Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores sítios para comer em Lisboa

Os melhores sítios para comer em Lisboa

Encontre os melhores restaurantes e cafés em Lisboa para cada tipo de cozinha e ocasião especial

Pica Pau do Pinóquio
Fotografia: Arlindo Camacho

Apetecia-lhe algo bom, como naquele anúncio de chocolates? Juntámos os melhores sítios em Lisboa para comer em ocasiões especiais, para satisfazer desejos específicos ou para responder sempre que a gula ataque. Se procura um bom ramen, uns peixinhos da horta estaladiços ou uma das melhores panna cotta, veio dar ao sítio certo. Há sopas, petiscos, pratos típicos portugueses e até os salgadinhos do costume. Só tem de pensar no que é que ia mesmo a calhar, se é mais de peixe ou de carne, de gourmet ou de snacks. E se começar a sentir sede não se preocupe. Também temos sugestões para se refrescar, de cocktails com flores a chá de bolhas, sem esquecer a clássica sangria, claro.

Recomendado: Os melhores restaurantes em Lisboa

Sopas todo o ano

Sopa de cebola
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Sopa de cebola

A sopa de cebola gratinada é uma especialidade francesa (treine o seu francês e o sotaque para dizer, perfeitinho, soupe à l'oignon), perfeita para deixar o estômago aconchegado nos dias mais frios ou para fazer uma refeição rápida e não ficar com fome. É feita com rodelas muito finas de cebola, fritas em manteiga, às quais se junta depois água ou um caldo e farinha para engrossar e resultar numa base cremosa. A cereja no topo da sopa são as fatias de pão torrado, ou os cubinhos de croutons, e o queijo gruyère ou emmental. Vai ao forno assim mesmo, para fazer uma crosta saborosa. Prove-a nestes restaurantes em Lisboa. Recomendado: Os melhores restaurantes do mundo em Lisboa

Sopa de tomate alentejana
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Sopa de tomate alentejana

Há poucas coisas tão retintamente alentejanas como umas boas sopas de pão. É o caso da açorda, mas não só: também das sopas de canção, de beldroegas, de tomate com ovos escalfados e outras maravilhas da gastronomia portuguesa. E o melhor é que não precisa de cruzar o Tejo para provar estas iguarias. Em Lisboa, por exemplo, há alentejanos de gema a fazerem sopas de tomate ao nível do melhor que se come no Alentejo, sejam mais tradicionais ou abrilhantadas com garoupa. Nestes três restaurantes comem-se as melhores. Conselho de amigo: vá de barriga vazia, que estas sopas enchem.

Canja de galinha
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Canja de galinha

Há quem diga que é sopa de doente – esqueça esse ultraje. A base é o caldo onde é cozida a carne, ao qual se junta arroz ou massa dependendo da região. Se for bem feita não fica um caldinho insonso e é bem capaz de aconchegar um dia mais frio. Recomendado: O melhor da cozinha tradicional portuguesa em Lisboa

As melhores novas sopas em Lisboa
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As melhores novas sopas em Lisboa

Frio ou calor, não há estômago que não fique mais aconchegado com uma sopinha. Na verdade, assim que o tempo começa a esfriar, queremos é sopas e descanso. Seja a meio de um dia de trabalho para ganhar forças e não precisar de ares condicionados para o resto da tarde ou à noite, já em casa, para não precisar de mantas nem de ligar o aquecimento. Este lote tem cinco, todas elas parte das cartas de restaurantes que abriram portas nos últimos meses. Há caldos asiáticos ou sopas tradicionais portuguesas para encher e aquecer.  Recomendado: Os melhores sítios com lareira em Lisboa para se aquecer neste Inverno

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Petiscos

Ovos verdes
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Ovos verdes

Ovos são bons de qualquer maneira. Mexidos, estrelados, escalfados e por aí fora. Mas na hora de inovar, olhe para a receita de um dos petiscos mais lisboetas: os ovos verdes. São feitos com ovo cozido, ao qual é retirada a gema para ser misturada com pão amolecido e salsa picada. Depois são envoltos num polme e são fritos. É aperitivo de tasca, salgadinho básico para matar a fome a qualquer hora do dia ou até uma refeição ligeira para dias em que não apetece muito. Atenção que a receita envolve perícia - primeiro, prove-a nestes três restaurantes em Lisboa, na versão mais clássica ou reinventada.

Chicken wings
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Chicken wings

Todas elas de inspiração asiática, com uma twist doce e picante. Estas asinhas de frango lisboetas são gulosas e levam-no numa viagem que começa no Príncipe Real e só acaba no Penha Longa, em Sintra.

Pica-pau
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Pica-pau

Pedaços pequenos de carne convivem com pickles mergulhados num molho intenso, que pede pão, pão até se ver a base da frigideira.

Peixinhos da horta
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Peixinhos da horta

Um feijão verde envolto numa fritura no ponto é capaz de levar um alfacinha ao céu.

Caracóis
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Caracóis

A época do petisco rastejante começa oficialmente em Maio, o primeiro mês sem R – dizem os especialistas que, apesar de não ser regra absoluta, é nestes meses mais quentes e solarengos que o caracol é melhor, porque com o chuva o bicho começa a meter-se dentro da terra. Ainda assim, a maioria dos caracóis que se servem em Portugal vêm de Marrocos, onde é proibido usar pesticidas e a garantia da qualidade deste petisco é maior. Corremos a cidade à procura de cafés e cervejarias que já estão a servir caracoladas e dizemos-lhe oito sítios onde pode comer caracóis em Lisboa.

