisboa. O doce brasileiro que tem como ingredientes principais a gema de ovo, açúcar e coco ralado, é uma bomba de açúcar que lhe vai dar o boost necessário para dias mais difíceis. Em versões mais tradicionais ou com acompanhamentos diferentes, nestes sítios não sai defraudado. Recomendado: Os melhores sítios para comer comida brasileira em Lisboa

Tarteletes
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Tarteletes

Base crocante, recheios cremosos e toppings variados. As tarteletes, tartes em tamanho individual, existem em versões salgadas e doces. Aqui dedicamo-nos às doces: são pequenas alegrias para o estômago, delicadas e gulosas, obra de especialistas em pastelaria fina. São trabalhadas como obras de arte, são sempre perfeitinhas. A versão mais tradicional tem uma base de bolacha e ao creme do recheio juntam fruta ou compota. Nesta lista encontrará um bocadinho de tudo, das cobertas com frutas frescas da época cuidadosamente alinhadas às merengadas, passando pelas bases diferentes, como a de oreo. Nestas três pastelarias em Lisboa encontra exemplares para lanches gulosos. Recomendado: Os melhores doces em Lisboa

Gelados vegan
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Gelados vegan

A cidade está mais atenta ao mundo vegetal, com menos preconceitos e cada vez mais curiosidade. A prova disso é a quantidade de restaurantes inteiramente vegan que têm aparecido na cidade nos últimos anos. Felizmente, é cada vez mais fácil deixar de lado os produtos de origem animal, se assim o quiser, claro está. E nem as sobremesas são excepção, para um fim de refeição guloso ou apenas para um pausa doce. Estes gelados vegan convencem até o foodie mais céptico. Não precisa de seguir este estilo de vida para provar e adorar. São os sítios para comer gelados vegan em Lisboa. Recomendado: Seis brunches vegan em Lisboa que tem de conhecer

Cannoli
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Cannoli

A cereja está para o topo do bolo como o cannoli está para o fim de uma refeição italiana. Esta sobremesa tradicional da Sicília é perfeita para quem gosta de comer coisas crocantes: é feita com uma massa doce frita em formato de tubinho e recheada tradicionalmente com um creme de ricota. Pode ter variações nos recheios, é certo, mas os sítios que lhe indicamos aqui seguem o caminho da tradição. Tome nota e reserve espaço para a sobremesa. Enfim, é ver a dieta por um canudo – e olhe que se vê muito bem.  Recomendado: Os melhores sítios para comer carbonara em Lisboa

Mochis
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Mochis

Os mochis são pequenos bolos da pastelaria japonesa, feitos com arroz glutinoso moído em pasta e depois moldado tipicamente numa colorida bolinha (ou da maneira que a imaginação e criatividade permitir), que pode ser mini ou em formato XL. São depois recheados e nestas versões que aqui lhe apresentamos o interior é gelado e fresco: há de fruta exótica, chá verde matcha, pasta de sésamo para uma versão mais tradicional ou até de cheesecake. É uma sobremesa simples para terminar uma refeição japonesa de sushi, noodles ou depois de embarcar numa viagem pela Ásia toda à mesa.

Mousse de chocolate
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Mousse de chocolate

É a sobremesa caseira mais segura em todas as festas de aniversário e jantares de família ou amigos. Mas fora de casa, a coisa pode complicar-se. Antes de mais nada porque é facilmente comparável com a da avó, da mãe ou da tia, depois porque os níveis de cacau do chocolate variam facilmente e há quem goste dela mais intensa ou mais cremosa e consistente, outros preferem chocolate com menos percentagem de cacau ou com cheirinho. Nestes três restaurantes em Lisboa, a mousse de chocolate é servida como deve ser. Perfeita para um final de refeição guloso.

Brownies
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Brownies

Há parâmetros que todas as receitas de brownies devem cumprir. São feitos em tabuleiro, servidos em quadrados e devem ser húmidos, densos e macios mas sempre com muito chocolate (se não for team chocolate, opte pelo blondie, uma versão do brownie com baunilha). A receita original é americana e pode ter nozes na massa, para acrescentar uma textura crocante, e ser servido com uma bola de gelado. Nestes três sítios em Lisboa, encontra desde o mais tradicional à versão recheada ou em pote, para comer à colher. Há também uma versão com cookie dough no topo para aumentar a gulodice e outra com uns pozinhos de chá verde japonês matcha.  Recomendado: As melhores chocolatarias em Lisboa

Baklava
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Baklava

Gregos, turcos e gentes do Médio Oriente reclamam o doce como seu mas na verdade a origem é controversa e não está muito bem documentada. O que interessa é que muitos foram os que pegaram na receita e a foram adaptando (há até versões salgadas) mas a base é sempre a mesma: massa filo, feita folha a folha. Este pastel doce é recheado com uma pasta de nozes trituradas e várias especiarias, tudo mergulhado numa calda de açúcar ou mel. Acresce os pistácios em alguns casos ou outros frutos secos. Coma baklava, em rolinho ou cortada em fatias ou quadrados, nestes três restaurantes de gastronomias bem diferentes em Lisboa.