Choco frito
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Choco frito

Fritura estaladiça e polme dourado com um choco tenro. Um bom choco frito de Setúbal tem de cumprir estas regras. E, claro, acompanhar com batatas fritas e maionese (de preferência, uma boa maionese). A boa notícia é que não precisa de ir a Setúbal para se deliciar com esta iguaria. Em Lisboa, há choco frito em vários restaurantes – às vezes aparece até como prato do dia. Mas, vá por nós, nestes três sítios a réplica do choco frito é fiel.

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Pratos típicos portugueses

Bacalhau assado
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Bacalhau assado

Quando começamos a enumerar os pratos de cozinha tradicional portuguesa, um dos primeiros que vem à cabeça é, certamente, o bacalhau. Bem sabemos que existem mil e uma formas de o comer: os mais puristas vão para o cozido com todos, mas há o bacalhau à Zé do Pipo, à Gomes de Sá, com natas, com broa, espiritual... Podíamos continuar a ementa mas o bacalhau assado é outro da categoria clássica que não falha. Com batata a murro, bem regadinho com azeite, com ou sem ovo. Interessa é ser uma boa posta, bem demolhada, bem suculenta.  Vá matar saudades de um bom bacalhau ou leve o amigo turista a um destes restaurantes em Lisboa.

Cozido de grão
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Cozido de grão

É uma tachada daquelas que pede algumas horas na mesa e uma boa pinga a acompanhar (nos dias mais quentes, reforce os líquidos)  – não é por acaso que o prato não se encontra facilmente nem todos os dias. É uma das receitas mais tradicionais da culinária de Portugal, preparado com grão-de-bico, diversos legumes e vários tipos de carne e enchidos, que podem variar de região para região. Nestes três restaurantes tradicionais em Lisboa, são servidos ora em panelas de barro ora em tachos grandes, sempre em doses generosas e com um bom caldinho. Reserve já a almoçarada.

Francesinhas
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Francesinhas

O tema é controverso e não faltam opiniões sobre boas francesinhas em Lisboa, mesmo que haja quem diga que só no Porto é que se come bem este monumento ao colesterol. Mas que as há, há. E bem boas. Já foi eleita umas das melhores sandes do muito, embora seja muito mais do que uma sandes, ora atente nos ingredientes básicos: bife, lombo assado, salsicha, linguiça, fiambre e queijo (muito queijo!). E depois há o molho – há quem diga que o segredo de uma francesinha está exactamente no molho. Com ou sem ovo, mas sempre em camadas, dizemos-lhe três sítios para comer francesinhas em Lisboa. Recomendado: Os 149 melhores restaurantes em Lisboa

Açorda de gambas
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Açorda de gambas

O prato parece simples, pobre até, mas só aos olhos menos cautelosos. Os outros sabem que é um consolo. Se o que procura é comida de conforto à boa maneira portuguesa estes são três restaurantes para encontrar açorda de gambas. 

Cataplana
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Cataplana

Há pelo mundo muitos instrumentos para cozinhar lentamente e com poucos líquidos, mas nenhum é como esta caixa esférica nascida nas Beiras para cozinhar caça num buraco no chão. Punham-se as brasas, a cataplana com as carnes temperadas e não se abria o buraco até ao fim da cozedura. Da carne original ao peixe e marisco que deu fama à cataplana no Algarve, damos-lhe três sítios para comer cataplana em Lisboa.

Favas com enchidos
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Favas com enchidos

É clássico de cozinha tradicional portuguesa e não está nada mal representado na cidade. Aqui tem três sítios para comer favas com enchidos em Lisboa. 

Cabidela
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Cabidela

Se é daqueles que desmaia quando vê sangue, nem se aproxime desta lista. Aqui é frango ou galinha, miúdos, arroz caldoso e sangue avinagrado. Conheça três sítios onde pode deliciar-se com cabidela em Lisboa.

Polvo à lagareiro
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Polvo à lagareiro

Tem de ser cozido e bem cozido para não ficar tipo pastilha-elástica. Depois segue para a grelha ou para o forno, embebido em azeite e acompanhado com batata à murro. No Natal é rara a mesa do Norte que não tenha polvo, mas se for alfacinha, e enquanto não chega a quadra, é ir a um destes três sítios para comer polvo à lagareiro.

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Massas & Pizzas

Carbonara
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Carbonara

Um restaurante italiano sem uma boa carbonara é como a Fontana di Trevi sem água, a Capela Sistina sem turistas afogueados ou a Praça de São Pedro sem freiras ansiosas para ver o Papa. Mas desengane-se quem pensa que é fácil encontrar um bom exemplar da receita clássica italiana em Lisboa. Para lhe facilitar o trabalho, reunimos os três melhores sítios para comer carbonara. Mamma mia! Che buono! 

Gnocchi
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Gnocchi

Quando lhe der vontade de um prato de massa vigoroso e reconfortante, considere esta palavrinha: gnocchi. Mostramos-lhe três sítios onde comer esta massa geralmente feita de puré de batata e farinha.

Pizza marinara
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Pizza marinara

Há umas quantas teorias populares que explicam a origem do molho marinara e, portanto, da pizza marinara. Umas dizem que era o prato preparado pelas mulheres dos marinheiros para os receber em terra, outras afirmam que este molho simples e saboroso de tomate e alho foi inventado pelos marinheiro de Nápoles no regresso das Américas e que assim que fez a primeira pizza. Em qualquer dos casos a receita está ligada ao mar como o nome revela desde o início: marinara significa "do marinheiro" em italiano. Por Lisboa, não tarda estamos na época do tomate, a melhor ocasião para comer marinaras nestes três sítios.   

Pizza à fatia
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Pizza à fatia

Com desejos de uma fatia de pizza? Eis os melhores restaurantes italianos em Lisboa com pizza al taglio. 

A verdadeira pizza Margherita
Restaurantes

A verdadeira pizza Margherita

Este básico do cardápio italiano foi criado assim, com as cores da bandeira do país, em 1889, por Rafaelle Esposito, para a rainha Margherita di Savoia. Por ser uma pizza tradicional de Nápoles e haver muitas idênticas, surgiu a Associazione Verace Pizza Napoletana, que divulga regras difíceis mas claras para fazer uma pizza napolitana genuína – neste leque há a Margherita (tomate, azeite, manjericão e mozzarella), a Margherita Extra (que acrescenta tomates cherry frescos) e a Marinara (sem queijo, só com tomate, azeite, orégãos inteiros e alho). Ora, em Portugal a AVPN indica três restaurantes de Lisboa para comer la vera pizza napolitana: os Mercantina, que têm Diogo Coimbra na chefia, o Come Prima e o Forno D’Oro, ambos de Tanka Sapkota. Nestes três sítios deve comê-las assim que saírem do forno – é exigência dos inspectores.

Pizza de figos e presunto
Restaurantes

Pizza de figos e presunto

Verão é sinónimo de cerejas, morangos, pêssegos e pizzas de figos e presunto. Descubra onde pode provar as melhores da cidade. 

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Os salgadinhos do costume

Croquetes de cozido
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Croquetes de cozido

São carnes, couves, cenouras, o nabo maldito para muitos e aquele caldo reconfortante. Acha isto uma travessa pesada? Pense duas vezes: reunimos três sítios que lhe resumem um cozido à portuguesa a um croquete. Um ou mais.

Rissóis de leitão
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Rissóis de leitão

É apreciador deste petisco mas não sabe onde matar o desejo quando bate a fome?

Pastéis de massa tenra
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Pastéis de massa tenra

Esta não é uma lista para tenrinhos.

Chamuças
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Chamuças

De todos os pastéis que o mundo inventou, nenhum viajou tão bem como a chamuça. Esta especialidade indiana chegou a Portugal através da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora parte do Estado Português da Índia. Em Lisboa, a variedade é grande: não se atreva a aproximar-se dos triângulos amolecidos e oleosos de snack bar (que, bem sabemos, podem safar em alturas de grande larica). Procure pelas boas versões de carne picada (sobretudo de bovino e suíno), vegetarianas, frango e (não encontrámos mas pode ser que tenha mais sorte) aloo. Estas últimas são as chamuças mais tradicionais na Índia, com recheio de batata, ervilhas, cominhos, coentros e assafétida, uma planta muito utilizada não só na culinária indiana, como na afegã, paquistanesa e iraniana. Se encontrar, mande a morada. Recomendado: Como comer picante como um indiano

Peixe & Marisco

Mexilhões
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Mexilhões

A expressão popular diz que quem se lixa é sempre o mexilhão e neste caso é literal: o bivalve acabou sempre no tacho. Há várias maneiras de o comer. Na Bélgica, onde é petisco e refeição tradicional para almoços em família, os mexilhões são cozidos em molho de vinho branco, manteiga e ervas, e acompanham com batatas fritas, mergulhadas no caldo em que os frutos do mar foram preparados. Por cá não damos tanta atenção a esta combinação improvável mexilhão-batata frita, mas há sítios que a homenageiam e arriscam em outros molhos exóticos.  Se for mais purista, marque na agenda a tradição anual da apanha do mexilhão na sexta-feira santa nas praias do concelho de Sintra.

Vieiras
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Vieiras

Este pequeno molusco bivalve – recorrendo ao rigor da coisa – é muito usado em restaurantes de fine dining, pela sua delicadeza e sabor suave, um ingrediente sofisticado de textura tenra. Mas nada tema, apesar desta introdução pomposa, as opções que lhe aqui trazemos são para o comum mortal poder apreciar estas maravilhas vindas do mar. As vieiras estão presentes tanto em entradas como em pratos principais. São servidas ora cozinhadas (gratinadas são uma maravilha), ora cruas – vão bem com tudo e são uma boa opção para partilhar numa petiscada. Recomendado: Os melhores sítios em Lisboa para comer tudo e mais alguma coisa  

Paella
Restaurantes

Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos. 

Lapas
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Lapas

O sabor dos Açores, o sabor da Madeira. Uma experiência riquíssima patrocinada por uma rápida deslocação na grande Lisboa. 

Bruxas
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Bruxas

Com o bom tempo, chegam os petiscos ao fim do dia e as mariscadas com imperial fresquinha.

Caranguejo de casca mole
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Caranguejo de casca mole

Aviso à navegação: não queremos que fique nada no prato. 

Línguas de bacalhau
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Línguas de bacalhau

Assado, com todos e com broa encontra-se com facilidade. Não há bairro em Lisboa onde não se coma bacalhau com alguma decência. O pior é quando nos dá a fome de sermos específicos. É difícil encontrar sítio onde se comam línguas de bacalhau, mas calcorreámos a capital à procura destas miudezas panadas, em arrozinho malandro ou numa massada. Prometemos para breve as caras de bacalhau, quando estivermos recuperados dos quilómetros que percorridos.

Cabeça de peixe
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Cabeça de peixe

Farto de rabos, postas abertas e postas fechadas? Ataque uma bela cabeça de garoupa, acompanhada de grelos e batatas. Leve muita fome ou companhia, porque as doses são para dois.

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Pratos de carne

Picanha
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Picanha

Fina e com uma fita de gordura luzidia e saborosa, a picanha está bem é numa grelha competente e num prato rodeada de batatas fritas, feijão preto, e uma verdura.

Carne maturada
Restaurantes

Carne maturada

“Carne maturada é carne desidratada em ambiente controlado. A temperatura e a humidade são factores essenciais. A primeira não deve ultrapassar os dois ou três graus, enquanto a humidade deve ser zero”, explica Luís Miguel Barradas, director I&D do Sea Me Group. Assim sendo, através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. As várias carnes podem ser maturadas por períodos que podem ir dos 15 dias aos quatro meses. “Podemos maturar qualquer parte da vaca, mas o acém, por exemplo, é mais fácil de maturar e mais saboroso do que a vazia porque tem mais gordura. Já o lombo só faz sentido maturar se tiver muita gordura à volta”, remata. Vai daí, reunimos os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa. Ora atente.