Mil-folhas
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Mil-folhas

Mil-folhas há muitos, mas como estes nem por isso. São feitos ao melhor estilo francês, com diferentes camadas trabalhadas com todo o cuidado. São gulosos, bem recheados e com a massa no ponto, estaladiça q.b.. Seja de baunilha, frutos vermelhos, limão ou chocolate, nestes três sítios que lhe sugerimos um mil-folhas nunca desilude e compõe qualquer lanche (ou pequeno-almoço se é daqueles que precisa de uma boa dose de acúçar para arrancar o dia). Prepare-se é para sujar as mãos, mas o é que isso comparado com o bem que sabe? 

Cannoli
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Cannoli

A cereja está para o topo do bolo como o cannoli está para o fim de uma refeição italiana. Esta sobremesa tradicional da Sicília é perfeita para quem gosta de comer coisas crocantes: é feita com uma massa doce frita em formato de tubinho e recheada tradicionalmente com um creme de ricota. Pode ter variações nos recheios, é certo, mas os sítios que lhe indicamos aqui seguem o caminho da tradição. Tome nota e reserve espaço para a sobremesa. Enfim, é ver a dieta por um canudo – e olhe que se vê muito bem.

Pain au chocolat
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Pain au chocolat

Por mais que sejamos grandes defensores da nossa boa pastelaria e doçaria conventual portuguesa, a verdade é que não dispensamos um bom croissant francês para pequenos-almoços ou lanches, em versões salgadas ou doces. O pain au chocolat, conhecido em Portugal como napolitana, é um tipo de massa folhada doce, em forma quadrada, com um (ou mais) pedaços de chocolate negro no centro. Pode, e deve, ser comido a qualquer hora do dia, frio ou, pedindo com jeitinho, aquecido ligeiramente para derreter o chocolate do recheio. Faça já o roteiro para os lanches de Natal e descubra onde comer pain au chocolat nestes cafés ou pastelarias em Lisboa.

Pavlova
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Pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios.

Gelados de rolinho
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Gelados de rolinho

Na Tailândia o mais provável é encontrar um carrinho no meio da rua com uma placa de metal gelada, improvisada, para fazer estes gelados de rolinho. Em Lisboa a tendência pegou (já se sabe que adoramos coisas importadas do outro lado do mundo, como o chá de bolhas) e começou a haver quem se dedicasse a esta arte. Sim, porque de certeza que vai ficar vidrado no processo, que é quase sempre o mesmo: em cima de uma chapa, a cerca de uns 20 graus negativos, coloca-se a base, que pode ser fruta fresca ou bolachas, leite e açúcar e mistura-se tudo. O gelado é depois alisado e, por fim, enrolado com uma espátula. Os rolinhos são depois postos em copos de gelado e, muitas vezes, cobertos com toppings à escolha.  Descubra estes gelados nestes três sítios em Lisboa. Recomendado: Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Panquecas salgadas
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Panquecas salgadas

Nunca se diz não a uma torre de panquecas, especialmente se forem altas e fofas. Mas há sempre algum amigo que não alinha nesta história do brunch enquanto refeição séria, portanto  arranjamos-lhe umas panquecas que na verdade são um bom petisco salgado e de deixar água na bora. Ora, as panquecas por norma são docinhas, tudo certo. Mas estas que lhe sugerimos aqui são salgadas e não é só mais uma invenção esquisita: são como mandam a regra (isto é, altas e fofas), mas têm tiras de bacon e ovo estrelado em cima. Há uma que é, até, uma francesinha. Nem por isso menos light, portanto tome cuidado quando for comer panquecas salgadas a um destes sítios em Lisboa. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

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Para o pequeno-almoço

Panquecas
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Panquecas

Acha que a sua receita de panquecas é a melhor do mundo? Dê folga à frigideira lá de casa, rume a um destes cafés especialistas em pequenos-almoços e brunches e fique a conhecer boas panquecas, redondas, fofas, leves ou densas, mais altas ou mais baixas, das doces e carregadinhas de chocolate às novas versões fit, feitas com aveia e com muita fruta. Para um grande pequeno-almoço (olá brunch), um almoço diferente (que estas torres de panquecas são bom alimento para o resto do dia e existem até em versões salgadas) ou um lanche como deve ser.  Recomendado: Os melhores cafés em Lisboa

Pão de deus
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Pão de deus

Com ou sem recheio (os mais puristas arrepiam-se com a simples ideia de lhe juntar queijo e/ou fiambre), há pães de deus em tudo o que é pastelaria tradicional da cidade. Mas se é os melhores que procura, veio dar ao sítio certo. Estes são os três melhores sítios para comer pão de deus em Lisboa. 