Bife tártaro
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Bife tártaro

Carne de vaca picada e crua, gema de ovo, pickles e um sem número de ingredientes que variam de acordo com a mão do chef. Assim é o verdadeiro bife tártaro, o prato clássico que voltou a estar na moda depois de fazer sucesso no final do século XIX. Em Lisboa, não é fácil encontrar bons exemplares. Mas que os há, há. Aqui tem os três melhores sítios para comer bife tártaro em Lisboa.  

Bife na pedra
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Bife na pedra

Um belo naco de carne, uma pedra a ferver, sal grosso, bons molhos, batatas fritas e voi-lá.

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Pratos latino-americanos

Tapioca
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Tapioca

A tapioca, com origens no nordeste brasileiro, atravessou o Atlântico e conquistou os lisboetas. Os crepes com farinha de mandioca são uma das tendências da comida saudável que primeiro se estranha, mas depois se entranha. Não têm glúten, gordura, açúcar ou lactose e o cheiro da goma é meio azedo, com o crepe a ter uma textura rugosa – o sabor da farinha sobrepõe-se facilmente ao do recheio se não for bem temperado. Mas o limite dos recheios é a imaginação e tanto podem ser doces como salgados, mais simples ou mais complexos. Há versões mais tradicionais, da região de Olinda, com queijo coalho como ingrediente-base, ou outras modernas, mais ou menos fit.

“Huevos rancheros”
Restaurantes

“Huevos rancheros”

Um prato com ovos entra logo à partida na categoria de comfort food. Estes não são típicos portugueses mas entram já em vantagem nessa lista. Aconchegam qualquer estômago, quer decida comê-los ao pequeno-almoço, como se faz no México – de onde vem a receita original –, quer os coma a qualquer outra hora do dia. À tortilha de milho que serve de base juntam-se os ovos fritos, cobertos com molho de tomate picante (cujo grau pode variar e fazê-lo gritar Arriva Mexico!). A acompanhar estão habitualmente o feijão, o arroz mexicano ou fatias de abacate, a colorir e a dar pujança ao prato. Recomendado: Os melhores sítios para comer ovos Benedict em Lisboa

Quesadillas
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Quesadillas

As quesadillas, a versão mexicana dos crepes, feitas com tortilhas de trigo podem ser recheadas com tudo e mais alguma coisa: as mais típicas são as de carne ou de feijão, mas portugueses como somos não dispensámos um bom camarão. Sempre com muito queijo e, de preferência, natas ácidas e pico de gallo a acompanhar. Prepare o sombrero e vá comer quesadillas a um destes três restaurantes em Lisboa.

Guacamole
Restaurantes

Guacamole

Abacate, sumo de lima, tomate, cebola e coentros. A base do guacamole só tem ingredientes que se encontram ao virar da esquina – se bem que encontrar abacates dos bons pode não ser tarefa fácil – e ainda assim há um certo equilíbrio de sabores que convém acertar. Juntámos aos mexicanos um dos maiores sucessos do pequeno-almoço e brunch dos últimos tempos e reunimos assim três sítios para comer guacamole.

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Ásia num prato

Pho
Restaurantes

Pho

Não vamos confundir pho, a sopa de massa de arroz mais célebre do Vietname, com o ramen. O pho – há dúvidas acerca da melhor maneira de o dizer, nós vamos para algo como fô – é um caldo complexo, com muitas receitas diferentes, mas que numa versão mais clássico leva cerca de 24 ingredientes. A taça vem com massa de arroz, mergulhada num caldo de carne claro, sempre a fumegar, com pedaços finos e crus de carne de bovino. Há outras variações, feitas com almôndegas, tripas ou frango. É um prato que tem uma boa dose de DIY quando chega até si, com os ingredientes frescos como a malagueta, o manjericão, os rebentos de soja e a lima a sere, colocados no momento e na dose que considerar mais adequada para si.

Okonomiyaki
Restaurantes

Okonomiyaki

Okonomiyaki é um tipo de panqueca japonesa, redonda e alta, com vários ingredientes. À primeira vista até pode parecer uma omelete bem recheada. Ou um prato com muitas coisas lá para cima que não inspira grande confiança. Mas não se ponha com esquisitices: isto é daquelas coisas que primeiro se estranha e depois se entranha. Uma das coisas que pode causar mais estranheza é, precisamente as lascas de atum-bonito que cobrem a panqueca – bonito é uma conserva seca que chega ao prato ainda em movimento. A panqueca em si pode levar legumes, camarão, queijo, calamares, couve. Descubra o prato (e descubra se é amor ou ódio) nestes três restaurantes em Lisboa. 

Spring rolls
Restaurantes

Spring rolls

É um salgadinho asiático que entretanto já foi adoptado por todo o mundo. Estes spring rolls têm uma massa que parece a de um crepe, bem fininho, e a forma é a de um rolo (os spring rolls vietnamitas, por sua vez, são enrolados em massa de arroz). O recheio destes rolinhos primavera pode ser vegetariano ou com carne salteada no wok com legumes.  Prove a especialidade num destes três restaurantes em Lisboa. Recomendado: Nestes restaurantes pan-asiáticos em Lisboa cabe a Ásia toda

Pato à Pequim
Restaurantes

Pato à Pequim

Antes de chegar à mesa, o pato à Pequim passa por uma data de processos rigorosos, não googláveis por mentes sensíveis. (Não continue a ler se estiver nesse lote: não somos de meias medidas e contamos-lhe tudo). Com uma ou outra alteração à receita, ao nível dos recheios, a regra é mais ou menos esta: depois de depenado, é feito um corte debaixo da asa para não destruir a aparência redonda e bonita do pato, limpam-se as vísceras e durante cerca de oito horas é soprado com ventoínhas para ficar seco e manter essa forma. Depois é lacado com uma calda de açúcar ou de mel, novamente seco para a calda ficar estabelecida, recheado com legumes e especiarias, que ficam a marinar outras oito horas e só depois vai ao forno. Quando chega à mesa, é só enrolar no crepe, com alho francês, pepino e molho a gosto.

Pad thai
Restaurantes

Pad thai

Na Tailândia, praticamente todas as ruas das grandes cidades têm uma chapa com massa de arroz a crepitar num wok. Parece não ter grande ciência, mas tem: é-lhe sempre acrescentado o ovo, que fica praticamente colado à frigideira até se envolver com os noodles, os legumes, o frango ou o marisco. O amendoim dá a textura final crocante e as gotas de lima o tempero mais cítrico. Nestes três sítios, a receita é cumprida à risca. Siga viagem pelos sabores tailandeses.

Caril verde
Restaurantes

Caril verde

Dim sum
Restaurantes

Dim sum

Lisboa é cada vez mais um oásis para comer especialidades chinesas (benditos Visa Gold). Descubra aqui quais os melhores sítios para comer dim sum na cidade. 

Bao
Restaurantes

Bao

É uma das grandes tendências de street food à escala planetária e Lisboa não podia ficar indiferente aos pães recheados e cozinhados a vapor que vieram da Ásia. Saiba onde comer bao na cidade.

Ramen
Restaurantes

Ramen

Esta sopa veio do Japão para aquecer os alfacinhas, que finalmente podem encontrar ramen espalhados pela cidade. Estes são os três melhores sítios para comer ramen em Lisboa 

E um pouco por todo o mundo

Xacuti de cabrito
Restaurantes

Xacuti de cabrito

O xacuti é um prato indo-português que pode ser cozinhado tanto com carne (cabrito, como é o caso deste exemplar que lhe trazemos, mas também frango ou bovino) como com peixe. Uma coisa têm sempre em comum: a grande variedade de especiarias com que é cozinhado. Estamos a falar de coco, açafrão, cominhos, cravinho, gengibre, pimentão, canela, miolo de amêndoa, alho, pimenta preta, malaguetas, coentros, mostarda em grão, entre outros. O resultado final é sempre um molho espesso, de cor castanha, e ao contrário dos pratos indianos não é picante (pode sempre acrescentar umas gotinhas mágicas). É servido com arroz.

Lasanha
Restaurantes

Lasanha

Um tabuleiro carregadinho de lascas de massa fresca intercaladas com molho de tomate, muito queijo, e carne picada é o expoente máximo da comfort food. Se há povo que sabe falar de comida de conforto é precisamente o italiano, com os seus pratos de massa e pizzas com mais ou menos gordura mas muito queijo, sempre prontos a tratar de nos levantar o espírito em dias mais cinzentos. A lasanha é o prato escolhido, muitas vezes, para almoçaradas em família (daquelas muito barulhentas, sempre bem regadas). Nestes três restaurantes em Lisboa há as versões mais tradicionais do prato, com os ingredientes autênticos.

Falafel
Restaurantes

Falafel

Se não resiste a um salgadinho e já sabe de cor o roteiro para comer os melhores croquetes, os melhores rissóis ou as melhores chamuças da cidade, chegou a hora de se atirar aos mais dignos exemplares de falafel, os croquetes de grão fritos típicos do Médio Oriente. Bem condimentados, sozinhos ou acompanhados de pão pita, húmus, tahine e salada de tomate, pepino e cebola, são o sonho de qualquer vegetariano, mas não só: os carnívoros também são muito bem-vindos nestes três restaurantes do mundo em Lisboa: Muito Bey, Ink Farm Food e Mezze.

Paella
Restaurantes

Paella

A receita é espanhola, mas não é por isso que não se comem boas paellas em Lisboa, seja na sua forma mais tradicional ou reinventadas com os ingredientes que por cá se encontram mais frescos como é o caso da paella negra do Tapisco do chef Henrique Sá Pessoa feita com sépia e aioli. Mas se o que procura é a clássica paella, servida num tacho capaz de ocupar a mesa toda, então rume ao Solar dos Presuntos. Nestes três restaurantes, vai encontrar pratos coloridos, bem servidos e, acima de tudo, deliciosos.

Tabbouleh
Restaurantes

Tabbouleh

Esta nova palavra está a instalar-se com cada vez mais conforto em Lisboa: mezze. São pratos que enchem um mesa para uma refeição em grupo, cada um a rasgar pedaços de pão com a mão e a usá-os para agarrar as saladas, purés, arrozes e afins. São, no fundo, petiscos que enchem uma mesa do Médio Oriente e, para ser a sério, entre eles não poderá faltar o tabbouleh. O nome tem várias versões — taboulé, tabbouli, taboulah — e assim é também com a receita. O essencial é sempre a salsa, o limão, o bulgur, tomate e cebola. Em diferentes regiões substitui-se o bulgur por couscous, com mais ou menos salsa, com ou sem menta. Damos-lhe três sítios para comer tabbouleh em Lisboa e deliciar-se com as variações.

Kebabs
Restaurantes

Kebabs

Desengane-se quem apenas pensa em kebabs no fim da noite ou para curar a ressaca. Há cada vez mais sítios onde comer kebabs em Lisboa e entre a Baixa, Martim Moniz e Santos encontram-se pelo menos três que valem a visita e não pesam na carteira. Um conselho: carregue no picante. Procura mais ideias de sítios onde comer em Lisboa? Espreite as nossas sugestões.