Tapioca
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Tapioca

Se está determinado a ser mais saudável, troque o pão e as panquecas por tapioca. Com recheios salgados ou doces, estes crepes de farinha de mandioca, sem glúten, estão a fazer sucesso em Lisboa. Saiba onde.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Croissant francês
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Croissant francês

Croissants há muitos: brioches, recheados, açucarados, mistos ou em miniatura. Mas nada bate os franceses – excepto Portugal, na final do Euro 2016. Já provámos os melhores croissants em Lisboa, e agora fomos atrás dos folhados, a crème de la crème daquela que é a estrela dos nossos pequenos-almoços. Estes são os melhores sítios para comer croissant francês em Lisboa.

Bolos e doces típicos portugueses

Jesuítas
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Jesuítas

Quando, no século XVIII, o Marquês de Pombal tentou expulsar os jesuítas, não podia adivinhar que eles um dia viriam a ser adorados. Não como ordem religiosa, é claro, mas como deliciosos bolos triangulares folhados e recheados com doce de ovo. Não há uma origem consensual, mas uma das versões da história diz que terá sido um pastelario espanhol, a trabalhar na altura numa confeitaria em Santo Tirso, que baptizou o pastel. Pode ter variantes consoante a zona do país em que é feito e nesta lista, só com pastelarias em Lisboa, também vai encontrar exemplares muito diferentes uns dos outros. Se é fã de doçaria portuguesa tradicional, rume a estas três pastelarias em Lisboa para comer jesuítas. Recomendado: Os melhores doces em Lisboa

Bolas de Berlim
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Bolas de Berlim

Pode saber melhor quando está estendido no areal, mas se as férias tardam ou já foram, pode prolongar essa essa sensação e aumentar os níveis de açúcar no sangue de outra maneira. A verdade é que já não é preciso estar na praia à espera de ouvir a cantiga das bolas de Berlim, apregoada aos sete ventos pelos vendedores vestidos de branco e com arcas às costas. Aqui há bolas de Berlim o ano todo e até pode pedir para irem ter consigo, ao local de trabalho ou à casa das férias. Sem creme, com o tradicional creme de ovo amarelinho ou outros exemplares mais alternativos e bastante coloridos.  Recomendado: As melhores pastelarias com fabrico próprio em Lisboa

Pudim Abade de Priscos
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Pudim Abade de Priscos

Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

Alfajores
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Alfajores

São típicos de países ibero-americanos mas a o nome lembra o árabe al hasu, que é como quem diz recheado. No meio de duas bolachinhas pequenas e inocentes vem doce de leite. Repita isto as vezes que quiser.

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E o que se bebe aqui?

Milkshakes
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Milkshakes

É preciso estar com apetite para conseguir beber um milkshake. Na verdade para o comer, tal a imensidão de toppings que costumam ter. O milkshake à séria vem num copo alto, com a mistura do leite com gelado ou fruta lá dentro e uma cobertura que depende da criatividade e gulodice de quem o fizer: pode ter chantilly em exagero, cremes de chocolate ou manteiga de amendoim, fruta fresca laminada ou outras guloseimas, dos simples sprinkles às gomas ursinho. É doce, muito doce, escandaloso. É, por si só, uma refeição, mas se for dos corajosos (ou quiser simplesmente fazer uma refeição hipercalórica para compensar aquele dia mau no escritório), acompanhe-o com um bom hambúrguer e viva o sonho americano. Eis três sítios onde pode beber milkshakes em Lisboa. Recomendado: Os melhores pratos em Lisboa para usar a hashtag #foodporn

Chocolate quente
Restaurantes

Chocolate quente

Cremoso, com ou sem chantilly por cima, quente e bem docinho. O frio chegou e é a altura certa para aquecer as mãos numa chávena de chocolate a fumegar e colocar a gulodice em dia. Escolha um destes três sítios para beber chocolate quente com a certeza que são bons. Recomendado: As melhores esplanadas para fingir que é Verão

Horchata
Restaurantes

Horchata

Para fazer o pleno num restaurante mexicano, o mais provável é pedir uma margarita ou, se for mais corajoso, arriscar num shot de tequila ou de mezcal (dizem os mexicanos legítimos que esta bebida fumada não provoca ressacas complicadas no dia seguinte), mas tanto chili e malaguetas boas vão pedir muita bebida. A nossa sugestão é que intercale tacos, ceviches ou tostadas com os ditos cocktails mas também com esta água fresca de horchata, feita à base de leite de arroz ou de chufa valenciana, com um travo a canela. Com mais ou menos canela, mas sempre fresca e sem ser muito doce, é uma boa opção para refrescar. Recomendado: Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