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Snacks e acompanhamentos

Hummus
Restaurantes

Hummus

Esta pasta com raízes árabes é feita com grão-de-bico cozido e esmagado, tal qual puré, tahini (pasta de sésamo), umas gotinhas de limão e uns pozinhos de sal. É esta a receita-base, personalizável com um ou outro condimento para mais substância, mas consumida em grandes quantidades como dip para legumes, para sandes típicas em pão pita ou como refeição, complementada com outras iguarias típicas, como os falafel. Nestes três restaurantes em Lisboa, encontra diferentes variedades do hummus, do mais simples àquele com tiras de abacate, com carne picada, beterraba ou pimentos. Recomendado: Os melhores restaurantes libaneses em Lisboa

Banana-pão
Restaurantes

Banana-pão

Bananas verdes? Guarde-as todas, um dia vai fazer banana-pão em casa. Este petisco sul-americano, mais especificamente do Peru, é também conhecido como chifles em alguns sítios e quase parece umas batatas fritas de pacote, pela aparências mas também pela textura super crocante. É feito com bananas verdes fatiadas muito finas, depois fritas em óleo até ficarem douradas. Nestes restaurantes em Lisboa a banana-pão é servida quer como acompanhamento com vista para o rio Tejo (olá nova esplanada do Ferroviário) ou como couvert antes de encher a barriga com outros petiscos. Recomendado: Os melhores sítios em Lisboa para comer... de tudo. 

Prego de atum
Restaurantes

Prego de atum

Uma posta alta e apenas levemente braseada: assim se quer o atum no prego de atum. Saiba onde encontrar belos exemplares em Lisboa. 

Pão de queijo
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Pão de queijo

Não é bem o equivalente a uma fatia de pão alentejano barrado com o nosso queijo da serra, mas para os brasileiros é snack obrigatório a qualquer hora do dia. A receita original é de Minas Gerais e a base é o polvilho azedo, sem glúten, mas amassado de uma forma específica para ficar em forma de bolinha. Nestes três sítios dá para provar um bom pão de queijo.

Pão pita
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Pão pita

Se é fã dos papos-secos inchados, leves e quase sem miolo, passe este momento à frente. Aqui encontra três sítios em Lisboa onde se come pão pita recheado ou para acompanhar pratos gregos e israelitas.

Batatas bravas
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Batatas bravas

Umas mais gourmet e outras trapalhonas mas bem boas. Nestes três sítios para comer batatas bravas, são servidas de maneira bem diferente mas sempre bem picantes, como manda a tradição. 

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Para quando apetece algo leve e fresco

Salada de rosbife
Restaurantes

Salada de rosbife

As temperatuas subiram e todos os que têm adiado a dieta entraram em pânico: "O quê? Verão? Já?" Se está na hora de aderir às saladas, não seja radical e mantenha a proteína. Pelo menos por mais uns tempos. Estes são os três melhores sítios para comer salada de rosbife. 

Salada caprese
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Salada caprese

O Come Prima, o La Finestra e o Il Matriciano são três dos melhores restaurantes italianos em Lisboa e na hora de fazerem as suas saladas caprese, não poupam na matéria-prima: a mozarela é de luxo, o tomate e o mangericão são bem frescos. Um belo refresco de Verão. 

Salada de polvo
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Salada de polvo

É uma entrada típica portuguesa em cervejarias, marisqueiras, restaurantes tradicionais... e não só. É petisco caseiro sempre que sobram uns tentáculos de polvo dos mais nobres pratos ora de polvo à lagareiro, ora de arroz de polvo. A salada de polvo fria deve ter os tentáculos do molusco cortados todos mais ou menos do mesmo tamanho, azeite e vinagre que baste, e coentros misturados. Sendo tenrinha e fresca, esta salada, a par de outras frias como a de ovas, é perfeita para começar um final de tarde ou noite antes de uma mariscada daquelas. Atire-se a estas três. Recomendado: As melhores cervejarias em Lisboa

Carpaccio
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Carpaccio

Fomos à procura dos restaurantes onde comer carpaccio, o prato criado para uma condessa italiana que nos anos 50 ficou anémica e precisou de arranjar uma forma de comer carne discretamente. Viva a condessa. E viva o carpaccio. 

Sobremesas gulosas

Mochis
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Mochis

Os mochis são pequenos bolos da pastelaria japonesa, feitos com arroz glutinoso moído em pasta e depois moldado tipicamente numa colorida bolinha (ou da maneira que a imaginação e criatividade permitir), que pode ser mini ou em formato XL. São depois recheados e nestas versões que aqui lhe apresentamos o interior é gelado e fresco: há de fruta exótica, chá verde matcha, pasta de sésamo para uma versão mais tradicional ou até de cheesecake. É uma sobremesa simples para terminar uma refeição japonesa de sushi, noodles ou depois de embarcar numa viagem pela Ásia toda à mesa.

Mousse de chocolate
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Mousse de chocolate

É a sobremesa caseira mais segura em todas as festas de aniversário e jantares de família ou amigos. Mas fora de casa, a coisa pode complicar-se. Antes de mais nada porque é facilmente comparável com a da avó, da mãe ou da tia, depois porque os níveis de cacau do chocolate variam facilmente e há quem goste dela mais intensa ou mais cremosa e consistente, outros preferem chocolate com menos percentagem de cacau ou com cheirinho. Nestes três restaurantes em Lisboa, a mousse de chocolate é servida como deve ser. Perfeita para um final de refeição guloso.

Brownies
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Brownies

Há parâmetros que todas as receitas de brownies devem cumprir. São feitos em tabuleiro, servidos em quadrados e devem ser húmidos, densos e macios mas sempre com muito chocolate (se não for team chocolate, opte pelo blondie, uma versão do brownie com baunilha). A receita original é americana e pode ter nozes na massa, para acrescentar uma textura crocante, e ser servido com uma bola de gelado. Nestes três sítios em Lisboa, encontra desde o mais tradicional à versão recheada ou em pote, para comer à colher. Há também uma versão com cookie dough no topo para aumentar a gulodice e outra com uns pozinhos de chá verde japonês matcha.  Recomendado: As melhores chocolatarias em Lisboa

Baklava
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Baklava

Gregos, turcos e gentes do Médio Oriente reclamam o doce como seu mas na verdade a origem é controversa e não está muito bem documentada. O que interessa é que muitos foram os que pegaram na receita e a foram adaptando (há até versões salgadas) mas a base é sempre a mesma: massa filo, feita folha a folha. Este pastel doce é recheado com uma pasta de nozes trituradas e várias especiarias, tudo mergulhado numa calda de açúcar ou mel. Acresce os pistácios em alguns casos ou outros frutos secos. Coma baklava, em rolinho ou cortada em fatias ou quadrados, nestes três restaurantes de gastronomias bem diferentes em Lisboa.

Mil-folhas
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Mil-folhas

Mil-folhas há muitos, mas como estes nem por isso. São feitos ao melhor estilo francês, com diferentes camadas trabalhadas com todo o cuidado. São gulosos, bem recheados e com a massa no ponto, estaladiça q.b.. Seja de baunilha, frutos vermelhos, limão ou chocolate, nestes três sítios que lhe sugerimos um mil-folhas nunca desilude e compõe qualquer lanche (ou pequeno-almoço se é daqueles que precisa de uma boa dose de acúçar para arrancar o dia). Prepare-se é para sujar as mãos, mas o é que isso comparado com o bem que sabe? 

Cannoli
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Cannoli

A cereja está para o topo do bolo como o cannoli está para o fim de uma refeição italiana. Esta sobremesa tradicional da Sicília é perfeita para quem gosta de comer coisas crocantes: é feita com uma massa doce frita em formato de tubinho e recheada tradicionalmente com um creme de ricota. Pode ter variações nos recheios, é certo, mas os sítios que lhe indicamos aqui seguem o caminho da tradição. Tome nota e reserve espaço para a sobremesa. Enfim, é ver a dieta por um canudo – e olhe que se vê muito bem.

Pain au chocolat
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Pain au chocolat

Por mais que sejamos grandes defensores da nossa boa pastelaria e doçaria conventual portuguesa, a verdade é que não dispensamos um bom croissant francês para pequenos-almoços ou lanches, em versões salgadas ou doces. O pain au chocolat, conhecido em Portugal como napolitana, é um tipo de massa folhada doce, em forma quadrada, com um (ou mais) pedaços de chocolate negro no centro. Pode, e deve, ser comido a qualquer hora do dia, frio ou, pedindo com jeitinho, aquecido ligeiramente para derreter o chocolate do recheio. Faça já o roteiro para os lanches de Natal e descubra onde comer pain au chocolat nestes cafés ou pastelarias em Lisboa.

Pavlova
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Pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios.

Gelados de rolinho
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Gelados de rolinho

Na Tailândia o mais provável é encontrar um carrinho no meio da rua com uma placa de metal gelada, improvisada, para fazer estes gelados de rolinho. Em Lisboa a tendência pegou (já se sabe que adoramos coisas importadas do outro lado do mundo, como o chá de bolhas) e começou a haver quem se dedicasse a esta arte. Sim, porque de certeza que vai ficar vidrado no processo, que é quase sempre o mesmo: em cima de uma chapa, a cerca de uns 20 graus negativos, coloca-se a base, que pode ser fruta fresca ou bolachas, leite e açúcar e mistura-se tudo. O gelado é depois alisado e, por fim, enrolado com uma espátula. Os rolinhos são depois postos em copos de gelado e, muitas vezes, cobertos com toppings à escolha.  Descubra estes gelados nestes três sítios em Lisboa. Recomendado: Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Panquecas salgadas
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Panquecas salgadas

Nunca se diz não a uma torre de panquecas, especialmente se forem altas e fofas. Mas há sempre algum amigo que não alinha nesta história do brunch enquanto refeição séria, portanto  arranjamos-lhe umas panquecas que na verdade são um bom petisco salgado e de deixar água na bora. Ora, as panquecas por norma são docinhas, tudo certo. Mas estas que lhe sugerimos aqui são salgadas e não é só mais uma invenção esquisita: são como mandam a regra (isto é, altas e fofas), mas têm tiras de bacon e ovo estrelado em cima. Há uma que é, até, uma francesinha. Nem por isso menos light, portanto tome cuidado quando for comer panquecas salgadas a um destes sítios em Lisboa. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Crepes Suzette
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Crepes Suzette

Foi tudo um acidente daqueles que ou resultava em desastre ou numa invenção luminosa. Henri Charpentier incendiou uns crepes e o seu molho, enquanto preparava uma refeição para Eduardo VII, o futuro rei do Reino Unido. Sem tempo para repetir todo o processo provou o molho doce e achou que melhor era difícil. Até eram para ser baptizados com o nome do príncipe, mas — lei universal — para impressionar uma mulher há que lhe dar o seu nome a uns crepes. Se esta jogada correu bem ou não é especulação. Para os crepes sabemos como correu: replicaram-se, tornaram-se famosos ao ponto de a receita original — com raspa de tangerina — ser constantemente modificada. Em Lisboa comem-se aproximações desta sobremesa com diferentes misturas de espirituosas e laranja. Conheça três sítios para comer estes crepes do século VII que ainda deixam pares românticos de boca aberta.

Pudim Abade de Priscos
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Pudim Abade de Priscos

Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

Farófias
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Farófias

Cheesecake
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Cheesecake

Base de bolacha, recheio com muito queijo e um toppings que vão do clássico morango e frutos vermelhos aos mais criativos. O que há para correr mal num cheesecake? Garantidamente nada se for a estes três sítios em Lisboa. 