Cocktails clássicos reinventados
Bares

Cocktails clássicos reinventados

Clássico não é uma receita, é uma forma de estar. Lisboa tem um lado vintage que ainda passa ao lado de muitos, e nem sempre esse vintage tem de ser antigo, pode sempre ser um clássico com um twist. Foi disso mesmo que fomos à procura porque nem os bares ficam de fora. Damos-lhe três sugestões de clássicos reinventados em bares modernos da cidade. Tem desde uma reinterpretação do whisky sour a uma versão renovada do vodka Martini, ou até um whisky Cardhu com málico e bacon (sim, leu bem). Tudo isto bem apresentado com aquele aspecto a pedir uma foto para o Instagram.

Cocktails com flores
Bares

Cocktails com flores

O simbolismo das flores é praticamente infinito. São perfume, são presente, são decoração. O que é certo é que nestes cocktails que aqui sugerimos as flores não são apenas meros adereços, tornando-os mais frescos e bonitos, vá. Ou seja, em nenhum destes casos as flores são chamadas por mero acaso. Paulo Gomes no Red Frog, Fernão Magalhães no Pesca e Constança Cordeiro na Toca da Raposa são a prova de tudo isto. Sabem o que fazem, tal como não fazem nada por acaso. Mas o melhor é conversarmos menos e bebermos mais.  Recomendando: Sete cocktails para beber este Verão  

Chá de bolhas
Restaurantes

Chá de bolhas

O chá de bolhas é uma invenção que já vem de 1980, altura em que apareceu pela primeira vez em Taiwan. Existem imensas variedades disponíveis, dos chás de fruta aos chás de leite, servidos gelados ou quentes, com pequenas bolhas feitas de tapioca, com uma textura tipo goma, que são depois sugadas com palhinhas largas. A receita original asiática é precisamente um chá de leite, menos doce e feita com leite, chá preto e pérolas de tapioca, que acabam por dar mais textura do que propriamente sabor. Depois há outra versão, com bolinhas mais frágeis, que são esferificações que rebentam na boca, de vários sabores, como lichia, maracujá ou caramelo. Prove chá de bolhas num destes sítios. Recomendado: Cinco novos sabores de gelado para provar este Verão

Sangria
Noite

Sangria

É daquelas coisas impossíveis de contornar. O Verão chega, os dias pisam os calcanhares à noite e o mundo – o mundo da copofonia – , sai do trabalho directo para uma mesa com vista e bebidas geladas. Uma dessas bebidas é a sangria, ideal para partilhar, fácil de beber e também por isso um perigo tantas vezes. Mas nem sempre assim tão fácil de encontrar, pelo menos de qualidade. É por isso que lhe dizemos onde se bebe boa sagria na cidade. Eis três sítios para beber sangria em Lisboa. O difícil vai ser parar de encher o copo.  Recomendado: Os melhores sítios para sair à noite em Lisboa

Prosecco com cremolato
Restaurantes

Prosecco com cremolato

Em alguns dos melhores restaurantes italianos em Lisboa pode acompanhar a massa ou a pizza com uma bebida fresca e borbulhante. Estes são os três melhores sítios da cidade para beber prosecco com cremolato.  

Sumos naturais
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Sumos naturais

Bebidas frescas casam bem com tempo quente, mas nem só de calor vivem os sumos naturais. Na verdade, já fazem parte da mobília da casa, ou da ementa de qualquer tribo urbana, em tempo de Primavera, Verão, Outono ou Inverno. Sim, a caminhar a passos largos para o clássico dos clássicos. Estamos cá para orientá-lo, seja para lhe tratar da saúde ou simplesmente para melhorar o seu dia: há muitos carregadinhos de super alimentos, todos com fruta fresca e sempre prontos para pegar e levar. Estes são os melhores sítios para beber sumos naturais em Lisboa.  Recomendado: Bons motivos para passar o Verão em Lisboa

Michelada
Bares

Michelada

O que é isso da michelada? Não, não é um trocadilho para uma salganhada de coisas. Está a ver um Bloody Mary? É parecido, mas trocaram-lhe o vodka pela cerveja. A bebida é mexicana mas não precisa de ir até Cancun para a provar – já se fazem por cá e não ficam nada atrás das originais. 

Pisco sour
Noite

Pisco sour

Aguardente de uva, clara de ovo e sumo de lima são alguns dos ingredientes do cocktail da moda. À procura de pisco sour em Lisboa? Voilá!

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