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Para o pequeno-almoço

Papas de aveia
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Papas de aveia

Lembra-se das papas de Cerelac? Há, provavelmente, muitos adultos que ainda as comem sem vergonha e sentem o conforto imediato no estômago. Ora, as papas de aveia são primas dessas, mas numa versão saudável, que é uma excelente fonte de energia e de proteína. O melhor de tudo é que também podem ser preparadas de véspera – os chamados overnight oats, que podem ser cobertos com granolas ou frutas frescas. Nestes três restaurantes em Lisboa há várias opções de papa de aveia, das mais tradicionais às misturadas com framboesas para um tom rosado e mais sabor, ou com maçã. Todas preparadas para o aconchegar. Recomendado: Os melhores brunches em Lisboa

Panquecas de matcha
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Panquecas de matcha

É verde, tem poderes mas não é um super-herói. O matcha, um chá verde japonês, é uma das grandes tendências da cozinha, muito usado para beber, mas também se pode comer e nestes quatro sítios é a base de panquecas altas e fofas. Não se deixe intimidar pela cor – é daquelas coisas que primeiro se estranha e depois se entranha.

Cinnamon rolls
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Cinnamon rolls

Está por todo o lado no Norte da Europa. Na Dinamarca é conhecido como Kanelsnegl, ou seja, o caracol de canela, mas apesar do nome tem pouco a ver com os caracóis cheios de frutas cristalizadas que despertam desamores. Damos-lhe três sítios para comer cinnamon rolls em Lisboa e assumir o melhor estílo nórdico.

Waffles
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Waffles

Altos, fofos, simples, recheados, doces ou até salgados: partimos em busca de três sítios para comer waffles em Lisboa e voltámos, de barriga cheia, para contar a história. 

Bolas de Berlim
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Bolas de Berlim

Não é preciso estar num areal à espera de ouvir a cantiga das bolas de Berlim, apregoada aos sete ventos pelos vendedores vestidos de branco e com arcas às costas. Nestes três sítios há bolas de Berlim o ano todo e não são só as tradicionais. 

Scones
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Scones

Panquecas
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Panquecas

Acha que a sua receita de panquecas é a melhor do mundo? Dê folga à frigideira lá de casa, rume a um destes cafés especialistas em pequenos-almoços e brunches e fique a conhecer boas panquecas, redondas, fofas, leves ou densas, mais altas ou mais baixas, das doces e carregadinhas de chocolate às novas versões fit, feitas com aveia e com muita fruta. Para um grande pequeno-almoço (olá brunch), um almoço diferente (que estas torres de panquecas são bom alimento para o resto do dia e existem até em versões salgadas) ou um lanche como deve ser.  Recomendado: Os melhores cafés em Lisboa

Smoothie bowls
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Smoothie bowls

Se ainda não sabe o que é uma smoothie bowl é porque não anda a percorrer o feed das redes sociais vezes suficientes. São taças redondas, supercoloridas, com uma base composta por fruta e uma bebida vegetal, e cobertas com toppings crocantes (da granola ao coco tostado) e  fruta cortada meticulosamente. E, nestes três sítios, é sempre um dois em um: dá para comer com os olhos e tirar essa foto para a redes. E depois comer a sério.

Pão de deus
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Pão de deus

Com ou sem recheio (os mais puristas arrepiam-se com a simples ideia de lhe juntar queijo e/ou fiambre), há pães de deus em tudo o que é pastelaria tradicional da cidade. Mas se é os melhores que procura, veio dar ao sítio certo. Estes são os três melhores sítios para comer pão de deus em Lisboa. 

Tapioca
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Tapioca

Se está determinado a ser mais saudável, troque o pão e as panquecas por tapioca. Com recheios salgados ou doces, estes crepes de farinha de mandioca, sem glúten, estão a fazer sucesso em Lisboa. Saiba onde.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Croissant francês
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Croissant francês

Croissants há muitos: brioches, recheados, açucarados, mistos ou em miniatura. Mas nada bate os franceses – excepto Portugal, na final do Euro 2016. Já provámos os melhores croissants em Lisboa, e agora fomos atrás dos folhados, a crème de la crème daquela que é a estrela dos nossos pequenos-almoços. Estes são os melhores sítios para comer croissant francês em Lisboa.

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Bolos e doces típicos portugueses

Pudim Abade de Priscos
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Pudim Abade de Priscos

Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

Alfajores
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Alfajores

São típicos de países ibero-americanos mas a o nome lembra o árabe al hasu, que é como quem diz recheado. No meio de duas bolachinhas pequenas e inocentes vem doce de leite. Repita isto as vezes que quiser.

Azevias
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Azevias

Não faltam em nenhuma mesa de Natal mas também vão bem com uma bica logo de manhã. Se as quiser a tempo da Consoada, o melhor é correr para encomendar nestes três sítios.   Recomendado: Natal em Lisboa

Bolo-rei
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Bolo-rei

Se por esta hora ainda não se empaturrou de fatias de bolo-rei, está na hora de escolher o exemplar que vai animar a mesa da consoada. Onde? Não procure mais. Trazemos-lhe os três melhores bolos-rei de Lisboa. 

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E o que se bebe aqui?

Sangria de saké
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Sangria de saké

Mojito
Noite

Mojito

Começou por ser um xarope para os problemas respiratórios. Os cubanos decidiram desviá-lo da saúde – juntaram-lhe alegria líquida e voilá, habemus cocktail. Hoje podemos encontrá-los em quase todos os bares de Lisboa, mas estes levaram-nos directamente até à América Central.    Fã de bares? Então não vai querer perder os Bar Awards Lisboa 2017.